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Feira de Cultura Indígena em Campinas (21/05)

No dia 21 de maio das 9h às 20h a cidade de Campinas receberá a Feira de Cultura Indígena, um evento para vivenciar com a família a cultura indígena, por meio de exposição e venda de artesanato, apresentações de canto e dança, sessão de contação de histórias, pintura corporal e rodas de conversa. A gastronomia da feira ficará por conta de barracas que comercializarão iguarias como sucos naturais, milho, tapioca e açaí.

A feira trará a Campinas mais de 15 etnias que integram o Programa Índios na Cidade, da ONG Opção Brasil, cuja missão é a promoção da autonomia de povos e etnias indígenas que vivem no contexto urbano, por meio da organização de feiras e de geração de trabalho e renda, além de atuação em políticas públicas, empoderamento, afirmação e valorização de suas culturas.

O início do evento será marcado por uma toré, um momento de dança e celebração, seguido de uma roda de conversa sobre as culturas indígenas e afro brasileiras nas escolas e as leis 11.645 e 10.639, que obrigam o ensino destas culturas em salas de aula e que ainda são muito pouco debatidas e incorporadas nos currículos escolares. Nesta roda de conversa, representantes dos Pontos de Cultura Comunidade Jongo Dito Ribeiro e Ponto de Cultura e Memória Ibaô e representantes indígenas da ONG Opção Brasil conversarão com o público  sobre a implementação das Leis 11.645 e 10.639 a partir de suas práticas e conceitos.

A Feira Cultural é a atividade de enceramento Encontro de Cultura e Educação, realizado desde o dia 14 de maio e que está sendo organizado pelo Ponto de Cultura NINA e SINPRO Campinas em comemoração aos 75 anos do sindicato.

Anota aí

Feira de Cultura Indígena e Roda de Conversa – A  Cultura  Indígena  e  Afro Brasileira nas Escolas – Lei 11.645 e Lei 10.639

Data: 21 de maio Horário: das 9h às 20h

Local: Sede do SINPRO Campinas – Av. Profª Ana Maria Silvestre Adade, 100, Pq. das Universidades Campinas – SP – Tel. (19) 3256-5022

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Boletim do Fórum das Seis 17/5/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 17 de maio de 2016.

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Boletim do STU 023/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de maio de 2016.

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Boletim do STU 022/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de maio de 2016.

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Boletim do STU 021/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 12 de maio de 2016.

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Boletim do STU 020/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 11 de maio de 2016.

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Dia 16 tem paralisação e pressão sobre o Cruesp

Luta pelo reajusta salarial e pelas conquistas estará na pauta da reunião com os reitores

No próximo dia 16 (segunda-feira) acontecerá nova paralisação das atividades para construção de um grande ato durante a segunda reunião de negociação da Campanha Salarial 2016 entre os reitores e o Fórum das Seis. A partir das 13 horas as comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp se reunirão em frente à sede do Cruesp para o ato, na capital paulista. Os docentes da Unicamp decidiram em assembleia realizada na última quinta-feira (5) aderir à paralisação e se posicionaram contra o golpe.
Para garantir forte participação dos trabalhadores da Unicamp, o STU organizará caravana para o ato. As inscrições devem ser realizadas na Secretaria do sindicato.

Fortalecer a organização da campanha salarial nas unidades
O debate nos locais de trabalho sobre a possibilidade de iniciar um novo processo de greve, caso não avancem as negociações com o Cruesp, é fundamental. Ao longo dos últimos dias já ocorreram reuniões de unidade na FEA, IEL, IA, IE e IFGW para discutir a paralisação que acontece na próxima segunda-feira (16). Hoje (11) ocorrem reuniões na DGA, às 9h, e na CAS, às 12h e 17h. E amanhã (12) às 9h tem reunião do IA, às 12h30 no F2-HC e no IQ, e às 14h na FEM.
As unidades que ainda não se reuniram devem fazê-lo o mais breve possível. Ligue no STU e agende! Como a categoria já está cansada de saber, não há possibilidade de conquista sem luta. E neste momento de crise econômica só uma forte mobilização pode impedir que a conta seja jogada nas costas dos trabalhadores, seja pela via do não reajuste ou dos cortes de verbas e concursos que precarizam as condições de trabalho e aumentam a superexploração.

11 de maio (quarta)
Dia de Luta contra o Racismo
9h – Reunião DGA , no saguão
12h – Reunião CAS
17h – Reunião CAS
12 de maio (quinta)
9h – Reunião IA, no corredor interno
12h30 – Reunião F2/HC, no F2
12h30 – Reunião IQ, na copinha
14h – Reunião FEM
16 de maio (segunda)
13 h – Reunião do Cruesp com o Fórum das Seis e Paralisação na Unicamp, com participação no ato unificado durante a negociação em São Paulo.
17 de maio (terça)
12h – Reunião do Comando de Mobilização dos Trabalhadores da Unicamp
9h – Reunião FEQ, no quiosque dos funcionários
18 de maio (quarta)
12h – Assembleia Geral discute indicativo de greve

 

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Contra o golpe e o ajuste fiscal

O Brasil se encontra numa grave crise política, que tende a se arrastar por mais algum tempo. Já ficou claro que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff não passa de um golpe. Os perdedores quiseram varrer para baixo do tapete 54 milhões de votos, ignorando toda uma discussão judicial, ética e moral para criarem as próprias regras que visam legitimar suas ações inconstitucionais.
Fiesp, a grande imprensa, o STF, a OAB, igrejas e órgãos de repressão querem tomar o comando do país à força, para avançar ainda mais sobre os direitos sociais e criminalizar aqueles que lutam verdadeiramente por um país melhor. É por isso que o STU mais uma vez diz não ao golpe, conforme deliberação do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. Continuamos lutando contra o ajuste fiscal do governo e todas as medidas que representam retrocesso para os trabalhadores e reafirmamos a defesa de reformas estruturais (tributária, das comunicações, agrária e urbana), capazes de solidificar um verdadeiro processo de mudanças sociais. Vamos permanecer em luta, não abrindo mão da democracia!

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Secundaristas dão exemplo de resistência

Nas últimas semanas, os estudantes secundaristas das escolas públicas, após ocuparem a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) e o prédio administrativo do Centro Paula Souza, mostraram que apenas através da luta os direitos serão conquistados.
A ocupação da ALESP persistiu por três dias e contou com diversas atividades. Os estudantes decidiram desocupar o local apenas para que os pais não fossem responsabilizados pelas ações e cumpriram a determinação judicial pacificamente, após declararem que a luta continuará nesta semana.
Já a ocupação do Centro Paula Souza passou por momentos de tensão, primeiro quando a Polícia Militar invadiu o prédio sem mandado de reintegração de posse e permaneceu uma tarde inteira no local, e depois quando a desocupação foi feita de forma truculenta e estudantes e trabalhadores da imprensa foram agredidos e feridos, mesmo com a decisão de retirada pacífica informada pelos secundaristas.
Agora, apesar das desocupações da ALESP e do Centro Paula Souza, os estudantes continuam se mobilizando e resistindo. Ainda são 11 escolas técnicas estaduais (ETECs) ocupadas e 2 escolas de ensino básico, todas defendem a implementação da CPI da Merenda, a solução da falta de alimentação para alunos e são contra a reorganização escolar que vem acontecendo de forma disfarçada através do fechamento de salas de aula.
O STU reforça o apoio à luta dos estudantes secundaristas, pois ela também faz parte da nossa luta por um ensino público de qualidade. Os estudantes e trabalhadores da educação não vão pagar pelos erros do Estado!

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Fasubra terá participação no processo sobre a mudança de regime

O Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu, dia 29 de abril, o pedido da Fasubra para que a entidade ingresse no processo na condição de amicus curiae na ação que discute a mudança de regime. O pedido havia sido feito pela Federação em 29 de março. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 4 de maio. O STU também já tinha sido aceito, em 3 de março, como amicus curiae na ação, após a Universidade protocolar recurso ao STF contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que considerou inconstitucional a migração dos servidores beneficiados por deliberação do Conselho Universitário.

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Atenção Aposentados: Audiência Pública que debateria o PL 399/2015 foi cancelada

A Audiência Publica na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo para discutir o projeto de lei que assegura o pagamento de auxilio alimentação aos servidores Aposentados e pensionista das Universidades publicas Estaduais (PL 399/2015) agendada para esta sexta-feira (6) foi cancelada devido as indefinições geradas pela ocupação do plenário da Alesp pelos estudantes secundaristas que reivindicam a abertura da CPI da Merenda.

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Boletim do STU 019/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 5 de maio de 2016.

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Boletim do STU 018/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 4 de maio de 2016.

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1º de Maio: dia de luta!

Este domingo foi dia de manifestações em todo o país contra as ameaças de retirada de direitos trabalhistas e sociais, contra o golpe do impeachment em curso no Congresso Nacional e em solidariedade às mobilizações que também aconteceram em nível internacional pelo Dia dos Trabalhadores.

Em São Paulo, os trabalhadores da Unicamp participaram das três principais mobilizações.

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Anhangabaú (crédito: Luciana Araújo)


Ato unificado contra o golpe –
No Vale do Anhangabaú, no Centro da capital paulista, cerca de 100 mil pessoas se reuniram num ato em defesa da democracia e por mais direitos. A manifestação foi convocada pela CTB, CUT, Intersindical, MTST e diversas outras entidades que compõem as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Na parte da tarde do ato, que teve início às 10 da manhã, diversos artistas, entre eles Chico César, a MC Luana Hansen e Martinho da Vila se manifestaram contra o golpe.

O presidente da CTB, Adilson Araújo, destacou que “ganha força a necessidade de tomar as ruas para impedir o retrocesso e fazer valer a imediata retomada do crescimento econômico e destinar centralidade ao processo de valorização do trabalho”. Adilson também defendeu a realização de um plebiscito que consulte a população brasileira sobre a necessidade de antecipação imediata das eleições presidenciais de 2018.

Já o presidente da CUT, Vagner Freitas, alertou que “os golpistas estão vendendo a ideia de que fazendo o impeachment, no dia seguinte, a economia crescerá 10%, um milhão de empregos serão gerados e o Brasil sairá da crise, mas o impeachment aprofundará a crise”.

Os representantes das centrais sindicais falaram quando a presidenta Dilma Rousseff já havia chegado ao ato, onde anunciou a entrega de novas unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, a correção da tabela do imposto de renda e reajuste nos valores do Bolsa Família, além de denunciar o golpe que vem sofrendo.

Edson Carneiro (o Índio), liderança da Intersindical, ressaltou diante da presidenta que “não apoiamos seu governo, mas não hesitamos em nos somar aos movimentos sociais contra o golpe”.

Guilherme Boulos, dirigente do MTST, frisou que “não temos nenhuma expectativa de que saia deste Congresso outra alternativa que não o golpe. Ali nos carpetes eles já consturaram e articularam uma vitória. A nossa chance de resistir, de barrar esse projeto desastroso de regressão social é nas ruas”.

Durante o protesto foi convocado um novo dia nacional de paralisações e trancaços em rodovias para 10 de maio, com o lema “Mais democracia, mais direitos e contra a corrupção”.

Antes do ato no Anhagabaú, uma parte da militância esteve no tradicional ato da Pastoral Operária, em frente à Catedral da Sé.

Crédito: Facebook CSP-Conlutas

Crédito: Facebook CSP-Conlutas

Espaço Unidade de Ação defendeu greve geral e “Fora, todos!” – Na Avenida Paulista, a CSP-Conlutas e entidades e movimentos que compõem o Espaço de Unidade de Ação defenderam a construção de uma greve geral e eleições gerais. Participaram da manifestação cerca de 4 mil pessoas de 20 estados do país, segundo informa a Central. Sob o slogan “Fora Dilma, Pezão, Cunha, Aécio e esse Congresso”, o ato também teve shows de artistas militantes e uma homenagem ao fundador da Pastoral Operária de São Paulo, Waldemar Rossi, que se encontra hospitalizado desde o início de abril.

“O impeachment de Dilma não é a solução porque troca ‘seis por meia dúzia’. Nós precisamos de um governo socialista, em que os trabalhadores possam governar através de conselhos populares. Enquanto isto não é possível, o mínimo que podemos reivindicar são eleições gerais para que o povo possa escolher seus representantes”, defendeu o presidente nacional do PSTU, José Maria de Almeida, conforme publicado na página da CSP.

Campinas (crédito: Kiko)

Campinas (crédito: Kiko)

1º de Maio campineiro – Cerca de 1.500 pessoas também participaram do ato no DIC VI organizado pelas subsedes regionais da CTB e da CUT. A deputada estadual e compositora Leci Brandão animou o ato-show que teve como lema “De luta, de cultura e pela democracia”, no fim da tarde.

 População quer novas eleições e não confia no impeachment como solução para o Brasil

Durante o ato no Anhangabaú, foram apresentados os principais dados da pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi por contratação da CUT. Embora 59% não considerem golpe o processo de impeachment aberto no Congresso Nacional, 66% acreditam que esta não é a solução para o país.

Ainda de acordo com o levantamento, para 32% dos entrevistados o Brasil vai piorar se o vice-presidente Michel Temer assumir a Presidência da República. 61% dos entrevistados responderam que o melhor é fazer novas eleições diretas ainda neste ano.

A pesquisa CUT/Vox Populi foi realizada nos 27 e 28 de abril e foram entrevistadas 1.523 pessoas em 97 municípios. A margem de erro é de 2,2%.

Dia de luta dos trabalhadores – O 1º de maio nasceu a partir de uma resolução do primeiro congresso da Segunda Internacional, em homenagem aos líderes da mobilização em Chicago/EUA que em 1886 foram presos por lutarem pela jornada de trabalho de oito horas diárias. À época era comum o trabalho por até 16 horas por dia, além de domingos e feriados. Louis Lingg acabou por se suicidar dentro da cela para não se render à morte pelo Estado. Em 1887, Adolph Fischer, Albert Parsons, August Spies e George Engel foram mortos à forca. Em 1893, Samuel Fielden,  Michael Swab e Oscar Neebe tiveram as penas revogadas após o escândalo internacional que o julgamento manipulado se tornou. Em 1890 realizaram-se pela primeira vez manifestações internacionais em homenagem à luta internacional dos trabalhadores. Viva o 1º de Maio! Viva a luta dos trabalhadores!

Por Luciana Araújo

Com informações da CSP-Conlutas e Confederação Nacional dos Trabalhadores da Espanha.

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Boletim do STU 017/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 2 de maio de 2016.

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Apoio ao Sintusp

Como já noticiado no Boletim do STU, o Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e “despejo” de sua sede na Cidade Universitária. A assembleia deliberou participação no ato contra tais arbitrariedades, dia 5 (quinta). Os interessados em participar da caravana devem reservar vaga na Secretaria do STU.

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Dia 4 a Unicamp vai parar contra o corte de verbas e pela isonomia

Hoje, às 12h, na PB-14, reunião do comando de mobilização para organizar as atividades de quarta.

A assembleia do último dia 28 deliberou construir uma paralisação nesta quarta-feira (4) contra os cortes orçamentários e o contingenciamento das verbas na Universidade. Neste dia será reforçada a exigência de que o reitor José Tadeu Jorge cumpra o compromisso com a isonomia já e abra negociação da pauta específica, que o sindicato protocolou dia 27/4.
Ao meio-dia de hoje acontece a primeira reunião do Comando de Mobilização, na sala PB-14, para organizar a paralisação.
É fundamental que todas as unidades se reúnam e organizem a participação nessa arrancada de mobilização. Ou a conta da crise será jogada nas costas dos trabalhadores outra vez.

Contra o arrocho e em defesa da isonomia
Diante da negativa dos reitores em discutir índice de reajuste salarial e da intransigência em não debater no âmbito do Cruesp itens como a situação dos hospitais universitários, financiamento, condições de trabalho e a ofensiva de criminalização das lutas nas universidades, a mobilização é ainda mais fundamental.
É importante ressaltar que o ICV-Diesse de maio/2015 a abril/2016 totalizou 9,8%. Somados aos 3% para recuperação de parte das perdas acumuladas, o índice reivindicado pelas categorias é de 12,8%.
16/5: mobilização unificada
em SP
No dia 16 acontece a próxima reunião entre os reitores e o Fórum das Seis, que indicou um Dia de Luta e Mobilização com ato unificado em frente à sede do Cruesp, a partir das 13 horas.
O STU organizará caravana para garantir uma forte participação dos trabalhadores da Unicamp no protesto. E a assembleia apontou a necessidade de ir à greve caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste.

Outras deliberações da assembleia

Nova assembleia dia 18/5 (quarta) para discutir o resultado da reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, e deliberar sobre o indicativo de greve;
Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater o orçamento da Universidade e os cortes de verbas, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma do impeachment em curso no Congresso Nacional;
Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que esta área foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
Elaborar abaixo-assinado reivindicando “Isonomia Já!” e reforçando o compromisso descumprido pelo reitor;
Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na Universidade que preside o Conselho, como acontecia até 2009.
Cobrar que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;
11/5: participação nas atividades do Dia de Luta contra o racismo.

Agenda

02/05(segunda-feira)
12h – Reunião do Comando de Mobilização para organizar a paralisação de quarta, na PB-14.
04/05 (quarta-feira)
Paralisação contra os cortes de verbas e pela isonomia.
10h – Reunião de trabalho da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo, na Alesp.
05/05 (quinta-feira)
9h – Caravana para participação no ato contra o despejo do Sintusp (saída do estacionamento atrás da BC).
06/05 (sexta-feira)
14h – Audiência pública sobre o projeto de lei que institui o auxílio alimentação para aposentados, na Alesp.

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GR 10/16: ajuste fiscal e precarização

No último dia 24 a COP (Câmara de Orçamento e Planejamento) aprovou a revisão orçamentária que deu base à resolução GR 10/2016, publicada dia 28.
Os cortes foram determinados sem nenhuma discussão com a comunidade. Sequer os membros do Conselho Universitário que participam da COP tiveram acesso a esse debate previamente. Apenas os diretores de unidades foram ouvidos. Ao questionar as medidas e a metodologia arbitrária, o representante dos funcionários na COP ouviu da presidente da Câmara que essa era uma atribuição administrativa do reitor e que não caberia à COP opinar sobre tema.
Na avaliação do STU, além do caráter autoritário, a GR 10/2016 só vai piorar a condições de trabalho e a qualidade dos serviços prestados pela Unicamp, prejudicando estudantes e os usuários, principalmente na área de saúde. Além disso, o ajuste fiscal da reitoria cria um clima de catástrofe, no momento em que os trabalhadores se mobilizam pelo reajuste salarial e a pauta específica que tem como ponto central a isonomia já.
O STU é contra a GR 10/2016 e continuará cobrando da reitoria transparência na gestão orçamentária, o fim dos supersalários e duplas matrículas e o cumprimento do pacto assumido em mesa de negociação de demonstrar a composição do comprometimento da reserva orçamentária.

Cortes programados na GR 10/16
– 50% das promoções, progressões e cursos, e do Plano de Atualização Tecnológica Continuada (PATC) dos órgãos da Administração Central;
– 20% do PATC das unidades da área de saúde;
– Contratações de aprovados em concurso e ainda não convocados, e convocações de candidatos aprovados em concursos com editais já publicados;
– Concursos com editais não publicados;
– Transferências de servidores recebidas pela DGRH após 15 de abril;
– Reposição de aposentadorias de servidores admitidos de 1985 até 5/10/1988 com aposentadoria prevista para até dois anos após a mudança para o Esunicamp;
– 30% das horas-extras e de sobreaviso autorizadas;
– 10% das despesas com plantões na área de saúde;
– 40% das impressões e cópias reprográficas;
– 50% dos programas de Manutenção Predial das unidades de ensino e pesquisa e de saúde, e do Programa de Manutenção e Infraestrutura da Prefeitura do Campus Zeferino Vaz;
– 95% da manutenção do Cotuca;
– 5% dos contratos de serviços terceirizados dos órgãos e unidades, em especial a limpeza.

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Jornal do Fórum das Seis de abril de 2016

Baixe aqui Jornal do Fórum das Seis, de abril de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis de 28/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 28 de abril de 2016.

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