Arquivo de tag assembleia geral

porFernanda de Freitas

Sem proposta concreta da reitoria, greve continua

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Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp aprova a continuidade da greve

Assembleia Geral reafirmou a continuidade da greve dos trabalhadores da Unicamp, que já completou dois meses.

Apesar de reconhecer que “o índice proposto não repõe as perdas salariais”, o reitor Tadeu, até agora, não apontou soluções para a crise na Universidade e continua jogando toda a conta sobre as costas dos trabalhadores.

]O tom da assembleia foi de indignação com a postura do reitor que não abre mão dos supersalários e da dupla matrícula pagos à alta cúpula da Universidade.

AS intervenções feitas pelos funcionários denunciam a falta de vontade política do reitor Tadeu em implementar as cotas raciais ou assumir compromisso de não punição ao movimento grevista.

Diante da situação, os trabalhadores concordaram que o momento exige a intensificação das mobilizações na Área da Saúde, como forma de pressionar para que haja negociação efetiva. E apontaram como “lema” da greve o “Fora Tadeu”, já que o gestor foi eleito pelos funcionários técnico-administrativos, mas não tem dado conta de garantir os compromissos firmados com a categoria, entre eles: isonomia, carreira, 30h na Saúde, cotas raciais e outras demandas.

A assembleia também aprovou a intensificação do movimento grevista na Área de Saúde como forma de pressionar para que haja negociação efetiva.

Amanhã (27), às 13h, no PB-13, ocorre nova reunião do Comando de Greve para discutir o calendário de luta do movimento e a próxima assembleia está prevista para 04/08 (quinta-feira).

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral elege delegados para Plenária Nacional Estatutária da Fasubra

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A Assembleia foi realizada no Pavilhão Básico / Foto: Pedro Amatuzzi

Hoje à tarde (14), a Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp elegeu cinco delegados titulares e dois suplentes para a Plenária Nacional Estatutária da Fasubra Sindical, que acontece nos dias 19 e 20 de junho em Brasília/DF.

Na pauta está prevista a discussão sobre conjuntura e plano de lutas, prestação de contas da federação, entre outros assuntos. Também será reservado um espaço para debate sobre a organização dos trabalhadores técnico-administrativos das universidades estaduais e municipais.

Foram eleitos para delegados titulares: Fanuel Vander Ananias (HC), Luiz Gonzaga de Carvalho (Aposentado), Maria de Lourdes Mello Leme (Aposentada), Roberto Carlos de Souza (Fubá/STU) e Sandra Aparecida Ramos (STU); e suplentes: Rafael Oliveira Jorge (CCUEC) e João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko/STU).

Vale ressaltar que, recentemente, a Fasubra se manifestou contra o impeachment, contra a Reforma Fiscal prevista no Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/16, contra a Reforma da Previdência e contra as políticas que retiram direitos dos trabalhadores.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp rejeitam proposta do Cruesp e greve continua

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Trabalhadores da Unicamp aprovam manutenção da greve

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp, que estão em greve há nove dias, rejeitaram a proposta feita pelo Conselho de Reitores (Cruesp) ao Fórum das Seis Entidades, ontem (30) em reunião de negociação. Os trabalhadores se reuniram em Assembleia Geral na tarde desta terça-feira (31) e votaram pela manutenção da greve. O Fórum das Seis Entidades reúne as entidades representantes das comunidades universitárias da Unicamp, USP e Unesp – sindicatos, DCE’s e associações docentes.

O Cruesp manteve sua proposta de reposição salarial de 3%, a partir de maio/16. Os servidores estaduais reivindicam um reajuste de 12,34% que corresponde à inflação de 9,34% pelo ICV-DIEESE nos últimos 12 meses (de maio/2015 a abril/2016) mais 3% recuperação de parte das perdas acumuladas.

Na negociação com o Fórum das Seis Entidades o Cruesp reconheceu que houve perdas salariais no período, mas não apresentou nenhuma novidade sob justificativa de não haver condições orçamentárias e financeiras. Essa postura gerou profunda insatisfação na categoria que está vendo seus salários serem corroídos diariamente.

“Reajuste de 3% é brincadeira! A inflação do ano chegou a 10%, por isso, a greve continua. Não vamos aceitar retrocessos nos nossos direitos e conquistas, muito menos ataques à Educação Pública”, explica o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), João Raimundo Mendonça de Souza.

Outro fator de descontentamento é que a Universidade anunciou, logo no início da Campanha Salarial, um corte orçamentário de quase R$ 40 milhões. Somando a isso tem a luta histórica pela isonomia salarial com os servidores técnico-administrativos da USP, compromisso assumido e não cumprindo pelo reitor José Tadeu Jorge.

Sabemos que a Unicamp possui reservas orçamentárias que deveriam ser usadas em momentos de crise. Por isso, o STU reprova essa decisão do reitor de cortar verbas sem discussão prévia com a comunidade universitária e, principalmente, porque essas medidas de enxugamento têm grave impacto nas atividades.

O Cruesp também decidiu unilateralmente suspender as negociações com o Fórum da Seis Entidades até que ocorra “alguma modificação no quadro da arrecadação”. Quanto às reuniões técnicas – para discutir o orçamento das universidades –, o conselho comprometeu-se a agendá-las futuramente.

Vale destacar que os reitores da Unicamp e da USP, respectivamente os professores José Tadeu Jorge (presidente do Cruesp) e Marco Antonio Zago faltaram à reunião de negociação de ontem. Pela Unicamp, compareceu o vice-reitor, o professor Álvaro Crosta e pela USP, o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Gilberto Carlotti Júnior. Em momento tão delicado nas estaduais paulistas, as ausências representam uma desconsideração em relação às demandas das comunidades universitárias.

Os trabalhadores da Unicamp cobram a reabertura imediata das negociações e atendimento às nossas reivindicações!

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação e calendário de luta

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Trabalhadores indicaram um conjunto de ações para fortalecer a luta

A Campanha Salarial mal começou e os reitores querem usar a justificativa da crise para arrochar os salários e cortar verbas universitárias.

Na primeira reunião de negociação com o Cruesp, sob a presidência do reitor José Tadeu Jorge, o Fórum das Seis (F6) lamentou que o índice não fosse discutido, dadas as expectativas presentes na comunidade.

Diante da falta de discussão e, talvez, de perspectiva de reajuste, esse ano nossa data-base dá mostras de que para avançarmos teremos que apostar na mobilização.

Dessa forma, nossa Assembleia Geral aprovou, na tarde desta quinta-feira (27), o indicativo de luta proposto pelo Fórum das Seis (F6) “Contra o Arrocho e o Desmonte do Serviço Público”, além de um conjunto de ações para construir e fortalecer nossa unidade. Sendo elas:

  • Fortalecer nossa mobilização realizando reuniões de unidades para debater a data-base e a nossa luta pela isonomia;
  • Convocar Comando de Mobilização para a próxima segunda-feira (02), às 12h, para organização da paralisação contra os cortes de verbas e o contingenciamento;
  • Dia de Paralisação – quarta-feira (04) para protestar contra o contingenciamento e os cortes de verbas – encampar o indicativo do IFCH;
  • Organizar caravana, na próxima quinta-feira (05), em apoio ao Sintusp que sofre ameaças de demissões de dirigentes sindicais e aviso de “despejo” da sede que ocupa há 50 anos. Nesta data ocorre um ato convocado pelos companheiros;
  • Indicar ao F6 que aponte a perspectiva de greve, caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste;
  • Realizar um Dia de Luta, Mobilização e Paralisação de técnico-administrativos, em 16/05 (segunda-feira), data em que acontece a segunda rodada de negociação com os reitores. A proposta é que haja concentração no MASP com passeata até a sede do Cruesp;
  • Convocar Comando de Mobilização para dia 17/05 (terça-feira) para organizar nossa luta, avaliar o andamento das mobilizações nas unidades e debater o indicativo de greve;
  • Convocar Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp no dia 18/05 (quarta-feira) para discutir o resultado da reunião de negociação entre o F6 e o Cruesp e deliberar sobre o indicativo de greve;
  • Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater a situação do orçamento da universidade, os cortes de verbas universitárias, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma de impeachment em curso;
  • Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
  • Elaborar abaixo assinado reivindicando “Isonomia Já!”, reforçando o compromisso não cumprido pelo reitor;
  • Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na universidade que preside o conselho, como tradicionalmente acontecia. Cobrar também que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;

 A assembleia contou com a participação da direção nacional da Fasubra, que tem acompanhado de perto os encaminhamentos da data-base da categoria.

Caravana para a USP

O Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e o anúncio de “despejo” da sede que ocupam no campus há 50 anos.

Os interessados em participar da caravana em apoio ao Sintusp na próxima quinta-feira (05) devem reservar sua vaga, o mais breve possível, com a Secretaria do STU.

Calendário de Mobilização

Além das medidas aprovadas pela categoria, os trabalhadores reafirmaram o calendário de mobilização que já está em curso:

  • 1º de Maio – Dia do Trabalhador
  • 06/05: Audiência Pública – para discutir o projeto de lei nº 399/2015, que pleiteia a extensão do vale alimentação aos aposentados e pensionistas
  • 11/05: Dia de Luta contra o Racismo

Solidariedade Classe

Um representante da fábrica Mabe Eletrodomésticos esteve na assembleia para expor a situação dos trabalhadores que foram demitidos sem pagamento de verbas rescisórias. A empresa mexicana é dona das marcas Continental, GE e Dako e, recentemente, decretou falência como forma de se eximir das responsabilidades dos encargos trabalhistas.

O companheiro informou que a fábrica em Campinas foi desocupada depois de inúmeras pressões sofridas pelos trabalhadores e em Hortolândia por meio de medida coercitiva da Polícia Militar.

Pela situação precária em que se encontram os companheiros, a assembleia expressou solidariedade de classe e o STU se colocou à disposição para fortalecer a luta daquela categoria.

Vale lembrar que, o STU esteve presente em vários atos convocados como forma de manter a unidade na luta.

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Boletim do STU 069/2015

Baixe aqui Boletim 69/2015, de 25 de novembro de 2015.

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porFernanda de Freitas

Assembleia Geral elege delegados ao XIII Congresso

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Votação por tese garantiu mais quatro delegados para o congresso

Nesta segunda-feira (9), os trabalhadores elegeram em Assembleia Geral os últimos delegados ao XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

Após a defesa dos representantes das “Tese 1 – Tá na hora de um sindicato para a categoria – CUT”, “Tese 2 – Unidade e Luta! Construindo o Vamos à Luta Nacional!”, “Tese 3 – Vamos à Luta!”, “Tese 4 – Base de Luta” e “Tese 5 – Alerta Unicamp: Compromisso com os Trabalhadores – CTB” foram apresentados os nomes dos candidatos a delegados que integravam cada um dos grupos e um nome como candidato independente.

Precedida a apresentação, a mesa encaminhou a votação dos candidatos, sendo que: a tese 1 recebeu 6 votos e terá direito a 1 delegado, a tese 2 obteve 13 votos e levará 1 delegado para o congresso e um suplente; a tese 3 garantiu 6 votos e terá direito a 1 delegado, a tese 5 obteve 7 votos e levará 1 delegado para o congresso.

A tese 4 não apresentou candidatura a delegados e uma funcionária se inscreveu como independente e recebeu 1 voto, não sendo possível sua eleição como delegada por não ter atingido o coeficiente eleitoral.

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Representantes das teses apresentam suas propostas à plenária

Essa assembleia encerra o processo de eleição de delegados ao congresso da categoria que contará com 302 delegados e 23 suplentes. O encontro ocorre nesta semana, nos dias 12, 13 e 14 de novembro.

Além das cinco teses, foram apresentadas 10 contribuições que serão debatidas no congresso que tem como principal objetivo organizar a luta da categoria no próximo biênio, dentro e fora da Unicamp.

Na assembleia também foram fornecidos informes sobre a greve dos Petroleiros e a mobilização em defesa das escolas públicas estaduais do Estado de São Paulo intitulada #NãoFecheAMinha.

porFernanda de Freitas

Aprovado o Regimento Interno do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

A assembleia geral realizada nesta quarta-feira (2) aprovou o Regimento Interno do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

Entre as principais deliberações do documento estão: a realização do congresso nos dias 12, 13 e 14 de novembro os parâmetros para eleição de delegados e para a apresentação das teses que serão apreciadas no encontro.

Os trabalhadores também elegeram a Comissão Organizadora que será composta por: Marina Ruiz Cruz (CIS-Guanabara), Iuriatan Felipe Muniz (STU), Roberto Carlos de Souza (STU), Francisco Genézio Lima Mesquita (STU) e Klélia Aparecida Carvalho (IB). Além de um representante de cada tese inscrita.

Confira abaixo o Regimento Interno do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp completo:

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Boletim do STU 049/2015

Baixe aqui Boletim 49/2015, de 20 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 047/2015

Baixe aqui Boletim 47/2015, de 17 de agosto de 2015.

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porFernanda de Freitas

Aplicação imediata da isonomia e fim dos supersalários irão pautar nossa mobilização

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Trabalhadores expressam indignação com os supersalários e o não cumprimento da isonomia

Na assembleia desta quinta-feira (13) a categoria decidiu fortalecer e ampliar a luta pela isonomia dentro da Universidade.

Os trabalhadores debateram muito a situação da Unicamp, principalmente, as questões da mudança de regime (CLT/CLE), supersalários, isonomia e transparência. E frente à determinação do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) de “corte dos salários” que estejam acima do teto remuneratório estadual, a denúncia de dupla matrícula e a não negociação da nossa Pauta Específica; os trabalhadores decidiram que o STU oficialize (documento abaixo) a reitoria cobrando reunião dentro de uma semana para tratar desses assuntos.

Foi aprovada a realização de uma ampla campanha para reivindicar do reitor Tadeu o fim das duplas matrículas e que o valor excedente do teto seja imediatamente revertido em isonomia para os técnico-administrativos, além da revogação da Portaria GR-02 (que estabelece o contingenciamento das contratações).

Os trabalhadores cobram que o gestor se comprometa a não discutir na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) o teto salarial, sem antes resolver a isonomia do piso dos funcionários.

A categoria acredita que é chegado o momento de centrar fogo na mobilização para avançarmos na discussão salarial, já que o cenário econômico da Universidade é financeiramente favorável para arrancarmos nossa isonomia.

Ato com Paralisação

A assembleia indicou a realização de um ato com paralisação na próxima quinta-feira (20), quando vence o prazo do reitor negociar com o sindicato.

Neste dia, vamos reivindicar prioridade na aplicação da isonomia do piso dos funcionários, transparência nas contas extraorçamentárias e que a Unicamp divulgue a composição dos salários da folha de pagamento.

Nossa unidade é extremamente importante para sairmos vitoriosos!

Confira abaixo o ofício do STU protocolado na reitoria hoje à tarde:

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Boletim do STU 046/2015

Baixe aqui Boletim 46/2015, de 13 de agosto de 2015.

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Boletim do STU 45/2015

Baixe aqui Boletim 45/2015, de 10 de agosto de 2015.

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porFernanda de Freitas

Assembleia aprova mobilização por mais recursos na LDO

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Assembleia aprova mobilização em defesa de mais verbas para a Educação

Nesta quinta-feira à tarde (25) os trabalhadores da Unicamp realizaram Assembleia Geral para decidir a participação na mobilização indicada pelo Fórum das Seis.

A categoria aprovou a organização de uma caravana para a manifestação que acontece na próxima terça-feira (30) na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) por ocasião da provável votação da Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) 2016.

É extremamente importante levarmos o maior número possível de funcionários para pressionar os deputados a votarem pela ampliação do repasse do Estado para a Educação Pública Paulista dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS-QPE.

A categoria avaliou que o nível de mobilização, inclusive refletido no tamanho da assembleia, não nos dava condições de aprovar a paralisação, mas apontava pela necessidade de construir uma forte mobilização unificada. Desta forma, indicou que fosse estabelecido contato com a Adunicamp, DCE e Centros Acadêmicos para organização de caravana conjunta.

Também foi aprovado cobrar da reitoria a garantia da liberação dos que fossem para a Alesp, indicando ao STU que encaminhasse, ainda hoje, ofício para garantir a presença de um grande número de funcionários na mobilização. Diante disso, o STU protocolou na reitoria documento solicitando que a mesma garanta que as chefias liberem os funcionários que participarão na mobilização do dia 30 de junho.

De imediato a reitoria concordou com a liberação de todos os funcionários, expressa no despacho do ofício. Desta forma, o sindicato fornecerá comprovante de ida para o funcionário que precisar apresentar documento comprobatório à chefia.

O STU lembra que há a possibilidade de estender nossa pre­sença na Alesp até a noite, pois o horário da votação é incerto. No entanto, apela para que todos compareçam a essa discussão que é de suma importância para a comunidade universidade, já que permitirá a ampliação das verbas orçamentárias.

Inscrição para caravana

Os interessados em acompanhar a votação na Alesp devem se inscrever na Secretaria do STU. O ônibus sairá do estacionamento da Biblioteca Central (BC) na terça-feira (30), às 11h30.

Pauta Específica 2015

A assembleia aprovou que o STU cobre, mais uma vez, da reitoria agenda para negociação da Pauta Específica 2015. As reivindicações foram protocoladas em 8 de junho e até o momento o reitor Tadeu não deu previsão de discussão.

Solidariedade Sindical

A categoria aprovou moção de apoio ao diretor do Sintusp, Marcelo (Pablito) Santos que sofreu perseguição por conta da sua luta em defesa das cotas raciais. Também foi aprovada moção de apoio à sindicalista da CTB-GO, professora Ailma Maria de Oliveira, que foi vítima de prisão arbitrária durante protesto contra terceirização.

Combate ao Assédio Moral

Os trabalhadores fizeram uma rápida avaliação da Audiência Pública sobre Assédio Moral realizada ontem (24) por convocação do Ministério Público do Trabalho.

Os presentes acreditam que a atividade foi positiva e servirá como pontapé inicial para lançarmos uma forte campanha contra essa prática dentro da universidade.

Ofício protocolado pelo STU com aceite da reitoria

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poradmin

Boletim do STU 037/2015

Baixe aqui Boletim 37/2015, de 23 de junho de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Boletim_stu-37final-1.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova pauta unificada de reivindicações 2015

Hoje à tarde (19) os trabalhadores da Unicamp realizaram mais uma rodada de assembleia para discutir a Campanha Salarial 2015.

Foi aprovada, por unanimidade, a Pauta Unificada com destaque para a proposta que reivindica reposição salarial na data-base para docentes e servidores técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, de acordo com o ICV do Dieese, correspondente à inflação do período maio/2014 a abril/2015, mais 3% a título de recuperação parcial de perdas históricas, com nova negociação salarial em setembro/outubro 2015. Isso significa reposição da inflação mais as perdas salariais.

A categoria apresentou algumas considerações à pauta indicada pelo Fórum das Seis, entre elas, a inclusão do item “fim dos super salários, cumprindo a Lei do teto salarial do funcionalismo”.

A assembleia também aprovou:

  • Mobilização da categoria para participação no ato nacional do dia 26 de março em defesa da classe trabalhadora, com a realização de um debate na Unicamp sobre conjuntura;
  • Moção cobrando a retirada das punições da diretora Adriana Stella e a anulação da sindicância;
  • Moção de apoio aos professores da rede estadual paulista que estão em greve;
  • Intensificar o calendário de mobilização com vistas no fortalecimento da luta pela isonomia.

Além disso, a assembleia também aprovou um calendário de luta que incorpora as mobilizações apontadas pela Fasubra e pelo Fórum das Seis.

Calendário de Luta:

  • 23/03, 10 às 15h – Reunião do Fórum das Seis, na sede da Adunesp (Praça da Sé)
  • 24/03, 16h – Reunião com o reitor, na sala do CONSU (com transmissão online).
  • 31/03 – Assembleia Orçamentária do STU
  • 7, 8 e 9 de Abril – Jornada Nacional com Paralisação dos Servidores Públicos Federais (com ampla participação dos trabalhadores das Universidades Públicas) – Fasubra
  • 16/04 – Assembleia Geral (isonomia)
porFernanda de Freitas

Assembleia discute pauta de reivindicação e aprova calendário da isonomia

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Assembleia aprova calendário de lutas pela isonomia

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em Assembleia Geral, hoje (4) à tarde, deram o pontapé inicial para a construção da Campanha Salarial 2015.

Na ocasião foram discutidas as perspectivas de mobilização tendo em vista o recente anúncio do governador Alckmin de ajustes financeiros à custa do arrocho salarial dos servidores públicos. Os trabalhadores não aceitaram que a crise político-econômica, pela qual o país está passando, seja justificativa de impeditivo para a implementação da isonomia e dos avançarmos na discussão sobre reposição das perdas salariais.

Após duas horas de avaliação da conjuntura nacional e dos indicativos do Fórum das Seis, a assembleia deliberou:

  • Indicar ao Fórum das Seis que seja fixado um índice salarial que reivindique a recuperação das perdas salariais somada à inflação acumulada de 2014/2015;
  • Que o STU cobre, novamente, resposta oficial do reitor a respeito da efetivação da isonomia, bem como seus respectivos dados;
  • Que as unidades realizem suas reuniões para debater a Campanha Salarial, o calendário da isonomia e também eleger o membro para o Conselho de Representantes (CR);
  • Aprovar um calendário de lutas que tem como norte a construção da greve caso não se efetive a isonomia com a USP, sem prejuízo de participação no calendário indicado pelo Fórum das Seis para debater as questões da data-base 2015.

Os trabalhadores agendaram para 16 de abril a realização de nova assembleia para discutir o indicativo de paralisação ou de deflagração da greve, com vistas na resposta do reitor Tadeu sobre a efetivação da isonomia, cujo prazo vence em 19 de abril.

Encaminhamentos gerais 

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Trabalhadores indicam nota de repúdio ao calendário do mês da mulher proposto pelo GGBS e apoio ao povo indígena Kariri Xocó

A assembleia aprovou uma nota de repúdio ao calendário do Dia Internacional da Mulher proposto pela Unicamp que tem como tema “Afinal, o que querem as mulheres?”.

A iniciativa encampada pelo GGBS propõe ações totalmente desconectadas às lutas das mulheres porque indicam atividades com temática como “A Mulher e o Amor”, Minicurso de Auto Maquiagem, Minicurso de Moda no Ambiente de Trabalho e Feira da Beleza.
Essas atividades reforçam preconceitos e estereótipos extremamente machistas que vão de encontro à pauta feminista por melhores condições de trabalho, equiparação salarial com os homens, mais vagas na creche, combate a toda forma de violência etc. A assembleia defende que a discussão proposta pelo GGBS está ultrapassada porque as mulheres querem mais do que se embelezar. Sua luta é por um mundo justo, igualitário e sem exploração e opressão.

A assembleia também aprovou, por unanimidade, a Moção de Apoio ao Povo Kariri Xocó que vive no município de Porto Real do Colégio, em Alagoas (AL) e que está mobilizado pela “reintegração de posse” de suas terras já regulamentada há anos. Os indígenas reivindicam que os posseiros e fazendeiros, que perderam em última instância o direito de posse na Justiça, desocupem imediatamente as terras.

Plenária Fasubra

A assembleia geral aprovou a indicação de quatro trabalhadores para participarem da Plenária da Fasubra, que ocorrerá neste fim de semana.

A comissão será composta por um representante de cada coletivo que compõe a diretoria do STU, bem como seu respectivo suplente. Os coletivos são “Alerta Unicamp – Compromisso com o Trabalhador”, “Vamos à Luta”, “Apesar de Você” e “Lutar Pra Valer”.

Calendário de Lutas

  • 06/03 – Ato Nacional contra a EBSERH e em Defesa dos Hospitais Universitários da Fasubra (Rio de Janeiro/RJ)
  • 07/03 – Ato do Dia Internacional de Luta das Mulheres (Campinas/SP)
  • 07 e 08/03 – Plenária da Fasubra
  • 10/03 – Reunião da Comissão de Aposentados das Três Universidades Paulistas (Piracicaba/SP)
  • 19/03 – Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp
  • 31/03 – Ato dos Aposentados contra as Medidas do Governo Federal – MP’s (Piracicaba/SP)
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Assembleia aprova foco na paralisação e ato no Consu dia 25

Na sexta-feira (7) os trabalhadores da Unicamp fizeram uma paralisação organizativa para preparar o dia de manifestação no Conselho Universitário (Consu) no dia 25 de novembro. Seguindo orientação do STU, várias unidades fizeram a discussão da mobilização e da organização da paralisação do dia 25.  Também discutiram a proposta de realização de paralisações semanais até o dia da manifestação.

Na assembleia realizada no período da tarde prevaleceu a a proposta de centralidade para o dia 25. A indicação é construir um processo de agitação e organização para chegar à data chave com a categoria mobilizada e unificada em torno da bandeira da isonomia, com a perspectiva de um grande ato.

No dia 27 acontece nova reunião de negociação com a reitoria. A assembleia solicitou antecipar a reunião para 10 horas, para que os trabalhadores possam acompanhar a negociação, que deverá ter transmissão pela web.

A próxima assembleia ficou marcada para o dia 28, ao meio-dia, para avaliar o resultado da negociação.

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp decidem que a greve continua

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Movimento grevista aprova continuidade da greve que completa 98 dias nesta quinta-feira (28)

 

assembleia_greve_28_08_14Os trabalhadores em greve da Unicamp decidiram, em assembleia geral na tarde desta quinta-feira (28), pela continuidade da greve unificada, com 302 votos a favor e 261 contra.

A categoria defende a manutenção da greve porque houve pouco avanço nas propostas apresentadas pelo reitor da Unicamp, Tadeu Jorge, mesmo diante da contraproposta apresentada pelos trabalhadores à reitoria.

Os funcionários técnico-administrativos da Unicamp apresentaram a contraproposta que reivindica:

 

  • Abono (21% sobre os salários de ativos e aposentados, descontado o IR);
  • Uma referência para todos os servidores (acréscimo salarial de 5%);
  • Efetivação da segunda etapa do processo de isonomia (três referências para todos os pisos, conforme compromisso assumido pelo reitor em julho/13);
  • Vale-refeição;
  • Calendário de discussão do restante da Pauta Específica 2014;
  • Negociação da pauta da DEdIC (Sistema Educativo) e implementação imediata da Lei 11.738/2008 (Lei do 1/3).

 

Vale lembrar que o movimento unificado (Unicamp, USP e Unesp) reivindica 10% de reajuste salarial, entre outros itens que compõe a Pauta Unificada 2014. Entretanto, os reitores apresentaram, em quatro reuniões de negociação, zero de reajuste. Os trabalhadores justificam que 0% não é proposta para negociação na data-base, por isso, seguem em greve.

Na próxima quarta-feira, 3 de setembro, ocorre mais uma rodada de negociação entre o Fórum das Seis – entidade que congrega as entidades das três universidades – e o Conselho de Reitores (Cruesp). Nesta data será realizado um ato unificado da comunidade universitária da Unicamp, USP e Unesp.

Os trabalhadores da Unicamp defendem que é preciso intensificar a mobilização e a unidade com as entidades do Fórum das Seis para derrotar a intransigência dos reitores, o ataque à universidade pública e cobrar o reajuste na data-base.

 

AGENDA DA LUTA

29/08 (sexta-feira), às 10h, no Ciclo Básico

  • Comando de Greve do STU

02/09 (terça-feira), 16h, na Praça do Relógio da USP

  • SOS USP – Em defesa da Universidade Pública (organizado pela Comissão de Mobilização da Adusp)

03/09 (quarta-feira), 13h, na Praça do Relógio da USP

  • Ato Estadual Unificado (passeata do MASP até a sede do Cruesp)

 

porFernanda de Freitas

17/07 – Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp mantém greve

Decisão de prosseguir com a greve foi aprovada por ampla maioria dos trabalhadores que repudia o congelamento dos salários mantido pelo Conselho de Reitores

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Trabalhadores decidem manutenção da Greve (Beeroth de Souza)

Na manhã desta quinta-feira (17), a assembleia geral dos Trabalhadores aprovou a continuidade da greve na Unicamp, que completou 56 dias. A decisão ressalta a indignação da categoria diante da reunião de negociação ocorrida ontem (16), entre o Fórum das Seis e o Conselho de Reitores (Cruesp), onde foi apresentado mais um zero de reajuste salarial.

A avaliação dos presentes é que a greve está crescendo, apesar da Unicamp intimidar os trabalhadores e processar o STU sob o falso pretexto de que a greve tem impedido o serviço na área hospitalar. Bem como, garantir liminares jurídicas em unidades importantes, como o Bandejão, Restaurante Administrativo etc.

A categoria também aprovou indicar ao Fórum das Seis que delibere para as entidades que compõe o coletivo (sindicatos, diretórios centrais e associações de docentes) que iniciem as discussões sobre a Pauta Específica em suas respectivas universidades. Tal medida não deve comprometer o objetivo principal que é a reivindicação do reajuste salarial, tão pouco, a ampliação do movimento grevista nas três universidades paulistas.

Também foi indicado que o movimento grevista acompanhe as discussões sobre o processo de revisão do Estatuto da universidade, que está sendo proposto pelo Grupo de Trabalho (GT) criado pela reitoria sem discussão com a categoria e, muito menos, com as entidades do campus.

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Categoria responde ao 0% com mais greve na universidade

Os trabalhares também ressaltaram a importância de garantir, durante a discussão da Pauta Específica, a isonomia entre os trabalhadores da Unicamp e Funcamp, cobrando, inclusive, a unificação da data-base dos funcionários Funcamp.

Por fim, a assembleia deliberou que o STU deve fortalecer os laços com a Adunicamp e o DCE para garantir a ampliação da paralisação no segundo semestre letivo.

Amanhã (18) tem Comando de Greve para organizar as ações do movimento grevista. Será às 14h, no Ciclo Básico.

 

Pauta de Reivindicações dos Trabalhadores da Unicamp

  • Antecipação da isonomia já na data-base 2014;
  • Implementação das 30 horas/semanais na Área da Saúde;
  • Implantação do vale refeição;
  • Garantia e calendário da 2ª etapa da Mudança de Regime;
  • Carreira;
  • Extensão do auxílio alimentação para os aposentados;
  • Isonomia com a Unicamp para os trabalhadores da Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (FUNCAMP);
  • Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
  • Cumprimento da Súmula nº 444 do TST, que prevê pagamento em feriados e folgas para plantonistas;
  • Mais vagas nas creches.

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores da Unicamp aprovam greve

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Em resposta ao congelamento dos salariais funcionários técnico-administrativos decidem em assembleia realizada hoje à tarde (22) pela greve nesta sexta-feira

 

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Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia na tarde desta quinta-feira (22) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

A paralisação começa amanhã (23) e o motivo é o congelamento dos salários neste ano decidido pelo Conselho de Reitores (Cruesp) das três universidades paulistas: Unicamp, USP e Unesp.

A decisão de greve dos funcionários técnico-administrativos da Unicamp foi votada hoje em assembleia com a presença de centenas de trabalhadores na Praça da Paz. Duas propostas foram apresentadas à categoria: greve ainda hoje ou a partir de amanhã. A maior parte da categoria decidiu pela greve amanhã para organizar melhor a luta.

Para a coordenadora geral do STU, Margarida Barbosa, “a assembleia foi bem representativa e a expectativa é sairmos vitoriosos desta greve. Mas não podemos esquecer que o desafio será grande e nem perdermos de vista a importância do fortalecimento da mobilização para conquistarmos nosso índice”.

Em reunião realizada ontem (21), o Cruesp ofereceu aos trabalhadores e docentes “zero de reajuste”. Os funcionários não aceitam zero outra vez e respondem com greve!

“A postura do Cruesp foi lamentável. Agora nosso objetivo é mobilizar os trabalhadores em suas unidades e organizar o Comando de Greve para que na próxima segunda-feira nosso movimento atinja o auge”, explica a coordenadora geral.

assembleia_greve2_22_05_14O índice reivindicado pelos trabalhadores e docentes das três universidades estaduais é de 10% e leva em conta a recomposição salarial em razão das perdas inflacionárias. Os reitores decidiram pelo congelamento dos salários quando, no caso da Unicamp, há sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhão. O que significa que a crise financeira não é verdadeira.

A diretora do STU, Marina Rebelo também acredita que “será uma greve grande e muito forte, pois a categoria se mostra muito indignada e coesa na luta para derrubar o zero do Cruesp. Sem dúvida será uma greve difícil, pois os reitores já demonstraram, marcando a próxima reunião de negociação para setembro, que não tem disposição de diálogo. Mas temos a certeza que arrancaremos a vitória com luta e unidade da categoria”.

Ainda hoje (22) a diretoria do STU se reúne para discutir a organização do movimento e a recepção dos grevistas amanhã pela manhã.