Arquivo anual 8 de abril de 2022

porStéphane Powaczuk

9 de Abril: Dia Nacional de Mobilização – Bolsonaro Nunca Mais!

Neste sábado, 09/04, às 9h, no Largo do Rosário, vai acontecer o Ato – Bolsonaro Nunca Mais em Campinas e região e a diretoria do STU estará presente no ato defendendo os serviços públicos, mais empregos, mais renda e melhores condições de trabalho e de vida para a população.

Vamos levar às ruas a nossa indignação contra essa política de exploração e fome imposta por Bolsonaro.

Após o ato vai ser realizada uma caminhada pelo centro.

Também vai ser arrecadado um quilo de alimento não perecível ou produtos de higiene e limpeza para Campanha de Solidariedade.

Venha de máscara e traga álcool gel.

Vem com a gente registrar o seu protesto no ato #BolsonaroNuncaMais

#ForaBolsonaroMourão #ContraAumentoCombustíveis #NãoÀFome #NãoAoDesemprego

porStéphane Powaczuk

Nova Data para Assembleia virtual é terça 12/04, 10h.

A nova data para a primeira Assembleia Virtual, sob nova direção, ficou definida para próxima terça-feira, 12/04, às 10h, para debater e definir a proposta de Pauta Unificada de Reivindicações 2022 do Fórum das Seis.

O documento prioriza as discussões sobre reajuste e as perdas salariais anteriores, que se agravam com a inflação, a valorização dos níveis iniciais das carreiras, as condições de trabalho, a permanência estudantil, os hospitais universitários e o retorno presencial seguro. A intenção é entregar a pauta ao Cruesp até meados de abril.

Para acessar o link da Assembleia virtual CLIQUE AQUI!

Participe e opine na definição das reivindicações deste ano!

porStéphane Powaczuk

PSIcovida: participe da pesquisa sobre o impacto da pandemia de COVID-19 na saúde mental da comunidade universitária

Para entender, pesquisar e monitorar os impactos da pandemia de COVID-19 na saúde mental de Técnico Administrativos/as em Educação (TAEs), Acadêmicos/as de Graduação e Pós-Graduação e Docentes do ensino básico ao universitário, diversos cientistas de universidades brasileiras se uniram para realizar essa pesquisa (clique aqui para preencher o formulário da pesquisa)

O projeto PSIcovida tem a parceria da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A pesquisa também possui a colaboração do grupo Parent in Science (confira abaixo mais informações).

A psicóloga da carreira TAE da UFF Rachel Lana, que integra o projeto diz que “Coletar um bom número de respostas é fundamental para que consigamos analisar os dados com confiabilidade. Esperamos que estes resultados impulsionem transformações que melhorem a saúde mental de nossa comunidade”, afirma ela sobre a importância em colaborar com a pesquisa.

Para a Docente do Instituto de Biociências da UFRGS e integrante do grupo Parent in Science Fernanda Staniscuaski, “Já era importante antes da pandemia, mas após esses dois anos de trabalho remoto e isolamentos, essas situações trouxeram mudanças nas questões da saúde mental e por isso é fundamental que a gente conheça o cenário que vivemos para que possamos pensar em estratégias de como lidar com os problemas de saúde mental que existem dentro da nossa comunidade acadêmica”, enfatiza a professora.

O questionário possui uma riqueza de informações e é bem completo. Ele também traz a parentalidade para ser avaliada, como a questão se deu durante o trabalho remoto em casa, com a com a sobrecarga de pessoas com filhos(as), além de outras problematizações ao longo dos meses pandêmicos.

Sobre o projeto

O projeto começou com o chamado PSIcovdA 1, onde o objetivo era investigar a saúde mental de profissionais que atuaram na linha de frene ao combate do COVID-19. Como a pandemia acabou se prolongando mais do que o imaginado, pesquisadores/as viram a necessidade em seguir no projeto e formularam o PSIcovidA 2.

Para acessar o site do projeto, clique aqui.

Sobre o Parent in Science

O projeto também possui parceria com o Parent in Science, um grupo que surgiu para levantar a discussão sobre a maternidade/paternidade, dentro do universo da ciência do Brasil, e mostrar o impacto da parentalidade na carreira de cientistas.

Para conhecer mais sobre o grupo Parent in Science, clique aqui e acesse o site.

porFernanda de Freitas

Diretoria eleita reafirma compromisso de lutar por melhores condições de trabalho

A nova diretoria do STU (gestão 2022/2025) tomou posse quinta-feira passada (31), com o compromisso de manter a tradição de luta do STU de ser combativo e independente da reitoria.

A diretoria é composta por 27 membros, sendo que a Chapa 1: Unidade e Luta – Travessia garantiu 28,6% dos votos, elegendo 8 diretores; a Chapa 2: Alerta – Renovação e Ação conquistou 38,2% dos votos e terá 10 diretores, e a Chapa 3: Avante STU fez 33,2% dos votos e elegeu 9 diretores.

Nesta gestão temos 11 mulheres, vários diretores vindos do Conselho de Representantes do Sindicato, especialmente da Saúde, uma área prioritária para a Universidade e a que mais acumula problemas referentes às condições de trabalho e assédio moral. 

A nova Coordenação Geral do STU é composta por Elisiene do Nascimento Lobo, José Luísa Pio Romera e Marli Rodrigues Armelin. 

Na posse, os coordenadores anunciaram que os desafios que essa nova gestão enfrentará são grandes, principalmente por ser ano eleitoral. E que a busca por unificar todas as forças para enfrentar a exploração dos servidores e os ataques ao serviço público, vindos de Bolsonaro e Doria, passa pela importante tarefa de organizar os/as trabalhadores/as pela base.

Ao longo da solenidade a nova gestão foi saudada por autoridades sindicais e políticas, como o presidente do PT Campinas, Carlos Orfei; o representante do PCdoB, Carlos Artioli; pelo PSOL, Odone Silva; o representante da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Agenor Soares; pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Paulo Nobre; o diretor da ADunicamp, Prof. André Kaysel Velasco e Cruz; o coordenador geral da APG (Associação Central de Pós-graduação) da Unicamp, Matheus Alves Albino; pelo Feconezu ( Festival Comunitário Negro Zumbi), José Gonçalves, o representante do Fórum das Seis, João Carlos Camargo de Oliveira; a coordenadora da Fasubra, Vania Helena Gonçalves e o Chefe de Gabinete da Reitoria da Unicamp, Prof. Paulo César Montagner. Além da vereadora Paolla Miguel (PT) e o representante do mandato do vereador Gustavo Petta (PCdoB), Adecir Mendes. 

Em virtude da pandemia, a cerimônia foi híbrida. No entanto, ao final, os convidados foram recepcionados com uma roda de samba com o cantor e compositor Chocolatte de Vila Maria e banda.

Confira os nomes dos/as novos/as eleitos/as:

Unidade e Luta – Travessia

  • Marli Rodrigues Armelin
  • Marina Rebelo Tavares
  • Maria Edith de Almeida
  • Antonio Alves Neto
  • Sandra Aparecida de Almeida Ramos
  • Rafael Oliveira Jorge
  • Maria Cristina Rodrigues 
  • João Pereira Martins

Alerta – Renovação e Ação

  • Elisiene do Nascimento Lobo
  • Marcos Bueno da Silva
  • Eduardo Favarão Gemis
  • Marli de Fátima Gomes Silva
  • Angelo Rafael Barreto
  • Lilian de Pádua
  • José Carlos Pereira
  • Sergio Paiollo
  • Ronald Jorge Menghini dos Santos
  • Reliton Cleber da Silva

Avante STU

  • José Luis Pio Romera
  • Evanir Lopes Teixeira
  • Gabriela Barros Gonçalves
  • Afonso Celso De Godoy Von Zuben
  • Robson José de Almeida
  • Jessica Del Carmen Veja Galvan Meneze
  • Antonio de Pádua Ilanes
  • Elson André da Silva
  • Ronaldo Luis de Almeida

Assista a Cerimônia de Posse completa abaixo:

porStéphane Powaczuk

Ato unificado em defesa do SUS no Dia Mundial da Saúde

Amanhã, dia 07 de abril, é Dia Mundial da Saúde, e vão acontecer atos no estado inteiro em defesa da população e do SUS por melhores condições de trabalho.

Em Campinas as mobilizações irão denunciar as terceirizações nos serviços públicos de saúde. Teremos manifestações em algumas unidades das UPAs organizadas por sindicatos, partidos políticos, centrais e movimentos populares.

O Conselho Municipal de Saúde de Campinas (CMS), Movimento Popular de Saúde (MOPS) e Frente pela Vida, em Defesa do SUS preparam um ato público de protesto pelas precárias condições de trabalho da UPA São José. A manifestação está marcada para às 10h, diante da unidade, localizada na Rua Bertoldo F. de Castro, 159, Jardim das Bandeiras.

O Coren-SP fará parte do Ato Unificado no Dia Mundial da Saúde que também contará com uma série de entidades, associações, sindicatos e conselhos profissionais. Na capital paulista vão acontecer duas concentrações, e o objetivo da ação é defender e fortalecer o SUS. As concentrações serão:

  • 9h30: Secretaria de Estado da Saúde – Av. Dr. Arnaldo, 925, Sumaré
  • 11h: Prefeitura Municipal de São Paulo – Viaduto do Chá, 15, Centro

Cerca de 60 entidades estão nessa luta juntas, e o STU tirou apoio às mobilizações porque entende que é uma luta justa e que a população tem direito à saúde de qualidade.

porStéphane Powaczuk

Assembleia virtual do STU é adiada.

A Assembleia virtual que aconteceria nesta quinta 07/04, foi adiada e em breve vamos divulgar a nova data e horário.

Pedimos desculpas pelos transtornos e convidamos todos/as a acompanharem nossas redes sociais para saberem a nova data.

porStéphane Powaczuk

Peça-filme será exibida no Auditório do GGBS gratuitamente

A peça-filme Se Fosse Apenas Água vai ser exibida gratuitamente no Auditório do GGBS, localizado no prédio da DGA em frente a Reitoria nos dias 05, 07, 14 e 19 de Abril, às 13h30. Convidamos toda comunidade acadêmica para prestigiar esse momento cultural.

A inspiração vem da história da fundação e urbanização da cidade de São Paulo,
que ainda hoje é usada como modelo para o restante do Estado e do país. A intenção é localizar historicamente os pontos de origem para problemas atuais, como as enchentes e a grilagem de terras com nascentes.

A classificação indicativa é livre, e a peça-filme tem aproximadamente 25 minutos de duração.

Sinopse:
Um rio narra a sua história, contando a construção e crescimento de uma cidade às suas margens. Um plano diretor foi traçado, vai se construir uma metrópole, pelo bem das futuras gerações e dos negócios. Para isso, o fluxo das águas teve que dar lugar ao fluxo de automóveis, ao asfalto e ao esgoto. Hoje, novas gerações podem caminhar desavisadas do que ainda jorra oculto sob seus pés. No entanto, se estes se permitirem desacelerar, ouvirão um leve gorgolejar sob a rua. Num sussurro, o rio ora devaneia com esperança e ora promete vingança: Um grande dilúvio para o qual não haverá arca da salvação. Até quando continuaremos desavisados?
Ao perceber que a cidade foi construída dessa forma por determinados motivos,
pode-se pensar razões para construí-la diferente daqui para frente. Por isso, o
espetáculo se completará nos bate-papos da equipe criativa com a plateia,
expandindo os horizontes para além da apreciação estética em direção à discussão
cidadã. Assim, convidamos o público a conhecer uma nova perspectiva sobre sua
história, e conosco, vislumbrar que a cidade poderia, e ainda pode, ser diferente.

Ficha técnica:
Direção e Fotografia: Rodrigo Spina
Dramaturgia: Gabriel Pangonis e o grupo
Orientação dramatúrgica: Isa Kopelman
Atuação: Gabriel Pangonis; Lucas Fernandes; Samantha Rossetti
Cenografia: Julio Dojcsar
Figurino: Beatriz Schwartz
Direção de Produção: Gabriel Pangonis
Produção Executiva: Beatriz Schwartz
Designer gráfico: Junior Romanini
Operação de luz e assistência de produção: Luan Assunção
Operação de som, legendagem e assistência de produção: Rafa Marotti
Montagem: Rafaela Bermond e Rodrigo Forti – Bermond Produções
Mixagem de som: Rafael Bonini – Bermond Produções

porFernanda de Freitas

Venha discutir a elaboração da pauta da nossa data-base 2022

A nova gestão do STU, que tomou posse na semana passada, já tem como prioridade organizar a data-base 2022, que será deflagrada em maio.

A nossa primeira assembleia, sob nova direção, será na próxima quinta-feira (07), às 10h, de forma virtual para debater e definir a proposta de Pauta Unificada de Reivindicações 2022 do Fórum das Seis.

O documento prioriza as discussões sobre reajuste e as perdas salariais anteriores, que se agravam com a inflação, a valorização dos níveis iniciais das carreiras, as condições de trabalho, a permanência estudantil, os hospitais universitários e o retorno presencial seguro. A intenção é entregar a pauta ao Cruesp até meados de abril.

Em breve o link da assembleia será compartilhado em nossos canais de comunicação.

Participe e opine na definição das reivindicações deste ano!

porStéphane Powaczuk

Hoje vai acontecer a Cerimônia de Posse da Nova Diretoria do STU

Hoje, dia 31 de março de 2022, vai acontecer a posse da nova diretoria do STU, gestão 2022/2025, na sede.

Acompanhe online a cerimônia que vai ser transmitida pelo youtube e facebook do sindicato, a partir das 17h30min.

É importante lembrar que se você for participar presencialmente da posse, o sindicato segue as regras sanitárias e informa que é obrigatório o uso de máscara nas dependências da sede.

Conheça os nomes da nova diretoria que vai estar à frente da coordenação do STU:

Chapa 1: Marli Rodrigues Armelin, Marina Rebelo Tavares, Maria Edith de Almeida, Antonio Alves Neto, Sandra Aparecida de Almeida Ramos, Rafael Oliveira Jorge, Maria Cristina Rodrigues e João Pereira Martins.

Chapa 2: Elisiene do Nascimento Lobo, Marcos Bueno da Silva, Eduardo Favarão Gemis, Marli de Fátima Gomes Silva, Angelo Rafael Barreto, Lilian de Pádua, José Carlos Pereira, Sergio Paiollo, Ronald Jorge Menghini dos Santos, Reliton Cleber da Silva.

Chapa 3: José Luis Pio Romera, Evanir Lopes Teixeira, Gabriela Barros Gonçalves, Afonso Celso De Godoy Von Zuben, Robson José de Almeida, Jessica Del Carmen Veja Galvan Menezes, Antonio de Pádua Ilanes, Elson André da Silva, Ronaldo Luis de Almeida.

A atração Cultural começa às 20h com Chocolatte Vila Maria. O sambista Anderson Luciano Santos tem mais de 30 anos de estrada e já acompanhou grandes artistas como: Beth Carvalho, Demônios da Garoa, Jair Rodrigues.

Em seu repertório vai estar grandes sucessos como: Chora Neném, Herança Popular, Na Beira da Esquina, Zeca Fumaça entre outros.

porStéphane Powaczuk

Cerimônia de Posse da Nova Diretoria do STU é amanhã

Nesta quinta-feira, 31/03, vai acontecer a posse da nova diretoria do STU, gestão 2022/2025, na sede.

A cerimônia está marcada para iniciar às 17h30min e vai ser transmitida pelo youtube e facebook do sindicato.

É importante lembrar que se você for participar presencialmente da posse, o sindicato segue as regras sanitárias e informa que é obrigatório o uso de máscara nas dependências da sede.

A diretoria do STU é composta por 27 diretores/as, sendo que a Chapa 1 Unidade e Luta – Travessia, terá 8 diretores/as, a Chapa 2 – Alerta Renovação e Ação terá 10 diretores/as, e a Chapa 3 – Avante STU  grupo terá 9 diretores/as.

Nesta gestão vamos ter 11 mulheres na diretoria, e isso mostra que cada vez mais as mulheres estão conquistando mais espaços. A representatividade de mulheres em espaços políticos como Sindicatos, Câmaras, Senado, fortalece a luta por políticas de igualdade dentro e fora da Unicamp. O STU cresce e se fortalece com essa conquista e nós queremos dividir com vocês trabalhadores todas as nossas conquistas.



porStéphane Powaczuk

Fórum das Seis apresenta indicativo de pauta unificada às assembleias de base

Perdas históricas, valorização dos níveis iniciais, condições de trabalho, permanência estudantil, hospitais universitários, retorno presencial seguro… Participe e opine na definição das reivindicações deste ano

                A concessão do índice de 20,67% em março/2022, que atende à reivindicação de reajuste emergencial apresentada pelo Fórum das Seis em novembro passado, após a ausência de negociações em 2020 e 2021, não deve ser confundida com a data-base de 2022. As reivindicações que vão compor a Pauta Unificada deste ano estão começando a ser debatidas agora.

                Conforme estabelecido desde 1991 entre o Conselho de Reitores (Cruesp) e o Fórum das Seis, maio é o mês em que, todos os anos, as partes devem discutir as reivindicações das categorias. E não só as questões salariais, mas também as relativas às condições de trabalho, à permanência estudantil e a outros temas, como é o caso, neste ano, das condições para o retorno presencial seguro.

                As entidades que compõem o Fórum reuniram-se várias vezes para compor um rol de propostas a serem levadas às assembleias de base, que devem acontecer até 6/4. Fique atento/a à convocação da sua entidade. O objetivo é entregar a versão final da Pauta Unificada 2022 aos reitores até meados de abril.

As propostas de reivindicações

                O indicativo de Pauta Unificada que o Fórum das Seis remete às assembleias de base contém cinco itens básicos, sobre os quais você confere um resumo a seguir. A íntegra da pré-pauta acompanha este boletim.

I – Salário

                O índice de 20,67%, aplicado aos salários de março, corresponde a uma parte da inflação medida entre maio/2012 a fevereiro/2022. Segundo cálculos do Fórum, a inflação de maio/2012 (nossa referência histórica) até fevereiro/2022, calculada pelo Dieese + INPC/IBGE, é de 80,44%. Como tivemos um reajuste acumulado de 53,27% neste período, fica faltando uma reposição de 17,73% para recuperarmos o poder de compra que tínhamos em maio/2012, sem considerar ainda as inflações de março e abril de 2022.

                Levando em conta esses números e, também, o baixo comprometimento das folhas de pagamento em relação aos repasses às universidades, o Fórum propõe reivindicarmos:

  1. Em maio/2022, o pagamento da inflação dos meses de março e abril/2022 e um plano de médio prazo, a ser executado em 2 anos, com reajustes trimestrais, para a recuperação de perdas, tendo como objetivo recompor o poder aquisitivo de maio/2012 e estabelecer uma política salarial que evite novas perdas.
  • ) Compromisso do Cruesp com a valorização dos níveis iniciais das carreiras, tanto salarial como em relação às condições de trabalho, como forma de garantir a qualidade do trabalho realizado nas Universidades e no Ceeteps.

2.1) Entendendo que tal valorização deve compor uma política salarial clara que não dependa diretamente de reformas nas carreiras, reivindicamos a inclusão deste item também como pauta do grupo de trabalho pleiteado no item 1.1

II -Pelo retorno presencial seguro  

Tendo em vista o retorno presencial já ser realidade nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza, e levando em consideração o cenário pandêmico ainda incerto, o Fórum das Seis reivindica um conjunto de medidas, tendo como base a participação democrática da comunidade. Também pede, entre outros itens, uma proteção transitória aos chamados grupos de risco e às pessoas que convivem com outras nessa situação.

III – Acesso e permanência estudantil/gratuidade ativa

Além da participação democrática dos/as estudantes na gestão das políticas de acesso e permanência, com órgãos paritários e deliberativos, o indicativo de pauta pede dotação orçamentária específica para itens como moradia, restaurantes universitários, bolsas etc.

IV – Condições de trabalho e estudo

                Neste tópico, estão as reivindicações de contratações, garantia de vagas em creches, tratamento isonômico aos/às trabalhadores/as terceirizados/as, entre outras.

V – Hospitais Universitários (HU) e Centros de Saúde

                O item traz um conjunto de reivindicações voltadas ao caráter público destas unidades, bem como à reversão das privatizações (autarquização, fundações, organizações sociais etc.) já ocorridas. Em especial, a manutenção do Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC ou “Centrinho” de Bauru) pela USP.

VI – Centro Paula Souza

                Neste último ponto da pauta, pede-se o reconhecimento e respeito ao vínculo existente entre a Unesp e o Ceeteps (órgão do estado de SP responsável pelas ETECs e FATECs).

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Em defesa do HRAC e contra a entrega às organizações sociais: O Centrinho é da USP!

                O Fórum das Seis é uma das dezenas de entidades sindicais e populares que assina uma carta aberta em defesa do Hospital de Reabilitação das Anomalias Craniofaciais, o HRAC. Vinculado à USP de Bauru, o Centrinho, como é carinhosamente chamado, é internacionalmente reconhecido por sua excelência no tratamento de milhares de pacientes do Brasil e do exterior.

                A carta, dirigida ao reitor da USP, Carlos Gilberto Carlotti Júnior, à vice-reitora, Maria Arminda do Nascimento Arruda, e ao Conselho Universitário, pede a revogação de uma resolução aprovada em 2014, que autorizava a desvinculação do HRAC da USP. Desde aquele ano, não houve desdobramentos da medida, em boa parte pela falta de interesse do governo estadual em assumir o Centrinho. Nas últimas semanas, no entanto, o assunto voltou à baila com a declarada intenção da USP de entregar a sua gestão a alguma organização social (OS), ou seja, a uma entidade privada que lucra com os serviços de saúde.

                A notícia impulsionou uma forte mobilização dos trabalhadores do Centrinho, pacientes e ex-pacientes, e ganhou o apoio em amplos setores da comunidade. Diz um trecho da carta:

                “A força motriz dessas mobilizações combina o desejo e a determinação de fazer o que seja necessário para manter o Centrinho como parte inseparável dessa Universidade, com o repúdio aos iniludíveis conflitos de interesses que se expressam: Em primeiro lugar no fato de que entre os que propuseram, defenderam e votaram a desvinculação do HRAC estavam os professores ligados às fundações das faculdades de medicina da USP da capital e de Ribeirão Preto. Fundações estas que agora estão disputando com outras a gestão do HRAC. Em segundo lugar, no discurso falacioso de que a desvinculação dos hospitais seria uma forma da Universidade eliminar gastos, quando de fato, no caso do HRAC, a Universidade vai seguir pagando um corpo de mais de quinhentos funcionários de elevado nível técnico, para que esses prestem serviços para uma instituição de direito privado (OS’s).”

                O documento reivindica ao reitor e ao Conselho Universitário que pautem o assunto novamente e que a resolução de 2014 seja revogada, mantendo na USP um dos melhores hospitais do mundo em reabilitação de anomalias craniofaciais.

Audiência pública e ato

O Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) convida para duas atividades em defesa do Centrinho:

– Na segunda-feira, 28/3, 18h, audiência pública virtual, organizada pelo deputado Carlos Giannazi. A transmissão será feita pelo link https://www.youtube.com/c/AlespOficial

– Na terça-feira, 29/3, às 13h, ato em frente à reitoria da USP, no campus Butantã.

Assine petição: Centrinho fica na USP

https://peticaopublica.com.br/?pi=BR123667

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Pela aprovação do PDL 22, contra o confisco dos aposentados e pensionistas

Frente Paulista estimula participação em audiências públicas do orçamento

As audiências públicas que a Assembleia Legislativa realiza todos os anos em várias cidades, com o objetivo de levantar propostas e reivindicações das comunidades com vistas ao orçamento estadual do ano seguinte, estão sendo neste momento o palco central da luta pela revogação do Decreto 65.021/2020. Editado pelo governo Doria, o decreto impôs uma pesada sobretaxação previdenciária sobre os aposentados e pensionistas estatutários do serviço público paulista.

Desde então, um forte movimento, que une entidades sindicais e movimentos de aposentados e pensionistas, com destaque para a Frente Paulista em Defesa do Serviço Público – da qual fazem parte as entidades do Fórum das Seis –, vem pressionando pela aprovação de um projeto de decreto legislativo, de autoria do deputado Carlos Giannazi (PSOL), o PDL 22, que revoga o decreto de Doria. Atualmente tramitando na Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa, o PDL 22 está pronto para ir a plenário, mas empacou nas mãos do presidente da CFOP, deputado Gilmaci Santos (Republicanos).

Gilmaci tem sido figura constante nas audiências públicas do orçamento, organizadas pela CFOP, que tiveram início em 17/3. Nas oito já realizadas, nas cidades de Mira Estrela, Rio Preto, Barretos, Guará, Presidente Prudente, Birigui, Dracena e Herculândia, houve manifestações com faixas e cartazes, além de falas das pessoas previamente inscritas. Ainda restam 21 audiências, como mostra o quadro.

Como participar

Se você mora num dos municípios onde haverá audiência pública, vá presencialmente e junte-se aos manifestantes que pedem a aprovação do PDL 22 e o fim do confisco dos aposentados e pensionistas. Caso contrário, pode participar online, bastando se inscrever no site da Assembleia (www.al.sp.gov.br), no ícone “Audiências Públicas do Orçamento”, e seguir as orientações. No dia da audiência da região correspondente, o link da plataforma Zoom será encaminhado através do e-mail informado no formulário de inscrição.

porStéphane Powaczuk

Nota de pesar – Regina Simião

O STU lamenta profundamente o falecimento de Regina Simião. Ela contribuiu muito com o STU fazendo a luta pelas domésticas.

Neste momento de dor, nos solidarizamos com seus familiares e amigos, reforçando nossos votos de pesar pela perda e de agradecimentos à dedicação e trabalho prestado pela companheira à luta sindical.

Regina Simião, Presente!

Regina Simião, Presente!

Regina Simião, Presente!

porStéphane Powaczuk

Sede do STU fechará sexta a tarde para dedetização

O STU informa que na sexta-feira, 01/04, a sede estará fechada na parte da tarde. Sendo assim, não haverá atendimento presencial ao associado/a devido a dedetização que será realizada na sede, mas manteremos o atendimento online através do e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (19) 99744-4890.
Agradecemos a sua compreensão.

porStéphane Powaczuk

Ouça informativo sobre as Eleições 2022 do STU na Rádio Unicamp

Em parceria com o STU a Rádio Unicamp divulgou um boletim informativo realizado pelo setor de comunicação do sindicato sobre as Eleições 2022.

Ouça o informativo CLICANDO AQUI!

porStéphane Powaczuk

STU convida para cerimônia de posse da nova Diretoria

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp convida a todos/as para participarem da cerimônia de posse da nova Diretoria, gestão 2022/2022, que vai acontecer na próxima quinta-feira, 31 de março, às 17h30min, na Sede do STU, na Unicamp.

A posse será transmitida pelo facebook e youtube do sindicato.

Confirme sua presença até o dia 29/03, pelo e-mail: [email protected] ou (19) 3521-7412.

porStéphane Powaczuk

FASUBRA, Andes-SN e Sinasefe pedem a imediata demissão do ministro da Educação

O ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Nota conjunta da FASUBRA Sindical, Andes-SN e Sinasefe, divulgada nesta quarta-feira (23/03), pede a imediata demissão do ministro da Educação, Milton Ribeiro, pelo favorecimento a pastores com repasses do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), a pedido do presidente Bolsonaro.

Na segunda-feira (21/03), o jornal “Folha de S. Paulo” teve acesso a um áudio de uma reunião na qual o ministro da Educação declara que a sua “prioridade é atender a todos que são amigos do pastor Gilmar”. Para as entidades, é possível afirmar que existe um verdadeiro “gabinete paralelo”, que atua para atender o interesse de aliados de Bolsonaro, em troca de apoio de políticos de setores dos evangélicos.

“A farra com recursos do FNDE no esquema do ‘Bolsolão do MEC’ é inadmissível! Os recursos do fundo devem ser destinados para ações de reestruturação e modernização das instituições de ensino, para garantir assistência estudantil a estudantes de baixa renda, ampliar o número de escolas, investir em pesquisa e contratar professores, e não para beneficiar a construção das igrejas”, destaca a nota.

Veja a nota na íntegra: O “BOLSOLÃO DO MEC” É CRIMINOSO! EXIGIMOS DEMISSÃO IMEDIATA DO MINISTRO DA EDUCAÇÃO, MILTON RIBEIRO!

Texto: Fasubra
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil.

porStéphane Powaczuk

Priorização nas filas do Bandejão: Reivindicação dos Trabalhadores da Unicamp é atendida

O STU levou uma reivindicação dos trabalhadores/as ao prefeito do Campus para retomar a prioridade na fila bandejão e a prefeitura acatou o pedido.
Segundo a Prefeitura Universitária a partir desta quarta-feira, 23/03, teremos a abertura de uma fila destinada ao acesso de funcionários no RU, RA e RS.
Também foi informado que no RU e no RS haverá uma nova catraca para esta fila, sendo assim os dois restaurantes terão três filas de acesso. No RA, a catraca da esquerda será utilizada pelos funcionários/as, e a catraca da direita ficará para os alunos.
Esta fila destinada aos funcionários/as também será utilizada por patrulheiros, estagiários e usuários de empresas prestadoras de serviços.

porStéphane Powaczuk

Em nova reunião, Cruesp acata reivindicação e reativa GT sobre perdas históricas e valorização dos níveis iniciais

Fórum das Seis e Cruesp tiveram nova reunião em 17/3, em formato online, com o objetivo central de apresentar aos reitores o retorno das assembleias de base.

A coordenação do Fórum resumiu a posição predominante entre servidores/as docentes e técnico-administrativos/as das três universidades, que consideram um avanço o reajuste de 20,67%, oferecido na negociação de 7/3, produto da mobilização das categorias organizadas em suas entidades, mas veem a necessidade de avançar nas negociações e abranger questões fundamentais – como as perdas salariais anteriores, que se agravam com a inflação, e a valorização dos níveis iniciais das carreiras.

Foi apresentada aos reitores – Carlos Alberto Carlotti Júnior, da USP e atual presidente do Cruesp, Pasqual Barretti, da Unesp, e Tom Zé, da Unicamp – a reivindicação de que o índice retroaja a janeiro/2022, conforme pauta original do Fórum das Seis. O coordenador do Fórum, Paulo César Centoducatte, da Adunicamp, lembrou aos reitores que, diante da ausência de negociações efetivas em 2021 e frente à inflação galopante, a Pauta de Reivindicações de 2021 foi atualizada e entregue ao Cruesp em novembro passado, tendo como item principal a concessão de um reajuste emergencial de 20% em janeiro/2022.  

Sobre a retroatividade do índice a janeiro, o presidente do Cruesp disse não ser viável, uma vez que as universidades já se organizaram para pagá-lo sobre os salários de março.

Quanto às outras duas questões apresentadas pelo Fórum, houve concordância quanto à reativação do grupo de trabalho (GT) criado entre as partes no ano passado e que não avançou. O GT terá uma reunião em breve, em data a ser marcada para daqui a duas ou três semanas. Nesta primeira reunião, Fórum e Cruesp vão listar os estudos e levantamentos que precisam ser feitos pelas universidades para subsidiar a construção de propostas para um plano de reposição das perdas históricas e para um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras. Quando o material estiver pronto, será agendada a segunda reunião.

O que o Fórum quer discutir e construir no GT

            A expectativa das entidades que compõem o Fórum das Seis é que o GT discuta e construa uma proposta para:

  1. Um plano de reposição das perdas anteriores

O reajuste de 20,67%, em março/2022, corresponde à parte das nossas perdas desde maio de 2012.

A inflação de maio/12 a fev/2022, medida pelo Dieese +INPC-IBGE, é de 80,44%. Neste período, tivemos um reajuste acumulado de 53,27%. Para fecharmos o ciclo maio/2012 a abril/2022, sem considerar as perdas futuras, falta um reajuste de 17,73%.

É preciso estabelecer um processo de discussão do restante destas perdas passadas e construir no GT um plano para repô-las e evitar novas perdas.

  • Um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras

Não menos importante do que as perdas a que o conjunto das categorias está submetido, é a situação sentida de forma mais acentuada por servidores/as docentes e técnico-administrativos/as em início de carreira. Além de verem seus proventos serem consumidos pelas perdas inflacionárias, tais servidora(e)s foram e estão sendo atingidos/as de forma mais contundente pelas reformas já implantadas ou em tramitação desde o começo dos anos 2000. Assim, se faz necessária, além da recuperação das perdas, uma política de valorização (inclusive salarial) das posições iniciais nas carreiras destes/as servidores/as.

Essa reivindicação, que vinha sendo discutida há alguns anos pelas entidades do Fórum das Seis, foi incorporada formalmente à Pauta de Reivindicações em maio/2021. Desde então, vimos solicitando a discussão, elaboração e implementação de uma proposta que valorize os níveis iniciais de ambas as carreiras. O Fórum das Seis já apresentou propostas concretas para as duas carreiras. No caso das/os técnico-administrativas/os, a adição de um mesmo valor (parcela fixa) ao salário base de todos os níveis; e, para os docentes, duas propostas alternativas, uma que fixa a diferença entre os salários em um mesmo percentual (7%) e outra que acrescenta valores diferenciados aos salários base, sendo um valor maior para o nível MS3.1 e o menor para o nível MS5.3.

Para o Fórum das Seis, é fundamental que o GT tenha um funcionamento objetivo, com prazos para término e apresentação de propostas, a serem levadas à mesa de negociação com o Cruesp. Os reitores acataram a reivindicação do Fórum, de que a representação do Cruesp no GT seja composta, além das equipes técnicas, por um membro indicado pelo Cruesp. O objetivo é que ele coordene os trabalhos das equipes das três universidades.

Entidades cobraram discussão sobre retorno presencial seguro

A discussão sobre retorno às atividades presenciais nas universidades ocupou parte expressiva da reunião entre Fórum das Seis e Cruesp em 17/3.

Os representantes de todas as entidades falaram sobre a situação em cada universidade, ficando claro que os cenários são bastante diferenciados. Todos deixaram claro ter concordância com a necessidade e importância do retorno presencial, mas ressaltando que é preciso ter condições seguras para isso. Houve relatos de unidades em que ainda faltam as adaptações necessárias para mitigar a transmissão e a contaminação pelo vírus, entre outros problemas.

Também foi citada a preocupação com os chamados grupos de risco e pessoas que convivem com outras nesta situação. Em relação aos grupos de risco, observaram que, mesmo entre vacinados, nas internações e casos de óbito prevalecem as faixas etárias acima de 60 anos e com comorbidades. Em relação aos grupos que convivem com pessoas em situações de risco, trata-se daqueles/as que residem com pessoas impossibilitadas de tomar vacinas – seja pelo fator idade, seja por restrições médicas –, com grávidas, com pessoas idosas e/ou com comorbidades. A reivindicação das entidades é que as universidades definam um período transitório para os que pertencem aos grupos de risco e os que convivem em situações de risco, até que a pandemia mostre estar concretamente sob controle e que as necessárias adequações nos locais de trabalho se efetivem.

O Cruesp não se manifestou sobre a situação dos grupos de risco, apontada pelas entidades, e também não se comprometeu com a realização de uma reunião específica para abordar a questão do retorno presencial, conforme solicitado pelo Fórum. Os reitores foram enfáticos ao afirmar que estão atentos ao desenvolvimento da pandemia e que podem determinar medidas mais restritivas, se a situação assim o exigir.

O Fórum das Seis considera que, embora os planos sanitários sejam específicos em cada instituição, é importante que o assunto seja debatido no âmbito do Cruesp, para a homogeneização de algumas medidas e socialização dos avanços e desafios acumulados. Reivindica, ainda, que seja garantida a participação democrática da comunidade na elaboração e acompanhamento das medidas de proteção sanitária em cada instituição.

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Vamos montar a pauta da data-base 2022

            Em breve, as entidades que compõem o Fórum das Seis farão uma rodada de assembleias para discutir a montagem da Pauta de Reivindicações 2022. A intenção é entregá-la ao Cruesp até meados de abril. Fique atento/a à convocação da sua entidade.