porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | José Marques Filho

É com profunda dor que informamos o falecimento do Sr. José Marques Filho, pai da funcionária Micheli de Oliveira Marques Arimathea (IQ), ocorrido ontem (12/04).

O STU presta condolências aos familiares e amigos/as enlutados pela irreparável perda e deseja à companheira Micheli e demais que encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

porFernanda de Freitas

Limeira homenageia o companheiro Domingos Pereira

Domingos Pereira, funcionário aposentado da Unicamp, receberá nesta quarta-feira (12), às 19h, o Título de Cidadão Limeirense na Câmara Municipal de Limeira.

Domingos está na luta mesmo antes da formação do STU, desde os tempos da ASSUC. É um militante muito querido, de grande destaque e importância, marcando a história do sindicato desde a sua fundação.

Compôs o primeiro Conselho Universitário da Unicamp, em março de 1987, como a voz dos trabalhadores no maior espaço de representação da Universidade, fato que também está registrado em nosso livro, “A história de luta dos trabalhadores da Unicamp”, que conta partes importantes da história do STU.

Recebeu homenagem do município de Limeira em 2022 [CLIQUE AQUI] e receberá o título na Câmara de Vereadores nesta semana.

É com grande orgulho e gratidão que o STU convida todas/os para prestigiar o valoroso companheiro Sr. Domingos.

AGENDE

  • Título de Cidadão Limeirense a Domingos Pereira
  • Dia: 12/04 – 19h
  • Local: Câmara Municipal de Limeiraira (Rua Pedro Zaccaria, 70 – Jardim Santa Luzia – Limeira/SP).
porFernanda de Freitas

Agende urgente reunião na sua unidade

A nossa última Assembleia Geral (30/03) aprovou o índice de reajuste salarial de 26% com pagamento único, conforme proposto pela diretoria do STU.

Também foi aprovada a realização de uma PARALISAÇÃO COM ATO, nesta quarta-feira (12), às 9h, em frente à reitoria da Unicamp.

Nossas reuniões de unidades são fundamentais para a construção do nosso movimento!
Para agendar a reunião na sua unidade, ligue no STU (19) 3521-7412 ou envie um e-mail para [email protected] e solicite o mais breve possível alguém da diretoria do STU na sua unidade.

Para realizarmos uma PARALISAÇÃO COM ATO forte que vai garantir a nossa isonomia e reajuste dos nossos salários precisamos nos mobilizar!

porFernanda de Freitas

Assembleia repudia apartheid israelense

Nossa assembleia geral de quinta-feira (30) aprovou por aclamação a Moção “Por uma Unicamp à serviço do povo e não do apartheid israelense!” em repúdio à postura da reitoria em sediar um evento que incentiva o apartheid israelense contra uma Palestina livre, soberana e democrática!

Assembleia aprova moção de repúdio por aclamação

O documento aprovado foi proposto por acadêmicos da Unicamp que propõe a construção de um ato no dia 03/04 (segunda-feira), às 11h. A concentração será no Ciclo Básico com caminhada até a COMVEST onde será realizado o protesto.

O STU convida todos/as a se somarem nesta luta por uma Palestina Livre de todas as formas de opressão!

Confira abaixo a moção completa:


Moção | Por uma Unicamp à serviço do povo e não do apartheid israelense!

O STU entende, por aclamação e unanimidade em assembleia realizada no dia 30 de março de 2023, que o regime de Israel, bem como suas organizações universitárias e centros de pesquisa, ao incidirem no crime internacional contra a humanidade de Apartheid, como repetidamente denunciado pela ONU, Havard Law School, e as principais organizações internacionais de defesa dos direitos humanos, entre elas Human Rights Watch e Anistia Internacional, e inclusive por organizações israelenses, não está apto a convênios, acordos e cooperação em pesquisa de quaisquer tipos.

As referidas universidades e centros de pesquisa estão diretamente e indiretamente associadas às forças armadas israelenses e demais aparatos do regime e colaboram para a desumana e sistemática ocupação colonial da Palestina, e são, portanto, coautoras do crime
internacional contra a humanidade aqui referido.

Entende-se, também, que se unir à prática de Boicotes, Desinvestimentos e Sanções é parte das responsabilidades da Universidade Pública como forma de respeito às leis internacionais e aos direitos humanos, se retirando de quaisquer colaborações com o referido regime, já que o Apartheid trata-se de um crime que perpassa estruturas institucionais, legais, sociais, políticas e econômicas e qualquer conhecimento produzido conjuntamente pode ser indevidamente aplicado de forma criminosa, na manutenção da opressão.

O STU vem por meio desta se manifestar e solicitar o Cancelamento da Feira das universidades israelenses, o fim dos convênios e acordos de pesquisa e que a Unicamp se declare permanentemente TERRITÓRIO LIVRE DE APARTHEID.
Campinas, 30 de março de 2023.

https://www.instagram.com/p/CqTDrp6OMbx/?igshid=YmMyMTA2M2Y=
porFernanda de Freitas

Dia 30/03 (quinta-feira), tem assembleia da data-base, às 12h, no STU

Nossa data-base 2023 está chegando e o Fórum das Seis já enviou uma minuta contendo as reivindicações que vão compor a Pauta Unificada de Reivindicações 2023.

Para debater os itens da pauta conjunta será realizada uma Assembleia Geral na próxima quinta-feira (30), às 12n, na sede do STU.

Desde maio/2012 estamos sendo submetidas/os a perdas inflacionárias significativas. Prova disso é que o próprio Cruesp, em negociação com o Fórum das Seis, reconheceu a defasagem salarial e as­sumiu o compromisso de repor nesta data-base os últimos 14 meses (março/2022 a abril/2023).

Partindo desse compromisso, o Fórum das Seis propõe as se­guintes reivindicações:

  • Em 1º/5/2023: 16,18% de reajuste (sendo 7,10% da inflação de 14 meses + 8,48%, que é a metade da diferença que falta para repor o poder de compra de maio/2012).
  • Até final de 2023: 8,48% (a outra metade que falta para repor maio/2012). Além de nova negociação em outubro/2023.

Não basta os reitores reconhecerem a defasagem, é preciso reajustar de fato os nossos salários. Por isso, é extremamente importante que todos compareçam à assembleia para discutir a pauta conjunta e os rumos da nossa mobilização.

A proposta de Pauta Unificada de Reivindicações 2023 está disponível em nosso site [CLIQUE AQUI] para consulta.

Desvalorização só cresce

Mês passado a imprensa divulgou que Campinas foi considerada a 4ª cidade com maior custo de vida do Brasil, segundo ranking do maior banco de dados de custo de vida do mundo, o Numbeo.

Isso significa que, considerando os gastos com alimentação, transporte, lazer e moradia, por exemplo, perdemos apenas para capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Nem precisa dizer que diminuir a diferença dos menores salários em relação aos maiores, ou seja, valorizar os níveis iniciais das carreiras vai amenizar significativamente as nossas condições de vida.

Defesa do SUS e melhores condições de trabalho

Além da reivindicação salarial, a nossa pauta conjunta cobra também melhores condições de trabalho e o acompanhamento dos efeitos da pandemia da Covid-19, com atenção especial para a participação das entidades nos processos decisórios sobre os efeitos pós-Covid.

Nossa pauta prevê também a defesa da autonomia universitária e o fortalecimento do SUS e cobra o aumento de recursos públicos para as instituições, a democratização das instâncias de poder e o fim das terceirizações e privatizações.

Reivindicamos também o acesso e permanência estudantil, o reconhecimento do vínculo entre o Centro Paula Souza e a Unesp e a isonomia e paridade entre o pessoal da ativa e aposentados/as.

Quebra da isonomia

Enquanto o reitor Tom Zé se enrola para licitar e liberar o vale alimentação anunciado no final do ano passado, a USP sai na frente, mais uma vez, pagando abono e desmascarando a falsa justificativa da “falta de recursos” que ronda todo ano a nossa data-base.

Lá o reitor vai pagar um prêmio de R$ 5 mil para todos/as docentes e funcionários/as, em abril; além de gratificação que varia de R$ 27 mil a 30 mil para docentes e de R$ 4,5 mil a R$ 5 mil para funcionários/as, em maio.

Mais do que nunca precisamos botar toda pressão nesta campanha salarial cobrando um plano de re­composição salarial, cuja aplicação se inicie agora em maio, bem como, tratamento isonômico entre as instituições.

Calendário de Discussão

  • Até 4/4: Primeira rodada de assembleias de base;
  • 5/4: Reunião do Fórum das Seis;
  • Entre 10 e 13/4: Se necessário, nova rodada de assembleias;
  • 14/4: Nova reunião do Fórum das Seis e protocolo da Pauta Unifi­cada 2023 junto ao Cruesp.
porFernanda de Freitas

Sind-Hour celebrou a garra e a sensibilidade das mulheres

“Arte com Resistência” foi como uma trabalhadora da Unicamp definiu o show “O Palco é Delas” organizado pela Coordenação de Cultura do STU, quinta-feira à noite (16), na sede do sindicato.

A festa exaltou a vida e a luta das mulheres, especialmente, das trabalhadoras da Unicamp que seguem firmes e unidas reivindicando melhores condições de trabalho e de vida.

Para a maioria dos presentes, o Sind-Hour foi muito mais do que um show com voz e violão: foi um ato de celebração e resistência!

E arte e resistência sempre andaram juntas na luta, parafraseando Che Guevara “hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”.

Resistência e esperança nutridas por mulheres que enfrentam diariamente dupla ou tripla jornada para garantir o sustento da família e, quem sabe um dia, “melhorar de vida”.

Marli e Beto abrem o show da noite

É extremamente simbólico e justo que num sindicato composto por mais de 40% de sindicalistas mulheres, num país no qual as mulheres são violentadas, silenciadas, invisibilizadas e desautorizadas, que elas não sejam só homenageadas, mas ocupem o palco no Mês Internacional de Luta da Mulher.

Como definiu uma trabalhadora aposentada da Unicamp que não quis se identificar, “é importante para as mulheres resistir e florescer nos espaços que ocupam, até porque é muito difícil conseguir estar em posições de poder”.

A noite do “O Palco é Delas” foi aberta pelos artistas e diretores do STU, Marli Armelin (voz) e Beto Roldan (violão), que arrancaram muitos aplausos com as músicas “Anunciação”, de Alceu Valença; “Por Enquanto”, de Cássia Eller; “Gostava Tanto de Você”, de Tim Maia; “Quase sem Querer”, da Legião Urbana; “Stand By Me”, de Ben E. King, entre outros sucessos.

Marli e Beto abrem o show da noite

Resistir e celebrar

Vivien e Eliane cantam e encatam a plateia

Mais tarde as cantoras Vivien Ruiz, com a sua potência vocal e Eliane Siqueira, de voz mansa e suave, abriram o show com a poesia “A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar”, de Fernando Birri.

Depois, elas embalaram o público com melodias em forma de protestos como “Samba da Utopia”, de Jonathan Silva, “Triste, Louca ou Má”, de Francisco, el Hombre; “Pagu”, de Rita Lee e Zélia Duncan; “Olhos Coloridos”, da Sandra de Sá; “Azul da Cor do Mar, de Tim Maia; “O Que É, o Que É?, de Gonzaguinha e “Canto das Três Raças”, da eterna Clara Nunes, entre tantas músicas.

Vivien, aposentada da Unicamp, falou da sua alegria em retornar à Universidade para subir ao palco do STU, o sindicato em que já foi diretora e também militante aguerrida por mais de 30 anos.

Vivien e Eliane esbanjaram seus talentos como cantoras e também percussionistas tocando violão, surdo, ganzá, pandeiro meia lua e outros instrumentos.

Na sequência rolou um karaokê, ou melhor, uma animada cantoria em solo, dupla e até quintetos. E não faltaram clássicos de Raul Seixas, Djavan, Queen, Fred Mercury e Tetê Espíndola, por exemplo. Sempre coreografados com dancinhas de época e muitas palmas da plateia.

Reencontro de Jefferson e Kiko, ambos fundadores do STU, em 1991

A maioria dos presentes adorou a iniciativa do Karaokê por causar mais interação e diversão no evento.

O evento foi abrilhantado com a presença do primeiro presidente e um dos fundadores do STU, Jefferson Lee de Souza Ruiz, da gestão “É Proibido Proibir” de 1991 a 1994.

O Sind-Hour “O Palco é Delas” entrou para a história ao celebrar a coragem, a força, o dom e a ancestralidade das mulheres brasileiras que não arredam o pé da luta por direitos, respeito, equidade e liberdade.

A temporada de musicalidade está aberta, fique atento/a aos nossos canais de comunicação que em abril tem mais Sind-Hour para você.

Samba da Utopia (Jonathan Silva)

Se o mundo ficar pesado
Eu vou pedir emprestado
A palavra poesia

Se o mundo emburrecer
Eu vou rezar pra chover
Palavra sabedoria

Se o mundo andar pra trás
Vou escrever num cartaz
A palavra rebeldia

Se a gente desanimar
Eu vou colher no pomar
A palavra teimosia

Se acontecer afinal
De entrar em nosso quintal
A palavra tirania

Pegue o tambor e o ganzá
Vamos pra rua gritar
A palavra utopia

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Cristóvão Alves da Costa

É com profunda dor que informamos que o ex-diretor do STU, Cristóvão Alves da Costa (Aposentado/Reitoria), faleceu ontem (16/03).

O velório e o sepultamento aconteceram hoje (17), no Cemitério dos Amarais.

Cristóvão integrou a gestão “Ainda é Proibido Proibir” do sindicato, no período de 1997 e 1986. Sempre foi reconhecido como um lutador incansável e compromissado com a justiça social e a defesa da educação.

O STU presta condolências aos familiares e amigos enlutados pela irreparável perda e deseja que encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

Cristóvão Alves da Costa, Presente!

porFernanda de Freitas

STU compõe o Conselho Municipal de Saúde de Campinas

Na semana passada, 1º de Março, aconteceu a cerimônia de posse do Conselho Municipal de Saúde de Campinas, para o triênio 2023-2026.

Posse do Conselho Municipal de Saúde de Campinas (Divulgação CMS/CPS)

Historicamente, o STU sempre esteve na dianteira das lutas em defesa do SUS e, desta vez, conquistamos três vagas de conselheiros. Destas, duas são na Secretaria Executiva do Conselho, com as diretoras do STU, Elisiene Lobo, pelos Serviços Estaduais de Saúde; e Edith Almeida, pelos Conselhos e Associações de Classe. A outra vaga ficou com o diretor Angelo Barreto, como representante dos Movimentos Sindicais.

É preciso registrar que os serviços de saúde públicos ou privados, em sua maioria, são compostos por mulheres em cargos de assistência, na Unicamp essa realidade não é diferente.
Por isso, é de extrema importância para o STU garantir duas diretoras trabalhadoras da Área da Saúde da Unicamp no Conselho Municipal de Saúde de Campinas, sendo uma delas, Edith, conselheira do Coren (Conselho Regional de Enfermagem) também.

O STU parabeniza a nova gestão do Conselho e reafirma o seu compromisso de lutar contra o desmonte dos serviços públicos de saúde e educação.

O Conselho Municipal de Saúde (CMS/CPS) tem caráter permanente, com funções deliberativas, normativas, fiscalizadoras e consultivas, e tem como objetivos básicos o estabelecimento, acompanhamento, controle e avaliação da Política Municipal de Saúde em conformidade com as diretrizes do Sistema Único de Saúde.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar | Antônio Paiollo

É com profunda dor que informamos o falecimento do Sr. Antônio Paiollo, pai do diretor do STU, Sergio Paiollo (UTI HC), ocorrido hoje (06/03), em Adamantina/SP.

O STU presta condolências aos familiares e amigos enlutados pela irreparável perda e deseja ao companheiro Sérgio e demais que encontrem o conforto necessário neste momento de dor.

porFernanda de Freitas

1º Encontro das Mulheres Indígenas na Unicamp

Entre os dias 8 e 10 de março ocorrerá o 1º Encontro das Mulheres Indígenas na Unicamp.

O evento, que conta com o apoio da ADunicamp, é uma realização do coletivo Acadêmicas Indígenas Uirapuru (AIU).

As atividades programadas incluem rodas de conversa, palestras, oficinas e serão realizadas em diversos pontos da Unicamp.

Confira a programação:

08/03 (quarta-feira)

09h30 – Ritual de abertura e apresentação do coletivo AIU, com Marcela Pankararu e Kellen Guarani, no auditório da ADunicamp.
14h – Roda sobre a vida de uma acadêmica indígena, com Lily Baniwa, Adilce, Milena e Adriele Marques, no auditório da ADunicamp.

09/03 (quinta-feira)

09h30 – Abertura musical e saúde da mulher indígena, com Mowatcha Tikuna e Indianara Kaiowá, no auditório da ADunicamp.
14h – Palestra: como aproveitar o alimento do dia a dia, com Jaqueline Pankarau, na FEA.
15h30 – Oficina de grafismos indígenas, com Larissa Yepadhio, no auditório da ADunicamp.

10/03 (sexta-feira)

09h30 – Dinâmica em roda de conversa coletiva, com Lene Alves Verinha e Nath, no auditório da Unicamp.
14h – Intervenção sobre assédio e recepção de calouros, com Marcela Pankararu do Coletivo AIU, no Teatro de Arena da Unicamp.

– Mais informações, acesse o perfil do coletivo @academicas_uirapuru

Sobre o Coletivo AIÚ

O coletivo surgiu da necessidade de criação de um espaço para tratar de questões que envolvem temáticas sobre mulheres indígenas estudantes da Unicamp, como também de Campinas e região.

Nesse espaço busca-se fomentar a autonomia dessas indígenas desde sua chegada e acolhida na universidade, tratando problemas ou questões especificamente voltadas para as mulheres, como o assédio, educação sexual, maternidade, saúde mental e lazer, como também a espiritualidade, cultura e demais demandas do coletivo em geral.

Parceria: @fundoelas / Arte Digital: @nath.cord

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

Prazo para comprovar quitação eleitoral está terminando

A DGRH infoma que, de acordo com a Instrução Normativa DGRH nº 01/2003 (alterada pela IN DGRH nº 07/2018), os servidores ativos da Unicamp devem apresentar ao RH de sua Unidade/Órgão o comprovante de votação, pagamento de multa, justificativa de não votação no primeiro e segundo turnos das eleições ocorridas em outubro de 2022, ou ainda a Certidão de Quitação Eleitoral.

A relação dos servidores que não apresentarem comprovante da quitação eleitoral 2022 deve ser enviada para a Central de Atendimento da DGRH até o dia 15/02/2023. Fique de olho no prazo estabelecido pelo RH da sua Unidade para entrega do documento.

Para facilitar o controle, as Unidades/Órgãos podem utilizar o sistema Gestão de Pessoas – módulo Administração de Pessoal, opção Ficha Cadastral – Relação de Cadastro – Relatório 111 – Colaborador – Comprovante de Votação.

De acordo com a DGRH, a comprovação é obrigatória somente para servidores ativos da Unicamp, não sendo necessária para servidores aposentados, professores colaboradores, pesquisadores colaboradores, pesquisadores de pós-doutorado, pesquisadores visitantes convidados, comissionados, estagiários, bolsistas, médicos residentes e voluntários.

Pelo Código Eleitoral (Inciso II, Parágrafo 1º, Art. 7º), sem a prova de que votou na última eleição, pagou a respectiva multa ou de que se justificou devidamente, o eleitor não poderá receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.

Clique aqui para acessar o site do Tribunal Superior Eleitoral e fazer a Certidão de Quitação Eleitoral

Fonte: com informações da DGRH

Confira a seguir o vídeo da Diretora Gabriela Barros sobre o prazo para comprovar a quitação eleitoral:

porFernanda de Freitas

Homenagem | Valeu por tudo Marthinha Molina!

Com 30 anos dedicados ao STU, Martha Castagna Molina, chamada carinhosamente de Marthinha, solicitou seu desligamento da entidade por motivos pessoais.

Quinta-feira passada (26/01) foi realizada uma singela homenagem para agradecê-la por essas três décadas de dedicação e companheirismo. Pelas falas de dirigentes da entidade ficou evidente que nesse tempo em que ela esteve no STU a relação de trabalho extrapolou os muros e se transformou em amizade.

Martha foi contratada pelo STU nos primeiros anos após a sua fundação, em 1992, e trabalhou por muito tempo em Limeira no administrativo do Sindicato fazendo a ponte com as ações sindicais realizadas no campus de Barão Geraldo, em Campinas.

Quando transferida para Campinas não poupou esforços para contribuir com as demandas da Secretaria da entidade, tanto que por décadas esteve à frente da organização da Feira de Artesanato e Quitutes do STU, sob o comando da Coordenação de Cultura.

Ao longo da sua jornada no Sindicato, Marthinha utilizou dos seus talentos como psicóloga para acolher todas as pessoas sem distinção. E sempre que necessário se colocava à disposição para mediar qualquer tipo de conflito.

Para além do seu trabalho como assistente administrativo, sempre foi uma funcionária envolvida com a luta política. Martha é uma militante de esquerda que muitas vezes participou de passeatas ao lado dos/as trabalhadores/as da Unicamp empunhando bandeiras em defesa do serviço público, das Saúde e Educação Públicas e da classe trabalhadora.

Martha foi mais do que uma funcionária! Foi amiga, psicóloga, companheira de luta e tantos outros adjetivos. É certo que sua presença fará muita falta na entidade que ela ajudou a construir ao lado da direção e dos/as trabalhadores/as da Unicamp.

As portas do Sindicato estarão sempre abertas e nossos corações cheios de gratidão e reconhecimento por toda dedicação que ela teve nesses 30 de trabalho no STU.