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porFernanda de Freitas

Diretoria do STU está na reta final do debate sobre a carreira

Enquanto as férias não terminam, a diretoria do STU segue a todo vapor atuando em frentes importantes para a categoria, uma delas a carreira.

Desde o ano passado o STU vem elaborando um projeto de carreira para os trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp.

GT de carreira do STU realizou oficina com Maldonado

O projeto, agora na reta final, conta com a assessoria técnica e política do ex-dirigente da FASUBRA, Carlos Maldonado, que também atuou como Diretor e Secretário Municipal de Recursos Humanos em Campinas; Secretário Municipal de Gestão Pública em Várzea Paulista, Gerente Geral de Planejamento Estratégico do Município de Itupeva e Diretor da Escola de Gestão Pública de Hortolândia.

Maldonado tem grande experiência em planejar, desenvolver e coordenar políticas de gestão de recursos humanos no setor público, além de elaborar projetos de modernização administrativa.

A cada processo de progressão na carreira lançado, novas falhas são identificadas e funcionários prejudicados. A decisão de elaborar um novo projeto de carreira é antiga, pois busca melhorar essas regras de avaliação que são bastante criticadas por não serem adaptadas à realidade dos servidores públicos.

No fim do ano passado conseguimos avançar em nossa pauta, uma delas foi o aumento da verba da carreira. Mas a preocupação ainda ronda, porque no último processo de progressão, feito pela gestão Tom Zé, os critérios de avaliação do funcionário e distribuição das verbas geraram muita desigualdade e competição.

Lamentavelmente, nos últimos tempos, os reitores vêm penalizando os funcionários com mais tempo de casa impossibilitando o seu crescimento profissional e desvalorizando a sua dedicação.

Devido à insatisfação causada na categoria, o STU vem elaborando um projeto de reformulação da carreira. Essa discussão tem sido feita com afinco pela diretoria, principalmente por conta da criação dos cargos públicos, no ano passado, que impactou a nossa carreira e nos mostrou a urgência também em atualizar o estatuto do servidor (Esunicamp).

Estamos na reta final da elaboração desse projeto e a intenção é submetê-lo à categoria, em assembleia, antes de ser enviado à reitoria. O documento também será encaminhado aos candidatos à reitoria, com objetivo de cobrar um compromisso de melhoria nos critérios de avaliação e de garantir mais verbas para a carreira e contratação de servidores por concurso público.

Vale ressaltar que as inscrições de candidatos para escolha de novo reitor terminam nesta sexta-feira (24), para o mandato de 2025-2029.

porFernanda de Freitas

Avanço: os processos da carreira travados devem andar

Depois de um processo extremamente conturbado e que gerou inúmeras insatisfações na categoria, é provável que haja um desfecho para os processos de progressão na carreira PAEPE que ficaram travados.

Amanhã (4), acontece uma reunião extraordinária da CIDF (Câmara Interna de Desenvolvimento de Funcionários) para discutir os relatórios de progressão encaminhados para análise e tratativa do Comitê regulamentado pela Portaria PRDU 03/2022.

Esse comitê tem finalidade de analisar se foram obedecidos os critérios, normas e regras para avaliação, divulgação de informação e distribuição de recursos no processo de progressão da carreira.

Os processos avaliados pelo comitê foram os das CSARHs (Comissões Setoriais de Acompanhamento de Recursos Humanos) do Caism, CCUEC/CENAPAD, COCEN 1 e 2, Reitoria, IA, Prefeitura, HC Enfermagem, HC Área Médica e HC Apoio Assistencial.

De acordo com a pauta divulgada pela CIDF, após análise e tratativas do comitê, a orientação é que os processos de progressão das referidas CSARHs sejam aprovados pela CIDF.

Esse é um indício que a nossa luta por mais transparência está surtindo efeito, mas está longe de ser finalizada.

Não tem um dia em que o STU não tenha lutado por uma carreira que possibilite o reconhecimento e a evolução dos trabalhadores.

Entra e sai reitor e o Sindicato segue defendendo que a carreira não pode mudar conforme o interesse e projeto de cada um que assume a Unicamp.

Não contemplados

Ontem (02) no Consu, diversos conselheiros se manifestaram, novamente, apontando os descontentamentos com esse processo, mas como sempre, a reitoria manteve a sua postura intransigente e de pouco diálogo com a categoria.

Não é de hoje que o STU defende que o trabalhador precisa ter a sua trajetória valorizada e respeitada e a carreira deve ser perene, objetiva e transparente.

Nossa carreira é muito importante para a Universidade porque também fornece elementos para o planejamento do gestor e de cada funcionário, quanto à sua capacitação profissional.

Precisamos aperfeiçoar essa carreira, temos propostas da categoria e queremos dialogar com a reitoria. Por isso, queremos participação paritária no GT da elaboração da nossa carreira e a garantia de um processo justo, democrático e respeitoso com o trabalhador!

porStéphane Powaczuk

STU solicita a reitor progressão de carreira à todos servidores

O STU protocolou ontem na Reitoria um ofício solicitando que todos os servidores inscritos no processo de progressão de carreira que está em curso sejam contemplados! Sabemos que a Reitoria teve seus gastos reduzidos durante o período de pandemia e que, com os aumentos na arrecadação do ICMS, as reservas orçamentárias estão crescendo às custas do trabalhador!
O processo de progressão na carreira deveria valorizar o trabalhador reconhecendo suas contribuições à Universidade, mas não é o que ocorre. A categoria inscrita passa a competir por recursos limitados, já que a Reitoria não disponibilizou dinheiro suficiente para a valorização merecida de todes, todas e todos. Segundo informações colhidas pelo sindicato, todos os docentes inscritos em processo de progressão foram contemplados, sem restrição de verba para a carreira deles. Então é viável contemplar todos os aptos a progressão agora e, nos anos seguintes, retomar as progressões seguindo as regras do interstício, além de exigirmos participação na construção desse processo.
É importante ressaltar que o processo de carreira não deve ser confundido com a recomposição das perdas salariais prevista agora em Maio, mês da data-base. Mesmo com os 20,67% de reajuste, o salário do trabalhador continua defasado e estamos sentindo isso nas contas do mês! O sindicato prevê que é possível contemplar todos os servidores com uma referência (conforme consta na pauta específica protocolada em 2021 e que será atualizada em assembleia) e ainda assim reservar recursos para as carreiras dos trabalhadores sem ônus financeiros à Unicamp.

O trabalhador não pode ser prejudicado por falta de recursos! Dinheiro tem!

Queremos isonomia com a USP, carreira digna e reajuste também!

Confira abaixo o arquivo do ofício que foi protocolado: