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porFernanda de Freitas

04/10 todos na USP: paralisação contra o arrocho salarial

Ato Conjunto cobra do Cruesp respeito à negociação com as entidades

O Fórum das Seis está organizando um Ato Conjunto, na próxima segunda-feira (4), às 10h, na USP, para cobrar que o Cruesp retome a negociação da nossa Campanha Salarial agendando a reunião do GT Salarial, responsável por discutir as perdas salariais e a valorização dos níveis iniciais da carreira.

A nossa última assembleia (29) aprovou uma paralisação para participar desse ato.

O STU se juntou à Adunicamp e está organizando uma caravana para a USP.

Se você quer participar, envie para nós o seu nome completo e RG para que seja garantida a vaga no ônibus e os materiais para assegurar as condições sanitárias. Anote o nosso contatos: e-mail: [email protected] / WhatsApp: (19) 99744-4890.

A caravana deve sair por volta das 8h da manhã, em local a ser confirmado.

Reitores dão desculpa para prolongar o arrocho salarial

Os reitores se utilizam da Lei Complementar 173 para não conceder reajuste e correção dos demais benefícios, além de outros direitos.

O Fórum das Seis cobrou dos reitores uma negociação que garantisse a correção imediatamente, após a Lei 173 sair de cena provavelmente em janeiro 2022.

O reitor não tem negociado, mesmo que o comprometimento com a folha de pagamento tenha caído para cerca de 70% do orçamento, um dos mais baixos da história.

Fortaleça a nossa luta contra o arrocho salarial, se inscreva na nossa caravana pra USP.

porFernanda de Freitas

Sábado (2) vamos às ruas pelo #ForaBolsonaro

Neste sábado (2) o povo volta às ruas do Brasil inteiro para derrubar Bolsonaro. Vamos denunciar o descaso na pandemia da Covid-19, que levou à morte mais de 590 mil pessoas, e lutar contra as privatizações, o desmonte dos serviços públicos, a retirada de direitos, o empobrecimento da classe trabalhadora.

Pode ser uma imagem de 2 pessoas, pessoas em pé e texto

Estaremos concentrados no Largo do Rosário, a partir das 9h, com o Bloco do STU, defendendo os serviços públicos e a Educação e cobrando a derrubada da PEC 32, do PLC 26 do Doria e do confisco aos aposentados e pensionistas estaduais paulistas, entre outras pautas.

Às 11h está prevista a saída dos ônibus do Largo do Rosário rumo ao Ato Conjunto no MASP, em São Paulo.

Os trabalhadores da Unicamp que quiserem participar da mobilização em São Paulo deve enviar seu nome para a Secretaria do STU pelo e-mail [email protected] ou envie mensagem para o WhatsApp (19) 99744-4890.

Programação – Sábado (02/10)

  • 9h – Largo do Rosário: Concentração da Manifestação
  • 11h – Largo do Pará: Saída dos Ônibus para participar da Manifestação no MASP/SP
  • 13h – MASP em SP: Ato Conjunto
porFernanda de Freitas

Há mil dias no poder, Bolsonaro coleciona mentiras e casos de violações aos direitos humanos

Anistia Internacional reuniu 32 casos de violações aos direitos humanos cometidas por Bolsonaro desde sua posse

Eleito com um discurso abertamente contrário aos direitos humanos, Jair Bolsonaro (sem partido) e sua agenda política tem representado um risco à sobrevivência de diversos grupos sociais.

É o que aponta a Anistia Internacional Brasil no documento “1000 dias sem direitos – As violações do governo Bolsonaro”. A organização catalogou, desde a posse do presidente, um total de 32 situações que levaram a violações de direitos humanos por parte do Governo Federal.

O negacionismo, a omissão de dados, e a falta de assistência aos profissionais de saúde estão entre as violações catalogadas em meio à crise sanitária e econômica no país, que teve início em março de 2020. 

Também é lembrado pela Anistia a falta de um plano de vacinação efetiva para as populações tradicionais. 

Ao longo da crise, tanto a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), como a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) tiveram que recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pleitear medidas de proteção à saúde básicas para essas populações. 

Como resultado, planos emergenciais foram criados pelo Governo Federal, mas poucas medidas concretas foram adotadas.

A organização também pontuou como violações as reverências públicas do capitão reformado e seus ministros ao período militar.

Dias antes do 55º aniversário do Golpe Militar, em março de 2019, Bolsonaro declarou que a ocasião deveria ser celebrada. O Planalto chegou a divulgar um um vídeo exaltando a data.

Em junho de 2019, exonerou, por meio do Decreto 9.831, os 11 membros do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, que monitora as violações nos presídios e sistema socioeducativo. 

Apenas um mês depois, atacou Fernando Santa Cruz, desaparecido no período militar. O militante é pai de Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e opositor político de Bolsonaro. 

Já em abril de 2020,  Bolsonaro compareceu ao Quartel-General do Exército, em Brasília, para participar de ato em favor da intervenção militar. 

Entre outras ações e manifestações de Bolsonaro levantados pela Anistia, estão: o afrouxamento no controle de armas no Brasil, a partir de decretos federais, especialmente em áreas rurais; o conjunto de intimidações e agressões verbais em sua relação com a imprensa; as ameaças ao estado de direito em atos públicos; a perseguição às organizações não governamentais (ONG´s) e os discursos falaciosos realizados por Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU – que chegou a culpar os próprios indígenas pelos incêndios e a devastação da Amazônia. 

Em meio a este cenário, na próxima sexta-feira (1), um manifesto assinado por 11 personalidades que chefiaram a pasta de Direitos Humanos nos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Roussef (PT), será lançado em evento do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP).

O objetivo do documento, para além da denúncia dos discursos de ódio de Bolsonaro,  é defender a institucionalidade da política de Estado dos direitos humanos, desmontada após o ingresso da extrema direita ao poder.

Institucionalizada pela extinta Secretaria de Estado de Direitos Humanos, em 1996, a pasta guiou mudanças drásticas na estrutura política brasileira no período de redemocratização – ainda marcada pelos resquícios autoritários da ditadura.

Fonte: Brasil de Fato (Foto: Carolina Antunes/Presidência da República)

porFernanda de Freitas

Na cola do Bolsonaro, Doria promove massacre em nossa aposentadoria

Pegando carona nas medidas que promovem o desmonte do serviço público, o governador Doria publicou recentemente o Decreto 65.964, de 27/8/2021, que regulamenta a Reforma da Previdência Paulista (LC 1.354/2021).

Atento a mais uma proposta que visa aniquilar os direitos dos servidores públicos, o Fórum das Seis já está analisando o documento e se articulando junto à Frente Paulista em Defesa do Serviço Público.

Por ora, as entidades apontam a necessidade de reunião conjunta dos jurídicos e das áreas de comunicação para um melhor direcionamento da luta.

Possivelmente, será sugerida uma agenda com conselheiras/os do SPPREV e será verificada a possibilidade de uma manifestação pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

As entidades analisarão ainda a possibilidade de realizar uma manifestação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, na data em que ocorrer o retorno às atividades presenciais dos deputados.

O STU já manifestou repúdio a qualquer tipo de desconto ou redução de direitos nas aposentadorias e pensões de servidores estaduais. Estamos atentos e, se preciso, tomaremos as medidas cabíveis.

Clique aqui para conferir Decreto 65.964, de 27/8/2021

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral Virtual de 9/9, às 10h, vai discutir retorno ao trabalho

A assembleia de quarta-feira (1) apontou a necessidade de mobilização para que a reitoria negocie com as entidades a política de retorno ao trabalho presencial e ações contra a PEC 32, que trata da Reforma Administrativa.

Apesar da manifestação do STU e do documento encaminhado à coordenadoria geral da Unicamp, dia 25/08, com a posição da assembleia sobre o retorno ao trabalho presencial, a reitoria tem ignorado a discussão e encaminhado o processo de retomada sem as devidas garantias cobradas pelos trabalhadores.

Pior, fará uma celebração dia 13 para marcar o retorno, desconsiderando que ainda vivemos uma pandemia que mata quase 1 mil pessoas todos os dias por Covid-19.

Não há garantias que a nova variante Delta, a mais grave em circulação, não se irradie pelo país. Para o STU o momento é de cautela e de luto, não de celebração.

E tem mais, a reitoria prepara uma nova portaria flexibilizando ainda mais as exigências sanitárias, como por exemplo, liberando o uso geral do fretado, alterando as regras sobre áreas ventiladas e convocando funcionários que estão no grupo de risco.

Reitoria ignora perigo de contaminação

O STU reafirma o documento aprovado em assembleia que orienta:

  • Priorizar o trabalho remoto (virtual), até que a pandemia esteja controlada;
  • Não assinar nenhum termo de responsabilidade em relação ao retorno porque as relações de trabalho e as responsabilidades das partes já estão asseguradas no contrato de trabalho e na legislação trabalhista;
  • Negociação Já dos termos do retorno ao trabalho presencial.

Defendemos que a Unicamp garanta todas as condições sanitárias para que o retorno seja gradual e seguro, sem flexibilização das regras sanitárias.

Venha pra Assembleia Geral Virtual dia 9 (5ª feira), às 10h, discutir a nossa mobilização contra esses absurdos.

Link de Acesso: https://meet.google.com/sjz-gbou-gbx

porFernanda de Freitas

CIPA divulga mapeamento sobre segurança do trabalho na pandemia

Hoje à tarde (3), a CIPA apresentou o Relatório sobre o Mapeamento da Segurança do Trabalho de Servidores(as) da/na Unicamp no Contexto da Pandemia de Covid-19.

O documento aponta o perfil dos servidores, as estruturas físicas dos ambientes de trabalho presencial e remoto, meio de transporte para deslocamento até o local de trabalho, percepções sobre a saúde mental dos trabalhadores e a atuação da CIPA, entre outros temas.

Com 81 páginas o relatório aponta dados importantes que a Universidade precisa olhar sobre as condições de trabalhado durante a crise sanitária.

Confira abaixo o documento na íntegra ou clique aqui para baixá-lo.

porFernanda de Freitas

Grito dos Excluídos e das Excluídas em Campinas

O 7º Grito dos/as Excluídos/as de Campinas e Região está sendo organizado por entidades sindicais, partidos, centrais, movimentos e frentes populares, conforme as orientações da Plenária Nacional do Grito.

No Dia da Independência, por todo o país, vamos lembrar que a “vida deve estar em primeiro lugar” com o tema “Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda já”.

Como na Greve Geral, de 18/08, estaremos com o Bloco do STU defendendo os serviços públicos e o fim da PEC 32, do PLC 26 e do confisco aos aposentados e pensionistas.

Nosso ato começa a partir das 9h, no Largo do Pará, no Centro de Campinas.

Vem com a gente!

Confira abaixo a Nota da Coordenação Nacional do Grito dos Excluídos e das Excluídas

Nesses 27 anos de história, o Grito dos Excluídos e das Excluídas mudou a cara do 7 de Setembro e da Semana da Pátria, chamando o povo para descer das arquibancadas dos desfiles cívicos e militares e participar, ativamente, na luta por seus direitos, nas ruas e praças, nos centros e nas periferias de todo o Brasil. Para ecoar seus gritos de denúncia e de anúncio de um projeto de país mais justo e igualitário, na defesa da dignidade da vida em primeiro lugar.

Estar nas ruas é um ato democrático e, na Semana da Pátria, é um tempo favorável para seguirmos firmes nessa defesa.

O Grito dos Excluídos e das Excluídas é um processo de construção coletiva, é muito mais que um ato. Por isso, nossa luta não se encerra no dia 7 de Setembro.

Nossa luta é uma maratona, não é uma corrida de 100 metros. O Grito é uma manifestação popular carregada de simbolismo, espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas da população mais vulnerável.

Estamos vivendo um momento de crises – social, ambiental, sanitária, humanitária, política e econômica – sobretudo causadas pela ação nefasta de um governo genocida, negacionista e promotor do caos que visa principalmente destruir, de qualquer forma, a democracia e a soberania do nosso país.

O QUE NOS MOTIVA A GRITAR EM 2021?

= As quase 580 mil mortes pela COVID-19, muitas das quais poderiam ter sido evitadas;

= A corrupção na negociação de compra e distribuição das vacinas contra a COVID-19 (CPI);

= O desmonte da saúde pública (SUS);

= A carestia e a fome que voltaram com tudo e assolam as camadas empobrecidas da população;
= O desemprego;

= O desvio do dinheiro público, através do orçamento federal, para o pagamento de juros da dívida pública, ao invés de investir em políticas sociais;

= A falta de moradia, que se agrava com os despejos criminosos;

= A não demarcação das terras indígenas e o grito profético dos povos indígenas dizendo “Não ao Marco temporal”;

= A denúncia contra o tratamento dado aos povos em situação de rua, sejam de qualquer origem, migrantes e refugiados ou deslocados internos, que lutam e resistem por dignidade e cidadania universal no Brasil;

= A cultura do ódio disseminada pelo governo federal e seus aliados que ataca e retira os direitos humanos de mulheres, LGBTQUIA+, negros/as, dos povos originários – Indígenas e Quilombolas, das pessoas portadoras de deficiência, do/as trabalhadores/as, dos setores excluídos da sociedade.

Não podemos ficar indiferentes a essa realidade que atenta contra a vida do nosso povo, porque acreditamos que é possível e necessária a construção de um outro modelo de sociedade!!!

VAMOS À LUTA, POR UM PAÍS VERDADEIRAMENTE INDEPENDENTE!

Sem genocídio da população pobre, negra e indígena, com justiça social e oportunidades para que o nosso povo volte a sonhar e ter orgulho de ser brasileiro.

Haverá atos e manifestações conjuntas, do 27º Grito dos Excluídos e das Excluídas com a Campanha Fora Bolsonaro, em todo o Brasil, de forma presencial, onde for possível, e de forma virtual pelas redes sociais.

ORIENTAÇÕES SANITÁRIAS E DE SEGURANÇA DURANTE AS MANIFESTAÇÕES:

● Manter o distanciamento social recomendado pela OMS e o uso de máscaras e álcool gel;

● Carregar sempre água suficiente para se hidratar durante os atos;

● Não responder às provocações de grupos bolsonaristas;

● Estar sempre em grupos, sobretudo na chegada e na dispersão dos atos;

● Evitar o confronto direto e indireto, manter o foco no tema e lema do Grito;

● Pensar e organizar a segurança durante o processo de construção e realização das atividades (criar grupos de coletivos de advogados/as com o objetivo de garantir proteção jurídica para os/as militantes nas ruas);

● Em caso de abordagem policial, manter a tranquilidade para evitar confronto direto, informando que o ato é pacífico e democrático;

● Em casos de violência, se possível, aproxime-se de pessoas que possam filmar ou fotografar o ocorrido, para servir de prova testemunhal.

Participe!!!!

porFernanda de Freitas

GR 49/2021 | Trabalhadores defendem a manutenção do trabalho remoto

Quinta-feira passada (25) o STU solicitou à Coordenadora Geral da Universidade, Maria Luiza Moretti, uma reunião com urgência para tratar da GR 49/2021, que institui medidas adicionais, emergenciais e temporárias a respeito do retorno ao trabalho presencial nos campi.

Com esse pedido seguiu o documento elaborado pela comissão do STU com a posição dos trabalhadores, aprovada em assembleia. Confira abaixo o documento na íntegra.

porFernanda de Freitas

GREVE GERAL #18A | Programação Campinas

Atualização 18/08/2021 – 18h45

Nesta quarta-feira (18) acontece o Dia Nacional de Greve e Luta dos Servidores Públicos.

Nossa última assembleia indicou, entre várias ações, a construção de ações conjuntas com a ADunicamp dentro e fora da Unicamp.

Às 10h tem ato semipresencial do STU, em frente à reitoria, contra a Reforma Administrativa (PEC 32), o PLC (Projeto de Lei Complementar) 26/2021 do Doria, o confisco de aposentados e pensionistas, o arrocho salarial e pelo #ForaBolsonaro.

E às 16h, vamos nos juntar aos demais categorias da região no ato que acontece no Largo do Rosário – Centro de Campinas.

O Fórum das Seis aprovou a paralisação e uma Plenária Virtual para que as comunidades da Unicamp, USP e Unesp possam se manifestar num ato conjunto ao vivo.

A Plenária Virtual vai rolar das 10 às 12h, pelo Zoom, e será transmitida ao vivo no ato semipresencial que o STU está preparando.

Programação

  • 10h: Ato Semipresencial do STU (em frente à reitoria da Unicamp)
  • 10 às 12h: Plenária Virtual do Fórum das Seis
  • 16h: Concentração para o Ato #ForaBolsonaro Campinas (Largo do Rosário – Centro/Campinas)

ACESSO À PLENÁRIA VIRTUAL DO FÓRUM DAS SEIS (PLATAFORMA ZOOM)

https://us06web.zoom.us/j/86483464172?pwd=RjF0NHYwZkZVS2xnazhSa0RtQ0U2UT09
ID da reunião: 864 8346 4172
Senha de acesso: 963274
Se você não puder comparecer ao ato do STU, participe da plenária e fortaleça os protestos virtuais!

porFernanda de Freitas

O PLC 26 vai piorar ainda mais a sua vida

Não bastasse os ataques cruéis do Bolsonaro com a Reforma Administrativa, o governador Dória, através do PLC 26, pretende fazer novas mudanças nas carreiras dos servidores públicos estaduais.

A proposta tramita em regime de urgência na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e, se aprovada, poderá entrar em vigor ainda este ano.

Sem debate prévio, o PLC 26 vai alterar nosso regime jurídico ampliando os ataques em curso.
Entre várias mudanças, o projeto:

  1. Retira a correção anual pelo IPC do adicional de insalubridade;
  2. Acaba com o pagamento do adicional de insalubridade durante a licença-prêmio e falta abonada;
  3. Estabelece critérios mais rígidos e menores valores para a concessão do abono de permanência, que ficará condicionado ao pagamento por 12 meses;
  4. Estende a bonificação por resultados a todas as secretarias, baseada em produtividade (as universidades ficam de fora por causa da autonomia universitária);
  5. Revoga a possibilidade do abono de falta, de modo que serão remunerados somente os dias efetivamente trabalhados, ressalvadas as situações previstas em lei;
  6. Põe fim ao pagamento das licenças-prêmio na aposentadoria e falecimento;
  7. Cria a Corregedoria Geral do Estado, como órgão diretamente vinculado ao governador e extingue a Ouvidoria Geral do Estado.

Contratação de Temporários

Outro perigo é a contratação de temporários – professores, agentes de saúde e demais servidores – por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público.

A contratação pode se dar por motivos de calamidade pública, como a crise sanitária que estamos passando no momento ou ainda por greve que “perdure por prazo não razoável” ou que seja considerada ilegal pela Justiça.

Essa medida põe em cheque o nosso direito de greve e, se combinada com a PEC 32, abre margem para demissões e ainda fragiliza a contratação por concurso público.

Se for aprovado, será a terceira redução de direitos. A primeira foi a Reforma da Previdência Estadual e a segunda foi a lei que alterou, entre outros pontos, o plano de saúde gerenciado pelo Iasmpe.

As assessorias jurídicas das entidades do Fórum das Seis estão estudando as medidas cabíveis para barrar esse ataque.

Imagem: Divulgação Carlos Giannazi

porFernanda de Freitas

GREVE GERAL – 18A | Agende a Reunião Virtual na sua Unidade

Estamos agendando as reuniões virtuais de unidade, conforme deliberação da nossa última assembleia.

Então, tanto os membros do Conselho de Representantes do Sindicato, quanto os trabalhadores da base, podem agendar as reuniões e avisar a Secretaria do STU [[email protected]] para providenciarmos as ferramentas digitais, material e acompanhamento do encontro.

As reuniões são fundamentais para fortalecermos a luta contra o arrocho, a PEC 32 e agora contra o PLC 26.

Agende a reunião da sua unidade e informe o STU… é urgente a nossa mobilização!

Para que o dia 18 seja maior, o/a servidor/a da Unicamp precisa parar as suas atividades e vir para a greve!

porFernanda de Freitas

GREVE GERAL | Dia 18/08 tem ato em frente à reitoria para cobrar negociação da pauta

Vamos protestar de manhã na Unicamp e à tarde no Largo do Rosário/Campinas

Dia 18/08 teremos manifestações nas ruas pelo Dia Nacional de Greve e Luta dos Servidores Públicos.

Os servidores públicos vão parar as atividades para protestar contra a PEC 32, da Reforma Administrativa, que pretende acabar com o serviço público, privatizando áreas essenciais como saúde e educação e pelo #ForaBolsonaro.

Em São Paulo, ainda tem a luta contra o PLC 26 do Doria, que traz mais prejuízos aos servidores.

Nossa última assembleia aprovou:

  • A realização de um ato semipresencial em frente à reitoria;
  • A construção de ações conjuntas com a ADunicamp, DCE e APG;
  • Uma campanha massiva com reuniões virtuais de unidade para debater a nossa pauta;
  • Panfletagens na Área de Saúde para conscientizar os usuários dos hospitais.

No dia 18 vamos nos concentrar em frente à reitoria para o ato virtual conjunto com as entidades do Fórum das Seis. À tarde vamos ao Largo do Rosário, no Centro de Campinas, protestar contra os ataques do governo e ameaças à democracia. E também defender o auxílio emergencial de R$ 600, a vacina para todos e mais emprego e renda para a população.

O momento é de unidade e de intensificar a luta pelo fim desse governo criminoso que destrói a vida, a economia e a nação.

Reuniões Virtuais de Unidade

Estamos agendando as reuniões virtuais de unidade, conforme deliberação da nossa última assembleia.
Então, tanto os membros do Conselho de Representantes do Sindicato, quanto os trabalhadores da base, podem agendar as reuniões e avisar a Secretaria do STU [[email protected]] para providenciarmos as ferramentas digitais, material e acompanhamento do encontro.

As reuniões são fundamentais para fortalecermos a luta contra o arrocho, a PEC 32 e agora contra o PLC 26.

Para que o dia 18 seja maior, o/a servidor/a da Unicamp precisa parar as suas atividades e vir para a greve!

É urgente a nossa mobilização!

porFernanda de Freitas

Manifesto Final | Encontro Nacional contra a PEC 32

O “Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Serviço Público contra a Reforma Administrativa”, realizado nos dias 29 e 30 de julho deste ano, aprovou o Manifesto Final a seguir:

porFernanda de Freitas

Assembleia aponta necessidade de defender o Serviço Público e valorizar o servidor

Intensificar a luta contra todas as formas de ataques aos nossos direitos sociais e trabalhistas foi a diretriz tirada na assembleia realizada hoje (10) pela manhã.

Foi reafirmada a participação das trabalhadoras e trabalhadores da Unicamp na Greve dos Servidores Públicos e Dia Nacional de Luta, marcada para 18 de agosto.

A indicação da assembleia é aproveitar a data para pressionar o reitor Tom Zé a se manifestar sobre a negociação da nossa pauta interna. Além de unificar as ações das três universidades paulistas através da construção de um ato conjunto hibrido (presencial e virtual), em frente às reitorias da Usp, Unesp e Unicamp, contra o arrocho e o descaso com a pauta conjunta.

Esquenta

Outra proposta aprovada na assembleia foi a realização de um “esquenta” dias antes da greve.

A ideia é mostrar a responsabilidade de Bolsonaro na destruição de serviços públicos, privatização de estatais essenciais, no aumento do desemprego, na inflação dos preços em geral e na ampliação da fome e da miséria.

Até o dia 18/08 deverão ser construídos vídeos, lives, materiais digitais, reuniões virtuais e panfletagens dentro e fora da Unicamp. Tudo para dar visibilidade a todos os ataques e ainda ampliar o diálogo com a categoria.

Já anota aí que dia 16/08 tem uma Live Estadual para debater os prejuízos da PEC 32.

Direito da população

Foi reafirmada a nossa participação no ato que será realizado no Centro de Campinas em unidade com os demais trabalhadores.

O objetivo é conscientizar a população sobre os perigos do desmonte do serviço público e demonstrar a importância do servidor público não só como um funcionário da sociedade, mas como um defensor dos direitos sociais como Saúde, Educação, Moradia, Cultura, Assistência Social etc.

Mobilização estudantil

A UNE (União Nacional dos Estudantes), a Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) e a ANPG (Associação Nacional de Pós-graduandos) e demais entidades ligadas ao Movimento Estudantil estão convocando para amanhã (11), Dia do Estudante, um ato nacional em defesa da Educação.

Como o cenário é de emergência, já que Bolsonaro se colocou como inimigo número um da educação, atacando universidades, estudantes e servidores públicos, nossa assembleia aprovou a unificação com a pauta estudantil como forma de defender a educação pública, a permanência estudantil e o patrimônio público brasileiro.

Luto para nós é verbo

A Greve Nacional do Setor Público vai além do combate à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 32, que estabelece a Reforma Administrativa. A mobilização denuncia as privatizações e reivindica auxílio emergencial de R$ 600, emprego e vacina para todos.

A greve é sobre o direito à vida, a democracia do país e melhores condições de trabalho.
No dia 7 de setembro, marcado como Grito dos Excluídos, será realizado novo protesto pelo #ForaBolsonaro. A intenção é sair das ruas somente quando esse governo for derrubado.

Próximos passos

Amanhã (11) tem reunião da diretoria do STU para elaborar de forma prática as manifestações que faremos na reitoria e no centro de Campinas.

A assembleia apreciou também o documento elaborado pelo grupo de trabalho composto por membros escolhidos na última plenária, da Cipa e da diretoria do Sindicato com objetivo de preparar uma avaliação sobre os vários aspectos que envolvem o retorno ao trabalho, observando a GR 49/2021. O documento deverá ser entregue à reitoria nos próximos dias.

Foi aprovada uma moção de repúdio ao ato de racismo cometido no supermercado atacadista Assaí de Limeira contra o metalúrgico Luiz Carlos da Silva. Além de destacar a importância das moções que já foram elaboradas pelo STU contra a privatização dos Correios, e em apoio ao trabalhadores da construção civil contratados pela MRV.
Em memória de um Brasil que se foi, a assembleia foi encerrada com um minuto de silêncio em solidariedade aos amigos e familiares que nos deixaram, especialmente, as vítimas de Covid-19.

porFernanda de Freitas

Moção de Apoio aos Trabalhadores da Construção Civil

A diretoria do STU manifesta apoio aos trabalhadores da Construção Civil contratados pela MRV que estão em greve por melhores condições de trabalho e pagamento de Participação nos Lucros ou Resultados, CLIQUE AQUI PARA BAIXAR A MOÇÃO.

porFernanda de Freitas

Manifesto do Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Serviço Público

O presente Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Setor Público é fruto do esforço de construção e de um amplo processo de unidade das centrais sindicais CUT, CSP-CONLUTAS, CTB, PÚBLICA, CGTB, UGT, Força Sindical, Intersindical Central da classe trabalhadora, NCST – Nova central,
CSB, Intersindical – Instrumento de luta e organização da classe trabalhadora, FONASEFE, além de outras entidades representativas do movimento de trabalhadores, Movimento BASTA, UPB – União dos Policiais do Brasil.

Os resultados desse evento, estampados neste documento, apontam o caminho para o combate à política criminosa e destruidora dos serviços e dos servidores públicos estabelecida na Proposta de Emenda Constitucional 32, que impõe um duro golpe às políticas sociais de saúde, educação, segurança,
dentre várias outras, e a extinção dos regimes jurídicos únicos nas esferas dos municípios, estados e União, vilipendiando de forma perversa os preceitos constitucionais da Carta Magna de 1988.

Esse encontro aponta o caminho da luta e da resistência e chama o povo brasileiro a somar-se nessa cruzada para evitar um duro golpe nas conquistas e direitos sociais de nosso povo consignados nessa terrível reforma administrativa.

A derrota da PEC-32 é a vitória do povo trabalhador brasileiro. Esse é o nosso propósito e essas são nossas tarefas!

Veja aqui os encaminhamentos: