Arquivo anual 8 de agosto de 2022

porStéphane Powaczuk

Calendário de atividades de luta do STU inclui proposta de PARALISAÇÃO

Você já sabe que estamos há oito meses sem resposta para a negociação com o Fórum das Seis, e sem o nosso reajuste salarial.

Por isso o Fórum das 6 se reuniu e orientou a realização de assembleias propondo um ato unificado. A diretoria do STU vai levar para a assembleia a proposta do ato unificado com paralisação neste dia.

Além da nossa pauta unificada, o STU apoia a Carta em defesa do Estado democrático e vai estar junto com a Adunicamp e APG na leitura pública no Teatro de Arena. Faremos também a proposta de paralisação, para que todes participem desse ato.

Confira o calendário que elaboramos e vamos à luta pelo dissídio, por respeito à trabalhadora e ao trabalhador, contra os ataques ao estado democrático e às urnas eletrônicas.

Atenção para o calendário de atividades de luta:

•             10/08: às 12h, tem Assembleia Geral, na Praça da Paz (caso chova a Assembleia será na sede do STU). Serão propostas as atividades de paralisação a seguir;

•             11/08: PARALISAÇÃO! Venha manifestar conosco no Teatro de Arena, às 11h30 | Leitura da Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito.

•             30/08: PARALISAÇÃO! Ato Unificado em frente a Reitoria da Unicamp.

Vamos nos unir e mostrar a nossa força ao CRUESP que até agora não deu retorno sobre a nossa pauta unificada de reivindicações de 2022. O conselho de reitores se propôs a responder em três semanas a nossa pauta, mas já se passaram mais de três meses sem reunião.

Vamos recuperar nossas perdas salariais desde maio de 2022, e para que isso aconteça queremos um reajuste de 21%.

Tom Zé, sabemos que você está sentado no dinheiro! Já passou da hora de levantar e valorizar a nossa categoria!

Trabalhador/a, participe das atividades e compareça a assembleia!

Um sindicato forte se faz com a voz da categoria!

Caso chova a Assembleia será na sede do STU.
porStéphane Powaczuk

STU está no IV Encontro LGBTQIA+ da FASUBRA

Nossos representantes já chegaram em Brasília e estão participando do IV Encontro LGBTQIA+ da Fasubra em Brasília.

Coord. LGBTQIA+ do STU, Elisiene Lobo, Gabriela Barros, Rafael Jorge, e representantes da Fasubra, Toninho Alves e João Paulo.

O encontro traz palestrantes para abordar a luta contra a LGBTfobia, um dever de todo cidadão, pela garantia dos direitos e respeito a todes, todas e todos.

Pela manhã, a primeira vereadora lésbica de Florianópolis, Carla Ayres, destacou os direitos de cidadania e o nosso papel nas políticas públicas. “É preciso debater e combater LGBTfofia, racismo, xenofobia e outras formas de violência, em defesa dos direitos humanos, da liberdade e da democracia, ocupando os lugares de representação”.

Segundo Andrey Lemos, também palestrante e integrante da UNA LGBT (União Nacional LGBT), é necessário somar forças, unir lutas e fazer o debate interseccional, para não sermos engolidos pelo atual cenário. Ele também apresentou o contexto histórico da luta pela visibilidade LGBT. “Os direitos constitucionais que não estão garantidos a esses grupos minoritários os torna vulneráveis. É preciso buscar a equidade para caminhar rumo à igualdade. No campo da Saúde, onde os debates abordavam os LGBTs como doentes, foi também o berço dos primeiros debates e lutas pelos direitos”.

Você sabe o que significa a sigla LGBTQIA+?

A sigla, que já foi alterada e vem crescendo com o debate de gênero e sexualidade, desperta muitas dúvidas. Confira o significado de cada letra dessa sigla:

L, lésbicas: pioneiras nos movimentos e lutas de gênero, são representadas pela primeira letra da sigla. São as mulheres que se relacionam com outras mulheres;

G: gays, a letra mais conhecida, são os homens que se relacionam com homens

B: bissexuais, homens e mulheres que se relacionam tanto com o mesmo gênero biológico tanto com o gênero diferente,

T: transexuais, são as pessoas que não se identificam com o gênero biológico definido no nascimento.

Q: queer, palavra inglesa que era usada como xingamento e foi resignificada pelo movimento. Indivíduo que não se define nem se reconhece necessariamente em uma letra, é “fora do padrão” e tá tudo bem!

I: interssex, pessoas que nascem com características biológicas não definidas nos padrões binários. Eram chamadas/os, hermafroditas, termo errado e ofensivo.

A: assexuais, pessoas que, independente do gênero biológico, não sentem atração sexual nem a necessidade social de se relacionar sexualmente.

O objetivo desse encontro é também identificar estratégias de interação entre trabalhadores e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

Não basta não ser homofóbico, é necessário lutar contra a homofobia e todas as formas de violência!

Coordenação LGBTQIA+ do STU: Elisiene Lobo, Gabriela Barros e Rafael Jorge.
porStéphane Powaczuk

STU vai participar do IV Encontro LGBTQIA+ nesta semana

A FASUBRA Sindical, por meio da Coordenação LGBTI, realiza na sexta-feira (5/7) e no sábado (6/7), em Brasília/DF, o IV Encontro LGBTQIA+ com a temática central “Cidadania LGBTQIA+ na Educação Pública e na Sociedade”. O objetivo é identificar estratégias de interação entre as trabalhadoras e os trabalhadores das universidades e a comunidade LGBTQIA+, a partir de políticas de diversidade e inclusão.

O encontro também busca fomentar políticas de convivência na comunidade universitária, aumentar o interesse das entidades de base em discutir o tema com a categoria e coletar informações sobre as políticas de diversidade e inclusão no movimento sindical e nas universidades, possibilitando a identificação de diversas estratégias para o convívio entre a pluralidade de gênero no meio acadêmico, entre outros aspectos.

Durante dois dias, as técnica-administrativas e os técnico-administrativos em educação vão debater diversas temas de interesse das pessoas LGBTIA+, entre eles:

– Combate à violência e promoção dos direitos de cidadania LGBTQIA+ nas políticas públicas;

– Sobrevivência LGBTQIA+ no Brasil de hoje;

– Sindicalismo e as lutas pela visibilidade e igualdade de direitos das pessoas LGBTQIA+ no mundo do trabalho;

– As leis de proteção da comunidade LGBTQIA+ no Congresso;

– Estratégias para a defesa e proteção dos direitos da pessoa LGBTQIA+ no ambiente sindical;

– Democracia e garantias de direito na legislação brasileira e o papel dos movimentos sociais nas lutas contra a discriminação e violência à pessoa LGBTQIA+.

O encontro ainda contará com apresentação de peça teatral e dinâmica de grupo.

Representando o STU vão as Coordenadoras de LGBTQIA+, Elisiene Lobo e Gabriela Barros e o Coordenador Rafael Jorge.

Confira a programação do evento:

porFernanda de Freitas

ADunicamp e STU fazem leitura conjunta da “Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito!”

A ADunicamp e o STU vão realizar, no Teatro de Arena da Unicamp, uma leitura pública da “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!”, no mesmo dia e no mesmo horário, 11 de agosto (quinta-feira) a partir das 11h30, em que ela será lida no Pátio das Arcadas da Faculdade de Direito da USP, no Largo do São Francisco, em São Paulo. Leituras semelhantes vêm sendo agendadas em várias cidades brasileiras.

2022 08 11 leitura carta unicamp — ADunicamp e STU fazem, em 11 de agosto, leitura conjunta da ‘Carta em Defesa do Estado Democrático de Direito!’ — ADunicamp

As entidades pontuam que a Carta tem ganho uma relevância cada dia maior, neste momento de ataques ao processo eleitoral e à eficácia das urnas eletrônicas, vindos do próprio núcleo do Governo Federal. Daí a importância de divulgá-la e defender seus principais pontos de reflexão junto à sociedade brasileira.

O documento, uma iniciativa da Faculdade de Direito da USP, foi assinado por um grupo significativo de integrantes da sociedade civil, incluindo ex-ministros do STF, artistas, jornalistas, empresários/as e personalidades religiosas. Disponibilizada na internet para novas adesões, a Carta já conta com mais de 700 mil assinaturas de pessoas físicas, as únicas autorizadas a assinar. 

A Carta aponta as profundas desigualdades da sociedade brasileira, a urgência de ações efetivas e democráticas para a superação de problemas e afirma a importância das eleições deste ano de 2022. “Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.

Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional”, afirma.

Leia a Carta e assine: www.estadodedireitosempre.com

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

Avanço: os processos da carreira travados devem andar

Depois de um processo extremamente conturbado e que gerou inúmeras insatisfações na categoria, é provável que haja um desfecho para os processos de progressão na carreira PAEPE que ficaram travados.

Amanhã (4), acontece uma reunião extraordinária da CIDF (Câmara Interna de Desenvolvimento de Funcionários) para discutir os relatórios de progressão encaminhados para análise e tratativa do Comitê regulamentado pela Portaria PRDU 03/2022.

Esse comitê tem finalidade de analisar se foram obedecidos os critérios, normas e regras para avaliação, divulgação de informação e distribuição de recursos no processo de progressão da carreira.

Os processos avaliados pelo comitê foram os das CSARHs (Comissões Setoriais de Acompanhamento de Recursos Humanos) do Caism, CCUEC/CENAPAD, COCEN 1 e 2, Reitoria, IA, Prefeitura, HC Enfermagem, HC Área Médica e HC Apoio Assistencial.

De acordo com a pauta divulgada pela CIDF, após análise e tratativas do comitê, a orientação é que os processos de progressão das referidas CSARHs sejam aprovados pela CIDF.

Esse é um indício que a nossa luta por mais transparência está surtindo efeito, mas está longe de ser finalizada.

Não tem um dia em que o STU não tenha lutado por uma carreira que possibilite o reconhecimento e a evolução dos trabalhadores.

Entra e sai reitor e o Sindicato segue defendendo que a carreira não pode mudar conforme o interesse e projeto de cada um que assume a Unicamp.

Não contemplados

Ontem (02) no Consu, diversos conselheiros se manifestaram, novamente, apontando os descontentamentos com esse processo, mas como sempre, a reitoria manteve a sua postura intransigente e de pouco diálogo com a categoria.

Não é de hoje que o STU defende que o trabalhador precisa ter a sua trajetória valorizada e respeitada e a carreira deve ser perene, objetiva e transparente.

Nossa carreira é muito importante para a Universidade porque também fornece elementos para o planejamento do gestor e de cada funcionário, quanto à sua capacitação profissional.

Precisamos aperfeiçoar essa carreira, temos propostas da categoria e queremos dialogar com a reitoria. Por isso, queremos participação paritária no GT da elaboração da nossa carreira e a garantia de um processo justo, democrático e respeitoso com o trabalhador!

porStéphane Powaczuk

Assembleia Geral do STU sobre Campanha Salarial é dia 10/08

O STU está convocando toda a categoria para participar da Assembleia Geral no dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz para debater sobre a Campanha Salarial e informes gerais.

Nesta assembleia também vamos debater os indicativos do Fórum das Seis: PARALISAÇÃO com ATO UNIFICADO no dia 30/08, e NÃO INICIAR AS AULAS no segundo semestre de 2022 se não tiver negociação.

Precisamos recuperar nossas perdas salariais desde maio de 2012, e para isso estamos cobrando reajuste de 21%. Sabemos que o dinheiro está guardado em caixa!

A pedido do STU o Fórum das Seis se reuniu no início de julho para debater a pauta e manteve a reivindicação protocolada em abril deste ano.

SEM NEGOCIAÇÃO, SEM INÍCIO DAS AULAS NO SEGUNDO SEMESTRE!

Nós estamos sempre na luta pela valorização da nossa categoria, e nesse momento precisamos da sua voz para juntos e juntas conquistarmos as nossas pautas.

Merecemos respeito e dignidade! Precisamos continuar mobilizados!

Nos vemos dia 10/08, na Praça da Paz, ao meio dia!

porFernanda de Freitas

Enquanto Tom Zé permanece insensível, movimento unificado luta para barrar demissões

Hoje pela manhã, estudantes, trabalhadores/as e professores se juntaram num ato em frente à reitoria da Unicamp, onde ocorria a reunião do Consu (Conselho Universitário) para denunciar as demissões no Restaurante Universitário.

Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em maio/2022, mais de 10,6 milhões de brasileiros estão desempregados no país.
Para contribuir com essa triste estatística e ampliar a miséria do país, a Unicamp decidiu jogar na rua 330 famílias que serão ainda mais prejudicadas com a alta dos preços de serviços como energia elétrica, água, telefonia, cesta básica e outros itens de consumo básico.

O movimento aproveitou também para denunciar a política recorrente da Universidade de terceirizar serviços demitindo funcionários/as para contratar outros/as mais baratos/as e com menos direitos.

Há anos o STU tem se posicionado contra essa política predatória que aprofunda os ataques aos direitos dos/as trabalhadores/as e prejudica a qualidade do serviço prestado nos restaurantes, vigilância e outros setores valiosos da instituição.

Ao ser indagado por alguns conselheiros sobre o ato unificado que cobrava resposta sobre as demissões e retirada de direitos através das terceirizações, o reitor Tom Zé alegou ser “fã do Estado Democrático de Direito” e que esse valor precisa ser preservado. E justificou que a legislação vigente “não terceiriza pessoas, terceiriza serviços”, dando a entender que é a única alternativa possível para a instituição.

Tentou com esse argumento reverter os papéis, sugerindo que as entidades busquem as causas e saídas para os problemas. O sindicato reforça que a solução é a admissão por concurso público, barrando a terceirização e garantindo a qualidade dos serviços.

A conselheira representante dos estudantes, Milena Cicone, conseguiu expressar a posição contrária às demissões, mas foi interrompida pelo reitor, ainda no seu tempo de fala, quando o ato que acontecia em frente à reitoria puxou gritos de ordem.

A situação é tão grave que a diretoria do STU pediu no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o Bandejão.

A terceirização representa um desmonte do serviço público e a situação fica ainda mais inaceitável ao constatar que a empresa que será contratada está sofrendo penalidade sanitária por servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro.

Vamos nos somar aos estudantes para intensificar as mobilizações para revogar as demissões e barrar a terceirização.

porStéphane Powaczuk

Unimed informa: cuidado com golpes e e-mails falsos

A Unimed Campinas encaminhou um documento alertando a todos e todas sobre possíveis golpes e e-mails falsos para roubar dados e/ou invadir e acessar computadores e celulares e roubar dados das vítimas.

Confira o comunicado abaixo:

porStéphane Powaczuk

Confira o manifesto a demissão de 330 servidores/as

O STU em parceria com a ADunicamp, APG, e o DCE lançou um manifesto contra a demissão das 330 famílias do bandejão, que vão ser substituídas por subempregos pelo reitor Tom Zé.
Participe do Ato contra as demissões no dia 02/08, às 9h, no Restaurante Universitário.

Confira abaixo o panfleto:

porStéphane Powaczuk

1/8 a 5/8: Jornada de Lutas em defesa do Serviço Público e da Democracia

As entidades que compõem o Fonasefe, entre elas a FASUBRA Sindical, estão mobilizando suas bases para participar da Jornada de Lutas em defesa do Serviço Público e da Democracia, em Brasília/DF. A semana de mobilização acontecerá do dia 1º a 5 de agosto. Confira a programação:

O Brasil passa por um momento delicado. Nós, servidores, conhecemos bem a postura antidemocrática do presidente Bolsonaro, ele foi o único presidente desde a redemocratização que não abriu a negociação salarial conosco e é o que mais nos persegue.

Somos o pilar dos serviços públicos e não podemos aceitar que ataques à democracia coloquem em risco os direitos do povo. Se o Serviço Público é necessidade, valorizar o Servidor tem que ser prioridade.

Texto e Imagem: FASUBRA

porFernanda de Freitas

Assine o manifesto contra as demissões no Bandejão

Com a troca da empresa que presta serviços ao RU (Restaurante Universitário), a Unicamp vai demitir as trabalhadoras que foram linha de frente na pandemia e mantiveram a Universidade funcionando.

Esse absurdo é ainda maior porque acontece em meio a um cenário de altos índices de desemprego, inflação e fome, o que significará que centenas de famílias ficarão desamparadas!

A nova empresa (Soluções Serviço Terceirizados), já foi processada por oferecer comida estragada, ou seja, ainda teremos uma queda na qualidade do Bandejão, que é uma importante política de permanência estudantil.

O comitê contra as demissões, junto ao DCE da Unicamp, organizou um manifesto contra a demissão de mais de 330 trabalhadoras terceirizadas do Bandejão.

O documento defende a manutenção dos empregos, imediata efetivação das terceirizadas e readmissão de Sidney, trabalhador terceirizado demitido em 2019 por lutar contra demissões da época.

Historicamente, o STU tem defendido o fim das terceirizações nos restaurantes, vigilância e outros setores cruciais dentro da Universidade. Essa bandeira de luta faz parte, inclusive, da nossa Pauta Específica de Reivindicações 2022.

Para barrar as demissões e impedir que uma empresa que está sofrendo penalidade sanitária por servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro, o Sindicato pediu no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o Bandejão. Além disso, a diretoria decidiu encampar essa luta ao lado dos estudantes e das funcionárias.

Leia o manifesto, assine, divulgue e participe do ato na próxima terça-feira (2/8), às 9h, em frente ao RU!

Se some à luta, juntos somos mais fortes e podemos barrar as demissões!

  • Pela imediata anulação das demissões das mais de 330 terceirizadas dos restaurantes universitários!
  • Pela manutenção de todos os direitos das trabalhadoras, sem nenhuma perda!
  • Pela imediata efetivação das terceirizadas da universidade, em regime CLT, na atribuição de servidoras da Unicamp, sem a necessidade de concurso público;
  • Reitoria de Tom Zé: se vocês defendem a democracia, não coloquem famílias na rua e atenda as demandas da comunidade universitária!
  • Pela readmissão imediata do Sidney, trabalhador demitido por lutar contra as demissões de 2019!

Para assinar o “Manifesto contra a demissão das trabalhadoras do bandejão da Unicamp”, clique aqui.

Fonte: com informações do DCE Unicamp

porStéphane Powaczuk

STU pede impugnação de licitação para terceirizar bandejão

O STU pediu a impugnação do contrato da empresa que ganhou o processo de licitação para o bandejão na Unicamp, conforme foi publicado no Diário Oficial do Estado. A empresa está sofrendo uma penalidade sanitária ao servir alimentos sem condições de higiene no Rio de Janeiro.

Não à terceirização do bandejão!

Há muitos anos pedimos melhorias no serviço de alimentação para a comunidade universitária. A situação precária não é de agora, e já ouvimos muitas reclamações da qualidade. A verdade é que poucos funcionários são do próprio quadro da Unicamp, e recentemente a atual gestão resolveu terceirizar completamente o setor abrindo esse processo de licitação.

O valor que será colocado nessa criação de subempregos na universidade é de mais de R$ 129 milhões por 30 meses. A situação é crítica, se for aprovada esta empresa vai administrar todo o bandejão, desde a compra dos alimentos até as entregas.

STU cobra cópia do processo de licitação

O STU solicitou à reitoria uma cópia do processo, e a Unicamp tem um prazo para responder e enviar. Somos contra a terceirização porque entendemos que cada função precisa ser valorizada pela sua especificidade, sem contar que com a terceirização, a abertura de concursos fica cada vez mais impossível de se conquistar. O reitor Tom Zé está sucateando este setor da Unicamp, e fechando as portas para a criação de empregos.

Agora é a hora de ficarmos atentos com o que vai acontecer com o bandejão, pois é de interesse de toda comunidade universitária que o utiliza.

Não a exploração e a criação de subempregos!

porStéphane Powaczuk

25 de Julho: Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha

No dia 25 de julho é comemorado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Principalmente hoje é dia de lutar por igualdade racial, de gênero e relembrar a importância dessa luta. Há 19 anos essa data foi estabelecida para denunciar o racismo e o machismo enfrentados por mulheres negras.

Sabemos que a representação política feminina negra ainda é pouca no nosso país, e que a diferença salarial entre um homem branco e uma mulher negra, com nível de formação igual é maior que 100%, segundo o Insper. Dados como esse intimidam, mas também nos fazem buscar forças para continuar lutando em busca da igualdade que desejamos.

Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra

Em 2014, foi criada e sancionada a Lei 12.97/14, que dispõe sobre a criação do Dia Nacional de Tereza de Banguela e da Mulher Negra. Sendo assim, também ficou estabelecido que no dia 25 de julho, seria o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, que tem como propósito, através da figura de Tereza dar visibilidade ao papel da mulher negra na história brasileira.

Tereza foi a líder do Quilombo Quariterê, localizado na fronteira do Mato Grosso com a Bolívia, e, por 20 anos, liderou a resistência contra o governo escravista e coordenou as atividades econômicas e políticas do Quilombo.

A líder quilombola é um exemplo em nossa história da importância das mulheres negras, que muitas vezes é negada ou ignorada pela historiografia tradicional.

Continuemos lutando por uma sociedade mais justa e democrática para todos! 

porStéphane Powaczuk

CUIDADO: febre maculosa tem surgido em Campinas e leva pessoas a óbito

Carrapato-estrela que transmite a febre maculosa. Créditos: Maria Ogrzewalska/istock

O STU quer alertar toda nossa categoria e a comunidade universitária sobre o surgimento nessa época do ano mais seca e fria, do carrapato-estrela que transmite a febre maculosa. Campinas já registrou cinco casos neste ano, sendo que três foram infelizmente a óbito.

O que é febre maculosa?

É uma infecção grave, transmitida pela picada do carrapato-estrela que normalmente traz como hospedeiro animais como cavalos ou capivaras. Animais como gambás ou ouriços, são hospedeiros secundários do carrapato-estrela, e podem chegar mais perto dos humanos.

Quais são os sintomas?

– Febre

– Dor no corpo

– Dor de cabeça

– Náusea

– Diarreia

– Vomito

– Manchas vermelhas pelo corpo (em alguns casos)

Os sintomas podem aparecer em até 15 dias após a pessoa ser picada, e as vezes ela pode não perceber, pois quando a coceira começa, o carrapato já se soltou da pele.

Quais as orientações?

Se você apresentar alguns desses sinais, procure um serviço de saúde o mais rápido possível e informe se teve contato com o carrapato e/ou se esteve em local de risco. É importante ressaltar que os sintomas podem ser confundidos com COVID-19, dengue e outras doenças. A prevenção sempre vai ser o melhor remédio!

Qual a cura para a febre maculosa?

A febre maculosa tem cura, apesar de não existir uma vacina contra ela, o tratamento precisa ser iniciado urgentemente. A doença é tratada com antibióticos.

porStéphane Powaczuk

Judiciário do país reage de forma enfática a novos ataques de Bolsonaro ao sistema eleitoral

A FASUBRA Sindical repudia veemente os mais recentes ataques de Bolsonaro à democracia, ao Judiciário, às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral brasileiro como um todo. O presidente repete mentiras de forma despudorada, sem provas, ao afirmar que houve fraude nas eleições de 2014 e 2018. Novamente, os ataques desgastaram ainda mais a imagem do Brasil no exterior.

As informações foram desmentidas mais de uma vez pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele reiterou críticas a ministros do TSE e do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial, aos ministros Edson Fachin e Luís Robert Barroso durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, na última segunda-feira (18/7).

Durante três dias, as declarações repercutiram negativamente entre autoridades, parlamentares e integrantes do Judiciário, que reagiram de forma rigorosa em defesa do país, do sistema de votação brasileiro, das instituições e contra qualquer tentativa de se colocar em xeque a lisura, segurança e transparência das eleições em 2 de outubro.

O presidente do TSE Edson Fachin disse que é hora de dizer basta à desinformação e ao negacionismo eleitoral. Para Fachin, a Justiça Eleitoral e seus representantes são atacados com acusações de fraude com uso de má fé. “Ainda mais grave, é o envolvimento da política internacional e também das Forças Armadas, cujo relevante papel constitucional a ninguém cabe negar como instituições nacionais, regulares e permanentes do Estado, e não de um governo. É hora de dizer basta”, destacou.

Procuradores de todos os estados e o DF assinam documento enviado ao procurador-geral da República, Augusto Aras, para que Bolsonaro seja investigado por causa dos ataques, o que para eles configuram crime eleitoral e abuso de poder. Subprocuradores da República também divulgaram nota em defesa das eleições. No documento afirmam ser crimes de responsabilidade, entre outros, utilizar o poder federal para impedir a livre execução da lei eleitoral.

Deputados de oposição também enviaram ao STF pedido de investigação do presidente por improbidade administrativa, abuso de poder político e econômico, crime contra o Estado Democrático e, ainda, por propaganda eleitoral antecipada.

Para a DN FASUBRA Sindical, Bolsonaro tenta copiar a política do ex-presidente dos EUA e tentar um golpe no país. Nesse sentido, a FASUBRA endossa que é favorável a cassação do mandato de Bolsonaro por sua conduta que afronta a liberdade democrática com claro propósito de desestabilizar as instituições e o processo eleitoral brasileiro, colocando em dúvida o resultado das próximas eleições.

Foto: Antonio Augusto/Ascom TSE. Com agências.
Texto: FASUBRA

porStéphane Powaczuk

Piso salarial da Enfermagem vira Lei Federal

Após anos de luta, e muita luta, o piso salarial nacional do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira foi aprovado e hoje é Emenda Constitucional nº 124/2022.

O PL institui que no mínimo sejam pagos os seguintes salários: 

  • Enfermeiros – R$ 4.750,00
  • Técnicos de enfermagem – R$ 3.325,00
  • Auxiliares e de parteiras – R$ 2.375,00

Quando entra em vigor o piso salarial da enfermagem?

O atual presidente tem até 15 dias, a partir de 15 de julho, para sancionar ou vetar o projeto do piso da enfermagem. O prazo vai até 4 de agosto.

Quando o piso da enfermagem vai começar a valer?

A PEC da Enfermagem determina que a União, os estados, o Distrito Federal, e os municípios terão até o fim do exercício financeiro de publicação da futura lei para adequar a remuneração dos cargos ou dos respectivos planos de carreira, quando houver.

Sendo assim, com a lei sancionada este ano, os entes federativos terão até o final de 2022 para adequar a remuneração e pagar o piso da enfermagem.

Essa conquista é um reparo fundamental a ser feito a essa categoria! Vitória da Saúde!

Confira abaixo a publicação no Diário Oficial da União:

*Imagem: Agência Sindical.

porFernanda de Freitas

Comer ou pagar conta: nosso salário não dá para mais nada!

Uma pesquisa da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador) divulgada pela imprensa aponta que o trabalhador campineiro gasta em média R$ 41,35 para almoçar fora de casa. Esse preço é maior que a média nacional, avaliada em R$ 40,64.

Em poucas palavras: não está dando nem para se alimentar fora de casa!

Um estudo realizado pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostra que cerca de 37% dos reajustes salariais das categorias com data-base em junho, inseridos no Sistema Mediador, do Ministério do Trabalho e Previdência, até 11/07, conquistaram ganhos reais.

O percentual de data-base que fechou com valor igual à inflação também ficou próximo a 37%. Já os reajustes abaixo da inflação representaram 26% dos casos.

Esse resultado mostra que a classe trabalhadora, finalmente, conquistou o maior percentual de reajustes acima da inflação por data-base, desde setembro de 2020.

Mas o que isso tem a ver com você, que trabalha na Unicamp?

Tudo!

A melhora dos resultados das negociações salariais nesta data-base, no Brasil todo, aponta que, apesar do período de pandemia da Covid-19, o momento tem favorecido reajustes salariais acima da inflação.

Repor a inflação do período não significa que os patrões ficaram bonzinhos. Ao contrário, isso prova que a maioria dos empregadores reduziu custos, demitiu funcionários e, consequentemente, aumentou os seus caixas com essa economia que fizeram.

Na Unicamp essa situação não é diferente!

Universidades escondem o ouro

Desde 2020 a arrecadação de ICMS segue em alta, sendo que, de janeiro a junho/2022 o aumento ficou cerca de 7,7% maior do que deveria estar, no mesmo período, apontando para um resultado superior ao previsto pelos reitores em 2022.

O comprometimento médio da USP, Unicamp e Unesp com a folha de pagamento manteve-se quase inalterado após o reajuste de março/2022.

As universidades estão fazendo caixa à custa do nosso trabalho árduo, descaradamente!

De acordo com o Fórum das Seis, a inflação que deixou de ser paga, desde maio/2012, corresponde a 16,5 salários não recebidos por cada servidor técnico-administrativo e cada docente, ou seja, 1 ano e 8 meses trabalhados de graça.

Para piorar tem a situação dos aposentados que além de não ter vale alimentação, são os principais atingidos com a inflação somada às dificuldades de manter as boas condições de saúde.

Não são suposições das entidades sindicais, são números!

Resumindo: a inflação não dá trégua; a alta dos preços da refeição, água, energia elétrica, gás etc., é muito maior em Campinas; a arrecadação das Universidades também está crescendo e a única coisa que diminui são os nossos salários.

Para retomarmos nosso poder aquisitivo precisaríamos de um reajuste de 22,23%, em junho/2022.

Mas, ao invés de discutir a valorização dos funcionários, que faz com que a Unicamp se destaque no cenário mundial, o reitor Tom Zé, presidente do Cruesp, segue fugindo da negociação, desde 13/04, data em que protocolamos a Pauta de Reivindicações, da data-base de 2022.

Dia 10/08, às 12h, na Praça da Paz, tem Assembleia Geral para discutirmos os rumos da nossa data-base e o indicativo de atraso do semestre letivo, se a negociação não acontecer.

Refeição em Campinas/SP (Fonte: ABBT)

  • Preço Médio: R$ 41,35
  • Prato Feito: R$ 25,54
  • Prato Executivo: R$ 55,85
  • Autosserviço/quilo R$ 34,42
  • Refeição à la carte: R$ 90,97

Obs.: O cálculo leva em conta o prato em si, uma bebida (refrigerante, água ou suco), uma sobremesa e um café.

porStéphane Powaczuk

Eleição CIPA 2022: inscrições abertas até 16/08

As inscrições para eleição da CIPA deste ano vão até dia 16 de agosto. Para participar você precisa preencher o formulário específico no site: https://www.cipa.unicamp.br/

A eleição será virtual, no mesmo sistema utilizado nas eleições da diretoria do STU neste ano. Podem participar todos/as trabalhadores/as da Unicamp, técnico-administrativos, pesquisadores ou docentes, em conformidade com a NR-5 e GR 26/2016.

Nos dias 23 a 25 de agosto serão realizadas as eleições da CIPA 2022, nos campi de Campinas, Limeira e Piracicaba.

Participe da CIPA e contribua para melhores condições de trabalho na Unicamp!

Confira a seguir o cartaz de convocação enviado no e-mail institucional: