porStéphane Powaczuk

Aposentados/as debatem apoio para categoria em situação de vulnerabilidade

Na última terça-feira, 20/09, aconteceu uma ampla discussão na sede do STU coordenada pelos Coordenadores da pasta, Ronald Jorge Menghini dos Santos, Antonio de Pádua Ilanes, e Sandra Ramos sobre os/as aposentados/as que estão dentro de casa, e muitas vezes em situação de vulnerabilidade perante as famílias.

Segundo a Coordenadora da pasta, Sandra Ramos, foi decidido buscar apoio junto ao GGBS e a prefeitura que possui um departamento do idoso para dar suporte a questões psicológicas, médicas e assistencialistas.

A Coordenação de aposentados/as do STU se encontra toda terça-feira, às 9h30min na sede do STU para debater assuntos que são importantes para a categoria.

Venha fazer parte das nossas reuniões, elas são abertas a todes associades do STU.

porStéphane Powaczuk

Você sabe o que pode mudar com o Ponto Eletrônico na Unicamp?

O STU está convocando uma Plenária às 12h, do dia 22/09, na sede do sindicato para debater com as/os trabalhadoras/es sobre o Ponto Eletrônico que o reitor Tom Zé está querendo implementar na Unicamp.

Venha saber sobre os aparelhos que estão guardados há mais de 10 anos na Universidade e dar a sua opinião sobre este assunto.

Os advogados do escritório jurídico que representam o STU, Sobral & Stoco Sociedade de Advogados também estarão presentes nessa reunião.

Te esperamos quinta-feira, 22, às 12h, na sede do STU!

porStéphane Powaczuk

Primeiro Sind-Hour do STU colocou a categoria para dançar na sede do Sindicato

O primeiro sind-hour do STU, que aconteceu na última sexta-feira, 16/09, foi um sucesso e colocou a categoria para dançar na sede do sindicato.

A Coordenação de Cultura organizou a sede com palco, show de luzes, petiscos e bebidas para receber a categoria. Ao som de Nallu, João Pigatto e as músicas autorais da Banda O Tempo, todes se divertiram. No primeiro show da noite, o associado Marcelo Bolla deu uma palhinha e dividiu o palco tocando violão com a cantora Nallu. A categoria aplaudiu de pé.

Para o Coordenador de Cultura do STU, Beto Roldan, foi um sucesso a primeira edição do Sind-Hour, porque o sindicato se propôs a fazer esse evento e fez da melhor maneira possível. “Nos empenhamos em montar uma boa estrutura e conseguimos. Esperamos que no próximo a categoria compareça mais, porque criamos essa festa para que os/as trabalhadores/as tenham também um momento de descontração na nossa sede”, completa Beto.

O próximo Sind-Hour já está marcado para o dia 07 de outubro, com uma roda de samba. Anote na sua agenda e venha fazer parte desse momento com o sindicato.

porStéphane Powaczuk

O STU em defesa do Piso da Enfermagem

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso suspendeu no dia 04/09, a Lei 14.434/2022 que criou o piso salarial nacional da Enfermagem. Foram anos de lutas para tentar conquistar essa garantia suspensa sob alegação de falta de financiamento para sustentar o Piso.

Segundo uma nota oficial do Coren-SP, conselho da categoria, os estudos dos impactos orçamentários já foram apresentados nas etapas de aprovação da “Lei do Piso”.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, o STU, destaca a importância da Enfermagem especialmente nesse quadro pandêmico. A categoria sequer teve o risco de vida reconhecido, sem a Insalubridade Máxima na Unicamp até hoje.

Repudiamos as contratações terceirizadas via Funcamp na Área da Saúde. A terceirização precariza os empregos de cerca de 30% das trabalhadoras e trabalhadores que prestam assistência em tempo integral com salários miseráveis e inferiores aos dos colegas concursados nos mesmos locais e condições de trabalho. O piso salarial das/os servidoras/es da Enfermagem concursadas/os na Unicamp já contempla o valor estabelecido, mas a Reitoria segue terceirizando, em um projeto de desmonte do funcionalismo público.

O STU é totalmente contra a terceirização e sempre defendeu a abertura de concurso público. Defendemos o respeito e direito a Saúde e qualidade de vida dessas/desses profissionais. Pelo pagamento imediato do piso da enfermagem!

porStéphane Powaczuk

Campanha Setembro Amarelo salva vidas! 

Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, em parceria com o Conselho Federal de Medicina – CFM, organiza, em território nacional, o Setembro Amarelo®. O dia 10 deste mês é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a iniciativa acontece durante todo o ano. Atualmente, o Setembro Amarelo® é a maior campanha anti estigma do mundo! Em 2022, o lema é “A vida é a melhor escolha!” e diversas ações já estão sendo desenvolvidas. 

O suicídio é uma triste realidade que atinge o mundo todo e gera grandes prejuízos à sociedade. De acordo com a última pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde – OMS em 2019, são registrados mais de 700 mil suicídios em todo o mundo, sem contar com os episódios subnotificados, pois com isso, estima-se mais de 01 milhão de casos. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, ou seja, em média 38 pessoas cometem suicídio por dia. 

Embora os números estejam diminuindo em todo o mundo, os países das Américas vão na contramão dessa tendência, com índices que não param de aumentar, segundo a OMS. Sabe-se que praticamente 100% de todos os casos de suicídio estavam relacionados às doenças mentais, principalmente não diagnosticadas ou tratadas incorretamente. Dessa forma, a maioria dos casos poderia ter sido evitada se esses pacientes tivessem acesso ao tratamento psiquiátrico e informações de qualidade. 

Setembro Amarelo® 2022: a vida é a melhor escolha! 

Todos nós devemos atuar ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio, tema que ainda é visto como tabu. É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha.

Quando uma pessoa decide terminar com a sua vida, os seus pensamentos, sentimentos e ações apresentam-se muito restritivos, ou seja, ela pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. Essas pessoas pensam rigidamente pela distorção que o sofrimento emocional impõe. 

Se informar para aprender e ajudar o próximo é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave. É muito importante que as pessoas próximas saibam identificar que alguém está pensando em se matar e a ajude, tendo uma escuta ativa e sem julgamentos, mostrar que está disponível para ajudar e demonstrar empatia, mas principalmente levando-a ao médico psiquiatra, que vai saber como manejar a situação e salvar esse paciente.

Dados sobre suicídio

O suicídio é um importante problema de saúde pública, com impactos na sociedade como um todo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde – OMS, todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária ou câncer de mama – ou guerras e homicídios. 

Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio foi a quarta causa e morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal. Trata-se de um fenômeno complexo, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, sexos, culturas, classes sociais e idades. 

As taxas variam entre países, regiões e entre homens e mulheres. No Brasil, 12,6% por cada 100 mil homens em comparação com 5,4% por cada 100 mil mulheres, morrem devido ao suicídio. As taxas entre os homens são geralmente mais altas em países de alta renda (16,6% por 100 mil). Para as mulheres, as taxas de suicídio mais altas são encontradas em países de baixa-média renda (7,1% por 100 mil).

Mundialmente, a taxa de suicídio está diminuindo, com a taxa global diminuindo de 36%, diminuições variando de 17% na região do Mediterrâneo Oriental a 47% na região europeia e 49% no Pacífico Ocidental. Mas na Região das Américas, as taxas aumentaram 17% no mesmo período entre 2000 e 2019. 

Embora alguns países tenham colocado a prevenção do suicídio no topo de suas agendas, muitos permanecem não comprometidos. Atualmente, apenas 38 países são conhecidos por terem uma estratégia nacional de prevenção do suicídio. 

Participe da campanha!

Esta é uma página completa com material disponível para auxiliar a todos. Assim sendo, aproveite os nossos materiais e participe da nossa campanha durante todo o ano.

São diversos materiais de uso público: Diretrizes para a Divulgação e Participação da Campanha Setembro Amarelo®, materiais online para download, a Cartilha Suicídio Informando para Prevenir e todo o material para a imprensa.

Participe conosco, divulgue a campanha entre os seus amigos e nos ajude a salvar vidas!

​Fonte: https://www.setembroamarelo.com/

porStéphane Powaczuk

13 desvantagens da Terceirização do Tom Zé

Charge: Bira Dantas

O descaso da reitoria da Unicamp com as/os trabalhadoras/es tem sido recorrente. O desrespeito e a falta de diálogo continuam tirando direitos e principalmente a comida do nosso prato.  O STU luta contra a terceirização e criação de subempregos em áreas fundamentais dentro da Universidade.

Na gestão Knobel os vigilantes terceirizados ficavam frequentemente sem salário, vale transporte e 13º e a administração central não se responsabilizava. Na pandemia as funcionárias da limpeza estiveram expostas e muitas vezes sem EPIs adequados. Sem contar os inúmeros casos de denúncia de assédio moral que chegaram ao STU, pois os sindicatos desses servidores são omissos.

Entendemos que terceirizar também é transferir para os outros a responsabilidade que deveria ser do Tom Zé. A Reitoria pode abrir concursos e respeitar a classe trabalhadora, mas não o faz. Mesmo após a liberação das contratações, abertura de concursos e com o caixa mais favorável dos últimos tempos (o Reitor está guardando cerca de 1bi e 600 milhões no caixa).

A terceirização está diretamente relacionada com a precarização do trabalho e nós podemos provar isso destacando 13 desvantagens para você se preocupar.

  1. Falta de abertura de concursos gera empregos em situação desumana;
  2. Diminui a valorização do trabalhador, que fica em constante ameaça de demissão e não tem carreira;
  3. Tira direitos trabalhistas, como as terceirizadas do bandejão, que foram recontratadas sem fretado, creche e sem poder comer no próprio bandejão;
  4. Aumenta a rotatividade de mão de obra: a própria Funcamp declarou em audiência com o MP que a rotatividade é grande, o que precariza o serviço;
  5. Salários menores e direitos cortados;
  6. Descumprimento da jornada de trabalho, com horas extras abusivas e impossibilidade de recusa por ameaças das chefias;
  7. Não pagamento de horas extras;
  8. Assédio Moral;
  9. Trabalhadores terceirizados chegam a ser invisíveis dentro da Universidade. Logo abaixo da sala do Tom Zé ficam as terceirizadas que servem a Reitoria, mas são tratadas como descartáveis;
  10. Precarização dos serviços públicos, sem reposição efetiva das vagas Unicamp;
  11. Contratações temporárias tiram direitos dos trabalhadores;
  12. Subempregos disfarçam a responsabilidade do Reitor, que assiste todo o cenário de precarização sem se opor;
  13. A/o trabalhador/a é tratado como um mero serviço, como disse Tom Zé no último Consu.

Portanto cobramos  da Unicamp zelo com a própria Universidade e as vidas que a sustentam para que tenham sua dignidade respeitada. Todas/os trabalhadores dentro do campus são responsabilidade da Administração Central, que é omissa e vem entregando a Universidade Pública ao desmonte gradual.

porStéphane Powaczuk

7/09: Grito dos Excluídos e Excluídas traz como lema “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”

O Grito dos Excluídos e Excluídas volta às ruas em todo o país neste 7 de setembro. A 28ª edição da marcha organizada pelas pastorais sociais ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) traz como lema este ano “Brasil: 200 anos de (in)dependência para quem?”. Fruto da Campanha da Fraternidade de 1995, o tema permanente do Grito é “Vida em Primeiro Lugar”.

Em carta de apoio do 28º Grito, o bispo da diocese de Brejo (MA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Sociotransformadora da CNBB, dom José Valdeci Santos Mendes, conclama a sociedade para ações efetivas em defesa de todas as formas de vida que se encontram ameaçadas. “O avanço do desmonte de direitos sociais e do próprio estado democrático, com a disseminação da cultura do ódio, sustentada pelas notícias falsas manifestadas nas redes sociais são sinais do descaso pela vida”, destaca.

O documento reforça ainda o aprofundamento das desigualdades sociais, o aumento da fome, do desemprego, fruto do avanço do poder financeiro aumentando os lucros dos bancos, institucionalizando ainda mais os seus privilégios. “O avanço dos grandes projetos sobre as terras indígenas, povos quilombolas, pescadores e as agressões ao meio ambiente têm sido outra marca da atual política. E com isso o aumento da violência contra defensores e defensoras de Direitos Humanos, como foi o caso de Bruno e Dom, na Amazônia, e de lavradores e lavradoras barbaramente assassinados”, afirma.

Diante deste cenário, a CNBB convoca as pastorais, organismos, movimentos populares e pessoas de boa vontade para defender e garantir os direitos dos pobres e marginalizados em nível local, regional e nacional. É marca histórica do Grito, desde seu início, a defesa da democracia e da soberania dos povos!

A Direção Nacional da FASUBRA orienta a participação das entidades de base nos atos, seguindo todos os protocolos de segurança contra a pandemia, com distanciamento, máscara e álcool em gel. A Federação orienta ainda que se mantenham em grupos e não respondam às provocações de bolsonaristas, evitando confrontos.

Confira onde acontecerão ações do Grito dos Excluídos e Excluídas: https://bit.ly/3wUbiMw.

porStéphane Powaczuk

Assine a carta em defesa do Serviço, das Servidoras e Servidores Públicos

O Serviço público é um setor essencial para acolher a população brasileira e diminuir muitas desigualdades.

Por isso, o Fonasefe lançou uma Carta-manifesto ás Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores.

Para assinar a carta e compartilhar com seus e suas amigas clique aqui: https://fonasefe.org/carta-as-brasileiras-e-aos-brasileiros-em-defesa-do-servico-das-servidoras-e-servidores-publicos

Que o serviço público brasileiro seja do tamanho da necessidade do povo brasileiro, sempre!

Confira abaixo a carta:

porStéphane Powaczuk

Impacto do piso salarial da Enfermagem na Unicamp

Piso salarial da Enfermagem é suspenso por Ministro do STF

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso suspendeu no último domingo (04/09), a Lei 14.434/2022 que criou o piso salarial nacional da Enfermagem. Foram anos de lutas para tentar conquistar essa garantia suspensa por interesses empresariais.

Segundo uma nota oficial do Coren-SP “todos os estudos de impactos orçamentários foram devidamente apresentados e debatidos com todos os entes da União, Estados e Municípios, de maneira plural e transparente junto ao Congresso Nacional, com análise técnica do Sistema Cofen/Conselhos Regionais, sendo considerada viável a aprovação do Piso Salarial e sua implementação no sistema de saúde público e privado, obtendo assim a sanção presidencial para seu pleno vigor”.

ENFERMAGEM MERECE SER VALORIZADA

A Enfermagem foi protagonista na pandemia e ao invés de ser valorizada com esse direito não recebeu mais que palmas.

Na Unicamp essa classe trabalhou duramente na linha de frente, e por muito tempo sem vacina teve medo de levar a COVID-19 para dentro de suas casas e famílias. Muitos adoeceram psicologicamente.

O piso salarial das/os servidoras/es da Enfermagem concursadas/os na Unicamp já contempla o novo valor estabelecido. Mas sabemos que a terceirização na saúde ultrapassou os 30% do quadro durante a pandemia, então um terço da Enfermagem é terceirizada e não recebe o piso estabelecido pela nova lei.

A Lei 14.434/2022 é uma forma constitucional que permitirá lutar para erradicar os salários historicamente miseráveis da categoria e estabelecer uma condição digna de vida e de trabalho para o maior contingente de profissionais de saúde do país (2.710.421 trabalhadoras/es).

O Sistema Cofen/Conselhos Regionais entende que essa decisão de suspensão é discutível por não haver indício mínimo de risco para o sistema de saúde. Ou seja, a decisão do Ministro atende a conveniência da classe empresarial, que não quer pagar valores justos à Enfermagem.

SERVIDORES/AS FUNCAMP SÃO PRECARIZADOS/AS

Os servidores Funcamp, que exercem a mesma função e trabalham nos mesmos setores que os servidores CLT e CLE concursados, têm salários e benefícios menores.

Confira abaixo as comparações:

• O salário do Técnico de Enfermagem FUNCAMP corresponde a cerca de 60% do salário do Técnico concursado

• O salário do Técnico de Enfermagem FUNCAMP corresponde a cerca de 78% do salário do Técnico no novo piso da enfermagem

O STU é totalmente contra a terceirização e sempre defendeu a abertura de concurso público!

Acreditamos que o piso salarial da Enfermagem é uma forma de valorização aos trabalhadores/as! Também lutamos por insalubridade grau máximo para toda a Saúde!

porStéphane Powaczuk

STU não terá expediente no dia 07/09, devido ao Feriado

No dia 7 de setembro, o STU não terá expediente devido ao feriado do Dia da Independência do Brasil.

O sindicato retoma suas atividades normais, das 7h às 18h, no dia 8 de setembro, com atendimentos da Secretaria.

Agradecemos sua compreensão!

porStéphane Powaczuk

Primeiro Sind-Hour, Happy Hour do STU, acontece dia 16/09

A Coordenação de Cultura do STU está organizando o primeiro Sind-hour, Happy Hour do STU. Este evento vai acontecer no dia 16 de setembro, na sede do STU, a partir das 17h30min.
No evento teremos bebidas, petiscos e muita música boa ao vivo! A entrada é gratuita.

Segundo o Coordenador de Cultura do STU, Beto Roldan, a proposta é trazer os/as funcionários/as para dentro do STU, seja associados/as ou não. “Depois de tantos anos, o STU finalmente tem a sua sede e nós acreditamos que ela também deve ser usada para momentos de lazer para a categoria”, complementa Beto.

Lembrando que o evento é aberto a toda comunidade, funcionários/as, estudantes e professores/as. Queremos mostrar para a comunidade que além de assembleia, atos e passeatas, também sabemos fazer festa!

Venha participar desse momento de descontração que o STU está preparando para você!

Confira a seguir o vídeo do convite:

porStéphane Powaczuk

Fórum das Seis envia ofício solicitando novamente reunião com Tom Zé

Após o Ato Unificado no dia 30/08 em frente a reitoria da Unicamp, o Fórum das Seis enviou para o reitor Tom Zé, (mais uma vez) um ofício solicitando agendamento de reunião para negociação da data-base 2022.

O reitor da Unicamp, que é o presidente do Cruesp, ignorou a categoria e não recebeu o Fórum das Seis.

Confira abaixo o ofício:

porStéphane Powaczuk

Paralisação com ATO UNIFICADO mostrou indignação e força das/os trabalhadoras

Na terça-feira, 31/08, aconteceu um ato unificado entre a Unicamp, USP e UNESP em frente a reitoria da Unicamp, para cobrar do reitor Tom Zé, que é o presidente do CRUESP, a abertura de negociação da data-base de 2022.

O STU realizou diversas reuniões de unidades pelo campus algumas semanas antes do ato, o que resultou em um comparecimento bem expressivo da categoria nessa paralisação.

CATEGORIA RESPONDE AO CHAMADO DO SINDICATO

“Foi um ato bastante positivo no sentido em que as pessoas atenderam ao nosso chamado, a partir das reuniões de unidades que nós fizemos. Os setores que eu visitei eu vi as pessoas no ato. E agora infelizmente a nossa reitoria que não responde, as pessoas mais uma vez se decepcionam com uma reitoria que se diz democrática e foi eleita numa plataforma democrática e que não atende aos servidores”, avalia Marli Armelin, uma das Coordenadoras Gerais do STU.

O sindicato vem denunciando há meses a falta de diálogo que o Tom Zé tem adotado perante aos trabalhadores/as. O Fórum das Seis protocolou a pauta unificada de reivindicações há quatro meses, e até agora o Cruesp não sinalizou a possibilidade de reunião.

“O ato foi importante e superou a expectativa das entidades, nós percebemos que a categoria atendeu ao chamado do Fórum das Seis, e mostramos que tem recurso para reajustar o salário de 21%. Além disso, também tem recurso para fazer equiparação com a USP, (no caso do salário da Unicamp), e o vale refeição para Unicamp, que na USP já pagam” complementa o Coordenador Geral do STU, Pio Romera. Segundo Pio, como tem recurso em caixa as pessoas estão se sensibilizando e se mostrando mais propícias a paralisarem suas atividades.

OS REITORES ESTÃO SENTADOS E GUARDANDO O NOSSO DINHEIRO

O comprometimento com a folha de pagamento das três universidades, USP, UNESP e Unicamp, com salários em julho/2022 ficou em 69,21%, quase que inalterado mesmo após o reajuste de 20,67% em março deste ano.

AVALIAÇÃO DO ATO UNIFICADO

“O ato foi muito bom, o compromisso que tivemos de passar nas unidades foi muito importante, a gente viu a valorização que é estar corpo a corpo com o/a trabalhador/a. Agora nós não podemos parar, os próximos atos precisam ser muito melhores que esse, que já foi bom”, completa uma das Coordenadoras Gerais do STU, Elisiene Lobo.

O STU parabenizou no ato a categoria por ter participado da atividade de paralisação, se expressando em voz alta, e vestindo a camiseta laranja que pede Isonomia, Reajuste e Democracia! A nossa pauta é legítima, e os/as trabalhadores/as merecem respeito. Por isso estamos reivindicando o reajuste de 21%, Isonomia com a USP, e o Vale Refeição!

O reitor Tom Zé enviou um ofício ao Fórum das Seis informando que estaria fora da cidade de Campinas, e por isso seria impossível receber os representantes. Porém essa atitude só mostra a falta de democracia e de vontade que impera nas atitudes do reitor, pois sabemos que existe uma vice-reitora e chefes de gabinetes que poderiam conversar e receber o movimento.

Nós sabemos que tem dinheiro nas universidades para discutirmos o reajuste, portanto não vamos desistir de lutar.

Continuem acompanhando nossas redes sociais que em breve vamos divulgar nossos próximos passos para vencer essa batalha!

porStéphane Powaczuk

Nota de solidariedade à comunidade da Unesp de Rio Claro

Adunesp, Sintunesp e Fórum das Seis solidarizam-se com a comunidade da Unesp de Rio Claro

porStéphane Powaczuk

Assine a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores

Em um país como o Brasil, o serviço público é um setor estratégico para atender a população e para diminuir essas desigualdades.

É por isso que o Fonasefe, lança a Carta- manifesto às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Serviço Público e das Servidoras e Servidores.

Assine a carta através do link e compartilhe com os seu amigos: https://fonasefe.org/carta-as-brasileiras-e-aos-brasileiros-em-defesa-do-servico-das-servidoras-e-servidores-publicos

Que o serviço público brasileiro seja do tamanho da necessidade do povo brasileiro, sempre!

Texto e Imagem: Fasubra

porStéphane Powaczuk

Lei de Cotas completa uma década e reforça sua eficácia como política de inclusão

A FASUBRA Sindical foi precursora na luta pela criação da Lei de Cotas (Lei 12.711/2012), em conjunto com o Movimento Negro, que hoje (29/8) completa dez anos. Uma política pública exemplar, a lei aumentou a inclusão e mudou o perfil de acesso às universidades públicas e institutos federais. A adoção do sistema de cotas é uma importante ferramenta para superar a segregação, democratizar o ensino superior e beneficiar ex-alunos da rede pública. Metade das vagas são destinadas a candidatos negros, pardos, indígenas, quilombolas com deficiência e/ou baixa renda.

A Federação discute a implementação de cotas raciais e sociais para a educação superior desde 1995, quando realizou o I Encontro Nacional dos Técnico-Administrativos Negros e Militantes antirracismo da FASUBRA “Universidade: Relações raciais no trabalho e a cor da exclusão”. Em 2008, a Federação participou do I Seminário de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em Brasília/DF. No mesmo ano realizou Encontro Nacional de Negros, Negras e Militantes Antirracismo das Universidades brasileiras. Já em 2009, em 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, a FASUBRA lançou campanha em defesa das cotas. Esta campanha, além de reafirmar a defesa pela implantação das cotas raciais e sociais, teve como objetivo provocar o debate e a denúncia contra a postura de setores ultraconservadores e racistas da sociedade.

As ações da Federação auxiliaram, portanto, para que as primeiras universidades aderissem à política de cotas, antes mesmo da aprovação da Lei 12.711/2012. A UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) foi a primeira instituição pública de ensino a aplicar a lei, em 2002, seguida pela UnB (Universidade de Brasília, em 2004. Em 2008, foi a vez da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) instituir o programa de ações afirmativas.

A Lei sancionada em 2012 prevê revisão do texto quando completar 10 anos, o que deve ocorrer ainda este ano, após as eleições. Até ser revisada, a política de cotas não deixará de existir e nenhuma universidade deixará de ofertar vagas. A FASUBRA permanece na luta pela manutenção e ampliação dessa importante política pública. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que, entre 2010 e 2019, o número de negros nas universidades do país cresceu 400%, o que comprova que a Lei de Cotas chega ao marco de uma década reafirmando sua eficiência.

O Senado Federal realizou nesta segunda-feira sessão especial para celebrar os dez anos da Lei de Cotas por iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS), um grande defensor da política. Segundo Paim, a Lei de Cotas muda a vida das pessoas para melhor, inclui, oferece oportunidades, fortalece o direito de ter sonhos e realizá-los. “Precisamos de cotas, sim, para que o Brasil deixe de ser o segundo país mais desigual do mundo. A Lei de Cotas combate o racismo”, afirmou em uma rede social.

A DN FASUBRA esteve presente nesta sessão solene reafirmando seu compromisso e disposição de luta em defesa das cotas. Para o coordenador-geral Toninho Alves é importante que nesse momento que o Brasil deverá ter um novo governo é necessário intensificar as ações em defesa das cotas, para que essa política se transforme em política de Estado e não uma lei com data de validade!

Foto: Assessoria do senador Paulo Paim.
Texto: FASUBRA.