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Dia 16 tem paralisação e pressão sobre o Cruesp

Luta pelo reajusta salarial e pelas conquistas estará na pauta da reunião com os reitores

No próximo dia 16 (segunda-feira) acontecerá nova paralisação das atividades para construção de um grande ato durante a segunda reunião de negociação da Campanha Salarial 2016 entre os reitores e o Fórum das Seis. A partir das 13 horas as comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp se reunirão em frente à sede do Cruesp para o ato, na capital paulista. Os docentes da Unicamp decidiram em assembleia realizada na última quinta-feira (5) aderir à paralisação e se posicionaram contra o golpe.
Para garantir forte participação dos trabalhadores da Unicamp, o STU organizará caravana para o ato. As inscrições devem ser realizadas na Secretaria do sindicato.

Fortalecer a organização da campanha salarial nas unidades
O debate nos locais de trabalho sobre a possibilidade de iniciar um novo processo de greve, caso não avancem as negociações com o Cruesp, é fundamental. Ao longo dos últimos dias já ocorreram reuniões de unidade na FEA, IEL, IA, IE e IFGW para discutir a paralisação que acontece na próxima segunda-feira (16). Hoje (11) ocorrem reuniões na DGA, às 9h, e na CAS, às 12h e 17h. E amanhã (12) às 9h tem reunião do IA, às 12h30 no F2-HC e no IQ, e às 14h na FEM.
As unidades que ainda não se reuniram devem fazê-lo o mais breve possível. Ligue no STU e agende! Como a categoria já está cansada de saber, não há possibilidade de conquista sem luta. E neste momento de crise econômica só uma forte mobilização pode impedir que a conta seja jogada nas costas dos trabalhadores, seja pela via do não reajuste ou dos cortes de verbas e concursos que precarizam as condições de trabalho e aumentam a superexploração.

11 de maio (quarta)
Dia de Luta contra o Racismo
9h – Reunião DGA , no saguão
12h – Reunião CAS
17h – Reunião CAS
12 de maio (quinta)
9h – Reunião IA, no corredor interno
12h30 – Reunião F2/HC, no F2
12h30 – Reunião IQ, na copinha
14h – Reunião FEM
16 de maio (segunda)
13 h – Reunião do Cruesp com o Fórum das Seis e Paralisação na Unicamp, com participação no ato unificado durante a negociação em São Paulo.
17 de maio (terça)
12h – Reunião do Comando de Mobilização dos Trabalhadores da Unicamp
9h – Reunião FEQ, no quiosque dos funcionários
18 de maio (quarta)
12h – Assembleia Geral discute indicativo de greve

 

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Boletim do STU 018/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 4 de maio de 2016.

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Boletim do STU 017/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 2 de maio de 2016.

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Boletim do STU 016/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de abril de 2016.

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Boletim do STU 015/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de abril de 2016.

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Boletim do STU 014/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de abril de 2016.

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Boletim do STU 10/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 13 de abril de 2016.

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Assembleia aprova paralisação no dia 14/4 (quinta)

Em assembleia geral realizada nesta segunda-feira (11) os trabalhadores decidiram aprovar a participação no Dia Nacional de Lutas convocado pela Fasubra e convocar todos os servidores e paralisar suas atividades na próxima quinta-feira (14) contra o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, que ataca os direitos dos servidores públicos federais, estaduais e municipais, e contra a proposta de reforma da Previdência. O projeto tramita em caráter de urgência na Câmara dos Deputados.

A categoria entende que Projeto de Lei tem efeito devastador sobre os servidores públicos das três esferas, pois suspende concursos públicos, congela os salários dos servidores, reduz drasticamente as despesas com contrações, aumenta a alíquota de contribuição previdenciária dos servidores, de 11% para 14%, reduz benefícios como reajustes e triênios, possibilita a venda de patrimônio público e desconsidera a função das assembleias legislativas.

As atividades na Unicamp terão início às 9 horas com a realização de um café da manhã coletivo em frente a reitoria onde será realizado a partir das 10 horas uma manifestação contra o PLP 257/16. Na parte da tarde será realizada uma aula pública que falará sobre o PLP 257/16.

Cobrar a Isonomia

A assembleia também aprovou que durante a manifestação dia 14 seja realizada a cobrança ao Tadeu da efetivação do processo de implantação da isonomia, cujo prazo que o próprio reitor se comprometeu a realizar venceu em abril de 2015.

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Assembleia dá inicio a campanha salarial unificada 2016

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia geral nesta terça-feira (9) deliberaram sobre a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis. Os trabalhadores vão à luta pela isonomia salarial entre as três universidades, reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Somente a inflação acumulada dos últimos 12 meses já totaliza 10,96% – e ainda é preciso incluir os índices de março e abril para definição do percentual total a ser cobrado do Conselho de Reitores (Cruesp).
Além disso, a assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de incluir na pauta da campanha salarial a cobrança da recuperação da diferença salarial gerada pelo parcelamento, sem a devida retroatividade da segunda parcela, do reajuste do ano passado, a ser pago em parcela única e dividida igualmente por todos os trabalhadores.
Os trabalhadores decidiram ainda na assembleia propor ao Fórum das Seis que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum das Seis reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Nesta quinta-feira (10) a coordenação do Fórum se reúne para debater as propostas aprovadas nas assembleias realizadas nas três universidades estaduais paulistas e organizar os encaminhamentos para a nova rodada de assembleias que devem ocorrer entre 11 e 18 de março. O calendário do Fórum das Seis prevê ainda uma nova reunião da sua coordenação para o dia 22/3 para buscar fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade e, assim, fechar a pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

GT Isonomia – Ontem aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas para a pauta unificada

  • Isonomia salarial entre as três universidades
  • ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016
  • 3% Perdas passadas
  • Recuperar a diferença gerada pela não retroatividade entre a 1ª e 2ª parcela em 2015, com pagamento em parcela única e igual para todos
  • 5 de abril – Entrega da pauta e ato com paralisação

 

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Boletim do STU 049/2015

Baixe aqui Boletim 49/2015, de 20 de agosto de 2015.

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20 de agosto: Dia de paralisação, ato e assembleia geral

Manifestação será realizada a partir das 9 horas em frente à reitoria * Ao meio-dia tem assembleia na Praça da Paz * Servidores exigem isonomia já, fim dos supersalários e das duplas matrículas, revogação da portaria GR-02/2015 e negociação da pauta específica.

A partir das 9 horas desta quinta-feira (20), todos os servidores da Universidade deverão se reunir em frente à reitoria para realizar um grande ato com paralisação.
As pautas que movem essa manifestação são de conhecimento de toda a categoria: efetivação da isonomia dos pisos salariais com a USP, transparência nas contas extra-orçamentárias, que a Unicamp divulgue a composição dos salários, o fim das duplas matrículas, e que o valor hoje gasto com os vencimentos excedentes ao limite remuneratório seja imediatamente revertido na isonomia, revogação da Portaria GR-02 (que estabelece o contingenciamento das contratações) e abertura de negociação da pauta específica (veja abaixo) protocolada em maio.
Após o ato, ao meio-dia na Praça da Paz, assembleia geral vai debater os próximos passos da mobilização.
Hoje à tarde o chefe de gabinete do reitor, professor Paulo César Montagner, encaminhou ofício ao sindicato marcando para o próximo dia 27 (quinta-feira) às 15 horas, reunião para debater os pontos cobrados acima, que foram ressaltados em ofício encaminhado pelo STU à reitoria no último dia 13.
Os trabalhadores da Unicamp vão mais uma vez reafirmar que não aceitam pagar a conta a crise, especialmente porque o momento financeiro da Universidade é propício ao atendimento das reivindicações, já que o reitor não enxerga a crise quando é para discutir o teto, os supersalários e as duplas matrículas.

Ofício encaminhado ao STU:

oficio

 

Pauta Específica 2015:

pauta

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp paralisam atividades e contam com bancários e estudantes

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Funcionários, estudantes e bancários constroem movimento forte

Hoje (29), Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral, os trabalhadores da Unicamp cruzaram os braços para protestar contra o Projeto de Lei que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 que reduzem os direitos previdenciários e o seguro desemprego e o ajuste fiscal promovido pelo governo Dilma.

As centrais sindicais convocaram à classe trabalhadora e os movimentos sociais a realizarem atos pelo país afora em resposta aos ataques aos direitos e conquistas.

É certo que o projeto de ajuste fiscal avança a passos largos e a terceirização quer liberar a contratação de terceirizados para as atividades fins e utilizar pessoas jurídicas para ocupar postos de trabalho. Essas medidas causam um grande retrocesso aos direitos trabalhistas e prejuízos à luta sindical porque geram redução de salários e benefícios, péssimas condições de trabalho, demissão e enfraquecimento da categoria. Além disso, as MPs 664 e 665, propostas pelo governo federal, dificultam o acesso ao seguro desemprego e reduzem as pensões.

Aqui na Unicamp, a categoria atendeu o chamado das centrais paralisando suas atividades e aproveitando o dia para recepcionar, aqueles que chegavam à Universidade, com materiais informativos sobre o motivo deste Dia de Luta.

 

Entidades somam forças

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Panfletagem nas guaritas para explicar o motivo deste Dia de Luta

Pela manhã, uma força conjunta entre o STU e o Sindicato dos Bancários de Campinas e Região promoveu a paralisação dos trabalhadores da Unicamp e das agências bancárias dentro da Universidade. As agências de Barão Geraldo e Paulínia também ficaram fechadas.

Na Unicamp as guaritas foram liberadas pouco antes das 10h e as agências voltaram a funcionar ao meio dia.

A paralisação também contou com a adesão dos estudantes, especialmente, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Faculdade de Educação (FE) e Instituto de Economia (IE), além da direção nacional da Fasubra.

À tarde a categoria acompanhou o debate sobre terceirização, organizado pela Adunicamp, e depois seguiu em caravana rumo a São Paulo para o ato das centrais sindicais na Praça da República.

É certo que a atividade cumpriu seu papel de sensibilizar e alertar a categoria e a população para os prejuízos dessas manobras políticas que estão tramitando no Congresso Federal.

 

Nossa luta não é de agora

Na Unicamp, historicamente, lutamos contra o avanço da terceirização – principalmente na Área da Saúde, no Restaurante Universitário e no Setor de Limpeza – por meio de contratos firmados entre a Universidade e a Funcamp que, muitas vezes, ampliam a exploração e ferem os direitos trabalhistas.

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Entrada do HC (F1) também teve paralisação para denunciar descaso

Sob a falsa justificativa de economia financeira e modernização dos processos, a terceirização, na verdade, contribui para precarizar as relações de trabalho, retirar direitos e agravar a qualidade do serviço prestado.

“Combater as diversas manobras nefastas de terceirização é pauta central da classe trabalhadora. E, aqui na Unicamp, o STU se coloca frontalmente contra essa medida que amplia a privatização do serviço público e incentiva o assédio moral e os acidentes de trabalho, além de reduzir o quadro de funcionários concursados e estimular a pressão da chefia para cobrar aumento da produtividade”, explica o diretor do STU, João Raimundo Mendonça de Souza, o Kiko.

O Sindicato repudia que a Unicamp, referência nacional e internacionalmente, se construa à custa da exploração do trabalhador, principalmente o terceirizado.

Direito não se reduz, se amplia!

porFernanda de Freitas

No dia nacional contra a terceirização tem atividade na Unicamp

Nesta quarta-feira (15) é o Dia Nacional de Paralisação contra o Projeto de Lei que institui a terceirização. Na Unicamp, a concentração da atividade será a partir das 7h da manhã atrás da creche da Área da Saúde (estacionamento).

Na semana passada a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4.330/04 que trata da regulamentação da terceirização no setor público e privado. E apesar dos esforços das Centrais Sindicais em barrar o projeto, como forma de proteger os direitos dos trabalhadores, a matéria foi aprovada por 324 a 164 votos.

A medida representa um enorme retrocesso às conquistas trabalhistas, pois prevê, entre outras coisas, a terceirização das atividades fins no serviço público e no setor privado. Além de facultar ao empregador o cumprimento de direitos básicos como o atendimento médico, ambulatorial ou a garantia da refeição. O projeto também fere conquistas essenciais como o direito à greve, acordos e convenções coletivas, reduz a remuneração dos trabalhadores e as contribuições para a Previdência.

Vale ressaltar que no entender do Ministério Público do Trabalho “terceirizar atividade finalística é inconstitucional”.

A proposta também amplia a possibilidade para a quarteirização na prestação de serviço e incentiva a “pejotização”, termo utilizado pela jurisprudência para se referir à contratação de serviços pessoais, exercidos por pessoas físicas, de modo subordinado, não eventual e oneroso, realizada por meio de pessoa jurídica. Essa forma de contratação é usualmente utilizada por veículos de comunicação que geralmente terceirizam sua redação por meio de contratos empresariais individualizados, ou seja, cada profissional se apresenta como uma empresa, mas cumpre regras e jornadas de um trabalhador comum.

Como uma medida que incentiva a demissão, reduz a necessidade de mão de obra qualificada, reduz o pagamento de encargos tributários, precariza as condições de trabalho, contribui para o assédio moral, gera maior dificuldade para organização sindical, reduz os postos de trabalho (já que os terceirizados trabalham em média 3h a mais que a jornada oficial) e aumenta a rotatividade pode ser boa para o trabalhador?

Está na cara que esse projeto afetará para pior a qualidade de vida da classe trabalhadora. Então, precisamos nos mobilizar para lutar contra esse ataque.

Trabalhadores da Unicamp, nesta quarta-feira (15), às 7h, no estacionamento da creche da Área da Saúde (que fica atrás da creche) vamos nos juntar à Paralisação Nacional e dizer não à terceirização!

Fonte: com informações do Portal Vermelho (www.vermelho.org.br) / Imagem: Google

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Assembleia aprova foco na paralisação e ato no Consu dia 25

Na sexta-feira (7) os trabalhadores da Unicamp fizeram uma paralisação organizativa para preparar o dia de manifestação no Conselho Universitário (Consu) no dia 25 de novembro. Seguindo orientação do STU, várias unidades fizeram a discussão da mobilização e da organização da paralisação do dia 25.  Também discutiram a proposta de realização de paralisações semanais até o dia da manifestação.

Na assembleia realizada no período da tarde prevaleceu a a proposta de centralidade para o dia 25. A indicação é construir um processo de agitação e organização para chegar à data chave com a categoria mobilizada e unificada em torno da bandeira da isonomia, com a perspectiva de um grande ato.

No dia 27 acontece nova reunião de negociação com a reitoria. A assembleia solicitou antecipar a reunião para 10 horas, para que os trabalhadores possam acompanhar a negociação, que deverá ter transmissão pela web.

A próxima assembleia ficou marcada para o dia 28, ao meio-dia, para avaliar o resultado da negociação.

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Assembleia aprova paralisação no dia 7 pela isonomia

A reitoria desrespeitou o compromisso com os trabalhadores de efetivar a isonomia.

A resposta da categoria é mobilização e luta.

Na assembleia realizada ontem, os trabalhadores da Unicamp demonstraram sua indignação diante do descaso da reitoria, que vem descumprindo o compromisso firmado no ano passado de efetivar a isonomia salarial com a USP. Diante da sinalização do reitor José Tadeu Jorge de que a isonomia está condicionada a uma melhoria da arrecadação do ICMS, numa discussão que durou pouco mais de três horas, os servidores decidiram construir um processo de mobilização até o dia do próximo Conselho Universitário, que se reúne em 25 de novembro.

No próximo dia 7 será realizada uma paralisação de advertência ao longo do dia, seguida de nova assembleia às 14 horas. Nesta oportunidade será discutido também o cronograma da eleição do Conselho de Representantes do STU, debate que não foi possível realizar ontem.

No dia 18, nova assembléia está prevista para avaliar a existência ou não de avanços no diálogo por parte da reitoria e, caso não exista mudança no cenário, preparar uma nova paralisação para o dia 21 de novembro (que além da questão da isonomia, homenageie o Dia da Consciência Negra, celebrado no 20, em memória do assassinato do líder quilombola Zumbi dos Palmares).

É de extrema importância que as unidades organizem reuniões para fortalecer a mobilização dos próximos dias. Só com luta e unidade é possível avançar!

Calendário de mobilização

  • Realização de reuniões nas unidades (para discutir a luta pela isonomia e também o calendário)
  • 07/11 – Paralisação e assembléia às 14 horas
  • 18/11 – indicativo de nova assembléia
  • 21/11 – indicativo de nova paralisação
  • 25/11 – Paralisação e ato em frente à reunião do CONSU
  • 27/11 – Reunião de negociação com a reitoria