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porStéphane Powaczuk

1º de MAIO: Somos nós que fazemos a Unicamp

O dia 1º de Maio é conhecido como o DIA INTERNACIONAL DO TRABALHOR E DA TRABALHADORA e neste dia trabalhadores ganham um dia de recesso, pois é feriado nacional.

Esse dia está relacionado às lutas de trabalhadores em séculos passados.

Trabalhadores e Trabalhadoras, somos nós que fazemos a UNICAMP. Por isso, neste dia 1º de Maio o STU parabeniza você pela força, a luta e o compromisso com os nossos direitos.

Seguimos com nossos desafios, lutando pelos nossos direitos em busca das nossas conquistas.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp deseja a todos e todas que constroem a nossa história: Feliz Dia do/a Trabalhador/a!

Confira abaixo como vai ser o 1º de Maio em Campinas:

DIA DE LUTA DA CLASSE TRABALHADORA

Gritando sempre por nossas bandeiras de lutas, o Ato das centrais sindicais no 1º de Maio será um dia de celebração, reflexão e reivindicações da classe trabalhadora. Um marco da luta por direitos e da organização de classe.

8h Concentração no Largo do Pará – centro.

Convidamos tod@s a participarem dessa luta. Sua presença faz a diferença.

porStéphane Powaczuk

1º de Maio | Dia dos Trabalhadores

1º de Maio, celebramos o Dia do Trabalhador e Da Trabalhadora, mas o STU comemora essa data sempre, pois nós desempenhamos nosso papel para manter a Unicamp uma das melhores da América latina todos os dias.

Este é um momento que precisamos unir nossas forças, e manter a nossa mobilização permanente.

Por isso, é fundamental que você esteja presente e ativo/a nas nossas atividades, porque a sua voz faz toda diferença para conquistarmos nossas pautas.

Parabéns por você permanecer todos os dias na Luta por uma Universidade laica, de qualidade, democrática, inclusiva e socialmente referenciada.

O STU valoriza cada trabalhador e cada trabalhadora que colabora para manter a Unicamp nesse ranking!

porStéphane Powaczuk

1º de Maio em Campinas | Por Direitos, Democracia, pela revogação da Reforma Trabalhista e Previdenciária

O dia do Trabalhador e da Trabalhadora em Campinas vai acontecer na próxima segunda-feira, 1º/05, a partir das 9h, no Largo do Pará, com uma caminhada até a Catedral, onde será realizada a missa da Pastoral Operária.

O STU convida toda categoria para participar deste dia tão importante. A revogação a Reforma Trabalhista e Previdenciária é uma luta em defesa do emprego, renda, dos direitos e da democracia.

O Ato é unificado e reunirá as principais central sindicais do país: CUT, Força Sindical, UGT, NCST, Intersindical Central e Pública.

REIVINDICAÇÕES PARA 2023:

– Fortalecimento das negociações coletivas.

– Mais empregos e renda.

– Fim dos juros extorsivos.

– Política de valorização do salário mínimo.

– Direitos para todos.

– Revogação dos marcos regressivos da legislação trabalhista.

– Fortalecimento da democracia.

– Aposentadoria digna.

– Trabalho igual, salário igual – convenção 156 (OIT).

– Valorização do servidor público – convenção 151 (OIT).

– Contra o assédio moral, a violência e o racismo.

– Revogação do “novo” ensino médio.

– Desenvolvimento econômico e social.

– Regulamentação do trabalho por aplicativos.

– Em defesa das empresas públicas.

Contamos com a sua presença no dia 1º de Maio, a partir das 9h, no Largo do Pará, em Campinas!

porFernanda de Freitas

1º de Maio | Pelo Emprego, Direitos, Democracia e pela Vida

Domingo, 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, vamos tomar as ruas do país para cobrar “Defesa do Emprego, Direitos, Democracia e pela Vida”.

Em Campinas haverá um ato curto, a partir das 10h, no Largo da Catedral, após o encerramento da Missa do Trabalhador na Catedral Metropolitana de Campinas.

Diferente dos anos anteriores, o foco deste 1º de Maio será a mobilização em São Paulo. Por isso, após o ato no Centro de Campinas, vários ônibus sairão do Largo do Pará rumo ao ato Unificado em São Paulo, no Pacaembu.

Caravana a São Paulo

O Ato Unificado do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em São Paulo, vai intensificar a luta por mais direitos e por um país mais justo, com uma política econômica que priorize o desenvolvimento com geração de emprego e renda para o país, ou seja, o oposto do que a dupla Bolsonaro/Paulo Guedes, ministro da Economia, vem fazendo desde 2019.

Para mostrar a nossa capacidade de mobilização, as entidades sindicais e populares que constroem o 1º de Maio, aqui em Campinas, estão organizando várias caravanas de ônibus e vans para o ato em São Paulo.

Assim que terminar a manifestação em Campinas, por volta das 11h, os ônibus partirão para São Paulo, na Praça Charles Miller (Pacaembu).

Interessados em participar da caravana podem enviar a suas informações (nome, RG e o número do celular) para o e-mail: [email protected] solicitando a reserva da sua vaga.

Entre as lideranças sindicais, políticas e religiosas e outras personalidades, grandes atrações como a cantora Daniela Mercury, que fará um show especial neste dia, estarão no palco das Centrais Sindicais em São Paulo.

Um dos maiores nomes do samba brasileiro e importante liderança política, a cantora Leci Brandão, marcará presença. Além de Dexter, Francisco El Hombre e DJ KL Jay.

O evento será transmitido ao vivo pelo Youtube e Facebook da CUT, das entidades filiadas e das centrais sindicais; e pelo Youtube da TVT (Youtube.com/redeTVT).

Pautas do Conclat 2022

No dia 7 de abril, as Centrais Sindicais realizaram o Conclat 2022 (Congresso da Classe Trabalhadora), que resultou no documento Pauta da Classe Trabalhadora, com propostas para o desenvolvimento do país.

Esse documento será exposto ao público no Dia 1° de Maio, para consolidar e fortalecer o diálogo sobre os rumos do nosso país. Entre os temas abordados temos:

  • Emprego e renda;
  • Contra os aumentos de preços de alimentos e combustíveis;
  • Valorização do salário mínimo;
  • Contra a fome e a miséria;
  • Mais direitos;
  • Valorização dos serviços e dos servidores públicos;
  • Defesa da democracia;
  • Mais investimentos em saúde, educação e transportes;
  • Contra a carestia.

Eleições Gerais

Neste ano de eleições a principal tarefa dos movimentos sindicais e populares, entre eles o STU, é dialogar com os trabalhadores e trabalhadoras sobre o futuro do país.

Precisamos mobilizar a população e conscientizar sobre o aumento da fome, da miséria, do desemprego, dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Além dos cortes de verbas da Educação e Saúde e os ataques aos direitos dos servidores públicos.

Tudo isso tem prejudicado consideravelmente a classe trabalhadora, em especial os mais pobres. Então, não basta construir uma frente para derrubar o Bolsonaro e a sua corja. É preciso, urgente, somar forças para eleger políticos comprometidos com a vida, com a democracia, os direitos sociais e trabalhistas e que defenda as instituições e serviços públicos.

Vamos fazer um grande ato em Campinas e depois somar-se aos demais trabalhadores e trabalhadoras do estado, lá na capital, para realizar o maior 1° de Maio da história deste país em defesa da vida e pelo #ForaBolsonaro.

Fonte: com informações do Portal da CUT

porFernanda de Freitas

Live STU: Conjuntura Nacional e a Defesa do Trabalhador, da Educação e do Serviço Público

Nesta sexta-feira, 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, o STU está organizando uma live ao vivo para discutir a “Conjuntura Nacional e a Defesa do Trabalhador, da Educação e do Serviço Público”.

Será uma live para discutir a crise instalada no país, os impactos da expansão da Covid-19, o desmonte dos serviços públicos, os ataques à Educação e aos direitos dos trabalhadores. Bem como a organização e resistência de cada entidade convidada para o diálogo.

Convidados:

  • Silvana Suaiden – presidente da Apropucc (Associação dos Professores da PUC-Campinas)
  • Wagner Romão – presidente da ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)
  • Antônio Alves Neto/Toninho – coordenador geral da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil)
  • José Luis Pio Romera/Pio – coordenador geral do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
  • João Raimundo Mendonça de Souza/Kiko – diretor do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
  • Rafael Jorge/Cabelo – Mediador/STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
porFernanda de Freitas

1º de Maio – Em Defesa da Previdência Pública e dos Direitos dxs Trabalhadorxs

Neste ano, o Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora será marcado pela luta contra o fim da aposentadoria e por mais empregos e salários decentes, soberania nacional e a defesa de uma proposta de reforma Tributária que assegure justiça social na arrecadação de impostos.

Na pauta está também a luta contra o desrespeito aos direitos humanos, o desmonte dos serviços públicos e as ameaças ao meio ambiente.

Em Campinas vamos nos reunir às 9h30, no Largo do Pará para saída da caminhada até o Largo da Catedral, onde acontece o ato político às 10h30.

No mesmo momento estará acontecendo a Missa dos Trabalhadores na Igreja Catedral das 9 às 10h30.

 

Ofensiva contra a classe trabalhadora

Aliado às forças conservadoras e ao capital financeiro, o governo Bolsonaro vem adotando medidas extremas contra aos setores mais pobres da população.

A economia está com dificuldades para se recuperar, o desemprego segue alarmante, o arrocho salarial e a precarização do trabalho intensificam as desigualdades.

A conjuntura de retrocesso político e de crise econômica e social pela qual passamos exige unidade de dos movimentos populares e sindicais.

Não podemos vacilar! Neste 1º de Maio, temos que ocupar as ruas da cidade para defender nossas conquistas e o futuro da nossa nação.

 

Ato em São Paulo

Dada a gravidade da situação da classe trabalhadora, as centrais sindicais decidiram somar forças realizando um Ato Unificado em SP, que reunirá a CUT, CTB, Força Sindical, Intersindical, CSP-Conlutas, Nova Central, CGTB, CSB e UGT, além das Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. A mobilização será no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, a partir das 10h.

Os movimentos sindicais e populares anunciarão neste ato de 1º de maio os próximos passos da luta contra os ataques do governo de Jair Bolsonaro (PSL), com perspectiva de convocação de Greve Geral em defesa da Democracia, Soberania, Emprego, Previdência Pública e Aposentadoria Digna.

 

 

 

porFernanda de Freitas

Dia do Trabalhador foi marcado por luta por direitos e resistência ao golpe

1º de Maio reafirma luta contra o golpe e o compromisso com as bandeiras sociais e da classe trabalhadora

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Dia do Trabalhador: diretores Beeroth e Kiko no ato político em Campinas

Ontem (1º de Maio), Dia do Trabalhador, milhares de pessoas foram às ruas no país para defender a democracia e as conquistas sociais e trabalhistas.

Em Campinas não foi diferente. O ato realizado na Praça de Esportes do DIC VI reuniu centenas de pessoas numa grande mobilização que reafirmou a luta e resistência contra ao golpe.

As frentes e organizações engajadas na luta em defesa da democracia temem que a consolidação de um governo de direita retroceda nas conquistas sociais e atente contra direitos trabalhistas históricos.

O diretor do STU, João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko), lembrou que para derrotar a ofensiva conservadora e retomar o caminho das mudanças, mais do que nunca, será necessária a unidade popular.

“Nós já estamos vendo lá no congresso propostas de ajustes, de ameaças de retirada de direitos, de ataques à aposentadoria, de terceirização, de fim das políticas sociais e das cotas. Isso tudo nós não podemos deixar. Nós temos uma obrigação e uma tarefa histórica de resistir a esse golpe, porque só quem pode ditar o caminho da democracia brasileira é o povo brasileiro através do voto”, afirmou Kiko.

Também estava presente o diretor do STU, Beeroth de Souza, e vários funcionários e docentes da Unicamp.

O ato cumpriu seu objetivo de fortalecer a construção de uma ampla frente popular, democrática e progressista e, principalmente, sensibilizar a população para o perigo da perda de direitos, em caso de vitória da ala conservadora.

O encontro foi marcado por discursos e shows culturais – entre eles, da sambista e compositora Leci Brandão – e reuniu lideranças sindicais e partidárias; movimentos sociais em defesa da Educação, da Saúde, da Mulher, da Juventude, dos Negros etc.; centrais sindicais; políticos, Pastoral Operária, órgãos municipais, entre outros setores.

Confira abaixo o vídeo com a íntegra do discurso do Kiko.

poradmin

1º de Maio: dia de luta!

Este domingo foi dia de manifestações em todo o país contra as ameaças de retirada de direitos trabalhistas e sociais, contra o golpe do impeachment em curso no Congresso Nacional e em solidariedade às mobilizações que também aconteceram em nível internacional pelo Dia dos Trabalhadores.

Em São Paulo, os trabalhadores da Unicamp participaram das três principais mobilizações.

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Anhangabaú (crédito: Luciana Araújo)


Ato unificado contra o golpe –
No Vale do Anhangabaú, no Centro da capital paulista, cerca de 100 mil pessoas se reuniram num ato em defesa da democracia e por mais direitos. A manifestação foi convocada pela CTB, CUT, Intersindical, MTST e diversas outras entidades que compõem as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Na parte da tarde do ato, que teve início às 10 da manhã, diversos artistas, entre eles Chico César, a MC Luana Hansen e Martinho da Vila se manifestaram contra o golpe.

O presidente da CTB, Adilson Araújo, destacou que “ganha força a necessidade de tomar as ruas para impedir o retrocesso e fazer valer a imediata retomada do crescimento econômico e destinar centralidade ao processo de valorização do trabalho”. Adilson também defendeu a realização de um plebiscito que consulte a população brasileira sobre a necessidade de antecipação imediata das eleições presidenciais de 2018.

Já o presidente da CUT, Vagner Freitas, alertou que “os golpistas estão vendendo a ideia de que fazendo o impeachment, no dia seguinte, a economia crescerá 10%, um milhão de empregos serão gerados e o Brasil sairá da crise, mas o impeachment aprofundará a crise”.

Os representantes das centrais sindicais falaram quando a presidenta Dilma Rousseff já havia chegado ao ato, onde anunciou a entrega de novas unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, a correção da tabela do imposto de renda e reajuste nos valores do Bolsa Família, além de denunciar o golpe que vem sofrendo.

Edson Carneiro (o Índio), liderança da Intersindical, ressaltou diante da presidenta que “não apoiamos seu governo, mas não hesitamos em nos somar aos movimentos sociais contra o golpe”.

Guilherme Boulos, dirigente do MTST, frisou que “não temos nenhuma expectativa de que saia deste Congresso outra alternativa que não o golpe. Ali nos carpetes eles já consturaram e articularam uma vitória. A nossa chance de resistir, de barrar esse projeto desastroso de regressão social é nas ruas”.

Durante o protesto foi convocado um novo dia nacional de paralisações e trancaços em rodovias para 10 de maio, com o lema “Mais democracia, mais direitos e contra a corrupção”.

Antes do ato no Anhagabaú, uma parte da militância esteve no tradicional ato da Pastoral Operária, em frente à Catedral da Sé.

Crédito: Facebook CSP-Conlutas

Crédito: Facebook CSP-Conlutas

Espaço Unidade de Ação defendeu greve geral e “Fora, todos!” – Na Avenida Paulista, a CSP-Conlutas e entidades e movimentos que compõem o Espaço de Unidade de Ação defenderam a construção de uma greve geral e eleições gerais. Participaram da manifestação cerca de 4 mil pessoas de 20 estados do país, segundo informa a Central. Sob o slogan “Fora Dilma, Pezão, Cunha, Aécio e esse Congresso”, o ato também teve shows de artistas militantes e uma homenagem ao fundador da Pastoral Operária de São Paulo, Waldemar Rossi, que se encontra hospitalizado desde o início de abril.

“O impeachment de Dilma não é a solução porque troca ‘seis por meia dúzia’. Nós precisamos de um governo socialista, em que os trabalhadores possam governar através de conselhos populares. Enquanto isto não é possível, o mínimo que podemos reivindicar são eleições gerais para que o povo possa escolher seus representantes”, defendeu o presidente nacional do PSTU, José Maria de Almeida, conforme publicado na página da CSP.

Campinas (crédito: Kiko)

Campinas (crédito: Kiko)

1º de Maio campineiro – Cerca de 1.500 pessoas também participaram do ato no DIC VI organizado pelas subsedes regionais da CTB e da CUT. A deputada estadual e compositora Leci Brandão animou o ato-show que teve como lema “De luta, de cultura e pela democracia”, no fim da tarde.

 População quer novas eleições e não confia no impeachment como solução para o Brasil

Durante o ato no Anhangabaú, foram apresentados os principais dados da pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi por contratação da CUT. Embora 59% não considerem golpe o processo de impeachment aberto no Congresso Nacional, 66% acreditam que esta não é a solução para o país.

Ainda de acordo com o levantamento, para 32% dos entrevistados o Brasil vai piorar se o vice-presidente Michel Temer assumir a Presidência da República. 61% dos entrevistados responderam que o melhor é fazer novas eleições diretas ainda neste ano.

A pesquisa CUT/Vox Populi foi realizada nos 27 e 28 de abril e foram entrevistadas 1.523 pessoas em 97 municípios. A margem de erro é de 2,2%.

Dia de luta dos trabalhadores – O 1º de maio nasceu a partir de uma resolução do primeiro congresso da Segunda Internacional, em homenagem aos líderes da mobilização em Chicago/EUA que em 1886 foram presos por lutarem pela jornada de trabalho de oito horas diárias. À época era comum o trabalho por até 16 horas por dia, além de domingos e feriados. Louis Lingg acabou por se suicidar dentro da cela para não se render à morte pelo Estado. Em 1887, Adolph Fischer, Albert Parsons, August Spies e George Engel foram mortos à forca. Em 1893, Samuel Fielden,  Michael Swab e Oscar Neebe tiveram as penas revogadas após o escândalo internacional que o julgamento manipulado se tornou. Em 1890 realizaram-se pela primeira vez manifestações internacionais em homenagem à luta internacional dos trabalhadores. Viva o 1º de Maio! Viva a luta dos trabalhadores!

Por Luciana Araújo

Com informações da CSP-Conlutas e Confederação Nacional dos Trabalhadores da Espanha.

porFernanda de Freitas

Feira Cultural em Homenagem ao Dia do Trabalhador

O CIS Guanabara está organizando uma Feira Cultural em Homenagem ao Dia do Trabalhador. Será no próximo sábado (30), às 14h, na Estação Guanabara.

A feira será um espaço de lazer, cultura, gastronomia, artesanato, reflexão, atividade física, diversão para as crianças e muita integração para os funcionários da Unicamp e a população de Campinas.

Confira abaixo o convite do evento.

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