Categoria Não-classificado

porFernanda de Freitas

Comissão Eleitoral aprova as chapas que concorrem ao pleito do STU

A Comissão Eleitoral do STU homologou ontem (18) as cinco chapas que concorrem à eleição para a diretoria do STU.  Sendo: Chapa 1 – Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base; Chapa 2 – Alerta Unicamp; Chapa 3 – Apesar; Chapa 4 – Vamos à Luta! e Chapa 5 – STU para Todos: Unidade e Luta CUT.

As eleições para diretoria do STU acontecem nos dias 8, 9 e 10 de abril. A diretoria será eleita de forma proporcional, direta e qualificada entre as chapas inscritas, que obtiverem no mínimo 10% dos votos válidos escolhidos de forma secreta pelos seus associados em dia com as obrigações estatutárias.

Esse é um momento democrático de máxima importância para a entidade, por isso, é fundamental que todos compareçam às urnas.

Confira abaixo os candidatos de cada chapa e suas respectivas unidades:

 

 

CHAPA 1 – LUTAR PRA VALER – INDEPENDÊNCIA E DEMOCRACIA NA BASE

MARINA REBELLO TAVARES AEL
ADRIANA CRISTINA DE TOLEDO STELLA IMECC
DANILO MELLO NEGRETI CAISM
MARIA EDITH DE ALMEIDA CAISM
JOSÉ VITÓRIO ZAGO IMECC
OSVALDO HENRIQUE FERRAZ DE SALLES RU
JOSÉ HENRIQUE FARIA DGA
GERUSA DE LIMA TANAKA APOSENTADA
SANDRA AP. DE ALMEIDA RAMOS CDC
ANTONIO ALVES NETO PRDU
RAFAEL OLIVEIRA JORGE CCUEC
ANTONIO CARLOS LUIS PLANTA FÍSICA
CIVALDO PAULO GOMES HC
TAIGOR RAMOS PINTO MARTINO FE
ELIANA DE OLIVEIRA MARTINS CAISM
JAMILSON CONCEIÇÃO ALVES FCM
ANTONIO BENEDITO SANTOS IFCH
GILBERTO ROSA JUNIOR DGA
GUSTAVO HENRIQUE SAMPAIO ARAUJO DGA
DAISY MARIA SILVA APOSENTADA
ROBERTA MOURA BOTELHO IEL
MARLI R. ARMELIN CAS – DEDIC
WILSON H. KAWAI IEL
ESTER LOPES DIAS IMECC
FELIPE ALVES DA SILVA BC
RITA DE CÁSSIA CARDOSO DE LIMA CDC
ANA MARIA MARTINS APOSENTADA

 

ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICAMP (ASSUC)

MARINA REBELLO TAVARES AEL
ADRIANA CRISITNA DE TOLEDO STELLA IMECC
DANILO MELLO NEGRETI Caism

 

COMISSÃO ELEITORAL

ANTONIO ALVES NETO

 

 

 

CHAPA 02 – ALERTA UNICAMP

MARGARIDA BARBOSA CAISM/GINECO
JOÃO RAIMUNDO MENDONÇA DE SOUZA FE/Sec. Extensão
MARCILIO VENTURA CCS
ELISABETH CARDOZO IB/SERDIB
SILVIA ANTONIA FIGUEIREDO PEREIRA DEDIC
LUIZ MANOEL DA SILVA FT
JOSÉ APARECIDO CALDERARO Siarq
GISLAINE APARECIDA DO CARMO Escolta
BEEROTH DE SOUZA FEF/INFORMAT
MARCIO ROBERTO DO CARMO HC/CC
DORA CÉLIA SIMPLÍCIO CC/AMB.
MARIA DO CARMO BARATELA HC
ELAINE DA COSTA ALVES HC/Raio X
ALDO GOMES SANTOS Gráfica
JOEL GOMES DE SOUZA Vigilância
CLEUSA LEITE DE CAMPOS SCHETINI IFCH/GRÁFICA
CLAUDIO BRASILEIRO DE ALBUQUERQUE FOP
ISAURA MODESTO HC/Nutrição
APARECIDA FÁTIMA DOS SANTOS HC/Portaria
HILDA PIRES FERREIRA HC
ANTONIO CARLOS DOS SANTOS CPQBA
NAILDA DA CONCEIÇÃO MELO HC/C. Material
JOÃO PAULO RIBEIRO Cemeq
MACIEL DE ANDRADE HC/Ortopedia
LUIZ GONZAGA DE CARVALHO Aposentado
ZILDA OLIVEIRA FARIAS DEDIC
ALTAMIRO JOSÉ DA SILVA Casa do Lago

 

ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICAMP (ASSUC)

JOÃO RAIMUNDO MENDONÇA DE SOUZA FE
MARCILIO VENTURA CCS
MARGARIDA BARBOSA Caism

 

COMISSÃO ELEITORAL

ELISABETH CARDOZO

 

 

 

CHAPA 3 – APESAR

FRANCISCO GENÉZIO LIMA DE MESQUITA IA
ROBERTO CARLOS DE SOUZA GGBS
CONCEIÇÃO APARECIDA DA SILVA IB
RENATA LOPES PRATES SIC
JOSÉ CARLOS DE LARA Vigilância
MARIA DE FÁTIMA FERREIRA MORAES DEDIC
LAÉRCIO DONIZETE DE MELO HC/SEAAC
DAVID ANTONIO SILVA HC/LPC
DALVA CONCEIÇÃO GOMES HC/LPC
ANTONIO CARLOS MACHADO DE CAMPOS CCUEC
ADILTON DORIVAL LEITE CAISM
MARIA RITA ULBRICHT SALOMÃO HC/LPC
ISABEL TOMAZIO DE OLIVEIRA IFCH
KÁTIA DOS SANTOS LARA ROMEO RTV
MARCELO COUTINHO DE PAULA IQ
CATARINA COMOLI MOURA REST/Aposentada
RENATA APARECIDA FERREIRA Caism
CLAUDIO JOSÉ SERVATO Cemeq
AMÉRICO GARCIA FILHO RTV
JOÃO BATISTA MARQUES PRG
JOÃO DANIEL DE MOURA FCM/CIPED
JOSÉ RODRIGUES DE OLIVEIRA GGBS
SILVANA AFFONSO FERNANDES PINHEIRO GGBS
JEFFERSON BUENO Vigilância
HOSANA DE BARROS Meio Ambiente
ADILSON RODRIGUES DA CRUZ Cecom
ELIAQUIM RODRIGUES DA ROCHA SPCL/Limeira

 

ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICAMP (ASSUC)

JOÃO DANIEL DE MOURA FCM
CLAUDIO JOSÉ SERVATO Cemeq
CATARINA COMOLI DE MOURA Aposentada

 

COMISSÃO ELEITORAL

FRANCISCO GENÉZIO LIMA DE MESQUITA

 

 

 

CHAPA 4 – VAMOS À LUTA!

IURIATAN FELIPE MUNIZ CECOM
DIEGO MACHADO DE ASSIS IQ
DANIELLE IWAMURA BRANDEMBURGO CONSOLINO CEB
PAULO EDUARDO DE LIMA GOUVEIA CLE
REGINALDO ALVES DO NASCIMENTO IFCH
VALÉRIO FREIRE PAIVA ASCOM
RICARDO VIEIRA CIOLDIN IFCH
MARCIO MASSAMITSU OTA FEEC
TEOFILO DE SOUZA CARMOS REIS CLE
REGINALDO CESAR GOMES HC
DANIEL MONTE CARDOSO IFCH
ANTONIO CARLOS ROCHA IEL
PATRICIA ROCHA LEMOS IFCH
ELISABETE DE JESUS REIMÃO HC
ELIANA LELIS PALHARES HC
FELIPE MONTE CARDOSO FCM
RIVALDO DE SOUZA OLIVEIRA CEMIB
ALINE GONÇALEZ HC
LUIS HENRIQUE GONZAGA RIBEIRO IB
LUIZ HENRIQUE PESCE TADEU RTV
MADALENA SILVA SANTOS HC
FERNANDA SOUZA FIGUEIREDO IEL
ALESSANDRA CRISTINA DE SANTANA HC
ALOISIO OLIMPIO CAISM
FABRICIO LEME BORGES DAC
NEIDE DOS SANTOS HC
CRISTIAN ROGERIO ASSOLINI DGA

 

ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICAMP (ASSUC)

PAULO EDUARDO DE LIMA GOUVEIA CLE
DANIELLE IWAMURA B. CONSOLINO CEB
IURIATAM FELIPE MUNIZ CECOM

 

COMISSÃO ELEITORAL

PAULO EDUARDO DE LIMA GOUVEIA

 

 

 

CHAPA 5 – STU PARA TODOS – UNIDADE E LUTA – CUT

RONALDO LUIS DE ALMEIDA DGRH/CIPA
GERALDO DANIEL ALVES BOSSO PREAC
MARIA RENILCE PEREIRA BARBOSA GALVÃO HC/RAIO X
MARIA ANGELICA PAULINO FCM/CCI
UZIAS RIBEIRO DO NASCIMENTO VIGILANCIA
JORGE LUIZ FLORENCIO FCA
APARECIDA DO CARMO MIRANDA CAMPOS HC/SS
ROGERIA ELIAS MALAQUIAS CAISM/SAME
GERALDO JOSE CAMARGO Casa do Lago
JOÃO BATISTA FABRIN NETO IB
DAISY APARECIDA MIRANDA CAISM/RECEPÇÃO
SILVIO JOSE FERNANDES IFGW
MIRIAM SUSANA LOCATELLI MARQUES DA SILVA CECOM
MANOEL VICENTE C. FEITEIRO HC/LAB AIDS/FUNC
ANTONIO QUIRINO CORREIA VIGILANCIA
JOSE ALFREDO B. STEFANINI CEMEQ
JOSE PEDRO DA SILVA IB/MANUT
RAIMUNDO NONATO F. TEIXEIRA VIGILANCIA
CLAUDINEI DE OLIVEIRA VIGILANCIA
DANILO LEANDRO LOPES. SANCHES HC/RAIO X
LUIZ ANTONIO FERREIRA VITORIO CCUEC
ADRIANA APARECIDA AGOSTINHO HC/SS
ELIZABETH FREITAS SILVA FEA
ANTONIO OLIVEIRA BISPO IQ
MARCIA BENEDITA DE OLIVEIRA FE
SIRZEDE MARCELO AGOSTINHO FILHO Prefeit/Restaur.
ANA MARIA DE SOUZA HC/DSG

 

ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICAMP (ASSUC)

ANTONIO DE PADUA ILANES APOSENTADO
IZABEL APARECIDA VIEIRA HC/CC
RONALDO FONSECA PEREIRA HC/RAIO X

 

COMISSÃO ELEITORAL

RONALDO LUIS DE ALMEIDA

 

porFernanda de Freitas

Nesta quarta-feira (19) tem Assembleia Orçamentária

Amanhã (19), às 12h, no Ciclo Básico (sala CB-01), acontece a Assembleia Orçamentária do Conselho Fiscal. Na ocasião serão apresentados o Balancete e parecer do Conselho Fiscal Sindicato no período de janeiro a dezembro do ano passado.

A prestação de contas faz parte da obrigação estatutária do STU, por isso, é necessária a participação de toda a categoria.

Vale lembrar que os membros do Conselho Fiscal já analisaram e aprovaram os documentos emitidos pela contadoria do Sindicato.

Acesse o Balancete 2013.

porFernanda de Freitas

CR se reúne nesta terça-feira (18)

Hoje, terça-feira (18), das 14 às 17h, no Instituto de Estudos da Linguagem/IEL (sala CL-10) tem reunião do Conselho de Representantes (CR) do STU.

O objetivo do encontro é discutir a mobilização da categoria frente às eleições para diretoria do Sindicato, além das atuais demandas do CR.

 

porFernanda de Freitas

Comissão Eleitoral sorteia número das chapas

comissão_eleitoral_12_02_14_ferdefreitas

Comissão Eleitoral reúne-se com membros das chapas

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

A Comissão Eleitoral reunida ontem (12) realizou o sorteio das chapas que concorrem às eleições da Unicamp.

Na ocasião estavam presentes os representantes das cinco chapas inscritas ao pleito.

Pela ordem do sorteio as chapas passam a ser:

  • Chapa 1 – Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base;
  • Chapa 2 – Alerta Unicamp;
  • Chapa 3 – Grupo Apesar;
  • Chapa 4 – Vamos à Luta!;
  • Chapa 5 – STU para Todos: Unidade e Luta CUT.

Na próxima segunda-feira (17), às 12h15, na sede do STU, acontece mais uma reunião da Comissão Eleitoral.

poradmin

Boletim 005/2014

Baixe aqui o Boletim 005/2014, de 12 de Fevereiro de 2014.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2014/02/BoletimSTU_12022014final.pdf” language=”pt_BR”]

porFernanda de Freitas

Comissão Eleitoral verifica as inscrições da chapa e marca nova reunião para quarta-feira (12/02), às 12h15, no STU

comissão_eleitoral2_11_02_14_ferdefreitas

Guilherme Righetto, presidente da Comissão Eleitoral

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Comissão Eleitoral tem primeiro dia de trabalho intenso, com verificação dos nomes dos candidatos inscritos e oficialização das irregularidades às chapas. Nova reunião acontece amanha (12), às 12h15, na sede do STU.

A Comissão Eleitoral, reunida nesta terça-feira (11), elegeu Guilherme Righetto Lopes (DGA), membro dos Coletivos “Vamos à Luta Juntos” e “CSP Conlutas”, como presidente da comissão que irá coordenar as eleições do STU. Estiveram presentes na reunião: Celso Ribeiro, do Coletivo CUTista;  Alice Cherubim e Érgio Antônio Moscatini Schetini (suplente), pela Alerta Unicamp; Ricardo Pereira, também pelos coletivos “Vamos à Luta Juntos” e “CSP Conlutas” e Guilherme Rebechi, pelo grupo “Vamos à Luta!”.

Pela ordem de apresentação na Secretaria do STU foram inscritas as chapas “STU para Todos: Unidade e Luta CUT”, “Alerta Unicamp”, “Lutar pra Valer – Independência e Democracia na Base”, “Grupo Apesar” e “Vamos à Luta!”.

A Comissão Eleitoral verificou a regularidade de cada inscrição, bem como a elegibilidade de cada inscrito. De acordo com o Regimento Eleitoral, as irregularidades existentes nas inscrições terão prazo de cinco dias úteis para que sejam sanadas. A Comissão Eleitoral, em 24 horas, irá comunicar por escrito as chapas envolvidas para que sejam resolvidas as situações com objetivo de encaminhar a homologação ou não da inscrição.

As chapas devem conter 27 candidatos a diretores, sendo no mínimo 30% de mulheres, além de três candidatos à diretoria da ASSUC. De acordo com a averiguação, todas as chapas atingiram o percentual recomendado.

Os próximos passos da Comissão Eleitoral serão o sorteio da ordem das chapas, a elaboração do cronograma de debates e a definição dos locais e horários de votação, entre outras ações. Está prevista a convocação dos representantes das chapas para comparecer à próxima reunião da Comissão Eleitoral, que será amanhã (12), às 12h15, na sede do sindicato.

As eleições para diretoria do STU acontecem nos dias 8, 9 e 10 de abril. A diretoria será eleita de forma proporcional, direta e qualificada entre as chapas inscritas, que obtiverem no mínimo 10% dos votos válidos escolhidos de forma secreta pelos seus associados em dia com as obrigações estatutárias.

comissão_eleitoral_11_02_14_ferdefreitas

porFernanda de Freitas

Cinco chapas concorrem à eleição do STU

Texto e Fotos: Fernanda de Freitas

Nesta sexta-feira (7), encerraram-se as inscrições para a eleição da diretoria do STU. Cinco chapas foram apresentadas para concorrer ao pleito, sendo elas dos seguintes coletivos: “CUTista”; “Alerta Unicamp”; “Vamos à Luta Juntos e CSP Conlutas!”; “Grupo Apesar” e “Vamos à Luta!”

Na próxima terça-feira (11) à tarde está prevista uma reunião com a Comissão Eleitoral que coordenará as atividades da eleição.

Confira abaixo as fotos de acordo com a ordem de inscrição:

chapa_cut_2014

Coletivo CUTista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

chapa_alerta_2014

Coletivo Alerta Unicamp

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

chapa_val-juntos_2014

Coletivos Vamos à Luta Juntos! e CSP Conlutas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

chapa_apesar_2014

Grupo Apesar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

chapa_val_2014

Coletivo Vamos à Luta!

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores elegem Comissão Eleitoral e aprovam regimento das eleições

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Na assembleia realizada nesta tarde de quarta-feira (5), os trabalhadores da Unicamp aprovaram o Regimento Eleitoral e elegeram os cinco membros da Comissão Eleitoral, órgão responsável por coordenar as eleições para a diretoria do sindicato.

Trabalhadores comparecem à urna para para fortalecer a luta sindical

Trabalhador@s comparecem à urna para fortalecer a luta sindical

Quatro chapas se inscreveram para compor a Comissão Eleitoral, sendo elas: Chapa 1 – Alerta Unicamp; Chapa 2 – Coletivo CUTista da Unicamp; Chapa 3 – Vamos à Luta! e Chapa 4 – Lutar Pra Valer!.

Setenta associados compareceram à urna para votar pela:

  • Chapa 1 – Alerta Unicamp: 19 votos
  • Chapa 2 – Coletivo CUTista da Unicamp: 7 votos
  • Chapa 3 – Vamos à Luta!: 20 votos
  • Chapa 4 – Lutar Pra Valer!: 24 votos

De acordo com a votação, a Comissão foi composta pelos seguintes trabalhadores: Alice (FE) representando a chapa 1; Miguel (IEL) pela chapa 2; Guilherme (DGA) e Ricardo (IQ) da chapa 4, e a chapa 3 ainda não indicou seu representante.

Na próxima sexta-feira encerra o prazo para inscrição das chapas que concorrerão à diretoria do sindicato.

Em breve será divulgado o Regimento Eleitoral aprovado pelos trabalhadores.

 

 

porFernanda de Freitas

STU convoca assembleia para decidir Comissão e Regimento Eleitoral

O STU publicou no jornal Folha de S. Paulo (editoria Cotidiano/C5) o Edital de Convocação para que todos os seus associados compareçam à Assembleia Geral Ordinária que ocorre em 05/02 (quarta-feira), às 12h, no Ciclo Básico (CB-01).

O objeito da assembleia é deliberar sobre o Regimento Eleitoral e a Escolha da Comissão Eleitoral, que coordenará as eleições para diretoria do sindicato.

Vale lembrar que a primeira convocação é às 12h havendo quórum, ou 12h30 com qualquer número de associados.

É importante garantir o maior número de participantes na assembleia e, consequentemente, a democratização do processo eleitoral. Então, compareça!

poradmin

Estendido prazo para ingresso em ação para cobrar perdas do FGTS até 7/2

O Departamento Jurídico e a diretoria do STU decidiram estender até o próximo dia 7 de fevereiro (sexta-feira) o prazo para recolhimento dos documentos

necessários ao ingresso com a ação cobrando perdas do FGTS, decorrentes da aplicação de correção monetária abaixo da in ação. Haverá plantões também na área da saúde, nos seguintes horários:

28 e 29/01 (terça e quarta-feiras), das 11h30 às 14h30, na saída do bandejão do HC

03 e 04/02 (segunda e terça), das 18:30 às 20h, na entrada do HC/F1

05 e 06/02 (quarta e quinta), das 18h30 às 20h, no saguão da nova entrada do CAISM

Os documentos exigidos pelo judiciário são: extrato analítico do FGTS (obtido junto à CEF); cópia do CPF, RG, comprovante de residência em nome próprio e do mês atual; cópia de todos os registros em carteira de trabalho desde 1999 e cópia da página da foto da CTPS (frente e verso). A documentação serve para comprovar efetivo exercício em função registrada no período.

Qualquer pessoa que tenha ou teve saldo de FGTS a partir de 1999 até os dias atuais tem direito à ingressar com a ação de revisão do FGTS, pois os valores são corrigidos mensalmente.

 

poradmin

STU em defesa dos direitos sociais e contra a farra da Fifa no país

atocontracopa25012014Leon 2atocontracopa25012014LeonServidores e estudantes da Unicamp participaram no último sábado (25 de janeiro) do ato “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”, na capital paulista. O STU esteve representado.

A manifestação reuniu diversos grupos contra os excessivos gastos com obras voltadas aos jogos, as políticas de exceção impostas pela FIFA ao país (como a Lei Antiterrorismo, as remoções forçadas e despejos em todo o país, a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza e até mesmo a tentativa de proibir o trabalho das tradicionais baianas vendedoras de acarajé no Estado da Bahia para favorecer a indústria do fast-food multinacional).

As organizações que realizaram o ato repudiaram ainda a violência policial utilizada contra centenas de jovens durante o protesto. A PM paulista, mais uma vez, agiu de forma truculenta disparando tiros de balas de borracha e bombas a esmo. De acordo com o jornal “Folha de S.Paulo” um rapaz foi baleado na região do Higienópolis e está em coma induzido na Santa Casa. O jornal relata ainda que a Coordenação de Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo pedirá investigação do caso e punição dos responsáveis. 135 manifestantes foram detidos.

Os comitês populares da Copa em todo o país vêm questionando o desrespeito aos direitos da população no país por parte do governo federal, do Congresso Nacional e da FIFA, a elitização do futebol, a isenção de impostos para os patrocinadores do Mundial e a criação de tribunais de exceção que procederão julgamentos sumários de manifestantes durante os jogos. Os protestos defendem mais investimentos em saúde e educação públicas, moradia, transporte e mobilidade urbana.

Fotos: Leon Cunha

poradmin

G1 repercute participação de servidores, estudantes, STU e DCE-Unicamp em ato contra a Copa

g1atocontracopa25012014(Por Anaísa Catucci, do G1 Campinas e Região) Um grupo formado com ao menos cem pessoas, entre estudantes e funcionários da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), se reuniram na tarde deste sábado (25) para ir até São Paulo e participar de um ato contra a realização da Copa do Mundo. A proposta dos participantes é integrar a manifestação marcada para às 17h, na capital.

O tema motivou outras mobilizações em Goiânia (GO) e em Porto Alegre (RS). Um grupo chegou a ficar acampado no vão livre do Masp durante a madrugada faixas com os dizeres: “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”; “Se não tiver transporte, a Copa vai ter que parar”; “Fifa go home” (Fifa vá para casa).

Segundo a coordenadora do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Diana Nascimento, a ideia partiu de uma indignação conta o alto investimento destinado para a Copa. “É primeira grande manifestação deste ano para reivindicar os direitos das pessoas principalmente em relação para melhorias na educação, transporte e moradia”, afirma. O grupo informou ao G1 que o movimento é pacífico e a comitiva foi organizada pelo diretório e pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

A universitária de Ciências Sociais Carolina Filho, integrante do DCE e do coletivo Domínio Público, afirma que há uma supervalorização do megaevento em relação aos direitos sociais. “Passamos por diversos problemas que não são resolvidos pelos governos como a precariedade do transporte público que tiveram várias mobilizações no ano passado”, disse.

A funcionária da Unicamp Mariana Conti Takahashi, que também se preparava para o embarque, também disse que é uma forma de protestar até mesmo pelos gastos extras das cidades subsede, como Campinas que irá receber as seleções de Nigéria e Portugal para treinos antes dos jogos. “A Prefeitura já se colocou a disposição para investimentos para ajustes para a Copa e em Campinas existe uma série de prioridades, como construção de posto de saúde, que são deixados de lado e sem solução para receber essas seleções”, explica.

Acesse o texto no site de origem: Grupo de Campinas se encontra na Unicamp e segue para protesto em SP

poradmin

STU apóia a luta contra o assédio moral na UFABC

02ato-ufabc10012014ato-ufabc10012014O STU esteve representado no ato em apoio aos trabalhadores da Universidade Federal do ABC Paulista (UFABC), que estão sendo processados por terem feito denúncia contra a prática de assédio moral na instituição. Confira abaixo a moção de apoio encaminhada pelo sindicato à direção do SinTUFABC (sindicato dos trabalhadores técnico-administrativos daquela Universidade) e à reitoria UFABC.

MOÇÃO
O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp – STU manifesta seu apoio aos 23 trabalhadores, dentre eles seis coordenadores sindicais, que estão sofrendo processo administrativo disciplinar, aberto no primeiro semestre/2013, na Universidade Federal do ABC (UFABC).Estes trabalhadores estão sendo processados pelo fato de terem se organizado, juntamente com o Sindicato (SinTUFABC), solicitando o afastamento do chefe do setor do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), que mantinha práticas de assédio moral para com seus subordinados. Embora o assédio moral não tenha sido confirmado pelo processo administrativo da UFABC, que inocentou o chefe do NTI de todas as acusações (chefe este que se exonerou a pedido meses após a abertura deste processo), os trabalhadores daquele setor declararam em grande número o mal-estar do ambiente de trabalho provocado por atitudes deste chefe, apresentando, inclusive, provas. A UFABC, além de inocentar o réu do início, fez acusações aos envolvidos na denúncia, invertendo a situação dos trabalhadores de denunciantes para acusados, ampliando, assim, o sofrimento destes.A inclusão da coordenação geral do Sindicato no processo administrativo evidencia o ataque à livre organização sindical e a toda a categoria. Dos 23 processados, oito estão sendo acusados de insubordinação grave, dentre eles os coordenadores do sindicato, ainda que três deles nunca tenham sido trabalhadores do referido setor. Tal fato fortalece ainda mais a caracterização de prática antissindical, visto que nenhum sindicato tem relação de subordinação perante a administração da instituição onde atua.A participação dos trabalhadores em comissões de mobilização ligadas ao Sindicato não pode ser considerada crime, muito menos o direito do trabalhador em denunciar práticas de assédio moral!

Hoje, a UFABC, inaugurada durante o governo Lula, localizada no berço do sindicalismo brasileiro, tem um dos casos de perseguição sindical mais grave do país! E tal gravidade é unanimemente constatada conforme as entidades sindicais vão tomando ciência da situação dos trabalhadores da UFABC. Por isso, reforçamos a necessidade de que este processo administrativo seja arquivado!

O STU apóia os trabalhadores processados e reafirma a importância da liberdade sindical e direito à livre organização dos trabalhadores e solicita o arquivamento do processo administrativo.

sintufabc-assediomoral

porFernanda de Freitas

Recesso de final de ano

O STU encerra 2013 com muitas lutas e também conquistas. Estivemos presente nas manifestações nacionais de junho mostrando nossa força e poder de mobilização. E ao longo do ano seguimos lutando por melhores condições de vida e de trabalho, dentro e fora da Unicamp; e também defendendo o serviço público, gratuito e de qualidade.

Agora, é chegado o momento de repor as energias e planejar nossas ações para 2014, pois o ano será bem cheio. Teremos a antecipação das eleições sindicais do STU, Campanha Salarial, reafirmação da nossa luta pela isonomia já, combate às terceirizações no setor público, defesa das pautas dos trabalhadores da Funcamp e dos aposentados, eleições presidenciais, e muitos outros embates pela frente.

Sendo assim, o STU entrará em recesso no dia 19/12 (quinta-feira), a partir das 12h, para a festa de confraternização dos funcionários do sindicato. As atividades serão retomadas no dia 6 de janeiro de 2014 (segunda-feira), em horário normal (das 7h30 às 18h, de segunda a sexta-feira).

A diretoria “Vamos à Luta” reafirma, mais uma vez, sua disposição em defender @s trabalhador@s da Unicamp e deseja a tod@s Um Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores do Cândido Ferreira em luta para receber o 13º

Desde a última quarta-feira (11) os trabalhadores do Hospital Cândido Ferreira estão em greve devido ao atraso no pagamento do 13º salário.

A prefeitura Jonas Donizette decidiu não arcar com a responsabilidade no pagamento dos tra­balhadores alegando que a verba necessária já teria sido repassada durante o ano. O prefeito negou-se até mesmo a receber uma comissão de funcionários e o sindicato da categoria na sexta-feira passada, quando se encerrava o prazo dado pelo Ministério Público do Trabalho para a administração se manifestar, tendo em vista que por lei a Prefeitura é corresponsável pelo cumprimento das leis trabalhistas nas unidades entregues pelo poder público à administração privada.

Na manhã desta segunda-feira (16), houve uma reunião com a administração do hospital, que informou que o dinheiro repassado pela Prefeitura foi utilizado para custear as rescisões de contratos de trabalhadores demitidos.

O STU apoia a greve dos trabalhadores do Cândido Ferreira e denuncia essa realidade como mais um produto da privatização dos serviços públicos.

porFernanda de Freitas

Assédio Moral nas relações de trabalho

assedio_moral2O assédio moral, embora não seja um tema recente, vem ganhando cada vez mais notoriedade e importância nas relações de trabalho.

Isso se deve a prática de condutas abusivas, de natureza psicológica, que atentam contra a dignidade do colaborador de forma contínua, por parte de alguns gestores, expondo-o às situações humilhantes e constrangedoras que, por consequência, deterioram o ambiente de trabalho.

Mas como identificar o agressor do assédio moral?

Em sua maioria, o agressor é uma pessoa que se mostra agradável em happy hours, almoços e reuniões fora do trabalho, mas que quando assume o poder que lhe é conferido, no ambiente de trabalho, se comporta como um capataz reforçando sempre o medo individual e aumentando a submissão coletiva. Sua gestão é marcada pelo autoritarismo, pela exposição dos colaboradores a situações vexatórias, constrangedoras e humilhantes durante o exercício de sua função e pela comunicação deficiente e hostil, inibindo o envolvimento, o engajamento e o crescimento dos profissionais que integram sua equipe, tornando-os vulneráveis na relação trabalhista.

Vários são os exemplos de manifestação: exigir que o colaborador execute atividades não condizentes ao contrato de trabalho firmado, advertências absurdas e descabidas, mudanças de horários e turnos de maneira autoritária, gritos, intimidações e ameaças quanto à perda do emprego, sobrecarga de trabalho dificultando as condições de sua execução, não fornecimento de materiais e ferramentas adequadas para elaboração das tarefas, ridicularização do colaborador frente aos demais colegas (utilização de palavras jocosas, apelidos etc.), desqualificação e desvalorização generalizada do trabalho realizado, aumento e cobrança exagerada das metas, afirmação constante de autoridade e poder, entre outras.

Combater o assédio moral não é uma tarefa fácil, mas é preciso dar um basta!

No Brasil, ao contrário do que acontece com a França, não há uma legislação federal que discipline o tema aqui exposto, sendo necessário mobilizar a sociedade para que os políticos elaborem leis com penas severas aos agressores, assim como ocorre com o assédio sexual, que prevê pena de 1 a 2 anos de detenção para a pessoa que, valendo-se de sua condição superior, constranger o trabalhador com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual (art. 261-A do Código Penal).

Enquanto os políticos não elaboram uma lei federal específica sobre o assunto, caberá ao empregado reunir o maior número de provas possíveis – documentais (e-mails) e testemunhais (vítimas de assédio moral que trabalham ou trabalharam na mesma empresa) –, além de denunciar o caso ao sindicato, ingressando com uma reclamação trabalhista, visando: a rescisão indireta do contrato de trabalho, o saldo de salário, aviso prévio, férias vencidas e proporcionais, o adicional de 1/3, os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a multa fundiária de 40%, bem como uma indenização pelos danos morais sofridos em decorrência do assédio moral.

Denunciar o agressor no sindicato e ingressar com a reclamação trabalhista são medidas eficazes para combater esse mal que atinge milhares de trabalhadores em todo o país.

 

Artigo enviado pelo advogado Alberto Gamboggi ([email protected])

 

 

TOME NOTA:

assedio_moral_capa2O STU ressalta que o assédio moral é crime e deve ser combatido e denunciado, tanto pela vítima, como pelos colegas de trabalho que presenciaram a injustiça.

Departamento Jurídico do STU: ligue para o ramal 17412 e fale com Zé Prettu ou Thaís para agendar seu atendimento ou encaminhe e-mail para: [email protected].

Você também pode conversar com um diretor na sede do STU.

Quebre o silêncio, procure o STU e apresente sua denúncia!

 

O assédio moral caracteriza-se por:

  • Repetição sistemática;
  • Intencionalidade: forçar o outro a abrir mão do emprego;
  • Direcionalidade: uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório;
  • Temporalidade: durante a jornada, por dias e meses;
  • Degradação deliberada das condições de trabalho.

 

É assédio quando seu chefe ou colega de trabalho agir da seguinte maneira:

  • Começar sempre reunião amedrontando quanto ao desemprego ou ameaçar constantemente com a demissão.
  • Subir em mesa e chamar a todos de incompetentes.
  • Repetir a mesma ordem para realizar uma tarefa simples centenas de vezes até desestabilizar emocionalmente o trabalhador ou dar ordens confusas e contraditórias.
  • Sobrecarregar de trabalho ou impedir a continuidade do trabalho, negando informações.
  • Desmoralizar publicamente, afirmando que tudo está errado ou elogiar, mas afirmar que seu trabalho é desnecessário à empresa ou instituição.
  • Rir a distância e em pequeno grupo; conversar baixinho, suspirar e executar gestos direcionados ao trabalhador.
  • Não cumprimentar e impedir os colegas de almoçarem, cumprimentarem ou conversarem com a vítima, mesmo que a conversa esteja relacionada à tarefa.
  • Querer saber o que estavam conversando ou ameaçar quando há colegas próximos conversando.
  • Ignorar a presença do trabalhador.
  • Desviar da função ou retirar material necessário à execução da tarefa, impedindo o trabalho.
  • Exigir que faça horários fora da jornada. Ser trocado de turno, sem ter sido avisado.
  • Mandar executar tarefas acima ou abaixo do conhecimento do trabalhador.
  • Voltar de férias e ser demitido ou ser desligado por telefone ou telegrama em férias.
  • Hostilizar, não promover ou premiar colega mais novo e recém-chegado à empresa e com menos experiência, como forma de desqualificar o trabalho realizado.
  • Espalhar entre os colegas que o trabalhador está com problema nervoso.
  • Sugerir que peça demissão, por sua saúde.
  • Divulgar boatos sobre sua moral.
  • Sofrer constrangimento público e ser considerado mentiroso.
  • Ser impedido de questionar. Mandar calar-se, reafirmando sua posição de “autoridade no assunto”.
  • Menosprezar o sofrimento do outro.
  • Ridicularizar o doente e a doença.
  • Empurrar de um lugar para outro e não explicar o diagnóstico ou tratamento recomendado.
  • Ser tratado como criança e ver ironizados seus sintomas.
  • Ser atendido de porta aberta e não ter privacidade respeitada.
  • Ter seus laudos recusados e ridicularizados
  • Não ter reconhecido seus direitos ou não ser reconhecido como “um legitimo outro” na convivência.
  • Aconselhar o adoecido a pedir demissão.
  • Negar o nexo causal.
  • Dar alta ao adoecido em tratamento, encaminhando-o para a produção.
  • Negar laudo médico, não fornecer cópia dos exames e prontuários.
  • Não orientar o trabalhador quanto aos riscos existentes no setor ou posto de trabalho.
  • Passar lista na empresa para que os trabalhadores se comprometam a não procurar o Sindicato ou mesmo ameaçar os sindicalizados.

 

Sintomas causados pelo assédio moral:

  • Impotência, amenorreia, frigidez;
  • Deficiente concentração;
  • Esquecimento;
  • Dificuldades na aprendizagem;
  • Perda de sono;
  • Indecisão;
  • Pesadelos;
  • Ansiedade;
  • Perda do senso de humor;
  • Insegurança;
  • Bulimia;
  • Crises de choro;
  • Dores generalizadas;
  • Palpitações, tremores;
  • Sentimento de inutilidade;
  • Insônia ou sonolência excessiva;
  • Depressão;
  • Diminuição da libido;
  • Sede de vingança;
  • Aumento da pressão arterial;
  • Dor de cabeça;
  • Distúrbios digestivos;
  • Tonturas;
  • Ideia de suicídio;
  • Falta de apetite;
  • Falta de ar;
  • Passa a beber;
  • Tentativa de suicídio.

 

Como se defender do assédio moral:

  • Denunciar, buscando, ajuda dentro do Sindicato e fora do trabalho;
  • Resistir, anotando com detalhes todas as humilhações sofridas;
  • Dar visibilidade, procurando a ajuda dos colegas, principalmente daqueles que testemunharam o fato;
  • Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas;
  • Entrar em juízo, buscar reparação e punição do assediador na justiça.

 

 Fonte: Com informações do site www.assediomoral.org e da Revista do SINTUFF (nº 8/2013)

 

porFernanda de Freitas

Assembleia aprova estatuto e calendário eleitoral do STU

assembleia_estatutaria_12_12_13Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia hoje à tarde (12/12) aprovaram as alterações estatutárias indicadas pelo XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp e a antecipação das eleições para a direção do STU, bem como as adequações do estatuto da entidade ao novo Código Civil.

Para a eleição ficou decidido o seguinte Calendário Eleitoral:

  • Convocação para Eleições: 07/01/14
  • Assembleia da Comissão Eleitoral: 05/02/14
  • Inscrição das Chapas: até 07/02/14
  • Eleições: 08, 09 e 10/04/14
  • Apuração: 11/04/14
  • Posse: 30/04/14

Foi deliberado que a diretoria do STU será composta por 27 membros, de forma proporcional, direta e qualificada entre as chapas inscritas, que obtiverem no mínimo de 10% dos votos válidos e divididas em coordenações, sendo eleita pelo voto direto e secreto de seus associados em dia com as obrigações estatutárias. E só poderá votar os trabalhadores que se sindicalizarem até três meses antes da data da realização das eleições.

Vale lembrar que, de acordo com o congresso, foram instituídas novas coordenações: de Mulheres; de LGTTB e de Negros e Negras, sendo que os membros desta última comporão também a coordenação de Políticas Sociais e Antirracistas.

Abaixo segue o Edital de Convocação da Assembleia Geral, publicado no Jornal Folha de S. Paulo, no Caderno Cotidiano (C6), no dia 04/12/13.

edital_assembleia_eleicao_stu

 

Baixe aqui o Estatuto do STU, aprovado na assembleia do dia 12/12/13.

 

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/12/Estatuto-do-STU_Dezembro_2013.pdf” language=”pt_BR”]

 

 

porFernanda de Freitas

Todos à assembleia de hoje!

Seguindo resolução do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, o STU realiza nesta quinta-feira (12) assembleia geral ordinária. A atividade apreciará e votará propostas de alterações estatutárias definidas no Congresso, além de adequações do estatuto da entidade ao novo Código Civil.

A assembleia terá início ao meio-dia na sala CB-01.

porFernanda de Freitas

STU rea

Começou a valer neste mês a possibilidade dos servidores da Unicamp contratados pela CLT e aqueles que contribuem para o INSS aderirem ao plano de previdência complementar das universidades estaduais paulistas, administrado pela SP-Prevcom.

Os servidores vinculados ao regime próprio (ESUNICAMP) já podiam aderir à previdência complementar desde o mês de outubro.

O Jornal do STU divulgou na edição de julho deste ano (2/2013) matéria sobre os riscos que a previdência complementar representa para os servidores.

Entre eles, o fato do trabalhador ter definido o valor da contribuição, mas só descobrir quanto receberá no momento da aposentadoria, ficando a mercê das aplicações no mercado financeiro. Soma-se agora a esses problemas a chamada opção pela retroatividade das contribuições à data da admissão do funcionário ou até 23 de dezembro de 2011 (quando foi criada a SP-Prevcom).

O servidor que fizer essa opção terá dois descontos mensais no salário (um referente à contribuição mensal e outro pela contribuição retroativa).

A reportagem sobre os riscos dos planos de previdência complementares pode ser lida no site do sindicato na internet: <www.stu.org.br>.

porFernanda de Freitas

TCE julga irregulares outros dois contratos de terceirização na Unicamp

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo julgou irregulares o pregão presencial e o contrato no valor de R$ 1.290.950,57 celebrado em 2008 entre a Universidade e a empresa M.B. Engenharia e Meio Ambiente Ltda para execução de serviços de limpeza pública nos campi de Campinas, Piracicaba, Limeira e Paulínia.

Na mesma seção do colegiado, ocorrida em 3 de dezembro, o TCE também julgou irregulares a concorrência e o contrato decorrente do ajuste celebrado entre a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a empresa Tegen Engenharia, Comércio e Construções Ltda para obras na Faculdade de Engenharia Mecânica. O contrato está estabelecido em R$ 3.358.539,70.

O conselheiro relator dos dois processos, Dimas Eduardo Ramalho, apontou falhas nas planilhas orçamentárias, ausência de pesquisa de preços e valores ofertados pelo mercado. Nos dois casos, o colegiado de conselheiros avaliou que as concorrências tiveram caráter restritivo (o que pode implicar em direcionamento do resultado).

Foi definido prazo de 60 dias a partir da publicação do acórdão para que o reitor José Tadeu Jorge informe as providências adotadas, inclusive apuração de responsabilidade e imposição das sanções administrativas cabíveis. Nos dois casos os responsáveis pela assinatura dos contratos foram multados. Cabe recurso da decisão ao plenário do TCE.

Dimas Ramalho é o mesmo conselheiro que determinou no ano passado que diversos dirigentes da Unicamp que receberam supersalários em 2009 devolvessem à Unicamp R$ 570.178,20.

A devolução ainda não foi efetuada e a Universidade tem pedido sucessivas dilatações do prazo recursal.