Arquivo anual 28 de abril de 2023

porStéphane Powaczuk

1º de Maio em Campinas | Por Direitos, Democracia, pela revogação da Reforma Trabalhista e Previdenciária

O dia do Trabalhador e da Trabalhadora em Campinas vai acontecer na próxima segunda-feira, 1º/05, a partir das 9h, no Largo do Pará, com uma caminhada até a Catedral, onde será realizada a missa da Pastoral Operária.

O STU convida toda categoria para participar deste dia tão importante. A revogação a Reforma Trabalhista e Previdenciária é uma luta em defesa do emprego, renda, dos direitos e da democracia.

O Ato é unificado e reunirá as principais central sindicais do país: CUT, Força Sindical, UGT, NCST, Intersindical Central e Pública.

REIVINDICAÇÕES PARA 2023:

– Fortalecimento das negociações coletivas.

– Mais empregos e renda.

– Fim dos juros extorsivos.

– Política de valorização do salário mínimo.

– Direitos para todos.

– Revogação dos marcos regressivos da legislação trabalhista.

– Fortalecimento da democracia.

– Aposentadoria digna.

– Trabalho igual, salário igual – convenção 156 (OIT).

– Valorização do servidor público – convenção 151 (OIT).

– Contra o assédio moral, a violência e o racismo.

– Revogação do “novo” ensino médio.

– Desenvolvimento econômico e social.

– Regulamentação do trabalho por aplicativos.

– Em defesa das empresas públicas.

Contamos com a sua presença no dia 1º de Maio, a partir das 9h, no Largo do Pará, em Campinas!

porFernanda de Freitas

Assembleia Orçamentária é adiada

Mesa de coordenação da assembleia formada pelas diretoras Marli e Eva e a funcionária Rosane

Os/As associados/as ao STU durante a Assembleia Geral Ordinária desta tarde (28) convocada para tratar da prestação de contas de 2022 e previsão orçamentária para este ano, decidiram adiar a assembleia em razão da necessidade de mais prazo para estudar os balancetes e previsões financeiras.

Assim que a nova data for estabelecida faremos novas convocações.

Acesse aqui para ler o boletim completo e conferir os documentos que serão debatidos e votadas nesta assembleia: https://bit.ly/BoletimSTUFinancas28042023

porFernanda de Freitas

19/04 | Dia Nacional dos Povos Indígenas: por mais direitos e garantia de voz

Passados mais de 520 anos da colonização do Brasil, pela primeira vez na história do nosso país, os povos indígenas terão o poder de decidir sobre as suas próprias demandas e a esperança de avançar na luta através da criação do Ministério dos Povos Indígenas.

Cacique Pawanã Cridy Kariri Xocó em encontro realizado com as professoras DEdIC organizado pela companheira Zilda Farias (2013)

Estamos vivendo também uma experiência única com uma mulher indígena comandando a pasta, Sônia Guajajara.

Assim como o alto escalão da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) é composto exclusivamente por mulheres indígenas, sendo Joenia Wapichana, a primeira mulher indígena a presidir a Funai; Lucia Alberta Andrade assume como diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável e Mislene Mendes é a diretora de Administração e Gestão.

Essa conquista é um motivo de orgulho para o país e, principalmente para os povos indígenas que hoje, 19 de abril, passam a celebrar o “Dia Nacional dos Povos Indígenas”, e não o “Dia do Índio”, como criado em 1943.

Dia dos Povos Indígenas

Segundo especialistas, o “Dia do Índio” tem uma carga de estereótipos, preconceitos e discriminações e não expressa a diversidade das etnias indígenas existentes nos territórios brasileiros.

Desta forma, o termo mais adequado é “indígena”, por significar “originário” ou “uma pessoa que é nativa de um local específico”, pois define melhor os povos que habitam o nosso país desde antes da colonização.

Pauta Indígena

O povo brasileiro, especialmente as comunidades indígenas, desta vez, tem a possibilidade de ver avançar no país a pauta indígena engavetada pelo governo anterior, como:

  • Demarcação das terras;
  • Proteção e segurança de comunidades e territórios indígenas;
  • Preservação ambiental e combate à crise climática;
  • Segurança alimentar e eliminação da desnutrição indígena;
  • Combate ao trabalho em situação análoga à escravidão;
  • Construção e ampliação dos serviços públicos de saúde próximos aos indígenas em situação de vulnerabilidade;
  • Retirada de invasores, como garimpeiros e madeireiros ilegais, das terras indígenas;
  • Combate ao tráfico nas áreas de fronteira e ao crime organizado nos territórios indígenas;
  • Garantia de voz às lideranças indígenas nos espaços políticos de poder e na comunicação;
  • Acesso à educação pública, gratuita e de qualidade.

Direito à educação

O acesso à educação ainda é um desafio para os povos indígenas, mas a ampliação das cotas tem cumprindo o seu papel.

Aqui na Unicamp, a garantia do Vestibular Indígena é uma conquista dos movimentos sociais, sindicais e educacionais.

De acordo com o Instituto Semesp, Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação do MEC, as matrículas de alunos autodeclarados indígenas em universidades subiram 374% de 2011 a 2021, sendo que a rede privada respondeu pela maioria delas (63,7%), no período.

Essa realidade está longe da qual gostaríamos, de acesso à educação pública, gratuita e de qualidade. No entanto, representa um enorme avanço na área.

Povos Indígenas na política

Apresentação da Toré do Povo Kariri Xocó

No governo passado, houve uma incitação à invasão, exploração, aos ataques e à violência nos territórios. Ainda assim, o Brasil avançou na representação dos povos indígenas na política.

Nas eleições 2022 foram eleitos/as cinco deputados/as federais indígenas: Sônia Guajajara (PSOL-SP), ministra dos Povos Indígenas, Juliana Cardoso (PT-SP), Célia Xakriabá (PSOL-SP), Silvia Waiãpi (PL-AP) e Paulo Guedes (PT-MG). E na Bahia, o indígena Jerônimo Rodrigues (PT) foi eleito governador.

O protagonismo dos povos indígenas, principalmente das mulheres, tem fortalecido a luta por respeito e ampliação dos direitos indígenas e mostrado o quanto é essencial que as mulheres invisibilizadas e silenciadas ocupem o poder.

Todas as vitórias, ainda que tímidas, são portas que nos fortalecem para seguir lutando pela construção de políticas públicas mais justas e inclusivas.

Por isso, seguimos firmes e unidos lutando e celebrando: Viva os Povos Indígenas!

porFernanda de Freitas

Revisão do FGTS pode ser julgada amanhã (20/04) pelo STF

A assessoria jurídica do STU, em defesa dos/as servidores/as celetistas e dos/as estatutários/as que mudaram de regime, ingressou com uma ação coletiva em trâmite na 8ª Vara Federal de Campinas, pleiteando a revisão do FGTS.

Isso significa a condenação da Caixa Econômica Federal na substituição da TR (Taxa Referencial) por outro índice mais favorável, como o INPC, IPCA, IPCA-E ou outro índice correlato que reponha as perdas decorrentes da inflação, para os depósitos a partir de 1999.

O/A funcionário/a que trabalhou entre 1999 e 2013 e teve depósitos de FGTS realizados em sua conta vinculada podem ter direito à correção de todos esses valores.

Isso acontece porque a partir de 1999 a TR não acompanhou os índices de inflação do país, causando uma desvalorização da correção dos valores do FGTS.

Essa medida vale para o dinheiro que está depositado e também para o que já foi sacado das contas de FGTS dentro desse período.

Caso não saiba, o/a associado/a do STU está coberto por esta ação coletiva requerida pelo nosso jurídico e solicita o recálculo do saldo do FGTS por um índice de correção monetária mais favorável.

Se sairmos vitoriosos cada trabalhador/a representado/a pelo STU receberá o valor correspondente às diferenças do FGTS decorrentes da aplicação dos referidos índices. Valor esse que fica muito além daquele apresentado pela Caixa Econômica Federal.

Depois de muita expectativa e espera, o julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a forma de correção do FGTS está previsto para ocorrer amanhã (20/04).

Tome Nota: Ação Coletiva em trâmite na 8ª Vara Federal de Campinas sob nº 5008508-76.2019.4.03.6105.

nãofiquesófiquesócio

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações de 2023

No dia 11/04, o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações de 2023 junto ao presidente do Cruesp (Conselho de Reitores), Prof. Dr. Pasqual Barretti, também reitor da Unesp.

A entrega da Pauta foi acompanhada da solicitação de agendamento de reuniões entre as partes ainda em abril, tendo em vista o fato de que nossa data-base é 1º de maio.

A data-base é o período em que as entidades sindicais e estudantis e associações docentes da Unicamp, Unesp, USP e do Centro Paula Souza reivindicam reajuste salarial, isonomia e melhores condições de trabalho e de vida.

Como fica o índice salarial da Pauta Unificada de Reivindicações de 2023?

  • Em 1º/5/2023: 16,18% de reajuste (7,10% da inflação de 14 meses + 8,48%, que é a metade da diferença que falta para repor o poder de compra de maio/2012).
  • Até final de 2023: 8,48% (a outra metade que falta para repor maio/2012). Nova negociação em outubro/2023.

porFernanda de Freitas

Prof. Ricardo Antunes lança o livro “Para Além do Mundo do Trabalho”

A próxima Prosa Sociológica fará o lançamento do livro Ricardo Antunes: Para Além do Mundo do Trabalho (Papel Social, 2023), nesta quarta-feira (19), às 17h, no Auditório Fausto Castilho do IFCH, e transmitido nos canais do instituto no Youtube, Facebook e Twitter.

O livro é organizado por Claudia Mazzei Nogueira e Caio Antunes com textos de autores de diferentes áreas e de diversas partes do mundo, o livro discute a trajetória, a obra e as contribuições da sociologia pública de Ricardo Antunes.

Nas palavras de Michael Löwy, na orelha do livro, Antunes “não é apenas um dos mais importantes sociólogos marxistas de nossa época, autor de livros traduzidos em várias línguas e amplamente discutidos no Brasil e no mundo. Ele é também, e acima de tudo, um intelectual militante e insurgente (como bem o define Raquel Raichelis). Um pensador que utiliza o método marxista não só para entender a situação do trabalho no mundo capitalista atual, mas também para analisar as formas de luta e resistência da classe trabalhadora contra seus opressores. A ciência social, em sua obra, é inseparável de seu compromisso solidário com o projeto revolucionário de emancipação do trabalho”.

Professor Titular de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, Antunes foi professor convidado do Master sull’Immigrazione, Fenomeni Migratori e Trasformazioni Sociali da Universidade Ca’Foscari de Veneza/Itália; Visiting Professor da Universidade de Coimbra (2019) e Visiting Research Fellow na Universidade de SUSSEX, Inglaterra (1997/8).

Coordena a coleção Mundo do Trabalho (Boitempo) e é autor de diversos livros, publicados em diferentes línguas, como Adeus ao Trabalho? (Cortez, 1995); Os Sentidos do Trabalho (Boitempo, 1999); O Privilégio da Servidão (Boitempo, 2018); Capitalismo Pandêmico (Boitempo, 2022). Organizou coletâneas como os quatro volumes de Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil (Boitempo) e Uberização, trabalho Digital e Indústria 4.0 (Boitempo, 2020).

Dentre as diversas premiações e homenagens, em 2003, Antunes recebeu o Prêmio Zeferino Vaz da Unicamp e, em 2013, a Medalha (Comenda) do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Mediação

  • Fábio Mascaro Querido (IFCH – Unicamp)
  • Jesus Ranieri (IFCH – Unicamp)
  • Claudia Mazzei Nogueira (UNIFESP – Santos)
  • Murillo van der Laan (Pós-Doc – IFCH – Unicamp)
  • Afrânio Mendes Catani (USP)
  • Roberto Heloani (FE – Unicamp)
  • Caio Antunes (UFG)

Depoimentos de:

  • Graça Druck (UFBA)
  • Adrián Sotelo Valencia (UNAM – México)
  • Elisio Estanque (Universidade de Coimbra – Portugal)
  • Pietro Basso (Universidade Ca’Foscari de Veneza – Itália)
  • Antonino Infranca (Itália)
porFernanda de Freitas

Assembleia Orçamentária 2023

Atualização: 18/04/23 – 9h55

Dia 28/04 (sexta-feira), às 12h, na sede do STU, vai acontecer uma Assembleia Estatutária Orçamentária para debater com os/as associados/as do Sindicato a situação financeira da entidade.

Vamos aprovar o balanço financeiro 2022 e a proposta orçamentária para 2023.

Associado/a, a sua participação na assembleia é fundamental!

Confira os documentos que serão debatidos e votadas nesta assembleia:

Balancete – Janeiro a Dezembro/2022 [CLIQUE AQUI]

Parecer do Conselho Fiscal – Exercício Jan-Dez/2022 [CLIQUE AQUI]

Proposta Orçamentária 2023 [CLIQUE AQUI]

porFernanda de Freitas

Tom Zé está incomodado com a nossa mobilização

A Paralisação com Ato, aprovada em assembleia e realizada quarta passada (12), foi importante no enfrentamento à postura intransigente do reitor Tom Zé.

No ato, os/as trabalhadores/as formaram uma comissão que foi até o evento onde o reitor estava: porque se ele não vem dialogar, nós vamos até ele buscar negociação.

Na abertura do evento, os/as manifestantes levantaram seus cartazes escritos “Hoje é Dia de Paralisação”.

A intervenção do Magnífico Reitor se posicionando contra a manifestação e, novamente, se recusando a agendar reunião sob a justificativa de que deveríamos procurar o chefe de gabinete da reitoria, causou indignação na categoria.

Tom Zé atacou o movimento sugerindo que somos uma minoria antidemocrática: “…Democracia significa, antes de tudo, ser capaz de construir maiorias e consensos. As pessoas deveriam estar preocupadas com isso: qual é a capacidade efetiva de construir maiorias e consensos? E não só realizar atividades que representam movimentos legítimos, mas que não são capazes de construir maiorias e consensos”.

Por conta da fala desrespeitosa do reitor os/as manifestantes solicitaram espaço para intervenção em nome dos/as trabalhadores/as presentes no ato.

O que ele ignora é que o protesto foi aprovado em assembleia, a mais importante instância deliberativa da categoria, depois do congresso estatutário.

Curioso é que até o Instituto Rouanet convidado pelo evento e representado pela diretoria executiva, Adriana Rouanet, filha de Sérgio Paulo Rouanet, inspiração para a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, reconheceu a legitimidade democrática do nosso movimento. Em post publicado nas redes sociais eles registram que as nossas repre-sentantes usaram “seu direito democrático à liberdade de expressão”.

O ato foi a expressão de uma categoria descontente com as posturas antidemocrática e evasiva do reitor que se recusa a negociar.

Ao contrário do que prega o reitor, nosso protesto não quer desmoraliza-lo perante a comunidade acadêmica, tão pouco manchar a imagem da Unicamp ,como a reitoria diz.

Queremos diálogo democrático

Queremos e merecemos tratamento digno e valorização pelos serviços prestados à Universidade. Por isso, cobramos 26% de reajuste, pagamento de abono, vale refeição justo, auxílio saúde, elevação dos pisos médio e superior e isonomia.

Não para falir a Unicamp, mas para repor perdas salariais acumuladas desde maio/2012.
Nossa paralisação foi para cobrar a nossa pauta e expressar descontentamento com a política de arrocho salarial. Mas pelo visto conseguimos incomodar o reitor Tom Zé!

Uma pena que o desconforto dele não é igual ao que sentimos em nossos bolsos, mas sinaliza que estamos no rumo certo.

Apesar da contrariedade do reitor, a paralisação foi positiva e a mesa diretora do evento se colocou a disposição do sindicato para aprofundar o debate sobre a Universidade que queremos construir.

Por que cobramos 26% de forma única?

Em assembleia realizada dia 30/03, aprovamos o índice de 26% de reajuste em parcela única, diferente do Fórum das Seis que propõe o pagamento de uma parcela em maio e outra no 2º semestre.

Nossa categoria defendeu que é urgente a reposição da inflação que corrói assustadoramente os nossos salários.

Cruesp agenda reunião

Terça-feira (11), o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações 2023, acesse no nosso site.

Dias depois, o Cruesp agendou reunião da equipe técnica da área financeira com o Fórum, para 12/05. E dia 18/05 deve ocorrer a primeira negociação entre o Fórum e o Cruesp.

Precisamos seguir mobilizados para que neste dia haja negociação de fato com apresentação de proposta salarial da parte dos reitores.

porFernanda de Freitas

Assembleias vão eleger delegados/as para o XXIV Congresso da Fasubra

Nesta semana teremos as assembleias que vão eleger os/as delegados/as para o XXIV Congresso da Fasubra “Defender a Democracia e Avançar nas Conquistas”.

As assembleias acontecem de 17 a 20/04, nos campi de Limeira, Campinas, Piracicaba e Paulínia, com pauta sobre “Informes Gerais” e a “Eleição de Delegados/as para o XXIV Confasubra”.

Pode participar o/a trabalhador/a ativo/a, aposentado/a, pensionista e terceirizado/a da Unicamp mesmo não sendo filiado/a ao STU.

Sua participação vai contribuir para elegermos uma delegação grande e forte que vai nos representar em Brasília.

Agenda de Assembleias

  • 17/04 (segunda-feira) – 12h: Campus de Limeira (Pátio Central)
  • 18/04 (terça-feira) – 12h: Campus de Campinas (Praça da Paz)
  • 19/04 (quarta-feira) – 10h: Campus de Piracicaba (Pátio Central)
  • 20/04 (quinta-feira) – 10h: Campus de Paulínia (Refeitório CPQBA)

Rumos da luta nacional

O Congresso da Fasubra acontece de 17 a 21/05, em Brasília-DF, onde será debatido e decidido o plano de lutas, as formas de organização dos/as trabalhadores/as e o posicionamento da Fasubra diante da defesa da educação.

Também será atualizado o estatuto da entidade e será eleita a Direção Nacional da Fasubra e o Conselho Fiscal.

De acordo com a Fasubra, 10 teses foram inscritas para o congresso, as quais reúnem as principais ideias e propostas para os rumos da federação, acesse os documentos no site [www.fasubra.org.br].

O Confasubra é o maior e mais importante congresso da Fasubra (Federação de Sindicato de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Superior Públicas do Brasil), à qual o STU é filiado.

Venha e convide seus/suas colegas de trabalho para participar!

porFernanda de Freitas

Discussão sobre implantação do Vale Refeição avança

Quinta-feira passada (13) teve a reunião entre a reitoria e os/as conselheiros/as Consu representantes dos/as funcionários/as, onde foi discutida a minuta dos/as conselheiros/as referente à concessão do Vale Refeição (VR).

A proposta do ofício do sindicato, que converge com a proposta dos/as conselheiros/as PAEPE, descarta os descontos em caso de férias, licenças, faltas, afastamento etc.

Para a reitoria, pagar o VR em licenças desvirtua o objetivo do benefício que é oferecer subsídio para as refeições, podendo “conflitar” com as regras do auxílio alimentação, que é pago mesmo na ausência do/a funcionário/a.

Diferente da proposta da reitoria, de descontar 20% do valor recebido por mês, defendemos o não desconto dos 20% e a proposta dos/as conselheiros/as de pagar R$ 1.00/mês, para seguir a legislação.

A nossa proposta leva em consideração o preocupante comprometimento do orçamento familiar da categoria com a margem de consignado e com o alto custo de vida.

Os/As conselheiros/as reforçaram que a defasagem salarial pesa no bolso da categoria e precisa ser amenizada.

Diante dos argumentos, a reitoria se propôs a analisar uma proposta que pudesse compor as reivindicações dos dois lados para que haja acordo.

Pressão pelo fim dos descontos

O chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Montagner, aproveitou para esclarecer que a minuta da reitoria considera as especificidades dos/as profissionais da Saúde e de quem tem gratuidade no bandejão, por exemplo.

O assessor reafirmou que, salvo algum “contratempo”, a reitoria se compromete que o vale seja implantando em 1º de maio próximo.

Reconhecemos que o VR é uma conquista histórica e, apesar do avanço na discussão sobre a mudança na forma de custeio, o STU segue defendendo que o VR seja pago mesmo em licenças e que o custeio seja de R$ 1,00/mês para a categoria.
É a reta final desta negociação e precisamos nos manter mobilizados para barrar qualquer desconto que comprometa o nosso salário.

REItor não quer ser contrariado
O reitor utilizou um longo período da reunião do Consu para expressar o seu descontentamento com o ato realizado pela categoria num evento em ele participava.

O protesto era parte da nossa paralisação ocorrida quinta-feira passada (12).

Vamos seguir organizando manifestações legítimas enquanto a reitoria continuar ignorando se recusando a negociação a nossa Pauta Específica com o STU.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | José Marques Filho

É com profunda dor que informamos o falecimento do Sr. José Marques Filho, pai da funcionária Micheli de Oliveira Marques Arimathea (IQ), ocorrido ontem (12/04).

O STU presta condolências aos familiares e amigos/as enlutados pela irreparável perda e deseja à companheira Micheli e demais que encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

porFernanda de Freitas

Limeira homenageia o companheiro Domingos Pereira

Domingos Pereira, funcionário aposentado da Unicamp, receberá nesta quarta-feira (12), às 19h, o Título de Cidadão Limeirense na Câmara Municipal de Limeira.

Domingos está na luta mesmo antes da formação do STU, desde os tempos da ASSUC. É um militante muito querido, de grande destaque e importância, marcando a história do sindicato desde a sua fundação.

Compôs o primeiro Conselho Universitário da Unicamp, em março de 1987, como a voz dos trabalhadores no maior espaço de representação da Universidade, fato que também está registrado em nosso livro, “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, que conta partes importantes da história do STU.

Recebeu homenagem do município de Limeira em 2022 [CLIQUE AQUI] e receberá o título na Câmara de Vereadores nesta semana.

É com grande orgulho e gratidão que o STU convida todas/os para prestigiar o valoroso companheiro Sr. Domingos.

AGENDE

  • Título de Cidadão Limeirense a Domingos Pereira
  • Dia: 12/04 – 19h
  • Local: Câmara Municipal de Limeiraira (Rua Pedro Zaccaria, 70 – Jardim Santa Luzia – Limeira/SP).
porFernanda de Freitas

Agende urgente reunião na sua unidade

A nossa última Assembleia Geral (30/03) aprovou o índice de reajuste salarial de 26% com pagamento único, conforme proposto pela diretoria do STU.

Também foi aprovada a realização de uma PARALISAÇÃO COM ATO, nesta quarta-feira (12), às 9h, em frente à reitoria da Unicamp.

Nossas reuniões de unidades são fundamentais para a construção do nosso movimento!
Para agendar a reunião na sua unidade, ligue no STU (19) 3521-7412 ou envie um e-mail para [email protected] e solicite o mais breve possível alguém da diretoria do STU na sua unidade.

Para realizarmos uma PARALISAÇÃO COM ATO forte que vai garantir a nossa isonomia e reajuste dos nossos salários precisamos nos mobilizar!