Arquivo anual 10 de abril de 2023

porStéphane Powaczuk

Atenção para as Datas das Assembleias para Eleições de Delegados/as Confasubra

O STU está convocando os/as trabalhadores/as da Unicamp para participarem das assembleias gerais que vão eleger os/as delegados/as para o XXIV Confasubra: Defender a Democracia e avançar nas conquistas.

Atenção para as datas:

17/04 (segunda-feira) – 12h: Campus de Limeira no pátio central;

18/04 (terça-feira) – 12h: Campus de Campinas na Praça da Paz;

19/04 (quarta-feira) – 10h: Campus de Piracicaba no pátio central;

20/04 (quinta-feira) – 12h: CPQBA no refeitório.

DEBATES DO CONFASUBRA APONTAM OS RUMOS DA FEDERAÇÃO

O Confasubra é o maior e mais importante evento da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA), à qual o STU é filiado.

Destacando que o Congresso da Fasubra acontece a cada três anos, e este ano vai acontecer em Brasília-DF, de 17 a 21 de maio.

Neste evento também é elaborado o plano de lutas dos técnicos-administrativos/as para os próximos anos. Os/as representantes que estiverem no congresso vão participar de debates sobre temas sociais do país, com ênfase nas condições de vida, trabalho e salário bem como definir posições e formas de lutas, entre outros temas.

Também será atualizado o Estatuto da Fasubra, e serão realizadas as eleições da nova Direção Nacional (DN) da Fasubra, e do novo Conselho Fiscal.

O STU defende a unificação da defesa das universidades estaduais e federais e do funcionalismo público e representa a Unicamp nacionalmente nessa luta junto à Fasubra!

Por isso, a sua participação na assembleia é muito importante para nossa representação em Brasília!

porFernanda de Freitas

Assembleia repudia apartheid israelense

Nossa assembleia geral de quinta-feira (30) aprovou por aclamação a Moção “Por uma Unicamp à serviço do povo e não do apartheid israelense!” em repúdio à postura da reitoria em sediar um evento que incentiva o apartheid israelense contra uma Palestina livre, soberana e democrática!

Assembleia aprova moção de repúdio por aclamação

O documento aprovado foi proposto por acadêmicos da Unicamp que propõe a construção de um ato no dia 03/04 (segunda-feira), às 11h. A concentração será no Ciclo Básico com caminhada até a COMVEST onde será realizado o protesto.

O STU convida todos/as a se somarem nesta luta por uma Palestina Livre de todas as formas de opressão!

Confira abaixo a moção completa:


Moção | Por uma Unicamp à serviço do povo e não do apartheid israelense!

O STU entende, por aclamação e unanimidade em assembleia realizada no dia 30 de março de 2023, que o regime de Israel, bem como suas organizações universitárias e centros de pesquisa, ao incidirem no crime internacional contra a humanidade de Apartheid, como repetidamente denunciado pela ONU, Havard Law School, e as principais organizações internacionais de defesa dos direitos humanos, entre elas Human Rights Watch e Anistia Internacional, e inclusive por organizações israelenses, não está apto a convênios, acordos e cooperação em pesquisa de quaisquer tipos.

As referidas universidades e centros de pesquisa estão diretamente e indiretamente associadas às forças armadas israelenses e demais aparatos do regime e colaboram para a desumana e sistemática ocupação colonial da Palestina, e são, portanto, coautoras do crime
internacional contra a humanidade aqui referido.

Entende-se, também, que se unir à prática de Boicotes, Desinvestimentos e Sanções é parte das responsabilidades da Universidade Pública como forma de respeito às leis internacionais e aos direitos humanos, se retirando de quaisquer colaborações com o referido regime, já que o Apartheid trata-se de um crime que perpassa estruturas institucionais, legais, sociais, políticas e econômicas e qualquer conhecimento produzido conjuntamente pode ser indevidamente aplicado de forma criminosa, na manutenção da opressão.

O STU vem por meio desta se manifestar e solicitar o Cancelamento da Feira das universidades israelenses, o fim dos convênios e acordos de pesquisa e que a Unicamp se declare permanentemente TERRITÓRIO LIVRE DE APARTHEID.
Campinas, 30 de março de 2023.

https://www.instagram.com/p/CqTDrp6OMbx/?igshid=YmMyMTA2M2Y=
porStéphane Powaczuk

Em solidariedade ao luto, STU garante acordo para que profissionais da DEdIC prestem as últimas homenagens à professora Rosângela

O STU está de luto!
A assembleia desta quinta-feira (30) deliberou pelo repúdio à ação da reitoria de proibir o comparecimento das professoras/es e demais servidoras/es da DEdIC de comparecer ao enterro da professora Rosângela Geraldo Gomes da Silva.
Rosângela foi professora da DEdIC desde 1986, formando e educando crianças e também a própria equipe de educação infantil.
Ela foi uma profissional muito importante para a defesa da educação infantil como um direito dentro da Unicamp. Indignada com o tratamento dado às professoras enlutadas, a assembleia dedicou um minuto de silencio à professora Rosângela e decidiu por manifestar seu repúdio à decisão da reitoria e a criação de uma comissão para negociação imediatamente após o término da assembleia.
A comissão da assembleia, formada por quatro diretores e algumas professoras da DEdIC, foi recebida pela Dra. Patrícia Falabella, representando a coordenadora geral da Universidade, Cristiane Megid, diretora da DEEPU (Diretoria Executiva de Ensino Pré-Universitário da Unicamp), e Simone Rodrigues, coordenadora geral da DEdIC.


Após duas horas de reunião, a comissão conseguiu um acordo com a Unicamp, aprovado pela
Dra. Maria Luiza Moretti, coordenadora geral da Universidade e vice-reitora.
O STU se solidariza com a comunidade da DEdIC, profissionais e famílias, e entende que a melhor forma de homenagear a professora que tanto contribuiu para a universidade é defendendo o direito de seus colegas ao luto e ao acolhimento da família.

Assembleia aprovou um minuto de silêncio.

O que ficou acordado?

  • A Unicamp reconheceu que a equipe da DEdIC estará desfalcada e que muitos profissionais se ausentarão. A ausência na sexta-feira (31) será respaldada pela direção, sem punição. A direção orientará as professoras a registrarem faltas abonadas, e mesmo aquelas que por qualquer motivo não puderem optar pelo F2, não haverá registros no cartão que prejudique a assiduidade e a contagem de tempo de serviço.
  • A reitoria se responsabilizou em comunicar às famílias para que evitem levar as crianças à DEdIC nesta sexta-feira, pois reconhece que nesta data o trabalho estará comprometido pelas ausências de professoras enlutadas.
    O STU reforça o pedido à comunidade para que os pais não levem as crianças nesta sexta-feira em solidariedade ao falecimento da professora.
  • Também ficou combinado que o acolhimento excepcional de crianças amanhã será organizado mediante rodízio, para que a equipe da DEdIC possa comparecer ao velório previsto para sexta-feira.

A DEdIC é um sistema de educação
Reconhecemos a importância do trabalho das professoras da DedIC para a Universidade, mas destacamos que a DEdIC não se configura como um serviço essencial.
O STU se coloca à disposição para mediar qualquer tipo de conflito decorrente dessa situação. Se você tiver algum problema, entre em contato conosco. Lembramos que qualquer tipo de denúncia é sempre sigilosa.

porStéphane Powaczuk

Nota de Pesar | Profª Rosângela Geraldo Gomes da Silva

ATUALIZADO EM 31/03/2023 – 9h20

É com imenso pesar que o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp informa que, a Professora Rosângela Geraldo Gomes da Silva faleceu nesta quinta-feira, 30 de março de 2023. Ela era professora da Divisão de Educação Infantil e Complementar da Unicamp/DEdIC e estava neste setor desde 1986.

O velório foi liberado às 7h30 desta sexta-feira (31) e o sepultamento ocorre às 14h no Cemitério Parque das Aleias, localizado na Alameda dos Flamboyants, s/n, Bairro das Palmeiras em Campinas/SP.

A diretoria do STU lamenta e expressa os sentimentos de condolências à família e amigos da Profª. Rosângela Geraldo Gomes da Silva.

Rosângela Geraldo Gomes da Silva, PRESENTE!

porStéphane Powaczuk

Hoje 30/03 tem Assembleia no STU

Hoje, 30/03, às 12h, tem Assembleia Geral na Sede do STU!
Te esperamos para debatermos nossa Campanha Salarial e a Pauta Unificada!

A sua participação é muito importante para a nossa luta!

porStéphane Powaczuk

Nota de Pesar | Izabel Pereira de Assis Tozzi

É com imenso pesar que o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp informa que, no dia 26 de março de 2023, a Sra. Izabel Pereira de Assis Tozzi, aposentada do IB, esposa do também aposentado Irineu Tozzi do IA, faleceu.

A diretoria do STU lamenta e expressa os sentimentos de condolências à família e amigos da Sra. Izabel Pereira de Assis Tozzi.

Izabel Pereira de Assis Tozzi, PRESENTE!

porStéphane Powaczuk

Plenária dos Aposentados será dia 04/04

O Departamento de Aposentados do STU está convocando os/as aposentados/as e pensionistas para uma plenária no dia 04 de abril, às 9h30, na sede do STU.

Na pauta estão:

– Abono da USP de R$5 mil;

– Informes da Unimed;

– Organização para interessados/as em ser delegados/as no Congresso da Fasubra.

A sua participação é muito importante, pois com união vamos conseguir conquistar as nossas pautas!

porStéphane Powaczuk

Boletim do STU de 27/03/2023

Clique aqui para baixar o Boletim do STU nº 04 de 2023, de 27 de março de 2023.

porStéphane Powaczuk

STU marca assembleias para retirar delegados/as para o CONFASUBRA

Compareça as assembleias e avise seus colegas, é muito importante termos uma ampla representação no Congresso da Fasubra.

De 17 a 21/05 acontece em Brasília-DF o XXIV Confasubra e o STU começou a se organizar para eleger em todos os campi os/as nossos/as representantes para o congresso.

Datas das Assembleias para retirada de delegados/as para o Congresso da FASUBRA

* 17/04 (segunda-feira) – 12h: Campus de Limeira no pátio central;

* 18/04 (terça-feira) – 12: Campus de Campinas na Praça da Paz;

* 19/04 (quarta-feira) – 10h: Campus de Piracicaba no pátio central.

A pauta da assembleia prevê “Informes Gerais” e a “Eleição de Delegados/as para o XXIV Confasubra”. Compareça!

O que é o CONFASUBRA?

O Confasubra é a instância máxima de deliberação da Fasubra e acontece a cada três anos, de acordo com o Estatuto.

A sua participação nas assembleias é muito importante para a escolha da nossa representação em Brasília. Anote o dia e o horário do seu campus e avise seus/as colegas.

porStéphane Powaczuk

Confira as Fotos do Sind-Hour: “O Palco é Delas” por Rafael Jorge

Quem foi no último Sind-Hour do STU, no dia 16/03, se divertiu dançando e cantando as músicas que as nossas cantoras escolheram para o repertório.

Enquanto isso o diretor Rafael Jorge, que também é fotógrafo, fez vários cliques do pessoal que passou pelo nosso evento.

Para conferir a galeria criada por ele é só clicar aqui: https://rafaeljorge.pixieset.com/opalcodelas/

porStéphane Powaczuk

USP valoriza os trabalhadores enquanto Tom Zé alimenta o cofre

Mais uma vez a USP sai na frente quebrando o tratamento isonômico entre as universidades.

No começo deste mês a reitoria da UPS indicou a criação do Prêmio de Desempenho Acadêmico Institucional no valor individual de R$5 mil a todos/as os/as servidores/as docentes e técnico administrativos/as, com pagamento previsto para abril.

Enquanto isso… Tom Zé continua guardando o nosso dinheiro e desvalorizando o trabalho das categorias que mantém a Unicamp funcionando.

Unicamp também tem dinheiro para dar abono

Somos aproximadamente 9 mil docentes e funcionários/as ativos/as. Fazendo o cálculo de um abono de R$5 mil (valor mínimo indicado pela USP), teríamos um impacto de R$45 milhões, mais R$25 milhões incluindo os/as aposentados/as, totalizando o valor de R$70 milhões de reais.

A revisão orçamentária de 2022 apresentou um superávit de R$560 milhões, e o acúmulo da reserva orçamentária (que está no cofre da Unicamp), está em R$1,7 bilhões. O que nos leva a comprovar que esse impacto para também realizar o abono para a Unicamp seria de 2% do valor orçamento e 4% da reserva geral da universidade, e não faria nem “cócegas” ao montante que o Tom Zé está acumulando.

O que entendemos com isso?

Que o reitor da USP está reconhecendo o trabalho de excelência desenvolvido pelos/as servidores/as com a possibilidade de receber este abono no próximo mês, e que Tom Zé, continua sentado em cima do nosso dinheiro e não abre espaço sequer para um diálogo com a nossa categoria.

USP pretende dar dois abonos

Na mesma linha, foi criada também uma Gratificação de Valorização, Retenção e Permanência para valorizar o vínculo dos/as professores/as e funcionários/as de forma a reter esses talentos nos quadros das Universidades.

A gratificação varia de R$27 mil a R$30 mil para docentes que ingressaram a partir de 2003, até os dias atuais, e de R$4,5 mil a R$5 mil para servidores/as que ingressaram a partir de 2003, até a presente data.

Dentre os pré-requisitos, a proposta remunera aqueles/as que tenham iniciado exercício em cargo permanente ou emprego público há no máximo 20 anos, e será pago a partir de maio em três parcelas.

Ainda que esses abonos sejam pagos uma única vez este ano, o curioso é que a reitoria daquela universidade justifica os pagamentos dizendo que o impacto estimado será mínimo, não comprometendo o caixa, muito menos a folha de pagamento.

E o que temos que ficar atentos/as é que estamos sob ataque iminente do projeto neoliberal do Governo Tarcísio, onde ele já deixou claro o ataque às Universidades podendo tirar toda nossa verba. O reitor da USP, muito esperto, vem protegendo a Universidade e reconhecendo as categorias através dos abonos, aproveitando essa altíssima reserva em caixa. Enquanto isso, o reitor da Unicamp continua guardando o dinheiro no cofre e correndo risco do Tarcísio confiscar a qualquer momento.

De onde vem esse dinheiro?

Sabemos que essa conquista não veio de graça. É fruto da luta dos/as trabalhadores/as da USP.  No entanto, essas iniciativas da USP provam, mais uma vez, que as universidades estão com os caixas lotados de dinheiro, e o que falta mesmo é vontade política dos reitores, principalmente da Unicamp, em valorizar a dedicação dos/as servidores/as.

Há décadas amargamos um arrocho salarial que agora vem acompanhado do desrespeito com a isonomia entre as instituições.

Cadê o nosso Vale Refeição Tom Zé?

Enquanto o Tom Zé se enrola para licitar e liberar o vale refeição, a USP sai na frente, mais uma vez, pagando abono e desmascarando a farsa da falta de recursos para a data-base.

Com a destinação de verba para essas duas iniciativas, ainda assim o comprometimento do caixa da universidade ficará abaixo da média, provando o que o Fórum da Seis sempre diz que há dinheiro em caixa!

Mais do que nunca precisamos botar toda pressão nessa campanha salarial cobrando um plano de recomposição salarial já, cuja aplicação se inicie agora em maio!

E se Tom Zé nos valorizasse…

Se a reitoria da Unicamp reconhecesse o superávit e desse a cada trabalhador docente e não docente o valor mínimo do abono da USP, esse investimento custaria 2% do orçamento da universidade!


Dinheiro tem, o arrocho é decisão do Tom Zé!

Por isso é importante que você venha para assembleia discutir a organização da nossa campanha salarial e também os próximos passos para garantir a isonomia com a USP.

porFernanda de Freitas

Dia 30/03 (quinta-feira), tem assembleia da data-base, às 12h, no STU

Nossa data-base 2023 está chegando e o Fórum das Seis já enviou uma minuta contendo as reivindicações que vão compor a Pauta Unificada de Reivindicações 2023.

Para debater os itens da pauta conjunta será realizada uma Assembleia Geral na próxima quinta-feira (30), às 12n, na sede do STU.

Desde maio/2012 estamos sendo submetidas/os a perdas inflacionárias significativas. Prova disso é que o próprio Cruesp, em negociação com o Fórum das Seis, reconheceu a defasagem salarial e as­sumiu o compromisso de repor nesta data-base os últimos 14 meses (março/2022 a abril/2023).

Partindo desse compromisso, o Fórum das Seis propõe as se­guintes reivindicações:

  • Em 1º/5/2023: 16,18% de reajuste (sendo 7,10% da inflação de 14 meses + 8,48%, que é a metade da diferença que falta para repor o poder de compra de maio/2012).
  • Até final de 2023: 8,48% (a outra metade que falta para repor maio/2012). Além de nova negociação em outubro/2023.

Não basta os reitores reconhecerem a defasagem, é preciso reajustar de fato os nossos salários. Por isso, é extremamente importante que todos compareçam à assembleia para discutir a pauta conjunta e os rumos da nossa mobilização.

A proposta de Pauta Unificada de Reivindicações 2023 está disponível em nosso site [CLIQUE AQUI] para consulta.

Desvalorização só cresce

Mês passado a imprensa divulgou que Campinas foi considerada a 4ª cidade com maior custo de vida do Brasil, segundo ranking do maior banco de dados de custo de vida do mundo, o Numbeo.

Isso significa que, considerando os gastos com alimentação, transporte, lazer e moradia, por exemplo, perdemos apenas para capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Nem precisa dizer que diminuir a diferença dos menores salários em relação aos maiores, ou seja, valorizar os níveis iniciais das carreiras vai amenizar significativamente as nossas condições de vida.

Defesa do SUS e melhores condições de trabalho

Além da reivindicação salarial, a nossa pauta conjunta cobra também melhores condições de trabalho e o acompanhamento dos efeitos da pandemia da Covid-19, com atenção especial para a participação das entidades nos processos decisórios sobre os efeitos pós-Covid.

Nossa pauta prevê também a defesa da autonomia universitária e o fortalecimento do SUS e cobra o aumento de recursos públicos para as instituições, a democratização das instâncias de poder e o fim das terceirizações e privatizações.

Reivindicamos também o acesso e permanência estudantil, o reconhecimento do vínculo entre o Centro Paula Souza e a Unesp e a isonomia e paridade entre o pessoal da ativa e aposentados/as.

Quebra da isonomia

Enquanto o reitor Tom Zé se enrola para licitar e liberar o vale alimentação anunciado no final do ano passado, a USP sai na frente, mais uma vez, pagando abono e desmascarando a falsa justificativa da “falta de recursos” que ronda todo ano a nossa data-base.

Lá o reitor vai pagar um prêmio de R$ 5 mil para todos/as docentes e funcionários/as, em abril; além de gratificação que varia de R$ 27 mil a 30 mil para docentes e de R$ 4,5 mil a R$ 5 mil para funcionários/as, em maio.

Mais do que nunca precisamos botar toda pressão nesta campanha salarial cobrando um plano de re­composição salarial, cuja aplicação se inicie agora em maio, bem como, tratamento isonômico entre as instituições.

Calendário de Discussão

  • Até 4/4: Primeira rodada de assembleias de base;
  • 5/4: Reunião do Fórum das Seis;
  • Entre 10 e 13/4: Se necessário, nova rodada de assembleias;
  • 14/4: Nova reunião do Fórum das Seis e protocolo da Pauta Unifi­cada 2023 junto ao Cruesp.
porFernanda de Freitas

Sind-Hour celebrou a garra e a sensibilidade das mulheres

“Arte com Resistência” foi como uma trabalhadora da Unicamp definiu o show “O Palco é Delas” organizado pela Coordenação de Cultura do STU, quinta-feira à noite (16), na sede do sindicato.

A festa exaltou a vida e a luta das mulheres, especialmente, das trabalhadoras da Unicamp que seguem firmes e unidas reivindicando melhores condições de trabalho e de vida.

Para a maioria dos presentes, o Sind-Hour foi muito mais do que um show com voz e violão: foi um ato de celebração e resistência!

E arte e resistência sempre andaram juntas na luta, parafraseando Che Guevara “hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”.

Resistência e esperança nutridas por mulheres que enfrentam diariamente dupla ou tripla jornada para garantir o sustento da família e, quem sabe um dia, “melhorar de vida”.

Marli e Beto abrem o show da noite

É extremamente simbólico e justo que num sindicato composto por mais de 40% de sindicalistas mulheres, num país no qual as mulheres são violentadas, silenciadas, invisibilizadas e desautorizadas, que elas não sejam só homenageadas, mas ocupem o palco no Mês Internacional de Luta da Mulher.

Como definiu uma trabalhadora aposentada da Unicamp que não quis se identificar, “é importante para as mulheres resistir e florescer nos espaços que ocupam, até porque é muito difícil conseguir estar em posições de poder”.

A noite do “O Palco é Delas” foi aberta pelos artistas e diretores do STU, Marli Armelin (voz) e Beto Roldan (violão), que arrancaram muitos aplausos com as músicas “Anunciação”, de Alceu Valença; “Por Enquanto”, de Cássia Eller; “Gostava Tanto de Você”, de Tim Maia; “Quase sem Querer”, da Legião Urbana; “Stand By Me”, de Ben E. King, entre outros sucessos.

Marli e Beto abrem o show da noite

Resistir e celebrar

Vivien e Eliane cantam e encatam a plateia

Mais tarde as cantoras Vivien Ruiz, com a sua potência vocal e Eliane Siqueira, de voz mansa e suave, abriram o show com a poesia “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”, de Fernando Birri.

Depois, elas embalaram o público com melodias em forma de protestos como “Samba da Utopia”, de Jonathan Silva, “Triste, Louca ou Má”, de Francisco, el Hombre; “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan; “Olhos Coloridos”, da Sandra de Sá; “Azul da Cor do Mar, de Tim Maia; “O Que É, o Que É?, de Gonzaguinha e “Canto das Três Raças”, da eterna Clara Nunes, entre tantas músicas.

Vivien, aposentada da Unicamp, falou da sua alegria em retornar à Universidade para subir ao palco do STU, o sindicato em que já foi diretora e também militante aguerrida por mais de 30 anos.

Vivien e Eliane esbanjaram seus talentos como cantoras e também percussionistas tocando violão, surdo, ganzá, pandeiro meia lua e outros instrumentos.

Na sequência rolou um karaokê, ou melhor, uma animada cantoria em solo, dupla e até quintetos. E não faltaram clássicos de Raul Seixas, Djavan, Queen, Fred Mercury e Tetê Espíndola, por exemplo. Sempre coreografados com dancinhas de época e muitas palmas da plateia.

Reencontro de Jefferson e Kiko, ambos fundadores do STU, em 1991

A maioria dos presentes adorou a iniciativa do Karaokê por causar mais interação e diversão no evento.

O evento foi abrilhantado com a presença do primeiro presidente e um dos fundadores do STU, Jefferson Lee de Souza Ruiz, da gestão “É Proibido Proibir” de 1991 a 1994.

O Sind-Hour “O Palco é Delas” entrou para a história ao celebrar a coragem, a força, o dom e a ancestralidade das mulheres brasileiras que não arredam o pé da luta por direitos, respeito, equidade e liberdade.

A temporada de musicalidade está aberta, fique atento/a aos nossos canais de comunicação que em abril tem mais Sind-Hour para você.

Samba da Utopia (Jonathan Silva)

Se o mundo ficar pesado
Eu vou pedir emprestado
A palavra poesia

Se o mundo emburrecer
Eu vou rezar pra chover
Palavra sabedoria

Se o mundo andar pra trás
Vou escrever num cartaz
A palavra rebeldia

Se a gente desanimar
Eu vou colher no pomar
A palavra teimosia

Se acontecer afinal
De entrar em nosso quintal
A palavra tirania

Pegue o tambor e o ganzá
Vamos pra rua gritar
A palavra utopia

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Cristóvão Alves da Costa

É com profunda dor que informamos que o ex-diretor do STU, Cristóvão Alves da Costa (Aposentado/Reitoria), faleceu ontem (16/03).

O velório e o sepultamento aconteceram hoje (17), no Cemitério dos Amarais.

Cristóvão integrou a gestão “Ainda é Proibido Proibir” do sindicato, no período de 1997 e 1986. Sempre foi reconhecido como um lutador incansável e compromissado com a justiça social e a defesa da educação.

O STU presta condolências aos familiares e amigos enlutados pela irreparável perda e deseja que encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

Cristóvão Alves da Costa, Presente!

porStéphane Powaczuk

Amanhã 14/03 TEM reunião do Departamento de Aposentados

Amanhã, 14/03, a partir das 9h, tem reunião do Departamento de Aposentados no STU.

Venha participar e saber as novidades da nossa pasta.

A sua presença é muito importante!

Te esperamos nesta terça, 14/03, às 9h, na Sede do STU!