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porFernanda de Freitas

1º de Maio 2021 | Resistência, Luta e Solidariedade

A mobilização pelo Dia da Trabalhadora e do Trabalhador começa nesta sexta-feira (30) com o lema “Resistência, Luta e Solidariedade!”.

Nesta semana o Brasil chegou a 400 mil mortos por Covid devido à incapacidade do governo Federal que adotou como política de governo a disseminação de Fake News, a indicação de medicamentos sem comprovação científica, o negacionismo da ciência e o atraso deliberadamente na compra das vacinas.

Com isso, mais de 100 mil brasileiros morreram nos últimos 36 dias e o ritmo de óbitos dobrou em 2021!

Neste 1º de Maio, Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, não temos nada a comemorar!

Vamos somar nossas forças contra esse governo genocida num grito uníssono por vacina para todos e todas, auxílio emergencial digno, volta às aulas apenas com imunização dos trabalhadores da saúde e da educação e pela quebra das patentes da vacina.

Devido ao crescimento da fome em nosso país, a carreata também será um evento de arrecadação de alimentos, por isso, se possível, leve a sua doação.

As Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo, Frente pela Vida em Defesa do SUS, MST, Centrais Sindicais (CUT, CTB, Intersindicais e CSP- Conlutas) encabeçam essa manifestação. Mas não se trata de um ato puramente político ou partidário: é um protesto de luta e esperança… um apelo de brasileiros e brasileiras que não aguentam mais perder seus familiares para uma doença que não foi controlada por inércia do governo.

Chegamos a uma grave crise econômica e social onde 800 mil empresas foram fechadas durante a pandemia e 19,1 milhões de pessoas não têm o quer comer.

Segundo o IBGE, mais de 76 milhões de pessoas estão fora do mercado de trabalho, sem contar o aumento significativo de subempregos. Além disso, os dados mostram que são os trabalhadores os que mais morrem! 

1º de Maio de Luta

Amanhã, 1º de Maio, os movimentos sociais e sindicatos preparam uma Carreata e Bicicletada contra essa tragédia social. Será às 9h30, no Largo do Pará, em Campinas.

O objetivo do ato é levar as pautas de luta pelos direitos e pela vida dos trabalhadores às ruas. Entre os temas levantados pelo protesto estão: vacina já; defesa do SUS, do emprego e da democracia; auxílio emergencial de R$ 600, abaixo a Reforma Administrativa e as privatizações; retorno às aulas presenciais somente com vacina e Fora Bolsonaro!

No protesto vamos arrecadar alimentos não perecíveis para destinar às famílias que estão passando necessidade durante a pandemia.

O lamento é grande, por isso, precisamos seguir firmes na luta por melhores condições de vida e de emprego.

Viva o Primeiro de Maio de Unidade, Luta e Esperança!

Programação

30/04 – 17h: Ato Estadual Virtual (pelo Facebook das Centrais Sindicais e Sindicatos)

01/05 – 9h: Celebração Pastoral Operária de Campinas (na Catedral Metropolitana de Campinas)

01/05 – 9h30: Carreata e Bicicletada em Campinas (concentração no Largo do Pará – Campinas)

porFernanda de Freitas

Frente em Defesa do Serviço Público aprova programação de luta contra o PL 529, que vai até 15/9.

Em reunião realizada nesta segunda-feira 31/8 com a participação de cerca de 80 entidades representativas do funcionalismo público estadual e federal, federações, centrais e movimentos, a Frente em Defesa do Serviço Público debateu e aprovou diversas iniciativas contra o projeto de lei (PL) 529/2020 do governador João Doria (PSDB), entre as quais um Dia de Luta a ser realizado no dia 9/9 (quarta-feira) e outro, a confirmar, em 15/9.

A convite dos organizadores, participou da reunião o deputado Carlos Giannazi (PSOL). Professora Bebel (PT), que também é presidente da Apeoesp, enviou mensagem gravada em vídeo.

A partir de 2/9, serão realizadas reuniões na plataforma Zoom com as bancadas dos partidos na Assembleia Legislativa (Alesp), para que as entidades expliquem a relevância de cada órgão público ameaçado de extinção e reivindiquem a rejeição do PL 529/2020. Foram aprovados também novos “tuitaços” contra o projeto de Doria, em 2/9 e 9/9, das 14 às 16 horas.

A reunião da Frente aprovou também a data de 15/9 como “Indicativo de Dia de Luta Estadual em Defesa dos Serviços Públicos e Contra o PL 529/2020”. As atividades previstas no Dia de Luta Estadual consistirão de carreata, com possível “visita” a prédios de órgãos ameaçados por Doria, “buzinaço” e “tuitaço”. A data definitiva dependerá de reunião que a Apeoesp fará em 3/9, de modo a garantir a participação dos professores da rede estadual no protesto.

“Esse PL pode ser um experimento que o governo está fazendo para medir forças”, disse João Chaves, presidente da Associação dos Docentes da Unesp (Adunesp) e um dos representantes do Fórum das Seis na reunião, após citar as recentes reforma da Previdência nos planos federal e estadual. “Precisamos formar uma grande trincheira em defesa do serviço público, que tenha continuidade”. Ele destacou a necessidade de “unidade do funcionalismo em defesa do serviço público paulista e brasileiro”, frente aos ataques sofridos.

Confira as principais decisões da Frente:

  • 31/08, às 18h – Participar da Audiência Pública organizada pela Bancada Ativista – https://meet.google.com/anc-muzq-bwk  / Transmissão: https://www.facebook.com/mandataativistasp/;
  • 2/9, das 14h às 16h – 2º Tuitaço – Usar as hashtags #EmDefesaDosServiçosPúblicos #NãoAoPL529;
  • 2/9, às 17h – Início das reuniões na Plataforma Zoom com as lideranças dos partidos e deputados para pedir sua rejeição e explicar a importância de cada autarquia e fundação. A primeira reunião será nesta quarta dia 02/09, às 17h. As demais, dias 3 e 4/9. Todas as entidades deverão participar e reforçar o convite aos deputados conforme lista abaixo;
  • 8/9, às 10h – Próxima Reunião da Frente. Convidar todas as centrais, movimentos e parlamentares – Plataforma Zoom:  https://us02web.zoom.us/j/85393464704;
  • 9/9, a partir das 13h – Dia de Luta e pressão na entrada dos deputados com faixas, cartazes e som. Viabilizar transmissão ao vivo aos que não puderam comparecer;
  • 9/9, das 14h às 16h – 3º Tuitaço – Usar as hashtags #EmDefesaDosServiçosPúblicos #NãoAoPL529;
  • 12/9, às 14h – Participar da plenária estadual organizada pelo Fórum dos Trabalhadores do Setor Público;
  • 15/9 – Indicativo de Dia de Luta Estadual em Defesa dos Serviços Públicos e Contra o PL 529/20. Organizar carreata, buzinaço e tuitaço. Pendente da reunião da Apeoesp no dia 3/9, para confirmação da ação unificada;
  • Assinar a Carta dos Cientistas Engajados destinada ao Governador Doria;
  • Elaborar e distribuir amplamente um “Carômetro” com as redes sociais e contatos de todos os deputados para pressioná-los;
  • Encaminhar ao Governador e aos Deputados cartas em nome das entidades que compõem a Frente;
  • Pressionar e visitar os Deputados que são pré-candidatos a vereador e prefeito em suas bases eleitorais. As entidades que possuem sede nesses locais estão responsáveis por organizar as visitas;
  • Pedir moções de apoio e falas nas Câmaras Municipais;
  • Espalhar outdoors contra o PL 529/20 e colocar em locais de visibilidade;
  • Criar e compartilhar vídeos de 1 minuto para conscientizar a sociedade sobre a importância dos serviços que estão ameaçados.

Fonte: Adusp

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp paralisam atividades e contam com bancários e estudantes

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Funcionários, estudantes e bancários constroem movimento forte

Hoje (29), Dia Nacional de Paralisação e Manifestações Rumo à Greve Geral, os trabalhadores da Unicamp cruzaram os braços para protestar contra o Projeto de Lei que amplia a terceirização, as MPs 664 e 665 que reduzem os direitos previdenciários e o seguro desemprego e o ajuste fiscal promovido pelo governo Dilma.

As centrais sindicais convocaram à classe trabalhadora e os movimentos sociais a realizarem atos pelo país afora em resposta aos ataques aos direitos e conquistas.

É certo que o projeto de ajuste fiscal avança a passos largos e a terceirização quer liberar a contratação de terceirizados para as atividades fins e utilizar pessoas jurídicas para ocupar postos de trabalho. Essas medidas causam um grande retrocesso aos direitos trabalhistas e prejuízos à luta sindical porque geram redução de salários e benefícios, péssimas condições de trabalho, demissão e enfraquecimento da categoria. Além disso, as MPs 664 e 665, propostas pelo governo federal, dificultam o acesso ao seguro desemprego e reduzem as pensões.

Aqui na Unicamp, a categoria atendeu o chamado das centrais paralisando suas atividades e aproveitando o dia para recepcionar, aqueles que chegavam à Universidade, com materiais informativos sobre o motivo deste Dia de Luta.

 

Entidades somam forças

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Panfletagem nas guaritas para explicar o motivo deste Dia de Luta

Pela manhã, uma força conjunta entre o STU e o Sindicato dos Bancários de Campinas e Região promoveu a paralisação dos trabalhadores da Unicamp e das agências bancárias dentro da Universidade. As agências de Barão Geraldo e Paulínia também ficaram fechadas.

Na Unicamp as guaritas foram liberadas pouco antes das 10h e as agências voltaram a funcionar ao meio dia.

A paralisação também contou com a adesão dos estudantes, especialmente, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), Faculdade de Educação (FE) e Instituto de Economia (IE), além da direção nacional da Fasubra.

À tarde a categoria acompanhou o debate sobre terceirização, organizado pela Adunicamp, e depois seguiu em caravana rumo a São Paulo para o ato das centrais sindicais na Praça da República.

É certo que a atividade cumpriu seu papel de sensibilizar e alertar a categoria e a população para os prejuízos dessas manobras políticas que estão tramitando no Congresso Federal.

 

Nossa luta não é de agora

Na Unicamp, historicamente, lutamos contra o avanço da terceirização – principalmente na Área da Saúde, no Restaurante Universitário e no Setor de Limpeza – por meio de contratos firmados entre a Universidade e a Funcamp que, muitas vezes, ampliam a exploração e ferem os direitos trabalhistas.

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Entrada do HC (F1) também teve paralisação para denunciar descaso

Sob a falsa justificativa de economia financeira e modernização dos processos, a terceirização, na verdade, contribui para precarizar as relações de trabalho, retirar direitos e agravar a qualidade do serviço prestado.

“Combater as diversas manobras nefastas de terceirização é pauta central da classe trabalhadora. E, aqui na Unicamp, o STU se coloca frontalmente contra essa medida que amplia a privatização do serviço público e incentiva o assédio moral e os acidentes de trabalho, além de reduzir o quadro de funcionários concursados e estimular a pressão da chefia para cobrar aumento da produtividade”, explica o diretor do STU, João Raimundo Mendonça de Souza, o Kiko.

O Sindicato repudia que a Unicamp, referência nacional e internacionalmente, se construa à custa da exploração do trabalhador, principalmente o terceirizado.

Direito não se reduz, se amplia!