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porFernanda de Freitas

STU entrega a pauta interna e registra indignação com o reajuste zero

Cumprindo a deliberação da assembleia, o STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações dos/as Trabalhadores/as da Unicamp – 2021.

Pio, Marcílio e Kiko entregam a pauta ao chefe de gabinete da reitoria. (Créditos: Kiko)

Os coordenadores gerais do STU, Marcílio Ventura e José Luís Pio Romera, e o diretor Kiko, entregaram o documento ao chefe de Gabinete do Reitor, Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner, nesta quarta-feira (28/07).

Os diretores aproveitaram para expressar a indignação da assembleia pela postura do reitor Tom Zé em compactuar com o reajuste zero “oferecido” pelo Cruesp, ao invés de colocar na mesa uma proposta concreta. Pior ainda, fugiu da discussão da data-base anunciando uma possível proposta para a carreira.

Há muitos anos o processo de progressão e/ou reformulação na carreira tem gerado insatisfação na maioria dos trabalhadores por sempre atingir um determinado grupo.

Os diretores reiteraram que o Sindicato, historicamente, tem debatido com a categoria um modelo de carreira que atenda as necessidades dos funcionários e esteja alinhado com a defesa do serviço público.

Pauta interna busca minimizar as perdas

Mesmo no período de pandemia a Unicamp segue aumentando o seu caixa, enquanto os funcionários amargam arrocho salarial e condições de trabalho extenuantes nos hospitais.

Para minimizar essas perdas, especialmente, as salarias que vêm corroendo nossos bolsos desde a Campanha Salarial de maio/2012, as principais reivindicações da pauta são:

  • Auxílio alimentação no valor de R$ 1.409,73. Corrigido pela cesta de índice (IGP-M  FGV, IPCA-IBGE e IPC-FIPE) de 01/2014 (R$ 850,00  até 04/2021);
  • Vale refeição no valor de R$ 770,00;
  • Auxílio teletrabalho no valor de R$ 500,00 mensais;
  • Abertura de concursos públicos e melhores condições de trabalho;
  • Carreira: Progressão e promoção em 2021, pois a Lei Complementar 173/20 permite implantar.

O documento incorpora as reivindicações dos trabalhadores da Área saúde, DEdIC, Orquestra Sinfônica da Unicamp, além de cobrar compromisso de isonomia salarial com a USP, entre outros itens. CLIQUE AQUI, para baixar a pauta completa.

Aproveitando a ocasião, os dirigentes já solicitaram uma agenda para com o reitor para iniciar as discussões das demandas internas. Montagner se comprometeu a entregar o documento ao reitor e o pedido de reunião.

Confira abaixo a íntegra da Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp – 2021.

porFernanda de Freitas

Aposentados entregam pauta ao reitor e cobram o fim do confisco

Nesta quarta-feira (28/07), a Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU se reuniu presencialmente com o reitor Tom Zé para entregar a sua pauta de demandas e cobrar o fim do confisco dos salários instituído pelo governador Doria por meio de uma contribuição adicional injusta.

O encontro seguiu todos os protocolos de segurança em pandemia e só participou uma comissão formada por aposentados que já tomaram as duas dose da vacina.

Aposentados são recebidos pelo reitor Tom Zé

Os aposentados avaliaram a primeira reunião como proveitosa para dar o pontapé inicial em suas discussões.

Aposentados se reúnem online semanalmente para discutir demandas

Temos nos reunido às terças-feiras, a partir das 9h, de forma virtual pelo Google Meet. O link para participar da reunião é sempre o mesmo: https://meet.google.com/zcv-auzd-fur.

É importante que os aposentados participem das reuniões semanais promovidas pelo departamento para debater e deliberar sobre os rumos da nossa luta e a organização da categoria frente aos ataques dos governos federal e estadual.

Receba as novidades do STU

Se você deseja receber todas as novidades da Coordenação de Aposentados do STU, CLIQUE AQUI para se cadastrar na nossa lista de contatos.

Depois de informar os seus principais contatos, em breve você passará a receber por e-mail ou WhatsApp as informações do Sindicato e não perderá mais nenhuma novidade.

Créditos: Sandra Ramos

porFernanda de Freitas

É muito mais que salário, o que está em jogo é a nossa sobrevivência

Intensificar as mobilizações da data-base para pressionar os reitores e fortalecer a campanha contra a Reforma Administrativa (PEC 32) foram os pontos centrais da discussão da Assembleia Geral Virtual realizada ontem (28/07).

Assembleia Geral Virtual – 28/07/21

A assembleia reconheceu a importância de ampliarmos o discurso pelo #ForaBolsonaro como forma de fortalecer a luta conjunta contra todos os ataques aos servidores e o desmonte dos serviços públicos.

Por conta da proposta de unificação dos calendários, a assembleia orientou a participação no “Encontro Nacional do Setor Público”, das esferas municipal, estadual e federal, que discutirá a nossa organização para derrubar a PEC 32 no Congresso Nacional.

O encontro é organizado pelo Fórum dos Servidores Públicos das Centrais Sindicais, FASUBRA, movimentos sociais, frentes e fóruns de servidores e será transmitido pelo Facebook da Fasubra.

Todas as servidoras e servidores públicos podem se inscrever no evento pelo link: https://bit.ly/3zGB3Pj.

Greve Geral do Funcionalismo

A participação na construção da Greve Geral do Serviço Público, prevista para 18/08, também foi integrada ao nosso calendário de luta.

No dia 10/08 vamos nos reunir em assembleia para discutir os indicativos do Fórum das Seis para a nossa data-base e avançar na organização das nossas mobilizações, dentro e fora da Unicamp.

Pauta Interna

Montagner (reitoria) recebe Zé Pio e Marcílio (STU) para protocolar a pauta interna

O STU protocolou a Pauta Específica de Reivindicações 2021 que cobra o compromisso do reitor com demandas como melhores condições de trabalho, a correção no auxílio alimentação; pagamento de insalubridade para os trabalhadores da Área de Saúde que estão na linha de frente, criação de Bolsa Home Office para cobrir custos decorrentes do teletrabalho, resolução da situação dos funcionários terceirizados, entre outras demandas.

O documento foi entregue pelos coordenadores gerais do STU, Marcílio Ventura e José Luís Pio Romera e o diretor Kiko, ao Chefe de Gabinete do Reitor, Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner, nesta quarta-feira (28/07).

Foi consenso na assembleia de que negociação da pauta interna deve avançar, sem abrir mão Pauta Conjunta que reivindica a reposição das perdas salarias acumuladas desde 2012. Ainda mais quando sabemos que as Universidades estão fazendo caixa explorando os nossos bolsos.

A assembleia entendeu que ao conceder reajuste zero à custa do adoecimento dos funcionários, principalmente dos que trabalham na Área da Saúde, os reitores assumem a responsabilidade pela degradação das condições de trabalho e pela piora nos serviços prestados pelas instituições.

A assembleia defendeu que ao arrochar os nossos salários os reitores deveriam garantir fortalecer a defesa da Autonomia Universitária fazendo valer o entendimento de vários Tribunais de Contas de Estados que atestam que a LC 173 não é aplicável às Universidades.

CLIQUE AQUI para baixar a Pauta Específica de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp 2021.

Créditos: Kiko

porFernanda de Freitas

Indignação cresce cada vez mais – #ForaBolsonaro

Atualizado 27/07/2021 – 23h10

O #24J foi marcado por inúmeras manifestações organizadas dentro e fora do país inteiro para protestar contra o governo Bolsonaro.

Essa foi a quarta manifestação nacional convocada por movimentos sociais, partidos, centrais sindicais, sindicatos e frentes para cobrar a abertura do processo de impeachment já e exigir vacina para todos, auxílio de R$ 600 até acabar a pandemia, fim das privatizações e a defesa dos serviços públicos. Além da defesa da democracia, da educação e da ciência.

Em Campinas, a concentração teve início pela manhã, no Largo do Rosário, com a participação de centenas de manifestantes. Diferente das outras manifestações, a representação do STU marcou presença, desta vez, com um bloco composto por trabalhadoras e trabalhadores da Unicamp que atenderam ao chamado do sindicato e ocuparam às ruas com adesivos, cartazes e faixas exigindo #ForaBolsonaro, #ReformaAdministrativaNão e #DefesadoServiçoPúblico.

O aumento do desemprego, a lentidão na distribuição das vacinas, a ampliação da miséria, o escândalo de corrupção na compra das vacinas e a morte de quase 550 mil brasileiros e brasileiras pela Covid-19 são algumas das barbaridades promovidas por esse governo genocida.  

As últimas pesquisas divulgadas por alguns institutos de pesquisas, entre eles o Datafolha, apontam que a maioria da população acredita que o governo é corrupto e que Bolsonaro não é capaz de gerir a nação.

As manifestações nas ruas expressaram essa indignação dos cidadãos e cidadãs que estão sofrendo na pele e no bolso o caos político-econômico e social que o próprio presidente instaurou no país.

O problema não é pandemia que assola o mundo inteiro, mas a incapacidade do governo de optar pela defesa da vida. Ao invés disso, ele segue de mãos dadas com banqueiros e empresários que exploram e ampliam os seus lucros elevando ao máximo o nosso custo de vida e privatizando as estatais.

As mobilizações estão só começando e só vamos parar quando derrubarmos essa corja!

Créditos: Kiko, João Pedro, Renata Prates e Waldemir Martinhago.

porFernanda de Freitas

Roberto Romano nos deixa um enorme vazio

O filósofo e professor aposentado da Unicamp Roberto Romano
Professor, Roberto Romano (Créditos: Antoninho Perri/Ascom-Unicamp)

O STU manifesta profundo pesar pela perda do professor ROBERTO ROMANO, mais uma vítima da Covid-19 e do descaso que assola o nosso país.

Além de defensor incansável da Democracia, sempre esteve comprometido com a busca pela justiça social.

Filósofo com grande conhecimento sobre a realidade nacional, nunca se recusou a atender aos pedidos das entidades especialmentequando o assunto era a luta pelos direitos humanos e a defesa da Universidade.

O Brasil perde um grande intelectual defensor da igualdade de direitos e uma autoridade nacional na discussão da ética nas instituições e nas relações.

Seu legado será sempre inspiração para seguirmos no compromisso com a defesa da Educação, da Saúde, do Serviço Público e da Democracia.

Pesar

Lamentamos também o falecimento de JOSÉ RODRIGUES DA COSTA, pai do companheiro Emerson Luís Marques da Costa (IFCH) e esposo da companheira Onedes Uriel Marques da Costa (Aposentada/HC).

A diretoria do STU lamenta e expressa os sentimentos de condolências às famílias, amigos e colegas do professor Roberto Romano e de José Rodrigues da Costa.

porFernanda de Freitas

Eleição obrigatória Cipa Unicamp – 2021

A inscrição para ser representante da CIPA na sua unidade vai até 2 de agosto/2021.

Neste ano a eleição será online e acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de agosto de 2021.

O link para preenchimento do formulário de inscrição de candidato é www.cipa.unicamp.br/inscricao

Eleições Online

A eleição terá início no dia 10/08 às 8h30 com encerramento no dia 12/08 às 17h30.

Para a votação ser efetivada o eleitor deverá utilizar o seu e-mail institucional pessoal.

No período da eleição o Sistema e-Voto ([email protected]),encaminhará mensagem para o e-mail institucional de cada eleitor, onde constará o LINK para acessar a página WEB onde o voto deve ser depositado. 

Cabe ao eleitor garantir que sua conta de e-mail institucional individual esteja ativa e o voto poderá ser realizado de qualquer computador que esteja conectado à Internet.

O voto é obrigatório

Todos os funcionários e docentes vinculados à Unicamp devem votar no prazo estipulado acima e o voto é obrigatório, conforme o disposto na portaria GR-139/91.

Obs: O servidor que não votar deve apresentar justificativa junto à diretoria da sua unidade.

Dúvidas e informações:  

Fonte: Cipa Unicamp

porFernanda de Freitas

Plenária Virtual exige trabalho seguro e reafirma compromisso de proteção à vida

Sala Virtual da Plenária

Insegurança, preocupação, medo e dúvida foi o tom dos depoimentos dos funcionários que participaram da Plenária Virtual, desta quarta-feira de manhã (21), convocada pelo STU para discutir as medidas de retorno ao trabalho durante a pandemia.

Quarta-feira passada (14) o governador Doria determinou a suspensão do home office e o retorno ao trabalho presencial de funcionários públicos estaduais.

A decisão reforçou a medida da Unicamp expressa na Resolução 49/2021, publicada em 11/06, que institui medidas adicionais, emergenciais e temporárias frente à pandemia.

Desde então, a Unicamp tem pressionado pela retomada das atividades, ainda mais que o governo Estadual determinou que as aulas presenciais nas universidades e nas escolas de ensino técnico começarão a partir de 02/08.

Para justificar que as condições serão seguras o gestor exige testagem para detecção de Covid-19, treinamento sanitário e assinatura de termo de ciência e responsabilidade a ser entregue à chefia.

O fato é que essas garantias não trazem segurança ao funcionário. Pior, ao assinar o termo o servidor assume a responsabilidade de ser expor aos riscos de contaminação eximindo a Unicamp das suas responsabilidades. Um absurdo!

Plenária exige trabalho seguro

Como a situação da pandemia ainda é muito grave, por conta do surgimento de novas cepas da Covid-19 e baixa cobertura de vacinação, a plenária referendou a posição do STU de que o atual momento ainda exige a manutenção do trabalho remoto (home office).

Foi reafirmado que é obrigação da Unicamp oferecer condições sanitárias seguras, bem como, os EPIs (máscaras, uniformes etc.) conforme a especificidade e complexidade do trabalho.

A plenária reforçou ainda a orientação do Sindicato de que o funcionário não assine o termo de responsabilidade expresso na GR 49/2021. E caso o funcionário seja pressionado a assinar, deve procurar a entidade imediatamente.

Entre outros encaminhamentos ficou decidido que:

  • A Unicamp priorize a manutenção do trabalho à distância (home office) para evitar exposição à contaminação do funcionário seja no trajeto ou unidade de trabalho. E, em caso de trabalho presencial, que ofereça condições sanitárias adequadas e se responsabilize pela fiscalização dessas questões.
  • A Unicamp deve oferecer, aos funcionários que desejarem, o acompanhamento médico e/ou psicológico conforme as especificidades e complexidade do trabalho desenvolvido, especialmente, aos que se contaminaram pela Covid-19.
  • As unidades com condições de produzir álcool em gel possam fazê-lo para distribuição interna nas unidades.
  • O STU deve buscar observar as questões jurídicas e de saúde para garantir que a Unicamp ofereça acompanhamento aos funcionários que já se contaminaram e que necessitam de cuidados adequados, sejam de ordem psicológica ou médica por conta das sequelas adquiridas. Além de garantir, caso necessário, a readaptação adequada no caso do retorno ao trabalho.
  • O STU deve cobrar o levantamento dos dados a respeito das condições de trabalho, condições dos trabalhadores em situação de risco de contaminação, situação dos contaminados e como tem sido os encaminhamentos em caso de abertura de CAT para Covid-19. Reforçando a necessidade da Unicamp manter a transparência em relação a situação dos funcionários em contexto de pandemia.

Comissão para estudar melhores práticas

Foi criada uma comissão para estudar as diretrizes que estão sendo tiradas pelas unidades com intuito de propor um documento que oriente os funcionários, seja em home office ou presencial, para as melhores práticas observando a especificidade das condições de trabalho.

O objetivo é orientar o trabalhador sobre os seus direitos e deveres, sem eximir a Unicamp das suas responsabilidades de garantir um trabalho seguro.

Essa comissão é formada por diretores do STU, representantes eleitos da CIPA e funcionários da base classificados por áreas de trabalho da Universidade.

Na próxima quinta-feira (29), às 10h, a comissão irá se reunir para iniciar os trabalhos.

porFernanda de Freitas

#24J Campinas | Dia Nacional pelo Fora Bolsonaro

Neste sábado (24) protestaremos contra esse governo genocida porque não aguentamos mais a situação em que vivemos. Para todos os lados vemos miséria, desemprego, morte e desmonte, isso não pode continuar.
Por isso, as centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais convocam a população indignada a ir para as ruas.
Vamos pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para que dê andamento aos pedidos de impeachment. E exigir vacina, auxílio de R$ 600 até acabar a pandemia, fim das privatizações e a defesa da Educação.
As manifestações ainda são contra a Reforma Administrativa (PEC 32), o desmonte dos serviços públicos e os ataques aos povos originários.

Bloco dos Servidores

Em Campinas vamos montar uma ala dos/as trabalhadores/as da Unicamp para participar do ato às 10h, no Largo do Rosário.

Procure a Perua de Som do STU para pegar os materiais de divulgação e se integrar ao Bloco do STU na luta em defesa da Educação, Saúde e Serviços Públicos.

Nossa última assembleia (13/07) orientou a participação nas atividades do Fórum dos Servidores Públicos das Centrais Sindicais, que junto ao Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) e à Fasubra apontam um calendário conjunto de luta para enfrentar e derrotar a destruição dos serviços públicos no país.

Das ruas não sairemos enquanto esse governo genocida não cair.
Vem pro ato de máscara (PFF2, de preferência), álcool em gel na mão e respeitando o distanciamento social.

📌 QUEREMOS:

  • Vacina já e pra tod@s;
  • Em defesa do SUS;
  • Auxílio emergencial acima de 600 reais;
  • contra a Reforma Administrativa (PEC 32);
  • contra a Reforma Tributária;
  • contra a privatização da Eletrobras;
  • contra a privatização dos Correios;
  • contra a privatização da Petrobras;
  • contra os cortes na Saúde e Educação;
  • pelos direitos dos trabalhador@s;
  • pela anulação da Reforma Trabalhista;
  • pela anulação da Reforma da Previdência;
  • pela anulação da EC 91;
  • pela anulação da Lei de Terceirização.

LEVE SEU ALIMENTO NÃO PERECÍVEL E OU MATERIAL DE HIGIÊNE, PARA DOAÇÃO: haverá bancas recolhendo as doações para salvar as vidas das famílias em necessidade.

porFernanda de Freitas

Assembleia repudia desmonte do estado brasileiro, manifesta solidariedade às famílias vítimas da Covid-19 e reafirma luta contra o racismo

Assembleia Geral Virtual – 13/07/2021

Indignados com as atrocidades que estão sendo cometidas pelo governo Federal, terça-feira passada (13), nossa Assembleia Geral decidiu tirar um posicionamento firme expresso através das moções de solidariedade pelo luto das famílias brasileiras vítimas da Covid-19; de luta contra a Privatização da Eletrobras e o sistema de produção de energia do país e contra a Privatização dos Correios.

Foi aprovada também uma Moção de Repúdio à declaração racista e preconceituosa do vereador de São Paulo, Arnaldo Faria de Sá.

As moções foram encaminhadas ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, ao Líder de Governo Bolsonaro, aos líderes partidários da Câmara dos Deputados e à presidência da Câmara Municipal de São Paulo, respectivamente.

Confira as moções completas:

porFernanda de Freitas

Moção de Luto e Indignação pelas vítimas da Covid-19

Os trabalhadores e as trabalhadoras reunidos em Assembleia Geral, terça-feira passada (13), aprovaram moção de luto e indignação pela falta de políticas públicas para conter a crise sanitária e proteger a vida de milhares de cidadãos e cidadãs que perderam suas vidas para a Covid-19.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE LUTO E INDIGNAÇÃO

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em Assembleia Geral, em 13/07/2021, manifestam seu profundo pesar e indignação pelas 540 mil mortes de brasileiros pela Covid-19.

Como se não bastasse o negacionismo do governo Bolsonaro e a ausência de políticas que pudessem frear o avanço do vírus pelo país, além do descaso que deixou milhares de mortes sem ter acesso ao atendimento adequado e muitos morrendo por falta de oxigênio, a notícia que por trás do discurso negacionista havia negociatas para compra de vacinas, revelou o caráter perverso e corrupto do governo Bolsonaro e de uma casta de militares que lá atuam.

Os trabalhadores da Unicamp se solidarizam e se comovem com a dor de todos que perderam familiares e amigos.

Em especial na Unicamp, onde trabalhadores da saúde faleceram no combate à pandemia e trabalhadores terceirizados no Restaurante Universitário também morreram.

Esse momento de crise sanitária mostrou o quanto são importantes a ciência e as instituições públicas na defesa do povo e do país.

O governo Bolsonaro e o governo Dória, aqui no estado de São Paulo, nas suas sagas neoliberal atuam para desmontar e privatizar essas instituições.

Dória só não privatizou o Instituto Butatan porque não deu tempo!

O momento ainda é de luta contra a pandemia, que ressurge com a força das novas Cepas da Covid-19 em várias partes do mundo e que no Brasil não arrefeceu, matando mais de 1,5 mil todos os dias. Por isso é preciso combater o discurso do retorno à normalidade. Enquanto não tiver coletivamente mais da metade da população vacinada com as duas doses e as condições sanitárias asseguradas, não existe ambiente para normalidade.

Seguiremos firmes, pressionando para que tenha vacina para todos com rapidez e que os responsáveis pelas ações que negaram vacinas ao povo brasileiro sejam punidos.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

Moção de Repúdio à Privatização dos Correios

Indignados com as atrocidades que estão sendo cometidas pelo governo Federal, os trabalhadores presentes à assembleia virtual, terça-feira passada (13), decidiram se posicionar contra a privatização dos Correios e Telégrafos.

A moção aprovada pela categoria foi encaminhada aos líderes partidários da Câmara dos Deputados.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE REPÚDIO À PRIVATIZAÇÃO DOS CORREIOS

Está na pauta da Câmara de Deputados e pode ser votada a partir de agosto a privatização dos Correios e Telégrafos.

Os Correios tiveram sua origem no Brasil em 25 de janeiro de 1663. Ele sempre foi motivo de orgulho e de integração nacional.

Mas o governo entreguista do Bolsonaro não quer que sobre nada público. O correio é uma empresa lucrativa e tem o monopólio da correspondência postal, nas demais modalidades de encomendas concorre com o mercado e se destaca pela credibilidade.

Mesmo sendo um símbolo importante de soberania e de garantia de serviços democratizados para todas as regiões, o governo quer vender os Correios.

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em Assembleia Geral realizada em 13/07/2021, repudiam à privatização dos Correios e solicita às lideranças partidárias que se posicionem contrários a essa privatização.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

Moção contra a Privatização da Eletrobras

Indignados com as atrocidades que estão sendo cometidas pelo governo Federal, os trabalhadores presentes à assembleia realizada terça-feira passada (13) decidiram tirar um posicionamento firme contra a privatização do sistema Eletrobras.

A moção aprovada pela categoria foi encaminhada ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e ao Líder de Governo Bolsonaro.

Confira abaixo à integra do documento.

MOÇÃO DE REPÚDIO À PRIVATIZAÇÃO SISTEMA ELETROBRAS

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia em 13/07/2021 repudiam a decisão do Congresso que foi sancionada pelo governo Bolsonaro que permite a privatização da Eletrobras.

A Eletrobras surgiu em 1962 com o papel de coordenar todo sistema elétrico brasileiro, num país carente de energia e com distribuição muito desigual.

As empresas públicas do setor elétrico já vem sendo alvos dos ataques de vários governos neoliberais que passaram pelo pais, sobretudo os do PSDB.

Ao avançar sobre a Eletrobras o governo Bolsonaro vai aniquilando o que sobrou de capacidade do Estado brasileiro em coordenar e atuar sobre uma área que é estratégica para o país e para os brasileiros, que trata da geração e distribuição de energia.

Nosso repúdio a essa decisão antinacional e que compromete o presente e o futuro do país e do seu povo.

SINDICATO DOS TRABALHADORES DA UNICAMP

porFernanda de Freitas

21/07 – 10h | Plenária discute diretrizes para retomada ao trabalho

Nesta quarta-feira (21), às 10h, tem Plenária Virtual para discutir a GR 49/2021, que propõe o retorno para imunizados pela 2ª dose de acordo com os protocolos definidos a partir do Comitê Gestor da Pandemia.

🎯 Link de Acesso: https://meet.google.com/szd-inva-thh

  • ✅ Ou disque: ‪(BR) +55 31 3958-9617 PIN: ‪407 603 586#
  • ✅ Outros números de telefone: https://tel.meet/szd-inva-thh?pin=7609643883256

Os trabalhadores além de não concordarem com o Termo de Ciência imposto pela reitoria, já manifestaram muita dúvida sobre o retorno num ambiente em que novas cepas da Covid-19 tem surgido e há um debate em curso sobre a eficiência e a qualidade dos equipamentos de proteção em relação a essas variantes.

Essa plenária é fruto da decisão da assembleia realizada dia 13/07 que indicou a continuidade do debate e a formação de uma comissão que se dedicasse a esse assunto com mais profundidade.

Em 28/06, o STU manifestou seu posicionamento em relação a GR 49/2021 da que trata de medidas adicionais frente à pandemia. Confira a Nota do Sindicato completa.

porFernanda de Freitas

Cruesp diz NÃO ao reajuste na data-base

Foi a primeira vez que uma reunião do Cruesp com o Fórum das Seis foi transmitida on-line e mais de 1000 trabalhadores da USP, Unicamp e Unesp puderam acompanhar a reunião.

Print da Sala Virtual da Reunião de Negociação entre Cruesp e Fórum das Seis (Créditos: Adusp).

Mas qual foi a resposta dos reitores à pauta do reajuste, ao plano de reposição das perdas e a elevação do piso na carreira?

Não!

Utilizaram uma boa parte da reunião para justificar, através dos procuradores das três universidades, que o entendimento das Procuradorias Geral era de que a Lei Complementar 173 impede reajustar salários ou quaisquer benefícios, também nas Universidades Públicas Paulistas. A lei vigora até 30 de dezembro de 2021.

O Fórum já tinha colocado argumentos contrários, reforçando que as universidades têm autonomia e, além disso, apresentou uma série de pareceres e manifestações de Tribunais de Contas dos Estados que têm outro entendimento.

Mas diante dessa reposta, então, qual seria o próximo passo do Cruesp para discutir as perdas salarias que vem corroendo, desde maio/2012, nossos salários já acumulam 29,81%, numa situação em que os preços estão pela hora da morte?

NENHUMA, discussão sobre plano de reposição, nem para pagar em 2022, quando a Lei 173 perde seu efeito.

Sem argumentos os reitores da USP e Unesp entraram numa linha de provocar as entidades, desrespeitando a pauta da reunião e o Fórum das Seis.

O reitor da Unicamp, Tom Zé, se limitou a dizer que vai promover processos de progressão e promoção na carreira de técnicos e docentes nesse ano, mas que o gasto com as promoções vai acontecer só em 2022.

Reitores não querem se comprometer com nada

A reunião terminou sem sequer o Cruesp discutir o plano de retorno das atividades nas universidades com segurança sanitária.

Diante desse cenário nos resta construir os processos de mobilização e derrotar essa postura arrogante dos reitores, que se aproveitam de um momento de fragilidade em função da pandemia para impor mais arrocho, numa situação em que as três universidades estão fazendo caixa com dinheiro dos nossos salários. Essa postura enfraquece a autonomia das universidades e vai exigir resposta da comunidade.

porFernanda de Freitas

Acordo Coletivo da Saúde é protocolado na Procuradoria Geral da Unicamp

Hoje (15) à tarde o STU protocolou na PG (Procuradoria Geral) da Unicamp o Acordo Coletivo das/os Trabalhadoras/es da Área da Saúde.

Marcílio, Margarida e Kiko (STU) com a Procuradoria Geral

Esta é a quarta edição do documento, que estabelece normas e diretrizes de trabalho para os profissionais do Complexo Hospitalar da Universidade.

Agora é aguardar o retorno da procuradoria a respeito do documento .

O primeiro acordo, assinado em 2007, foi fruto da conquista da greve das/os trabalhadoras/es da Saúde, em 2006, que reivindicava a regulamentação da jornada, entre outras demandas.

 “Esse acordo tem que ser respeitado, o que está nele é o que vale, não tem outras interpretações como acontece algumas vezes. E é sempre baseado nesta acordo que o Ministério Público do Trabalho tem se pautado quando algumas questões, principalmente, relacionadas à jornada de trabalho chegam até lá. É um documento bastante importante no sentido de que os trabalhadores da área reconheçam e entendam essa luta e o que significa a assinatura desse acordo com a reitoria”, explica Margarida Barbosa, diretora do STU e funcionária do CAISM.

O acordo coletivo tem força de lei, tanto que o MPT (Ministério Público do Trabalho) media as tratativas entre o Sindicato e a Universidade e também se orienta, fiscaliza e regulamenta as condições de trabalho conforme estabelece o documento firmado entre as partes.

Ampliação das garantias

Nesta nova edição, revisada pelo STU, foi acrescido diretrizes sobre descanso, uniforme privativo, liberação para estudo, democratização das eleições para direção dos hospitais, dimensionamento de pessoal, respeito às representações de funcionários (como Cipa, CR, diretoria do STU etc.), além do aperfeiçoamento das normas que regulamenta a jornada de trabalho e as medidas de proteção à vida.

As novas regras que compõem o Acordo Coletivo resultam de discussões em plenárias virtuais organizadas pelo STU, em maio e junho deste ano, com a participação dos trabalhadores da Área da Saúde.

O documento é um importante instrumento de luta para garantir as condições de trabalho adequadas. Agora, cabe aos profissionais o compromisso de segui-lo e exigir seu cumprimento, sabendo que contam com o respaldo do STU e do MPT.

Denúncias / Queixas

O acordo deve ser utilizado pelos trabalhadores sempre que tiver alguma dúvida em relação aos seus direitos trabalhistas.

Qualquer problema em relação às condições de trabalho na Área da Saúde, formalize sua queixa ou denúncia, de forma sigilosa, ao sindicato pelo e-mail [email protected] ou WhatsApp (19) 99744-4890.

Em breve o documento estará disponível na íntegra.

porFernanda de Freitas

Manifesto Convocação | Encontro Nacional contra a PEC 32

Centrais Sindicais e entidades de servidores públicos lançam a campanha e respectivo site intitulados “Contra a PEC 32”.

Entre as iniciativas da campanha está a organização do “Encontro Nacional contra a Reforma Administrativa”, que será realizado nos dias 29 e 30 de julho deste ano.

O objetivo do encontro é organizar a nossa mobilização nacional para derrubar a Reforma Administrativa de Bolsonaro que desmonta o serviço público e retira direitos dos servidores públicos brasileiros.

É extremamente importante se integrar a essa luta e participar das discussões propostas na campanha que está alinhada com as iniciativas nacionais que já estão em curso pela Fasubra e Fonasefe.

Fique de olho no site “Contra a PEC 32 para participar da luta em defesa do serviço público e dos nossos direitos, clique aqui.

Confira abaixo o Panfleto de Convocação das Plenárias Estaduais e Nacional preparatórias para o encontro nacional.

Calendário de atividades

1ª ETAPA – MOBILIZAÇÃO LOCAL – de 09 a 18 de julho

Realizar eventos municipais e locais (reuniões, assembleias, debates, entre outros) para analisar os impactos da PEC 32. Essas atividades devem propor e encaminhar atividades e iniciativas de mobilização local.

2ª ETAPA – PLENÁRIA ESTADUAL – de 19 a 25 de julho

Realizar Plenárias Estaduais unitárias que reúnam representantes locais para organizar e planejar as mobilizações no estado.

Criar e instalar um Fórum Estadual unitário dos servidores públicos para articular as mobilizações nos Estados e fazer trabalho junto aos parlamentares.

3ª ETAPA – ENCONTRO NACIONAL – 29 e 30 de julho

Dia 29/07 – 19h – Evento Político (Live).

Dia 30/07 – 9h – Plenária Nacional de organização do Plano Nacional de Mobilização.

– 17h – Evento Nacional, com live de lançamento do Plano Nacional de Mobilização.

4ª ETAPA – MANIFESTAÇÃO EM BRASÍLIA – 03 de agosto

– Ato Nacional em agosto (data a definir).

Fonte: Site Contra a PEC 32

porFernanda de Freitas

MOBILIZAÇÃO 15/07 | Passo a passo para acompanhar a negociação da data-base 2021

Vamos nos mobilizar e paralisar as nossas atividades contra o arrocho salarial e em defesa da vida!

Dia 15 de Julho teremos a reunião de negociação entre o Fórum das Seis e o Cruesp. Será a primeira vez que poderemos acompanhar a reunião ao vivo e conhecer o posicionamento dos reitores em relação à nossa campanha salarial.

AGENDA DE MOBILIZAÇÃO – TRANSMISSÃO AO VIVO (15/07)

10h – Acompanhe a transmissão ao vivo da negociação entre Fórum das Seis e Cruesp no link abaixo:

Logo após a reunião, haverá uma conversa com os dirigentes das entidades sindicais, que também poderá ser acompanhada pelas comunidades universitárias das três universidades.

A sala virtual do Zoom tem limite de capacidade, caso não consiga entrar, assista pelo YouTube da AduspSSind.

Como instalar o Zoom Meetings

Para assistir a reunião pelo Zoom Meetings é preciso baixar o aplicativo no celular, tablet, notebook ou computadores… Clique aqui para baixar o aplicativo Zoom.

Após baixar e instalar o aplicativo faça o seu registro, é simples, rápido e grátis. Você pode usar sua conta do Google ou do Facebook, por exemplo.

COMO SE MOBILIZAR?

Home Office: pare suas atividade e entre na sala virtual do Fórum das Seis para acompanhar a transmissão da negociação ou assista pelo YouTube da AduspSSind.

Trabalho Presencial: se mobilize usando a faixa preta do STU no braço em sinal de luta pela data-base e luto pelas vítimas da Covid-19.

Aproveite e faça uma foto sua em frente ao computador (home office) ou na unidade com a faixa preta no braço para mostrar que está mobilizado.

Envie a foto para o WhatsApp/STU (19) 99744-4890 com o seu nome e unidade para publicarmos.

Se você publicar a foto, marque o Facebook do STU [@stu.unicamp].

A participação de todos é essencial para mostrar a força da nossa categoria!