Categoria Fórum das Seis

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Boletim do Fórum das Seis de 28/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 28 de abril de 2016.

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Comissão Consultiva Mista do Iamspe realiza audiência na Alesp

Nesta terça-feira (26) a Comissão Consultiva Mista (CCM) do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) realizou uma audiência pública na Assembleia Legislativa para debater a atual situação do atendimento em saúde aos servidores públicos.
As principais reivindicações são a melhoria, ampliação e descentralização do atendimento aos servidores, e o repasse mensal de 2% do governo, referente ao pagamento da parte que cabe ao governo do Estado no custeio do sistema para que os servidores tenham acesso a um serviço público de saúde de qualidade e com ampla capacidade de atendimento.
A CCM vem trabalhando em conjunto com a Frente Parlamentar em Defesa do Iamspe desde o lançamento da Frente, em junho de 2015.
Segundo Marcílio Ventura, representante do STU na Comissão, “o principal objetivo da audiência foi articular a pressão sobre os parlamentares contra a terceirização do Hospital do Servidor e para que os deputados pressionem o governo Alckmin a pagar os 2% devidos”.
O deputado Carlos Giannazi (PSOL) comprometeu-se a pautar a questão do financiamento estadual ao Iamspe no Colégio de Líderes da Alesp (órgão que reúne as lideranças de todas as bancadas).

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Boletim do Fórum das Seis – 20/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 20 de abril de 2016.

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Manifesto do “Movimento pela Ciência e Tecnologia Públicas”

A sociedade brasileira tem sido submetida a uma agenda regressiva no plano político e social, que se expressa num conjunto de projetos de lei, emendas constitucionais  e medidas provisórias que atacam direitos constantes da Constituição de 1988. Este é o caso da imposição de agendas privatizantes ao ensino superior e à pesquisa pública por meio da Lei 13.243/2016, denominada “Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação”.

Análise criteriosa da referida lei mostra ter sido urdida com a participação de parte da comunidade científica, sobretudo dos ditos “acadêmicos empreendedores”, que somaram forças com empresas privadas na busca de flexibilizar o Complexo Público de Ensino Superior e de Pesquisa Brasileiro, com o objetivo de se apropriarem de maior parcela dos recursos públicos gastos em Pesquisa de Desenvolvimento (P&D).

A Lei 13.243/2016 permite a criação de Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT) como órgãos públicos ou pessoas jurídicas de direito privado “sem fins lucrativos”, inclusive sob forma de Organizações Sociais (OS), bem como a criação de Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) de direito privado no interior das instituições públicas, para o desenvolvimento de atividades de pesquisa. Essas Instituições poderão:

i) receber recursos públicos dos entes federados e de fundações ditas “de apoio” para a cobertura de todas as suas despesas;

ii) utilizar de pessoal e recursos públicos em atividades de pesquisa para empresas privadas;

iii) utilizar infraestrutura e recursos públicos em atividades de pesquisa para empresas privadas.

A Lei 13.243/2016 implica em mudanças regressivas no Complexo Público de Ensino Superior e de Pesquisa Brasileiro, dentre as quais destacam-se:

I) aumento da transferência do fundo público para empresas privadas e substituição de instituições públicas (estatais) de pesquisa por OS, apontando para a diminuição de concursos públicos para a carreria de professores universitários e pesquisadores;

II) docentes e pesquisadores das instituições públicas (estatais) poderão assumir funções de diretores/presidentes de OS  que desenvolvam atividades de pesquisa e inovação tecnológica, auferindo rendimentos por atividades realizadas nos setores público e privado. Isso impactará negativamente o trabalho de docência e de pesquisa, principalmente o regime de Dedicação Exclusiva (DE);

III)  professores e pesquisadores pagos com recursos públicos poderão atuar em empresas, podendo resultar num aparente crescimento das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) como “inovação”, porém tendo em vista interesses privados;

IV) o Estado poderá até ampliar seus gastos, ao passo que as empresas tenderão a diminuí-los, uma vez que terão acesso a recursos estatais (financeiro e de pessoal);

V) o número de patentes registradas pelas instituições públicas tende a cair, pois o registro passará a ser feito em nome dos envolvidos no processo e da OS a que eles estarão ligados. A fonte de recursos para a manutenção dos registros continuará a mesma, os cofres públicos, enquanto a apropriação dos benefícios será privada.

VI) a produção científica e tecnológica pública será direcionada por demandas do mercado, com prejuízos das atividades de C&T em áreas não rentáveis e fundamentalmente nas de ciência básicas e de ciências humanas.

Deve-se salientar, ainda, que a Lei 13.243/2016 fere também o princípio constitucional de publicidade, direito de acesso público ao conhecimento gerado pelas Instituições de Ciência e Tecnologia, inclusive prevendo sanções administrativas, civis e penais aos servidores que não aderirem aos acordos firmados nas instituições onde trabalham. Com a implantação dessa lei, o Estado ficará vulnerável aos interesses particulares, pois os recursos públicos poderão ser apropriados por interesses privados.

As consequências referidas anteriormente nada mais são que a materialização da Refora do Estado capitaneada por Bresse-Pereira nos anos de 1990, no governo de FHC e levada adiante por sucessivos governos. Segundo essa reforma, a responsabilidade pelos “serviços sociais e científicos” para a ser das OS, organizações “públicas não-estatais”.

Pelo exposto, a Lei 13.243/2016 desfecha ataque ao Complexo Público de Ensino Superior e de Pesquisa e representa grave ameaça aos interesses da maioria da sociedade em favor de interesses privados, bem como aponta para a destruição da capacidade nacinal de produção de C&T de interesse público.

Faz-se , pois, necessária uma vigorosa mobilização contra esse “Marco Legal de CT&I” e em defesa da produção científica e tecnológica que responda às necessidades e aos problemas vividos pela maioria da sociedade brasileira.

Para fazer frente às ameaças que o referido “Marco” representa, os signatários deste Manifesto convidam os setores organizados da sociedade civil para participarem do Movimento pela Ciência e Tecnologia Públicas.

 

Signatários:

Adunesp -Associação dos Docentes da Unesp

Adunicamp  Associação dos Docentes da Unicamp

Adusp – Associação dos Docentes da USP`

APqC – Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo

Mandatodo Vereador Pedro Tourinho (PT Campinas)

Sinpaf – Sindicato dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário – Seção Sindical Campinas e Jaguariúna

STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP

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19/4 – Participe do Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas do Estado de São Paulo

No dia de amanhã (19), às 9h, será lançada na ALESP a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas do Estado de São Paulo.

Com três anos de duração e coordenada pelo Deputado Carlos Neder (PT), a frente será espaço para articulação das pautas dos movimentos da área da educação comprometidos com o âmbito público.

O STU está organizando caravana para todos os trabalhadores interessados em comparecer na atividade e solicita que os mesmos entrem em contato com a Secretaria do sindicato no dia de hoje (18) para reservar a vaga. A saída da Unicamp será às 7h.

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Reitores da USP e UFF atacam sindicatos

Nos últimos meses o Brasil vem sendo tomado por uma onda de opressão e violação de direitos trabalhistas por parte de chefias e patrões. Tentativas de intimidação, atos de grande desrespeito e até mesmo a criminalização de movimentos sindicais acontecem todos os dias em diversos locais de trabalho.
Os casos mais recentes aconteceram com o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo) e o Sintuff (Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal Fluminense).
Os ataques ao Sintusp vieram tanto por parte do prefeito do campus daquela universidade, Prof. Dr. Osvaldo Shigueru Nakao, que proibiu o sindicato de afixar faixas (e ele próprio arrancou algumas delas), quanto por parte do reitor, Marco Antônio Zago, que ordenou no dia de ontem (6) que o sindicato se retiretire da sua sede em 30 dias.
Já o Sintuff sofre com a intransigência do reitor Sidney Mello desde 2014. Foram várias medidas judiciais contra a greve da categoria, ameaças de prisão aos manifestantes contra a privatização do Hospital Antônio Pedro e, no dia 08 de março de 2015, o reitor entregou liminar com ordem de despejo da sede do sindicato cujo prazo se encerra dia 21 de abril de 2016.
O STU declara total repúdio às ações dos reitores e do prefeito, que demonstram postura antidemocrática e absolutamente autoritária. Impedir a livre organização dos trabalhadores e tentar calar a luta sindical é um ataque a todos os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros. Não podemos permitir tal violação! Todo apoio aos trabalhadores da USP e da UFF.

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Fórum das Seis entrega pauta ao Cruesp

Na última quinta-feira (31) o Fórum das Seis protocolou a pauta unificada da campanha salarial 2016 com o até então diretor do Cruesp, Marco Antônio Zago, na Reitoria da USP. Os documentos também foram enviados via e-mail e em papel para a sede do Cruesp.
O ofício encaminhado aos reitores solicita o início das negociações ainda em abril, já que a data-base da categoria é 1° de maio. Entre os principais pontos da pauta, encontram-se as demandas salariais:
– A reposição salarial para todos os servidores docentes e técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza correspondente à inflação do período de maio/2015 a abril/2016, mais 3% por recuperação parcial de perdas históricas;
– Revisão salarial em setembro/outubro de 2016, conforme acordado entre o Fórum e o Cruesp em abril de 1991;
– E a equiparação dos pisos salariais entre os servidores técnico-administrativos da Unesp, Unicamp, USP e do Centro Paula Souza, preservando as estruturas de carreira.
Estes e demais tópicos que serão negociados nesta data-base foram definidos em reunião realizada na última segunda-feira (28), quando as entidades que compõem o Fórum das Seis, após amplo debate, analisaram os resultados da segunda rodada de assembleias.
Na Unicamp a categoria entendeu que a prioridade da campanha unificada é discutir a isonomia dos pisos salariais, e que o debate sobre alteração do teto salarial constitucional no Estado não deveria entrar na pauta unificada. As demais entidades do Fórum, no entanto, tinham posição de suas assembleias para defender a adequação do teto ao equivalente incorporar a pauta. Foi o que prevaleceu. O Fórum também não indicou paralisação para entrega da pauta no dia 31, mas o Sintusp fez uma manifestação para assegurar entregar a pauta a Zago diretamente, tendo em vista que desde 1º abril o reitor José Tadeu Jorge assumiu a presidência do Cruesp.

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Boletim do Fórum das Seis – 1º de abril

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 1º de abril de 2016.

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Baixe aqui Pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

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Boletim do Fórum das Seis de 29 de março

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 29 de março de 2016.

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Tem início a organização da campanha salarial unificada 2016!

Após a última rodada de assembleias a coordenação do Fórum das Seis se reuniu no último dia 10 e nesta semana será encaminhada a definição da pauta unificada da campanha salarial 2016. Frente à avaliação generalizada de que não há crise financeira nas universidades, mas dificuldades geradas pela paralisia dos reitores frente ao congelamento dos repasses do ICMS por mais de 20 anos em 9,57%, ou seja sub-financiamento, os trabalhadores exigem: “Nem arrocho, nem desmonte! Isonomia já!”.
A assembleia na Unicamp no último dia 9 (foto) aprovou a luta pela reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Além de propor a reivindicação de 14,16% (pago em parcela única e igual para todos os trabalhadores) para recuperar a perda provocada pelo parcelamento do reajuste do ano passado.
A assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal. A decisão da assembleia foi dar prioridade, nesse momento, a discussão do piso e não do teto.
No dia 22/3 a coordenação do Fórum volta a se reunir para fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade.
Foi aprovado pela assembleia reiterar a cobrança junto à reitoria da Unicamp do agendamento de reunião para tratar da isonomia, que estava acertada para ocorrer em janeiro e que até o momento não foi agendada. Novo ofício (com a mesma cobrança realizada em 15/2) foi protocolado junto à reitoria no dia 10/3.
GT Isonomia – No último dia 9 aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Outros GTs – Além do GT de Isonomia, também já foram realizadas duas reuniões do GT de Permanência Estudantil. E está na pauta com o Cruesp a discussão sobre os problemas na SPPrev, com reunião agendada para o dia 23/3.

Resumo do outros itens da proposta de pauta unificada do Fórum das Seis

– Respeito à liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres, com revogação de quaisquer punições decorrentes de mobilizações em defesa da universidade e respeito ao direito de greve.
– Equiparação dos pisos salariais e benefícios pagos aos servidores técnico-administrativos da USP, Unicamp, Unesp e Ceeteps, com preservação das estruturas de carreira, reenquadrando os aposentados nas carreiras atuais e incorporação dos benefícios aos salários e aposentadorias.
– Tratamento salarial, administrativo e de concessão de benefícios isonômico para funcionários terceirizados e/ou contratados via as “fundações” das universidades, rumo ao fim da terceirização.
– Estabelecimento de uma agenda de reuniões entre Fórum das Seis e Cruesp para debate de questões relativas aos problemas do SPPrev, aposentadoria e Plano de Aposentadoria Complementar.
– Dotação orçamentária para efetivar políticas de permanência estudantil.
– Ampliação do quadro permanente de técnico-administrativos e docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração, aposentadoria ou falecimento.
– Contra o fechamento de creches (caso da USP) e pela garantia de vagas para atendimento à demanda efetiva de filhos de servidores, docentes e estudantes em todos os campi.
– Transporte público, gratuito e de qualidade para todos os que utilizam os campi das universidades e as unidades do Ceeteps, com contratação de pessoal via concurso público.
– Que as reitorias efetivem políticas contra o assédio moral e sexual, e toda forma de violência.
– Lutar pela aprovação na LDO/2017 do repasse de 33% da receita total de impostos do Estado para a educação, incluindo 11,6% do total do produto do ICMS quota-parte do Estado para as universidades estaduais paulistas e 3,3% para o Ceeteps, bem como pelo repasse integral do percentual determinado às universidades (fim do desconto relativos às rubricas Habitação e Dívida Ativa na base de cálculo). Além da luta pelo cumprimento do acordo de expansão das universidades paulistas (criação da FCA/Unicamp).
– Transparência, com detalhamento mensal da gestão de recursos orçamentários e extraorçamentários das três universidades estaduais e do Centro Paula Souza, incluindo receitas e repasses envolvidos nas fundações ligadas às referidas instituições.
– Aprimoramento do caráter público dos hospitais universitários, com reversão de toda forma de privatização (autarquização, organizações sociais etc.) e apropriação privada de sua capacidade instalada e administrativa, e financiamento público adequado, jornada de 30 horas para os servidores da área de saúde.

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Informativo 02/2016 – Fórum dos Aposentados USP, Unesp e Unicamp

Baixe aqui Informativo 02/2016, do Fórum dos Aposentados USP, Unesp e Unicamp

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Assembleia dá inicio a campanha salarial unificada 2016

Os trabalhadores da Unicamp reunidos em assembleia geral nesta terça-feira (9) deliberaram sobre a proposta de pauta unificada encaminhada pelo Fórum das Seis. Os trabalhadores vão à luta pela isonomia salarial entre as três universidades, reposição do ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 mais 3% de recuperação parcial das perdas historicamente acumuladas. Somente a inflação acumulada dos últimos 12 meses já totaliza 10,96% – e ainda é preciso incluir os índices de março e abril para definição do percentual total a ser cobrado do Conselho de Reitores (Cruesp).
Além disso, a assembleia aprovou também levar ao Fórum das Seis a proposta de incluir na pauta da campanha salarial a cobrança da recuperação da diferença salarial gerada pelo parcelamento, sem a devida retroatividade da segunda parcela, do reajuste do ano passado, a ser pago em parcela única e dividida igualmente por todos os trabalhadores.
Os trabalhadores decidiram ainda na assembleia propor ao Fórum das Seis que o ato unificado, com paralisação, para a entregada pauta ao Cruesp aconteça no dia 5 de abril.
O único ponto da proposta do Fórum das Seis reprovado na assembleia foi o que visava encaminhar ações no sentido de elevar o teto salarial no Estado ao equivalente a 90,25% do subsídio de um ministro do Supremo Tribunal Federal.
Nesta quinta-feira (10) a coordenação do Fórum se reúne para debater as propostas aprovadas nas assembleias realizadas nas três universidades estaduais paulistas e organizar os encaminhamentos para a nova rodada de assembleias que devem ocorrer entre 11 e 18 de março. O calendário do Fórum das Seis prevê ainda uma nova reunião da sua coordenação para o dia 22/3 para buscar fechar a pauta a partir das assembleias de cada entidade e, assim, fechar a pauta da Campanha Salarial Unificada 2016.

GT Isonomia – Ontem aconteceu também a reunião do grupo de trabalho sobre o resgate da isonomia salarial nas três universidades. Foi debatido o plano de trabalho e o calendário de funcionamento do GT, que deve encerrar suas atividades e apresentar uma proposta concreta às categorias até o mês de novembro. O diretor do STU Marcílio Ventura, participou da reunião do GT, que aconteceu na sede do Cruesp em São Paulo.

Confira abaixo a íntegra das propostas aprovadas para a pauta unificada

  • Isonomia salarial entre as três universidades
  • ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016
  • 3% Perdas passadas
  • Recuperar a diferença gerada pela não retroatividade entre a 1ª e 2ª parcela em 2015, com pagamento em parcela única e igual para todos
  • 5 de abril – Entrega da pauta e ato com paralisação

 

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Fórum das Seis prepara campanha salarial unificada 2016

Recomposição salarial e isonomia dos pisos entre nas três universidades são as prioridades.

Com a proposta de manutenção do eixo da campanha salarial do ano passado – “Arrocho não! Isonomia já!” – a pauta retoma as reivindicações não atendidas no ano passado, a luta pela isonomia salarial na USP, Unicamp e Unesp, e inclui a atualização da proposta de reajuste.
Sobre o percentual para reposição de perdas o Fórum propõe que seja avaliada nas assembleias de base nas três universidades a reposição pelo ICV-Dieese de maio/2015 a abril/2016 e a reposição parcial das perdas históricas, onde já se aponta um índice de 3% para diminuir a defasagem salarial acumulada ao longo dos anos.
Também será avaliado pelas assembleias se a pauta manterá a reivindicação de “nova negociação salarial em setembro/outubro 2016”, reafirmando a responsabilidade dos reitores em cumprir o acordo firmado em 1991, ou se manter essa demanda pode facilitar às administrações parcelar o percentual de reajuste.
A diretoria do STU lembra que em 2015 o parcelamento não garantiu a reposição da inflação acumulada ao longo do ano.

Financiamento
A luta pelo aumento do financiamento dos atuais 9,57% do ICMS para 11,6% também está na pauta. Congelada há mais de 20 anos, a destinação de recursos às universidades estaduais paulistas é absolutamente insuficiente e tem levado ao desmonte dos principais centros de pesquisa e formação superior do país. Na USP já foi aprovada a entrega do hospital de Bauru à Secretaria de Saúde e houve extinção de cargos, fechamento de creches e leitos no HU. Na Unesp estão suspensas as avaliações para progressão nas carreiras docente e técnico-administrativa. E na Unicamp os contingenciamentos estabelecidos pelas resoluções GR 02/2015 e GR 015/2015 afetam a reposição de pessoal, planejamento estratégico e o funcionamento cotidiano da Universidade.

Fortalecer a mobilização na Unicamp
Aqui na Universidade é preciso construir uma grande mobilização a partir das unidades para garantir a retomada da discussão com a reitoria sobre a isonomia dos pisos salariais com a USP e o reajuste dos vencimentos e do auxílio alimentação.
Há dois anos não é realizada a avaliação para as progressões na carreira e ainda estamos quatro referências abaixo dos valores praticados na Universidade de São Paulo. Além disso, desde 2013 o auxílio alimentação não é reajustado. E o reitor descumpriu os compromissos relativos à integralização da isonomia dos pisos salariais com a USP.
Para discutir a pauta geral e específica da campanha salarial é fundamental a realização das reuniões de unidade e o fortalecimanto da mobilização em cada local de trabalho, além de realizarmos uma grande assembleia no próximo dia 9/3.

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Alckmin faz caixa com dinheiro das universidades para bombardear o povo

O jornal “O Estado de S.Paulo” destacou no último dia 5 que as universidades estaduais paulistas receberam no ano passado R$ 475 milhões a menos do que a previsão orçamentária de 2015. O jornal ressalta ainda que “foi o segundo ano consecutivo em que receberam repasse menor do que o estimado. Na soma de 2014 e 2015, o montante é de R$ 824 milhões a menos do que o previsto nos orçamentos dos dois anos, em valores nominais”.
Em janeiro, o governador Geraldo Alckmin baixou o decreto 61.802 cortando R$ 7 bilhões do orçamento deste ano. Da Unicamp serão contingenciados R$ 54 milhões de investimentos e outras despesas correntes, que não incluem folha.
A crise econômica é usada como argumento para tungar o financiamento da educação, mas a verdade é que a política do tucanato é investir em repressão e desmontar as áreas sociais. Ao jornal “Metro/Campinas”, Geraldo Alckmin declarou em entrevista no mesmo dia 5 que “o problema da falta de recursos não é exclusividade das universidades. Temos problemas na saúde, na segurança, enfim; o Estado está sofrendo; o país está sofrendo.” No entanto, outro levantamento feito pelo site “Brasil Post” com dados do Diário Oficial do Estado mostra o investimento do Estado na PM aumentou 112%, entre 2013 e 2014. Somente em bombas de gás saltaram de R$ 9,9 milhões para R$ 20,9 milhões os gastos para a aquisição de 17,5 mil bombas ao custo médio de R$ 226 cada. No ato contra o aumento das tarifas de ônibus ocorrido no dia 21 de janeiro na capital paulista foi atirada uma bomba de gás a cada dois segundos. E o Estado ainda comprou seis blindados israelenses por R$ 30 milhões e 180 armaduras para policiais usarem na repressão a movimentos organizados, pagando R$ 783 mil.

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis discute Campanha Salarial 2016

Nesta terça-feira (2) o Fórum das Seis se reuniu para discutir as perspectivas para a data-base 2016 e o início da composição da Pauta Unificada de Reivindicações 2016.

Clique aqui para acessar a minuta da pauta e confira abaixo o Boletim do Fórum das Seis, de 3 de Fevereiro de 2016.

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Sindicato cobra retomada de debate sobre efetivação da isonomia salarial com a USP

A diretoria do STU vai cobrar da reitoria a realização da próxima reunião para discutir a incorporação de uma referência aos vencimentos de todos os trabalhadores da Universidade. Na última reunião ocorrida no ano passado, o reitor José Tadeu Jorge protelou mais uma vez a efetivação da isonomia salarial com a USP apoiando-se na argumentação de que a arrecadação estadual não atingiria os R$ 92,2 bilhões. No último dia 15, no entanto, o jornal Folha de São Paulo informou que a Secretaria de Planejamento e Gestão do governo do Estado prevê que a arrecadação de 2015 ficará em R$ 95,4 bilhões.
Na reunião de 22 de dezembro Tadeu também afirmou que, a partir deste mês, caso não se efetive a referência para todos, seria possível discutir outras alternativas. A direção do sindicato cobra uma proposta concreta do reitor para ser levada à decisão da categoria, com o objetivo de fazer avançar o compromisso assumido por Tadeu quando ainda era candidato e que já está atrasado em dois anos. Até o momento, sequer os pisos salariais dos três níveis da carreira estão ainda igualados aos da Universidade de São Paulo.
A previsão é que o fechamento das contas do ano passado ocorra neste dia 20 e o STU cobra que a reunião com Tadeu aconteça ainda neste mês, conforme pactuado em dezembro.

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Boletim do Fórum ads Seis – 8 de outubro de 2015

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis – 8 de outubro de 2015.

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Fórum das Seis e Cruesp retomam negociação no dia 7/10

Aconteceu nesta segunda-feira mais uma reunião entre a coordenação do Fórum das Seis e a Comissão Técnica do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). Não houve novidades em relação às projeções apresentadas na reunião passada.

Retomar a luta pela isonomia, reposição das perdas e GTs
Diante da corrosão dos salários pela inflação e do parcelamento do reajuste deste ano, a diretoria do STU reafirma a necessidade de continuar a discussão da Pauta Unificada para avançar nas reivindicações na próxima reunião com o Conselho de Reitores, marcada para 7/10 (quarta-feira). Neste dia deve ser construída uma mobilização para pressionar o Cruesp.
Em reunião de negociação da campanha salarial unificada deste ano, em 25/5, os reitores se comprometeram a retomar o diálogo com o Fórum das Seis em setembro, para avaliar a arrecadação do ICMS, a situação orçamentária das Universidades e “possíveis compensações” relativas ao período maio/outubro.
Na campanha salarial, as categorias reivindicavam reajustar os salários em 8,35% (ICV-Dieese) mais 3% a título de reposição parcial de perdas históricas. Com a mobilização e após diversas reuniões, o reajuste conquistado foi de 7,21% em duas parcelas (4% em maio, incorporados no salário de junho, e 3,09% em outubro, a serem incorporados no pagamento que cai na conta no início de novembro).
O sindicato cobra a garantia da retroatividade da parcela de 3,09% a maio deste ano. As entidades não aceitarão arrocho salarial, já que se não tiver o pagamento do retroativo sequer a reposição da inflação nesse ano será garantida. Na Unicamp, o STU aguarda ainda a continuidade da negociação da pauta específica e da isonomia (para a qual está prevista uma referência caso a arrecadação estadual atinja os R$ 92,2 bi).
Esta reunião com os reitores deve discutir a evolução orçamentária na educação superior paulista, a possibilidade de avanço na negociação dos pontos da pauta de reivindicações unificada que não foram atendidos durante a campanha salarial e o funcionamento dos grupos de trabalho (GTs) sobre a retomada da isonomia, SPPREV/questões previdenciárias e permanência estudantil.
As entidades do Fórúm, que se reúnem na manhã do dia 7, seguirão cobrando também que os reitores se empenhem no aumento do financiamento da educação superior paulista e para garantir que o repasse às universidades seja feito respeitando integralmente a legislação, não descontando verbas como Habitação e outras rubricas do montante de cálculo.

porFernanda de Freitas

LDO 2016 é aprovada sem as emendas do Fórum das Seis

plenario

Trabalhadores, docentes e estudantes juntos por mais verbas para a Educação

Ontem à noite (30) a Educação Pública Paulista sofreu mais um duro golpe. Apenas 15 deputados (do PT, PSOL e PCdoB) da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) foram contrários à aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2016, na forma como foi encaminhada pelo governador Alckmin.

O texto foi aprovado com a retirada da expressão “no máximo” constante antes do percentual de 9,75 do ICMS para as universidades, permanecendo assim o texto como nas LDOs anteriores.

A LDO é a lei que determina as prioridades do governo do Estado de São Paulo no orçamento para investimentos e aplicação dos recursos públicos.

Entre as emendas não aceitas estavam às defendidas pelo Fórum das Seis (F6) de ampliação do repasse do Estado, dos atuais 9,57% para 11,6% do ICMS, e o fim do desconto das verbas destinadas às políticas habitacionais, juros e moras e outras na base de cálculo do orçamentário das universidades.

Após um dia de reuniões e manifestações na Alesp, com a presença de caravanas de várias cidades do interior e da capital, a LDO 2016 foi aprovada contrariando as reivindicações históricas das comunidades das três universidades paulista (Unicamp, USP e Unesp) e do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (Ceeteps).

A coordenação do F6 parabenizou os valorosos lutadores da Unicamp, USP, Unesp e Ceeteps que participaram dessa importante mobilização e ressaltou que a luta pela ampliação de recursos vai continuar na pauta dos técnico-administrativos, docentes e estudantes.

Até o fechamento dessa matéria o F6 não havia agendado nova reunião, mas a expectativa é de que os representantes se reúnam nos próximos dias para avaliar a situação e apontar novos rumos.

 

Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento

No início da tarde, a Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento (CFOP) havia aprovado o relatório do deputado Vaz de Lima (PSDB), que havia inserido apenas a expressão “no mínimo” antes dos 9,57%. A votação na CFOP teve dois votos contrários, deputados João Paulo Rillo e Teonílio Barba, ambos do PT, e um voto favorável com destaque, do deputado Mauro Bragato (PSDB), que defendeu uma emenda de sua autoria por mais recursos para as universidades.

Por volta das 15h, o F6 foi ouvido no Colégio de Líderes, defendendo as diversas emendas apresentadas, com destaque para a necessidade de que o repasse seja feito sobre o “total do produto do ICMS”, sem os descontos prévios feitos pelo governo.

 

Caravana Unicamp

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Caravana Unicamp marca presença na votação da LDO 2016

Os trabalhadores da Unicamp marcaram presença na mobilização convocada pelo Fórum das Seis por ocasião da votação da LDO 2016.

Dezenas de trabalhadores enfrentaram o frio paulista para pressionar os deputados a aprovarem mais verbas para as universidades públicas paulistas.

A diretoria do STU, assim como o Fórum das Seis, defende que o orçamento tem que acompanhar o crescimento das universidades, principalmente, porque desde 2005 o governo do Estado descumpre o acordo que levou à implantação do campus de Limeira, deixando de investir por ano mais 0,05% do ICMS na Unicamp.

Destacamos que os funcionários que acompanharam a votação terão seu ponto abonado e, caso necessário, o sindicato fornecerá documento comprobatório para ser apresentado à chefia.

 

Nossas reivindicações:

  • Destinação de 11,6% ICMS para as Universidades Estaduais;
  • Aplicação de 33% da receita dos impostos à manutenção e ampliação do nível de qualidade nos quatro níveis: infantil, fundamental, médio e superior;
  • Destinação de 3,3% do ICMS para o Ceeteps;
  • Destinação de recursos do tesouro para o IAMSPE, tendo como referência a prestação de contrapartida pelo Estado de 2%, uma vez que os servidores já contribuem com 2% dos seus rendimentos.
porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis – 25/06/15

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 25 de Junho de 2015.

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