Categoria Fórum das Seis

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Boletim do Fórum das Seis 9/8/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 9 de agosto de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis 25/7/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 25 de julho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis 14/7/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 14 de julho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 7 de julho de 2016.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores e estudantes fazem ato na Funcamp

ato_funcamp2Quem passou hoje pela manhã (29) pela Rua Érico Verissimo acompanhou o protesto dos trabalhadores em frente à Funcamp. O objetivo de realizar um ato diante do prédio da fundação foi reforçar nossa insatisfação com a postura do reitor Tadeu que está “dando expediente” no local por conta da ocupação da reitoria.

O último Comando de Greve aprovou a intensificação das ações do movimento com atividades que denunciem a intransigência do reitor.
Desta forma a entrada da fundação serviu como espaço de resistência dos grevistas que se manifestaram com cartazes, adesivos e faixas com dizeres como “Estamos em Greve em Defesa da Educação Pública” e “Nem cortes, nem desmonte! Isonomia Já!”.

E apesar das sucessivas tentativas da reitoria de intimidar os estudantes e trabalhadores com liminares e ameaças de reintegração com força policial, vamos continuar pressionando até que o reitor Tadeu, presidente do Cruesp, mude de postura e que finalmente venha para a mesa de negociação com respeito às comunidades universitárias das três universidades paulistas e respostas às nossas principais reivindicações.

A greve unificada na Unicamp cobra reajuste salarial, melhores condições de trabalho, revogação da GR-10, mais recursos, cotas e permanência estudantil.

Vale ressaltar que durante a manifestação o acesso ao do prédio da Funcamp foi liberado para o vaivém dos transeuntes e funcionários da fundação.

Estamos mobilizados por mais verba para as universidades

Pela manhã saiu uma caravana da Unicamp para participar de um ato na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) convocado pelo Fórum das Seis onde será discutida a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Essa é mais uma atividade que marca nossa luta por mais recursos para ensino, pesquisa, extensão, salários e permanência estudantil.

Nossas reivindicações por mais verba é uma questão não só para os trabalhadores que sofrem com péssimas condições de trabalho nas Universidades, bem como para a população como um todo, que merece um atendimento de qualidade.

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Moção de apoio aos estudantes

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em assembleia, manifestam seu apoio à luta dos estudantes da Unicamp por cotas, permanência estudantil e contra os cortes.

Frente à intransigência da reitoria, os estudantes lançam mão de métodos legítimos de luta, como a ocupação da reitoria, greves e piquetes. A reitoria contra-ataca com truculência, usando artifícios legais e administrativos para constranger e intimidar a luta dos estudantes. Além de imposição de multas contra do DCE, inicia-se agora um movimento de sindicâncias contra estudantes que estão na construção do movimento. Casos de ações vexatórias, constrangimentos, exposições e agressões também estão se tornando cada vez mais comum por parte de alguns docentes avessos à luta dos estudantes, com a conivência e as vezes articulado pelas direções das unidades e pela reitoria.

Repudiamos veementemente toda e qualquer ação que vise intimidar ou constranger a legítima e justa luta do movimento estudantil. Declaramos total solidariedade aos estudantes, suas pautas e seus métodos de luta.

OCUPA TUDO, até a vitória!

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do STU, de 21 de junho de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de junho de 2016.

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porFernanda de Freitas

Reunião da Comissão Técnica Cruesp/F6

Em resposta ao questionamento do Fórum das Seis o Cruesp agendou para quinta-feira (16), das 14h às 16h, a reunião da Comissão Técnica Cruesp/F6 para discutir os números orçamentários das três universidades estaduais paulistas. A atividade será na sede do Cruesp em São Paulo.

As atividades da comissão é de grande importância para ampliarmos o debate sobre transparência nas contas públicas das universidades.

Sobre a reabertura de negociações o Cruesp se limitou a dizer que “em existindo novas informações e sinais de recuperação da economia, agendaremos reunião oportunamente.”.

Os trabalhadores, os docentes e os estudantes seguirão firmes na greve até que haja negociação porque 3% não dá.

porFernanda de Freitas

Assine o Manifesto em Defesa do Hospital Universitário da USP

A comunidade universitária da USP elaborou o Manifesto em Defesa do Hospital Universitário para mobilizar a sociedade para impedir o fechamento desse importante hospital.

O documento aponta a grave situação do HU (Hospital Universitário) que ao longo dos anos vem sendo desmontando pela reitorias com apoio do governador Alckmin.

O manifesto denuncia que quando houve o PIDV (Programa de Incentivo à Demissão Voluntária), o HU perdeu 218 profissionais de saúde (cerca de 15% de seu quadro), dentre eles 18 médicos e que dada a dificuldade das condições de trabalho, nos meses posteriores mais 25 médicos se demitiram.

Somado a isso tem também os cortes de verbas, o fechamento de leitos de UTI’s, faltam materiais básicos para o atendimento, entre outros ataques.
O manifesto exige a imediata contratação de pessoal, de modo a reestabilizar o pleno funcionamento do Hospital Universitário e que sejam garantidas as condições necessárias ao seu funcionamento, “compatíveis com a qualidade da assistência, a segurança de pacientes e trabalhadores e a excelência do ensino”.

Acesse aqui o Manifesto em Defesa do Hospital Universitário da USP

 

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Reitores do Cruesp têm os maiores vencimentos do Brasil

Dinheiro tem! O que falta aos reitores é disposição de negociar.

Os reitores da USP, Unesp e Unicamp estão entre os maiores vencimentos do cargo em todo o país. No caso da Unicamp, a situação é ainda mais escândalosa. Os vencimentos do reitor José Tadeu Jorge (salário, gratificações e dupla matrícula) estão acima de todos os limites legais.
Tadeu recebe 51.175,36, enquanto o maior salário permitido por lei acaba de ser reajustado para R$ 39.293,38. Mas o teto salarial constitucional paulista é de, no máximo, R$ 21.631,00. O valor é o do salário bruto do governador do Estado.
Enquanto isso, o presidente do Cruesp se recusa a retomar a negociação salarial com as categorias em luta, tentando impor um reajuste de menos de um terço da inflação.

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SOS UNIVERSIDADE é lançado na Unicamp

Iniciou neste momento o debate de lançamento do movimento SOS UNIVERSIDADE, no auditório da Adunicamp.
O evento está sendo transmitido ao vivo emwww.socializandosaberes.net.br

Confira abaixo a íntegra do manifesto

MANIFESTO “SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA”

Temos notado claramente que o governo interino federal e o governo estadual paulista, apoiados pela maioria dos congressistas e pela grande mídia, que tem usado de seu poder para defender os interesses das elites em detrimento da grande maioria da população brasileira, vêm buscando implantar “pacotes” e projetos que não apenas inviabilizam políticas de Estado, mas pretendem claramente ir contra o próprio Estado.

Particularmente em relação à educação, as ações governamentais têm contribuído para um desmonte sistemático do ensino público e gratuito. Isso tem sido fortemente adotado, já há anos, pelo governo estadual paulista, ao se omitir deliberadamente de sua responsabilidade ante a deterioração do orçamento das universidades, bastante comprometido pela subtração indevida de recursos da base de cálculo do ICMS que deveriam ser repassados integralmente à USP, UNICAMP E UNESP. No nível federal, percebem-se também fortes tentativas de descaso com a educação pública superior, seja por meio de ações como a extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, seja por defender propostas excludentes e elitistas de privatização do ensino superior.

É contra essas tentativas de desmonte da educação superior pública que surge o SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA, um movimento da Unicamp cujo objetivo é lutar pela conscientização não apenas da comunidade acadêmica, mas também da opinião pública, sobre a necessidade de garantia de que a universidade permaneça pública e gratuita. Para isso, o movimento SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA busca envolver não somente docentes, discentes, funcionários das universidades públicas, mas também diversos setores da sociedade (agentes da educação básica, representações sindicais, frentes populares, movimentos sociais e a população em geral) em torno de um conjunto amplo de debates e ações cujo mote seja: VAMOS DEFENDER A UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE E SOCIALMENTE REFERENCIADA PARA TODOS!

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Greve cresce em todas as universidades

Comando de Greve se reúne hoje às 14 horas no PB * Fórum das Seis também tem reunião hoje, em São Paulo, para discutir próximos passos da Campanha Salarial Unificada.

A greve só cresce com intransigência do Cruesp em não conceder reajuste (já que os 3% oferecidos não chegam nem perto da inflação, que bateu em 10%). O encerramento unilateral das negociações pelos reitores fez com que a indignação com o desrespeito crescesse ainda mais e os professores, estudantes e técnico-administrativos de locais que ainda não tinham aderido entrassem em greve por tempo indeterminado.

Construir as ações da Greve Unificada na Unicamp
O desafio apontado nas reuniões de unidades é a construção de uma agenda comum de toda a comunidade universitária nos locais de trabalho como nas ações gerais realizadas na Universidade.
Hoje o tema será debatido no Comando, que buscará dialogar com a Adunicamp, o DCE e o movimento #OcupaTudoUnicamp a intensificação de agendas unificadas.
Na semana de 13 a 17/6, o Fórum das Seis convocará novo ato conjunto das três universidades na capital. A data será discutida na reunião de hoje do Fórum, à luz dos debates nas bases dos trabalhadores e estudantes em greve. A proposta do STU é que a atividade aconteça no dia 14.
Seguindo a orientação de fortalecer a greve unificada, as unidades devem se reunir hoje pela manhã. Os locais de trabalho que ainda não elegeram representantes para o comando devem fazê-lo.

Quadro da Greve Unificada

Adusp – Em assembleia realizada em 31/05, os docentes decidiram pela continuidade da greve. Nova assembleia está agendada para o próximo dia 08.
Adunicamp – A assembleia de 01/06 deflagrou greve por tempo indeterminado. Também em 08/06 os docentes têm nova assembleia.
Adunesp – Já estão em greve os campi de Franca, Bauru, Marília e Araraquara. Demais campi ainda estão em processo de assembleias.
Sintusp – Greve deflagrada em 12/05. No dia 06/06 haverá um debate com a participação do juiz do Trabalho e professor da Faculdade de Direito, Jorge Luiz Souto Maior, e o deputado Carlos Gianazzi sobre sobre o corte de ponto, e uma reunião com presença do Ministério Público, entre a direção do hospital universitário e os médicos e trabalhadores em greve.
Sintunesp – Estão em greve os campi de Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Marília, Jaboticabal, Presidente Prudente, Sorocaba. Iniciam a greve a partir de hoje os campi de Guaratinguetá e São José do Rio Preto, e Araçatuba a partir de amanahã. Demais campi ainda estão em processo de assembleia.
Estudantes – A reitoria da Unicamp está ocupada desde 10/05, e diversas atividades estão sendo realizadas, com crescimento diário da greve. Na USP, o prédio de Letras (FFLCH) foi ocupado em 11/05 e a greve geral foi decretada em 12/05. Até o momento são 9 unidades com cursos em greve. No caso da Unesp, a greve estudantil acontece atualmente nos campi de Presidente Prudente, Bauru, Assis, Marília, Franca e São Paulo (Barra Funda), com diversas ocupações.

 

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3% não dá! Greve cresce e continua

Hoje tem concentração no Ciclo Básico a partir das 9h e manifestação conjunta com os estudantes

Diante a intransigência do Cruesp em negar-se a debater a reposição da inflação de maio/2015 a abril deste ano (que ficou em 10% pelo IPCA sempre usado pelas universidades) e demais itens da pauta unificada, a assembleia dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem (31) deliberou pela manutenção e fortalecimento da greve.

Reitor do diálogo?
Durante a assembleia o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos trabalhadores pelo não comparecimento à reunião de negociação, fato que demonstra absoluto descaso com o “diálogo” e falta de compromisso com a isonomia e as perdas o inflacionárias que arrocham as condições de vida dos servidores.
A indignação dos trabalhadores aumentou ainda mais ao receberem o comunicado do GGBS de que a proposta de aumento do plano Unimed é de 19,42%.

Intensificar a luta
Por isso, é hora de intensificar as reuniões nas unidades, como fizeram hoje os trabalhadores do SAE, e dialogar com cada servidor que ainda não aderiu à greve: sem mobilização a conta da crise ficará sobre as costas dos trabalhadores enquanto a Unicamp seguirá tocando obras questionáveis, pagando supersalários e duplas matrículas, e inerte perante o fato de que o governo do Estado não cumpre a legislação no repasse da quota-parte do ICMS para as universidades (ao descontar os valores de rubricas como Habitação, taxas e multas da base de cálculo) e desde 2005 não faz repasse orçamentário acordado para a criação do campus de Limeira.

Luta unitária
A assembleia também aprovou a construção de novas ações comuns com professores, estudantes e categorias em luta. A primeira atividade conjunta será realizada hoje, a partir das 9h no Ciclo Básico, junto com os estudantes, com o objetivo de realizar uma passeata pelo campus.
Na quinta (2) será realizada atividade com os servidores municipais de Campinas, às 14h, no Paço Municipal. Os servidores interessados em participar desta atividade devem se inscrever junto à secretaria do sindicato.

AGENDA

1 de junho (hoje)
9h – Café coletivo e concentração para ato conjunto com os estudantes, no Ciclo Básico
9h – Reunião FCM
11h30 – Reunião CEPRE
14h – Visita às unidades
20h – Reunião CAISM, na recepção antiga

2 de junho (quinta)
6h30 – Concentração na Creche
7h – Panfletagem nos Fretados
11h – Reunião HC – Tomografia
14h – Reunião DLIE
14h – Ato conjunto com servidores municipais de Campinas, no Paço Municipal
20h – Reunião CAISM, na recepção antiga

 

porFernanda de Freitas

Boletim do Fórum das Seis 30/05/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 30 de maio de 2016.

 

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Boletim do Fórum das Seis 17/5/16

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis de 17 de maio de 2016.

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porFernanda de Freitas

Nota do Fórum das Seis em Defesa da Educação Pública

Leia a Nota do Fórum das Seis em Defesa da Educação Pública no Estado de São Paulo, de 10 de maio de 2016.

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Apoio ao Sintusp

Como já noticiado no Boletim do STU, o Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e “despejo” de sua sede na Cidade Universitária. A assembleia deliberou participação no ato contra tais arbitrariedades, dia 5 (quinta). Os interessados em participar da caravana devem reservar vaga na Secretaria do STU.

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Jornal do Fórum das Seis de abril de 2016

Baixe aqui Jornal do Fórum das Seis, de abril de 2016.

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porFernanda de Freitas

Assembleia aprova paralisação e calendário de luta

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Trabalhadores indicaram um conjunto de ações para fortalecer a luta

A Campanha Salarial mal começou e os reitores querem usar a justificativa da crise para arrochar os salários e cortar verbas universitárias.

Na primeira reunião de negociação com o Cruesp, sob a presidência do reitor José Tadeu Jorge, o Fórum das Seis (F6) lamentou que o índice não fosse discutido, dadas as expectativas presentes na comunidade.

Diante da falta de discussão e, talvez, de perspectiva de reajuste, esse ano nossa data-base dá mostras de que para avançarmos teremos que apostar na mobilização.

Dessa forma, nossa Assembleia Geral aprovou, na tarde desta quinta-feira (27), o indicativo de luta proposto pelo Fórum das Seis (F6) “Contra o Arrocho e o Desmonte do Serviço Público”, além de um conjunto de ações para construir e fortalecer nossa unidade. Sendo elas:

  • Fortalecer nossa mobilização realizando reuniões de unidades para debater a data-base e a nossa luta pela isonomia;
  • Convocar Comando de Mobilização para a próxima segunda-feira (02), às 12h, para organização da paralisação contra os cortes de verbas e o contingenciamento;
  • Dia de Paralisação – quarta-feira (04) para protestar contra o contingenciamento e os cortes de verbas – encampar o indicativo do IFCH;
  • Organizar caravana, na próxima quinta-feira (05), em apoio ao Sintusp que sofre ameaças de demissões de dirigentes sindicais e aviso de “despejo” da sede que ocupa há 50 anos. Nesta data ocorre um ato convocado pelos companheiros;
  • Indicar ao F6 que aponte a perspectiva de greve, caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste;
  • Realizar um Dia de Luta, Mobilização e Paralisação de técnico-administrativos, em 16/05 (segunda-feira), data em que acontece a segunda rodada de negociação com os reitores. A proposta é que haja concentração no MASP com passeata até a sede do Cruesp;
  • Convocar Comando de Mobilização para dia 17/05 (terça-feira) para organizar nossa luta, avaliar o andamento das mobilizações nas unidades e debater o indicativo de greve;
  • Convocar Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp no dia 18/05 (quarta-feira) para discutir o resultado da reunião de negociação entre o F6 e o Cruesp e deliberar sobre o indicativo de greve;
  • Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater a situação do orçamento da universidade, os cortes de verbas universitárias, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma de impeachment em curso;
  • Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
  • Elaborar abaixo assinado reivindicando “Isonomia Já!”, reforçando o compromisso não cumprido pelo reitor;
  • Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na universidade que preside o conselho, como tradicionalmente acontecia. Cobrar também que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;

 A assembleia contou com a participação da direção nacional da Fasubra, que tem acompanhado de perto os encaminhamentos da data-base da categoria.

Caravana para a USP

O Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e o anúncio de “despejo” da sede que ocupam no campus há 50 anos.

Os interessados em participar da caravana em apoio ao Sintusp na próxima quinta-feira (05) devem reservar sua vaga, o mais breve possível, com a Secretaria do STU.

Calendário de Mobilização

Além das medidas aprovadas pela categoria, os trabalhadores reafirmaram o calendário de mobilização que já está em curso:

  • 1º de Maio – Dia do Trabalhador
  • 06/05: Audiência Pública – para discutir o projeto de lei nº 399/2015, que pleiteia a extensão do vale alimentação aos aposentados e pensionistas
  • 11/05: Dia de Luta contra o Racismo

Solidariedade Classe

Um representante da fábrica Mabe Eletrodomésticos esteve na assembleia para expor a situação dos trabalhadores que foram demitidos sem pagamento de verbas rescisórias. A empresa mexicana é dona das marcas Continental, GE e Dako e, recentemente, decretou falência como forma de se eximir das responsabilidades dos encargos trabalhistas.

O companheiro informou que a fábrica em Campinas foi desocupada depois de inúmeras pressões sofridas pelos trabalhadores e em Hortolândia por meio de medida coercitiva da Polícia Militar.

Pela situação precária em que se encontram os companheiros, a assembleia expressou solidariedade de classe e o STU se colocou à disposição para fortalecer a luta daquela categoria.

Vale lembrar que, o STU esteve presente em vários atos convocados como forma de manter a unidade na luta.