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porStéphane Powaczuk

Diretoria do STU convoca categoria para Ato Unificado dia 31/05, às 11H em frente a Reitoria da Unicamp para pressionar CRUESP

A Diretoria do STU reforça que a nossa pauta Unificada já foi protocolada, mas até agora o reitor Tom Zé, que é o presidente do CRUESP, não respondeu ao Fórum das Seis.
Sendo assim, convocamos nossa categoria para participar do Ato Unificado entre USP, UNICAMP e UNESP, no dia 31/05, às 11h, em frente a reitoria da Unicamp.
Participe e fortaleça o nosso movimento sindical pelos nossos direitos!
Confira a seguir o vídeo que a diretoria do STU gravou convidando você para o ato:

porFernanda de Freitas

Terça-feira (31) é dia de luta: todos ao ato unificado para cobrar 20,99% de reajuste!

Os reitores ignoram, mas a Pauta Unificada foi protocolada em 13/04, e até hoje estamos aguardando um retorno. Basta de espera!

Terça-feira que vem (31), a partir das 11h, a luta será em frente à reitoria da Unicamp, porque o reitor Tom Zé é o presidente do Cruesp.

O Fórum das Seis avaliou que a presença de estudantes e funcionários da USP e da Unesp, além da comunidade da Unicamp, será importante para pressionar o Tom Zé a agendar a reunião de negociação sobre o índice salarial e iniciar o debate sobre os itens não econômicos da Pauta Unificada.

Está provado que o governo Bolsonaro não tem resposta para a crise econômica que assola o país. Para todo lado que olhamos vemos o aumento: combustível, cesta básica, água, luz, telefone etc.

Como se não bastasse a inflação acelerada, as condições de trabalho na Unicamp só pioram, principalmente na Área de Saúde.

Apesar da crise, durante a pandemia as universidades cortaram custos com o trabalho remoto, engordando ainda mais as reservas financeiras que atingiram R$ 7 bilhões em abri/2022.

O reajuste de março não foi suficiente para repor as nossas perdas financeiras, que já vêem desde maio/2012. Precisamos de 20,99% para retomar o nosso poder de compra.

Como não há abertura para o diálogo, muito menos negociação, a categoria seguirá unida e mobilizada.

Fique de olho nos comunicados do STU, converse com seus colegas de trabalho e se organize para construirmos um ato forte.

Basta de enrolação, 20,99% já!

porFernanda de Freitas

Dinheiro tem, só não está vindo para o trabalhador

Inflação em alta, arrecadação crescendo… e o Tom, Zero!

A nossa Campanha Salarial começou e você deve estar se perguntando se é possível conseguir um novo reajuste depois da conquista dos 20,67%, em março recente.
Vamos aos fatos!

A inflação de maio/2012 a março/2022 foi de 83,53%, segundo os indicadores do Dieese +INPC-IBGE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Neste período, tivemos reajuste salarial de 53,27%.

Para fechar esse ciclo e retornar ao poder de compra que tínhamos em maio/2012, falta um reajuste de 21%, considerando a inflação de abril/2022.

De acordo com o Fórum das Seis os números da arrecadação e do comprometimento com a folha de pagamento provam que dá para avançar na data-base 2022.

Precisamos de unidade e mobilização para incomodar os reitores e impedir que eles joguem a negociação salarial para o ano que vem, como desejam.

Os ótimos resultados do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) em março mostram que o reajuste recente alterou pouco o comprometimento com a folha nas três universidades. Compare no quadro.

Universidades escondem o ouro

A estimativa de arrecadação de ICMS feita pelo Fórum das Seis é de R$ 152,3 bilhões em 2022 e os repasses para as três universidades seriam de R$ 14,575 bilhões/ano. Já o custo das folhas de pagamentos das três universidades com o reajuste de 21%, a partir de maio, ficaria em R$ 11,826 bilhões.

Esse valor representaria um comprometimento de 81,14% com a folha, provando que o Cruesp tem recursos para atender a pauta do Fórum e as universidades não vão quebrar como eles afirmam!

Em abril, as reservas financeiras da USP, Unicamp e Unesp atingiram juntas cerca de R$ 7 bilhões.

É melhor você se preocupar em ficar sem reajuste, mais uma vez, como aconteceu ano passado. Lembra que, em plena pandemia, recebemos 0% de reajuste, mesmo trabalhando muito em home office e nos hospitais?

Os 20,67% de reajuste, em março, contribuíram para repor parte da inflação, mas o nosso poder de compra continua muito baixo diante da alta dos preços.

Cruesp segue adiando discussão salarial

Há mais de um mês o Fórum aguarda a reunião de negociação para discutir os pontos da Pauta Unificada 2022. Sem contar os mais de 50 dias esperando a reunião do Grupo de Trabalho (GT) Salarial, criado em 2021.

No ano passado o GT não avançou em nada! Por isso, o Fórum cobra a discussão e construção de propostas para os planos de reposição das perdas históricas e de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

A mobilização será fundamental para avançarmos na luta salarial! Então não perca a assembleia de amanhã (19/05), às 12h, na sede do STU (ao lado da ADunicamp).

porFernanda de Freitas

Negociação da Data-base 2021 | Participe da Sala Virtual do Fórum – 07/03 – 12h

Nesta segunda-feira (7), às 14h, o Fórum das Seis e o CRUESP discutem a nossa data-base 2021.

O Fórum solicitou ao CRUESP (Conselho de Reitores) a transmissão ao vivo da negociação que será virtual, mas os reitores, até a publicação deste post, não informaram se a solicitação das entidades será atendida.

O Fórum abrirá uma sala online, a partir das 12h, mesmo que a negociação não seja transmitida. O objetivo é garantir um espaço para que trabalhadores/as e docentes da Unicamp, USP e Unesp possam discutir os informes com os/as representantes das entidades sindicais.

O link do encontro virtual ampliado é: https://bit.ly/F6eCruesp

Segunda-feira é dia de paralisação na Unicamp

Nossa última assembleia aprovou paralisarmos nossas atividades na data da negociação.

A partir das 14h vamos nos concentrar na sede do STU e participar da sala aberta pelo Fórum das Seis.

Vamos juntos/as acompanhar e debater os rumos da nossa Campanha Salarial.

porFernanda de Freitas

Greve é eminente na Unicamp

Diante da omissão do reitor na discussão sobre retorno ao trabalho remoto e os problemas na Área da Saúde, categoria decreta Estado de Greve

Dia 10 é dia de Paralisação com Ato em frente à Reitoria.

Basta! Não dá mais para ficar esperando a reitoria fazer caixa às nossas custas e ainda prejudicar a nossa saúde.

Num momento em que há mais recursos financeiros na história da Unicamp, nossa defasagem salarial acumulada desde 2012 corresponde à quase 40%, sendo 20% acumulada apenas nos dois últimos anos; os hospitais estão operando acima da sua capacidade máxima e os trabalhadores da Área da Saúde estão exaustos e doentes, o reitor Tom Zé, se recusa a dialogar com a categoria trazendo para a Unicamp a política de arrocho e descaso do João Dória no Estado de São Paulo.

Recentemente o portal de notícias “A Cidade On” divulgou um dado alarmante, são mais de 560 profissionais de saúde afastados. Uma VERGONHA!

A Área da Saúde clama por melhoria nas condições de trabalho, por reposição de vagas, garantia de EPI’s e proteção aos trabalhadores. Sem contar a luta pela insalubridade grau máximo para todos da Saúde, que há dois anos vem enfrentam, o Covid-19 e agora o surto de gripe Influenza H3N3, muitas vezes sem as devidas condições.

Volta ao trabalho remoto é urgente

Assim como fez a Unesp, vamos cobrar do reitor o retorno ao trabalho remoto por conta do avanço da Covid-19  com a nova variante que é altamente contaminante.

A reitoria fez reunião com a bancada de funcionários e docentes para discutir o retorno presencial e após solicitação das entidades marcou reunião com STU e ADunicamp para a próxima quinta-feira (3).

Na próxima semana o Sindicato fará assembleia para avaliar o resultado dessas reuniões e decidir as ações dos trabalhadores.

Tom Zé precisa retomar o trabalho remoto porque o CECOM não dá mais conta de atender os funcionários doentes.

Queremos 20% de reajuste já!

O Fórum das Seis já decidiu que sem negociação efetiva do reajuste salarial, não vamos iniciar o semestre letivo em março e ainda discutir a greve. Mas a nossa assembleia, realizada dia 27/01, defendeu a antecipação da greve ainda fevereiro para atrasar o calendário de aulas e forçar os reitores a negociarem o reajuste de 20%, a partir de janeiro/22.

Essa medida também dificulta qualquer tentativa dos reitores de quebrar a isonomia e dividir os trabalhadores.

Respeitando a isonomia, mas sem perder a unidade com os companheiros da USP e Unesp, nossa assembleia já aprovou Estado de Greve e indicou assembleia, entre 16 e 17/02, para discutir os indicativos do Fórum das Seis sobre a viabilidade da greve.

A pauta da assembleia será a organização da greve para pressionar à reitoria a retomar o trabalho remoto e dar resposta às demandas da Área da Saúde.

A categoria decidiu também pela unificação com o calendário da Fasubra, que aponta uma jornada de luta com mobilizações nacionais e greve sanitária, em 09/03, pelo reajuste salarial e mais segurança para os técnicos-administrativos federais. As ações serão disparadas aqui na Unicamp com a realização do Ato com Paralisação, previsto para 10/02.

Vem pra paralisação

É fundamental que os diretores, membros do Conselho de Representantes do STU (CR) e demais representantes do conselho façam reuniões nas suas unidades para preparar as mobilizações.

A Paralisação com Ato, dia 10/02 (quinta-feira), será híbrida para que todos possam participar. A concentração acontece a partir das 9h, em frente à reitoria.

Recomendamos que somente os vacinados com a segunda dose e que não estejam com gripe ou Covid-19, sejam sintomas ou comprovação de quadro, participem da mobilização presencial.

Se não for possível estar na frente da reitoria, acompanhe a transmissão online e ao vivo e participe através da sala virtual.

Precisamos dar um basta e lutar por nossos direitos!

Dia 10, todos à frente da reitoria para exigir respeito aos trabalhadores da Saúde e nossa reposição salarial!

porFernanda de Freitas

Equipe Técnica do Cruesp e Fórum das Seis concordam que 20% de reajuste é viável

Ontem à tarde (12), os Fórum das Seis se reuniu com a equipe técnica do Cruesp para discutir a viabilidade de reajuste de 20% a partir de janeiro deste ano.

Os técnicos do Cruesp concordaram que a proposta cabe nos orçamentos das universidades e se comprometeram a simular os 20% de reajuste a partir de janeiro/22 e encaminhar aos reitores.

Ficou combinado também o envio das folhas salariais atualizadas da Unicamp, USP e Unesp para o Fórum das Seis analisar.

Ao final da reunião os representantes do Fórum solicitaram que o Cruesp agende uma reunião de negociação ainda este mês.

Se continuar assim, não vai dar nem pra comer

O percentual apresentado pelo Fórum das Seis busca diminuir os efeitos da disparada inflacionária. São quase três anos passando por uma drástica queda de poder aquisitivo por falta de correção nos nossos salários.

Com o ICMS previsto nos orçamentos das três Universidades Paulistas Estaduais, o comprometimento com a folha de pagamento das instituições ficaria abaixo de 80%.

O Fórum das Seis também simulou os 20% com uma arrecadação superior, tendo como base o fechamento de 2021, que ficou superior à base usada para elaboração dos orçamentos.

Vale lembrar que, em 22/12, já no apagar das luzes de 2021, o Fórum das Seis se reuniu com o Cruesp que jogou um balde de água fria nas expectativas das categorias das três universidades. Embora tivessem em mãos a pauta atualizada – que reivindica 20% de reajuste em janeiro/22 –, os reitores não apresentaram nenhuma proposta objetiva.

Se nada for feito agora, chegaremos a maio/22 precisando perto de 50% de reajuste para recuperar o valor que os salários tinham em maio/12.

Sem luta não tem reajuste. É hora de mobilizar para garantir o sustento das nossas famílias.

porStéphane Powaczuk

Nesta semana tem reunião técnica entre Fórum das Seis e CRUESP

A última reunião de 2021 entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), frustrou as expectativas das categorias das três universidades. Isso porque os reitores não apresentaram nenhuma preposta objetiva para a reposição salarial.

Segundo o Coordenador Geral do STU, José Luis Pio Romera, a arrecadação do ICMS do ano de 2021 teve um crescimento nominal de 26,20%, comparado com o ano de 2020. O valor da cota parte do estado atingiu R$ 138,3 bilhões em 2021 e R$ 109,6 bilhões em 2020.

“A previsão inicial da Secretaria da Fazenda do Estado era arrecadar R$ 118 bilhões e foi superada em R$ 20,3 bilhões, ou seja, a arrecadação de 2021 foi R$ 17,25% maior que a previsão inicial”, diz Pio.

Outro fator levado em consideração neste momento de negociações é que o gasto acumulado com folha é o menor da história, 66,84% na média das três Universidades (65,18% Unesp, 69,25% Unicamp e 66,57% USP).

Nesta quarta-feira (12), vai acontecer uma reunião técnica do Fórum das Seis com o CRUESP. E de acordo com Pio Romera, “levaremos nossa reivindicação de 20% de reajuste a partir de janeiro a ser ratificado numa reunião com os Reitores (CRUESP), que esperamos que aconteça ainda no final deste mês”.

Print da Reunião entre Fórum das Seis e o Cruesp.

porFernanda de Freitas

Assembleia escolhe delegados e delegadas para Plenária da FASUBRA, debate importância da campanha salarial e recebe denúncia contra CIPA da Unicamp

Assembleia Geral reuniu dezenas de trabalhadores para debater a eleição para delegados à Fasubra e outros assuntos.

Nossa Assembleia Geral, de quinta-feira (09), debateu e reforçou a importância da Campanha Salarial 2021, que já tem reunião de negociação marcada entre o Fórum das Seis e o CRUESP para 22/12.

Foi feita uma retrospectiva sobre as negociações da data-base, que tem uma grande expectativa devido a Unicamp ter dinheiro em caixa e o menor gasto com folha de pagamento dos últimos tempos. Por isso, o reajuste de 20% solicitado pelo Fórum das Seis para janeiro/2022, quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados, é referente à defasagem salarial da data-base de 2021.

Categoria elege delegados à Plenária da Fasubra

Também foi deliberado sobre os delegados e delegadas que vão representar o sindicato na Plenária Nacional da Fasubra, que acontece nos dias 16 e 17 desse mês.

A assembleia elegeu os delegados titulares: Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra . Os suplentes foram: Eduardo Favarão Gemis e Rafael Oliveira Jorge. Representando a direção do STU temos: Elisiene Nascimento Lobo (titular) e Cleusa Leite de Campos Schetini (suplente).

Por meio de informes de coordenadores da Fasubra, a assembleia atualizou sobre as mobilizações em Brasília contra a PEC 32 da Reforma Administrativa e a PEC 23, dos Precatórios, mais conhecida como a PEC do Calote.

Além disso, a coordenadora de Organização Sindical da Fasubra , Adriana Stella, o coordenador Geral da Fasubra , Antônio Alves Neto (Toninho), o coordenador Jurídico e Relações do Trabalho da Fasubra , João Paulo Ribeiro, e o Conselheiro Fiscal da Fasubra , João Daniel de Moura, reforçaram para a categoria que chegamos na 13ª semana de luta contra a PEC 32 em Brasília. A expectativa de derrotar a votação dessa reforma, neste ano é muito grande. No próximo sábado está sendo articulado um ato em frente à casa do Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, em Maceió, com suporte das entidades de base do Nordeste.

Denúncias sobre a CIPA

A assembleia acolheu a denúncia a respeito da CIPA da Unicamp não estar cumprindo a norma NR5, regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata sobre algumas tarefas da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Essa revelação foi surpreendente, principalmente por que, segundo relato, existe unidades na Unicamp sem alvará dos bombeiros para funcionar, e não tem ocorrido treinamento de combate ao incêndio em todos os lugares.

A assembleia decidiu encaminhar um ofício à CIPA para cobrar respostas e também pretende solicitar à reitoria uma reunião presencial para discutir a situação.

Eleições Sindicais

É importante que a categoria fique atenta à eleição do STU, convocada em Edital para ocorrer no dia 15 de março na Área da Saúde e nos dias 16 e 17 nos campi de Campinas, Paulínia, Limeira e Piracicaba.

Em breve será convocada assembleia para definir o Regimento Eleitoral e eleger a Comissão Eleitoral.

Todas as informações serão publicadas em nosso site e redes sociais, fique de olho nos comunicados.

Por fim, foi informado que o STU vai distribuir exemplares do livro “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, que registra uma história rica em detalhes com depoimentos importantes, documentos e imagens que constroem a trajetória da Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp), entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

O livro com 400 páginas foi publicado pela Editora da Unicamp que decidiu repassar cerca de 600 exemplares à entidade que vão chegar às mãos dos filiados e filiadas que poderão se aprofundar sobre a luta da categoria que construiu uma das universidades de maior destaque no Brasil e no mundo.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral

Quinta-feira, 9 de dezembro às 10h (virtual)

Nessa assembleia vamos eleger os delegados para a Plenária da Fasubra que acontecerá nos dias 16 e 17 de dezembro.
Iremos reforçar a importância na luta contra a PEC 32 que continua e os desdobramentos mediante a aprovação da PEC 23 pelo governo , a chamada “PEC dos precatórios” impactando na vida dos servidores. Também seguiremos na discussão do desenrolar da nossa campanha salarial que tem a negociação com o Cruesp marcada para 22/12.
A pauta do Fórum reivindica o reajuste de 20% no mês de janeiro , assim como os direitos tais como Licença Prêmio, quinquênios, etc, que tiveram a contagem suspensa em função da Lei 173, sejam retomadas considerando a contagem no início da aplicação da lei.
O link para participar da assembleia:

https://meet.google.com/sre-rdps-yth

porFernanda de Freitas

CARTA ABERTA DO FÓRUM DAS SEIS AO CRUESP E ÀS REITORIAS

A comunidade pede respeito e respostas

20/10/2021

O ano de 2021, segundo na pandemia de Covid-19 e seus nefastos efeitos para a sociedade, já entrou em seu trimestre final. O avanço na vacinação, embora ainda aquém do necessário, joga luz nas esperanças de superação desta enorme tragédia social que, a bordo do negacionismo e de políticas genocidas, ceifou a vida de mais de 600 mil pessoas em nosso país e lançou dificuldades e angústias sobre o conjunto da classe trabalhadora, entre elas o crescimento do desemprego, da inflação e da deterioração do poder de compra dos salários.

Aproveitando-se da pandemia, os governos federal e estadual lançaram mão de seguidos ataques contra o funcionalismo público, entre eles a aprovação da Lei Complementar (LC) 173/2020, pelo governo Bolsonaro, e da Lei nº 17.293/2020 (proposta pelo Projeto de Lei 529/2020), pelo governo Doria. Ambos os governos, não contentes, querem ir além em suas propostas de reforma administrativa: o primeiro, com a PEC 32, e o segundo, com o PLC 26.

Neste cenário, o poder aquisitivo do funcionalismo, já corrompido por anos de pouca ou nenhuma reposição inflacionária, minguou rapidamente em 2020 e 2021. Utilizando como justificativas interpretações bastante discutíveis da LC 173, os reitores das universidades estaduais paulistas optaram por abrir mão da autonomia universitária e impor aos/às servidores/as docentes e técnico-administrativos/as um confisco salarial draconiano. O arrocho salarial soma-se à falta de contratações – escassas desde 2014 e congeladas a partir da LC 173/2020 – para agravar as condições de vida e de trabalho dos/as servidores/as.

 Já o caixa das instituições, turbinado por uma surpreendente arrecadação do ICMS, imposto que é base para o repasse dos 9,57% às universidades estaduais paulistas, vai muito bem. A média do comprometimento com folha de pagamento das universidades, em setembro/2021, ficou em 69,99% (68,59% na Unesp, 69,47% na USP e 72,66% na Unicamp), a menor desde o advento da autonomia, em 1989.

Em 2020, sob impacto das incertezas que chegavam com o início da pandemia, o Fórum das Seis suspendeu a data-base. Em 2021, em meio à conjuntura descrita acima, as entidades representativas que compõem o Fórum elaboraram uma pauta de reivindicações e a protocolaram junto aos reitores em 9 de abril. Nas duas únicas reuniões de negociação da data-base deste ano, eles concordaram apenas em criar um grupo de trabalho (GT) para formular alternativas para um plano de recuperação de perdas salariais e um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras. O GT teve somente uma reunião e, apesar do compromisso assumido pelo presidente do Cruesp, durante a negociação de 15/7, de que seria retomado em julho, isso ainda não aconteceu.

Além do agendamento das reuniões do GT Salarial, o Fórum das Seis reivindicou, também, uma reunião para debater um dos pontos da Pauta de Reivindicações 2021, intitulado “Plano  Sanitário e Educacional”, no qual as entidades listam os itens a serem discutidos na construção de um retorno presencial seguro em meio à pandemia. Também não houve retorno a este pleito. Diante do exposto, o Fórum das Seis faz as seguintes perguntas ao Cruesp:

 1) A interpretação política adotada pelas reitorias em relação à LC 173/2020, de que não é possível a concessão de reajuste salarial até dezembro/2021, também as impede de discutir reajustes projetados para 2022 com o Fórum das Seis?

2) USP e Unicamp promoveram progressões e promoções nas carreiras docentes, a serem incorporadas nos salários em 2022. Os reitores não veem contradição nessa postura? Além disso, por que só promover progressões e promoções para algumas poucas pessoas – o que, aparentemente, segundo postura do próprio Cruesp, não seria possível devido à aplicabilidade da LC 173/2021, na medida em que altera a remuneração – e também não reajustar salários para todos/as os/as servidores/as das universidades estaduais paulistas?

3) O Cruesp considera a possibilidade de reedição da LC 173 ou mesmo da criação de nova norma similar pelo governo do estado de São Paulo, que impeça reajustes salariais para os/as servidores/ as públicos/as em 2022? Se sim, quais medidas preventivas estão sendo elaboradas para evitar mais um ataque aos salários dos/as servidores/as?

4) Considerando os bons resultados da arrecadação do ICMS em 2020 e 2021 e as “economias” feitas com o arrocho salarial e a falta de contratações, os reitores não consideram a possibilidade de uma ação do governo do estado para confiscar ou contingenciar as reservas das universidades, a exemplo do que tentou fazer com o PL 529/2020? Caso a resposta seja positiva, quais medidas preventivas estariam sendo consideradas para a proteção do patrimônio das universidades?

5) Qual é a posição do Cruesp sobre o PLC 26/2021 (votada na Alesp) e a PEC 32/2020 (no Congresso Nacional)? Houve alguma ação no sentido de proteger os direitos dos/os servidoras/es docentes e técnico-administrativas/os?

6) Por que as reuniões compromissadas entre Cruesp e Fórum das Seis, entre elas a do GT Salarial, ainda não foram agendadas?

 O Fórum das Seis espera respostas do Cruesp a estas questões, de modo a dissipar a sensação de desrespeito e descaso que transparecem do panorama exposto nesta carta aberta.

São Paulo, 20 de outubro de 2021.


via Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Cruesp diz NÃO ao reajuste na data-base

Foi a primeira vez que uma reunião do Cruesp com o Fórum das Seis foi transmitida on-line e mais de 1000 trabalhadores da USP, Unicamp e Unesp puderam acompanhar a reunião.

Print da Sala Virtual da Reunião de Negociação entre Cruesp e Fórum das Seis (Créditos: Adusp).

Mas qual foi a resposta dos reitores à pauta do reajuste, ao plano de reposição das perdas e a elevação do piso na carreira?

Não!

Utilizaram uma boa parte da reunião para justificar, através dos procuradores das três universidades, que o entendimento das Procuradorias Geral era de que a Lei Complementar 173 impede reajustar salários ou quaisquer benefícios, também nas Universidades Públicas Paulistas. A lei vigora até 30 de dezembro de 2021.

O Fórum já tinha colocado argumentos contrários, reforçando que as universidades têm autonomia e, além disso, apresentou uma série de pareceres e manifestações de Tribunais de Contas dos Estados que têm outro entendimento.

Mas diante dessa reposta, então, qual seria o próximo passo do Cruesp para discutir as perdas salarias que vem corroendo, desde maio/2012, nossos salários já acumulam 29,81%, numa situação em que os preços estão pela hora da morte?

NENHUMA, discussão sobre plano de reposição, nem para pagar em 2022, quando a Lei 173 perde seu efeito.

Sem argumentos os reitores da USP e Unesp entraram numa linha de provocar as entidades, desrespeitando a pauta da reunião e o Fórum das Seis.

O reitor da Unicamp, Tom Zé, se limitou a dizer que vai promover processos de progressão e promoção na carreira de técnicos e docentes nesse ano, mas que o gasto com as promoções vai acontecer só em 2022.

Reitores não querem se comprometer com nada

A reunião terminou sem sequer o Cruesp discutir o plano de retorno das atividades nas universidades com segurança sanitária.

Diante desse cenário nos resta construir os processos de mobilização e derrotar essa postura arrogante dos reitores, que se aproveitam de um momento de fragilidade em função da pandemia para impor mais arrocho, numa situação em que as três universidades estão fazendo caixa com dinheiro dos nossos salários. Essa postura enfraquece a autonomia das universidades e vai exigir resposta da comunidade.

porFernanda de Freitas

MOBILIZAÇÃO 15/07 | Passo a passo para acompanhar a negociação da data-base 2021

Vamos nos mobilizar e paralisar as nossas atividades contra o arrocho salarial e em defesa da vida!

Dia 15 de Julho teremos a reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Será a primeira vez que poderemos acompanhar a reunião ao vivo e conhecer o posicionamento dos reitores em relação à nossa campanha salarial.

AGENDA DE MOBILIZAÇÃO – TRANSMISSÃO AO VIVO (15/07)

10h – Acompanhe a transmissão ao vivo da negociação entre Fórum das Seis e Cruesp no link abaixo:

Logo após a reunião, haverá uma conversa com os dirigentes das entidades sindicais, que também poderá ser acompanhada pelas comunidades universitárias das três universidades.

A sala virtual do Zoom tem limite de capacidade, caso não consiga entrar, assista pelo YouTube da AduspSSind.

Como instalar o Zoom Meetings

Para assistir a reunião pelo Zoom Meetings é preciso baixar o aplicativo no celular, tablet, notebook ou computadores… Clique aqui para baixar o aplicativo Zoom.

Após baixar e instalar o aplicativo faça o seu registro, é simples, rápido e grátis. Você pode usar sua conta do Google ou do Facebook, por exemplo.

COMO SE MOBILIZAR?

Home Office: pare suas atividade e entre na sala virtual do Fórum das Seis para acompanhar a transmissão da negociação ou assista pelo YouTube da AduspSSind.

Trabalho Presencial: se mobilize usando a faixa preta do STU no braço em sinal de luta pela data-base e luto pelas vítimas da Covid-19.

Aproveite e faça uma foto sua em frente ao computador (home office) ou na unidade com a faixa preta no braço para mostrar que está mobilizado.

Envie a foto para o WhatsApp/STU (19) 99744-4890 com o seu nome e unidade para publicarmos.

Se você publicar a foto, marque o Facebook do STU [@stu.unicamp].

A participação de todos é essencial para mostrar a força da nossa categoria!

porFernanda de Freitas

Comunicado do Cruesp nº 2/2019

Comunicado do Cruesp nº 2/2019, contendo o informe dos reitores sobre a negociação realizada em 09/05/2019.

 

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