Categoria Destaque

porFernanda de Freitas

CIPA | Participe da pesquisa sobre segurança do trabalho

Nesta sexta-feira (16), encerra o prazo para você participar do “Mapeamento da segurança do trabalho de servidores(as) da/na Unicamp durante a pandemia de COVID-19”.

O questionário foi elaborado pela CIPA Central (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) da Unicamp.

O objetivo é conhecer alguns aspectos relacionados à segurança do trabalho no contexto da pandemia que impacta os docentes, técnico-administrativos, pesquisadores, terceirizados e estagiários nos campi.

Essa pesquisa é sigilosa e extremamente importante para sabermos as reais condições de trabalho de todos os funcionários da Universidade.

Confira o recado do vice-presidente da Cipa Central, Érico Pimenta.

Segue o link: https://forms.gle/iEG3CXQ2mpecaSD1A

Vice-presidente da Cipa Central Unicamp – Érico Pimenta

porFernanda de Freitas

Parecer Jurídico sobre LC 173/2020

Nesta segunda-feira (5), o Fórum das Seis encaminhou ao Cruesp um parecer jurídico elaborado pela LBS Advogados a pedido das Assessorias Jurídicas de Sindicatos das Universidades Públicas Paulistas, mostrando que as restrições a reajustes salariais impostos pela LC (Lei Complementar) 173/2020, bem como progressões e promoções, não devem ser aplicados às universidades.

porFernanda de Freitas

Categoria aprova adiamento das eleições sindicais

Nesta terça-feira (6) os associados ao STU reunidos na Assembleia Geral Virtual aprovaram a proposta da diretoria do Sindicato de adiar a eleição da nova diretoria para março do ano que vem.

O avanço tímido do plano de vacinação de Campinas e região, demonstra que as atividades presenciais apresentam riscos para os envolvidos por conta do agravamento da pandemia.

Até a chegada do pleito, ficou acertado que o STU não medirá esforços para ampliar as discussões das demandas da categoria, por meio de plenárias temáticas e reuniões de unidade virtuais, tendo como objetivo a realização do Congresso dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Unicamp antes da eleição sindical.

Nas próximas semanas a diretoria do STU discutirá os trâmites para a organização e mobilização do congresso, bem como ampliar a comunicação com a categoria.

Fique de olho em nossos canais de comunicação para saber mais informações.

porFernanda de Freitas

GR 49/2021 | Nota do STU sobre medidas adicionais na pandemia

O STU manifestou sua posição em relação a GR 49/2021 da que trata de medidas adicionais frente à pandemia. Confira a Nota do Sindicato completa.

porFernanda de Freitas

Assembleia Virtual discutirá o calendário eleitoral do STU

A eleição para a nova diretoria do STU será discutida em Assembleia Virtual que ocorre dia 06/07, às 10h.

Reunida no dia 23/06, a diretoria do Sindicato discutiu e aprovou o adiamento por mais seis meses, prevendo para março/2022 a nova eleição.

A proposta considera o agravamento da pandemia de Covid-19 que exige medidas mais restritivas de distanciamento social.

Desta forma, vamos discutir e deliberar sobre o indicativo dos diretores sobre a elaboração de um novo calendário eleitoral para o pleito previsto, inicialmente, para setembro deste ano.

LINK DE ACESSO
https://www.sonlive.com.br/assembleiasvirtuais/ago-stu

Edital de Convocação – Publicado no jornal Folha de S. Paulo.
porFernanda de Freitas

CAMPANHA SALARIAL 2021 | Dia 9/7, às 10h, tem Assembleia Virtual


Venha organizar nossa mobilização conjunta contra o arrocho

O Fórum das Seis indicou paralisação dia 15/07 para acompanhar a segunda negociação com o Cruesp.
Nossa assembleia realizada em 16/06 acatou o indicativo do Fórum de construção de mobilização conjunta. A discussão e organização do ato está prevista para 09/07, às 10h, em nova Assembleia Geral Virtual.

Neste período de crise sanitária, o que está em jogo é a nossa sobrevivência. A saída é seguir firmes contra o arrocho, por valorização dos níveis iniciais das carreiras, medidas de proteção à vida e um plano de recuperação das perdas salariais.

É imprescindível sua participação na assembleia para construir um movimento forte e unificado.

Discussão da pauta interna

Sobre a primeira reunião entre STU e a reitoria, no início do mês, a categoria reforçou o posicionamento em defesa do emprego e renda para todos, inclusive os terceirizados, e melhores condições de trabalho na Saúde.

A assembleia aprovou que a pauta interna deve prever propostas que desonere os trabalhadores, como os custos com o fretado e os reajustes da Unimed; que permita a antecipação do 13º e de incorporação dentro da Unicamp da Política Nacional de Saúde da População Negra.

Estamos cobrando agenda de negociação, inclusive, das pautas da DEdIC, Orquestra e Aposentados.

Link de Acesso:

https://www.sonlive.com.br/assembleiasvirtuais/ago-stu

porFernanda de Freitas

Anistia lança campanha para que o relatório final da CPI não seja arquivado

A Anistia Internacional Brasil e demais entidades da sociedade civil lançaram uma petição pública cobrando que o Procurador Geral da República, Augusto Aras, não arquive o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19.

O documento é parte da campanha “Omissão não é Política Pública”, que tem sido divulgada por meio da hashtag #nãoengavetaras no Twitter.

O abaixo-assinado cobra que as investigações devem seguir até que todas as pessoas apontadas pelo relatório final da CPI sejam processadas judicialmente e devidamente responsabilizadas.

O texto aponta que “o discurso negacionista, a insistência no “tratamento precoce” e em respostas sem base em evidências científicas, o colapso do sistema de saúde por falta de planejamento e coordenação assim como a falta de ação para garantir o acesso à vacinação em massa indicam a possibilidade de existirem responsáveis pelo quadro de total colapso em que estamos vivendo.”. E cobra que a Procuradoria Geral da República, que comanda o Ministério Público Federal, não deixe impunes os possíveis crimes apontados pelo relatório final da CPI.

Clique e assine a petição

porFernanda de Freitas

O aniversário é do STU, mas a conquista é de todos!

Hoje, 23 de junho, o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) completa 30 anos. Parabenizamos a categoria pela força e dedicação na defesa dos Serviços Públicos em contraposição aos ataques em série promovidos neste período lamentável de crise sanitária pelos governos federal e estadual junto com parlamentares anti-povo.

Sem os servidores públicos, tanto os que estão em trabalho presencial ou remoto, a população não teria garantidos serviços essenciais.

Nos orgulhamos de ser um sindicato combativo e independente da reitoria, que tem no seu DNA o enfrentamento à precarização do trabalho, a valorização da categoria e a preservação do serviço público como instrumento essencial à população.

Ao longo desses 30 anos estivemos nas ruas para defender o Estado Democrático de Direitos, a Saúde e Educação. Sem deixar de lado o fortalecimento da Autonomia Universitária e da Democracia.

Olhando para a nossa história não podemos esquecer que todos os nossos direitos foram conquistados a base de muita luta, unidade e organização.

Nesta data emblemática, em que nossos direitos são taxadas como privilégios por políticos anti-trabalhadores, reforçamos o compromisso de ser farol na luta pela manutenção dos empregos, renda e direitos para a classe trabalhadora.

Apesar do luto que arrebata a nossa nação, celebramos nossa história de resistência e conquistas na esperança e na certeza de que, com luta e unidade, dias melhores virão.

A diretoria do STU agradece cada funcionária e funcionário da Unicamp que ao longo desses 30 anos contribuíram para a construção dessa importante história.

#STUNaLuta #30AnosNaluta

porFernanda de Freitas

23/06 | Frente Paulista fará carreata contra confisco dos aposentados

A Frente Paulista em Defesa do Serviço Público – formada por dezenas de entidades representativas do funcionalismo do estado, entre elas as que compõem o Fórum das Seis – está mobilizando fortemente pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 22/2020 e dos demais projetos que propõem a revogação da cobrança extra sobre os aposentados e pensionistas estatutários do estado.

O PDL 22, de autoria do deputado Carlos Giannazi, e os outros similares pedem a revogação do Decreto 65.021/2020, de autoria do governo Doria, baixado pouco mais de três meses após a aprovação da Reforma Previdenciária Paulista, que aumentou as contribuições e criou dificuldades para a aposentadoria dos servidores estatutários do estado.

Com o Decreto 65.021, Doria impôs uma pesada sobretaxação aos aposentados e pensionistas.

Uma nova atividade pela aprovação do PDL 22 – o mais avançado em tramitação na Assembleia Legislativa – está marcada pela Frente Paulista para 26/06 (quarta-feira), às 14h. Além dos twitaços e pressões pelas redes sociais, haverá uma carreata na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo com todos os cuidados sanitários.

Fonte: Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

PARTICIPE | Cipa Unicamp realiza pesquisa sobre segurança do trabalho na pandemia

Mapeamento da segurança do trabalho de servidores(as) da/na Unicamp no contexto da pandemia de COVID-19

A CIPA Central da Unicamp está organizando uma pesquisa sobre alguns aspectos relacionados à segurança do trabalho no contexto da pandemia de Covid-19.

A pesquisa é destinada aos docentes, técnico-administrativos, pesquisadores, terceirizados e estagiários que trabalham na Unicamp.

A partir da análise das respostas, a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) promoverá campanhas de conscientização, tendo em vista a prevenção de acidentes do trabalho.

A Cipa e o STU acreditam que esta pesquisa é de extrema importância para mapear e avaliar as condições de segurança do trabalho na Unicamp neste contexto de pandemia.

O questionário estará aberto para receber respostas até 30/06/2021 e o preenchimento é opcional. Os dados preenchidos não serão divulgados.

ACESSE A PESQUISA E REPONDA AGORA: clique aqui.

Fonte: CIPA Unicamp

porFernanda de Freitas

Cruesp usa LC 173 para justificar arrocho, mas avança com formação de GT para definir plano de recuperação de perdas e valorização nos níveis iniciais

Nova negociação acontece em 15/7. Fórum das Seis prepara indicativos de mobilização

A primeira negociação entre Fórum das Seis e Cruesp na data-base 2021, ocorrida na manhã de 10/6/2021, por plataforma virtual, teve dois pontos relevantes: 1) o uso de extensa e questionável argumentação legal e jurídica, por parte das reitorias, para justificar a manutenção do arrocho salarial, 2) a constituição de um grupo de trabalho para elaborar um plano de recuperação de perdas e valorização dos níveis iniciais da carreira.

Para entender melhor cada um deles, confira o relato da reunião a seguir.

Presidente do Cruesp – Vahan Agopyan

Números que falam por si

Ao falar na abertura da negociação, o coordenador do Fórum das Seis, Paulo César Centoducatte, criticou a demora no agendamento da primeira reunião, 40 dias após a data-base (1º de maio) e quase dois meses após o protocolo da Pauta Unificada (6/4). Ele lembrou que a pauta tem como focos centrais o combate ao arrocho, a valorização dos níveis iniciais das carreiras e a construção de um Plano Sanitário e Educacional em cada universidade, com a participação da comunidade universitária.

Em relação à forte corrosão do poder aquisitivo dos servidores docentes e técnico-administrativos nos últimos anos, frisou a contradição existente entre os bons resultados na arrecadação do ICMS (o acumulado jan/jun de 2021 é 24,88% superior a igual período do ano passado, e 7,43% superior à arrecadação prevista, mês a mês, pela Secretaria da Fazenda para 2021), o que tem garantido às universidades situação financeira confortável e bons níveis de reserva, e a crescente queda no comprometimento com folha de pagamento, que já se aproxima dos 70% na média das três universidades, menor nível da década.

Ele lembrou que, em 2020, diante das incertezas que cercavam a economia nos primeiros meses da pandemia, o Fórum das Seis havia suspendido a data-base. “Neste ano, é evidente que as reivindicações que demandam recursos financeiros são possíveis de serem efetivadas.”

Ao final de sua fala, o coordenador do Fórum solicitou ao reitor da USP e atual presidente do Cruesp, Vahan Agopyan, que se manifestasse sobre as reivindicações.

Leis e argumentações extensas

A pedido do presidente do Cruesp e falando em nome das procuradorias jurídicas das três universidades, o professor e procurador Ignácio Maria Poveda Velasco (USP) expôs interpretação de que a LC 173/2020 – lei proposta pelo governo federal, que exigiu sua aprovação pelo Congresso Nacional como condição para regulamentar a ajuda ao distrito federal, estados e municípios, por conta da pandemia, e que trouxe restrições à concessão de reajustes e benefícios até dezembro de 2021 – impediria qualquer concessão neste momento. Ele citou o julgamento do STF, que decidiu pela constitucionalidade das regras previstas na LC 173, e também um posicionamento do Tribunal de Contas (TC-SP) frente ao questionamento apresentado por vários municípios em novembro de 2020, quando foi reafirmada a impossibilidade de concessão de reajustes até dezembro de 2021. Por fim, falou da existência de uma ação no TJ-SP, movido pelo Ministério Público (MP-SP) contra as universidades, questionando a autonomia destas instituições para conceder o reajuste salarial de maio/2019, pois esta seria uma atribuição da Assembleia Legislativa de São Paulo.

 Após a fala do procurador, os três reitores disseram que, embora reconheçam a existência das perdas salariais apontadas pelo Fórum das Seis, bem como os demais prejuízos decorrentes da aplicação da LC 173, como é o caso da ausência de contratações, congelamento das carreiras e outros, viam-se tolhidos pelo temor de problemas futuros com a legalidade. Mas procuraram destacar que “isso não impede de abrir espaço para a recomposição destas perdas nos horizontes dos nossos mandatos”, como pontuou o recém-empossado reitor da Unicamp, Antonio José de Almeida Meirelles (Tom Zé). “Reafirmo minha preocupação com a valorização salarial e com as carreiras, mas não assumo compromissos com coisas que coloquem em risco a estabilidade financeira e jurídica das universidades”, completou o reitor da Unesp, Pasqual Barretti, no cargo desde o início deste ano.

Leis, interpretações e decisões políticas

Os representantes de todas as entidades do Fórum das Seis falaram na sequência do representante jurídico da USP e dos reitores. Enfatizaram que há muitos pareceres distintos e até decisões judiciais na contramão do que havia sido dito por eles.

Citaram alguns exemplos, como um parecer do próprio Ministério da Economia, que deixa claro que concessões asseveradas por legislações anteriores à publicação da LC 173 não poderiam ser prejudicadas, assim como as promoções e as progressões nas carreiras. Neste último caso, o próprio parecer citado por Poveda, relativo à consulta feita pelos municípios, ao mesmo tempo em que restringe reajustes salariais, diz que nada impede as promoções e progressões, mas este ponto não foi abordado pelos representantes jurídicos das universidades.

Frisaram, ainda, sentenças do próprio TJ-SP após ação movida pela Adusp, que afirmam que os ditames da LC 173 não se aplicam às universidades estaduais paulistas, pelo fato de que elas não são “entes federados” (distrito federal, estados e municípios) e sim autarquias de regime especial e com autonomia.

Neste sentido, o Fórum das Seis também lembrou às reitorias que a LC 173 trata de alterações à Lei de Responsabilidade Fiscal, que é aplicada a entes federados e não a autarquias (caso das universidades estaduais paulistas).

Frente à afirmação do reitor da Unesp, de que prevê pagar em 2022 os 3% de reajuste não honrados na data-base de 2016 – “mas sem compromisso com os atrasados” –, os membros do Fórum ressaltaram que não há nada na LC 173 que impeça a sua imediata aplicação, uma vez que é evidente tratar-se de concessão muito anterior à lei federal citada.

  Em relação à ação movida pelo MP-SP contra a autonomia das universidades em conceder reajustes salariais, a representação do Fórum questionou: “Se a ação levar anos para ser julgada, vamos ficar com os salários congelados?”

  Em todas as falas dos representantes das entidades, foram lembrados os nefastos efeitos do arrocho salarial, agravado pelo aumento da contribuição decorrente da reforma previdenciária; a situação de dificuldade por que passam muitos servidores das universidades, especialmente os aposentados; professores arcando com recursos próprios os custos das atividades remotas emergenciais e de suas pesquisas; o crescente número de pedidos de demissão de docentes e servidores técnico-administrativos, entre outros. Eles realçaram o fato de que as entidades não estão reivindicando reajuste ou aumento real, mas unicamente a recomposição do poder de compra, como garantido pela própria Constituição Federal. Pediram, por fim, que as reitorias adotem ações políticas efetivas em defesa da autonomia e da garantia dos direitos de seus servidores, e que as procuradorias das universidades atuem no sentido de sustentar essa postura e não ao contrário.

A preocupante evasão de estudantes, notadamente entre as parcelas mais vulneráveis socioeconomicamente, também foi enfatizada pelos representantes do Fórum, que conclamaram as reitorias a atentarem mais para a situação deste segmento: “Temos muitos estudantes em situação de insegurança alimentar, casos de suicídio de alunos em vulnerabilidade. Isso é urgente. É preciso acolher e dar apoio a estes estudantes, em sua maioria negros e pobres”, disseram.

Lembrando que a expectativa das entidades é que o espaço de discussões entre Fórum das Seis e Cruesp possa ser mais democrático e comprometido com as reivindicações do que vem ocorrendo nos últimos anos, os representantes do Fórum reforçaram a compreensão de que a discussão é política: trata-se de estancar a rápida deterioração a que está submetido o ensino superior público paulista há muito tempo, o que exige decisões políticas.

Os encaminhamentos da primeira negociação

Frente à cobrança da necessidade de transformar em ações concretas o reconhecimento do arrocho e da “justeza” das reivindicações apresentadas, os reitores comprometeram-se a:

– Promover uma reunião entre os representantes das Procuradorias da USP, da Unesp e da Unicamp com os jurídicos dos sindicatos, para esclarecimentos técnicos das interpretações da LC 173/2020.

– Criar um grupo de trabalho entre as partes para, imediatamente, estudar e propor um plano de recuperação das perdas salariais e de valorização dos níveis iniciais das carreiras. O grupo deverá apresentar suas sugestões até a próxima reunião do Cruesp com o Fórum das Seis.

– Realizar nova negociação no dia 15 de julho, para avaliar as propostas do grupo de trabalho e demais itens da Pauta Unificada 2021, inclusive os relativos à construção de um Plano Sanitário e Educacional no âmbito das universidades.

– Transmitir ao vivo as próximas negociações entre as partes, conforme solicitado pelo Fórum das Seis.

Fórum das Seis reúne-se em 14/6 para aprovar indicativos de mobilização

As entidades sindicais e estudantis do Fórum das Seis voltam a se reunir na segunda-feira, 14/6, para debater e aprovar indicativos de mobilização às categorias. Fique atento à divulgação!

Assembleia Geral Virtual do STU

🗓16/06/21 quarta-feira) – 10h

PAUTA:

  • Campanha Salarial 2021
  • Reunião com reitor Tom Zé
  • Eleição de Delegados(as) à Plenária Nacional da FASUBRA
  • Informes

🖥Link será disponibilizado em breve.

porFernanda de Freitas

Campanha #UnicampPelaDemocracia solicita revogação de título concedido ao coronel Jarbas Passarinho

O STU junto à ADunicamp, DCE e APG integram o movimento “Unicamp pela democracia” que propõe a revogação do título Doutor Honoris Causa concedido ao tenente-coronel Jarbas Gonçalves Passarinho, ex-ministro da Educação no governo Costa Silva, no período da ditadura.

Na terça-feira (8), às 17h, com transmissão ao vivo pelo Facebook do STU, será lançada a campanha e o site oficial do movimento #UnicampPelaDemocracia.

Convidamos toda a comunidade universitária e sociedade a participar desse importante ato que marca nossa resistência contra todas as forças repressivas e autoritárias do país.

Titulação

Na reunião do Conselho de Segurança Nacional, em 13 de dezembro de 1968, que decretou o AI-5, Jarbas Passarinho afirmou: “Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência”. A célebre frase demonstra a gravidade da sua postura autoritária e repressora.

O Ato Institucional Nº 5 (AI-5) foi uma das medidas mais repressivas da ditadura que resultou em graves violações dos Direitos Humanos e na sistemática suspensão às liberdades civis e políticas.

Na Unicamp o título foi concedido pelo Conselho Diretor (órgão que precede a criação do Consu), em 30 de novembro de 1973, sob a inteira vigência e ameaça do AI-5.

Nossa campanha segue as Recomendações da Comissão Nacional da Verdade que indica a revogação de todas as homenagens prestadas por órgãos públicos a “servidores” da ditadura militar brasileira.

Jarbas Passarinho, além de ter sido um conspirador em 1964 e um ideólogo do regime, na condição de ministro do Trabalho e da Educação teve responsabilidade direta na prisão e destituição de sindicalistas, expulsão de estudantes e aposentadoria compulsória de renomados docentes e pesquisadores.

Somos Resistência

Numa medida coerente, o Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revogou em abril deste ano o título de Doutor Honoris Causa, concedido também em 1973 para o repressor.

A nosso ver, o Conselho Universitário da Unicamp terá, ao pautar essa questão, a oportunidade de preservar seu papel de defesa das práticas democráticas, repudiando qualquer ato de violação aos direitos humanos que constranja o desenvolvimento da pesquisa e a liberdade de expressão no meio acadêmico.

O gesto simbólico de revogar esta honraria significará também assumir, nitidamente perante a sociedade, o repúdio a todos os discursos e iniciativas que defendem o negacionismo, o obscurantismo, a censura ideológica e a regressão política do país a um regime autoritário no qual se pratica a tortura e os assassinatos políticos.

🚩Lançamento da Campanha: 08/06 (3ª feira) – 17h

🚩Transmissão – Facebook do STU

Assine e ajude a divulgar o abaixo assinado #UnicampPelaDemocracia, CLIQUE AQUI.

porFernanda de Freitas

Propostas do Fórum das Seis à LDO 2022

Sexta-feira passada (21) o Fórum das Seis encaminhou aos deputados estaduais as propostas de emendas relativas à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) 2022.

No texto, foi acrescentado o tradicional Quadro de Crescimento das Universidades Estaduais (1995-2019), para mostrar o grande crescimento em contradição com o número de  professores e servidores técnico-administrativos.  Esses dados foram extraídos dos anuários das universidades. Confira o documento abaixo.

porFernanda de Freitas

19/05 | A EDUCAÇÃO PRECISA RESISTIR

Dia de Luta e Resistência em Defesa da Educação, Contra os Cortes de Verbas

Dia 19 de maio (quarta-feira) as entidades nacionais representativas da educação realizam o Dia Nacional de Luta A EDUCAÇÃO PRECISA RESISTIR.

A mobilização marca a luta contra o PL 5.595/20, que tramita no Senado Federal e que, sob o falacioso discurso da “essencialidade” da educação, prevê a reabertura de escolas e universidades públicas e privadas no pior momento da pandemia da Covid-19.

Também está na pauta a reação aos cortes orçamentários e contingenciamentos nas universidades públicas, frente à ameaça de desvinculação de recursos para a educação (que, se aprovada no Congresso, não demorará a chegar aos estados e municípios) e aos ataques do governo Bolsonaro à autonomia universitária.

Além da defesa da educação destacamos a luta pela vacinação ampla, auxílio emergencial digno, contra a Reforma Administrativa (PEC 32), entre outras.

Participe das atividades:

9h – 13h: Live organizada com as entidades da educação (Andes-SN, Fasubra, Sinasefe, UNE, FENET, entidades da educação básica, do Fonasefe e parlamentares), com entradas ao vivo em atos de universidades de todo o país.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=5KPTlEtU11w

Às 11h e às 17h: Twittaço Nacional em defesa da educação pública e contra a Reforma Administrativa. Use o twitte #EDUCAÇÃOPRECISARESISTIR

17h: Roda de Conversa, com associações docentes das estaduais paulistas e federais, com participação do Sinasefe: “Ataques às universidades e aos institutos de pesquisa públicos paulistas”. Entre e participe pelo link: https://zoom.us/j/95925217031?pwd=VFJJckxOUURoU1JtdFpRMFVieWpHUT09.