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Boletim do STU 033/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 2 de junho de 2016.

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A greve unificou!

Os trabalhadores e os estudantes da Unicamp realizaram hoje um café da manhã coletivo no Ciclo Básico e também uma manifestação conjunta que percorreu diversas unidades da Universidade reafirmando a importância da luta unitária e denunciando os cortes impostos pela reitoria através da GR10, que contingencia R$ 40 milhões das verbas do orçamento, enquanto mantém o pagamento das duplas matrículas e dos supersalários. O ato foi encerrado em frente à Funcamp, onde o reitor está instalado desde que os estudantes ocuparam a reitoria por moradia, cotas, permanência e contra os cortes.
Durante a mobilização unitária foi reiterada a disposição de luta pela pauta do Fórum das Seis que, além da isonomia dos pisos e o reajuste de 12,34%, também inclui a reivindicação de ampliação das políticas de permanência estudantil.
O reitor da Unicamp e presidente do Cruesp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos manifestantes por sua recusa em negociar com os estudantes, que desde o dia 10 de maio iniciaram o movimento #OcupaTudoUnicamp, pelas tentativas de judicializar e criminalizar a greve tanto de estudantes quanto dos técnico-adminstrativos e também pelo seu não comparecimento à última reunião de negociação com o Fórum das Seis, demonstrando absoluta falta de diálogo com a comunidade universitária.
Conforme deliberação da assembleia realizada na última terça (31), os trabalhadores seguem construindo iniciativas de fortalecimento da greve unificada de toda a comunidade universitária.

Professores aprovam greve
Em assembleia realizada na tarde de hoje os professores da Unicamp decidiram entrar em greve a partir de hoje, fortalecendo ainda mais a luta pela Pauta Unificada do Fórum das Seis. Além da pauta geral, os docentes reafirmaram seu apoio a luta dos estudantes e pelo “Fora Temer”.
A diretoria do STU está em contato com a Adunicamp para encaminhar a agenda proposta pelo Fórum das Seis e também atividades conjuntas na Unicamp, entre técnicos, docentes e estudantes.

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Boletim do STU 032/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 1 de junho de 2016.

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3% não dá! Greve cresce e continua

Hoje tem concentração no Ciclo Básico a partir das 9h e manifestação conjunta com os estudantes

Diante a intransigência do Cruesp em negar-se a debater a reposição da inflação de maio/2015 a abril deste ano (que ficou em 10% pelo IPCA sempre usado pelas universidades) e demais itens da pauta unificada, a assembleia dos trabalhadores da Unicamp realizada ontem (31) deliberou pela manutenção e fortalecimento da greve.

Reitor do diálogo?
Durante a assembleia o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, foi duramente criticado pelos trabalhadores pelo não comparecimento à reunião de negociação, fato que demonstra absoluto descaso com o “diálogo” e falta de compromisso com a isonomia e as perdas o inflacionárias que arrocham as condições de vida dos servidores.
A indignação dos trabalhadores aumentou ainda mais ao receberem o comunicado do GGBS de que a proposta de aumento do plano Unimed é de 19,42%.

Intensificar a luta
Por isso, é hora de intensificar as reuniões nas unidades, como fizeram hoje os trabalhadores do SAE, e dialogar com cada servidor que ainda não aderiu à greve: sem mobilização a conta da crise ficará sobre as costas dos trabalhadores enquanto a Unicamp seguirá tocando obras questionáveis, pagando supersalários e duplas matrículas, e inerte perante o fato de que o governo do Estado não cumpre a legislação no repasse da quota-parte do ICMS para as universidades (ao descontar os valores de rubricas como Habitação, taxas e multas da base de cálculo) e desde 2005 não faz repasse orçamentário acordado para a criação do campus de Limeira.

Luta unitária
A assembleia também aprovou a construção de novas ações comuns com professores, estudantes e categorias em luta. A primeira atividade conjunta será realizada hoje, a partir das 9h no Ciclo Básico, junto com os estudantes, com o objetivo de realizar uma passeata pelo campus.
Na quinta (2) será realizada atividade com os servidores municipais de Campinas, às 14h, no Paço Municipal. Os servidores interessados em participar desta atividade devem se inscrever junto à secretaria do sindicato.

AGENDA

1 de junho (hoje)
9h – Café coletivo e concentração para ato conjunto com os estudantes, no Ciclo Básico
9h – Reunião FCM
11h30 – Reunião CEPRE
14h – Visita às unidades
20h – Reunião CAISM, na recepção antiga

2 de junho (quinta)
6h30 – Concentração na Creche
7h – Panfletagem nos Fretados
11h – Reunião HC – Tomografia
14h – Reunião DLIE
14h – Ato conjunto com servidores municipais de Campinas, no Paço Municipal
20h – Reunião CAISM, na recepção antiga

 

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Democracia Racial e o papel da universidade na promoção da igualdade

O Brasil é um país racista e negar essa afirmação é ignorar a grave situação de preconceito social e racial pela qual passam os negros brasileiros, que são vítimas de ataques racistas há séculos e até hoje lutam por uma reparação, mesmo que tardia.
Com o tema a “Democracia Racial”, o debate promovido pelo STU ontem pela manhã (31) levou funcionários e estudantes a discutirem a questão racial dentro e fora da Universidade. A mesa foi composta pela estudante do Programa de Formação Interdisciplinar Superior (ProFIS), Cláudia de Oliveira; Iedo Ferreira, do MNU/RJ; pelo historiador, escritor, membro do Quilombo Raça e Classe, militante do PSTU/CSP Conlutas, Wilson Honório da Silva e pelo membro do Núcleo de Consciência Negra da Unicamp e diretor do STU, Teófilo Reis.
Assuntos como o mito da democracia racial, preconceito, autodeclaração étnico-racial, cultura afro-brasileira, racismo institucional, cotas raciais, religiões de matriz africana, imagem do negro nos veículos de comunicação, ação policial nas periferias e discriminação por gênero permearam as discussões que se estenderam por quase três horas.
A intenção do debate foi discutir também os conflitos e intolerâncias evidenciados nos últimos anos através de pichações e ofensas dirigidas aos negros presentes nas universidades brasileiras. Além de reforçar a cobrança de que a Unicamp implante políticas de cotas raciais nos vestibulares e concursos públicos.
As exposições da mesa foram no sentido de descontruir o mito da democracia racial, que questiona a existência do racismo em um país tão etnicamente misto como o Brasil, tendo como paralelo a situação da Unicamp que não é diferente do que acontece na sociedade como um todo.
Vale destacar que o STU acredita que a Universidade tem um papel importante na promoção da igualdade racial e, por isso, o sindicato sempre teve uma postura muito firme de combater o racismo e defender as cotas raciais nas universidades públicas estaduais, bandeiras essas que foram aprovadas no XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.
Na avaliação do sindicato o debate apresentou uma discussão rica e proveitosa, que esperamos repetir em outras oportunidades durante a greve. “O encontro foi muito enriquecedor permitindo que a categoria se apropriasse de questões importantes para a sociedade brasileira. A receptividade ao debate aponta que devemos continuar fomentado essas discussões na universidade”, explicou Teófilo Reis. Ele destacou ainda a importância desses debates onde temas como o combate ao racismo institucional podem ser discutidos mais amplamente, para além das salas de aula ou das pesquisas acadêmicas.

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Boletim do STU 031/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 31 de maio de 2016.

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Cruesp mantém arrocho! Assembleia às 14h, no CB

Reitor “do diálogo”, José Tadeu Jorge sequer apareceu na reunião.

Na rodada de negociação do Fórum das Seis com os reitores ocorrida ontem (30) apenas o dirigente da Unesp, Julio Cezar Durigan, esteve presente. A Unicamp e a USP só mandaram representantes. A intransigência em relação aos 3% de reajuste se manteve, e Durigan ainda afirmou que na Unesp esse percentual só será incorporado aos salários quando for “possível” para a instituição.
As ausências de José Tadeu Jorge e Marco Antônio Zago (reitor da USP) e a manutenção do não reajuste foram considerados um desrespeito pelas categorias. Os outros pontos da Pauta Unificada de Reivindicações dos estudantes, professores e técnico-administrativos continuam sem discussão.
Além da quebra da isonomia nos pisos, ocorrida em 2011, a fala do reitor da Unesp mostra disposição em quebrar também a isonomia no conjunto dos vencimentos.
Ontem, caravanas de todo o Estado se encontraram no Masp e foram em passeata até a sede do Cruesp, reafirmando a unidade na luta de trabalhadores e estudantes. Durante o ato, a postura dos reitores foi denunciada à sociedade paulista.

Greve cresce em todas as  universidades

A greve dos técnico-administrativos vem se fortalecendo na Unicamp, USP e Unesp. Segundo a direção do Sintunesp, já é possível afirmar que há paralisação em pelo menos 50% das unidades daquela Universidade. Ontem se realizou mais uma rodada de assembleias, das quais ainda não havia informes até a conclusão deste Boletim do STU. Mas diante da postura do reitor Duringan a tendência é de intensificação do movimento.
Na USP, a greve docente teve início ontem, reforçando a luta iniciada no dia 12. Hoje às 16 horas acontece nova assembleia geral dos professores uspianos para avaliar a reunião com o Cruesp. Os professores da Unicamp realizaram paralisação na semana passada e seguem paralisados até esta quarta-feira (1º), quando realizam assembleia. Os estudantes continuam mobilizados e em greve.

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01/6 – Lançamento do livro: As bases sociais das novas centrais sindicais brasileiras

Livro de Andréia Galvão, Paula Marcelino e Patrícia Vieira TrópiaOrganização: Profª Drª Andréia GalvãoPromoção: Programa de Pós-Graduação em Ciência PolíticaApoio Técnico: Secretaria de Eventos do IFCH

Programação:

Data Título Local Descrição
qua, 01/06/2016 – 17:00 Seminário das Cinco | Debate de lançamento do livro: As bases sociais das novas centrais sincicais brasileiras Sala da Congregação Participação das autoras Andréia Galvão (IFCH) e Paula Marcelino (USP) e do prof. José Dari Krein (IE)
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STU presente em assembleia da Fapesp

Na última quarta-feira (25), a Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria do STU e seus filiados estiveram presentes na assembleia de prestação de contas da atual direção da Federação das Associações e Departamentos de Aposentados, Pensionistas e Idosos do Estado de São Paulo (Fapesp), que encerra seu mandato para dar lugar à Chapa 1 – “União, Trabalho e Resultados”, encabeçada por José Veiga (Sabiá).
Além de esclarecimentos e informes sobre ações judiciais movidas pela Federação, foi realizada a prestação de contas do exercício de 2015. Posteriormente foram discutidos os congressos da Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos); a situação da previdência social no governo interino de Michel Temer, assim como os diversos cortes de direitos sociais, e a ameaça de extinção do programa Farmácia Popular.
Mais uma vez os aposentados do STU se mostraram ativos na luta sindical comparecendo a esta importante atividade da categoria. A Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria acredita que quanto maior a participação, maior será a possibilidade de conquistas.

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Boletim do STU 030/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 30 de maio de 2016.

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Boletim do STU 029/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de maio de 2016.

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Greve fecha todos os setores da reitoria

Hoje tem café da manhã com manifestação na reitoria às 8h30 e debate sobre o impacto da crise nas políticas públicas

O primeiro dia de paralisação dos técnico-administrativos da Unicamp mostrou o tamanho da indignação dos trabalhadores com a aviltante proposta do Cruesp de um não-reajuste de 3% (menos de um terço da inflação nominal acumulada entre maio do ano passado e abril deste ano). A greve já atingiu locais de muito peso na Administração da Universidade, como a DGA, DGRH, divisões de Informática e assessoria de comunicação da reitoria e Medicina do Trabalho. A adesão nesses locais de trabalho tem também a simbologia da unidade com os estudantes (que ocupam a reitoria desde o dia 10 de maio, e fizeram desta segunda um dia de atividades da greve, com fechamento do CB e uma série de debates reafirmando a luta pelo acesso e permanência).
Diversas unidades de ensino e pesquisa, as creches e outras, como a BC, também participaram já no dia de ontem da greve. Em diversos locais os trabalhadores aproveitaram o dia para realizar debates sobre a situação da Universidade e fortalecer a organização e mobilização, junto com os estudantes e professores, contra os cortes orçamentários, o arrocho salarial e em defesa da educação da universidade pública.
Vem pra luta!
Hoje o dia começa com um café da manhã coletivo com manifestação em frente à reitoria, a partir das 8h30. Às 10 horas será realizado pelo STU, DCE e Adunicamp o debate ‘A conjuntura nacional e seus impactos nas políticas públicas’. A atividade acontece na Praça da Paz e terá à mesa os professores Carlos Eduardo Ornelas Berriel (IEL), Pedro Paulo Zahluth Bastos (IE) e Sebastião Carlos Velasco e Cruz (IFCH). Haverá transmissão online pelo link http://socializandosaberes.net.br>.

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Comando discute regimento interno e calendário de atividades

Reunido nesta segunda-feira (23), o Comando de Greve da Unicamp debateu – de acordo com as resoluções do XIII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp – o Regimento Interno de funcionamento e participação das unidades nas reuniões do Comando, para organizar e garantir a representação proporcional dos trabalhadores. Foi apresentada uma proposta pela diretoria do STU, em relação à qual foi verificada apenas uma divergência – com relação ao critério de escolha do número de representantes de cada unidade.
A proposta debatida no Comando e a sugestão de alteração seguem abaixo para que sejam debatidas na unidades e novamente avaliadas na próxima reunião, que será realizada na próxima quarta-feira (25), às 14 horas e será deliberado na próxima assembleia geral da categoria.
O Comando discutiu ainda as propostas para o calendário de atividades da greve (veja ao abaixo).

Proposta Regimento Interno para o Comando de Greve

Artigo 1° – da composição do CG
§ 1º – Unidade com até 50 funcionários 1 representante;
§ 2º – Unidade com até 100 funcionários 2 representantes;
§ 3º – Até 500 funcionários 3 representantes;
§ 4º – Até 1000 funcionários 4 representantes
§ 5º – Mais 1 representante a cada 1000

Artigo 2º – da eleição dos representantes
§ 1º – A diretoria do STU tem direito a 1 voto no comando;
§ 2º – Aposentados terão 1 representante no Comando indicado em assembleia de aposentados, convocada para esse fim;
§ 3º – Terá direito a representação as unidades que se declararem em greve – a indicação do representante será feita a partir da reunião da unidade;
§ 4º – As unidades com mais de 50 funcionários deverão contar com no mínimo 1/3 de trabalhadores da unidade, presentes na reunião, para indicar mais representantes, de acordo com artigo 1º;
§ 5º – No caso do HC a indicação deve compor a representação dos setores em greve, respeitando as especificidades das áreas e turnos, cabendo ao comando local de greve a indicação para o CG;
§ 6º – As unidades terão autonomia para definir o caráter da representação no CG; se permanente, provisória ou alternada;

Artigo 3º – do papel dos representantes
§ 1º – Organizar a unidade no intuito de debater a greve;
§ 2º – Propor formas de construir o movimento;
§ 3º – Trazer informes de sua unidade para as reuniões do CG;
§ 4º – Levar as deliberações do CG para sua unidade e votar nas reuniões do CG de acordo com as propostas debatidas nas suas unidades;

Artigo 4º – Da participação
§ 1º – O CG é aberto a todos os grevistas com direito a vós, mas só os representantes têm direito a voto;
§ 2º – O CG deve designar representantes para compor as Comissões de estrutura, cultura e comunicação;

Proposta de alteração da redação dos Artigo 1° e 4º

A) Toda unidade com pelo menos um trabalhador em greve terá direito a um representante no comando;
B) O número de representante será proporcional ao número de presentes na reunião de unidade;
C) As reuniões de unidade podem ser realizadas diária, semanal ou quinzenalmente para deliberar os representantes;
D) A cada 20 trabalhadores presentes na reunião de unidade, um representante deverá ser indicado para o comando, garantindo uma representação realista e proporcional de trabalhadores em atividade de greve e estimulando as unidades a aumentarem sua adesão.

AGENDA

24 de maio (hoje)
6h30 – Encontro na reitoria
8h30 – Café da manhã coletivo e manifestação em frente à reitoria
9h – Reunião FOP, no Anfiteatro
9h – Reunião CEB
10h – Debate conjunto com a Adunicamp e o DCE ‘A conjuntura nacional e seus impactos nas políticas públicas’, na Praça da Paz ( o debate será transmitido em http://socializandosaberes.net.br)
14h – Visita às unidades (ponto de encontro em frente à reitoria)
17h – Reunião do Fórum das Seis
17h30 – Atividade cultural da greve no IEL (SaraIEL), no Espaço Arcadia

25 de maio (quarta)
9h – Concentração em frente à reitoria e visita às unidades
14h – Reunião do Comando de Greve, em frente à reitoria

30 de maio (segunda)
9h – Reunião do Fórum das Seis
13h – Manifestação unitária em São Paulo
15h – Reunião Cruesp/Fórum das Seis

31 de maio (terça)
9h – Manifestação durante a reunião do Consu
Debate sobre a Racismo

 

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Boletim 028/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de maio de 2016.

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Boletim do STU 027/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 23 de maio de 2016.

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Boletim 026/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de maio de 2016.

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Boletim do STU 025/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 19 de maio de 2016.

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Boletim do STU 024/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 18 de maio de 2016.

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3% não dá! Vem pra assembleia!

Fórum das Seis indica greve. Assembleia Geral nesta quarta (18), às 12, no saguão do Ciclo Básico.

A reunião do Fórum das Seis com o Conselho de Reitores nesta segunda-feira evidenciou que a prioridade dos reitores passa longe da valorização das categorias e do desenvolvimento das universidades paulistas. Não à toa o reitor da USP sequer apareceu na reunião. Os trabalhadores disseram ainda durante o ato em frente à reunião: é greve!
O índice é muito abaixo dos 12,34% reivindicados pelas categorias (inflação pelo ICV-Dieese mais 3% de reposição de perdas históricas) e distante até mesmo da inflação do período de maio/2015 a abril/2016.
Por isso, após a reunião a coordenação do Fórum indicou para as assembleias o debate sobre a necessidade de iniciar uma nova greve (veja nota abaixo). A força da mobilização neste momento é decisiva para arrancar conquistas. É hora de fortalecer a luta e a unidade entre professores, técnico-administrativos e estudantes.
Participe da assembleia, a luta é de todos!

Os indicativos às categorias

Reunidas após a negociação, as entidades que compõem o Fórum das Seis foram unânimes em considerar a ‘não-proposta’ do Cruesp como um acinte, um total desrespeito à comunidade que vem sustentando a qualidade das universidades estaduais com o seu esforço e dedicação nos últimos anos, ainda que remando contra a falta de profissionais e a crescente deterioração de suas condições de trabalho. Não podemos tolerar a manutenção e a agudização do processo de desmonte das universidades estaduais paulistas, que se materializou no episódio desta segunda negociação na forma de arrocho salarial.
Em paralelo, temos um cenário crescente de reação e luta nas universidades: expressiva adesão ao dia de paralisação em 16/5, servidores da USP em greve desde 12/5, paralisações estudantis nas três instituições.
Ainda que o Fórum das Seis tenha protocolado a Pauta Unificada em 31/3, a primeira negociação só foi agendada para 30 dias depois, em 27/4, na qual nada disseram sobre reajuste. Ou seja, esperaram até agora para apresentar a ‘não-proposta’. Diante disso, o Fórum das Seis propõe às categorias:
Rodada de assembleias até 24/5.
Indicativo de greve.
Novo ato unificado em 30/5, data da reunião com o Cruesp.
Fonte: Boletim do Fórum das Seis

Indignação na DGA e DGRH

O sentimento de insatisfação marcou os depoimentos feitos na reunião dos funcionários da DGA e da DGRH realizada ontem pela manhã (17).
O reajuste de 3% proposto pelo Cruesp na reunião de negociação de segunda-feira (16) não agradou, ao contrário, causou indignação pois sequer repõe as perdas inflacionárias do período que chegam a 9,34%.
A categoria demonstrou preocupação com a conjuntura adversa que a classe trabalhadora está passando, em especial o funcionalismo público, e apontou como solução a construção de um movimento de resistência para enfrentar os ataques vindos dos governos Federal, Estadual e do reitor da Unicamp.
“Por um lado vemos cortes de verbas, descompromisso com a isonomia e índice de reajuste irrisório, e do outro lado ataques aos direitos sociais e trabalhistas. Então, não resta alternativa a não ser a unidade dos funcionários, estudantes e docentes”, defendeu um funcionário da DGRH.
Os trabalhadores ressaltaram a importância de fazer um amplo processo de convencimento e sensibilização da categoria porque nossa luta não é só pelos 12,34%, mas em defesa da educação e do serviço públicos.
Outro funcionário também destacou que “o momento é de coragem para se unir aos estudantes que deram o pontapé inicial convocando a greve para garantir avanços nas pautas”.
Neste momento de indignação o STU convoca toda a categoria para participar da assembleia que discutirá o indicativo de greve do Fórum das Seis.