Arquivo de tag Dia Internacional da Mulher

porStéphane Powaczuk

Confira como foi a Semana da Mulher 2026 do STU

Mesa de abertura e saudação às mulheres

Atividade física mobilidade articular e meditação com a Professora Aline de Fátima Dalmolin Lahr e palestra violência contra as mulheres na sociedade com a Dra. Natália Zanella, advogada especialista em direitos humanos.

Exibição do filme “Manas” – direção Marianna Brennand Fortes, 2024, com mediação e debate das Promotoras Populares Legais.

Roda de conversa “violência de gênero na política”, com a Vereadora de Campinas (Psol) Mariana Conti, a Vereadora de Campinas Guida Calixto (PT), Deputada Estadual de SP, Ana Perugini (PT); palestra “saúde ginecológica de mulheres CIS, TRANS, Homens TRANS, Lésbicas e Bissexuais com a Dra. Bia Bracco, Cecom Unicamp.

Roda de conversa “Ficha Limpa na Universidade”, com representantes do STU, FASUBRA, ADUNICAMP, DCE, APG, CONSU.

Palestra “Gênero e violência no trabalho”, com a Professora Dra. Maria Cecília de Almeida Lemos.

Plenária “Para além do 8 de março: mulheres na linha de frente pelo direito ao tempo, à carreira e à vida, com a Vereadora de Campinas Fernanda Souto (Psol) e a Deputada Federal Luciene Cavalcante (Psol).

Feira Solidária “Mulheres Artesãs e empreendedoras”.

porStéphane Powaczuk

Programação do Dia Internacional da Mulher

O Coletivo de Mulheres em Luta da Unicamp, formado essencialmente por trabalhadoras (mas também estudantes, pesquisadoras etc) comprometidas com a pauta de gênero, convida toda a comunidade universitária para participar da Semana das Mulheres 2026.

Esse coletivo surgiu em 2024, em um momento de importante mobilização para enfrentar casos de assédio e fortalecer mecanismos de proteção às mulheres dentro das estruturas institucionais e do movimento sindical. Desde então, o grupo vem atuando ativamente na construção de propostas de prevenção às violências de gênero, de ampliação da participação das mulheres nos espaços de decisão e de garantia de direitos em toda a universidade.

Nos últimos anos, o coletivo tem impulsionado debates fundamentais para a Unicamp, como a necessidade de critérios institucionais mais rigorosos para ocupação de cargos de chefia e funções públicas — tema que se articula com a proposta da Ficha Limpa no serviço público. A defesa é simples e essencial: pessoas com histórico de penalidades por assédio sexual, violência de gênero, assédio moral ou discriminações não devem ocupar posições de poder, onde tais práticas podem se intensificar e agravar. Essa agenda tem sido debatida dentro e fora da universidade, refletindo a urgência de fortalecer políticas de prevenção, acolhimento e responsabilização, além de consolidar ambientes de trabalho e estudo mais seguros, éticos e democráticos.

É nesse espírito de luta e organização que vem aí a Semana das Mulheres da Unicamp, em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU). A programação reúne debates, rodas de conversa, atividades culturais, palestras e o diálogo institucional necessário para avançarmos na construção de uma universidade mais justa e livre de violências.

Convidamos toda a comunidade da Unicamp — pessoas de todos os gêneros são bem-vindas — a participar dessa programação e fortalecer esse movimento coletivo pela igualdade de gênero, pela prevenção às violências e pela democratização dos espaços de poder.

porFernanda de Freitas

Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio

“Ato Mulheres Vivas: pelo fim do feminicídio”, realizado nesta terça-feira (27) em frente à Prefeitura Municipal de Campinas, foi um grito coletivo contra a barbárie que insiste em marcar a vida das mulheres.

No Brasil, os números apontados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública são chocantes: em 2025 foram registrados cerca de 1.470 feminicídios, o maior número desde o início da contagem em 2015, quando o feminicídio foi oficialmente tipificado, o que representa quase quatro mulheres assassinadas por dia em nosso país por razões de gênero.

Na região de Campinas, a situação também é grave: desde 2015, já foram contabilizadas 133 vítimas, com Campinas liderando os casos com mais de 65 mulheres assassinadas por violência de gênero, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Esses números são mais que estatísticas, são vidas que foram interrompidas pela violência íntima, pela cultura da posse e da dominação masculina. Ela tem raízes no patriarcado, que cria e reforça a sensação de propriedade sobre os corpos das mulheres, legitimando, em muitos casos, a violência letal dentro de relações afetivas.

Por isso é fundamental afirmar que essa pauta não é apenas das mulheres, é um problema de homens e de toda a sociedade.

O STU está na linha de frente do combate às violências contra as mulheres, com destaque para o enfrentamento ao assédio institucional.

E neste ano, em parceria com o Coletivo de Mulheres da Unicamp estamos organizando uma agenda de mobilização para a semana do Dia Internacional da Mulher – 8M, com atividades que dialogam com as principais pautas que atravessam a vida das mulheres.

Trazer essa discussão para o cotidiano é uma questão de vida ou morte. Mulheres, mães, filhas e companheiras estão sendo mortas por homens que se recusam a reconhecer seus direitos à autonomia e à liberdade.

Nossa luta é pela vida de todas as mulheres e ela exige que ocupemos as ruas, as universidades, os espaços de trabalho e o debate público com força, unidade e coragem para cobrar políticas públicas de enfrentamento a essa violência.

Ato e Caminhada das Mulheres Vivas (dez/2025) / Créditos: Rosemar Sant’Anna

porStéphane Powaczuk

Mês da Mulher: STU convoca mulheres trabalhadoras da Unicamp para ato dia 08/03

Está rolando uma agenda conjunta de defesa dos direitos das mulheres neste mês de março, e o STU apoia e se soma a esse calendário de luta através da realização de atividades para as mulheres trabalhadoras da Unicamp.

O Comitê de Mulheres pela Democracia, que foi criado em 2018, está com um agendão feminista para 2024, com várias programações que incluem um grande ato na próxima sexta-feira, 08/03, às 17h, no Largo da Catedral.

Vamos nos unir e participar juntas para dizer basta de violência contra as mulheres, por um mundo onde possamos ser respeitadas e permanecermos vivas! Contra as violências, as privatizações, o fascismo e o genocídio do povo negro, palestino e indígena.

Venha para o ato e some na luta!

Sexta-feira, 08/03, às 17h, todas, todos e todes no Largo doa Catedral!

Atualizada em 06/03/24 – às 16:27

porFernanda de Freitas

Sind-Hour celebrou a garra e a sensibilidade das mulheres

“Arte com Resistência” foi como uma trabalhadora da Unicamp definiu o show “O Palco é Delas” organizado pela Coordenação de Cultura do STU, quinta-feira à noite (16), na sede do sindicato.

A festa exaltou a vida e a luta das mulheres, especialmente, das trabalhadoras da Unicamp que seguem firmes e unidas reivindicando melhores condições de trabalho e de vida.

Para a maioria dos presentes, o Sind-Hour foi muito mais do que um show com voz e violão: foi um ato de celebração e resistência!

E arte e resistência sempre andaram juntas na luta, parafraseando Che Guevara “hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”.

Resistência e esperança nutridas por mulheres que enfrentam diariamente dupla ou tripla jornada para garantir o sustento da família e, quem sabe um dia, “melhorar de vida”.

Marli e Beto abrem o show da noite

É extremamente simbólico e justo que num sindicato composto por mais de 40% de sindicalistas mulheres, num país no qual as mulheres são violentadas, silenciadas, invisibilizadas e desautorizadas, que elas não sejam só homenageadas, mas ocupem o palco no Mês Internacional de Luta da Mulher.

Como definiu uma trabalhadora aposentada da Unicamp que não quis se identificar, “é importante para as mulheres resistir e florescer nos espaços que ocupam, até porque é muito difícil conseguir estar em posições de poder”.

A noite do “O Palco é Delas” foi aberta pelos artistas e diretores do STU, Marli Armelin (voz) e Beto Roldan (violão), que arrancaram muitos aplausos com as músicas “Anunciação”, de Alceu Valença; “Por Enquanto”, de Cássia Eller; “Gostava Tanto de Você”, de Tim Maia; “Quase sem Querer”, da Legião Urbana; “Stand By Me”, de Ben E. King, entre outros sucessos.

Marli e Beto abrem o show da noite

Resistir e celebrar

Vivien e Eliane cantam e encatam a plateia

Mais tarde as cantoras Vivien Ruiz, com a sua potência vocal e Eliane Siqueira, de voz mansa e suave, abriram o show com a poesia “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”, de Fernando Birri.

Depois, elas embalaram o público com melodias em forma de protestos como “Samba da Utopia”, de Jonathan Silva, “Triste, Louca ou Má”, de Francisco, el Hombre; “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan; “Olhos Coloridos”, da Sandra de Sá; “Azul da Cor do Mar, de Tim Maia; “O Que É, o Que É?, de Gonzaguinha e “Canto das Três Raças”, da eterna Clara Nunes, entre tantas músicas.

Vivien, aposentada da Unicamp, falou da sua alegria em retornar à Universidade para subir ao palco do STU, o sindicato em que já foi diretora e também militante aguerrida por mais de 30 anos.

Vivien e Eliane esbanjaram seus talentos como cantoras e também percussionistas tocando violão, surdo, ganzá, pandeiro meia lua e outros instrumentos.

Na sequência rolou um karaokê, ou melhor, uma animada cantoria em solo, dupla e até quintetos. E não faltaram clássicos de Raul Seixas, Djavan, Queen, Fred Mercury e Tetê Espíndola, por exemplo. Sempre coreografados com dancinhas de época e muitas palmas da plateia.

Reencontro de Jefferson e Kiko, ambos fundadores do STU, em 1991

A maioria dos presentes adorou a iniciativa do Karaokê por causar mais interação e diversão no evento.

O evento foi abrilhantado com a presença do primeiro presidente e um dos fundadores do STU, Jefferson Lee de Souza Ruiz, da gestão “É Proibido Proibir” de 1991 a 1994.

O Sind-Hour “O Palco é Delas” entrou para a história ao celebrar a coragem, a força, o dom e a ancestralidade das mulheres brasileiras que não arredam o pé da luta por direitos, respeito, equidade e liberdade.

A temporada de musicalidade está aberta, fique atento/a aos nossos canais de comunicação que em abril tem mais Sind-Hour para você.

Samba da Utopia (Jonathan Silva)

Se o mundo ficar pesado
Eu vou pedir emprestado
A palavra poesia

Se o mundo emburrecer
Eu vou rezar pra chover
Palavra sabedoria

Se o mundo andar pra trás
Vou escrever num cartaz
A palavra rebeldia

Se a gente desanimar
Eu vou colher no pomar
A palavra teimosia

Se acontecer afinal
De entrar em nosso quintal
A palavra tirania

Pegue o tambor e o ganzá
Vamos pra rua gritar
A palavra utopia

porFernanda de Freitas

Dia Internacional da Mulher 2013: contra a violência e pela igualdade de direitos

Hoje, 8 de março, comemoramos o Dia Internacional da Mulher, dando início a um mês cheio de atividades. Esse dia também marca a história de luta de todas as mulheres do mundo, por igualdade na vida, no mercado de trabalho e na sociedade.

A iniciativa da organização dos eventos é do Movimento Popular de Mulheres de Campinas e Região que congrega diversas entidades dos movimentos social, sindical e político que tratam em suas esferas da questão de gênero.

Tendo em vista a extensa programação e a importância do enfrentamento à violência sexista, o Departamento de Mulheres do STU está convocando tod@s para a Panfletagem para conscientização sobre violência contra a Mulher, organizada pelo STU e DCE da Unicamp. A atividade será hoje, 8/3, às 12h, em frente ao Bandejão.

E amanhã, 9/3 (sábado), a partir das 9h, na Praça da Catedral, no Centro de Campinas, teremos o Ato das Mulheres “Pelo fim da Violência” onde reuniremos tod@s para cobrar segurança, respeito aos Direitos Humanos e igualdade para todas as mulheres brasileiras.

Para conhecer o Departamento de Mulheres do STU ou participar das reuniões, que acontecem às quartas-feiras, às 12h, entre em contato através do e-mail [email protected] ou pelos telefones (19) 3521-7412 / 3521-7147 / 3289-4242 / 3289-3502 ou ramais: 17694 / 17147 / 17412.

Clique aquie faça o download do material especial do Dia Internacional da Mulher, publicado pelo STU e DCE da Unicamp.

 

PROGRAMAÇÃO DO MÊS DA MULHER:

 

Dia 08/03 (sexta-feira)

– 12h Bandejão (Unicamp)
Panfletagem para conscientização sobre violência contra a Mulher
(org. DCE Unicamp e STU)

– a partir das 14h – Praça da Sé (São Paulo/SP)
Ato Estadual do Dia Internacional das Mulheres
(org. Movimentos de Mulheres)

– a partir das 17h – Praça das Bandeiras – Centro/Sumaré
Ato das Mulheres de Sumaré
(org. Movimento de Mulheres de Sumaré)

– 17h – Clube Machadinho (Rua Cerqueira, 66 – Vila Industrial/Campinas)
Premiação: Mulheres Guerreiras
(org. Quinta Preta)

– 19h – Museu da Imagem e do Som – MIS (Rua Regente Feijó, 854 – Centro/Campinas)
Exibição do filme “Rosa Luxemburgo – seguido de debate (Alemanha, 1986, direção de Margarethe Von Trotta)
(Org. UBM/Campinas)

– 19h – Sesc Campinas (Rua D. José I, 270 – Bonfim)
Abertura da exposição do “1° Concurso Nacional de Fotografias do SOS Ação Mulher e Família”
(org. SOS Ação Mulher e Família)

 

Dia 09/03 (sábado)

– 8h30 – Anfiteatro da Vila Padre Anchieta (Av. Cardeal D. Agnelo Rossi, s/n)
Abertura da exposição fotográfica “Mulheres da Comunidade”
(Org. UBM/Campinas)

– a partir das 8h30 – Espaço Cultural Maria Monteiro (Av. Cardeal D. Agnelo Rossi, s/n – Vila Padre Anchieta)
Atividade Mulheres Fazendo História
(org. Intersetorial Estrela)

– a partir das 9h – Largo da Catedral de Campinas
Ato das Mulheres em Campinas
(org. Movimentos de Mulheres de Campinas)

 

10/03 (domingo)

– 13h – Rua Saldanha Marinho, 990 – Centro/Campinas
Atividade “O Pinheirinho e a luta das Mulheres”
(org. Movimento de Mulheres em Luta – MML)

– 17h – Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas (Rua Dr. Quirino, 560, Centro – Campinas/SP)
Lançamento da cartilha “Mulheres em luta por direitos”, seguido de debate “A Mulher no mercado de trabalho”. Palestrante: profª. Ângela Araújo
(org. Sindicato dos Metalúrgicos)

– 19h – Comunidade São Joaquim e Santana – Vila União/Campinas – Forania Bom Pastor
Missa Inculturada Agro para Mulheres
(org. Pastoral Afro)

 

Dia 11/3 (segunda)

– a partir das 10h – clube dos Metalúrgicos (Servidão G, s/n – núcleo S. Isabel)
Festa das Mulheres Metalúrgicas
(Org. Sind. Metalúrgicos de Campinas)

 

17/03 (domingo)

– A partir das 13h – Casa do Lago – Unicamp
Festival Mulheres no Volante
(org. Mulheres no Volante e Marcha das Vadias/Campinas)

– 21h – Bar do Zé – Barão Geraldo
Festa Feminista
(org. Mulheres no Volante e Marcha das Vadias/Campinas)

 

Dia 18/03 (segunda-feira)

– A partir das 14h – Auditório Externato São João (Rua José de Alencar, 360 – Centro – Campinas/SP)
Lançamento do livro “Mulheres Fazendo História”
(org. Grupo de Mulheres da Periferia)

 

Dia 22/03 (sexta-feira)

– A partir das 14h – Chácara Acarai (Rua Ambrosina Baranski, 442 – Hortolândia)
Cochicho das Mulheres de Hortolândia
(org. Marcha Mundial de Mulheres/Hortolândia)

 

Dia 23/03 (sábado)

– 19h – Rua Dr. Quirino, 1211 – Centro/Campinas
Início do Curso de Promotoras Legais Populares
(org. Promotoras Legais Populares)

– 19h – Fábrica Flaskô (Sumaré)
Início do Curso de Formação Feminista da Marcha Mundial das Mulheres
(org. Marcha Mundial das Mulheres/Campinas)

 

Dia 24/03 (domingo)

– 15h – Comunidade São Joaquim e Santana (Vila União/Campinas)
Tarde Cultural com as Mulheres
(org. Pastoral Afro)

 

Dia 31/03 (domingo)

– 16h – Praça da Vila Santa Isabel (em frente ao bar Ponto 1)
Confraternização das Mulheres da Vila S. Isabel
(org. Marcha das Vadias/Campinas)

 

Fonte: Com informações do Site do Sinpro www.sinpro.org.br e do Movimento Popular de Mulheres

porFernanda de Freitas

Boletim 010/2013

Baixe aqui o Boletim STU 010/2013, de 5 de março de 2013.

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