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porStéphane Powaczuk

Quarta-feira, 09/09, é dia de PARALISAÇÃO pela Pauta Específica Emergencial

Seguindo o calendário de reuniões negociadas durante a greve, na próxima quarta-feira, 09/09, vamos PARALISAR a Unicamp para apoiar a comissão que vai debater com a reitoria sobre a nova GR-012/2026, de 12/04/2026 do Estágio Probatório.

O STU está encaminhando um ofício à reitoria para informar os trabalhadores que vão fazer parte do Grupo de Trabalho que vai discutir os temas sobre estágio probatório.

Converse com seus colegas, informe sobre a nossa Paralisação, e participe das atividades que vão ocorrer na quarta-feira. Em breve vamos divulgar a programação, fique atento as nossas redes de comunicação.

Próxima quarta-feira, 09/09, TODO MUNDO na PARALISAÇÃO pela Pauta Específica Emergencial!

porStéphane Powaczuk

Unicamp permanece a prima pobre das universidades do estado!

Reitor empurra reunião técnica para setembro.

Dia 19/08, última terça-feira, foi dia de Paralisação para lutar pelas demandas da nossa Pauta Específica 2025, realizar o último debate antes da Eleição do STU, e acompanhar a reunião de negociação com a reitoria.

A categoria atendeu o chamado do STU e se mobilizou em frente à reitoria, utilizou o microfone aberto e acompanhou de perto o último debate entre as chapas que estão no pleito para escolha da nova diretoria do sindicato.

Na parte da tarde, o STU chegou afiado na reunião de negociação que aconteceu no auditório do Comvest, trazendo as demandas da categoria para negociar com o reitor.

Já no início da reunião o reitor colocou um teto e foram acertadas algumas pautas para serem conversadas.

Confira a seguir as demandas que o STU conseguiu desenrolar no encontro.

Adicional de insalubridade na área da saúde

O primeiro ponto de pauta foi sobre a falta de valorização no adicional de insalubridade na área da saúde. Alguns diretores do STU trabalham na área da saúde e expressaram sua indignação pelos funcionários que correm riscos no atendimento aos pacientes e não estão nem recebendo os 20% de insalubridade.

Segundo a reitoria, as distorções foram corrigidas, “as pessoas que fazem jus estão recebendo de acordo com as normativas”.

Porém, o sindicato não concorda, pois muitos trabalhadores estão expostos e o nosso entendimento é que todos devem receber os 40% de insalubridade. Foi solicitada uma reunião para tratar alguns casos levantados pelo STU.

O STU cobrou os dados do estudo que o Diretoria Geral de Recursos Humanos (DGRH) fez com a medicina do trabalho e os gestores dos hospitais para justificar os cortes da insalubridade dos trabalhadores. O DGRH se comprometeu a informar em até 10 dias.

Assédios

Em 10 anos só um caso foi pertinente e punido na Unicamp! O STU levou à mesa de negociação a informação recebida e solicitou à universidade a tomada de medidas efetivas com relação aos assédios. Foram cobradas duas vagas para o grupo de mulheres no GT e serão garantidas.

O sindicato cobrou parecer da Procuradoria Geral (PG) sobre a sugestão da GR ficha limpa, mas o reitor não fez o seu dever de casa. Respondeu que não tinha entendido isso ser um compromisso da última reunião.

A reitoria vai fazer uma campanha de conscientização e segundo o vice-reitor, Fernando Coelho, o GT vai trabalhar nos mecanismos de punição. Estaremos vigilantes para isso realmente acontecer!

Auxílio Saúde

O STU cobrou a extensão do auxílio saúde aos aposentados e o reitor disse que não seria possível.

O coordenador do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), Luiz Carlos Fernandes Informou que, dos 8.830 servidores da Unicamp, 8.242 já possuem algum tipo de benefício auxílio-saúde. De acordo com ele, 588 ainda não fizeram a adesão e, destes, 101 não tem margem para aderir.

A proposta da reitoria é procurar planos com vinculação por pessoa física, com pagamento por boleto e não em folha. A reitoria vai analisar as propostas, e se cabe no orçamento das pessoas. Não há previsão de incluir terapias e outras assistências à saúde no momento.

Referências para todos

O sindicato argumentou sobre a arrecadação, do ponto de vista técnico que, apesar de estar abaixo do previsto, ainda está acima da inflação. Mas a reitoria disse que não iria dar nenhuma referência agora, e vai chamar uma reunião técnica para conversar sobre orçamento em setembro.

Serviço de Atenção à Violência Sexual (SAVS)

A Coordenadora do SAVS, Elisdete Jesus apresentou um projeto de trabalho que está reestruturando o serviço e contratando novos profissionais para ampliar e atender à comunidade universitária.

O STU cobrou a participação do sindicato e foi atendido, vamos enviar ofício para garantir a nossa participação.

Progressão na carreira

O Sindicato cobrou, mais uma vez, que todos trabalhadores recebam a progressão na carreira, sem corte de verba. Também queremos a revisão da nossa carreira, e a implementação da isonomia entre as estaduais.

A reitoria informou que está estudando separar os tipos de progressão, vertical e horizontal, com processos diferentes. Também comentou em disponibilizar formas de possibilitar a formação profissional para melhorias na carreira.

Abono permanência

Em ação coletiva movida pelo Departamento Jurídico do STU, a Justiça decidiu que o abono de permanência deve entrar no cálculo da sexta parte, do 13º salário, das férias e do adicional de férias. O sindicato cobrou do reitor quando vai iniciar o pagamento e ele respondeu que está esperando a ordem judicial para cumprir. Permaneceremos atentos para isso se concretizar o mais rápido possível.

Incentivo ao Trabalho Noturno (ITN)

A reitoria informou que os Recursos Humanos (RH) estão avaliando e passando informações corretas de frequências, a serem regularizadas em breve. Também falaram que nenhum dia deixará de ser pago. Mas no próximo pagamento ainda será contabilizado 27 dias.

Fretados

A gestão está estudando uma forma legal de pagar o vale transporte (VT) aos trabalhadores moradores em cidades onde o fretado não atende e não tem número de pessoas suficientes para criar uma linha.

Pessoas com deficiência

Segundo a reitoria a proposta de deliberação encaminhada pela DGRH que altera a regulamentação sobre a concessão do horário especial de trabalho ao servidor com deficiência ou que tenha cônjuge, companheiro, filho ou dependente com deficiência. A regra que permite a flexibilização já passou pela CAD (Comissão de Administração) e vai agora para o Consu (Conselho Universitário).

Confira a seguir algumas fotos da Paralisação:

porStéphane Powaczuk

Vitória do nosso movimento, Reitoria aumenta proposta!

Categoria mostrou a sua força e compareceu em peso ao ATO com Paralisação hoje (31). Foto: Juliana Franco.

A assembleia de hoje, 31, logo após a reunião técnica com a equipe do reitor, avaliou a proposta da Reitoria como um avanço na negociação. Mas ainda é insuficiente e não contempla todas as nossas demandas.

Mais uma vez a categoria mostrou a sua força, veio em peso para o ATO com Paralisação de hoje, e apoiou com bastante barulho a reunião de negociação.

Vamos manter a nossa mobilização, e aumentar a nossa luta na próxima Paralisação que vai acontecer na semana que vem quando a Reitoria agendar a próxima reunião. Fique ligado/a nas nossas redes sociais! Quando for marcada a reunião nós informaremos.

Como foi a reunião de negociação?

Apesar da Reitoria fazer bastante choradeira, a nova proposta apresentada aumentou de R$ 80 milhões para R$ 138 milhões os recursos disponibilizados para a nossa categoria.

O que está incluído nesse valor?

– R$ 800,00 de auxílio saúde para ativos/as (e aqui as pessoas vão ter que comprovar o plano de saúde).

– A Reitoria aceitou pagar um vale alimentação extra, em dezembro, de R$ 1.420 (ao invés de recebermos um vale, vamos receber dois).

– Em janeiro 2025, o vale alimentação passaria de R$ 1.420 para R$ 1.800 (Ou seja, um reajuste de 26,76% a partir do ano que vem).

E os/as aposentados/as?

A notícia ruim: essa proposta é apenas para ativos/as, ou seja, exclui os/as aposentados/as.  Segundo a procuradoria geral, a Unicamp não pode pagar para aposentados/as. Mas o sindicato e a ADunicamp podem entrar na justiça reivindicando essa extensão.

Vitória da nossa Jornada de Luta!

Na assembleia foi deliberado o aceite com ressalvas da proposta, mantendo-se nas próximas reuniões de negociação as reivindicações do abono, da extensão do auxílio saúde e da inclusão de um auxílio nutrição para os/as aposentados/as.

A gente tinha zero quando começou, e estamos com R$138 milhões. Se considerarmos o aumento no vale alimentação de R$ 380,00, receberemos cerca de metade do valor do prêmio parcelado no ano. Não é em dinheiro, mas é em vale alimentação.

Parabéns à todas as Unidades da Unicamp, que paralisaram, e estão lutando conosco. É uma conquista nossa!

A ideia é ter uma nova reunião até quinta da próxima semana. A reitoria ficou de mandar a data da reunião para acertar os detalhes. E logo que isso acontecer, vamos marcar mais uma PARALISAÇÃO e aumentar a nossa mobilização.

Vamos continuar lutando pelos/as nossos/as aposentados/as pedindo a inclusão do auxílio saúde e de um auxílio nutrição para eles/as também!

Tom Zé, queremos nosso ABONO! A gente sabe que a Unicamp está com R$ 1 bilhão e R$ 700 mil em caixa, fora o valor gerado por aplicação financeira. Então é possível sim dar esses abonos para toda categoria!

Companheiros e Companheiras, Parabéns pelo lindo movimento até agora! Vamos seguir na luta!

Fique atento/a aos meios de comunicação do STU para saber as novidades da nossa jornada de luta!

porStéphane Powaczuk

CRUESP, cadê a reunião de negociação?

Estamos há quase dois meses esperando que o CRUESP responda aos ofícios encaminhados pelo Fórum das Seis. Fizemos um ato unificado com a USP, e a UNESP, no dia 31 de maio em frente a reitoria da Unicamp, mas as portas foram lacradas para que os trabalhadores não fossem ouvidos, e o Tom Zé, que é o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas teve a coragem de dizer “agenda com a secretária”.

O trabalhador não pode esperar, nossos salários estão defasados, sem reposição da inflação. O comprometimento com a folha de pagamento da Unicamp é o mais baixo dos últimos anos, sabemos que existe verba. Após dois anos de contingenciamento das despesas com a LC 173, os caixas das Universidades engordaram e seguem cheios, enquanto o bolso do trabalhador permanece vazio.

A reitoria não está priorizando nossa pauta, por isso precisamos da sua ajuda para lutarmos juntos pela reposição da inflação!

Essa semana o Fórum das Seis vai se reunir para definir os rumos da nossa campanha salarial data-base 2022. E também já nos convocou para participar do Ato Nacional em defesa da educação e da ciência que vai acontecer dia 09 de junho. Vamos nos mobilizar para denunciar os cortes do governo Bolsonaro à ciência e à educação, que recentemente teve um bloqueio de R$3,3 bilhões da educação, atingindo as universidades e rede de institutos federais. Em breve informaremos sobre o local e horário do ato em Campinas, continue acompanhando as redes sociais do STU.