Arquivo anual 10 de maio de 2022

porFernanda de Freitas

Aprovação do piso da enfermagem é fruto de luta histórica

Nesta semana do Dia Internacional da Enfermagem, 12 de Maio, a categoria tem muito o que comemorar com a aprovação do Projeto de Lei (PL) 2.564/2020, que institui o piso salarial para a enfermagem, tanto no setor privado quanto no público.

Edith Almeida, diretora do STU e conselheira do Coren-SP, na caravana que foi a Brasilia lutar pelo piso. (Créditos: Coren/SP)

O PL foi aprovado quarta-feira (4/5) com 449 votos favoráveis e 12 contrários. O salário mínimo inicial é de R$ 4.750 para enfermeiros; 70% desse valor para técnicos (R$ 3.325) e 50% para assistentes de enfermagem e parteiras (R$ 2.375). 

A enfermagem é a maior força de trabalho da saúde do país e na pandemia esteve na linha de frente trabalhando em regime de exaustão e com poucos recursos de insumos, recebendo apenas palminhas.

Há anos a categoria tem seus direitos negados sofrendo com jornadas duplas ou até triplas de trabalho para garantir o sustento da família. Aqui na Unicamp, durante a pandemia, cobramos incansavelmente melhores condições de trabalho, especialmente o pagamento de insalubridade grau máximo para todos da Saúde.

Essa vitória expressa a capacidade de mobilização e de enfrentamento da categoria que há mais de 30 anos trava uma luta histórica por reconhecimento e dignidade na profissão.

Fonte de investimento

O próximo passo é aguardar o envio do PL ao presidente Bolsonaro que terá 15 dias para sancionar ou vetar total ou parcialmente o projeto após seu recebimento.

A maior preocupação em relação ao SUS são as dotações orçamentárias para implementar o piso. Por isso, as entidades representativas já estão se mobilizando junto ao Ministério da Saúde para discutir as possibilidades de fontes de financiamento.

Mas a luta não para por aí!

A enfermagem segue firme cobrando melhores condições de trabalho. E quem se opor a essa luta justa, como os deputados que foram contrários ao piso, devem receber uma resposta à altura nas eleições de outubro.

Conselheiros do Coren-SP em frente à Câmara dos Deputados comemoram a aprovação do piso
porFernanda de Freitas

Nota de solidariedade às vítimas dos ataques racistas em Barão Geraldo

Na última sexta-feira (06), um grupo fascista iniciou ataques contra negros que estavam no Bar do Ademir, em frente à moradia de estudantes da Unicamp. 

Um carro preto parou no local, onde homens com roupas pretas e jaquetas de couro atacaram clientes do bar e o gerente, que tentou conter a confusão.

Os frequentadores do bar relataram terem visto símbolos nazistas na roupa de pelo menos um deles e que foram ameaçados com armas de fogo. Mais tarde, um grupo com as mesmas características foi preso em Paulínia após terem ferido duas pessoas com tiros nas mãos, pés e abdome. 

Os relatos dos ataques são semelhantes e testemunhas relacionam o carro utilizado com o que esteve no atentado contra o Acampamento Marielle Vive, em Valinhos/SP, fato que está sob investigação policial.

O fato desta última semana não ocorreu de forma isolada. No final de abril, alunos do CACH (Centro Acadêmico) do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Unicamp denunciaram pichações nazistas feitas em paredes do instituto, com suásticas e dizeres em apoio ao golpe ocorrido em 1964. As pichações foram apagadas pelos próprios alunos, em mutirão. 

Sobre os ataques ao bar do Ademir, a reitoria respondeu à matéria do G1 “não terem ocorrido dentro do campus”. Mas sabemos que embora o local do ataque não pertença à Universidade, é historicamente um ponto de encontro e socialização dos estudantes até por se localizar em frente à moradia estudantil. 

O STU expressa a sua solidariedade às vítimas desses ataques covardes. E reafirma o nosso compromisso com a luta contra todo e qualquer tipo de preconceito, racismo, homofobia e ao ódio e violência incentivados pelos discursos bolsonaristas.

Aproveitamos também para cobrar que os órgãos cabíveis fiscalizem e punam os envolvidos no episódio.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores, estudantes e movimentos populares do país inteiro juntos na festa da democracia

Milhares de estudantes, professores, trabalhadores de dentro e fora da Unicamp, e representantes de movimentos sociais e sindicais do país lotaram o Teatro de Arena da Unicamp, para ouvir o discurso ex-presidente Lula, quinta-feira (5) passada.

Lula foi prestigiado por importantes lideranças e parlamentares de partidos, movimentos sindicais e populares, além da comunidade artística e cultural de Campinas e região. Entre elas, o ex-ministro Aloizio Mercadante, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos (PSOL) e o ex-senador Eduardo Suplicy (PT).

O STU, entidade apoiadora da Aula Magna, marcou presença com a sua diretoria, além de produzir uma cobertura especial com os bastidores do evento. Clique aqui para assistir tudo que rolou por lá.

Do lado de fora, centenas de pessoas vindas de todo canto, acompanhavam a fala do ex-presidente em dois telões gigantes. É importante ressaltar a representatividade de Lula não só como sindicalista, que travou lutas históricas em defesa da classe trabalhadora, mas como o presidente que garantiu aos jovens carentes o acesso às universidades públicas e privadas brasileiras.

Lula apresentou uma breve análise da situação brasileira e apontou os desafios e perspectivas na defesa dos direitos e da democracia. (Créditos: Diego Almeida)

Para a coordenadora geral do STU, Marli Armelin, o encontro com o ex-presidente foi um momento de dar visibilidade às nossas pautas para apresentar a necessidade de defender a Universidade Pública e de qualidade. “Essa é uma oportunidade de colocar as questões da defesa da Universidade Pública e da autonomia para que a gente volte a ter liberdade e a democracia que a gente tanto preza”.

Marli falou sobre a necessidade de denunciar a campanha do Bolsonaro contra as cotas e de lutar para que os estudantes cotistas tenham o direito de permanecer na Universidade. “A Unicamp é uma referência nacional de Universidade Pública de qualidade. E o Lula é uma referência de sindicalista e de político. Ele estando aqui para falar principalmente com os jovens é de extrema importância para revertermos esse quadro bolsonarista que nós temos aí”, finalizou a coordenadora.

Diversidade e permanência estudantil

Lula estava acompanhado do professor da USP e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, e mencionou que estava na Unicamp não só para palestrar sobre a universidade pública e o futuro da democracia no Brasil, mas para ouvir os estudantes.

Lula e Hadad debateram a democracia em risco

Antes de discursar ouviu os estudantes da pós-graduação, do coletivo de negros/as e da comunidade LGBTQIA+ da Unicamp sobre a necessidade de ampliação do acesso à universidade pública, de políticas que inibam a discriminação e o racismo e garantam a permanência estudantil.

Um dos discursos mais comoventes da noite foi feito por dois representantes do movimento estudantil indígena que reforçou a importância da política de cotas étnico-raciais e a necessidade de ampliação dessa medida.

Eles entregaram um documento ao ex-presidente cobrando a ampliação da bolsa para permanência estudantil, a participação indígena no Conselho Nacional de Educação, além da recomposição orçamentária das universidades, entre outras demandas. Por fim, registraram seu protesto aos ataques à comunidade Yanomami e à ampliação da exploração de terras indígenas, especialmente pelos garimpos ilegais.

No discurso de Lula ficou nítido que para ele é essencial um olhar especial para as questões de diversidade tendo como horizonte a ampliação da cidadania dessas comunidades. Por isso, mencionou que ao invés de acabar com ministérios, como fez Bolsonaro, é preciso criar outros, como os ministérios da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e dos Povos Indígenas.

Para o coordenador geral do STU, José Luis Pio Romera, a “vinda do Lula na Unicamp representa uma vitória da luta dos trabalhadores na defesa da democracia no país e também da Educação, da Ciência e Tecnologia e da inclusão dos negros e indígenas nas Universidades Públicas brasileiras”.

Na nossa Live de Esquenta sobre os bastidores do evento tem quatro entrevistas exclusivas com representantes da comunidade indígena universitária sobre a luta dos povos originários por respeito e dignidade, assista abaixo.

Estado de Direitos

Lula afirmou que os recursos em Saúde e Educação devem ser tratados como investimento e não como custos. E em relação ao desmonte dos serviços públicos e à desvalorização do servidor, o sindicalista foi enfático ao afirmar a urgência de protegermos o patrimônio público, como os Correios, a Eletrobras, o Banco do Brasil e a Petrobras que estão na mira da privatização.

Para a coordenadora geral do STU, Elisiene Lobo, “É visível o projeto entreguista do governo Bolsonaro que tenta a todo custo impor a mercantilização da Educação e da Saúde. Se não houver unidade na luta, tudo será entregue nas mãos do empresariado colocando a população em condições mais precárias ainda. Há tempos denunciamos que a Saúde pede socorro.”.

Para a coordenadora, a luta por emprego e renda está cada vez mais acirrada. Por isso, a defesa dos salários e dos direitos dos servidores é ponto inegociável para o Sindicato.

No Estado Democrático de Direito, as leis são criadas pelo povo e para o povo, respeitando-se a dignidade da pessoa humana. E a dignidade passa por garantias como alimentação, emprego, moradia, renda e acessos à educação e à saúde, entre outros direitos.

Trabalhadoras da Unicamp fortalecendo a luta em defesa do serviço público e dos servidores

Por isso, o coordenador Zé Luis aponta que as principais pautas a serem enfrentadas pela classe trabalhadora são: a revogação da Reforma Trabalhista e Previdenciária, a distribuição de renda e o combate à fome.

E um dos grupos mais acometidos pela miséria e o descaso, dentro e fora da Unicamp, são os aposentados. Tanto que o STU montou uma tenda para divulgar a campanha de solidariedade aos aposentados da Unicamp com objetivo de ajudar a categoria que está passando necessidade, não só por conta da pandemia, mas pelo confisco das aposentadorias imposto pelo governo Estadual.

Em breve a Campanha de Solidariedade estará no ar. Mas você já pode contribuir com produtos de cesta básica, de higiene e limpeza, basta enviar mensagem para o nosso WhatsApp (19) 99744-4890.

Confira a entrevista que a coordenadora do Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, Sandra Ramos, deu na Live de Esquenta do STU, clique aqui.

Carta pela Ciência e Educação

Antes do ato político cultural, o ex-presidente foi recebido pelo reitor Tom Zé e membros do Consu que reafirmaram o compromisso democrático da instituição e seu papel estratégico na formulação de ações importantes que visem à construção da soberania nacional.

O reitor aproveitou para entregar um documento intitulado “Carta pela Ciência e Educação” na qual a instituição reivindica autonomia financeira; incentivo à ciência nas educações fundamentais e médias; construção de uma política de saúde pública condizente com a realidade dos hospitais universitários, entre outras medidas.

O documento que possui 10 propostas de políticas públicas e investimentos em ciência e educação finaliza afirmando que “… uma cidadania verdadeira depende da redução drástica da desigualdade social, o que, por sua vez, exige vontade política alicerçada no espírito fraterno. A comunidade universitária cumpre papel fundamental para a realização desse propósito e se coloca à disposição para cooperar na construção da nação brasileira”.

Segundo a assessoria da Universidade, a carta também será encaminhada aos outros presidenciáveis.

Mais tarde, em seu discurso no Teatro de Arena, como pré-candidato à presidência da República, Lula prometeu se empenhar para melhorar a educação e disse querer manter um diálogo frequente com os reitores das universidades de todo o país.

Para conferir a carta acesse aqui.

Logo abaixo, você confere o discurso completo do ex-presidente Lula na Aula Magna.

porFernanda de Freitas

Palestra: A Arrecadação do ICMS e a Planilha Cruesp

“A Arrecadação do ICMS e a Planilha Cruesp” é o tema da palestra promovida pela ADunicamp na quarta-feira (25), às 17h, em seu auditório com transmissão via plataforma Zoom.

O encontro vai discutir qual a forma de acompanhar a arrecadação do ICMS, como realizar as previsões orçamentárias para o Estado de São Paulo e como compreender as informações presentes na planilha do Cruesp.

A palestra será ministrada pelo vice-presidente da ADunicamp e atual coordenador do Fórum das Seis, professor Paulo Cesar Centoducatte (IC/Unicamp).

O evento será híbrido, ou seja, de modo online e, também, presencial. Por limitações de espaço e segurança sanitária, as primeiras 70 inscrições para o modo presencial terão suas vagas garantidas. 

Para mais informações e inscrições, acesse: https://forms.gle/UYRzvwev9ktsPirB6

Os inscritos receberão o link no dia do evento, pelos respectivos e-mails.

porStéphane Powaczuk

Live de Esquenta: Lula na Unicamp

Nesta quinta-feira, 05 de maio, o STU vai realizar uma live de esquenta, no Teatro de Arena, a partir das 16h, para mostrar à categoria tudo que vai rolar no ato político cultural em defesa da Democracia!

Acompanhe pelo Youtube e/ou Facebook do sindicato para ver o que a coordenação e convidados/as vão falar sobre esse momento histórico para Unicamp, onde o ex-presidente Lula, um dos maiores sindicalistas da história do nosso país, vai apresentar uma aula magna sobre Democracia na Unicamp.

Para nos acompanhar AO VIVO é só clicar aqui: https://bit.ly/LivedeesquentaLULAnaUNICAMP

porStéphane Powaczuk

Boletim do Fórum das Seis – 04/05/2022

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 04 de maio de 2022.

porStéphane Powaczuk

STU e ADunicamp realizam reunião aberta sobre a contagem de tempo

Na próxima quarta-feira, 04/05, às 12h, vai acontecer uma reunião aberta dos Jurídicos da ADunicamp e STU sobre a suspensão da contagem de tempo de quinquênio, sexta parte e licença prêmio de maio de 2020 a 31/12/2021 pela Lei complementar 173/20.

A lei que congelou gastos e a contagem de tempo dos servidores foi mais um ataque do governo federal ao funcionalismo público em plena pandemia.

A Lei Complementar 191/2022 garantiu o restabelecimento deste período para saúde e segurança, mas seguiu ignorando os trabalhadores que dispuseram recursos próprios para manter os órgãos públicos em funcionamento remoto.

A reunião será na ADunicamp, somente presencial e todos os trabalhadores estão convidados. O setor jurídico do STU vem acompanhando essa situação e o Dr. Ricardo Sobral estará na reunião representando nosso sindicato.

porFernanda de Freitas

Lula vem à Unicamp ministrar aula magna sobre Democracia

O ex-presidente Lula, um dos maiores sindicalistas da história deste país, vai apresentar uma Aula Magna na próxima quinta-feira (05/05), às 16h, no Teatro de Arena da Unicamp.

Lula foi uma das principais lideranças do movimento político e popular “Diretas Já”, no período da redemocratização, lutando pela retomada das eleições diretas ao cargo de presidente da República no Brasil durante a ditadura militar brasileira.

Em tempos de desmonte dos serviços públicos, especialmente com cortes de verbas na Saúde e Educação, e de ataques aos servidores públicos e à classe trabalhadora no geral, se faz urgente o debate sobre o papel da universidade pública no futuro da democracia no país.

Esta aula magna está sendo organizada pela ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp), STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), APG (Associação de Pós-Graduandos) da Unicamp e DCE (Diretório Central dos Estudantes) da Unicamp.

Convida todo mundo e vem com a gente participar deste ato político cultural pela Democracia que vai entrar para a história da nossa comunidade universitária.

Obs.: É preciso respeitar as orientações sanitárias, portanto, não esqueça de levar o álcool em gel e a máscara.

porStéphane Powaczuk

“Café na Roça”: STU convida comunidade Unicamp para visitar Assentamento Comuna da Terra Milton Santos

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas até dia 28/04.

Se você preza pelo consumo consciente de alimentos orgânicos direto de agricultores fique atento a esse convite!

O STU em parceria com a ADunicamp desejam proporcionar uma experiência diferente a comunidade universitária, tanto para nossa categoria, quanto para professores e estudantes da Unicamp com uma visita ao Assentamento Comuna da Terra Milton Santos, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Americana, que acontecerá neste sábado, dia 30 de abril, das 8h30min às 11h30min.

A ideia desta ação social é conhecer o funcionamento de um assentamento do MST, a produção de alimentos orgânicos, como vivem as famílias e a importância da agricultura familiar, para criar um grupo de consumo consciente de alimentos orgânicos produzidos pelos agricultores do assentamento com entrega quinzenal na Praça da ADunicamp.

O QUE SÃO ALIMENTOS ORGÂNICOS?

Alimentos orgânicos são aqueles produzidos sem uso de agrotóxicos, transgênicos ou fertilizantes químicos. As técnicas do processo de produção respeitam o meio ambiente, a saúde do trabalhador agrícola, a do consumidor e têm como objetivo manter a qualidade do alimento.

PORQUE FAZER PARTE DO GRUPO DE CONSUMO CONSCIENTE?

O objetivo deste grupo de consumo consciente é uma iniciativa política, muito mais que o estabelecimento de um novo mercado, e parte do pressuposto do rompimento com a lógica atual de consumo, para que possamos colaborar com um sistema agroalimentar que beneficie quem produz e quem consome também, com a redução do preço por meio do não uso dos atravessadores e o acesso direto aos produtores.

COMO VAI SER A VISITA?

Durante a visita haverá roda de conversa e partilha com degustação de produtos produzidos pelas famílias assentadas (confira o roteiro abaixo).

A ADunicamp vai fornecer gratuitamente o transporte até o local, com saída programada para às 7h30min e retorno previsto para às 12h30min.

COMO SE INSCREVER:

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser realizadas até o dia 28/04 pelo link: https://bit.ly/InscriçaoCaféNaRoça

Como forma de apoio, solicitamos que cada participante faça uma contribuição a partir de R$10,00 para o café da manhã que será servido.

Na visita também haverá venda de produtos orgânicos como café, arroz, hortifruti, geleias, etc. Assim você pode garantir alimentos mais saudáveis para você e sua família.

RECOMENDAÇÕES PARA A VISITA:

Para que você tenha uma boa experiência recomendamos levar água, usar boné, roupas confortáveis para caminhada, usar protetor solar e disposição para caminhar.

CONFIRA ABAIXO O ROTEIRO DA VISITA – CAFÉ NA ROÇA: CONHECENDO UM ASSENTAMENTO DO MST – 30/04

7h20 – Saída da sede da ADunicamp (tolerância de atraso 10 minutos);

8h30 – Chegada com acolhimento e boas-vindas;

8h50/9h30 – Roda de conversa e partilha sobre como funciona uma ocupação, como se deu o assentamento, como vivem as famílias, importância da agricultura ecológica;

9h30 – Café da manhã preparado com produtos: café, suco, fruta da época, queijo, pão e bolo caseiros;

10h/11h – Caminhada pelo assentamento para conhecer sua produção;

11h/11h30 – Espaço para debate e encerramento;

12h30 – Chegada prevista na ADunicamp

CURTA-METRAGEM COM INTEGRANTES DO MST:

Confira a produção do Sindipetro Campinas “ELO da SEMENTE”, um curta metragem de nove minutos que apresenta a parceria construída com integrantes do MST, com o objetivo de contribuir com a venda e distribuição de alimentos orgânicos.

Para assistir clique no link: https://bit.ly/ElodaSemente

Atualização sobre as vagas para o Café na Roça – 27/04/22 – 14h50min

Informamos que as vagas para a visitação ao Assentamento Comuna da Terra Milton Santos, integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), em Americana, que acontecerá neste sábado, dia 30 de abril, estão esgotadas.
A procura foi grande e estamos felizes pelo interesse da comunidade.
Possivelmente haverá outra oportunidade. Continue acompanhando o site do STU e ADunicamp.
Agradecemos o interesse!

porFernanda de Freitas

1º de Maio | Pelo Emprego, Direitos, Democracia e pela Vida

Domingo, 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, vamos tomar as ruas do país para cobrar “Defesa do Emprego, Direitos, Democracia e pela Vida”.

Em Campinas haverá um ato curto, a partir das 10h, no Largo da Catedral, após o encerramento da Missa do Trabalhador na Catedral Metropolitana de Campinas.

Diferente dos anos anteriores, o foco deste 1º de Maio será a mobilização em São Paulo. Por isso, após o ato no Centro de Campinas, vários ônibus sairão do Largo do Pará rumo ao ato Unificado em São Paulo, no Pacaembu.

Caravana a São Paulo

O Ato Unificado do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em São Paulo, vai intensificar a luta por mais direitos e por um país mais justo, com uma política econômica que priorize o desenvolvimento com geração de emprego e renda para o país, ou seja, o oposto do que a dupla Bolsonaro/Paulo Guedes, ministro da Economia, vem fazendo desde 2019.

Para mostrar a nossa capacidade de mobilização, as entidades sindicais e populares que constroem o 1º de Maio, aqui em Campinas, estão organizando várias caravanas de ônibus e vans para o ato em São Paulo.

Assim que terminar a manifestação em Campinas, por volta das 11h, os ônibus partirão para São Paulo, na Praça Charles Miller (Pacaembu).

Interessados em participar da caravana podem enviar a suas informações (nome, RG e o número do celular) para o e-mail: [email protected] solicitando a reserva da sua vaga.

Entre as lideranças sindicais, políticas e religiosas e outras personalidades, grandes atrações como a cantora Daniela Mercury, que fará um show especial neste dia, estarão no palco das Centrais Sindicais em São Paulo.

Um dos maiores nomes do samba brasileiro e importante liderança política, a cantora Leci Brandão, marcará presença. Além de Dexter, Francisco El Hombre e DJ KL Jay.

O evento será transmitido ao vivo pelo Youtube e Facebook da CUT, das entidades filiadas e das centrais sindicais; e pelo Youtube da TVT (Youtube.com/redeTVT).

Pautas do Conclat 2022

No dia 7 de abril, as Centrais Sindicais realizaram o Conclat 2022 (Congresso da Classe Trabalhadora), que resultou no documento Pauta da Classe Trabalhadora, com propostas para o desenvolvimento do país.

Esse documento será exposto ao público no Dia 1° de Maio, para consolidar e fortalecer o diálogo sobre os rumos do nosso país. Entre os temas abordados temos:

  • Emprego e renda;
  • Contra os aumentos de preços de alimentos e combustíveis;
  • Valorização do salário mínimo;
  • Contra a fome e a miséria;
  • Mais direitos;
  • Valorização dos serviços e dos servidores públicos;
  • Defesa da democracia;
  • Mais investimentos em saúde, educação e transportes;
  • Contra a carestia.

Eleições Gerais

Neste ano de eleições a principal tarefa dos movimentos sindicais e populares, entre eles o STU, é dialogar com os trabalhadores e trabalhadoras sobre o futuro do país.

Precisamos mobilizar a população e conscientizar sobre o aumento da fome, da miséria, do desemprego, dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Além dos cortes de verbas da Educação e Saúde e os ataques aos direitos dos servidores públicos.

Tudo isso tem prejudicado consideravelmente a classe trabalhadora, em especial os mais pobres. Então, não basta construir uma frente para derrubar o Bolsonaro e a sua corja. É preciso, urgente, somar forças para eleger políticos comprometidos com a vida, com a democracia, os direitos sociais e trabalhistas e que defenda as instituições e serviços públicos.

Vamos fazer um grande ato em Campinas e depois somar-se aos demais trabalhadores e trabalhadoras do estado, lá na capital, para realizar o maior 1° de Maio da história deste país em defesa da vida e pelo #ForaBolsonaro.

Fonte: com informações do Portal da CUT

porStéphane Powaczuk

Nova diretoria do STU se apresenta para reitor e aproveita para retomar reivindicações

A diretoria do STU esteve reunida com o reitor Tom Zé, na tarde do dia 19 de abril, a fim de apresentar a nova gestão que tomou posse no dia 31 de março, e expor algumas reivindicações para este ano.

Antes da reunião, o sindicato enviou um ofício solicitando a discussão da pauta específica.

PAUTAS REIVINDICADAS NA REUNIÃO COM REITOR TOM ZÉ

A direção do STU lembrou a necessidade da discussão da pauta específica e colocou na mesa as seguintes reivindicações: a implementação do vale refeição de R$990,00 igual a USP, a contagem de tempo suspensa pela Lei 173/20 para todos os funcionários, a isonomia da carreira com a USP, a criação de um grupo de discussão que trate sobre a nova carreira com a participação do sindicato, a mudança de regime CLT para estatutário e a discussão com o STU sobre cotas nos concursos públicos. Além disso, foram tratadas a questão do teto salarial diferente entre funcionários e docentes, a tabela das GR´s que foram cortadas, a autonomia universitária, o reajuste trimestral e, por fim, a nova tabela com redução no valor cobrado dos fretados.

A Diretoria do STU, acompanhará a resposta da reitoria com relação a apresentação das reivindicações e também encaminhará uma proposta de agenda de reuniões para discutir os temas mais urgentes que atingem a categoria.

PERSPECTIVAS DA NOVA DIREÇÃO DO STU

Para a direção do STU essa reunião abre uma perspectiva de discussão que poderá avançar no atendimento às demandas dos trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp.

A diretoria do STU se reuniu no dia 20 de abril para fazer uma avaliação da reunião com a Reitoria e encaminhar os próximos passos para a campanha salarial.

CONFIRA COMO FICOU A ESCOLHA DA NOVA COORDENAÇÃO 2022/202

porStéphane Powaczuk

STU sedia reunião do Fórum dos aposentados das Universidades Estaduais Paulistas

Após quase dois anos de pandemia, o STU sediou novamente, no dia 13 de abril de 2022, um encontro do fórum dos aposentados/as das universidades estaduais paulistas e aproveitou para apresentar os trabalhos da nova direção que está assumindo o sindicato.

No encontro foi falado sobre as eleições do STU, bem como quem são os/as novos/as coordenadores/as: Ângelo Barreto – Alerta, Antônio de Pádua Ilanes – Avante STU, e Sandra Aparecida de Almeida Ramos – Unidade e Luta – Travessia.

Na reunião também foi passado um informe sobre a última assembleia e a aprovação da Pauta Unificada de Reivindicações 2022 proposta pelo Fórum das Seis Entidades. Também foi comentado sobre o auxílio nutrição, ao invés de auxílio alimentação, que vai ser debatido em reuniões futuras porque esse termo é utilizado pela prefeitura de Campinas, mas pelo estado é auxílio alimentação. Também falaram sobre SPPREV, IAMSP e a indicação do novo coordenador do Fórum dos aposentados.

Uma das sugestões faladas na reunião foi de fazer uma agenda pontual para verificar quais Deputados/as ou candidatos/as estão a favor das reivindicações dos aposentados/as para criar uma grande frente no estado de São Paulo com intuito de ganhar força e apoio às pautas e também fazer uma visita para tratar questões específicas dos aposentados/as.

APOSENTADOS NA LUTA PARA DERRUBAR DECRETO N°65.021

Segundo informações da coordenação de aposentados essa reunião foi importante para pensar novas estratégias para conversar com parlamentares e pedir apoio para que seja aprovado o Projeto de decreto legislativo n°22 de 2020 que susta os efeitos do Decreto nº65.021, de 19  de junho de 2020, – que dispõe sobre a declaração de déficit atuarial do Regime Próprio de Previdência do Estado e dá providências. Esse decreto impôs uma pesada sobretaxação aos aposentados/as e pensionistas autárquicos do estado, que já sofrem com o aumento da inflação.

Outra tática comentada foi elaborar um documento para levar até os deputados/as e mostrar que os aposentados/as contam com a ajuda dos parlamentares para votar a favor dos trabalhadores aposentados/as no PL 22.

FÓRUM DOS APOSENTADOS ESCOLHE NOVO COORDENADOR

O novo coordenador do fórum dos aposentados escolhido foi o Antonio Carlos Homem, aposentado da UNESP, e diretor do Sintunesp. A última coordenação estava com o representante do STU, José Aparecido Calderaro, que se estendeu devido a pandemia.

O Fórum dos Aposentados das três universidades públicas paulistas, USP, UNESP e UNICAMP, foi criado em 07/11/2003, composto por um membro de cada entidade. A coordenação geral tem o prazo de dois anos, e é escolhida pelos aposentados que costumam realizar reuniões bimestrais.

A REUNIÃO TEVE PARTICIPAÇÃO HÍBRIDA

Estiveram presentes na reunião o Alberto de Souza, Coordenador Político do Sintunesp, Antonio Carlos Homem, Coordenador dos aposentados Jaboticabal/FCAV,  a nova

coordenação de aposentados/as do STU: Ângelo Barreto – Alerta, Antônio de Pádua Ilanes – Avante STU, e Sandra Aparecida de Almeida Ramos – Unidade e Luta – Travessia.

De forma online estiveram o diretor Daniel Cândido dos Santos – USP/São Carlos, o Deputado Federal Carlos Giannazi e alguns aposentados/as.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar – Sigefredo Zanoni

É com profunda dor que informamos que o ex-diretor da Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp), Sigefredo Zanoni (Aposentado/CCSNano), faleceu ontem (24/04).

O velório e o funeral acontecem hoje (25), das 13 às 16h, no Cemitério Parque das Flores, localizado na Av. Dep. Luís Eduardo Magalhães, 1505 – Jardim São Judas Tadeu em Campinas/SP.

Sigefredo Zanoni integrou a gestão “Força Nova Combativa” da Assuc, no período de 1988 e 1990.

O companheiro deixa como legado uma linda e inspiradora trajetória marcada pelo respeito ao próximo e defesa do serviço público, além do seu importante serviço prestado à Unicamp.

O STU presta condolências aos familiares e amigos enlutados pela irreparável perda e deseja que encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

Sigefredo Zanoni, Presente!

porFernanda de Freitas

Pauta Unificada de Reivindicações 2022

Após uma rodada de assembleias de base, nas três universidades, as entidades que compõem o Fórum das Seis reuniram-se em 13/4 e fecharam a Pauta Unificada de Reivindicações da data-base 2022.

Na mesma data o documento foi encaminhado ao Cruesp (Conselho de Reitores) acompanhado de um ofício solicitando reunião para discussão das reivindicações deste ano.

O ofício cobra também uma data para a primeira reunião do GT (Grupo de Trabalho), cuja reativação foi acordada entre as partes na negociação realizada em 17/3. O Cruesp comprometeu-se a agendá-la em breve.

O objetivo do GT é listar os estudos e levantamentos que precisam ser feitos pelas universidades para subsidiar a construção de propostas para um plano de reposição das perdas históricas e para um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

Reposição Salarial

De acordo com a nossa pauta de reivindicações, para fecharmos o ciclo de maio/2012 a abril/2022, sem considerar ainda as inflações de abril/2022, falta um reajuste de 19,74%.

Reforçamos que na negociação com o Fórum das Seis, em 7/3/2022, o Cruesp concedeu um reajuste de 20,67%, correspondente a uma parte da inflação medida entre maio/2012 a fevereiro/2022. Essa reposição corresponde à Campanha Salarial 2021.

Confira abaixo íntegra da Pauta Unificada de Reivindicações 2022.

porStéphane Powaczuk

STU participa de homenagem a corpos negros usados em estudos na Unicamp

No dia 08 de abril, o STU esteve presente em uma homenagem no Teatro de Arena Unicamp, da 59ª turma de medicina da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Coletivo Quilombo Ubuntu, aos cadáveres negros usados no laboratório de anatomia da universidade.

A iniciativa de fazer essa homenagem partiu dos alunos cotistas, pretos e pardos e é muito importante para universidade, pois as cotas são fruto de muita luta dos estudantes, também apoiados pelo sindicato.

“O STU está sempre participando das lutas raciais, e esta em particular é um marco, porque a gente vê que estes alunos cotistas estão trazendo uma outra visão para dentro da universidade”, relata a Coordenadora Geral do STU, Marli Armelin que esteve representando o sindicato na homenagem.

Foi um dos primeiros atos do movimento estudantil pós-pandemia, “entendo que os professores, funcionários e alunos/as negros/as se sentiram reconfortados de verem-se em pares e num evento tão bonito, cercado de música e poesia”, diz Marina Rebelo Tavares, que também esteve representando o STU na homenagem.

A Coordenadora Geral do STU, Marli Rodrigues Armelin, e a Coord. de Formação e Política Sindical e de Negros e Negras Marina Rebelo Tavares.

COMO SURGIU A IDEIA DA HOMENAGEM

Você sabia que a maioria dos cadáveres usados para estudo nos laboratórios de anatomia da Unicamp são negros?

Essa turma de medicina despertou a atenção para questão dos cadáveres negros no laboratório no ano passado, durante uma aula sobre ética médica, racismo na universidade e na sociedade.

“Ao comentar em uma aula de ética sobre essa realidade, alguns colegas brancos vieram me falar que nunca tinham notado que quase todos os cadáveres eram negros. E eu pensei: como uma dor que dói tanto na gente, não é notada pela maioria das pessoas? E não foi notada durante muito tempo, porque eu sou da turma 59 e até então esse assunto não tinha sido discutido abertamente”, desabafa a aluna de medicina, Janaína Alves da Hora.

A homenagem, iniciativa dos estudantes negros da turma, foi apoiada pela Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da Unicamp e pelo Centro Acadêmico Adolfo Lutz, que reúne estudantes de medicina.

“A grande importância dessa cerimônia foi que juntou-se diferentes pessoas da universidade, com a presença do reitor, professores, estudantes, e chefias. Nós reafirmamos a necessidade que a Unicamp seja cada vez mais diversa e tenha representações diferentes da sociedade brasileira”, afirma a Diretora Executiva de Direitos Humanos da Unicamp, Silvia Santiago.

IMPORTÂNCIA DO ATO

Este ato antirracista e de resistência foi potente, comovente e teve como objetivo promover a reflexão sobre essa realidade.

“Esse ato demonstra que a política de cotas é só um passo, e é potente exatamente porque muda o eixo da universidade. Mudando sua composição, muda os olhares sobre seus objetos, seus mecanismos, suas pesquisas e seus objetivos, ficando ainda mais próxima da realidade brasileira, a quem deve servir”, complementa Marina Rebelo Tavares, que esteve representando o STU na homenagem.

Para a estudante de medicina Janaína Alves da Hora, o objetivo desta homenagem foi de algum modo tentar confortar os próximos alunos e promover a reflexão de todos/as.

“A universidade nunca mais vai ser a mesma, depois das cotas a universidade tem mudado e tem tido uma outra cara. As pessoas não viam estudantes negros em curso de medicina, e hoje a gente vê esses alunos com essa visão”, completa Marli Armelin, coordenadora geral do STU.

A reflexão que os estudantes trouxeram à tona fala muito mais do que corpos negros utilizados como pesquisa. Ela entra também num aspecto de qual a importância desses corpos na sociedade.

RACISMO INSTITUCIONAL

A gente sabe, e a população negra das universidades sentem na pele, nas conversas, nas piadinhas, e em muitas dificuldades o racismo institucional que existe na nossa sociedade.

“Eu me senti feliz por mais um passo que foi dado nesse caminho de luta. Foi uma honra organizar uma homenagem a essas pessoas e ser a precursora dessa ação, porém, fico chateada por essa discussão nunca ter sido feita”, fala Janaína Alves da Hora, estudante da 59ª turma de medicina da Unicamp.

Apesar do movimento negro ter conquistado muitos avanços, como as cotas raciais, o racismo institucional ainda existe, e afeta diretamente. As consequências que essa homenagem representa são a abertura de um caminho que busca encontrar curar alguns ferimentos que estão abertos há milhares de anos.

Estudantes com o Prof. de anatomia Wagner José Fávaro que apoiou a homenagem.

INAUGURAÇÃO DA PLACA HONROSA

Na ocasião também foi inaugurada uma placa honrosa que foi anexada no Laboratório de Anatomia do Instituto de Biologia da Unicamp (IB).

A mensagem que diz na placa carrega muito significado, traz o sentimento de como os estudantes enxergam os corpos que serão estudados. “As mãos pretas que tocam esses corpos com sede de conhecimento são as mesmas que cerram e erguem os punhos com gana por justiça. Por vocês, por nós, por aqueles que virão Tudo é ancestral, respeito aos nossos”, trecho que consta na placa honrosa.

Na homenagem foi distribuído um marca páginas comemorativo, com um QR-Code que dá acesso ao texto da placa. Para ler o que foi escrito pelos alunos e alunas pretas da 59ª turma de medicina da Unicamp com o Coletivo Quilombo Ubuntu, CLIQUE AQUI!

Janaína Alves da Hora – aluna da 59ª turma de medicina da Unicamp junto a placa instalada no laboratório.

MÚSICA E FORA BOLSONARO ENCERRAM A HOMENAGEM

O evento foi finalizado com a música Juízo Final, composição de Nelson Cavaquinho/Elcio Soares, que em uma das estrofes diz “quero ter olhos para ver a maldade desaparecer”, o público presente complementou com “e o Bolsonaro também”.

Atos como este mostram que há uma grande jornada para que a universidade seja um espaço inclusivo, e não de opressão para as populações marginalizadas.

“Eu me sinto orgulhosa por ter me movimentado e com isso ter movido tantas pessoas e instituições por esta causa”, completa a aluna de medicina da Unicamp Janaína Alves da Hora que disse como se sentiu após a homenagem.

A funcionária Aparecida do Carmo Miranda, mais conhecida como Tida, foi a única funcionária a falar no ato. Após sua fala foi fortemente aplaudida.

Aparecida do Carmo Miranda – funcionária do IB/Unicamp.
Música ao final da homenagem com Douglas Alonso – professor e percussionista, Fabiana Cozza – cantora e doutoranda no IA (meio), Ilessi – compositora e doutoranda no IA.
Marília Corrêa – cantora e compositora.
porFernanda de Freitas

Pauta de reivindicações 2022 é aprovada em assembleia

Nesta terça-feira (12), a maioria das/os trabalhadoras/es presentes à Assembleia Geral Virtual aprovou a Pauta Unificada de Reivindicações 2022 proposta pelo Fórum das Seis Entidades.

Foi unanimidade o discurso de fortalecer a luta contra o arrocho salarial, pela valorização do servidor público e contra os desmontes do serviço público.

Nas falas, as trabalhadoras e trabalhadores defenderam a isonomia com a USP e Unesp e a união das categorias para o enfrentamento dos desafios da Campanha Salarial 2022, diante dessa conjuntura nacional difícil que prevê, em outubro, as eleições gerais.

A categoria aprovou encaminhar ao Fórum da Seis a proposta de auxílio nutrição para os aposentados e reforçar a necessidade de defesa do IAMSPE.

Outra deliberação foi o posicionamento da categoria de revogação do Decreto 65.021/2020, que estabelece o aumento dos descontos do SPPREV. A assembleia defendeu que essa contribuição previdenciária extraordinária imposta aos aposentados e pensionistas é abusiva.

A assembleia cobrou o fim do confisco salarial e dos prejuízos impostos pelo governador Doria que insiste em jogar nas costas dos aposentados e dos pensionistas a responsabilidade das contas da Previdência do Estado.

Foi aprovada também a proposta de imediata abertura de contratações por concurso de docentes e funcionários e a retomada segura ao trabalho presencial.

Itens da Pauta Unificada

Neste ano, mais uma vez, cobramos um plano para a recuperação das nossas perdas salariais. E ainda um índice de reajuste de 17,73% para fecharmos o ciclo maio/2012 a abril/2022, sem considerar ainda as inflações de março e abril de 2022. 

Além desse item econômico, reivindicamos o acesso e permanência estudantil/gratuidade ativa, condições de trabalho e estudo, melhores condições nos Hospitais Universitários (HU) e Centros de Saúde, reconhecimento e respeito efetivo do vínculo existente entre o Ceeteps e a Unesp, entre outras propostas.

Essas reivindicações aprovadas para a Campanha Salarial 2022 foram encaminhadas para o Fórum das Seis que planeja entregar a pauta ao Cruesp ainda este mês.

Essa é a primeira assembleia dirigida pela nova diretoria. A assembleia foi coordenada por Elisiene Lobo que, recentemente, assumiu a coordenação geral do STU ao lado de Marli Armelin e José Luís Pio Romera. O encontro virtual contou ainda com a participação do vice-presidente da ADunicamp, Paulo César Centoducatte.

Na oportunidade foi apontada a necessidade de começar a discutir as demandas que vão compor a nossa Pauta Específica 2022, especialmente no que diz respeito as questões dos aposentados, trabalhadores com deficiências invisíveis e o trabalho remoto.

Clicando aqui você confere a proposta de Pauta Unificada que foi discutida nesta Assembleia Virtual.

porStéphane Powaczuk

STU informa: confira feriados e recesso do mês de abril

Saiba como fica a agenda de atendimento a filiados/as nesse período

O mês de abril terá dois feriados nacionais: dia 15 de abril, sexta-feira santa; e 21 de abril (quinta-feira), dia de Tiradentes.

Além disso, de acordo com o ofício circular DGRH Nº 01/2021, o calendário aprovado pela Câmara de Administração (CAD) em sessão de 05/10/2021, consta como dia 14 e 22 de abril, expediente suspenso.

Sendo assim, neste mês de abril ficam suspensas as atividades nos dias 14, 15, 21 e 22 de abril, pois o STU segue o calendário da Unicamp.

Nos próximos meses divulgaremos a agenda de trabalho com relação aos demais feriados.

porStéphane Powaczuk

Link para Assembleia Virtual

Para participar da Assembleia virtual para debater sobre reajuste e perdas salariais anteriores clique aqui: https://meet.google.com/vjn-wnzh-wnq