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porStéphane Powaczuk

02/03 tem Assembleia Geral no STU às 12h

O STU está convocando uma Assembleia Geral para o dia 02/03, às 12h, na sede do sindicato para debater:

– Campanha Salarial;

– Congresso da FASUBRA;

– Carreira

Iniciamos o ano de 2023 com uma reunião técnica com o CRUESP no dia 27/01, onde foi avaliada pelos integrantes do Fórum das Seis como positiva. E vamos ter outra reunião no dia 28/02.

É hora de nos reunirmos e pensarmos nas estratégias de luta para nossas pautas.

Sabemos que tem DINHEIRO em CAIXA! São quase 18 salários perdidos desde maio/12!

Venha para ASSEMBLEIA, no dia 02/03, às 12h, na Sede do STU!

porFernanda de Freitas

Data-base 2023: Fórum e Cruesp farão reuniões técnicas em 27/1 e 28/2

A pedido do Fórum das Seis, o Conselho de Reitores (Cruesp), atualmente sob a presidência do reitor da Unicamp Antonio José de Almeida Martins (Tom Zé), agendou duas reuniões técnicas entre as partes: nos dias 27/1 e 28/2.

Os técnicos das universidades comprometeram-se a enviar um conjunto de dados solicitados pelo Fórum, antes de cada reunião. Eles se referem às contratações e às aposentadorias (realizadas em 2022 e previstas para 2023), reservas financeiras de cada universidade mês a mês, insuficiência financeira, benefícios etc.

O Fórum considera premente iniciar a discussão sobre o conjunto das perdas salariais – para retornar ao poder aquisitivo de maio/2012, por exemplo, faltam cerca de 21% – a valorização dos níveis iniciais das carreiras, as reivindicações da permanência estudantil e outras.


Comprometimento baixo com salários deu a tônica em 2022

O comprometimento médio acumulado com a folha de pagamento de janeiro a dezembro 2022 ficou em 70,29% nas três universidades: 67,23% na Unesp, 74,31% na Unicamp e 69,95% na USP. Os percentuais estão entre os menores desde a autonomia universitária conquistada em 1989.

O fechamento da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS, referente à quota-parte do Estado (75%), sobre a qual incidem os repasses às estaduais paulistas (9,57%), apontou um total de R$ 149,816 bilhões em 2022.

O montante teve um crescimento nominal de 8,28%, comparado com o ano de 2021, e é cerca de R$ 7 bilhões superior à estimativa prevista inicialmente pelo governo do estado e que foi a base dos orçamentos das universidades para 2022 (R$ 142,873 bilhões).

Nos últimos meses do ano passado, a arrecadação foi afetada pela redução das alíquotas do ICMS dos combustíveis (leis complementares federais 192 e 194, de 2022, e emenda constitucional 123/2022).

O Fórum das Seis questionou o governo estadual sobre o ressarcimento às universidades, uma vez que o estado de São Paulo recebeu compensações do governo federal. Não houve resposta. O assunto seguirá na pauta entre Fórum e Cruesp.

porFernanda de Freitas

Assembleia de quinta-feira (01/12) vai discutir rumos da nossa data-base

Nesta quinta-feira (01/12), às 12h, na sede do STU, teremos mais uma Assembleia Geral. Vamos discutir o desfecho da reunião da Comissão Técnica, entre Cruesp e Fórum das Seis, que discutiu a nossa questão salarial.

Estamos entrando na reta final do ano, se quisermos arrancar nosso reajuste de 21% e outros itens da nossa pauta interna será preciso aumentar a pressão pra cima do reitor fujão, Tom Zero.

A diretoria do STU orienta que as reuniões de unidades sejam intensificadas para que na assembleia seja possível fazer uma avaliação do andamento do movimento e das pautas da Carreira e do Ponto Eletrônico.

Agende a sua reunião de unidade e comunique o STU via e-mail [email protected].

Na assembleia vamos escolher também nossos/as delegados/as para a Plenária Nacional da Fasubra, que ocorre entre 8 e 10/12, em Brasília/DF.

Sua participação é fundamental na construção dessa luta!

porStéphane Powaczuk

CRUESP marca reunião com Fórum das Seis

Em resposta ao Ofício Fórum das Seis n.15/2022, o CRUESP encaminhou uma proposta de agendamento de audiência para o dia 18.10.2022 às 16h00, na sala do Conselho Universitário da Universidade Estadual de Campinas.
Confira abaixo o ofício:

porStéphane Powaczuk

Fórum das Seis envia ofício solicitando novamente reunião com Tom Zé

Após o Ato Unificado no dia 30/08 em frente a reitoria da Unicamp, o Fórum das Seis enviou para o reitor Tom Zé, (mais uma vez) um ofício solicitando agendamento de reunião para negociação da data-base 2022.

O reitor da Unicamp, que é o presidente do Cruesp, ignorou a categoria e não recebeu o Fórum das Seis.

Confira abaixo o ofício:

porStéphane Powaczuk

Queremos reajuste de 21% já!

O presidente do CRUESP, que também é o reitor da Unicamp, Tom Zé, continua preferindo não ter diálogo com a nossa categoria. Enquanto isso, o reitor da UNESP, Pasqual Barretti, avançou na negociação de equiparação salarial com a USP. A comissão que vai tratar da isonomia já está avançando nos trabalhos. Além disso, a UNESP repôs salários atrasados, conseguiu o vale refeição e pagou os retroativos de uma só vez.

E aí Tom Zé, como é que nós ficamos? A gente sabe que o dinheiro está em caixa, já passou da hora de valorizar nossa categoria que sempre faz o melhor para a Unicamp funcionar!

Queremos nosso reajuste de 21%! É nosso direito!

Precisamos recuperar nossas perdas salariais desde maio de 2012!

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova ato com paralisação e indica ampliação da mobilização

Intensificar a mobilização para pressionar o reitor Tom Zé: essa foi a decisão da Assembleia Geral realizada quarta-feira passada (10).

O ponto central da pauta foi a Campanha Salarial, especialmente a recusa do reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, em agendar a negociação com o Fórum das Seis.

Desde o protocolo da nossa Pauta de Reivindicações Unificada, em 13/04, ou seja, há mais de quatro meses Tom Zé foge da categoria!

A conclusão é que não dá mais para aguentar essa situação, por isso, as/os trabalhadoras/es aprovaram a paralisação das atividades para participar do ato unificado indicado pelo Fórum das Seis para 30/08, aqui na Unicamp.

Deliberações

A assembleia decidiu que a diretoria do STU precisa ampliar as reuniões de unidade para que mais trabalhadores/as se juntem à luta da data-base. Além de realizar nova assembleia organizativa mais próxima da data do ato unificado, previsto para 30/08.

A categoria indicou que o STU deve se somar aos movimentos nacionais em defesa do Estado Democrático de Direito e contra qualquer ataque aos Serviços Públicos.

Para finalizar, foi deliberado que as decisões que envolvam a utilização do Fundo de Greve passem por apreciação e deliberação de assembleia.

Reposição da Inflação

No começo deste mês, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou um levantamento que mostra que o percentual de famílias brasileiras com dívidas atingiu 77,3% em junho passado.

O cartão de crédito, carnês e os financiamentos do carro e da casa são as principais dívidas das famílias brasileiras.

De acordo com o Fórum das Seis, para voltarmos ao poder aquisitivo de maio/2012, precisaríamos de um reajuste de 21,93%, em julho/2022. Isso significa que o reajuste de março passado não foi suficiente para retomarmos nosso poder de compra.

É muito comum encontrar funcionário/a inadimplente que precisa abrir mão de parte do consumo básico para pagar dívidas. Tudo por conta dos salários baixos e da alta dos preços!

Se a sua unidade ainda não se reuniu, ligue no STU e agende o mais breve possível a data. Precisamos construir uma forte mobilização para pressionar o Cruesp a negociar.

porFernanda de Freitas

Comer ou pagar conta: nosso salário não dá para mais nada!

Uma pesquisa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) divulgada pela imprensa aponta que o trabalhador campineiro gasta em média R$ 41,35 para almoçar fora de casa. Esse preço é maior que a média nacional, avaliada em R$ 40,64.

Em poucas palavras: não está dando nem para se alimentar fora de casa!

Um estudo realizado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que cerca de 37% dos reajustes salariais das categorias com data-base em junho, inseridos no Sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Previdência, até 11/07, conquistaram ganhos reais.

O percentual de data-base que fechou com valor igual à inflação também ficou próximo a 37%. Já os reajustes abaixo da inflação representaram 26% dos casos.

Esse resultado mostra que a classe trabalhadora, finalmente, conquistou o maior percentual de reajustes acima da inflação por data-base, desde setembro de 2020.

Mas o que isso tem a ver com você, que trabalha na Unicamp?

Tudo!

A melhora dos resultados das negociações salariais nesta data-base, no Brasil todo, aponta que, apesar do período de pandemia da Covid-19, o momento tem favorecido reajustes salariais acima da inflação.

Repor a inflação do período não significa que os patrões ficaram bonzinhos. Ao contrário, isso prova que a maioria dos empregadores reduziu custos, demitiu funcionários e, consequentemente, aumentou os seus caixas com essa economia que fizeram.

Na Unicamp essa situação não é diferente!

Universidades escondem o ouro

Desde 2020 a arrecadação de ICMS segue em alta, sendo que, de janeiro a junho/2022 o aumento ficou cerca de 7,7% maior do que deveria estar, no mesmo período, apontando para um resultado superior ao previsto pelos reitores em 2022.

O comprometimento médio da USP, Unicamp e Unesp com a folha de pagamento manteve-se quase inalterado após o reajuste de março/2022.

As universidades estão fazendo caixa à custa do nosso trabalho árduo, descaradamente!

De acordo com o Fórum das Seis, a inflação que deixou de ser paga, desde maio/2012, corresponde a 16,5 salários não recebidos por cada servidor técnico-administrativo e cada docente, ou seja, 1 ano e 8 meses trabalhados de graça.

Para piorar tem a situação dos aposentados que além de não ter vale alimentação, são os principais atingidos com a inflação somada às dificuldades de manter as boas condições de saúde.

Não são suposições das entidades sindicais, são números!

Resumindo: a inflação não dá trégua; a alta dos preços da refeição, água, energia elétrica, gás etc., é muito maior em Campinas; a arrecadação das Universidades também está crescendo e a única coisa que diminui são os nossos salários.

Para retomarmos nosso poder aquisitivo precisaríamos de um reajuste de 22,23%, em junho/2022.

Mas, ao invés de discutir a valorização dos funcionários, que faz com que a Unicamp se destaque no cenário mundial, o reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, segue fugindo da negociação, desde 13/04, data em que protocolamos a Pauta de Reivindicações, da data-base de 2022.

Dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutirmos os rumos da nossa data-base e o indicativo de atraso do semestre letivo, se a negociação não acontecer.

Refeição em Campinas/SP (Fonte: ABBT)

  • Preço Médio: R$ 41,35
  • Prato Feito: R$ 25,54
  • Prato Executivo: R$ 55,85
  • Autosserviço/quilo R$ 34,42
  • Refeição à la carte: R$ 90,97

Obs.: O cálculo leva em conta o prato em si, uma bebida (refrigerante, água ou suco), uma sobremesa e um café.

porStéphane Powaczuk

CRUESP, cadê a reunião de negociação?

Estamos há quase dois meses esperando que o CRUESP responda aos ofícios encaminhados pelo Fórum das Seis. Fizemos um ato unificado com a USP, e a UNESP, no dia 31 de maio em frente a reitoria da Unicamp, mas as portas foram lacradas para que os trabalhadores não fossem ouvidos, e o Tom Zé, que é o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas teve a coragem de dizer “agenda com a secretária”.

O trabalhador não pode esperar, nossos salários estão defasados, sem reposição da inflação. O comprometimento com a folha de pagamento da Unicamp é o mais baixo dos últimos anos, sabemos que existe verba. Após dois anos de contingenciamento das despesas com a LC 173, os caixas das Universidades engordaram e seguem cheios, enquanto o bolso do trabalhador permanece vazio.

A reitoria não está priorizando nossa pauta, por isso precisamos da sua ajuda para lutarmos juntos pela reposição da inflação!

Essa semana o Fórum das Seis vai se reunir para definir os rumos da nossa campanha salarial data-base 2022. E também já nos convocou para participar do Ato Nacional em defesa da educação e da ciência que vai acontecer dia 09 de junho. Vamos nos mobilizar para denunciar os cortes do governo Bolsonaro à ciência e à educação, que recentemente teve um bloqueio de R$3,3 bilhões da educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais. Em breve informaremos sobre o local e horário do ato em Campinas, continue acompanhando as redes sociais do STU.

porStéphane Powaczuk

Vem para o Ato Unificado dia 31/05 você também!

Queremos resposta à nossa PAUTA UNIFICADA já! 20,99% é só recomposição salarial.
Estamos cansados de esperar, e por isso vamos nos mobilizar em frente à reitoria da Unicamp, nesta terça-feira, 31/05, às 11h, para pressionar o Tom Zé, presidente do CRUESP a negociar com o Fórum das Seis! Este Ato Unificado precisa da sua voz, da sua luta e da sua persistência! Todos e todas juntas pela valorização do nosso trabalho!
Confira a seguir um vídeo da diretoria do STU convidando você para o ato unificado: