porStéphane Powaczuk

STU realiza live sexta, 21, para debater surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp

Descaso ou negacionismo: Reitoria da Unicamp ignora necessidade de isolamento social diante da variante Ômicron.

Nesta sexta-feira, 21 de janeiro, o STU vai realizar uma live, às 12h30min com a Enfermeira Margarida Barbosa, também diretora do STU, e com a técnico-administrativa em educação, Giovanna Romaro, também eleita representante na CIPA da Unicamp para debater sobre o surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp e a importância do isolamento social diante da variante Ômicron.
Anote na sua agenda e participe online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela vida dos trabalhadores e trabalhadoras.

O que? Live do STU sobre o surto descontrolado de COVID-19 na Unicamp

Quando? Dia 21/01/22

Onde? Pelo Facebook do STU: facebook.com/stu.unicamp

Que horas? Às 12h30min

porStéphane Powaczuk

Romaria dos Aposentados 2022 é cancelada

Devido ao avanço da pandemia de Covid-19 e as medidas de enfrentamento do governo de São Paulo, que recomenda que eventos, shows e atividades esportivas sigam medidas rígidas de controle sanitário, a tradicional Romaria dos Aposentados, que seria realizada em Aparecida (SP), no próximo dia 30 de janeiro, foi cancelada.

O governo ainda recomenda às prefeituras do estado que reduzam em 30% a capacidade de público em atividades que possam causar aglomeração. A orientação deve ser seguida conforme a realidade pandêmica de cada município.

O presidente da Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (COBAP), Warley Martins e a comissão organizadora do evento que integra as federações de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, estabeleceram o cancelamento da Romaria dos Aposentados e as reuniões do CODIR e do Conselho Jurídico da COBAP em São Paulo, para cumprir com as medidas restritivas do governo de São Paulo e resguardar a vida dos aposentados(as) que iriam participar presencialmente.

“A coordenação de aposentados(as) do STU estava com uma grande expectativa em participar da Romaria dos Aposentados(as), lamentamos o cancelamento e entendemos que neste momento é o mais correto a se fazer devido ao aumento de casos de COVID-19”, afirma a coordenação de aposentados(as) do STU.

Confira aqui a notícia que saiu dia 14 de janeiro sobre a Romaria dos Aposentados(as).

porStéphane Powaczuk

Coordenação de aposentados(as) do STU realiza doação de cestas básicas

A coordenação dos aposentados(as) e assuntos de aposentadoria do STU entendendo as dificuldades de alguns aposentados(as), realizou uma força tarefa no final do ano passado e trabalhou pela arrecadação de cestas básicas para serem doadas a alguns aposentados e aposentadas. É o terceiro ano consecutivo que a pasta realiza esta ação solidária.

Segundo a coordenação, foram arrecadadas seis cestas básicas que foram distribuídas uma para cada aposentado(a). Com exceção apenas de um trabalhador que mora na cidade de Andradas que recebeu duas cestas devido ao seu caso específico com relação a extrema necessidade.

“Todas as pessoas que receberam as doações das cestas básicas da coordenação de aposentados e assuntos de aposentadoria do STU realmente precisavam e ficaram muito felizes”, informou a coordenação de aposentados e assuntos de aposentadoria do STU.

porStéphane Powaczuk

Romaria Nacional dos Aposentados será realizada em 30 de janeiro

O evento mais esperado do ano pelos aposentados e aposentadas voltará a ser realizado e já tem data marcada. A realização da Romaria Nacional dos aposentados vai acontecer no domingo, dia 30 de janeiro, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, às 8 horas da manhã com a Santa Missa dedicada ao Dia Nacional dos Aposentados e vai ter a participação de uma excursão organizada pela coordenação de aposentados e assuntos de aposentadoria do STU.

De acordo com a coordenação da pasta de aposentados do STU, a delegação do STU fechou uma van e vai sair no dia 29 de janeiro, às 23h45min, do Largo do para Francisco Glicerio, com retorno previsto para o dia 30, às 19h.

Em março de 2020 as atividades foram suspensas, devido à pandemia do COVID-19,  em abril de 2021 a Basílica teve sua retomada gradual e continuará funcionando com o número reduzido de pessoas. O local comporta 35 mil pessoas, mas agora a Basílica determina a presença de 2,6 mil fiéis por vez.

A missa será transmitida ao vivo pela Tv Cultura, Tv Aparecida, Rádio Aparecida e Rádio FAPESP e para quem não conseguiu ir, pode assistir clicando neste link aqui.

Depois da Missa, no Auditório Padre Noé Sotillo, subsolo da Basílica, acontecerá o tradicional ato nacional para discussão de pautas e bandeiras de luta do movimento dos aposentados. Juntos somos fortes!

Também foi recomendado que durante a permanência dos romeiros no local, é obrigatória a utilização de máscara de proteção durante todo o período cobrindo o nariz e a boca. No auditório haverá controle de acesso dos participantes para aferição de temperatura e para que todos possam se acomodar sem causar aglomeração. Também haverá no ambiente a disposição de álcool em gel para higienização das mãos e objetos.

Atualização em 17 de Janeiro de 2022:
A Romaria dos Aposentados(as) foi cancelada, confira aqui a notícia completa.

porStéphane Powaczuk

STU reivindica retomada do trabalho remoto

Com surto descontrolado, nova onda atinge 100% da ocupação da UTI e HC e CECOM não dão conta de realizar todos atendimentos de Covid-19.

A diretoria do STU, na tarde de 12 de janeiro, debateu o aumento de casos de COVID-19 e a preocupação com a disseminação da variante Ômicron.

Devido ao grande número de funcionários(as) do Hospital de Clínicas afastados, e muitos trabalhadores estarem positivando com relação ao vírus, a Coordenação Geral do Sindicato decidiu enviar um oficio à reitoria da Unicamp para solicitar o retorno ao trabalho remoto para preservar a vida dos trabalhadores.

Neste ofício também foi solicitada uma reunião com a reitoria. É importante ressaltar que continuemos com os cuidados necessários usando máscaras e álcool em gel e evitando espaços com aglomerações.

Fique de olho em nossos canais de comunicação para saber de todas as ações do Sindicato.

Confira aqui o ofício enviado à reitoria.

porStéphane Powaczuk

DESCASO E DESRESPEITO… ATÉ QUANDO?

O que poderia significar um avanço importante nas negociações, após um ano em que quase nada foi discutido entre as partes, revelou-se frustrante.

 A frase acima é um brevíssimo resumo do que foi a reunião entre as equipes técnicas do Conselho de Reitores (Cruesp) e do Fórum das Seis (F6), em 12/1/2022.

Embora acordado entre F6 e Cruesp na reunião de 22/12/2021, e reforçado pelo Fórum por meio de ofício (nº 1, de 5/1/2022), a comissão técnica do Cruesp compareceu à reunião de 12/1 sem nenhum estudo sobre a reivindicação de 20% de recuperação de parte das nossas perdas a partir de janeiro 2022 e em relação à proposta de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

As mudanças nas três reitorias – após a chegada dos reitores Pasqual Barretti e Tom Zé, respectivamente na Unesp e na Unicamp, é a vez da USP trocar seu dirigente, com a posse do eleito Carlos Gilberto Carlotti Junior em 25/1 – ainda não se traduziram em novos ares para as negociações, marcadas pela intransigência e pelo desrespeito nos últimos anos. Para que isso aconteça, como já sinalizado pelo F6 em seus boletins, será preciso uma forte mobilização das categorias. É preciso que fique claro que, se o Cruesp continuar com esta postura, sem negociações urgentes e efetivas, capazes de mitigar a insuportável corrosão salarial causada pela inflação galopante, a nós, servidores/as docentes e técnico-administrativos/as da Unesp, Unicamp e USP, só restará decidir pelo não início do próximo semestre.

            Feito esse resumo, vamos agora aos detalhes da reunião técnica. Os dados são relevantes para a compreensão do cenário.

Ausência de simulações frustrou debate amplo

Falando em nome da equipe técnica do Cruesp, o professor Luiz Gustavo Nussio, da USP, informou que estavam presentes representantes dos setores de finanças e de recursos humanos das três universidades, e que a demanda passada a eles pelos reitores foi a de discutir com o Fórum “critérios objetivos para reajuste salarial”. Nussio indagou aos membros do Fórum se era essa a expectativa dos sindicatos em relação à reunião.

Em nome das entidades sindicais, o coordenador do Fórum das Seis e membro da diretoria da Adunicamp, Paulo César Centoducatte, respondeu que não. O combinado com os reitores, na realidade, era que os técnicos trouxessem à reunião uma simulação de um reajuste de 20% em janeiro, conforme solicitado pelo Fórum das Seis ao atualizar a Pauta de Reivindicações de 2021 (veja detalhes abaixo, no intertítuloCom folga na arrecadação, inflação e arrocho nas alturas, por que esperar?), e das propostas de valorização dos níveis iniciais de ambas as carreiras.

O coordenador do Fórum também enfatizou que a expectativa das categorias, neste momento, é debater a data-base de 2021, com a reivindicação dos 20%. “A pauta de 2022 ainda não foi construída pelas assembleias de base e somente depois disso é que teremos definidas as reivindicações deste ano”, pontuou.

Os técnicos limitaram-se a relatar o que havia sido aprovado em cada universidade para o orçamento de 2022, tendo como ponto comum a previsão de valores básicos para subsidiar as negociações salariais entre Fórum das Seis e Cruesp neste ano, contratações, permanência estudantil e outros.

Arrecadação do ICMS e impacto das reivindicações

Deixando claro que não tem acesso a todos os dados das folhas de pagamento das universidades, a coordenação do Fórum apresentou uma simulação básica dos impactos da concessão de 20% ainda em janeiro. Para isso, considerou a previsão de arrecadação do ICMS-Quota-Parte do Estado para 2022, de R$ 142,87 bilhões, valor utilizado pelas universidades para a confecção dos orçamentos deste ano.

Ressalte-se que esta é uma perspectiva rebaixada da arrecadação, pois o governo do estado aplicou a correção de 7,26% (conforme consta na Lei Orçamentária Anual, LOA 2022) sobre uma previsão de arrecadação total em 2021 de R$ 132,4 bi, e não sobre os valores efetivamente realizados no ano passado (R$ 138,3 bi). O Fórum também apresentou uma simulação considerando o crescimento do ICMS previsto pelo governo do estado (de 7,26%) aplicado à arrecadação efetiva de 2021. Com esta previsão, teremos uma arrecadação de R$ 148,34 bi em 2022.

Ambas as simulações apontam para patamares de comprometimento que mostram a total viabilidade de uma correção salarial de 20% a partir de janeiro. Cabe ainda ressaltar que, com a escalada inflacionária que estamos vivendo, a arrecadação do ICMS-QPE deverá, com certeza, superar os R$ 148,34 bi.

Veja a simulação, feita pelo F6, de qual seria o comprometimento de cada universidade com folha de pagamento, caso seja aplicado o reajuste de 20% em janeiro/2022:

1) Arrecadação do ICMS-QPE de R$ 142,873 (usado nos orçamentos das universidades)

Unesp: 75,94 %

Unicamp: 80,7%

USP: 77,56%

2) R$ 148,34 (usando a arrecadação de 2021 e o crescimento previsto na LOA 2022)

Unesp: 73,16%

Unicamp: 77,95%

USP: 74,70%

Segundo dados da Planilha Cruesp de dezembro/2021, o comprometimento dos recursos do ICMS-QPE repassados às universidades com salários foi o menor desde o advento da autonomia, em 1989. Veja:

Unesp: 65,18%

Unicamp: 69,25%

USP: 66,57%

Os técnicos do Cruesp não rejeitaram a simulação feita pelo Fórum, mas apontaram para a necessidade de inserir o impacto das contratações previstas em cada universidade para este ano. Como se trata de ano eleitoral, é bastante provável que ocorra apenas parte das contratações previstas. O assessor técnico da Unesp, Rogério Buccelli, arriscou uma previsão de que um terço das contratações definidas para 2022 se concretize; com isso, ele estima um comprometimento em torno de 83% da arrecadação da Unesp com folha de pagamento, caso os 20% sejam aplicados. Detalhe: para essa previsão, Buccelli considera a previsão de arrecadação de R$ 142,873 bi e a aplicação do reajuste não em janeiro, mas em maio/2022 (!).

Com folga na arrecadação, inflação e arrocho nas alturas, por que esperar?

            A inflação segue em disparada nos últimos meses. O INPC, medido pelo IBGE de janeiro a dezembro de 2021, ficou em 10,16%.

Quando a Pauta Unificada 2021 foi protocolada, em 6/4/2021, o índice necessário para recompor os salários aos níveis de maio/2012 era de 29,81%. A inflação de maio a dezembro de 2021 foi de 7,63%. Desta forma, em dezembro/2021 esse índice chegou a 39,72%.

            Após o protocolo, foram realizadas somente duas reuniões entre as partes, nas quais a LC 173/2020 foi utilizada pelas reitorias para justificar a impossibilidade de mexer nos salários até dezembro/2021. Sequer o compromisso do Cruesp, de realizar reuniões do grupo de trabalho (GT), criado para discutir um plano de reposição das perdas, foi implementado.

Se nada for feito agora, supondo uma inflação em torno de 4% no primeiro quadrimestre de 2022, chegaremos a maio/2022 precisando de cerca de 45% de reajuste para recuperar o valor que os salários tinham em maio/2012.

Foi este cenário, somado à postura do Cruesp em não negociar a essência da nossa data-base (recuperação salarial, valorização dos níveis iniciais das carreiras e discussão do retorno seguro), que levou o Fórum a atualizar a Pauta de Reivindicações 2021, com os seguintes pontos:

  1. Reajuste, a partir de janeiro 2022, de 20% para recuperação parcial da perda acumulada desde maio/2012;
  2. Negociação de um plano de reposição para zerar as perdas restantes, relativas ao período de maio/2012 a abril/2022, com a perspectiva de concluir a discussão deste plano ainda na data-base de 2022; e da valorização dos níveis iniciais das carreiras, com base nas propostas do Fórum das Seis.

O que ficou acordado: Simulações e nova reunião com o Cruesp

Após insistência dos representantes do Fórum das Seis na reunião de 12/1/2022, a equipe técnica do Cruesp comprometeu-se a:

– Realizar, com celeridade, a simulação do impacto do reajuste de 20% em janeiro/2022 em cada universidade, apresentando-a ao Cruesp e ao Fórum das Seis;

– Encaminhar as folhas salariais atualizadas e desmembradas ao Fórum das Seis, para viabilizar outras simulações que as entidades sindicais desejem fazer;

– Indicar ao novo reitor da USP e futuro presidente do Cruesp a necessidade de reunião com o Fórum das Seis ainda em janeiro/2022; e que os assessores técnicos das reitorias estejam presentes.

Tempos congelados e situação pandêmica

O Fórum das Seis enviou novo ofício ao Cruesp (em 13/1/2022), lembrando que, além da discussão salarial, é preciso que a próxima reunião entre as partes trate de:

A posição das instituições sobre os tempos aquisitivos dos servidores no período de vigência da LC 173/2020 e que impactam direitos relativos a quinquênios, sexta-parte, licença-prêmio, progressões e outros.

O debate democrático sobre o retorno às atividades presenciais nas instituições, especialmente no momento em que o número de contaminações cresce exponencialmente por conta da variante Ômicron.

Chega de arrocho! Sem negociações efetivas, não devemos iniciar o semestre

            Na avaliação realizada logo após a reunião com os técnicos do Cruesp, os/as representantes das entidades do Fórum das Seis foram unânimes em apontar a necessidade de mobilização e luta para pressionar os reitores a cessarem com a postura de desrespeito às categorias e a negociarem concretamente.

            Conforme já sinalizado nas assembleias de base realizadas em novembro, as categorias devem se preparar para a mobilização – presencial e/ou virtual, de acordo com o cenário pandêmico –, tendo como perspectiva não iniciarmos o semestre letivo sem uma efetiva negociação entre as partes.
Confira aqui o pdf do Boletim do Fórum das 6.

Confira aqui o ofício do Fórum das 6 para o CRUESP.

porStéphane Powaczuk

24 de janeiro é dia dos aposentados e aposentadas. O que temos para comemorar?

Já são cinco anos sem reajuste salarial para trabalhadores(as) do serviço público. Entre eles estão aposentados(as) que, em sua grande maioria, são arrimo das famílias. Situação que foi agravada com a pandemia de Covid-19 e deixou um rastro de destruição com perdas de entes queridos, desemprego de filhos e netos. Com isso foram agravadas também as violências contra as pessoas idosas, sendo a econômica a mais grave, seguida das seguintes: física, psicológica, social, patrimonial, racial, homofóbica, religiosa, de gênero, além do abandono. Idosos(as) ainda servem de chacota para piadistas, que ganham a vida menosprezando sentimentos dessa camada da população. É o idadismo, mal presente na sociedade, que pensa ser a juventude eterna, e as pessoas 60+ descartáveis.

Com o isolamento social, a falta de intimidade com as mídias sociais por grande parte das pessoas idosas ficou evidente, dificultando a interação com familiares, amigos, grupos sindicais, religiosos, sociais, de viagem, enfim, limitou o compartilhamento de apoios e interação tão necessários para o bem viver.

As últimas reformas da previdência tiraram direitos e aumentaram o tempo de contribuição para homens e mulheres. Para os servidores(as) públicos(as) não foi diferente. A aposentadoria passou a ser vista como castigo para quem tem direito de se aposentar. Todo dia o governo inventa um jeito de prejudicar quem contribuiu com a construção do país. Todo dia o Ministério da Economia tenta manobras para levar as aposentadorias ao nível da miséria, querendo copiar o modelo implantado por Paulo Guedes no Chile, onde a maioria dos aposentados não podem sequer comprar seus remédios. É o sonho da privatização da Previdência.

Diante de todo esse malabarismo do mal, o presidente da República assinou em 5 de fevereiro de 2021, o Decreto 10.620, que transfere aposentados(as) e pensionistas das autarquias e fundações para a vala comum do INSS, onde já tem mais de 30 milhões de beneficiários do RGPS e mais 660 mil do RPPS. Um órgão que já tem mais de 1.875.000 demandas represadas, com pessoas esperando auxílio-saúde há mais de um ano, correção de benefício há mais cinco anos, aposentadoria há mais de quatro anos, sem falar em outros benefícios, como um simples auxílio natalidade. E lá vamos nós, resolver nossas demandas no INSS, onde não sabemos nem por onde começar. Nunca tivemos essa experiência porque todos os nossos problemas foram resolvidos nas universidades, conversando com nossos companheiros(as).

Para dar cumprimento ao decreto a Presidência do INSS publicou em 13 de outubro/2021 a Portaria 1.365 com o cronograma que as universidades deverão seguir para a transferência de aposentados(as) e pensionistas para aquele órgão, com um prazo de até julho/2022. Dessa forma, se nada for feito, lá estaremos ainda esse ano.

A FASUBRA Sindical ingressou como Amicus Curae na ADIN 6767, impetrada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), para que seja suspenso o Decreto 10.620. Essa ADIN está com a ministra Rosa Weber aguardando julgamento. Outra forma de derrubar o famigerado decreto é ter aprovado no Parlamento um decreto parlamentar nesse sentido. O deputado Jorge Solla PT/BA e mais 30 parlamentares do partido já entraram com esse decreto parlamentar que está aguardando ser colocado em pauta.

Não podemos ficar esperando decisões judiciais e parlamentar que podem demorar anos para sair. É preciso um trabalho efetivo dos nossos SINDICATOS junto às reitorias e conselhos universitários. É preciso fazer a política sindical nas universidades, chamar aposentados(as), pensionistas, aposentandos e futuros aposentados para a luta. É preciso dar ciência dos problemas que teremos se formos para o INSS. É preciso união! É preciso LUTA!

A FASUBRA, por meio de sua Assessoria Jurídica orientou os sindicatos a entrarem na justiça em seus estados, com uma Ação Civil Pública – ACP com o objetivo de conseguir liminar para barrar a transferência. Cabe aos sindicatos analisarem essa possibilidade.

Dia 24 é dia de Luta Nacional contra o Decreto 10.620. Participe!

Texto e foto: FASUBRA Sindical

porStéphane Powaczuk

FONASEFE discute construção de Greve Geral Unificada para início de 2022

O ano de 2022 começou com a categoria de servidores públicos federais mobilizados. O Fórum das Entidades Nacional dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE) vai promover uma reunião na sexta-feira, 14, para construir um calendário de mobilização contra os ataques promovidos pelo desgoverno de Jair Bolsonaro.

As entidades que compõe o Fórum, como a Fasubra Sindical, estarão presentes para debater o calendário do movimento, o reajuste salarial e o enfrentamento ao desmonte do Estado.

Segundo o Coordenador Geral da Fasubra, Toninho Alves, a indicação é que os técnico-administrativos e administrativas façam rodadas de assembleias neste mês, conforme deliberado na última Plenária Nacional que foi realizada em dezembro. “A FASUBRA realizou sua plenária em dezembro e debateu, entre outras questões, a campanha por reajuste salarial. Orientamos as entidades de base a discutir outras questões também, como o Decreto 10.620 e o movimento unificado com o Fonasefe. A nossa preocupação é buscar a unidade do serviço público. Foi assim que derrotamos a PEC 32. Então é fundamental que realizemos rodadas de assembleias em janeiro. A questão da recomposição salarial e outros elementos unificam os servidores. Precisamos de uma campanha que possa dialogar com todos os servidores públicos do país”, enfatizou Toninho Alves.

A verdade é que os servidores públicos não abrirão a guarda enquanto o país estiver sendo governado por Jair Bolsonaro. A categoria está indignada com a intenção do governo em promover o desmonte dos serviços públicos, por meio da Reforma Administrativa (PEC-32), e com o congelamento dos salários da classe trabalhadora do serviço público.

O conjunto de servidores públicos está suportando o congelamento salarial há pelo menos cinco anos. De acordo com o Dieese, devido à inflação do período, as perdas já ultrapassam 40%. Enquanto isso, o governo anunciou reajuste para a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento Penitenciário Nacional (Depen). 

Servidores do Banco Central anunciaram a adesão ao movimento de entrega de cargos e paralisação nacional no dia 18/1. Outras categorias do Fonacate (Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado) também vão paralisar as atividades em todo o país neste dia.

O processo de luta vai continuar, parecido ao ocorrido contra a PEC 32 (Reforma Administrativa), que foi tão intensa a ponto de não ser colocada em votação no plenário da Câmara dos Deputados. Foram três meses de mobilizações com atos unificados. Sendo assim as entidades apostam na Greve Geral Unificada. Uma Plenária Nacional dos Servidores Públicos será realizada no final deste mês.

porStéphane Powaczuk

Nesta semana tem reunião técnica entre Fórum das Seis e CRUESP

A última reunião de 2021 entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), frustrou as expectativas das categorias das três universidades. Isso porque os reitores não apresentaram nenhuma preposta objetiva para a reposição salarial.

Segundo o Coordenador Geral do STU, José Luis Pio Romera, a arrecadação do ICMS do ano de 2021 teve um crescimento nominal de 26,20%, comparado com o ano de 2020. O valor da cota parte do estado atingiu R$ 138,3 bilhões em 2021 e R$ 109,6 bilhões em 2020.

“A previsão inicial da Secretaria da Fazenda do Estado era arrecadar R$ 118 bilhões e foi superada em R$ 20,3 bilhões, ou seja, a arrecadação de 2021 foi R$ 17,25% maior que a previsão inicial”, diz Pio.

Outro fator levado em consideração neste momento de negociações é que o gasto acumulado com folha é o menor da história, 66,84% na média das três Universidades (65,18% Unesp, 69,25% Unicamp e 66,57% USP).

Nesta quarta-feira (12), vai acontecer uma reunião técnica do Fórum das Seis com o CRUESP. E de acordo com Pio Romera, “levaremos nossa reivindicação de 20% de reajuste a partir de janeiro a ser ratificado numa reunião com os Reitores (CRUESP), que esperamos que aconteça ainda no final deste mês”.

Print da Reunião entre Fórum das Seis e o Cruesp.

porStéphane Powaczuk

Cruesp mostra insensibilidade frente à corrosão inflacionária, frustra categorias e limita-se a agendar reunião técnica para janeiro

Sem luta, não haverá reajuste. É hora de mobilização!

A reunião entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), em 22/12, já no apagar das luzes de 2021, foi um balde de água fria nas expectativas das categorias das três universidades. Embora tivessem em mãos a pauta atualizada – que reivindica 20% de reajuste em janeiro/2022 para mitigar os efeitos da disparada inflacionária após quase três anos sem qualquer correção – os reitores não apresentaram nenhuma proposta objetiva. Limitaram-se a agendar, após insistência das entidades sindicais, uma reunião entre as respectivas equipes técnicas para 12/1/2022 e novo encontro entre Fórum e Cruesp, mas sem dia definido.

Logo no início da reunião, o atual presidente do Cruesp e reitor da USP, Vahan Agopyan, disse que os reitores estavam “conscientes” de que a ausência de reajustes nos últimos anos traz uma situação delicada para as categorias, que se soma ao desgaste causado pelo excesso de trabalho, falta de contratações e outros. No entanto, enumerou uma série de argumentos para tentar justificar a ausência de propostas concretas, entre elas a necessidade de aguardar a posse do novo reitor da Universidade, Carlos Gilberto Carlotti Junior, prevista para 25/1. Também apresentou uma explicação exótica para a ausência de reuniões do GT Salarial montado entre as partes em junho/2021 e que teve uma única reunião realizada em 6/7/2021: as entidades sindicais teriam insistido em apresentar reivindicações, o que dificultou a apresentação de estudos por parte dos técnicos do Cruesp (!).

 A coordenação do Fórum rebateu essa afirmação, lembrando que os/as representantes das reitorias compareceram à reunião do GT Salarial sem nenhum conhecimento das reivindicações e que, após ouvi-las, se comprometeram a apresentar simulações para o que estava em pauta: um plano de reposição de perdas e outro para a valorização dos níveis iniciais das carreiras. Apesar das seguidas cobranças do Fórum, as simulações nunca apareceram, nem mesmo para subsidiar propostas que fossem concretizadas a partir de janeiro/2022, já que o Cruesp usou a LC 173 para “justificar” a impossibilidade de conceder reajustes ainda em 2021.

“Deixo aqui registrada, em nome de toda a comunidade por nós representada, a indignação em relação ao tratamento, até aqui, dispensado à nossa data-base”, resumiu Paulo Cesar Centoducatte, coordenador do Fórum.

Perdas volumosas

Nas várias falas dos/as representantes do Fórum, foi retratada a situação difícil dos/das servidores docentes e técnico-administrativos/as diante da drástica queda de poder aquisitivo nos últimos anos. Se nada for feito agora, chegaremos a maio/2022 precisando perto de 50% de reajuste para recuperar o valor que os salários tinham em maio/2012.

Foi este cenário, somado à postura do Cruesp em não negociar a essência da nossa data-base (recuperação salarial, valorização dos níveis iniciais das carreiras e discussão do retorno seguro), que levou o Fórum a atualizar a Pauta de Reivindicações 2021, com os seguintes pontos:

1) Reajuste, a partir de janeiro 2022, de 20% para recuperação parcial da perda acumulada desde maio/2012

2) Discussão e elaboração, até no máximo em fevereiro de 2022, de um plano que recupere o resto de nossas perdas em relação a maio/2012 e da valorização dos níveis iniciais das carreiras

3) Discussão com as entidades do retorno às atividades presenciais

4) Conhecimento da posição das instituições sobre os tempos aquisitivos dos servidores no período de vigência da LC 173/2020 e que impactam direitos relativos a quinquênios, sexta-parte, licença-prêmio, progressões e outros.

Os/as representantes sindicais frisaram que poderíamos ter avançado em 2021 e chegado à presente reunião pelo menos com um esboço de planejamento para sinalizar a recuperação do que perdemos nestes anos. E que o conforto financeiro atual das universidades tem componente predominante oriundo do arrocho salarial. O comprometimento com folha de pagamento já está próximo de 65%, o menor desde o advento da autonomia universitária, em 1989.

O que impediria a concessão de reajuste em janeiro? Estaria o governador pressionando nossos reitores para não apresentarem proposta alguma antes de maio/2022? Se há recursos e reconhecimento das perdas, por que não em janeiro?

As falas dos reitores não foram capazes de responder a estas questões.

O que ficou acertado

            Após quase duas horas de discussões, os reitores concordaram em dar continuidade às reuniões ainda em janeiro. Ficou agendado um encontro entre ambas as equipes técnicas para 12/1. Também foi sinalizada a realização de nova reunião entre Fórum das Seis e Cruesp, mas sem dia definido.

Logo após a reunião, o Fórum encaminhou ofício aos reitores, reforçando as seguintes solicitações:

– Que a equipe técnica do Cruesp compareça no dia 12/1 com os estudos e simulações sobre as reivindicações apresentadas;

– Que uma nova reunião entre Cruesp e Fórum ocorra antes de 25/1, e que o próximo reitor da USP seja convidado a estar presente.

Sem luta não tem reajuste. Hora de mobilizar!

Na avaliação realizada logo após a reunião com o Cruesp, os/as representantes das entidades do Fórum das Seis foram unânimes em apontar a necessidade de mobilização e luta para pressionar os reitores a negociarem concretamente.

Conforme já sinalizado nas assembleias de base realizadas em novembro, as categorias devem se preparar para uma manifestação presencial em janeiro, com os cuidados sanitários que se fizerem necessários, tendo como perspectiva a deflagração de uma greve em defesa dos nossos direitos.

Confira aqui a Planilha ICMS CRUESP dezembro 2021:

Baixe aqui o pdf do Boletim do Fórum das 6.

porStéphane Powaczuk

Servidores da Anvisa são ameaçados de morte após crítica de Bolsonaro à vacinação em crianças

Foto: Anvisa

A Anvisa, (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), relatou ameaças aos servidores após a aprovação de vacinas da Pfizer, contra COVID-19, para crianças de 5 a 11 anos.

Até quando servidores vão ser ameaçados por cumprirem sua função perante a sociedade? Essa é uma pergunta que todos e todas nós temos a resposta para dar ano que vem nas eleições.

Após o anúncio da liberação, realizado no último dia 16, o presidente Jair Bolsonaro (PL), criticou a decisão da Agência, e ainda cobrou publicamente que os responsáveis pela orientação tivessem os nomes expostos e publicados no Diário Oficial.

É crime o servidor exercer a sua função e tentar barrar através da vacinação a disseminação de um vírus que já matou mais de 618 mil pessoas no Brasil?

É revoltante, que a partir da fala do presidente, os funcionários da Anvisa tenham sido ameaçados de morte, por causa das vacinas para crianças. E isso tudo ainda pode piorar, se fizermos um resgate de como a PEC 32, da nova Reforma Administrativa está sendo imposta. Pois com a ameaça da perda de estabilidade, os servidores ficam vulneráveis as decisões do governo.

Por isso é importante a nossa unidade e organização contra a PEC 32, da Reforma Administrativa, que só vai trazer prejuízos para a categoria. Além da possibilidade da perda de estabilidade, a PEC 32 abre caminho para contratação de pessoas apadrinhadas por políticos sem compromisso com a qualidade do serviço prestado e a ética pública, os famosos cabides de empregos. A PEC 32 é a ampliação da terceirização, precisamos barrar esse retrocesso!

O STU lamenta essa postura que afronta os direitos e o caráter da Anvisa. Permaneceremos na luta e nos solidarizamos com os e as servidoras da Anvisa para que continuem trazendo esperança ao nosso país através da ciência.

#ForaBolsonaroeMourao
#NãoàPec32
#VacinasParaTodosTodaseTodes

porStéphane Powaczuk

Assembleia aprova regimento e escolhe Comissão Eleitoral

Na manhã do dia 21 de dezembro o STU realizou uma Assembleia Eleitoral e aprovou o regimento e a comissão eleitoral que vai organizar a próxima eleição do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp.

Foi anunciado uma única chapa com cinco membros para a comissão eleitoral. A votação indicou que 87% dos e das presentes aprovaram a chapa e 13% abstiveram-se. Os nomes indicados para compor a chapa foram: Rosangela Maria Galante Martinhago (CASA DO LAGO), Rosana Aranha Dutra Rosa (PROEC), Alexandre de Oliveira Paula (Prefeitura), Maria José Marta (aposentada) e Roberta de Moura Botelho (IEL).

A partir da aprovação da assembleia estão abertas as inscrições das chapas para disputa proporcional direta e qualificada (a chapa para garantir vaga na diretoria precisa de 10% votos) da eleição do STU.

As chapas de acordo com Estatuto e o Regimento deverão conter a indicação dos 27 (vinte e sete) candidatos a diretores e 03 (três) candidatos à Diretoria da ASSUC (Associação dos Funcionários da Unicamp), e ter no mínimo 30% de mulheres, devendo indicar, ainda, quem será seu representante perante a Comissão Eleitoral, de acordo com o artigo 2º do Regimento. As inscrições serão realizadas na Secretaria do Sindicato e será processada pela Comissão Eleitoral eleita. As fichas de inscrições estão disponíveis no site do STU e no final deste texto.

As chapas deverão registrar-se com um nome, constando os nomes completos, unidades, matrícula (dados obrigatórios), telefone e e-mail (não obrigatório) de seus componentes. O responsável pela chapa deverá informar, obrigatoriamente, telefone e e-mail. As inscrições serão preenchidas em ficha padrão, disponível a seguir.

Inscrições das Chapas

De acordo com o Estatuto, as inscrições devem findar 30 dias após publicação do Edital. A assembleia considerou a realização de um plantão físico com a secretaria, sob coordenação da Comissão Eleitoral na sede do STU, no dia 29/12 (prazo final da inscrição) – das 9h às 16h para recebimento das inscrições das chapas.

Para inscrever a chapa basta um representante. Em função do recesso, se algum associado pretender inscrever a chapa e tiver alguma dúvida ou necessitar inscrever antes do dia 29, deverá entrar em contato com a secretaria do STU (e-mail: [email protected]) para combinar um plantão especial.

Ressaltamos também que haverá um sorteio para agregar um número em cada chapa, sendo assim, informamos que a ordem de inscrição não é relevante.

A Eleição

Na área da saúde a eleição será realizada nos dias:

– 15/03 – das 15h às 21,

– 16/03 – das 7h às 20h,

– 17/03 – das 7h às 20h.

Nas demais unidades dos campi de Campinas, Paulínia, Limeira e Piracicaba, a eleição será nos dias 16 e 17 de março, das 8h30min, às 17h.

Confira o regimento eleitoral aqui:

Confira a ficha de inscrição:

Confira o requerimento de inscrição das chapas 2022:

porStéphane Powaczuk

Plenária da Fasubra aprova Confasubra presencial para maio 2022

A Fasubra realizou a última Plenária deste ano nos dias 16 e 17 de dezembro. Foram mais de 60 pontos deliberados. Dentre eles, a aprovação do Congresso da Fasubra presencialmente.

Veja os principais encaminhamentos da Plenária apresentada pelo Coordenador Geral da Fasubra e do STU, Antônio Alves Neto, o Toninho.

Também estiveram presentes, representando a bancada do STU, escolhidos em assembleia geral, no dia 09 de dezembro, as seguintes delegadas e delegados:Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra.

 A próxima Plenária Nacional está programada para março de 2022 e deve ser presencial.

Confira a seguir alguns prints da Plenária Virtual Nacional da Fasubra:

porStéphane Powaczuk

Servidores barram PEC 32, mobilização não pode parar

Graças às manifestações dos servidores e servidoras públicas federais e da Fasubra, a Reforma Administrativa está parada desde setembro na Câmara dos Deputados.

O texto precisa ainda ser votado no plenário das duas Casas do Congresso Nacional, em dois turnos. E o que tudo indica, se for ocorrer, agora só em 2022.

A campanha “Se votar não volta” tem ecoado pelos estados e municípios do Brasil com a intenção de chamar a atenção para Deputados e Deputadas que ainda estão em cima do muro com relação as maldades que essa PEC pode ocasionar à toda população.

Segundo a Coordenadora de Organização Sindical da Fasubra, Adriana Stella, “o governo Bolsonaro tem vivido também um forte momento de crise política, tanto pela brutal situação econômica que o país enfrenta, como sua política genocida na pandemia. Esses dois cenários contribuíram para que a PEC-32 não fosse votada neste ano de 2021 mas nada impede que seja votada em 2022”.

Em 2022 haverá uma reunião das Centrais Sindicais na primeira quinzena de janeiro para avaliar como vai ser a conjuntura em ano eleitoral, conforme informa o Coordenador Jurídico e de relações de trabalho da Fasubra, João: “Também já temos a data da primeira grande manifestação que nós vamos fazer contra a PEC 32, vai ser dia 26 de janeiro na abertura da marcha do Fórum Social Mundial”.

A luta continua, tivemos uma pequena vitória que foi a votação retirada da pauta por conta do governo não ter os 308 votos. Por isso é preciso a continuar a pressão popular para que os deputados e deputadas não votem contra a população.

Segundo o Coordenador Geral da Fasubra, Antonio Alves Neto, o Toninho, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, anuncia que vai continuar tentando aprovar a PEC 32 em 2022.

“É importante colocar que nós conseguimos impedir o processo de votação, mas o processo de mobilização continua. Para 2022 vamos buscar construir um calendário de mobilizações de todas as categorias do serviço público, a partir do Fórum Social Mundial em Porto Alegre, e posteriormente um calendário de mobilização em conjunto com as centrais sindicais, que aponte um processo de luta em Brasília”, completa Toninho.

Foto: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Advogados do STU vão a Brasília debater processo da mudança de regime com ministro do Supremo Tribunal Federal

O representante do STU, Dr. Ricardo Sobral, juntamente com os advogados contratados, Drs. Tárcio Vidotti e Paulo Schimidt, foram hoje (15) para Brasília em regime de urgência, para se encontrarem amanhã (16) pela manhã com o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Kássio Nunes Marques.

Segundo a assessora jurídica do sindicato, Dra. Lígia de Paula, foi deferido esse pedido de despacho em Brasília, e por isso eles foram presencialmente para debaterem sobre o recurso Extraordinário nº 933.207/SP referente ao processo da mudança de regime que se encontra no Supremo Tribunal Federal.

“Esse pedido foi novamente realizado após a ciência dos documentos do TCE-SP em que não se homologou as aposentadorias do ano de 2015 e ainda solicitaram providências de todas as posteriores”, disse o Dr. Ricardo Sobral.

porStéphane Powaczuk

Live: 20% de aumento já, é possível?

Na próxima sexta-feira, 17, o STU vai realizar uma live, às 14h com o Coordenador Geral José Luis Pio Romera para debater sobre o aumento salarial que o sindicato está lutando para janeiro/2022 quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados, e referente à defasagem salarial da data-base de 2021.

Anote na agenda e participe online conosco, aproveite para interagir através de perguntas nos comentários e lembre-se de compartilhar a live no seu facebook para que mais pessoas sejam alcançadas e fortaleçam a nossa luta pela campanha salarial.

O que? Live do STU sobre Campanha Salarial

Quando? Dia 17/12/21

Onde? Pelo Facebook do STU

Que horas? Às 14h.

porStéphane Powaczuk

“Qual o Futuro dos Aposentados das Autarquias e Fundações?”

Na quarta-feira, 15, às 16h, a Fasubra vai realizar uma live para falar sobre o futuro dos aposentados das Autarquias e fundações. A live vai ser transmitida pelo youtube e facebook da federação e vai contar também com intérprete de libras.

As convidadas para participarem da live são as coordenadoras de aposentados e aposentadas e assuntos de aposentadoria da Fasubra, Ela Dutra e Tereza Fujii, como mediadoras e os(as) convidados(as): Dra. Luna Ramacciotti – advogada, mestre em Direitos e Garantias Fundamentais, especialista em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito de Vitória – FDV e Dr. Cláudio Santos – advogado especializado em assessoria e consultoria a entidades sindicais e atuação perante os Tribunais Superiores, mestre em Direito das Relações Internacionais, professor de Direto do Trabalho do UniCEUB e assessor jurídico da FASUBRA.

Participe dessa live e fique por dentro dos assuntos da Federação!

Com informações da Fasubra.
Foto: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Plenária Nacional Virtual da FASUBRA Sindical acontece 16 e 17 de dezembro

A Direção Nacional da Fasubra está convocando uma Plenária Nacional virtual para os dias 16 e 17 dezembro de 2021.

No dia 16, a Plenária ocorrerá das 9h às 12h e das 14h às 18h. No dia 17, será das 14h às 18h.
Vamos conferir as Pautas:

  1. Informes Nacionais;
  2. Análise de Conjuntura Nacional e Internacional; (PEC 32, avaliação das propostas de Retorno ao trabalho presencial pelas reitorias e Decreto 10620);
  3. Referendar substituições na direção nacional, em conformidade com o estabelecido nos artigos 65 e 66, seus incisos e parágrafos;
  4. Apresentar a prestação de contas do ano de 2019 realizada pelo Conselho Fiscal;
  5. CONFASUBRA;
  6. Calendário;
  7. Encaminhamentos.

            O STU realizou na última quinta-feira, dia 09 de dezembro uma assembleia geral e escolheu as seguintes delegadas e delegados: Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra. Os suplentes foram: Eduardo Favarão Gemis e Rafael Oliveira Jorge. Representando a direção do STU temos: Elisiene Nascimento Lobo (titular) e Cleusa Leite de Campos Schetini (suplente).