porStéphane Powaczuk

Ato Unificado com Paralisação é nesta terça 30/08

Amanhã, 30/08, é o dia do nosso ATO UNIFICADO com a USP e UNESP para exigir negociação ao Tom Zé, presidente do Cruesp. Nos encontramos em frente a reitoria, às 11h!

Então vamos fazer muito barulho na Reitoria para que o Tom Zé nos receba e negocie a nossa pauta! Queremos recuperar as nossas perdas salariais desde maio de 2012, e para isso estamos reivindicando principalmente:  REAJUSTE de 21,73%, ISONOMIA com a USP e VALE REFEIÇÃO!

Sabemos que a Unicamp tem dinheiro para nos pagar! O comprometimento com folha é o mais baixo desde a autonomia Universitária e o reitor está sentado na reserva financeira que acumulou na pandemia! A reitoria economizou às custas do trabalhador e da trabalhadora, é hora de negociar democraticamente e nos valorizar.

BASTA de enrolação! Nossa categoria merece respeito! Tom Zé, abre a porta pra negociação!

porStéphane Powaczuk

Fasubra entrega plataforma programática e Eleitoral ao candidato Lula

A FASUBRA Sindical, seguindo a deliberação da Plenária Nacional, entregou a proposta de plataforma política dos técnico-administrativos em educação para o candidato e ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Federação é protagonista porque é a primeira entidade dos servidores públicos federais a entregar a plataforma com propostas de governo para o candidato do PT à Presidência da República.

O encontro aconteceu na quinta-feira (18/8), em Belo Horizonte/MG, antes do comício na Praça da Estação. Além da entrega da pauta de reivindicações, a Diretoria Nacional (DN) da FASUBRA solicitou ao candidato uma reunião com as entidades dos SPFs e também a retomada da Mesa Nacional de Negociação Permanente.

A última Plenária Nacional aprovou o apoio à candidatura de Lula. Para a DN FASUBRA é urgente defender a democracia, o serviço público e eleger Lula já no primeiro turno.

Entre as propostas do documento estão:

  • Revogação da Emenda Constitucional 95;
  • Revogação da Reforma Trabalhista;
  • Revogação da Reforma da Previdência;
  • Não à Reforma Administrativa (PEC32);
  • Por uma reforma tributária que torne o sistema mais justo e progressivo, com taxação de lucros e dividendos, grandes fortunas e desoneração do salário;
  • Defesa da Educação gratuita e de qualidade, como direito público social de todos os cidadãos e cidadãs, responsabilidade do Estado;
  • Implementação do “Projeto Universidade Cidadã para os Trabalhadores”;
  • Exclusividade dos recursos públicos para instituições públicas oficiais;
  • Defesa da Autonomia Universitária, em todas as instituições públicas de ensino

Superior;

  • Abertura imediata de concursos públicos, via RJU, para recomposição do quadro de servidores;
  • Fim de intervenções do Ministério do Economia e de órgãos de controle;
  • Revogação da Reforma do Ensino Médio e ampla discussão nacional sobre a crise do Ensino Médio, para garantir oportunidades efetivas para a Juventude, com educação de qualidade;
  • Imediata recomposição orçamentária das instituições federais de ensino;
  • Defesa da democratização das universidades, no acesso, gestão e permanência estudantil;
  • Defesa da manutenção das políticas de cotas sociais e raciais;
  • Defesa do PNE;
  • Defesa do Fundo Social do Pré-sal com destinação a saúde e a educação;
  • Pela revogação da Lei que criou a EBSERH;
  • Pela paridade entre ativos e aposentados;
  • Não ao pagamento da Dívida Externa;
  • Auditoria da dívida pública.

A DN da FASUBRA informa ainda que nos próximos dias atualizará a plataforma, frente aos novos elementos da conjuntura acrescentando alguns pontos, como a defesa da democracia. A DN também encaminhará a plataforma aos demais candidatos do campo da esquerda, conforme deliberado na plenária. Participaram do encontro representantes da DN e do Sindifes.

Veja a Plataforma Programática e Eleitoral da FASUBRA na íntegra.

Foto: Ricardo Stuckert.

porStéphane Powaczuk

Paralisação por Reajuste

O STU está convocando a categoria para participar da PARALISAÇÃO para o Ato Unificado no dia 30/08, em frente a Reitoria e juntos reivindicarmos nosso reajuste de 21%, isonomia com a USP e UNESP, e o vale refeição!

Confira a seguir o nosso chamado:

porStéphane Powaczuk

Queremos reajuste de 21% já!

O presidente do CRUESP, que também é o reitor da Unicamp, Tom Zé, continua preferindo não ter diálogo com a nossa categoria. Enquanto isso, o reitor da UNESP, Pasqual Barretti, avançou na negociação de equiparação salarial com a USP. A comissão que vai tratar da isonomia já está avançando nos trabalhos. Além disso, a UNESP repôs salários atrasados, conseguiu o vale refeição e pagou os retroativos de uma só vez.

E aí Tom Zé, como é que nós ficamos? A gente sabe que o dinheiro está em caixa, já passou da hora de valorizar nossa categoria que sempre faz o melhor para a Unicamp funcionar!

Queremos nosso reajuste de 21%! É nosso direito!

Precisamos recuperar nossas perdas salariais desde maio de 2012!

porStéphane Powaczuk

#AgostoLilás Pelo Fim da Violência contra a Mulher

Agosto Lilás é uma campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher.

Ela faz referência ao aniversário da Lei Maria da Penha, instituída pela Lei nº 11.340 (de 07 de agosto de 2006), que em 2022 completou 16 anos

A cada minuto, oito mulheres sofrem violência no Brasil. Não se cale. Denuncie!

 A cor lilás é alusão ao movimento pelo voto feminino, que a adotou como símbolo há mais de cem anos. O mês de agosto remete à sanção da Lei Maria da Penha, que ocorreu em 7 de agosto de 2006.

Fontes: Fasubra, Agência Senado, Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

porStéphane Powaczuk

Reunião da URV é nesta terça 16/08 | 9h30

Atenção trabalhadores/as da ativa ou Aposentados/as:

Amanhã, terça-feira 15/08, vai acontecer uma reunião às 9h30min, na sede do STU para tirar dúvidas sobre o processo da URV.

A reunião é ampliada e foi convocada pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU.

A nossa assessoria jurídica vai estar presente, e se você tem dúvidas, compareça à reunião também!

porStéphane Powaczuk

IV Encontro LGBTQIA+ em Brasília deu aula de como combater LGBTQIA+fobia

Representantes do STU com Coordenadores/as da Fasubra no IV Encontro LGBTQIA+

Durante dois dias, 5 e 6 de agosto, técnico-administrativos/as em educação de todo o Brasil participaram do IV Encontro LGBTQIA+ da Fasubra, em Brasília, que tinha como objetivo debater sobre o tema “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”.

Para a Coordenadora da pasta LGBTQIA+ do STU, Elisiene Lobo, o que mais marcou nesse encontro foi ouvir as histórias de superação de cada indivíduo, que se reconhece fazendo parte desse grupo, ao enfrentar muitos preconceitos desde muito jovem.

Segundo o Coordenador LGBTI da Fasubra, Wellington Pereira, o direcionamento deste encontro tinha como prioridade a comunidade LGBTI, e os representantes de base, que beberam na fonte um conteúdo abordado pelos palestrantes, já vivido na prática. “Foi uma espécie de pós-graduação na temática proposta para o encontro”.

A LGBTfobia é uma violência que acontece muito ainda no Brasil. Em 2021, o nosso país ultrapassou 300 mortes por causas violentas para a comunidade LGBTQIA+.

“É muito importante que os sindicatos e principalmente nós inseridos em uma universidade estadual estejamos acompanhando esse debate e lutando contra a LGBTQIA+fobia. É papel do sindicato se posicionar contra todo tipo de opressão e violência contra esses grupos”, relata a Coordenadora LGBTQIA+ do STU, Gabriela Barros.

De acordo com o Coordenador Geral da Fasubra e diretor do STU, Toninho Alves, é necessário organizar a nossa militância para disputar os espaços de poder e frear a onda bolsonarista que retira o direito da comunidade LGBTQIA+. “Eleger parlamentares que se identificam com essa pauta é uma das estratégias que temos que usar para a defesa e proteção dos direitos das pessoas LGBTQIA+”.

Também é importante que no nosso ambiente sindical estejamos preparados para acolher e fortalecer protegendo os trabalhadores LGBTQIA+. “A defesa dessas pessoas tem que partir da gente defendendo eles na sociedade como cidadão. Ele ou ela é um ser humano e deve ser respeitado como tal, com todos os direitos”, complementa Elisiene Lobo.

Para o Coordenador da pasta de LGBTQIA+ do STU, Rafael Jorge, foi um evento que proporcionou formação e educação para combater a violência e a violação de direitos da comunidade LGBTQIA+. “Só é possível participar dessa luta conhecendo os problemas, aprendendo estratégias e se organizando”.

O encontro possibilitou que nossos representantes, Elisiene Lobo, Gabriela Barros, Rafael Jorge, Toninho Alves, e João Paulo (JP) pensassem em estratégias importantes para a defesa e proteção das pessoas LGBTQIA+ no ambiente sindical e social. Vamos conferir algumas abaixo:

1- Eleger representantes anti homofóbicos;

2- Defender perante a sociedade e acolher quando for preciso;

3- Garantir o direito à cidadania de forma igual;

4- Criar uma cultura e educar todes para que se naturalize e garanta a equidade de direitos;

5- Informando e desmistificando que ser LGBTQIA+ é errado ou criminoso;

6- Garantir que seja punido quem promova violação dos direitos deles e delas;

7- Criar e aprovar projetos que atendam esse segmento;

8- Incentivar a formação da nossa categoria com relação a esse tema;

9- Criar Grupos de trabalhos para conversar sobre esses temas;

10- Gerar políticas de fortalecimento e proteção dos trabalhadores LGBTQIA+.

Confira a seguir o relatório dos dois dias de evento feito pelo TAE da Assufrgs, Rafael Berbigier:

E a seguir veja o vídeo que gravamos no dia do evento com a Dóris – Assessora de Formação da Fasubra:

E aqui você confere o vídeo do primeiro dia do Encontro com a Dóris explicando o significado da “sopa de letrinhas”  LGBTQIA+:

porStéphane Powaczuk

STU avança na denúncia contra a demissão em massa no bandejão!

Bandejão Unicamp. Foto: Eduardo Gemis.

O STU fez uma denúncia e conseguiu uma audiência, na última quarta, 10/08, com o Ministério Público sobre a demissão das/os 330 trabalhadoras/es do bandejão da Unicamp. Também estavam um representante da empresa Soluções, que ganhou a licitação e representantes da Funcamp.

O advogado da Funcamp alegou que não há demissão em massa e que a Funcamp faz uma “rotatividade” de funcionários, citando demissões em anos anteriores. Disse ainda que o sindicato que representa a categoria Funcamp é o SEAAC e que este estaria de acordo com as demissões.

O STU defendeu que temos associados Funcamp e que o nosso Estatuto permite o acolhimento de denúncias, e que esta poderia inclusive ter sido feita por qualquer cidadão, mas que o Sindicato não se calaria diante dessa pauta. Com relação as demissões em massa citadas, o STU destacou que houve movimentos anteriores e que o SEAAC foi omisso.

Como resolução, cobramos um acordo: a manutenção dos empregos com os mesmos direitos e a remuneração ou a compensação financeira aos servidores/as que não optarem pela recontratação.

Entendendo que essa mediação deveria ser feita entre a Funcamp e o SEAAC, o MP definiu que o STU entrará como denunciante e acompanhará a negociação, que deverá acontecer depois que todos as denúncias forem apuradas ou comprovado o contrário pelo SEAAC e Funcamp. Também cobramos que sejam disponibilizados fretados, pois seria impossível manter os empregos sem a garantia desse transporte.

Consideramos uma vitória do movimento, embora ainda parcial. As denúncias do STU foram acatadas, as/os trabalhadoras/es foram ouvidas/os. O movimento estudantil deu força às reivindicações, os Conselheiros Universitários se manifestaram e representantes políticos também enviaram vídeos em repúdio às demissões.

Nenhuma família na rua e não à criação de subempregos na Unicamp!!!

porStéphane Powaczuk

Ato com Paralisação acontece nesta quinta 11/08 no Teatro de Arena da Unicamp

Nesta quinta-feira (11), às 9h30, no Teatro de Arena da Unicamp, vamos realizar um Ato com Paralisação para a leitura pública da “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, elaborada pela Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo).
O Ato é uma atividade de Paralisação, indicado pela diretoria do STU, e foi aprovado na Assembleia Geral de hoje (10).

porStéphane Powaczuk

Dúvida sobre a URV? Reunião ampliada vai acontecer dia 16/08 na sede do STU

Se você é trabalhador/a da ativa ou está aposentado/a e tem dúvidas sobre o processo da URV precisa comparecer à reunião que vai acontecer na terça-feira, 16/08, às 9h30min na sede do STU.

A ação é de 2011, mas as diferenças com o advento do Plano Real ocorridas em março/1999 ainda precisam ser ajustadas. A reunião é ampliada e foi convocada pela Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU. A nossa assessoria jurídica vai estar presente, e se você tem dúvidas, precisa estar também.

porStéphane Powaczuk

Novo local da Assembleia do STU

Atenção para a mudança de local da Assembleia do STU

Nesta quarta-feira, 10/08, vai acontecer a Assembleia Geral, às 12h, no Pavilhão Básico.

A sua presença é muito importante! Participe dos debates da sua categoria!

porStéphane Powaczuk

Participe do ato em defesa à democracia no Teatro de Arena da Unicamp

Na próxima quinta-feira, 11/08, às 9h30 no Teatro de Arena da Unicamp vamos juntos/as nos manifestar em defesa do direito ao voto nas urnas eletrônicas e lutar contra os ataques ao processo eleitoral e toda forma de repressão à democracia no Teatro de Arena da Unicamp. Neste dia será lido a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!

Há 33 anos as urnas eletrônicas são utilizadas para as eleições no Brasil e são comprovadamente seguras. O STU está apoiando essa carta porque realmente acredita que a democracia é inegociável e decisiva para o futuro do nosso país. A carta online já passou de 800 mil adesões.

Este evento conta com a participação da Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp), Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), Associação Central de Pós-Graduação da Unicamp (APG), e Reitoria.

A sua participação é muito importante, nos vemos quinta-feira, às 9h30, no Teatro de Arena da Unicamp!

porStéphane Powaczuk

Calendário de atividades de luta do STU inclui proposta de PARALISAÇÃO

Você já sabe que estamos há oito meses sem resposta para a negociação com o Fórum das Seis, e sem o nosso reajuste salarial.

Por isso o Fórum das 6 se reuniu e orientou a realização de assembleias propondo um ato unificado. A diretoria do STU vai levar para a assembleia a proposta do ato unificado com paralisação neste dia.

Além da nossa pauta unificada, o STU apoia a Carta em defesa do Estado democrático e vai estar junto com a Adunicamp e APG na leitura pública no Teatro de Arena. Faremos também a proposta de paralisação, para que todes participem desse ato.

Confira o calendário que elaboramos e vamos à luta pelo dissídio, por respeito à trabalhadora e ao trabalhador, contra os ataques ao estado democrático e às urnas eletrônicas.

Atenção para o calendário de atividades de luta:

•             10/08: às 12h, tem Assembleia Geral, na Praça da Paz (caso chova a Assembleia será na sede do STU). Serão propostas as atividades de paralisação a seguir;

•             11/08: PARALISAÇÃO! Venha manifestar conosco no Teatro de Arena, às 11h30 | Leitura da Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito.

•             30/08: PARALISAÇÃO! Ato Unificado em frente a Reitoria da Unicamp.

Vamos nos unir e mostrar a nossa força ao CRUESP que até agora não deu retorno sobre a nossa pauta unificada de reivindicações de 2022. O conselho de reitores se propôs a responder em três semanas a nossa pauta, mas já se passaram mais de três meses sem reunião.

Vamos recuperar nossas perdas salariais desde maio de 2022, e para que isso aconteça queremos um reajuste de 21%.

Tom Zé, sabemos que você está sentado no dinheiro! Já passou da hora de levantar e valorizar a nossa categoria!

Trabalhador/a, participe das atividades e compareça a assembleia!

Um sindicato forte se faz com a voz da categoria!

Caso chova a Assembleia será na sede do STU.
porStéphane Powaczuk

STU está no IV Encontro LGBTQIA+ da FASUBRA

Nossos representantes já chegaram em Brasília e estão participando do IV Encontro LGBTQIA+ da Fasubra em Brasília.

Coord. LGBTQIA+ do STU, Elisiene Lobo, Gabriela Barros, Rafael Jorge, e representantes da Fasubra, Toninho Alves e João Paulo.

O encontro traz palestrantes para abordar a luta contra a LGBTfobia, um dever de todo cidadão, pela garantia dos direitos e respeito a todes, todas e todos.

Pela manhã, a primeira vereadora lésbica de Florianópolis, Carla Ayres, destacou os direitos de cidadania e o nosso papel nas políticas públicas. “É preciso debater e combater LGBTfofia, racismo, xenofobia e outras formas de violência, em defesa dos direitos humanos, da liberdade e da democracia, ocupando os lugares de representação”.

Segundo Andrey Lemos, também palestrante e integrante da UNA LGBT (União Nacional LGBT), é necessário somar forças, unir lutas e fazer o debate interseccional, para não sermos engolidos pelo atual cenário. Ele também apresentou o contexto histórico da luta pela visibilidade LGBT. “Os direitos constitucionais que não estão garantidos a esses grupos minoritários os torna vulneráveis. É preciso buscar a equidade para caminhar rumo à igualdade. No campo da Saúde, onde os debates abordavam os LGBTs como doentes, foi também o berço dos primeiros debates e lutas pelos direitos”.

Você sabe o que significa a sigla LGBTQIA+?

A sigla, que já foi alterada e vem crescendo com o debate de gênero e sexualidade, desperta muitas dúvidas. Confira o significado de cada letra dessa sigla:

L, lésbicas: pioneiras nos movimentos e lutas de gênero, são representadas pela primeira letra da sigla. São as mulheres que se relacionam com outras mulheres;

G: gays, a letra mais conhecida, são os homens que se relacionam com homens

B: bissexuais, homens e mulheres que se relacionam tanto com o mesmo gênero biológico tanto com o gênero diferente,

T: transexuais, são as pessoas que não se identificam com o gênero biológico definido no nascimento.

Q: queer, palavra inglesa que era usada como xingamento e foi resignificada pelo movimento. Indivíduo que não se define nem se reconhece necessariamente em uma letra, é “fora do padrão” e tá tudo bem!

I: interssex, pessoas que nascem com características biológicas não definidas nos padrões binários. Eram chamadas/os, hermafroditas, termo errado e ofensivo.

A: assexuais, pessoas que, independente do gênero biológico, não sentem atração sexual nem a necessidade social de se relacionar sexualmente.

O objetivo desse encontro é também identificar estratégias de interação entre trabalhadores e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

Não basta não ser homofóbico, é necessário lutar contra a homofobia e todas as formas de violência!

Coordenação LGBTQIA+ do STU: Elisiene Lobo, Gabriela Barros e Rafael Jorge.
porStéphane Powaczuk

STU vai participar do IV Encontro LGBTQIA+ nesta semana

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação LGBTI, realiza na sexta-feira (5/7) e no sábado (6/7), em Brasília/DF, o IV Encontro LGBTQIA+ com a temática central “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”. O objetivo é identificar estratégias de interação entre as trabalhadoras e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

O encontro também busca fomentar políticas de convivência na comunidade universitária, aumentar o interesse das entidades de base em discutir o tema com a categoria e coletar informações sobre as políticas de diversidade e inclusão no movimento sindical e nas universidades, possibilitando a identificação de diversas estratégias para o convívio entre a pluralidade de gênero no meio acadêmico, entre outros aspectos.

Durante dois dias, as técnica-administrativas e os técnico-administrativos em educação vão debater diversas temas de interesse das pessoas LGBTIA+, entre eles:

– Combate à violência e promoção dos direitos de cidadania LGBTQIA+ nas políticas públicas;

– Sobrevivência LGBTQIA+ no Brasil de hoje;

– Sindicalismo e as lutas pela visibilidade e igualdade de direitos das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho;

– As leis de proteção da comunidade LGBTQIA+ no Congresso;

– Estratégias para a defesa e proteção dos direitos da pessoa LGBTQIA+ no ambiente sindical;

– Democracia e garantias de direito na legislação brasileira e o papel dos movimentos sociais nas lutas contra a discriminação e violência à pessoa LGBTQIA+.

O encontro ainda contará com apresentação de peça teatral e dinâmica de grupo.

Representando o STU vão as Coordenadoras de LGBTQIA+, Elisiene Lobo e Gabriela Barros e o Coordenador Rafael Jorge.

Confira a programação do evento: