Arquivo de tag transporte

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Boletim do STU 11/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de abril de 2016.

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Greve dos motoristas de Campinas arranca pagamento de salários

Os terminais de ônibus Ouro Verde, Vida Nova, Vila União e Barão Geraldo amanheceram fechados na terça-feira (12) devido ao protesto dos motoristas das linhas Verde e Azul-claro contra atraso no pagamento de salários e proposta de parcelamento dos vencimentos.
A greve durou dois dias, mas serviu para dar um recado ao patronato de que os trabalhadores não vão aceitar o descumprimento de direitos. O movimento foi suspenso após o pagamento dos salários.
Em Campinas o cargo de cobrador foi extinto para reduzir custos, prejudicando o trabalho dos motoristas, que passaram a dirigir e cobrar as passagens. Anualmente a tarifa é reajustada e mesmo assim as empresas alegam não ter dinheiro para arcar com suas responsabilidades – o que demonstra falta de respeito com os funcionários e com a população que depende do serviço.
O STU presta total apoio ao movimento dos motoristas.

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Boletim do STU 01/2016

Baixe aqui Boletim 01/2016, de 19 janeiro de 2016.

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porFernanda de Freitas

Entidades do campus se reúnem com reitoria para discutir pauta da comunidade universitária

O STU, Adunicamp e DCE se reuniram quinta-feira passada (15) com o reitor José Tadeu Jorge para dar prosseguimento à pauta conjunta da comunidade universitária.

Na ocasião foram tratados dos temas: transporte, terceirização e benefícios. O encontro foi produtivo porque conseguiu garantir junto à reitoria ações que melhorem as condições dentro da Universidade.

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Entidades representantes da comunidade universitária em reunião com a reitoria

Melhorias no transporte

Na discussão sobre o transporte o STU manifestou sua posição, que inclusive está na Pauta Específica 2015 de que haja “redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno”.

A reitoria disse que irá providenciar um estudo sobre a viabilidade de redução do valor do serviço com objetivo de aumentar a demanda. Tadeu explicou que “o fretado não é calculado sob o valor de tarifa, e sim, sob a remuneração salarial. O percentual incide sobre o escalonamento das faixas salariais. O conceito é de que quem ganha mais subsidia mais o custo do fretado”.

Na reunião, o STU cobrou que os aposentados tenham acesse ao fretado gratuitamente, já que muitos gostariam de participar do convívio social da universidade ou fazem tratamento médico no CECOM ou HC.

Sobre esse assunto o reitor afirmou que não há problema na utilização do serviço em linhas ociosas – aquelas em que há vagas no ônibus. Naquelas aonde não há assentos vagos será estudada uma solução como reserva antecipada de vagas ou outro procedimento viável, já que não é permitido transportar passageiro em pé. Ficou acertado também que o STU irá protocolar ofício reivindicando esse benefício.

Para aprofundar a discussão sobre transportes será agendada reunião com a Prefeitura do Campus, responsável pela gestão do serviço interno.
Outra questão levantada foi a reestruturação promovida pela Emdec que causou mudança nos itinerários e aumento no intervalo dos horários dos ônibus, sendo uma das linhas mais afetadas a 3.32. O sindicato solicitou intervenção da Universidade junto aos órgãos públicos municipais para a melhoria do transporte público. Destacando que a entidade já vem tratando desse tema com a Emdec, sendo importante que a Unicamp também se manifeste em defesa dos funcionários usuários do serviço.

A reitoria se disponibilizou a fazer gestão junto à Emdec para melhorar o serviço de transporte público que circula no campus.

As reivindicações apresentadas pelo STU buscam melhorar a qualidade do serviço prestado de forma a incentivar o uso dos transportes fretado e coletivo público como forma de solução para o transporte individual diante da escassez de vagas para estacionamento.

“A intenção da redução de custos é aumentar a demanda de uso dos fretados, principalmente entre os maiores salários, desestimulando o uso de carros para vir à Unicamp”, defendeu a diretora Adriana Stella.

A reitoria garantiu também que será reforçada a campanha de conscientização no trânsito para que haja respeito às vagas para deficientes e idosos, inclusive com o uso de Multa Moral – espécie de panfleto para alertar o motorista do estacionamento em vaga proibida.

Pauta de transporte para estudantes

No caso da reivindicação dos estudantes, o reitor Tadeu garantiu que haverá redução no intervalo dos horários do circular interno noturno (de 30 para 20 minutos) e que irá estudar a demanda para o fretamento de um transporte intermunicipal que atenda o trajeto dos campi Piracicaba-Campinas.

No entanto, o gestor foi categórico em afirmar que todas as medidas que indiquem custos serão dificilmente implementadas por conta do orçamento apertado da Universidade.

Fim das terceirizações

O STU reafirmou, mais uma vez, sua pauta pelo fim da terceirização e incorporação dos trabalhadores terceirizados ao quadro da Unicamp.
Tadeu afirmou que não é possível reverter todos os processos de terceirização que ocorreram ao longo da história da Universidade, mas admitiu que todos os serviços que atualmente são prestados pelos terceirizados podem ser feitos por trabalhadores da Unicamp. Mas que o principal problema é o custo, já que contratos com empresas terceirizadas oferecem custos mais baixos.

“É possível reduzir a terceirização, mas neste momento é muito difícil tratar do assunto por conta do orçamento. Agora é inviável implementar uma proposta dessa.”, argumenta o reitor.

O STU insistiu na ideia de reduzir a terceirização em algumas áreas, mesmo que progressivamente, de forma a dar início ao processo de eliminação dessa prática dentro da Unicamp.

Ficou acertado que a reitoria irá providenciar um amplo estudo dos setores que poderá sofrer redução e seus impactos. “A vigilância e a limpeza são áreas importantes que poderiam entrar nessa medida de redução da terceirização com vistas à eliminação completa desses contratos terceirizados. Sem contar que um corpo de vigilância interno melhora muito a segurança e as condições de trabalho”, justificou o diretor Marcílio Ventura.

Funcamp

O STU também cobrou que a Unicamp se manifeste favoravelmente ao reconhecimento do Sindicato como representante legal dos trabalhadores Funcamp, que atualmente pertencem à base do SEAAC.

O objetivo é somar forças no processo que tramita na Justiça do Trabalho a fim de que o STU possa representar os trabalhadores Funcamp, por serem todos trabalhadores contratados para desempenhar funções dentro da Unicamp, mesmo terceirizados. Ficou acertado que o Sindicato enviará ofício à Unicamp para que ela encaminhe parecer favorável à medida.

Vagas nas creches

O reitor Tadeu anunciou que continua investido na política de aumento de número de vagas nas creches e que o resultado tem sido a redução no número de pagamentos de auxílios criança, inclusive para as que possuem alguma deficiência.

O sindicato aproveitou para reafirmar sua reivindicação de que a Unicamp garanta vagas em creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes, de modo a atender a demanda efetiva em todos os campi e as terceirizadas.

A avaliação é de que a reunião contribuiu para aprofundar o debate sobre terceirização e transporte de forma a avançar nos itens de discussão da pauta da categoria.

Nova reunião será agendada para continuidade das discussões.

porFernanda de Freitas

Circulação da linha de ônibus 2.10 é suspensa e causa transtornos

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Ofícios do STU cobram explicação da Emdec e Unicamp

Atualizado em 08/01/2015 – 16h15

O ano mal começou e o transporte público já apresenta problemas dentro da Unicamp. A denúncia apurada pelo STU diz respeito à linha 2.10 (Terminal Campo Grande/Terminal Barão Geraldo) que deixou de circular nas dependências do campus por conta das férias.

A alegação é que nas férias acadêmica ocorre a diminuição do fluxo de passageiros, gerando uma “baixa” na demanda de horários de algumas linhas que atendem a universidade.

A questão é que essa linha não atende somente os estudantes universitários, que estão em férias, mas também os funcionários da universidade que continuam trabalhando normalmente e a população da cidade que utilizada o Hospital das Clínicas. Com a suspensão do transporte os trabalhadores estão utilizando outras linhas e, na maioria das vezes, vários ônibus para percorrer o mesmo trajeto e, evidentemente, gastam mais tempo do que o normal para se deslocarem.

A linha 2.10 deixou também de circular na PUC-Campinas, o que tem causado superlotação em outras linhas como a 3.32 (Terminal Barão Geraldo) e 3.29 (Terminal Barão Geraldo/Cidade Judiciária).

O STU cobrou, por meio de ofício, o posicionamento da Unicamp e da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) sobre essa situação. Até o fechamento dessa matéria não recebemos retorno das referidas instituições.

A preocupação do sindicato é justificada pela diretora da entidade, Marina Rebelo, que explica que “a linha 2.10 é muito importante para integração da Unicamp à cidade de Campinas, não só em razão dos funcionários da universidade que necessitam deste meio de transporte para o trabalho, mas também pelo serviço de assistência que a universidade oferece à população mais carente de Campinas. Excluir a Unicamp do trajeto desta, que é uma das linhas de maior fluxo na cidade, é investir na lógica da elitização desta instituição que deveria ser acessível a todos”.

O sindicato reafirma, mais uma vez, que os funcionários estão sendo muito prejudicados com a suspensão desse serviço público, sem contar os transtornos causados à população da cidade. Além disso, a entidade desaprova essa medida excludente da EMDEC e, principalmente, da Unicamp em não garantir alternativas de transporte de qualidade para seus funcionários.

 

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Diretoria do STU se reúne com prefeito do campus

Prefeitura do Campus irá verificar situação

Em reunião na tarde desta quinta-feira (8) com a diretoria do STU o prefeito do campus, prof. Armando José Geraldo, afirmou que essa linha é de responsabilidade exclusiva do poder público, mas que pela importância da demanda irá verificar com a Unitransp e fará gestão junto a Emdec para que a circulação da linha seja retomada.

 

porFernanda de Freitas

Preço dos fretados leva muitos trabalhadores a optarem por transporte individual

Há muito tempo o STU recebe reclamações dos funcionários técnico administrativos da Unicamp sobre os altos preços cobrados pelo serviço de transporte fretado. Os valores são tão abusivos que, a cada ano, aumenta o número de trabalhadores que optam por outros meios de transporte para se deslocar à Universidade, como carro e ônibus, ambos contraditoriamente mais vantajosos do ponto de vista econômico. Esse fato agravou os problemas relacionados a tráfego e estacionamento dentro e fora do campus de Barão Geraldo, fazendo com que a comunidade universitária tenha que enfrentar diariamente uma rotina de poluição, sufoco e estresse.

Usuários reclamam da precariedade e demora

De acordo com o Anuário Estatístico da Unicamp (Aeplan/2013), nos últimos dez anos o número de usuários dos fretados diminuiu 20%. Ainda de acordo com o Anuário, no mesmo período o total de linhas administrativas caiu de 75 para 70.

Essa redução no número de linhas fez com que o itinerário de diversas outras fosse ampliado, como forma de atender a demanda que ficou descoberta pelas linhas extintas. Com isso, fazendo com que muitos funcionários levem até duas horas para chegar em casa. Linhas como a 07 tiveram os ônibus substituídos por micro-ônibus, que não contam com espaço adequado entre os assentos, principalmente para gestantes e mães com filhos de colo. Essa linha transporta um grande número de crianças à creche.

Outros problemas são comuns, como os veículos velhos da linha 88.

STU cobra transparência da Universidade

Durante as reuniões de negociação da Campanha Salarial 2013, o STU solicitou que a reitoria fornecesse à entidade as planilhas de custo do serviço de transporte fretado e os contratos firmados com as empresas que exploram o serviço. Entretanto, até hoje, os documentos não foram repassados.

Em setembro de 2011, oito pessoas foram presas por suspeita de fraudes e favorecimento em contratos no transporte da Unicamp, entre elas os empresários Belarmino Marta Júnior, dono da Rápido Luxo, e Miguel Moreira Junior, proprietário da Transmimo, que seriam parte de uma suposta “Máfia dos Transportes” de Campinas e região.

Em abril deste ano o Judiciário rejeitou a denúncia contra empresários sob a justificativa de que a ação apresentada pelo Ministério Público não era “clara e objetiva”.

O STU questiona o fato da Unicamp ter mantido silêncio sobre o caso durante a gestão Fernando Costa e não ter apresentado esclarecimentos à comunidade universitária até hoje. O sindicato defende ainda a redução imediata do preço do fretado, rumo à tarifa zero. Vamos à Luta!

porFernanda de Freitas

Boletim 038/2013

Baixe aqui o Boletim 038/2013, de 26 de Junho de 2013.

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Boletim 036/2013

Baixe aqui o Boletim 036/2013, de 18 de junho de 2013.

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