Arquivo diário 14 de abril de 2023

porFernanda de Freitas

Assembleia Orçamentária 2023

Atualização: 18/04/23 – 9h55

Dia 28/04 (sexta-feira), às 12h, na sede do STU, vai acontecer uma Assembleia Estatutária Orçamentária para debater com os/as associados/as do Sindicato a situação financeira da entidade.

Vamos aprovar o balanço financeiro 2022 e a proposta orçamentária para 2023.

Associado/a, a sua participação na assembleia é fundamental!

Confira os documentos que serão debatidos e votadas nesta assembleia:

Balancete – Janeiro a Dezembro/2022 [CLIQUE AQUI]

Parecer do Conselho Fiscal – Exercício Jan-Dez/2022 [CLIQUE AQUI]

Proposta Orçamentária 2023 [CLIQUE AQUI]

porFernanda de Freitas

Tom Zé está incomodado com a nossa mobilização

A Paralisação com Ato, aprovada em assembleia e realizada quarta passada (12), foi importante no enfrentamento à postura intransigente do reitor Tom Zé.

No ato, os/as trabalhadores/as formaram uma comissão que foi até o evento onde o reitor estava: porque se ele não vem dialogar, nós vamos até ele buscar negociação.

Na abertura do evento, os/as manifestantes levantaram seus cartazes escritos “Hoje é Dia de Paralisação”.

A intervenção do Magnífico Reitor se posicionando contra a manifestação e, novamente, se recusando a agendar reunião sob a justificativa de que deveríamos procurar o chefe de gabinete da reitoria, causou indignação na categoria.

Tom Zé atacou o movimento sugerindo que somos uma minoria antidemocrática: “…Democracia significa, antes de tudo, ser capaz de construir maiorias e consensos. As pessoas deveriam estar preocupadas com isso: qual é a capacidade efetiva de construir maiorias e consensos? E não só realizar atividades que representam movimentos legítimos, mas que não são capazes de construir maiorias e consensos”.

Por conta da fala desrespeitosa do reitor os/as manifestantes solicitaram espaço para intervenção em nome dos/as trabalhadores/as presentes no ato.

O que ele ignora é que o protesto foi aprovado em assembleia, a mais importante instância deliberativa da categoria, depois do congresso estatutário.

Curioso é que até o Instituto Rouanet convidado pelo evento e representado pela diretoria executiva, Adriana Rouanet, filha de Sérgio Paulo Rouanet, inspiração para a Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, reconheceu a legitimidade democrática do nosso movimento. Em post publicado nas redes sociais eles registram que as nossas repre-sentantes usaram “seu direito democrático à liberdade de expressão”.

O ato foi a expressão de uma categoria descontente com as posturas antidemocrática e evasiva do reitor que se recusa a negociar.

Ao contrário do que prega o reitor, nosso protesto não quer desmoraliza-lo perante a comunidade acadêmica, tão pouco manchar a imagem da Unicamp ,como a reitoria diz.

Queremos diálogo democrático

Queremos e merecemos tratamento digno e valorização pelos serviços prestados à Universidade. Por isso, cobramos 26% de reajuste, pagamento de abono, vale refeição justo, auxílio saúde, elevação dos pisos médio e superior e isonomia.

Não para falir a Unicamp, mas para repor perdas salariais acumuladas desde maio/2012.
Nossa paralisação foi para cobrar a nossa pauta e expressar descontentamento com a política de arrocho salarial. Mas pelo visto conseguimos incomodar o reitor Tom Zé!

Uma pena que o desconforto dele não é igual ao que sentimos em nossos bolsos, mas sinaliza que estamos no rumo certo.

Apesar da contrariedade do reitor, a paralisação foi positiva e a mesa diretora do evento se colocou a disposição do sindicato para aprofundar o debate sobre a Universidade que queremos construir.

Por que cobramos 26% de forma única?

Em assembleia realizada dia 30/03, aprovamos o índice de 26% de reajuste em parcela única, diferente do Fórum das Seis que propõe o pagamento de uma parcela em maio e outra no 2º semestre.

Nossa categoria defendeu que é urgente a reposição da inflação que corrói assustadoramente os nossos salários.

Cruesp agenda reunião

Terça-feira (11), o Fórum das Seis protocolou a Pauta Unificada de Reivindicações 2023, acesse no nosso site.

Dias depois, o Cruesp agendou reunião da equipe técnica da área financeira com o Fórum, para 12/05. E dia 18/05 deve ocorrer a primeira negociação entre o Fórum e o Cruesp.

Precisamos seguir mobilizados para que neste dia haja negociação de fato com apresentação de proposta salarial da parte dos reitores.

porFernanda de Freitas

Assembleias vão eleger delegados/as para o XXIV Congresso da Fasubra

Nesta semana teremos as assembleias que vão eleger os/as delegados/as para o XXIV Congresso da Fasubra “Defender a Democracia e Avançar nas Conquistas”.

As assembleias acontecem de 17 a 20/04, nos campi de Limeira, Campinas, Piracicaba e Paulínia, com pauta sobre “Informes Gerais” e a “Eleição de Delegados/as para o XXIV Confasubra”.

Pode participar o/a trabalhador/a ativo/a, aposentado/a, pensionista e terceirizado/a da Unicamp mesmo não sendo filiado/a ao STU.

Sua participação vai contribuir para elegermos uma delegação grande e forte que vai nos representar em Brasília.

Agenda de Assembleias

  • 17/04 (segunda-feira) – 12h: Campus de Limeira (Pátio Central)
  • 18/04 (terça-feira) – 12h: Campus de Campinas (Praça da Paz)
  • 19/04 (quarta-feira) – 10h: Campus de Piracicaba (Pátio Central)
  • 20/04 (quinta-feira) – 10h: Campus de Paulínia (Refeitório CPQBA)

Rumos da luta nacional

O Congresso da Fasubra acontece de 17 a 21/05, em Brasília-DF, onde será debatido e decidido o plano de lutas, as formas de organização dos/as trabalhadores/as e o posicionamento da Fasubra diante da defesa da educação.

Também será atualizado o estatuto da entidade e será eleita a Direção Nacional da Fasubra e o Conselho Fiscal.

De acordo com a Fasubra, 10 teses foram inscritas para o congresso, as quais reúnem as principais ideias e propostas para os rumos da federação, acesse os documentos no site [www.fasubra.org.br].

O Confasubra é o maior e mais importante congresso da Fasubra (Federação de Sindicato de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Superior Públicas do Brasil), à qual o STU é filiado.

Venha e convide seus/suas colegas de trabalho para participar!

porFernanda de Freitas

Discussão sobre implantação do Vale Refeição avança

Quinta-feira passada (13) teve a reunião entre a reitoria e os/as conselheiros/as Consu representantes dos/as funcionários/as, onde foi discutida a minuta dos/as conselheiros/as referente à concessão do Vale Refeição (VR).

A proposta do ofício do sindicato, que converge com a proposta dos/as conselheiros/as PAEPE, descarta os descontos em caso de férias, licenças, faltas, afastamento etc.

Para a reitoria, pagar o VR em licenças desvirtua o objetivo do benefício que é oferecer subsídio para as refeições, podendo “conflitar” com as regras do auxílio alimentação, que é pago mesmo na ausência do/a funcionário/a.

Diferente da proposta da reitoria, de descontar 20% do valor recebido por mês, defendemos o não desconto dos 20% e a proposta dos/as conselheiros/as de pagar R$ 1.00/mês, para seguir a legislação.

A nossa proposta leva em consideração o preocupante comprometimento do orçamento familiar da categoria com a margem de consignado e com o alto custo de vida.

Os/As conselheiros/as reforçaram que a defasagem salarial pesa no bolso da categoria e precisa ser amenizada.

Diante dos argumentos, a reitoria se propôs a analisar uma proposta que pudesse compor as reivindicações dos dois lados para que haja acordo.

Pressão pelo fim dos descontos

O chefe de gabinete da reitoria, Paulo César Montagner, aproveitou para esclarecer que a minuta da reitoria considera as especificidades dos/as profissionais da Saúde e de quem tem gratuidade no bandejão, por exemplo.

O assessor reafirmou que, salvo algum “contratempo”, a reitoria se compromete que o vale seja implantando em 1º de maio próximo.

Reconhecemos que o VR é uma conquista histórica e, apesar do avanço na discussão sobre a mudança na forma de custeio, o STU segue defendendo que o VR seja pago mesmo em licenças e que o custeio seja de R$ 1,00/mês para a categoria.
É a reta final desta negociação e precisamos nos manter mobilizados para barrar qualquer desconto que comprometa o nosso salário.

REItor não quer ser contrariado
O reitor utilizou um longo período da reunião do Consu para expressar o seu descontentamento com o ato realizado pela categoria num evento em ele participava.

O protesto era parte da nossa paralisação ocorrida quinta-feira passada (12).

Vamos seguir organizando manifestações legítimas enquanto a reitoria continuar ignorando se recusando a negociação a nossa Pauta Específica com o STU.