Categoria UNICAMP

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Tribunal de Contas exige que Funcamp atue de acordo com a lei

No último dia 22, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo determinou novamente que a contratação de funcionários da Funcamp seja feita por concurso público.
A segunda câmara do TCE também manteve julgamento irregular da aquisição de bens e materiais sem licitação.
O tribunal ressalta que a Funcamp depende da Unicamp para existir, e por isso não faz sentido que atue fora dos marcos legais da administração pública.
Hoje, por meio da Funcamp, a Universidade compra equipamentos para o hospital e contrata funcionários. A decisão rejeitou recurso apresentado pela Fundação.
No dia 30, a primeira câmara do TCE também julgou irregular contrato firmado pela Unicamp sem licitação com a empresa Fort Knox Sistemas de Segurança S/S Ltda.

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Tribunal de Contas volta a questionar supersalários na Unicamp

Vários jornais e sites divulgaram na semana passada que o Tribunal de Contas de São Paulo voltou a questionar o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, sobre o fato de dirigentes da Universidade terem recebido vencimentos acima do teto estadual.
Segundo o TCE, o reitor recebeu R$111 mil reais de maneira irregular em 2007. O valor refere-se à diferença para mais entre os vencimentos percebidos por Tadeu e o subsídio que o governador José Serra (PSDB) recebeu naquele mesmo ano, o que é proibido por lei.
Não é a primeira vez que o Tribunal de Contas aponta o pagamento de remunerações acima do teto na Universidade.
As contas da Unicamp no período de 2006 a 2009 também foram consideradas irregulares pelo órgão, em julgamento ocorrido no ano passado. O TCE também já questionou o pagamento de supersalários em 2011. Além de Tadeu, o ex-reitor Fernando Costa e diversos dirigentes da instituição vêm sendo sistematicamente questionados pelas auditorias do Tribunal.
A Unicamp sempre recorre das decisões, o que acontecerá mais uma vez neste caso.
Enquanto os trabalhadores lutam contra uma proposta vergonhosa de reajuste zero, o reitor segue recebendo seu supersalário e se negando a negociar o reajuste com os servidores. Como resposta a esta injustiça, a categoria segue em greve!
A diretoria do STU, entidade que por diversas vezes já cobrou à reitoria esclarecimentos sobre os questionamentos do Tribunal de Contas, reafirma posição em defesa do cumprimento da lei.

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Mobilização avança na Área da Saúde: É hora de conquistar o apoio da população para nossa luta!

A greve na Área da Saúde segue avançando. O atendimento vem sendo reduzido gradativamente em respeito à população, mas também em diálogo com os usuários sobre o fato de que não existe saúde de qualidade com servidores desvalorizados.
Os trabalhadores vêm mostrando à sociedade que além do reajuste e da jornadda de 30 horas semanais, a greve também é em defesa do SUS.
Uma carta aberta produzida pelo STU está sendo distribuída. E é tarefa de todo servidor fazer chegar à sociedade campineira as razões da greve.

A saúde foi às ruas nesta quarta-feira

Trabalhadores da Unicamp em greve estiveram presentes no protesto contra o desmonte da saúde pública municipal. Organizado pelos movimentos populares de saúde da região e pelo Fórum Popular de Saúde, o ato contou com a participação de cerca de 400 pessoas, que saíram da frente da Prefeitura, caminharam pelo Centro da cidade e retornaram ao Paço municipal.
Devido aos problemas no sistema municipal de saúde de Campinas e das cidades da região, os hospitais da Unicamp recebem grande parcela da demanda que deveria ser de responsabilidade das prefeituras, sobrecarregando o HC e o Caism e precarizando o trabalho dos servidores da Universidade.

 

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Consu propõe a Tadeu atuar para Cruesp reabrir diálogo

Com o primeiro ato unificado realizado ontem durante a reunião do Conselho Universitário (Consu), servidores e docentes da Unicamp buscaram sensibilizar os conselheiros a apoiar a luta contra o reajuste zero.
Os conselheiros representantes dos funcionários João Raimundo “Kiko”, Iuriatan “Iuri” Muniz e Claudio Servato pediram esclarecimentos ao reitor sobre a negativa de reajuste salarial apresentada pelo Conselho de Reitores, a implementação das 30 horas na Saúde e a conclusão do processo de isonomia salarial com a USP.
O reitor disse que o reajuste zero partiu da reitoria da USP e que a Unicamp tem condições de dar o índice da FIPE (5,2%). Diante desse jogo de empurra, ficou evidente que será preciso intensificar a mobilização unitária da USP, Unicamp e Unesp.
Ao final, o Consu aprovou proposta do STU recomendando a José Tadeu Jorge intermediação junto ao Cruesp pela retomada das negociações encerradas unilateralmente pelos reitores em 21/5.

Hoje tem ato na Prefeitura de Campinas em defesa da saúde!

Ônibus disponibilizados pelo STU saem às 13h30, do estacionamento da BC e da entrada do F1 do Hospital de Clínicas. A luta hoje se unifica com os servidores municipais.

Hoje a luta é na rua, dialogando com a população que sofre os efeitos do desmonte dos serviços públicos. Os grevistas da Unicamp vão se unir aos servidores municipais da saúde, em luta contra o caos que transformou Campinas em município campeão da dengue no Estado.
Vamos cobrar valorização salarial, respeito e atendimento digno.

Agenda de luta 

Quarta-feira (28/5)

07h00: Reunião do setor de Obras (na guarita Sérgio Porto)
09h00: Reuniões das unidades
10h00: Plenária de mobilização/Comando de Greve (no CB)
14h00: Ato da Saúde no Centro de Campinas (em frente à Prefeitura)
16h45: Reunião do setor de Obras (em frente ao Santander)

Área da Saúde

Quarta (28/5) 

13h00: Reunião do Raio-X/HC
14h30: Reunião do PS/HC

Quinta (29/5)
07h00: Reunião do CCC/HC
09h00: Reunião do Raio-X/HC
17h30: Reunião do CCC/HC

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam greve

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Em resposta ao congelamento dos salariais funcionários técnico-administrativos decidem em assembleia realizada hoje à tarde (22) pela greve nesta sexta-feira

 

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Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia na tarde desta quinta-feira (22) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação começa amanhã (23) e o motivo é o congelamento dos salários neste ano decidido pelo Conselho de Reitores (Cruesp) das três universidades paulistas: Unicamp, USP e Unesp.

A decisão de greve dos funcionários técnico-administrativos da Unicamp foi votada hoje em assembleia com a presença de centenas de trabalhadores na Praça da Paz. Duas propostas foram apresentadas à categoria: greve ainda hoje ou a partir de amanhã. A maior parte da categoria decidiu pela greve amanhã para organizar melhor a luta.

Para a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa, “a assembleia foi bem representativa e a expectativa é sairmos vitoriosos desta greve. Mas não podemos esquecer que o desafio será grande e nem perdermos de vista a importância do fortalecimento da mobilização para conquistarmos nosso índice”.

Em reunião realizada ontem (21), o Cruesp ofereceu aos trabalhadores e docentes “zero de reajuste”. Os funcionários não aceitam zero outra vez e respondem com greve!

“A postura do Cruesp foi lamentável. Agora nosso objetivo é mobilizar os trabalhadores em suas unidades e organizar o Comando de Greve para que na próxima segunda-feira nosso movimento atinja o auge”, explica a coordenadora geral.

assembleia_greve2_22_05_14O índice reivindicado pelos trabalhadores e docentes das três universidades estaduais é de 10% e leva em conta a recomposição salarial em razão das perdas inflacionárias. Os reitores decidiram pelo congelamento dos salários quando, no caso da Unicamp, há sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão. O que significa que a crise financeira não é verdadeira.

A diretora do STU, Marina Rebelo também acredita que “será uma greve grande e muito forte, pois a categoria se mostra muito indignada e coesa na luta para derrubar o zero do Cruesp. Sem dúvida será uma greve difícil, pois os reitores já demonstraram, marcando a próxima reunião de negociação para setembro, que não tem disposição de diálogo. Mas temos a certeza que arrancaremos a vitória com luta e unidade da categoria”.

Ainda hoje (22) a diretoria do STU se reúne para discutir a organização do movimento e a recepção dos grevistas amanhã pela manhã.

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STU protocola pauta específica na reitoria

Uma comissão da diretoria do STU e trabalhadores presentes no ato protocolou ontem no gabinete do reitor a pauta específica de reivindicações.
Os trabalhadores foram recebidos pelo chefe de gabinete adjunto, professor Osvaldir Pereira Taranto, que afirmou que estão estudando algumas questões e que darão uma resposta ao sindicato.
O STU cobra firmemente esta reunião e a resposta à pauta específica, que tem itens já discutidos há tempos e ainda sem solução, como a questão da isonomia e das 30 horas na saúde. A categoria quer resposta imediata a todas as reivindicações.

Pontos aprovados na assembleia:
1 – Antecipação da isonomia já na data-base;
2 – Implementação das 30 horas na Saúde;
3 – Mais vagas nas creches;
4 – Implantação do vale refeição;
5 – Garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime;
6 – Carreira dos funcionários;
7 – Extensão do auxílio alimentação para aposentados;
8 – Isonomia com a Unicamp para os trabalhadores FUNCAMP;
9 – Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
10 – Cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas.

Baixe aqui o Pauta protocolada, de 21 de Maio de 2014.
[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/05/oficio_pauta_unicamp.pdf” language=”pt_BR”]

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Reuniões de unidades fortalecem paralisação

As reuniões que estão sendo realizadas nos locais de trabalho têm demonstrado a enorme indignação dos técnico-administrativos com a proposta de reajuste zero. A categoria não se calará diante desta afronta e já indicou a necessidade de greve caso as negociações não avancem. Estes espaços são importantes para que todos os servidores da Unicamp se envolvam nas discussões da Campanha Salarial 2014 e para construir nosso calendário de lutas pela base. O Sindicato e a luta da categoria só se fortalecem com a participação de todos e todas! Pauta específica As reuniões também têm discutido a pauta específica dos trabalhadores da Unicamp, que será entregue no dia 21: antecipação da isonomia já na data-base; implementação das 30 horas na saúde; implantação do vale refeição; garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime; carreira; extensão do auxílio alimentação para os aposentados; isonomia com a Unicamp para os trabalhadores FUNCAMP; redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno; cumprimento da Súmula 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas; e mais vagas nas creches.

Famílias com criança na DEdIC

Neste momento de reajuste ZERO precisamos somar forças e unir toda a categoria. O STU reafirma a importância dessa unidade, e pede às famílias que NÃO LEVEM suas crianças nas unidades da DEdIC (CECI, CAS e Prodecad) no dia 21. O Sistema Educativo também estará na paralisação.
Para garantir a participação das trabalhadoras e trabalhadores, o STU destinará um espaço para dar suporte ao atendimento às crianças que estiverem com a família no ato em frente à reitoria.
Participe da mobilização! Vamos fazer um grande ato!

 

Participe da reunião na sua unidade

19/05 (segunda)

9h – Gráfica 10h30 – FEA (em frente à padaria)

14h – IEL (CL10) 14h30 – Ceci Maternal (no quiosque)

21h30 – CAISM (antiga gráfica, recepção)

20/05 (terça)

9h – PREAC e PRG (na Praça das Bandeiras)

13h30 – IQ (concentração em frente ao café)

14h30 – BC 14h30 – IFGW (auditório)

14h30 – FT (em frente à sala do sindicato, ao lado do Santander)

14h30 – RU 21h30 – CAISM (antiga gráfica, recepção)

 

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Paralisação no dia 21/5 é aprovada nas três universidades

No dia 21, às 10 horas, ato em frente à reitoria da Unicamp cobrará reajuste e pauta específica.

Assim como na Unicamp, que deliberou realizar uma paralisação no dia 21 de maio, assembleias realizadas pelas entidades do Fórum das Seis nas outras universidades estaduais repudiaram a proposta de o% de reajuste “oferecida” pelo CRUESP. Trabalhadores da USP e da Unesp também aprovaram parar no dia 21 (quando acontece a próxima reunião de negociação com os reitores, em São Paulo), para fortalecer a reivindicação de reposição da inflação mais aumento real de 3%. Os docentes na USP também aprovaram paralisar as atividades e a Adunicamp realiza assembleia nesta terça.
Diante da falta de respeito do CRUESP, os servidores têm demonstrado nas assembleias disposição de luta para conquistar a pauta de reivindicações. Os trabalhadores sabem que a Unicamp tem uma sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão, fora os R$ 2 bilhões que o governador Geraldo Alckmin deixou de repassar às universidades paulistas em 2013. Desta forma, nada justifica o congelamento dos salários e o argumento de que essas instituições estão em crise.
Desde o início da autonomia universitária, não é a primeira vez que o CRUESP apresenta a proposta de reajuste zero. Nas duas últimas vezes que os reitores colocaram esta afronta (em 2000 e 2004), a Unicamp participou das greves conjuntas que conseguiram reverter a situação (confira no box abaixo).

Confira a íntegra do Boletim do STU 17/2014, aqui.

21/05 (quarta) – Dia de paralisação

10h: Ato em frente à reitoria da Unicamp
10h: Reunião com o CRUESP, em São Paulo
14h: Debate: Financiamento e democracia na Universidade

22/05 (quinta)

Assembleia para avaliar as negociações e discutir o indicativo de greve

27/05 (terça)

14h: Audiência Pública na ALESP sobre financiamento das universidades e teto salarial

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Assembleia aprova paralisação dia 21 de maio

Assembleia aprova por unanimidade: Paralisação no dia 21/5 com indicativo de greve

No dia 21 também será realizado um ato em frente à reitoria da Unicamp, no qual o STU levará os 10 pontos de reivindicações dos trabalhadores.

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (14) os trabalhadores da Unicamp rejeitaram por unanimidade a proposta do CRUESP de REAJUSTE ZERO e aprovaram indicativo de greve.
Foi aprovada também a realização de um ato no dia 21 de maio, às 10h, em frente à reitoria, quando serão entregues os 10 pontos de pauta que consideramos prioritários: antecipação da isonomia já na data-base; implementação das 30 horas na Saúde; implantação do vale refeição; garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime; carreira dos funcionários; extensão do auxílio alimentação para os aposentados; isonomia com a Unicamp para os trabalhadores FUNCAMP; redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno; cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas; mais vagas nas creches.

Com reajuste zero, a Unicamp vai parar

Os reitores criam uma armadilha ao dizer que não tem dinheiro em caixa. Ao invés de congelar os salários dos trabalhadores os reitores deveriam cobrar os R$ 2 bilhões que o governador Geraldo Alckmin deixou de repassar para as universidades estaduais paulistas. Além disso, no caso específico da Unicamp temos sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão, ou seja, sabemos que não é uma crise financeira, mas sim uma posição política do CRUESP.
Na tarde do dia 21/5 será realizado uma mesa sobre financiamento e democracia na universidade.
Dia 22 de maio faremos nova assembleia para deliberar sobre as negociações do dia 21 com o CRUESP, onde avaliaremos a mobilização e o indicativo de greve.
Os trabalhadores deixaram claro: não vamos recuar! A proposta vergonhosa do CRUESP de 0% de reajuste salarial será combatida pela categoria com luta. Reivindicamos reajuste de cerca de 10% (Dieese + 3%) que representam a correção da inflação mais a recuperação de perdas salariais.
Nas duas últimas vezes que os reitores colocaram proposta de reajuste zero (em 2000 e 2004) a Unicamp realizou greves importantes que conseguiram reverter a situação. Esse é o desafio que está colocado para nós agora. Sem mobilização, não há conquistas!
É importante que cada trabalhador compareça às reuniões de sua unidade para que as discussões sejam realizadas por todos/as os/as trabalhadores e que elaboremos pela base um calendário de mobilização. Vários setores da educação estão em greve no país, como é o caso da FASUBRA. E agora os trabalhadores da Unicamp também declaram paralisação.

21/05 (quarta) – Dia de paralisação

10h- Ato em frente à reitoria da Unicamp
10h – 2ª reunião com o CRUESP
14h – Debate: Financiamento e Democracia na Universidade

22/05 (quinta)

Assembleia Geral

27/05 (terça)

14h – Audiência Pública na ALESP sobre financiamento das universidades e teto salarial

REUNIÕES DE UNIDADE

15/05 (quinta)

9h – DGA – saguão
11h30 – CAS
17h30 – CAS

16/05 (sexta)

08h30 – DGA (sinalização e transporte)
9h – Instituto de Artes – CPG 03
12h – FEA – em frente à padaria
14h – DGRH

19/05 (segunda)

9h – Gráfica
14h – IEL – CL10
14h30 – IMECC
21h30 – CAISM – antiga recepção

20/05 (terça)

9h – PREAC e PRG – na praça das Bandeiras
13h30 – IQ – concentração em frente ao café
14h30 – BC
14h30 – IFGW – auditório
14h30 – RU
15h – DAC
21h30 – CAISM – antiga recepção

21/05 (quarta)

9h – CAISM – antiga recepção

22/05 (quinta)

9h – CAISM – antiga recepção

 

porFernanda de Freitas

STU participará dos trabalhos da Comissão da Verdade e Memória da Unicamp

O STU foi convidado a colaborar com os trabalhos da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni” da Unicamp.

O objetivo é que o STU participe das reuniões de trabalho convocadas pela comissão não só acompanhando as atividades como também auxiliando no processo de documentação.

Na sexta-feira (16), às 10h, no Auditório II do IFCH, Boris Vargaftig, ex-docente da FCM dará um depoimento à comissão sobre sua prisão, em 1964, nas dependências da FCM. A atividade será acompanhada pelo STU.

Boris Vargaftig, nos primeiros meses que lecionava na FCM, em 1964, foi preso enquanto dava uma aula. Ficou preso durante 50 dias. Desta forma, desfaz-se a afirmação segundo a qual ninguém teria sofrido prisão dentro da Universidade (a rigor, naquela época a Universidade Campinas, da qual fazia parte a FCM, ainda não era Unicamp). Posteriormente, Boris – após desenvolver sua carreira científica no exterior (Institute Pasteur) – recebeu o título de Doutor Honoris causa pela Unicamp (1991).

A comissão foi instalada em outubro do ano passado para investigar fatos que tenham resultado em eventuais arbítrios e violações de direitos humanos praticados contra docentes, alunos e funcionários.

Por isso é importante que a comunidade universitária compareça as sessões para acompanhar os depoimentos e os trabalhos da Comissão da Verdade e Memória.

Para mais informações sobre a comissão acesse http://www.comissaoverdade.unicamp.br.

 

Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”

A Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni” da Unicamp foi criada para investigar fatos que tenham resultado em eventuais arbítrios e violações de direitos humanos praticados contra docentes, alunos/as e funcionários/as.

A iniciativa mais incisiva para a criação de uma comissão na Unicamp partiu do professor aposentado Caio Navarro de Toledo, em carta aberta amplamente divulgada. Nela, foi enfatizada não somente a necessidade de se investigar atos de arbitrariedade cometidos durante a ditadura, como a importância de se eliminar os resquícios do AI-5 ainda presentes nas normas da Universidade.

Uma merecida homenagem foi feita a Octávio Ianni que, perseguido pela ditadura militar e aposentado compulsoriamente da USP, foi professor do Departamento de Sociologia e professor emérito da Unicamp. Um exemplo de dignidade e honestidade intelectual.

A Comissão está autorizada a recolher depoimentos, informações e documentos, assegurando, sempre que requerida, a não identificação do/a informante. Pode também requisitar informações e documentos de todos os órgãos da Universidade, além de convidar professores/as, funcionários/as e alunos/as que tenham vivenciado situações específicas de violações de seus direitos civis dentro da Universidade, ou qualquer outra pessoa que possa ter informações relevantes.

Como uma de suas atribuições, deverá encaminhar às Comissões da Verdade em âmbito nacional e estadual as informações obtidas; e recomendar a adoção, no âmbito da Unicamp, de medidas e políticas destinadas a prevenir a violação de direitos humanos. Outra tarefa será a elaboração de um relatório que contenha os resultados de seu trabalho de investigação, dando ampla divulgação a esse texto.

A Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni” da Unicamp atuará pelo prazo de um ano a partir de sua instalação, com possibilidade de prorrogação, caso seja necessário. Preside a Comissão a professora Maria Lygia Quartim de Moraes, e seus membros titulares são os/as professores/as Wilson Cano (IE), Yaro Burian Júnior (FEEC), Ângela Maria Carneiro (IFCH), Caio Navarro de Toledo e o advogado Eduardo Garcia de Lima. Como suplentes, estão a doutoranda em sociologia Danielle Tega (IFCH) e a advogada Fernanda Cristina Covolan.

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Mobilização pelas 30 horas já abre jornada de lutas 2014

Conforme deliberação da assembleia da semana passada, a Unicamp marcou presença no Dia Estadual de Mobilização (convocado pelo Fórum das Seis neste dia 12), cobrando a retomada imediata da jornada de 30 horas na Área da Saúde.
A mobilização na USP, Unicamp e Unesp teve como objetivo alertar o Cruesp de que as categorias estão se organizando para exigir respeito.
E a agitação no HC serviu para cobrar da reitoria Tadeu Jorge a aplicação imediata das 30 horas.
A diretoria do STU protocolou ofício ressaltando o compromisso assumido pelo reitor com as 30 horas quando criou o Grupo de Trabalho (GT) sobre a jornada.
Os trabalhadores esperavam que as 30 horas já tivessem início no mês de maio. Mas até agora não há um calendário de implantação, nem diá-logo com o STU.
No ato desta segunda-feira, os trabalhadores da Área de Saúde mostraram que vão lutar para retomar essa conquista.

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No alto, manifestação no HC. Acima, diretoria protocola ofício (abaixo) cobrando a implementação imediata das 30 horas. 

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porFernanda de Freitas

Departamento de Aposentados cobra extensão do auxílio-alimentação

O Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU tem pautado suas lutas na defesa dos interesses dos aposentados empenhando medidas que busquem a proteção e seguridade.

Uma delas trata-se da extensão do benefício de auxílio-alimentação para todos os servidores aposentados da Unicamp, os quais, com muita dedicação, responsabilidade e competência, ajudaram a construir e consolidar o elevado conceito de que goza a universidade no âmbito nacional e internacional.

Neste sentido, vários foram os questionamentos do STU para que a reitoria atenda esta reivindicação de muita relevância e justeza.

O fato é que a medida se justifica não só por ser da mais legítima equidade, como também por ser do mais elevado reconhecimento a quem deu o melhor de si para a formação de profissionais e pesquisadores de alto nível que enriquecem e honram o ensino, a pesquisa e a prestação de serviços à comunidade deste país.

O departamento ressalta que a extensão do auxílio-alimentação pleiteada, uma vez reconhecida e efetivada, possibilita ao aposentado uma alimentação mais adequada, com consequentes benefícios para sua saúde e situação financeira, tão necessários nesta fase da vida.

O departamento continua buscando junto à reitoria uma forma de garantir o benefício por entender sua importância.

Aposentado, venha discutir seus diretos participando da reunião do Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU, toda quarta-feira, das 9h30 às 11h30.

Confira abaixo os documentos encaminhados à Unicamp e suas respectivas respostas:

 

 

 

porFernanda de Freitas

Rampa do HC apresenta problemas

No dia 25 de março, a reportagem da Band Campinas divulgou que a rampa do HC apresenta problemas, poucos meses após a conclusão da sua instalação.

O problema também já foi detectado pelo STU e pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) local que estão cobrando resolução urgente visto a gravidade da situação, já que diariamente circulam por ali centenas pessoas que podem sofrer algum acidente.

Confira abaixo a reportagem sobre o assunto:

HC paga R$ 84 mil e piso dura só 6 meses

Do Metro Campinas
band_campinas_rampa_HCSeis meses após a empresa vencedora da licitação finalizar a instalação do piso emborrachado na entrada principal do HC da Unicamp, o hospital teve de contratar uma nova empresa por meio de um novo pregão porque o calçamento criou bolha e descolou quase que completamente na área de 300 m2 em que foi colocado.

Segundo a instituição, o problema teve início logo que as obras começaram em junho do ano passado. O prazo estimado era que a instalação fosse concluída em 15 dias. No entanto, o fim das obras só se deu em setembro. “Nesse período, a nossa equipe de engenharia já havia constatado que o piso não estava de acordo. Eles chegaram a refazer o serviço”, informou a assessoria de imprensa do hospital.

Diante disso, o valor cobrado pela obra – R$ 84 mil – foi depositado em juízo e a ação está sendo acompanhada pela procuradoria da Unicamp.

A equipe de reportagem do Metro esteve no local na semana passada e constatou que em quase toda a extensão existem falhas na borracha, que está se soltando. O próprio contra-piso esfarelou, situação que é um risco para os pacientes, principalmente para cadeirantes. Até mesmo a linha-guia para deficientes visuais está comprometida. Em alguns trechos, o solado descolou.

Passam por dia no Hospital das Clínicas da Unicamp cerca de 5 mil pessoas, sendo que a maior parte delas – cerca de 80% – utiliza a entrada principal, onde ocorreu o descolamento do piso. Na última quinta-feira, o HC iniciou a remoção da borracha. A previsão é de que no início da abril uma nova empresa, que venceu o segundo processo licitatório, inicie a colocação do novo piso. Desta vez, o hospital decidiu abolir o uso da borracha. Na mesma área, deverá ser instalado granito antiderrapante.

Não foi informado à reportagem o nome da empresa que realizou o serviço mal feito. Por isso, o Metro não conseguiu contato para saber a justificativa dos mesmos para a deterioração do material.

 

 Piso da entrada principal do HC (rampa)

 

Fonte: Do Metro Campinas (http://www.band.uol.com.br/tv/campinas/default.asp)

Fotos: Fernanda de Freitas

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Reitoria Tadeu apoia fechamento de rádio independente no campus

Depois de funcionar por cerca de 30 anos no campus, o estúdio da Rádio Muda foi invadido na manhã deste domingo, 23 de fevereiro. Além de sumirem com todos os equipamentos, foram retirados os móveis, divisórias e até a porta. No local foi instalada uma placa com os dizeres “Vigilância do campus”.  A ação é movida pelo Ministério Público Federal e contou com o apoio da Polícia Militar e da reitoria, que pretende substituir a rádio por um posto da vigilância. Sem divulgar posição oficial, a reitoria segue dizendo que a operação foi do MPF sem assumir qualquer responsabilidade pela defesa do local ou comunicação ao coletivo responsável pela rádio.

Estudantes, professores, funcionários e a comunidade de Barão Geraldo, apoiadores da Rádio Muda, se indignaram com a truculência da ação e a falta de diálogo da reitoria. Há muito se sabe que a legislação visa defender as grandes operadoras de rádio e TV em detrimento das iniciativas locais de comunicação popular sem fins lucrativos. Mesmo após distorcer as informações importantes para a população, como durante a ditadura, nas eleições de 1989 ou na recente cobertura da morte do cinegrafista Santiago Andrade, alguns poucos proprietários seguem recebendo concessões do Estado para ocupar, com exclusividade, a banda de rádio e TV.

A reitoria da Unicamp, que já há seis meses ignora a demanda do STU por negociações relativas à Área de Saúde ou ao serviço de fretados, deu mais uma prova de que suas promessas de diálogo eram apenas marketing de campanha.  A “reitoria do diálogo” não deu um passo em defesa da comunicação ou manifestação da comunidade universitária.

Os apoiadores da Rádio Muda, porém, não se calarão diante disto. Estaremos em luta para recuperar o espaço da rádio de volta e contamos com o apoio de todos os que defendem a liberdade de comunicação. Desde segunda-feira (24) os estudantes ocuparam o estúdio invadido e já conseguiram colocar a rádio em operação via internet. Em reunião conjunta entre o Coletivo da Rádio Muda e entidades estudantis, realizada na ocupação, foi deliberado pela ocupação permanente do espaço até a rádio voltar ao ar.

porFernanda de Freitas

Unicamp fica em 15º entre as 50 instituições com menos de 50 anos

Texto: Fernanda de Freitas

Mais uma vez a Unicamp se destaca pelo seu alto nível de produção acadêmica e de reputação internacional ao figurar, recentemente, no ranking “Top 50 Under 50” como a única universidade brasileira a aparecer no ranking das 50 melhores instituições de ensino superior fundadas há menos de 50 anos.

Ocupando a 15ª posição da pesquisa apontada pela consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds (QS), a escolha prova que essa menção é fruto do comprometimento e qualidade dos serviços oferecidos pela universidade, através do seu quadro de funcionários.

A ótima reputação internacional que a Unicamp vem construindo é galgada em cima do trabalho árduo e comprometido dos seus profissionais que continuam sendo vítimas das condições de trabalho precárias, assédio moral, falta de democratização da estrutura universitária, pressão no trabalho, insatisfação com a progressão na Carreira, entre outros problemas.

Infelizmente, o reconhecimento da qualidade universitária não caminha junto à questão da melhoria das instalações e valorização do servidor público. Temos uma longa luta a percorrer para que os trabalhadores, que constroem a universidade de fato, sejam reconhecidos e respeitados pelo seu alto nível de profissionalismo e dedicação, já que sem eles a Unicamp não alcançaria tais indicações. A melhoria nas relações de trabalho e na estrutura da instituição devem ser encaradas como investimento na qualidade do serviço prestado.

Confira abaixo a íntegra da matéria “Unicamp fica entre as 15 do mundo com menos de 50 anos” publicada no site EXAME.com:

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Unicamp fica entre as 15 do mundo com menos de 50 anos

Criada em 1966, a Unicamp ficou em 15º lugar na edição 2013/2014 do Top 50 Under 50, depois de ocupar a 17ª posição em 2013 e a 22ª em 2012

Karina Toledo, da Agência Fapesp

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) subiu duas posições no ranking Top 50 Under 50, da consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds (QS), apontando as 50 melhores universidades fundadas há menos de 50 anos.

Criada em 1966, a Unicamp ficou em 15º lugar na edição 2013/2014, depois de ocupar a 17ª posição em 2013 e a 22ª em 2012, quando a lista foi lançada. Ainda em 2013, ela se destacou no Times Higher Education (THE), no 28º lugar entre as cem melhores instituições universitárias de até 50 anos – 16 posições à frente em relação ao ranking anterior do THE.

Assim como na edição passada da QS, a Unicamp segue como única representante brasileira da lista, na qual predominam escolas da Ásia, da Oceania e do Oriente Médio. Há somente uma outra instituição latino-americana no ranking, a argentina Universidad Austral, na 36ª posição.

A classificação considera a reputação acadêmica da instituição, levantada por meio de uma pesquisa internacional e responsável por 40% da nota total. Em seguida, vêm a proporção de professores em relação ao número de alunos (20%), a proporção de citações acadêmicas por professor (20%), a reputação da universidade no mercado de trabalho (10%) e a proporção de professores (5%) e estudantes (5%) estrangeiros.

“É um ranking importante para nós, porque compara universidades jovens como a nossa. O resultado é muito bom, não só porque estamos subindo, como porque quase metade da nota vem da reputação acadêmica da instituição, o que significa que a Unicamp vem sendo cada vez mais reconhecida no mundo”, disse Alvaro Crósta, coordenador-geral da Unicamp.

Os dados que servem de base ao ranking são os do QS World University Rankings 2013/14, que inclui universidades antigas e novas e no qual a Unicamp aparece em 215º lugar (a posição na edição anterior foi a de número 228). A única brasileira mais bem colocada é a Universidade de São Paulo (USP), em 127º lugar.

O ranking das universidades mais jovens é encabeçado pela segunda vez consecutiva pela Hong Kong University of Science and Technology (HKUST), estabelecida em 1991 e 34ª na classificação geral.

O site da QS destaca que as universidades da Ásia – que ocupam seis das dez primeiras posições do Top 50 Under 50 – têm fortalecido sua presença em rankings internacionais ao longo da última década, incluindo um grande número de instituições jovens que se beneficiaram de um forte investimento governamental e em muitos casos logo se tornaram atrativas para os melhores professores e estudantes ao redor do mundo.

Outros pontos de destaque apontados pela QS são a Austrália, com o maior número de universidades (nove) no ranking, e a diversidade de países representados na lista (27 no total).

Mais informações: www.topuniversities.com.

 

As 15 melhores universidades com menos de 50 anos segundo a Quacquarelli Symonds

Universidade

Pontuação

Localização

Universidade de Hong Kong 84,4 Hong Kong
Universidade Tecnológica de Nanyang 81,1 Cingapura
Kaist – Instituto Avançado de Ciência e Tec. da Coreia 75,8 Coreia do Sul
Universidade da Cidade de Hong Kong 67,7 Hong Kong
Universidade de Ciência e Tecnologia de Pohang 67,5 Coreia do Sul
Universidade de Maastricht 63,8 Holanda
Universidade da Califórnia 59,6 EUA
Universidade Politécnica de Hong Kong 57,5 Hong Kong
Universidade Autónoma de Barcelona 55,6 Espanha
Universidade de Anturérpia 54,2 Bélgica
Universidade de Bath 54,0 Reino Unido
Universidade Autónoma de Madrid 52,7 Espanha
Universidade de Calgary 52,2 Canadá
Universidade de Tsukuba 50,6 Japão
Universidade Estadual de Campinas 50,1 Brasil

 

Fonte: Site EXAME.com (http://exame.abril.com.br)

porFernanda de Freitas

Reitoria coloca compra da Fazenda Argentina em votação no CONSU de hoje

Compra da área consolida prioridade a expansionismo sem planejamento em detrimento
dos investimentos em infraestrutura, valorização profissional e assistência estudantil.

A reitoria informou na última sexta-feira a pauta do Conselho Universitário (CONSU) que acontece hoje. Será submetida ao voto dos conselheiros a autorização para que a Unicamp efetive a compra da Fazenda Argentina. O gasto previsto é de R$ 162 milhões.

O ambiente de fim de ano para votação de um tema que não tem nenhuma urgência mostra as verdadeiras prioridades da reitoria José Tadeu Jorge. A metodologia de tentar aprovar a compra à revelia da comunidade, em meio às festas de fim de ano, também evidencia pouco apreço ao debate democrático.

Durante a campanha para reitor Tadeu declarou em entrevista gravada em vídeo que esta não era uma prioridade da Universidade e que qualquer avanço nas discussões sobre a compra seria submetido à comunidade universitária. A promessa, assim como aquela de estudar a possibilidade de efetivar com mais celeridade a isonomia dos pisos salariais com a USP, vai pelo ralo. Enquanto a Universidade quer gastar milhões para comprar um terreno de doadores de campanhas eleitorais do PSDB, a isonomia salarial com os funcionários da USP vai sendo adiada.

O STU denuncia essa manobra contra os interesses e demandas de quem constrói cotidianamente a excelência da Unicamp. E ressalta que os representantes dos funcionários no CONSU que estiverem comprometidos com os interesses da categoria devem votar contra essa proposta, que vai em direção oposta da garantia de valorização dos trabalhadores, ampliação da moradia e assistência estudantil e adequação dos espaços universitários, como o campus de Limeira.

porFernanda de Freitas

Reitoria recua de extensão do recesso

Na última reunião do Conselho Universitário o reitor José Tadeu Jorge havia proposto a extensão do recesso de fim de ano até o dia 5 de janeiro de 2014. No entanto, a reunião da CAD ocorrida neste dia 3 deliberou por manter a retomada das atividades no dia 2 de janeiro – por sugestão do próprio reitor, sob o argumento de que desconhecia possíveis implicações da mudança para a área da saúde.

O anúncio da possibilidade de extensão do recesso no CONSU gerou expectativas e levou alguns servidores até a mudarem as datas das férias.

O STU critica mais essa demonstração de falta de consideração para com a categoria.

porFernanda de Freitas

Errata sobre auxílio alimentação

No Boletim do STU nº 63, de 19/11, foi publicado que a Instrução Normativa 006/2013 (editada em 1º/11) determinava suspensão do pagamento do auxílio alimentação nos afastamentos superiores a 30 dias, como licenças médicas. A DGRH esclareceu que o benefício não será suspenso em caso de férias; licenças sem vencimentos, gestante, prêmio ou para tratamento de saúde; acidente de trabalho; afastamento para exercício de mandato sindical ou licença sabática para docentes.

A fim de evitar mal-entendidos futuros, o STU pediu então, por escrito, quais são os afastamentos “superiores a 30 dias, ainda que considerados em lei como de efetivo exercício” que passam a gerar suspensão do pagamento do auxílio, já que estes não são explicitados na IN. Até a conclusão desta edição não houve resposta do órgão.

porFernanda de Freitas

TCE rejeita contas de 2006 e manda Unicamp cumprir a lei do teto

Senado e Câmara Federal, também questionados pelo TCU, anunciam devolução para
novembro. Unicamp busca reverter tais determinações há mais de um ano.

No último dia 18, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulgou decisão da Primeira Câmara julgando irregulares as contas da Unicamp relativas ao ano de 2006. A rejeição deveu-se especialmente ao pagamento de salários em valores que extrapolam o teto constitucional do Poder Executivo estadual. As excessivas contratações sem licitação também são criticadas.

Com base em julgamentos do Supremo Tribunal Federal, os conselheiros do TCE decidiram por unanimidade que “o parâmetro de teto salarial observado pela Unicamp, como autarquia estadual sujeita às normas constitucionais aplicáveis aos entes públicos, há de ser o subsídio do Chefe do Poder Executivo, não conferindo a autonomia universitária qualquer privilégio a ponto de estabelecer limite remuneratório distinto e sem amparo constitucional”.

Serão afetados pela decisão 147 detentores de ‘supersalários’, que deverão ter os vencimentos reduzidos ao valor subsídio do governador (R$ 20.662,00).

Foi definido o prazo de 45 dias para que o atual reitor, que ocupava o mesmo cargo em 2006, informe ao Tribunal as providências tomadas para ajustar a remuneração dos servidores, “sob pena de responsabilidade, sujeitando-se às medidas administrativas, civis e penais pela omissão”.

São citados como responsáveis no processo, além de José Tadeu Jorge, o então coordenador geral da Universidade, Fernando Ferreira Costa, e Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva (Paulão), que à época comandava a pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário. A Unicamp ainda pode recorrer ao pleno do Tribunal.

Em relação à frequente justificativa da Universidade, de que os supersalários ultrapassam o teto do funcionalismo devido a vantagens incorporadas, o TCE ressalta ainda que “as vantagens pessoais estão incluídas no teto remuneratório, previsto no art. 37, XI, da Constituição Federal, após a edição da Emenda Constitucional 41/2003”.

Questionamento não é novo

A Unicamp recorre contra outra decisão do TCE considerando ilegais os supersalários pagos na instituição. Desde 2012 há uma determinação do conselheiro Dimas Ramalho para que 17 dirigentes devolvam R$ 570.178,20. A devolução ainda não foi efetuada e a Universidade tem pedido sucessivas dilatações do prazo recursal.

O relatório da auditoria das contas de 2011 também atesta um gasto extra de R$ 18 milhões em razão de supersalários. Ainda não houve decisão neste processo.

Desde o ano passado o STU vem cobrando esclarecimentos à Univers­idade, sem resposta. No Senado e na Câmara, instadas pelo Tribunal de Contas da União a respeitar o teto constitucional, a medida deve ser apli­cada a partir de novembro.

Contratações irregulares

A Segunda Câmara do TCE também rejeitou recurso da Unicamp contra decisão que julgou irregulares 57 contratações sem concurso, em 2007. Segundo o Tribunal, “a Unicamp não foi capaz de demonstrar, documentalmente, a correlação dos postos de trabalho criados antes da promulgação da Constituição Federal de 1988 ou da Constituição Estadual de 1988 com as admissões em exame”.

porFernanda de Freitas

TCE manda Unicamp baixar ‘supersalários’

O Jornal Destak publicou ontem (17/10) matéria sobre a decisão do TCE que determinou que a Unicamp reduza os salários de 147 servidores que recebem acima do teto constitucional.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

 

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TCE manda Unicamp baixar ‘supersalários’

A 1ª Turma do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) determinou a redução dos salários de 147 servidores da universidade que recebem acima do teto constitucional, fixado a partir dos vencimentos do governador, que são de R$ 20.662.

O órgão rejeitou ainda a prestação de contas da universidade do exercício de 2006, quando o reitor era o atual ocupante do cargo, José Tadeu Jorge.

O motivo principal da rejeição das foi justamente o pagamento de “supersalários’ a esses funcionários, mas o relator também fez ressalvas ao execesso de gastos sem licitação da universidade.

O TCE estabeleceu um prazo de 45 dias para que os salários desses servidores sejam reduzidos. Se isso não for feito, o órgão encaminhará denúncia ao Ministério Público. A Unicamp ainda pode recorrer ao pleno do TCE.

O parecer, contudo, não determina a retroatividade da medida, ou seja, os valores que foram pagos até hoje acima do teto constitucional não precisarão ser devolvidos aos cofres da universidade.

Segundo José Henrique Specie, diretor de Direito Econômico da OAB-Campinas, a tendência hoje é de uniformização das decisões dos tribunais de contas e judiciais sobre a necessidade de aplicação do teto constitucional aos salários de funcionários públicos.

Um relatório de 2011 do TCE indica que naquela época a Unicamp já possuía 618 servidores com vencimentos acima do teto, inclusive o reitor.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Unicamp informou ontem que ” aguarda a publicação da decisão do TCE-SP para tomar as providências cabíveis”.

 

‘Jornal Destak (www.destakjornal.com.br)