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porStéphane Powaczuk

Retrospectiva da Greve: 10 momentos importantes que marcaram o nosso movimento – Parte II

Hoje vamos conferir a segunda parte da Retrospectiva da Greve com 10 momentos importantes que marcaram a nossa luta pela Campanha Salarial 2026 e pela nossa Pauta Específica.

Desde que o projeto de Autarquização da Área da Saúde da Unicamp começou a ser falado o STU se mobilizou e obteve apoio de várias entidades, parlamentares, movimentos sociais e trabalhadores para barrar a privatização do complexo de saúde da Unicamp. E mesmo em meio a greve nos mantivemos fortes em defesa dos hospitais. Fizemos caminhadas pelo centro, reuniões, pressão na Alesp, entre outros.

Após 30 dias de greve, com a força da nossa mobilização, finalmente a reitoria abriu mesa de negociação e apresentou propostas concretas às nossas reivindicações.

No dia 18/06/26, após ato em frente à reitoria, recebemos uma proposta de R$ 50,00 de aumento no Vale Alimentação como condição para o fim da greve. A categoria ficou indignada e permaneceu até tarde mobilizada cercando o prédio da reitoria, o que forçou a administração voltar ao diálogo com o comando de greve e retirar as F3 lançadas indevidamente por algumas chefias durante a paralisação.

Quase uma semana depois, ao voltarmos para mesa de negociação, arrancamos da reitoria reajuste no Vale-Refeição (VR) de R$ 43 para R$ 50; e Auxílio Saúde de R$990, em janeiro/27 (condicionado ao aumento na arrecadação do ICMS).

Durante todos os dias de luta a categoria permaneceu firme e unida e no dia 26/06 comemorou, com uma festa junina da Greve, os 35 anos de fundação do STU, na Sede do Sindicato. Teve música, comidas típicas e um bolo em comemoração.

Ao longo dos 54 dias em greve rolaram diversas atividades. O debate com os Vereadores de Campinas, Mariana Conti (PSOL) e Wagner Romão (PT) foi marcado com uma boa análise de conjuntura, movimento de greve e a importância da Universidade Pública.

Com o andar das mesas de negociações e as propostas sendo analisadas a assembleia do dia 02/07, que ocorreu na Praça da Paz, encerrou a greve, mas com várias propostas a serem debatidas nas mesas de negociações com a reitoria.

O STU continua na luta para assinar o acordo de fim de greve. Apesar da última reunião (03/07) ter travado um debate intenso, permanecemos atuando na negociação e logo que tivermos mais informações voltaremos a noticiar a categoria.

A próxima reunião de negociação está agendada para o dia 06/08, esperamos que a reitoria confirme a data para continuarmos as tratativas do fim do acordo de greve e da nossa Pauta Específica. Lembrando que, a nossa última assembleia, definiu que em dias de reunião de negociação sempre teremos PARALISAÇÃO para acompanhar a reunião e fazer pressão para acelerar as nossas reivindicações.

Acompanhe agora o PDF com momentos importantes da nossa greve – Parte II

porStéphane Powaczuk

VR: Reitoria dá e toma

Conquistamos o vale refeição, que está na nossa pauta a anos, mas a Reitoria vem sempre com aquelas letrinhas miúdas na propaganda. Quem estava esperando ansiosamente pelo crédito em Junho, que foi garantido que seria pago com retroativo à Maio, comeu no bandejão sem saber que perderia o VR. A regra, que nos pegou de surpresa, prejudicou muitos trabalhadores que tiveram mais da metade do VR descontada.

O STU cobrou a reitoria que fosse aplicada a cobrança nos moldes anteriores, com o valor tabelado, até porque os trabalhadores optam pela refeição mais em conta devido à defasagem salarial.

Enviamos um ofício no dia 16/06 e não nos surpreende que a Reitoria não tenha respondido ainda. A pauta específica protocolada no dia 21/06, também segue sem resposta!

É uma injustiça da reitoria descontar esse valor sem um comunicado prévio.

Não vamos permitir esse tipo de ataque da reitoria, que mais uma vez de forma intransigente, impõe prejuízo no bolso dos trabalhadores.

Estamos indignados/as com essa postura!

Confira abaixo o ofício que o STU enviou à Reitoria, em 16 de junho de 2023.

porStéphane Powaczuk

VITÓRIA | VR DEVE SER PAGO QUINTA, (22)

Segundo informações apuradas pelo STU, o crédito do VR de maio e junho está agendado para ser pago quinta-feira, (22).

Nesta semana foi antecipado o VA e agora o VR também. Essa é a mais uma conquista nossa, fruto da pressão do STU em cima da reitoria pelo pagamento adiantando dos benefícios.

porStéphane Powaczuk

Tom Zé, cadê o VR?

Após 10 anos de luta para conquistarmos o VR, finalmente no dia 12/05 foi HOMOLOGADO o pregão eletrônico da DGA (Diretoria Geral da Administração) da Unicamp para o Vale Refeição dos/as servidores/as da Universidade. A empresa vencedora foi a VR Benefícios e Serviços de Processamento S.A.  E não houve manifestação de interposição de recurso.

E agora Tom Zé, só falta entregar os cartões?

Relembre a luta de aprovação do VR

O VR foi aprovado, com muita insistência do sindicato, e pressão dos trabalhadores, em sessão extraordinária do CONSU no dia 25/04, inclusive com a promessa de pagamento retroativo a primeiro de maio. Vale lembrar que se não fosse a apresentação dos conselheiros de uma nova proposta, o VR poderia ter saído com desconto de 20%.

Quando vamos receber Tom Zé?

A inflação tem corroído nosso salário, e o custo com alimentação está crescendo a cada dia, precisamos urgente do VR!

Margem consignável: Mesmo quem não tem margem vai receber. A margem fica negativa e vai zerando conforme as dívidas que consomem a margem vão sendo pagas.

Como conta?

O/a trabalhador/a vai receber, por dia trabalhado, o VR no valor integral no cartão. O desconto será feito no holerite. Ou recebe o VR ou terá uma refeição gratuita no bandejão no dia trabalhado. Sendo assim, quem não quiser o VR poderá comunicar o GGBS e terá gratuidade em uma refeição diária no restaurante universitário.

Atenção: Não se paga referente às horas trabalhadas e sim pelo dia trabalhado presencialmente. Horas extras não contabilizam vale extra.

Saúde: Na mesma regra, o VR será pago por dia trabalhado. Dobras de plantão não terão dobras de VR.

ACORDO COLETIVO DA SAÚDE: Em dobras de plantão solicitadas pela instituição, a dobra “pra casa”, o almoço é gratuito e garantido pelo acordo coletivo. Será pago o VR pelo trabalho diário, normalmente. E a refeição pela contribuição à instituição será oferecida gratuitamente.

Almoço ou jantar “pré ou pós plantão”: Para aqueles que chegam antes do plantão para almoçar, jantar ou fazem as refeições após o plantão, essa refeição se dará no mesmo esquema da opção entre receber ou não o VR. Ou você faz essa refeição gratuitamente ou recebe o VR. Se optar receber o VR, poderá pagar aquela refeição em avulso, no preço do visitante, R$13,50.

O STU permanece lutando pelos direitos dos/as trabalhadores/as da Unicamp. Fique atento/a às nossas redes de comunicação para ficar por dentro dos informes do sindicato.  

Participe das atividades do sindicato!

porFernanda de Freitas

Discussão sobre implantação do Vale Refeição avança

Quinta-feira passada (13) teve a reunião entre a reitoria e os/as conselheiros/as Consu representantes dos/as funcionários/as, onde foi discutida a minuta dos/as conselheiros/as referente à concessão do Vale Refeição (VR).

A proposta do ofício do sindicato, que converge com a proposta dos/as conselheiros/as PAEPE, descarta os descontos em caso de férias, licenças, faltas, afastamento etc.

Para a reitoria, pagar o VR em licenças desvirtua o objetivo do benefício que é oferecer subsídio para as refeições, podendo “conflitar” com as regras do auxílio alimentação, que é pago mesmo na ausência do/a funcionário/a.

Diferente da proposta da reitoria, de descontar 20% do valor recebido por mês, defendemos o não desconto dos 20% e a proposta dos/as conselheiros/as de pagar R$ 1.00/mês, para seguir a legislação.

A nossa proposta leva em consideração o preocupante comprometimento do orçamento familiar da categoria com a margem de consignado e com o alto custo de vida.

Os/As conselheiros/as reforçaram que a defasagem salarial pesa no bolso da categoria e precisa ser amenizada.

Diante dos argumentos, a reitoria se propôs a analisar uma proposta que pudesse compor as reivindicações dos dois lados para que haja acordo.

Pressão pelo fim dos descontos

O chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Montagner, aproveitou para esclarecer que a minuta da reitoria considera as especificidades dos/as profissionais da Saúde e de quem tem gratuidade no bandejão, por exemplo.

O assessor reafirmou que, salvo algum “contratempo”, a reitoria se compromete que o vale seja implantando em 1º de maio próximo.

Reconhecemos que o VR é uma conquista histórica e, apesar do avanço na discussão sobre a mudança na forma de custeio, o STU segue defendendo que o VR seja pago mesmo em licenças e que o custeio seja de R$ 1,00/mês para a categoria.
É a reta final desta negociação e precisamos nos manter mobilizados para barrar qualquer desconto que comprometa o nosso salário.

REItor não quer ser contrariado
O reitor utilizou um longo período da reunião do Consu para expressar o seu descontentamento com o ato realizado pela categoria num evento em ele participava.

O protesto era parte da nossa paralisação ocorrida quinta-feira passada (12).

Vamos seguir organizando manifestações legítimas enquanto a reitoria continuar ignorando se recusando a negociação a nossa Pauta Específica com o STU.

porStéphane Powaczuk

USP valoriza os trabalhadores enquanto Tom Zé alimenta o cofre

Mais uma vez a USP sai na frente quebrando o tratamento isonômico entre as universidades.

No começo deste mês a reitoria da UPS indicou a criação do Prêmio de Desempenho Acadêmico Institucional no valor individual de R$5 mil a todos/as os/as servidores/as docentes e técnico administrativos/as, com pagamento previsto para abril.

Enquanto isso… Tom Zé continua guardando o nosso dinheiro e desvalorizando o trabalho das categorias que mantém a Unicamp funcionando.

Unicamp também tem dinheiro para dar abono

Somos aproximadamente 9 mil docentes e funcionários/as ativos/as. Fazendo o cálculo de um abono de R$5 mil (valor mínimo indicado pela USP), teríamos um impacto de R$45 milhões, mais R$25 milhões incluindo os/as aposentados/as, totalizando o valor de R$70 milhões de reais.

A revisão orçamentária de 2022 apresentou um superávit de R$560 milhões, e o acúmulo da reserva orçamentária (que está no cofre da Unicamp), está em R$1,7 bilhões. O que nos leva a comprovar que esse impacto para também realizar o abono para a Unicamp seria de 2% do valor orçamento e 4% da reserva geral da universidade, e não faria nem “cócegas” ao montante que o Tom Zé está acumulando.

O que entendemos com isso?

Que o reitor da USP está reconhecendo o trabalho de excelência desenvolvido pelos/as servidores/as com a possibilidade de receber este abono no próximo mês, e que Tom Zé, continua sentado em cima do nosso dinheiro e não abre espaço sequer para um diálogo com a nossa categoria.

USP pretende dar dois abonos

Na mesma linha, foi criada também uma Gratificação de Valorização, Retenção e Permanência para valorizar o vínculo dos/as professores/as e funcionários/as de forma a reter esses talentos nos quadros das Universidades.

A gratificação varia de R$27 mil a R$30 mil para docentes que ingressaram a partir de 2003, até os dias atuais, e de R$4,5 mil a R$5 mil para servidores/as que ingressaram a partir de 2003, até a presente data.

Dentre os pré-requisitos, a proposta remunera aqueles/as que tenham iniciado exercício em cargo permanente ou emprego público há no máximo 20 anos, e será pago a partir de maio em três parcelas.

Ainda que esses abonos sejam pagos uma única vez este ano, o curioso é que a reitoria daquela universidade justifica os pagamentos dizendo que o impacto estimado será mínimo, não comprometendo o caixa, muito menos a folha de pagamento.

E o que temos que ficar atentos/as é que estamos sob ataque iminente do projeto neoliberal do Governo Tarcísio, onde ele já deixou claro o ataque às Universidades podendo tirar toda nossa verba. O reitor da USP, muito esperto, vem protegendo a Universidade e reconhecendo as categorias através dos abonos, aproveitando essa altíssima reserva em caixa. Enquanto isso, o reitor da Unicamp continua guardando o dinheiro no cofre e correndo risco do Tarcísio confiscar a qualquer momento.

De onde vem esse dinheiro?

Sabemos que essa conquista não veio de graça. É fruto da luta dos/as trabalhadores/as da USP.  No entanto, essas iniciativas da USP provam, mais uma vez, que as universidades estão com os caixas lotados de dinheiro, e o que falta mesmo é vontade política dos reitores, principalmente da Unicamp, em valorizar a dedicação dos/as servidores/as.

Há décadas amargamos um arrocho salarial que agora vem acompanhado do desrespeito com a isonomia entre as instituições.

Cadê o nosso Vale Refeição Tom Zé?

Enquanto o Tom Zé se enrola para licitar e liberar o vale refeição, a USP sai na frente, mais uma vez, pagando abono e desmascarando a farsa da falta de recursos para a data-base.

Com a destinação de verba para essas duas iniciativas, ainda assim o comprometimento do caixa da universidade ficará abaixo da média, provando o que o Fórum da Seis sempre diz que há dinheiro em caixa!

Mais do que nunca precisamos botar toda pressão nessa campanha salarial cobrando um plano de recomposição salarial já, cuja aplicação se inicie agora em maio!

E se Tom Zé nos valorizasse…

Se a reitoria da Unicamp reconhecesse o superávit e desse a cada trabalhador docente e não docente o valor mínimo do abono da USP, esse investimento custaria 2% do orçamento da universidade!


Dinheiro tem, o arrocho é decisão do Tom Zé!

Por isso é importante que você venha para assembleia discutir a organização da nossa campanha salarial e também os próximos passos para garantir a isonomia com a USP.

porFernanda de Freitas

Pagamento de vales alimentação e refeição

O GGBS liberou nesta semana o cronograma de pagamento do VA (Vale Alimentação) para 2023.

Nossa Pauta Específica 2022 reivindica que o pagamento seja feito até o dia 20 de cada mês. E, em ofícios enviados à reitoria, em dezembro passado, cobramos que o crédito do VA seja feito junto com o de vale refeição, ainda em janeiro deste ano. Bem como o pagamento do abono aos aposentados no valor equivalente aos vales dos funcionários que estão na ativa.

A fixação da data de pagamento do VA também foi reforçada na reunião com o chefe de gabinete da reitoria, Paulo Cesar Montagner, realizada no final de dezembro passado.

Mesmo depois dessas reivindicações, é lamentável que a reitoria insista no pagamento do VA em datas posterior ao dia 20 de cada mês.

No calendário do GGBS o prazo entre um crédito e outro, em determinados meses, fica muito longo prejudicando o orçamento familiar do funcionário. O ideal seria receber no máximo até dia 20, sem passar!

Reitoria se reuniu com STU para tratar do assunto

Na reunião com o chefe de gabinete, a diretoria do STU cobrou ainda que o pagamento do VR seja feito de forma retroativa, tendo em vista que a aprovação do vale aconteceu em dezembro do ano passado. E reforçou a solicitação de pagamento de abono para os aposentados.

Montagner sinalizou que a PG (Procuradoria Geral) está analisando os trâmites legais para a implantação do VR, com especial atenção para a especificidade da jornada de trabalho da Área da Saúde, já que o vale é pago por dia trabalhado. Sobre os aposentados ele ficou de analisar a situação.

Ficou decidido que uma nova reunião seria agendada entre janeiro e fevereiro deste ano, com objetivo de retomar a discussão já com o parecer da PG.

Pagamento retroativo

O GGBS anunciou também que na próxima segunda-feira (9) será creditado R$ 80,00 referente ao valor do reajuste do VA pago em dezembro passado. E no dia 20/01 será pago o valor integral do VA. Vale lembrar que o VA passou de R$ 1.270,00 para R$ 1.350,00.

Fonte: com informações do GGBS/Unicamp

porStéphane Powaczuk

Ofício do Stu solicita pagamento do VR em Janeiro

A diretoria do STU se reuniu no dia 14 de dezembro, e decidiu enviar um ofício para Reitoria solicitando que seja creditado mensalmente, a partir de janeiro de 2023, no cartão do Auxílio Alimentação, o valor líquido de R$633,60 (seiscentos e trinta e três reais e sessenta centavos), referente ao valor do Vale Refeição, até que a Reitoria resolva os termos administrativos para o pagamento do referido Vale.

Garantia de recurso para Vale Refeição foi aprovada no CONSU

Na última reunião do Conselho Universitário, em 13/12, foi aprovada a proposta orçamentária para 2023. Dentre as definições aprovadas está a garantia de recursos para o Vale Refeição. (Clique aqui para conferir a explicação no Boletim do STU de 15/12/2022)

Confira a seguir o ofício enviado para Reitoria:

porStéphane Powaczuk

Paralisação com ATO UNIFICADO mostrou indignação e força das/os trabalhadoras

Na terça-feira, 31/08, aconteceu um ato unificado entre a Unicamp, USP e UNESP em frente a reitoria da Unicamp, para cobrar do reitor Tom Zé, que é o presidente do CRUESP, a abertura de negociação da data-base de 2022.

O STU realizou diversas reuniões de unidades pelo campus algumas semanas antes do ato, o que resultou em um comparecimento bem expressivo da categoria nessa paralisação.

CATEGORIA RESPONDE AO CHAMADO DO SINDICATO

“Foi um ato bastante positivo no sentido em que as pessoas atenderam ao nosso chamado, a partir das reuniões de unidades que nós fizemos. Os setores que eu visitei eu vi as pessoas no ato. E agora infelizmente a nossa reitoria que não responde, as pessoas mais uma vez se decepcionam com uma reitoria que se diz democrática e foi eleita numa plataforma democrática e que não atende aos servidores”, avalia Marli Armelin, uma das Coordenadoras Gerais do STU.

O sindicato vem denunciando há meses a falta de diálogo que o Tom Zé tem adotado perante aos trabalhadores/as. O Fórum das Seis protocolou a pauta unificada de reivindicações há quatro meses, e até agora o Cruesp não sinalizou a possibilidade de reunião.

“O ato foi importante e superou a expectativa das entidades, nós percebemos que a categoria atendeu ao chamado do Fórum das Seis, e mostramos que tem recurso para reajustar o salário de 21%. Além disso, também tem recurso para fazer equiparação com a USP, (no caso do salário da Unicamp), e o vale refeição para Unicamp, que na USP já pagam” complementa o Coordenador Geral do STU, Pio Romera. Segundo Pio, como tem recurso em caixa as pessoas estão se sensibilizando e se mostrando mais propícias a paralisarem suas atividades.

OS REITORES ESTÃO SENTADOS E GUARDANDO O NOSSO DINHEIRO

O comprometimento com a folha de pagamento das três universidades, USP, UNESP e Unicamp, com salários em julho/2022 ficou em 69,21%, quase que inalterado mesmo após o reajuste de 20,67% em março deste ano.

AVALIAÇÃO DO ATO UNIFICADO

“O ato foi muito bom, o compromisso que tivemos de passar nas unidades foi muito importante, a gente viu a valorização que é estar corpo a corpo com o/a trabalhador/a. Agora nós não podemos parar, os próximos atos precisam ser muito melhores que esse, que já foi bom”, completa uma das Coordenadoras Gerais do STU, Elisiene Lobo.

O STU parabenizou no ato a categoria por ter participado da atividade de paralisação, se expressando em voz alta, e vestindo a camiseta laranja que pede Isonomia, Reajuste e Democracia! A nossa pauta é legítima, e os/as trabalhadores/as merecem respeito. Por isso estamos reivindicando o reajuste de 21%, Isonomia com a USP, e o Vale Refeição!

O reitor Tom Zé enviou um ofício ao Fórum das Seis informando que estaria fora da cidade de Campinas, e por isso seria impossível receber os representantes. Porém essa atitude só mostra a falta de democracia e de vontade que impera nas atitudes do reitor, pois sabemos que existe uma vice-reitora e chefes de gabinetes que poderiam conversar e receber o movimento.

Nós sabemos que tem dinheiro nas universidades para discutirmos o reajuste, portanto não vamos desistir de lutar.

Continuem acompanhando nossas redes sociais que em breve vamos divulgar nossos próximos passos para vencer essa batalha!