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porStéphane Powaczuk

Porque você precisa participar da assembleia do STU na quinta-feira, 27?

A última reunião de direção do STU, realizada no dia 19 de janeiro, convocou uma assembleia para esta quinta-feira, 27, às 10h, para debater algumas alternativas para a categoria se unir e realizar uma mobilização para campanha salarial e indicativo de greve para fevereiro.

            Confira a seguir porque você precisa participar desta assembleia:

  1. Para decidir o indicativo de Greve a partir do dia 10/02,
  2. Para saber o que o Fórum das Seis definiu sobre a proposta do STU,
  3. Para discutir a organização na área da Saúde,
  4. Para opinar sobre o descaso da reitoria com os trabalhadores mantendo o trabalho presencial,
  5. Para construir um processo de mobilização para as negociações com o CRUESP,
  6. Para aprovar uma Greve Sanitária,
  7. Para definir a participação da jornada de Lutas dos SPFs de 15 a 23 de fevereiro,
  8. Para saber as atualizações do processo da URV,
  9. Para saber os encaminhamentos do CRUESP na luta pela Campanha Salarial,
  10. Para definirmos estratégias para o Reajuste Salarial

A sua participação nesta assembleia é muito importante e decisiva, pois só com a unidade vamos conseguir ter força para conseguirmos lutar pelos nossos direitos. As condições de trabalho na Unicamp estão péssimas, trabalhar só para comer não dá mais! A inflação já corroeu o seu salário defasado há 5 anos!

Para participar da assembleia é só clicar aqui.

porStéphane Powaczuk

DESCASO E DESRESPEITO… ATÉ QUANDO?

O que poderia significar um avanço importante nas negociações, após um ano em que quase nada foi discutido entre as partes, revelou-se frustrante.

 A frase acima é um brevíssimo resumo do que foi a reunião entre as equipes técnicas do Conselho de Reitores (Cruesp) e do Fórum das Seis (F6), em 12/1/2022.

Embora acordado entre F6 e Cruesp na reunião de 22/12/2021, e reforçado pelo Fórum por meio de ofício (nº 1, de 5/1/2022), a comissão técnica do Cruesp compareceu à reunião de 12/1 sem nenhum estudo sobre a reivindicação de 20% de recuperação de parte das nossas perdas a partir de janeiro 2022 e em relação à proposta de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

As mudanças nas três reitorias – após a chegada dos reitores Pasqual Barretti e Tom Zé, respectivamente na Unesp e na Unicamp, é a vez da USP trocar seu dirigente, com a posse do eleito Carlos Gilberto Carlotti Junior em 25/1 – ainda não se traduziram em novos ares para as negociações, marcadas pela intransigência e pelo desrespeito nos últimos anos. Para que isso aconteça, como já sinalizado pelo F6 em seus boletins, será preciso uma forte mobilização das categorias. É preciso que fique claro que, se o Cruesp continuar com esta postura, sem negociações urgentes e efetivas, capazes de mitigar a insuportável corrosão salarial causada pela inflação galopante, a nós, servidores/as docentes e técnico-administrativos/as da Unesp, Unicamp e USP, só restará decidir pelo não início do próximo semestre.

            Feito esse resumo, vamos agora aos detalhes da reunião técnica. Os dados são relevantes para a compreensão do cenário.

Ausência de simulações frustrou debate amplo

Falando em nome da equipe técnica do Cruesp, o professor Luiz Gustavo Nussio, da USP, informou que estavam presentes representantes dos setores de finanças e de recursos humanos das três universidades, e que a demanda passada a eles pelos reitores foi a de discutir com o Fórum “critérios objetivos para reajuste salarial”. Nussio indagou aos membros do Fórum se era essa a expectativa dos sindicatos em relação à reunião.

Em nome das entidades sindicais, o coordenador do Fórum das Seis e membro da diretoria da Adunicamp, Paulo César Centoducatte, respondeu que não. O combinado com os reitores, na realidade, era que os técnicos trouxessem à reunião uma simulação de um reajuste de 20% em janeiro, conforme solicitado pelo Fórum das Seis ao atualizar a Pauta de Reivindicações de 2021 (veja detalhes abaixo, no intertítulo ‘Com folga na arrecadação, inflação e arrocho nas alturas, por que esperar?’), e das propostas de valorização dos níveis iniciais de ambas as carreiras.

O coordenador do Fórum também enfatizou que a expectativa das categorias, neste momento, é debater a data-base de 2021, com a reivindicação dos 20%. “A pauta de 2022 ainda não foi construída pelas assembleias de base e somente depois disso é que teremos definidas as reivindicações deste ano”, pontuou.

Os técnicos limitaram-se a relatar o que havia sido aprovado em cada universidade para o orçamento de 2022, tendo como ponto comum a previsão de valores básicos para subsidiar as negociações salariais entre Fórum das Seis e Cruesp neste ano, contratações, permanência estudantil e outros.

Arrecadação do ICMS e impacto das reivindicações

Deixando claro que não tem acesso a todos os dados das folhas de pagamento das universidades, a coordenação do Fórum apresentou uma simulação básica dos impactos da concessão de 20% ainda em janeiro. Para isso, considerou a previsão de arrecadação do ICMS-Quota-Parte do Estado para 2022, de R$ 142,87 bilhões, valor utilizado pelas universidades para a confecção dos orçamentos deste ano.

Ressalte-se que esta é uma perspectiva rebaixada da arrecadação, pois o governo do estado aplicou a correção de 7,26% (conforme consta na Lei Orçamentária Anual, LOA 2022) sobre uma previsão de arrecadação total em 2021 de R$ 132,4 bi, e não sobre os valores efetivamente realizados no ano passado (R$ 138,3 bi). O Fórum também apresentou uma simulação considerando o crescimento do ICMS previsto pelo governo do estado (de 7,26%) aplicado à arrecadação efetiva de 2021. Com esta previsão, teremos uma arrecadação de R$ 148,34 bi em 2022.

Ambas as simulações apontam para patamares de comprometimento que mostram a total viabilidade de uma correção salarial de 20% a partir de janeiro. Cabe ainda ressaltar que, com a escalada inflacionária que estamos vivendo, a arrecadação do ICMS-QPE deverá, com certeza, superar os R$ 148,34 bi.

Veja a simulação, feita pelo F6, de qual seria o comprometimento de cada universidade com folha de pagamento, caso seja aplicado o reajuste de 20% em janeiro/2022:

1) Arrecadação do ICMS-QPE de R$ 142,873 (usado nos orçamentos das universidades)

Unesp: 75,94 %

Unicamp: 80,7%

USP: 77,56%

2) R$ 148,34 (usando a arrecadação de 2021 e o crescimento previsto na LOA 2022)

Unesp: 73,16%

Unicamp: 77,95%

USP: 74,70%

Segundo dados da Planilha Cruesp de dezembro/2021, o comprometimento dos recursos do ICMS-QPE repassados às universidades com salários foi o menor desde o advento da autonomia, em 1989. Veja:

Unesp: 65,18%

Unicamp: 69,25%

USP: 66,57%

Os técnicos do Cruesp não rejeitaram a simulação feita pelo Fórum, mas apontaram para a necessidade de inserir o impacto das contratações previstas em cada universidade para este ano. Como se trata de ano eleitoral, é bastante provável que ocorra apenas parte das contratações previstas. O assessor técnico da Unesp, Rogério Buccelli, arriscou uma previsão de que um terço das contratações definidas para 2022 se concretize; com isso, ele estima um comprometimento em torno de 83% da arrecadação da Unesp com folha de pagamento, caso os 20% sejam aplicados. Detalhe: para essa previsão, Buccelli considera a previsão de arrecadação de R$ 142,873 bi e a aplicação do reajuste não em janeiro, mas em maio/2022 (!).

Com folga na arrecadação, inflação e arrocho nas alturas, por que esperar?

            A inflação segue em disparada nos últimos meses. O INPC, medido pelo IBGE de janeiro a dezembro de 2021, ficou em 10,16%.

Quando a Pauta Unificada 2021 foi protocolada, em 6/4/2021, o índice necessário para recompor os salários aos níveis de maio/2012 era de 29,81%. A inflação de maio a dezembro de 2021 foi de 7,63%. Desta forma, em dezembro/2021 esse índice chegou a 39,72%.

            Após o protocolo, foram realizadas somente duas reuniões entre as partes, nas quais a LC 173/2020 foi utilizada pelas reitorias para justificar a impossibilidade de mexer nos salários até dezembro/2021. Sequer o compromisso do Cruesp, de realizar reuniões do grupo de trabalho (GT), criado para discutir um plano de reposição das perdas, foi implementado.

Se nada for feito agora, supondo uma inflação em torno de 4% no primeiro quadrimestre de 2022, chegaremos a maio/2022 precisando de cerca de 45% de reajuste para recuperar o valor que os salários tinham em maio/2012.

Foi este cenário, somado à postura do Cruesp em não negociar a essência da nossa data-base (recuperação salarial, valorização dos níveis iniciais das carreiras e discussão do retorno seguro), que levou o Fórum a atualizar a Pauta de Reivindicações 2021, com os seguintes pontos:

  1. Reajuste, a partir de janeiro 2022, de 20% para recuperação parcial da perda acumulada desde maio/2012;
  2. Negociação de um plano de reposição para zerar as perdas restantes, relativas ao período de maio/2012 a abril/2022, com a perspectiva de concluir a discussão deste plano ainda na data-base de 2022; e da valorização dos níveis iniciais das carreiras, com base nas propostas do Fórum das Seis.

O que ficou acordado: Simulações e nova reunião com o Cruesp

Após insistência dos representantes do Fórum das Seis na reunião de 12/1/2022, a equipe técnica do Cruesp comprometeu-se a:

– Realizar, com celeridade, a simulação do impacto do reajuste de 20% em janeiro/2022 em cada universidade, apresentando-a ao Cruesp e ao Fórum das Seis;

– Encaminhar as folhas salariais atualizadas e desmembradas ao Fórum das Seis, para viabilizar outras simulações que as entidades sindicais desejem fazer;

– Indicar ao novo reitor da USP e futuro presidente do Cruesp a necessidade de reunião com o Fórum das Seis ainda em janeiro/2022; e que os assessores técnicos das reitorias estejam presentes.

Tempos congelados e situação pandêmica

O Fórum das Seis enviou novo ofício ao Cruesp (em 13/1/2022), lembrando que, além da discussão salarial, é preciso que a próxima reunião entre as partes trate de:

– A posição das instituições sobre os tempos aquisitivos dos servidores no período de vigência da LC 173/2020 e que impactam direitos relativos a quinquênios, sexta-parte, licença-prêmio, progressões e outros.

– O debate democrático sobre o retorno às atividades presenciais nas instituições, especialmente no momento em que o número de contaminações cresce exponencialmente por conta da variante Ômicron.

Chega de arrocho! Sem negociações efetivas, não devemos iniciar o semestre

            Na avaliação realizada logo após a reunião com os técnicos do Cruesp, os/as representantes das entidades do Fórum das Seis foram unânimes em apontar a necessidade de mobilização e luta para pressionar os reitores a cessarem com a postura de desrespeito às categorias e a negociarem concretamente.

            Conforme já sinalizado nas assembleias de base realizadas em novembro, as categorias devem se preparar para a mobilização – presencial e/ou virtual, de acordo com o cenário pandêmico –, tendo como perspectiva não iniciarmos o semestre letivo sem uma efetiva negociação entre as partes.
Confira aqui o pdf do Boletim do Fórum das 6.

Confira aqui o ofício do Fórum das 6 para o CRUESP.

porFernanda de Freitas

Assembleia escolhe delegados e delegadas para Plenária da FASUBRA, debate importância da campanha salarial e recebe denúncia contra CIPA da Unicamp

Assembleia Geral reuniu dezenas de trabalhadores para debater a eleição para delegados à Fasubra e outros assuntos.

Nossa Assembleia Geral, de quinta-feira (09), debateu e reforçou a importância da Campanha Salarial 2021, que já tem reunião de negociação marcada entre o Fórum das Seis e o CRUESP para 22/12.

Foi feita uma retrospectiva sobre as negociações da data-base, que tem uma grande expectativa devido a Unicamp ter dinheiro em caixa e o menor gasto com folha de pagamento dos últimos tempos. Por isso, o reajuste de 20% solicitado pelo Fórum das Seis para janeiro/2022, quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados, é referente à defasagem salarial da data-base de 2021.

Categoria elege delegados à Plenária da Fasubra

Também foi deliberado sobre os delegados e delegadas que vão representar o sindicato na Plenária Nacional da Fasubra, que acontece nos dias 16 e 17 desse mês.

A assembleia elegeu os delegados titulares: Adriana Stella, João Paulo Ribeiro, João Daniel de Moura e Marli Rodrigues Armelin, como representantes da categoria para participarem virtualmente da Plenária da Fasubra . Os suplentes foram: Eduardo Favarão Gemis e Rafael Oliveira Jorge. Representando a direção do STU temos: Elisiene Nascimento Lobo (titular) e Cleusa Leite de Campos Schetini (suplente).

Por meio de informes de coordenadores da Fasubra, a assembleia atualizou sobre as mobilizações em Brasília contra a PEC 32 da Reforma Administrativa e a PEC 23, dos Precatórios, mais conhecida como a PEC do Calote.

Além disso, a coordenadora de Organização Sindical da Fasubra , Adriana Stella, o coordenador Geral da Fasubra , Antônio Alves Neto (Toninho), o coordenador Jurídico e Relações do Trabalho da Fasubra , João Paulo Ribeiro, e o Conselheiro Fiscal da Fasubra , João Daniel de Moura, reforçaram para a categoria que chegamos na 13ª semana de luta contra a PEC 32 em Brasília. A expectativa de derrotar a votação dessa reforma, neste ano é muito grande. No próximo sábado está sendo articulado um ato em frente à casa do Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, em Maceió, com suporte das entidades de base do Nordeste.

Denúncias sobre a CIPA

A assembleia acolheu a denúncia a respeito da CIPA da Unicamp não estar cumprindo a norma NR5, regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata sobre algumas tarefas da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

Essa revelação foi surpreendente, principalmente por que, segundo relato, existe unidades na Unicamp sem alvará dos bombeiros para funcionar, e não tem ocorrido treinamento de combate ao incêndio em todos os lugares.

A assembleia decidiu encaminhar um ofício à CIPA para cobrar respostas e também pretende solicitar à reitoria uma reunião presencial para discutir a situação.

Eleições Sindicais

É importante que a categoria fique atenta à eleição do STU, convocada em Edital para ocorrer no dia 15 de março na Área da Saúde e nos dias 16 e 17 nos campi de Campinas, Paulínia, Limeira e Piracicaba.

Em breve será convocada assembleia para definir o Regimento Eleitoral e eleger a Comissão Eleitoral.

Todas as informações serão publicadas em nosso site e redes sociais, fique de olho nos comunicados.

Por fim, foi informado que o STU vai distribuir exemplares do livro “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, que registra uma história rica em detalhes com depoimentos importantes, documentos e imagens que constroem a trajetória da Assuc (Associação dos Servidores da Unicamp), entidade pioneira na organização dos funcionários públicos.

O livro com 400 páginas foi publicado pela Editora da Unicamp que decidiu repassar cerca de 600 exemplares à entidade que vão chegar às mãos dos filiados e filiadas que poderão se aprofundar sobre a luta da categoria que construiu uma das universidades de maior destaque no Brasil e no mundo.

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral

Quinta-feira, 9 de dezembro às 10h (virtual)

Nessa assembleia vamos eleger os delegados para a Plenária da Fasubra que acontecerá nos dias 16 e 17 de dezembro.
Iremos reforçar a importância na luta contra a PEC 32 que continua e os desdobramentos mediante a aprovação da PEC 23 pelo governo , a chamada “PEC dos precatórios” impactando na vida dos servidores. Também seguiremos na discussão do desenrolar da nossa campanha salarial que tem a negociação com o Cruesp marcada para 22/12.
A pauta do Fórum reivindica o reajuste de 20% no mês de janeiro , assim como os direitos tais como Licença Prêmio, quinquênios, etc, que tiveram a contagem suspensa em função da Lei 173, sejam retomadas considerando a contagem no início da aplicação da lei.
O link para participar da assembleia:

https://meet.google.com/sre-rdps-yth

porFernanda de Freitas

CAMPANHA SALARIAL | STU convoca Assembleia Geral Virtual para 23/02, às 10h, para discutir indicativos do Fórum das Seis

Nossa Campanha Salarial 2021 vai começar e nossa pauta principal será a valorização do servidor público, a garantia de reposição salarial, a discussão dos parâmetros do plano de retomada ao trabalho presencial e a vacina para as comunidades acadêmicas.
Para discutir todos os indicativos do Fórum das Seis, dia 23/02, às 10h, teremos nossa Assembleia Geral Virtual.
Esse é o primeiro passo rumo à construção da nossa Pauta Conjunta. Estamos sem reajuste salarial desde maio/2019, por isso, é fundamental que você participe da assembleia que vai apontar as diretrizes que vamos seguir.
A valorização dos funcionários da Saúde, que estiveram na linha de frente de combate à Covid-19 arriscando suas vidas para salvar as nossas, há quase um ano, deve ser priorizada também.
Estamos ainda num momento delicado da pandemia e precisamos nos esforçar para garantir nossa organização e unidade mesmo virtualmente.

Defesa do Serviço Público
O STU aposta na luta dos nossos interesse, mas não ignora a importância do enfrentamento aos ataques em curso contra o serviço e os servidores públicos.
Defendemos a inclusão na Pauta Conjunta do Fórum das Seis as bandeiras que garantam melhor qualidade de vida e de trabalho para todos os trabalhadores, não só da Educação.

Arrocho salarial
Um estudo da Adusp aponta que o ICMS subiu e o comprometimento com salários nas universidades paulistas ano passado foi o menor dos últimos anos.
Os números mostraram que o arrocho imposto em 2020 pelos reitores não faz sentido, pois havia margem financeira para negociação salarial.
Ainda que as Universidades justifiquem cumprir a Lei Complementar 173 do Bolsonaro para não conceder reajuste, há uma decisão favorável do Tribunal de Justiça de São Paulo, em relação à USP, que faculta ao reitor a decisão de seguir ou não por não estar submetida a essa legislação. Decisão que pode ser estendia às demais universidades paulistas.
Esse ano será de muito embate e teremos que resistir porque sabemos, mais uma vez, que o problema não é a falta de dinheiro, mas a política de desmonte do serviço público.

Defesa do Serviço Público
Nossa assembleia também elegerá os delegados para a Plenária Virtual da Fasubra, que será realizada entre 11 e 13/03, das 14h às 18h.
Na pauta da Fasubra estão previstas discussões sobre Conjuntura e Estado de Greve; PEC Emergencial; Reforma Administrativa; Campanha Salarial das Universidades Públicas; análise dos riscos do retorno do trabalho presencial entre outros temas.

poradmin

Boletim do STU 039/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de junho de 2016.

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A greve unificou!

Os trabalhadores e os estudantes da Unicamp realizaram hoje um café da manhã coletivo no Ciclo Básico e também uma manifestação conjunta que percorreu diversas unidades da Universidade reafirmando a importância da luta unitária e denunciando os cortes impostos pela reitoria através da GR10, que contingencia R$ 40 milhões das verbas do orçamento, enquanto mantém o pagamento das duplas matrículas e dos supersalários. O ato foi encerrado em frente à Funcamp, onde o reitor está instalado desde que os estudantes ocuparam a reitoria por moradia, cotas, permanência e contra os cortes.
Durante a mobilização unitária foi reiterada a disposição de luta pela pauta do Fórum das Seis que, além da isonomia dos pisos e o reajuste de 12,34%, também inclui a reivindicação de ampliação das políticas de permanência estudantil.
O reitor da Unicamp e presidente do Cruesp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos manifestantes por sua recusa em negociar com os estudantes, que desde o dia 10 de maio iniciaram o movimento #OcupaTudoUnicamp, pelas tentativas de judicializar e criminalizar a greve tanto de estudantes quanto dos técnico-adminstrativos e também pelo seu não comparecimento à última reunião de negociação com o Fórum das Seis, demonstrando absoluta falta de diálogo com a comunidade universitária.
Conforme deliberação da assembleia realizada na última terça (31), os trabalhadores seguem construindo iniciativas de fortalecimento da greve unificada de toda a comunidade universitária.

Professores aprovam greve
Em assembleia realizada na tarde de hoje os professores da Unicamp decidiram entrar em greve a partir de hoje, fortalecendo ainda mais a luta pela Pauta Unificada do Fórum das Seis. Além da pauta geral, os docentes reafirmaram seu apoio a luta dos estudantes e pelo “Fora Temer”.
A diretoria do STU está em contato com a Adunicamp para encaminhar a agenda proposta pelo Fórum das Seis e também atividades conjuntas na Unicamp, entre técnicos, docentes e estudantes.

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Boletim do STU 032/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de junho de 2016.

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Boletim do STU 031/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 31 de maio de 2016.

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Cruesp mantém arrocho! Assembleia às 14h, no CB

Reitor “do diálogo”, José Tadeu Jorge sequer apareceu na reunião.

Na rodada de negociação do Fórum das Seis com os reitores ocorrida ontem (30) apenas o dirigente da Unesp, Julio Cezar Durigan, esteve presente. A Unicamp e a USP só mandaram representantes. A intransigência em relação aos 3% de reajuste se manteve, e Durigan ainda afirmou que na Unesp esse percentual só será incorporado aos salários quando for “possível” para a instituição.
As ausências de José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago (reitor da USP) e a manutenção do não reajuste foram considerados um desrespeito pelas categorias. Os outros pontos da Pauta Unificada de Reivindicações dos estudantes, professores e técnico-administrativos continuam sem discussão.
Além da quebra da isonomia nos pisos, ocorrida em 2011, a fala do reitor da Unesp mostra disposição em quebrar também a isonomia no conjunto dos vencimentos.
Ontem, caravanas de todo o Estado se encontraram no Masp e foram em passeata até a sede do Cruesp, reafirmando a unidade na luta de trabalhadores e estudantes. Durante o ato, a postura dos reitores foi denunciada à sociedade paulista.

Greve cresce em todas as  universidades

A greve dos técnico-administrativos vem se fortalecendo na Unicamp, USP e Unesp. Segundo a direção do Sintunesp, já é possível afirmar que há paralisação em pelo menos 50% das unidades daquela Universidade. Ontem se realizou mais uma rodada de assembleias, das quais ainda não havia informes até a conclusão deste Boletim do STU. Mas diante da postura do reitor Duringan a tendência é de intensificação do movimento.
Na USP, a greve docente teve início ontem, reforçando a luta iniciada no dia 12. Hoje às 16 horas acontece nova assembleia geral dos professores uspianos para avaliar a reunião com o Cruesp. Os professores da Unicamp realizaram paralisação na semana passada e seguem paralisados até esta quarta-feira (1º), quando realizam assembleia. Os estudantes continuam mobilizados e em greve.

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Boletim do STU 025/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de maio de 2016.

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Boletim do STU 024/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 18 de maio de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis 17/5/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 17 de maio de 2016.

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Boletim do STU 023/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de maio de 2016.

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Boletim do STU 022/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de maio de 2016.

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Boletim do STU 021/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 12 de maio de 2016.

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Boletim do STU 020/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 11 de maio de 2016.

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