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porFernanda de Freitas

1º de Maio 2021 | Resistência, Luta e Solidariedade

A mobilização pelo Dia da Trabalhadora e do Trabalhador começa nesta sexta-feira (30) com o lema “Resistência, Luta e Solidariedade!”.

Nesta semana o Brasil chegou a 400 mil mortos por Covid devido à incapacidade do governo Federal que adotou como política de governo a disseminação de Fake News, a indicação de medicamentos sem comprovação científica, o negacionismo da ciência e o atraso deliberadamente na compra das vacinas.

Com isso, mais de 100 mil brasileiros morreram nos últimos 36 dias e o ritmo de óbitos dobrou em 2021!

Neste 1º de Maio, Dia da Trabalhadora e do Trabalhador, não temos nada a comemorar!

Vamos somar nossas forças contra esse governo genocida num grito uníssono por vacina para todos e todas, auxílio emergencial digno, volta às aulas apenas com imunização dos trabalhadores da saúde e da educação e pela quebra das patentes da vacina.

Devido ao crescimento da fome em nosso país, a carreata também será um evento de arrecadação de alimentos, por isso, se possível, leve a sua doação.

As Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo, Frente pela Vida em Defesa do SUS, MST, Centrais Sindicais (CUT, CTB, Intersindicais e CSP- Conlutas) encabeçam essa manifestação. Mas não se trata de um ato puramente político ou partidário: é um protesto de luta e esperança… um apelo de brasileiros e brasileiras que não aguentam mais perder seus familiares para uma doença que não foi controlada por inércia do governo.

Chegamos a uma grave crise econômica e social onde 800 mil empresas foram fechadas durante a pandemia e 19,1 milhões de pessoas não têm o quer comer.

Segundo o IBGE, mais de 76 milhões de pessoas estão fora do mercado de trabalho, sem contar o aumento significativo de subempregos. Além disso, os dados mostram que são os trabalhadores os que mais morrem! 

1º de Maio de Luta

Amanhã, 1º de Maio, os movimentos sociais e sindicatos preparam uma Carreata e Bicicletada contra essa tragédia social. Será às 9h30, no Largo do Pará, em Campinas.

O objetivo do ato é levar as pautas de luta pelos direitos e pela vida dos trabalhadores às ruas. Entre os temas levantados pelo protesto estão: vacina já; defesa do SUS, do emprego e da democracia; auxílio emergencial de R$ 600, abaixo a Reforma Administrativa e as privatizações; retorno às aulas presenciais somente com vacina e Fora Bolsonaro!

No protesto vamos arrecadar alimentos não perecíveis para destinar às famílias que estão passando necessidade durante a pandemia.

O lamento é grande, por isso, precisamos seguir firmes na luta por melhores condições de vida e de emprego.

Viva o Primeiro de Maio de Unidade, Luta e Esperança!

Programação

30/04 – 17h: Ato Estadual Virtual (pelo Facebook das Centrais Sindicais e Sindicatos)

01/05 – 9h: Celebração Pastoral Operária de Campinas (na Catedral Metropolitana de Campinas)

01/05 – 9h30: Carreata e Bicicletada em Campinas (concentração no Largo do Pará – Campinas)

porFernanda de Freitas

Unimed Campinas oferece desconto em farmácias para beneficiários

A Unimed Campinas está oferecendo descontos progressivos nas farmácias Droga Raia e Drogasil para todos os seus beneficiários. O desconto é válido até 30 de abril, basta apresentar sua carteirinha no ato da compra.

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar – Eraldo Mariano

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp através da sua diretoria, manifesta seu pesar pelo falecimento do companheiro Eraldo Mariano, da Enfermaria de Pediatria do HC. O sepultamento ocorreu nesta tarde de sexta-feira (23/04).

Eraldo, companheiro valoroso, que tivemos a honra de tê-lo como dirigente sindical do STU, no período de 2011 a 2014.

Seu legado servirá de inspiração para seguirmos no compromisso com a defesa da Educação, da Saúde, do Serviço Público e da democracia.

Lamentamos a perda e expressamos nossa profunda solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

Eraldo Mariano, Presente!

Eraldo Mariano, Presente!

Eraldo Mariano, Presente!

porFernanda de Freitas

STU fecha parceria de convênio médico com Beneficência Portuguesa

O STU ampliou sua carteira de convênios médicos e está oferecendo uma alternativa aos seus associados.

Neste momento de crise sanitária, onde a saúde é uma das principais preocupações da população, passamos a contar com Plano de Saúde Beneficência Portuguesa para cuidar da sua saúde e de toda a sua família.

Caso tenha interesse ou alguma dúvida entre em contato com o STU (19) 99744-4890.

porFernanda de Freitas

Discurso do STU para a posse da nova reitoria Tom Zé/Maria Luiza

Ontem (19), o professor Antonio José de Almeida Meirelles, Tom Zé, tomou posse como novo reitor da Unicamp e Maria Luiza Moretti assumiu a Coordenadoria Geral da Universidade (CGU).

A cerimônia de transferência de cargo foi transmitida ao vivo da sala do Conselho Universitário (Consu), que contou com poucos participantes presenciais devido à pandemia da Covid-1.

Estava previsto um momento para o posicionamento do STU, mas a fala não foi feita por problemas técnicos com link da plataforma do evento.

Desta forma, enviamos o discurso do Sindicato para que conste na Ata da Posse. Confira a íntegra do discurso.

Caros Tom Zé e Luiza,

Saudamos o início da gestão e esperamos que seja exitosa nos desafios. Temos convicções que serão tempos difíceis e de muita luta. Mas a democracia e a defesa da Universidade Pública, a autonomia e a inclusão devem unir a comunidade. A experiência já demonstrou que quando a comunidade se une a universidade se fortalece.

A diretoria do STU construiu em reunião esse posicionamento abaixo para servir de conversa com a nova reitoria na posse.

PANDEMIA

  1. Concordamos que o combate a pandemia é prioridade nesse momento que o Brasil vive uma tragédia nacional que já ceifou mais de 360 mil vidas de brasileiros e que a negação e a omissão do governo Federal só fazem aumentar essa tragédia.  A universidade enquanto lugar da ciência deve combater com firmeza o negacionismo e oferecer a sociedade caminhos que possam contribuir com a melhoria na vida das pessoas e uma sociedade mais justa;
  2. Deve também proteger sua comunidade, garantindo que nenhum estudante ou trabalhador que atue na universidade fique exposto, e quando for essencial a presença que se tenha as devidas garantias. Qualquer retorno dependerá da proteção da comunidade pela vacina.
  3.  Falando em pandemia – é preciso falar dos trabalhadores da saúde da Unicamp, que mesmo sem todas as condições adequadas foram para linha de frente da Covid-19 e jogaram e jogam um grande papel no combate à pandemia; é preciso reconhecer e valorizar esses trabalhadores e ter um olhar para a Área de Saúde no sentido de compreendê-la como instrumento importante da relação da universidade com a sociedade.

INCLUSÃO

  1. A inclusão deve ter centralidade nas políticas da Unicamp. As lutas e mobilizações conquistaram avanços até aqui, mas é preciso atenção para não ter retrocessos e continuar avançando. Há uma necessidade objetiva de o país avançar no combate ao racismo, ao machismo, a homofobia e toda descriminação que acaba sendo fonte de exclusão e segregação na sociedade. A universidade deve ser transparente nessa discussão, mostrando seus dados e evidenciando a realidade da descriminação e do preconceito em todos os segmentos que atuam na Unicamp;
  2. Recentemente aprovamos as cotas raciais para carreira Paepe. Mais uma vitória. Mas é preciso olhar para todas as contratações na universidade, sejam docentes, pesquisadores, Funcamp ou terceirizados e observar o quanto de racismo contém nesses processos. É preciso olhar também o quanto o racismo está presente na indicação de chefias e nos demais cargos de gestão da universidade.

CUIDAR DAS PESSOAS

Cuidar das pessoas deve ser prioridade – esse foi slogan da campanha Tom Zé e Luiza e agora esperamos ser mote da gestão da atual reitoria empossada.

Para o STU cuidar das pessoas é:

  1. Garantir que os processos de trabalho e as relações de trabalho não sejam pautadas por assédios e os trabalhadores sejam respeitados. Precisamos de gestores na Unicamp com mais capacidade de ouvir e dialogar de forma democrática e respeitosa;
  2. Olhar e enxergar que os trabalhadores não são só números, mas buscar reconhecer que a Unicamp é uma construção coletiva e que nela existem pessoas que dedicam suas vidas para fortalecer essa instituição;
  3. Que olhar para as pessoas é dizer NÃO aos processos de terceirização, que precarizam o trabalho, reduzem direitos e desrespeitam trabalhadores;
  4. Estamos há vários anos sem recomposição dos salários. As reposições de pessoas não são suficientes sequer para substituir os servidores que saem ou se aposentam.  Os aposentados que já vivem em dificuldades têm parte da sua renda confiscada pelo governo Estadual. Nesse momento de pandemia os trabalhadores se veem com a renda diminuída, enquanto a universidade tem o menor comprometimento dos últimos anos.
  5. Nossa carreira precisa urgentemente ser retomada e discutida numa perspectiva de valorização do trabalho, reconhecendo que o processo de isonomia não foi concluído e que existem distorções que precisam ser corrigidas. As competências e as experiências devem ser valorizadas na carreira, mas com a centralidade de que o trabalho e a universidade são uma construção coletiva. Nesse sentido deve-se valorizar também processos de mobilidades entre setores e unidades que potencializem e valorizem as competências e experiências.  A Unicamp deve se abrir mais para formação de seus funcionários. A gestão da universidade deve ser mais democrática, valorizando as discussões e trocas de experiências.

Nesse sentido a universidade também precisa se democratizar para promover uma revisão nos seus estatutos e criar as condições para que a comunidade participe efetivamente e contribua com os processos de planejamento.

O STU reitera a saudação à nova gestão Tom Zé e Luiza e espera que seja exitosa!

Campinas, 19 de Abril de 2021

porFernanda de Freitas

VII Conferência ENLACES discute os desafios da Educação Superior Pública

No dia 20/04, a Área Latino-americana e Caribenha de Educação Superior (ENLACES) realizará o 7ª Jornada rumo à III Conferência Mundial de Educação Superior da Unesco sob o tema “A Educação Superior Pública Brasileira – Desafios e Propostas para o Congresso Mundial de Educação Superior”.

Entre os convidados confirmados está o coordenador geral da Fasubra, Antonio Alves Neto – Toninho.

O encontro começa às 19h e será transmitido ao vivo no YouTube da União Nacional dos Estudantes [https://www.youtube.com/watch?v=3SmxMW1110g]

porFernanda de Freitas

Fórum das Seis protocola Pauta Unificada 2021

O Fórum das Seis protocolou a Pauta de Reivindicações de 2021 junto ao Conselho de Reitores (Cruesp) em 6/4, já sob a presidência do reitor da USP, professor Vahan Agopyan. A entrega da Pauta foi acompanhada da solicitação de agendamento de reuniões entre as partes ainda em abril, tendo em vista o fato de que nossa data-base é 1º de maio.

A data-base é o período em que as entidades sindicais e estudantis das três estaduais paulistas e do Centro Paula Souza cobram o atendimento às suas reivindicações salariais e por melhores condições de trabalho e de vida. Em 2020, sob o impacto do início da pandemia de Covid-19 e das perspectivas de queda na arrecadação do ICMS, que acabaram não se concretizando, a campanha foi suspensa. Em 2021, nossas reivindicações estão focadas em duas frentes centrais: o combate ao arrocho salarial – aí inserida a necessária valorização das fases iniciais de ambas as carreiras – e pelo estabelecimento de um plano sanitário e educacional nas instituições.

Pauta Unificada 2021 – Fórum das Seis

Comprometimento com folha é o mais baixo dos últimos anos

Ao contrário das previsões iniciais, de que a economia entraria em queda livre no decorrer de 2020, a arrecadação do ICMS – imposto que dá base aos repasses para as universidades – teve resultados surpreendentes no segundo semestre, especialmente nos últimos quatro meses do ano. Some-se a isso a expressiva economia com custeio nas unidades, por conta das medidas de isolamento e do trabalho remoto, e temos uma situação de folga e crescimento das reservas nas universidades.

O comprometimento médio entre as três universidades com folha de pagamento em 2020 ficou em 85,31% (83,08% na Unesp, 88,28% na Unicamp e 85,05% na USP), abaixo das médias dos anos anteriores. Se considerarmos o comprometimento acumulado em fevereiro/2021, temos um índice médio ainda menor, de 78,98% (77,25% na Unesp, 82,22% na Unicamp e 78,37% na USP).

Não se trata de aumento. Reivindicação é para repor perdas passadas

Considerando que as perdas acumuladas, em particular nos anos mais recentes, chegam a patamares insuportáveis – em especial para aqueles em início de carreira – e também conscientes do momento ao qual estamos submetidos no país e no mundo, o Fórum das Seis reivindica do Cruesp uma recuperação parcial em maio de 2021 e que os reitores se comprometam com a elaboração democrática de um plano, cuja aplicação tenha início ainda neste ano, para repor mais amplamente tais perdas.

Se considerarmos nosso poder aquisitivo em maio/2012, por exemplo, as perdas até maio/2020 são de 26,73% (inflação acumulada de maio/2012 a abril/2020 de 53,73% e reajuste acumulado de 27%). A estas perdas, ainda precisaria ser adicionada a inflação apurada entre maio/2020 e abril/2021.

Aqui, não menos importante do que as perdas a que estamos submetidos é a situação sentida de forma mais acentuada por servidores docentes e técnico-administrativos em início de carreira. Além de verem seus proventos serem consumidos pelas perdas inflacionárias, eles foram e estão sendo atingidos de forma mais contundente pelas reformas já implantadas ou em tramitação desde o começo dos anos 2000. Assim, se faz necessária, além da recuperação das perdas, uma política de valorização (inclusive salarial) das posições iniciais nas carreiras de servidores das três universidades estaduais paulistas e do Ceeteps.

Nossas reivindicações salariais

1 – Recuperação parcial de perdas, com um reajuste salarial em maio/2021 de no mínimo 8%, e um plano de médio prazo para a recuperação de perdas, tendo como objetivo, no mínimo, recompor o poder aquisitivo de maio/2012;

2 – Pagamento adicional de 3% a servidora(e)s docentes e técnico-administrativa(o)s da Unesp, referentes ao reajuste da data-base de 2016, bem como os valores em atraso;

3 – Reconhecimento, por parte do Cruesp, da existência de perdas significativas nos níveis salariais da(o)s servidora(e)s das três Universidades Estaduais Paulistas e da necessidade de estabelecer um plano de médio prazo para a recomposição salarial, com a constituição de um grupo de trabalho, com representantes do Cruesp e do Fórum das Seis, para realizar os estudos necessários e elaborar, ainda neste ano, o plano para a recuperação de nossas perdas salariais;

4 – Comprometimento do Cruesp com a valorização (inclusive salarial) dos níveis iniciais das carreiras;

5 – Recomposição das perdas salariais de servidora(e)s docentes e técnico-administrativa(o)s do Centro Paula Souza (Ceeteps), de acordo com índices adotados pelo Cruesp no período de 1996 a 2021, em respeito ao vínculo legal entre o Ceeteps e a Unesp, de acordo com o artigo 15 da Lei 952/1976.

Pauta 2021 reivindica plano sanitário e medidas de proteção à vida

A Pauta Unificada 2021 tem como outro de seus eixos a reivindicação de que a administração de cada instituição elabore democraticamente um “plano sanitário e educacional”, que conte com a participação dos segmentos de suas comunidades acadêmicas – docentes, técnico-administrativos e estudantes –, contendo diretrizes para a etapa atual, de expansão acelerada da pandemia, e para o futuro retorno presencial, quando as condições assim o exigirem.

Fórum das Seis e Cruesp tiveram reunião em 29/3

A pedido do Fórum das Seis, os reitores da Unesp, USP e Unicamp receberam os representantes das entidades para uma reunião virtual em 29/3.

A reunião havia sido solicitada no final do ano passado, com dois pontos centrais na pauta:

  1. O planejamento das atividades acadêmicas e administrativas das universidades e do Centro Paula Souza em 2021, frente às incertezas que ainda cercam a pandemia,
  2. As implicações da LC 173/2020.

Em sua fala inicial, o reitor da Unesp e então presidente do Cruesp, professor Pasqual Barretti, sinalizou: “Não vamos conseguir atender tudo na data-base, mas nosso papel deve ser o de estabelecer planos para resolver os problemas das categorias nos próximos anos”.

Para o Fórum, essa é uma sinalização importante. Entre as reivindicações da Pauta Unificada 2021, que não havia sido protocolada até aquele momento, está a construção de planos de médio prazo para a recuperação de perdas salariais e, também, para a definição de políticas de valorização dos níveis iniciais das carreiras.

Em relação à pandemia, os representantes do Fórum assinalaram que há uma disparidade no posicionamento das universidades nas ações adotadas. Numa mesma universidade, por exemplo, há institutos e unidades com diferentes avaliações sobre o que é essencial. Além disso, muitas das medidas, acertadas ou não, têm sido tomadas sem conversas mais abertas com a comunidade e as entidades representativas.

O Fórum elogiou as recentes manifestações públicas do Cruesp contra a falta de diretrizes federais no combate à pandemia e em defesa da vacinação, mas pediu que mais posicionamentos públicos como esse sejam adotados, dada a importância das instituições no cenário acadêmico e científico do país.

Por fim, os representantes das entidades cobraram que qualquer questão relacionada ao retorno das atividades presenciais – que só deve ocorrer num cenário de vacinação ampla e controle efetivo da pandemia – seja discutido mais amplamente com a comunidade e com suas entidades representativas.

Em relação ao segundo ponto, os representantes do Fórum das Seis procuraram demonstrar que não se sustenta a alegação das reitorias sobre a “impossibilidade” de negociar devido aos efeitos da Lei Complementar (LC) 173/2020. E isso fica claro quando vemos a sentença proferida pelo Tribunal de Justiça (TJ-SP), no âmbito de ação ajuizada pela Adusp contra os efeitos da lei sobre a USP. Embora tenha negado o pedido de liminar, em seu despacho o juiz da 9ª Vara da Fazenda Pública ressaltou que a universidade não está subordinada à LC 173/2020, embora sua autonomia administrativa a autorize a decidir sobre seus gastos. Ou seja, está claro para a justiça que a autonomia garante às gestões das Universidades Estaduais Paulistas a decisão de acatar ou não os limites impostos pela LC 173/2020. Além disso, corroboram com esta interpretação do alcance da aplicabilidade da LC 173 diversos pareceres, notas técnicas e despachos em sentenças emitidos por juízes, Ministério Público e até mesmo pelo Ministério da Economia.

Os reitores procuraram reforçar a interpretação restritiva em relação à LC 173. “Temos que defender a autonomia, mas nossa defesa tem que se coadunar com a lei. Ela é arbitrária, mas está aí”, resumiu o reitor da Unesp e presidente do Cruesp na reunião, professor Pasqual Barretti.

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Saúde e economia não se contrapõem!

Por vacinação ampla, auxílio emergencial digno, defesa do SUS e dos serviços públicos

Os trágicos números divulgados diariamente pelos meios de comunicação apontam para uma catástrofe social no Brasil. No fechamento deste boletim, em 6/4/2021, já são mais de 330 mil mortos pela Covid-19. É fato que a disseminação da pandemia pelo planeta é algo difícil, talvez impossível, de evitar. Mas o combate a ela e a proteção às pessoas são possíveis, sim, e dependem de decisões políticas.

A disparada nos números de casos e de mortes não acontece por acaso. O governo federal, que deveria liderar o país contra a pandemia – com concessão de auxílio emergencial digno, investimento em testagem e na compra de vacinas, promoção de campanhas de esclarecimento pelo isolamento social, uso de máscaras, importância da vacinação etc. – age na contramão e colabora decisivamente para que o país seja visto como ameaça global na disseminação do vírus e suas variantes. Em suas lives, o presidente da República não se cansa de desacreditar as medidas preventivas e de repetir a falsa dicotomia entre saúde e economia, como se as pessoas fossem obrigadas a escolher entre vida e emprego, entre morrer pelo vírus ou morrer pela fome.

O que o discurso palaciano não mostra é que, a exemplo do que vêm fazendo vários países – Alemanha, Nova Zelândia, Vietnã, Uruguai, entre outros – é preciso garantir a sobrevivência da parcela mais vulnerável da população – trabalhadores informais, desempregados, donos de pequenas e médias empresas – enquanto o país aplica as medidas de isolamento social preconizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para conter a disseminação da doença. Em outras palavras, é preciso que o Brasil garanta uma política de renda para que as pessoas fiquem em casa.

De onde tirar o dinheiro? “Tem várias possibilidades. Só de incentivos fiscais são R$ 300 bilhões por ano, o que equivale a 20% do orçamento do governo federal. Então existem maneiras de conseguir esses recursos de forma emergencial. Para além disso, há as propostas de taxação dos mais ricos”, defende o cientista político Marcello Baird, professor de relações internacionais da ESPM, em entrevista ao Portal Ecoa (18/3/2021).

No final de 2020, cerca de 50 milhões de brasileiros deixaram de receber o auxílio emergencial de R$ 600,00 (ou R$1.200,00, no caso das mães solo). Em seu lugar, após mais de três meses sem nada, o Congresso Nacional aprovou um novo auxílio, com valores miseráveis, entre R$ 150,00 e R$ 375,00, a ser pago em quatro parcelas e deixando de fora milhões de pessoas antes atendidas.

Cruzada contra a vacina

Ao mesmo tempo em que impõe a “escolha” entre o vírus e a fome para a maioria da população, o governo Bolsonaro inviabiliza o acesso rápido à vacinação, vista como principal alternativa para frear a escalada da pandemia. Já em dezembro de 2020, enquanto as campanhas de vacinação tinham início ao redor do mundo, o governo brasileiro se vangloriava por ter rejeitado propostas de compras de imunizantes e seguia suas campanhas por “tratamento precoce” para a Covid-19, atestado como ineficaz pelos cientistas, à base de Hidroxicloroquina, Ivermectina, Azitromicina etc.

A política desastrosa do governo brasileiro em relação à vacina não se resume ao atraso nas compras, mas também à negativa de apoiar a proposta de quebra das patentes, apresentada em outubro passado por Índia e África do Sul, e apoiada por 55 países, como uma forma de facilitar a transferência de tecnologia e possibilitar a produção de imunizantes a custo acessível em vários países. O Brasil preferiu apoiar a manutenção dos lucros bilionários das grandes farmacêuticas. Especialistas apontam que, no ritmo atual, os países pobres conseguirão vacinar suas populações só em 2024.

Ataque aos serviços públicos e aos servidores

A política genocida do atual governo também tem a marca dos ataques aos serviços públicos e aos servidores, que seguem garantindo o atendimento à população apesar das seguidas medidas de confisco salarial e de direitos.

Os números da pandemia seriam ainda mais trágicos não fosse o Sistema Único de Saúde (SUS), que vem salvando vidas e garantindo o atendimento à população, apesar de seu subfinanciamento crônico. Entre os anos de 2018 e 2020, a estimativa é que o SUS tenha perdido cerca de R$ 22,5 bilhões devido à Emenda Constitucional (EC) 95, o chamado “teto de gastos”, aprovado durante o governo Temer. Os dados constam em artigo publicado no portal do Conselho Nacional de Saúde.

Neste momento, tramita no Congresso Nacional a proposta de emenda constitucional (PEC) nº 32, da reforma administrativa, com outros pesados ataques ao funcionalismo.

Unificar as lutas

“O governo não testa, não dá auxílio, dispensa vacinas, promove aglomeração e tratamento precoce, não faz lockdown e diz que não funciona”, resume o biólogo Átila Iamarino, fundador da maior rede de blogs de ciência em língua portuguesa, o ScienceBlogs Brasil.

Este cenário de terra arrasada exige de nós, trabalhadores e estudantes, reação e mobilização. Cabe às centrais sindicais, sindicatos e organizações estudantis e populares unificarem as lutas. O Fórum das Seis, que reúne as entidades sindicais e estudantis das universidades estaduais paulistas e do Centro Paula Souza, participa ativamente da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público. Junto com dezenas de outras entidades, a Frente vem organizando a luta por:

– Defesa da VIDA! Política de isolamento social em todo o país;

– Auxílio emergencial mínimo de R$ 600 e proteção aos empregos enquanto durar a pandemia, para que o povo possa sobreviver e enfrentar a fome e a carestia.

– ‘Vacina gratuita, já’ para todas as pessoas, em defesa do SUS.

– Quebra das patentes para garantir a produção ampla e com baixo custo das vacinas;

– Defesa do SUS e dos serviços públicos;

– Contra a Reforma Administrativa (PEC32/19)

– ‘Fora, Bolsonaro!’ Pelo fim de um governo genocida que está matando o povo brasileiro pela doença e pela fome.

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Fórum das Seis apoia campanhas de solidariedade em meio à pandemia

Nas universidades estaduais paulistas e no Centro Paula Souza, assim como em todo o país, há várias iniciativas de solidariedade ativa às comunidades em situação de vulnerabilidade devido aos efeitos da pandemia de Coronavírus.

Não se trata, por certo, de substituir a obrigação do Estado em promover políticas públicas que garantam a renda, alimentação adequada e acesso aos serviços de saúde. No entanto, com a insuficiência das ações governamentais de transferência de recursos para a população mais carente, o que dificulta muito a manutenção do necessário isolamento social, cresce a importância das iniciativas abraçadas pelas organizações sindicais e populares.

A partir desta edição, o Boletim do Fórum vai promover a divulgação de algumas destas campanhas. Colabore!

RAP Butantã organiza doações em SP

A Rede de Apoio Popular Butantã – iniciativa que envolve a Associação dos Docentes da USP-Adusp, o Sindicato dos Trabalhadores da USP-Sintusp, o Diretório Central de Estudantes DCE-Livre da USP e o Coletivo Butantã na Luta – está arrecadando recursos para a compra de produtos alimentícios e de higiene.

A RAP está presente no Facebook (Rede de Apoio Popular) e no Instagram (instagram.com/RedePopular/).

Para fazer doações por transferência ou depósito bancário, uma conta corrente foi disponibilizada pela Adusp:

  • Associação dos Docentes da USP
  • Banco do Brasil
  • Agência: 4328-1
  • C/C: 117-1
  • CNPJ: 51.688.943/0001-90

ADunicamp solidária

A Associação de Docentes da Unicamp (ADunicamp) está lançando uma nova campanha, na qual convoca a comunidade da Unicamp para atuar em prol da redução dos impactos causados pela pandemia da Covid-19. Devido ao cenário insalubre, neste momento a ADunicamp não receberá as doações. Porém, por meio de seus canais de comunicação (site, e-mail e redes sociais), divulgará sistematicamente os endereços de todas as entidades que foram e estão sendo atendidas.

Consulte a lista e veja como participar no site da entidade (adunicamp.org.br).

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Defesa dos serviços e servidores públicos 

Pela aprovação do PDL 22/20 e contra os ataques dos governos federal e estadual aos serviços públicos: 16/4, às 17h, tem audiência pública na Alesp

A Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que engloba dezenas de entidades representativas do funcionalismo paulista, está organizando mais uma atividade em defesa dos serviços e servidores públicos (ativos, aposentados e pensionistas). Trata-se de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de SP (Alesp), no dia 16 de abril, às 17h. A audiência terá como foco os ataques, tanto do governo federal quanto do estadual, aos serviços e servidores públicos (Reforma Administrativa, desmonte das empresas e institutos públicos etc.)

A luta pela aprovação do PDL 22 é outro tema importante a ser debatido. Como o Fórum das Seis vem divulgando, por meio do Decreto 65.021, de 19/6/2020, o  governo Doria estabeleceu que a contribuição previdenciária dos atuais aposentados e pensionistas estatutários não mais incida sobre o valor da parcela dos proventos que supere o limite máximo estabelecido para os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (como estabelece a regra até então vigente), mas sim sobre o montante dos proventos de aposentadorias e de pensões que supere um salário mínimo nacional, incidindo por faixa salarial. O confisco é pesado. O detalhe é que o decreto foi adotado sem nenhuma comprovação de “déficit atuarial”.

Em reação, dezenas de entidades sindicais ajuizaram ações na justiça contra a reforma de Doria, com questionamentos específicos ao decreto. Na Alesp, cinco projetos de decreto legislativo (PDL) foram apresentados para anular o Decreto 65.021. O PDL 22/20, de autoria do deputado Carlos Giannazi (PSOL) é o que tem tramitação mais adiantada. A luta é pela sua aprovação.

Mais detalhes em breve.

Confira mais:

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis – 07/04/2021 (PDF)

Pauta Unificada 2021 – Fórum das Seis

Fonte: Boletim do Fórum das Seis – 07/04/2021

porFernanda de Freitas

CONTAS STU | Assembleia Geral vai discutir revisão orçamentária

Edital de Convocação dessa assembleia foi publicado no jornal Folha de S. Paulo (Caderno Ciência – B7), no dia 22/03/2021.

Neste mês o STU realiza a Assembleia Geral Orçamentária para debater com seus associados a situação financeira da entidade. Será terça-feira (30/03), às 10, pela Plataforma Zoom Meeting.

Link para entrar na assembleia: https://app.smartsheet.com/b/form/27fc1bbfceb54d9d891172691529a763

O convite com o passo a passo para acessar a assembleia pela plataforma virtual está no fim desta matéria.

Nossa pauta:

  • Aprovação dos Balanços 2019 e 2020;
  • Aprovação da Proposta Orçamentária para 2021.

No ano passado, por ocasião da pandemia não conseguimos realizar a assembleia. Mas ao longo do ano a diretoria tomou várias medidas para contenção de custos.

Também fizemos adaptações para o trabalho e ações remotos visando se adequar as orientações dos órgãos de saúde e legislações trabalhistas vigentes.

Como a preocupação com o equilíbrio financeiro da entidade norteia as ações da diretoria, vamos analisar o andamento das medidas aprovadas desde o último planejamento orçamentário. Além de apresentar a previsão de receita e despesas para 2021, visando garantir a lisura e manutenção das ações sindicais. 

A Reforma Trabalhista e recentemente a pandemia da Covid-19 gerou uma série de mudanças na estrutura sindical. Por isso, precisamos da união da categoria para manter nosso sindicato forte e combativo.

Documentos

Os membros do Conselho Fiscal já analisaram e aprovaram os documentos emitidos pela contadoria do Sindicato.

Confira os documentos que serão discutidos na assembleia ordinária:

Esta assembleia ordinária ocorre anualmente conforme previsto no nosso Estatuto Social. Por isso, é fundamental a participação de toda a categoria.

Convite da Assembleia Clicável

porRafael Jorge

A luta pelas trabalhadoras gestantes no CAISM

Desde o início da pandemia, o Sindicato tem encontrado dificuldades de dialogar e resolver os problemas na Área da Saúde. A luta vai desde a garantia de EPI’s adequados e proteção dos trabalhadores do grupo de risco até o reconhecimento de atividades insalubres, que até hoje não teve resolução. Além das dificuldades que já existiam antes da pandemia, como assédio moral, falta de espaço adequado para o descanso noturno e sobrecarga de trabalho com a falta de reposição de funcionários, a pandemia somou dificuldades e muito medo principalmente porque os trabalhadores não se sentem seguros para continuar servindo a população neste momento tão crítico. E nesse contexto mulheres grávidas vêm sofrendo por não estarem protegidas, em ambientes com alto risco de contaminação e sem poder tomar a vacina pois ainda não há comprovação científica de que a vacina não irá prejudicar seus bebês. No Hospital da Mulher, onde as gestantes recebem atendimento de alta qualidade, as trabalhadoras que engravidam se veem desamparadas.

Cronograma dessa luta até aqui…

dezembro 1, 2020

Reunião virtual com o chefe de gabinete Prof. Dr. Gontijo

Denúncia da situação das servidoras gestantes do CAISM que foram transferidas dos seus setores por recomendação da DSO em ASO. Deste então, trocamos e-mails e voltamos a nos reunir virtualmente com a presença de representantes da DSO, DSTr, Caism, Reitoria e Sindicato. No entanto, até o presente momento não houve qualquer alteração nas condutas e as gestantes seguem trabalhando na área hospitalar em plena pandemia e aumento constante dos números de casos de COVID19.

dezembro 1, 2020
janeiro 11, 2021

Visita técnica da DSTR na CME

O Sindicato, presente nesta visita, questionou a Engª de Segurança do Trabalho Dilaine Schneider quanto a avaliação restrita às atividades descritas pela DIVEN e foi informado que o DSTr avalia o grau de insalubridade pelas atividades do servidor e não pelo setor. Sendo assim, não foi descrito e avaliado o ambiente e sim a atividade exercida pela servidora grávida. Não tivemos nenhum parecer após essa visita técnica.

janeiro 11, 2021
janeiro 14, 2021

Nota técnica do Ministério Público do Trabalho

Ministério Público do Trabalho apresentou uma nota técnica sobre a segurança das gestantes no ambiente de trabalho mediante à pandemia de Covid-19, recomendando o afastamento das mesmas do trabalho presencial, levando em consideração os riscos da mulher gestante.

janeiro 14, 2021
fevereiro 11, 2021

Reunião com a Procuradoria Geral

Sindicato participou novamente de uma reunião com os representantes citados acima e a Procuradoria Geral, que abordou a Nota Técnica do MPT Nesta reunião, foi acordado que a Reitoria formaria um grupo de trabalho para definir as diretrizes da Universidade quanto às trabalhadoras gestantes e lactantes diante das leis trabalhistas, riscos e atividades insalubres e ainda definir a extensão dos mesmos direitos trabalhistas às gestantes contratadas no regime Estatutário.

fevereiro 11, 2021
fevereiro 26, 2021

Criação de GT

This is Timeline description, you can Foi criado o GT para abordar a situação das trabalhadoras gestantes e lactantes. O GT vem se reunindo semanalmente, mas sem resoluções práticas até o momento.

fevereiro 26, 2021

A criação do GT foi um avanço na luta da mulher trabalhadora, da garantia dos direitos já conquistados e da valorização da vida dessas mulheres e seus bebês, mas essa luta não pode parar! Mulheres precisaram se expor, procurar o Sindicato e estão até hoje trabalhando com medo de serem contaminadas pelo COVID19. Outras muitas mulheres sequer puderam se expressar pois são contratadas em regime estatutário e não são protegidas pelas leis trabalhistas. Leis que a Unicamp alega seguir literalmente e assim não garante a extensão dos direitos a elas e proteção das suas vidas e de seus bebês.
Cabe ressaltar que o CAISM lidera estudo da OMS sobre o impacto da COVID-19 na gestação, apontando que a gestação aumenta as chances da mulher desenvolver a forma grave da doença e precisar de terapia intensiva (referência: https://www.saopaulo.sp.gov.br/noticias-coronavirus/unicamp-lidera-estudo-da-oms-no-brasil-sobre-impacto-da-covid-19-na-gestacao/ ) Sendo assim, as gestantes são consideradas do grupo de risco e deveriam ser afastadas dos locais insalubres imediatamente! Se possível, que façam atividades remotas, mas quando não for possível a adaptação para o teletrabalho, que sejam afastadas sem prejuízo de vencimentos.
Não podemos mais aceitar que em uma Universidade pública onde a pesquisa e ciência são valorizadas, gestores ainda atuem de forma contraditória arriscando as vidas das trabalhadoras e dos seus bebês!

Nenhum direito se conquista sem luta e nós não vamos parar até que todas as vidas sejam respeitadas!
Pelas mulheres, por seus bebês, pela vida, estamos juntos e juntas!
porFernanda de Freitas

AGENDA CAMPINAS | Dia de Nacional de Luta da Classe Trabalhadora

É hoje, 24/03…. vamos todos, todas e todes juntos nesse #DIA24pelaVIDA:

📌 Em defesa da VIDA! Pelo fechamento total das atividades (lockdown) por 15 dias em todo o Brasil para frear a pandemia, as mortes e o colapso do sistema de saúde.

📌 Em defesa do AUXÍLIO EMERGENCIAL DE R$ 600 e PROTEÇÃO AOS EMPREGOS enquanto durar a pandemia, para que o povo possa sobreviver e enfrentar a fome e a carestia.

📌 Pela VACINA JÁ! Para todas as pessoas, em defesa do SUS.

📌 Pelo #Fora Bolsonaro – Pelo fim de um governo genocida que está matando o povo brasileiro pela doença e pela fome.

📌 CONTRA A PEC 32/2020 DA REFORMA ADMINISTRATIVA que precariza as relações de trabalho do funcionalismo, incentiva a preservação dos privilégios e aprofunda o desmonte dos Serviços Públicos.

A partir das 12h começa a Live solidária com a presença dos/as vereadores/as da bancada de esquerda de Campinas e representantes dos movimentos sociais e sindical que participam da organização desse evento.

E mais tarde, às 18h, tem a #Live do STU com o Toninho, coordenador geral da Fasubra Sindical, João Paulo Ribeiro (JP), da Coordenação Jurídica e Relações do Trabalho da Fasubra Sindical, e José Luis Pio Romera, coordenador geral do STU. Será no Facebook do Sindicato [https://www.facebook.com/stu.unicamp].

Use nas postagens em redes sociais, mobilização e agitação para as ações do dia 24/03 a hashtag  #DIA24pelaVIDA para que possamos dar visibilidade às ações programadas.

Paralise suas atividades amanhã, quarta-feira, em defesa do SUS, dos Profissionais da Saúde, do Serviço Público e da Vida!

Campanha de Solidariedade

Nesse período de pandemia em que muitos perderam o emprego e nem todos receberam ajuda do governo, a Campanha de Solidariedade, promovida pelo STU, ADunicamp e Movimentos Sociais, continua a todo vapor e tem ajudado muitas famílias a garantir sua sobrevivência.

No #Dia24PelaVida estaremos com a nossa perua de som na região de Barão Geraldo arrecadando alimentos não perecíveis, produtos de limpeza e higiene para a Campanha de Solidariedade.

Disponibilizamos uma conta bancária para quem preferir fazer sua doação por depósito/transferência bancária [Banco: Caixa Econômica Federal / Agência: 2966 / Operação: 003 / Conta Corrente: 515-3 / CNPJ STU: 66.072.414/0001-34].

Além da Campanha de Solidariedade do STU haverá uma campanha organizada por diversos movimentos sociais que estarão arrecadando doações ao logo das atividades desta quarta (confira no card abaixo).

Mesmo que você esteja em casa, é fundamental PARAR pela vida, pela vacina, pelos empregos, pelo Auxílio Emergencial de R$ 600 e pelo Serviço Público.

Só a luta de todos nós, juntos e organizados, pode salvar vidas!

Contamos com sua mobilização: #ParePelaVida!

porFernanda de Freitas

LIVE STU | Os impactos da EC 109 (PEC 186) e como enfrentar a PEC 32

Neste #DIA24pelaVIDA o STU organiza a #LIVE “Os impactos da EC 109 (PEC 186) e como enfrentar a PEC 32” com os companheiros Toninho, coordenador geral da Fasubra Sindical, João Paulo Ribeiro (JP), da Coordenação Jurídica e Relações do Trabalho da Fasubra Sindical, e José Luis Pio Romera, coordenador geral do STU. Assista pelo Facebook do Sindicato [https://www.facebook.com/stu.unicamp].

Os movimentos sindicais, Fasubra e as frentes em defesa do funcionalismo federal, estadual e municipal definiram o dia 24/03 como #DIA24pelaVIDA. Vamos lutar contra a PEC 32 e os impactos da PEC 186 (EC 109) para os servidores públicos.

A PEC 186, conhecida como PEC Emergencial, foi aprovada esse mês e passou a ser EC 109. E, sob pretexto de reduzir gastos públicos sociais, impõe congelamento de salários, suspensão de concursos e limitação de investimento, entre outros prejuízos aos servidores públicos.

Já a PEC 32, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, restringe nossa estabilidade e cria novos regimes jurídicos.

Concede ao Presidente poderes que permitem a extinção, transformação e fusão de entidades da administração pública, entre elas, universidades públicas, e impõe várias medidas graves.

Sob o argumento genérico da necessidade de melhoria da eficiência “socioeconômica” do Estado, a PEC 32 retira direitos dos servidores públicos, precariza as relações de trabalho, incentiva a preservação dos privilégios e aprofunda o desmonte dos Serviços Públicos abrindo brecha para desrespeitar a autonomia e a democracia das universidades públicas.  

A EC 109 já está em vigor e dá mostra que trará vários danos, mas se a PEC 32 for aprovada teremos o completo desmantelamento dos serviços públicos. Sem contar que a Reforma Administrativa ameaça nossos empregos e pode deixar nossas famílias em situação de vulnerabilidade.

Não precisamos de Reforma Administrativa destrutiva! Precisamos de vacinação acelerada contra a Covid-19 e auxílio emergencial já.

Compartilhe nos seus grupos, organize-se com seus colegas e sindicato e vem pra live discutir a nossa organização!

Não à Reforma Administrativa!

#DIA24pelaVIDA

porFernanda de Freitas

#DIA24pelaVIDA protesta pela vacina, auxílio emergencial e defesa dos serviços públicos

Nesta quarta-feira (24/03), é o Dia Nacional de Luta em Defesa da Vida, da Vacina, do Fortalecimento do SUS, dos Serviços Públicos, do Emprego, do Auxílio Emergencial de R$ 600.

Todos os brasileiros insatisfeitos com os rumos do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) na área econômica, social e na falta de ações efetivas de combate à pandemia do novo coronavírus precisam protestar!

O dia está sendo convocado pelas centrais sindicais, sindicatos, movimentos sociais e Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo.

O chamado é pela paralisação de todas as atividades possíveis neste dia, um “lockdown da classe trabalhadora”.

No estado de São Paulo, serão promovidas ações, atividades e atos simbólicos na capital e em várias cidades.

O Fórum das Seis apoia e participa da organização das atividades de 24 de março, por meio da Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, e conclama a comunidade acadêmica da Unesp, Unicamp, USP e Centro Paula Souza a se engajar.

Motivos para aderir não faltam:

  • A maioria vulnerável da população está há mais de três meses sem o auxílio emergencial (agora aprovado em valores miseráveis, entre R$ 150,00 e R$ 375,00, e deixando de fora milhões de pessoas);
  • A saúde pública está próxima do colapso;
  • As taxas de desemprego continuam subindo.

Como pano de fundo deste cenário de caos, está o agravamento da pandemia por conta da política genocida do governo federal, sintetizada na falta de vacinas e de testagem em massa, de políticas de distanciamento social, de um auxílio emergencial digno, de apoio ao pequeno e microempresário.

A situação é grave

O Dia de Luta ocorrerá no momento de maior gravidade da pandemia da Covid-19 no Brasil, com o esgotamento dos leitos de UTI em todo o país e com o número de mortes aumentando a cada dia. O país caminha em ritmo acelerado para a trágica marca de 300 mil mortes, sendo atualmente o “campeão” em óbitos diários no mundo. No estado de São Paulo, a situação também é dramática, com mais de 65 mil mortos.

O governo federal, que deveria liderar o país contra a pandemia – com investimento na compra de vacinas e em campanhas de explicam a importância do isolamento social, uso de máscaras, da vacinação etc. – age na contramão e colabora decisivamente para que o país seja visto como ameaça global na disseminação do vírus e suas variantes. Em paralelo, prioriza, com sua base no Congresso Nacional, mais cortes no orçamento e menos proteção social à população.

Os servidores, que têm garantido os serviços de atendimento à população, apesar de tudo, foram eleitos como “inimigos públicos” e sofrem seguidos ataques.

Em meados de 2020, aproveitando-se da necessidade de regulamentar a ajuda da União aos estados e municípios, o governo federal aprovou no Congresso Nacional a Lei Complementar 173/2020, colocando como exigência uma série de ataques ao funcionalismo: congelamento de reajustes, contratações, contagens de tempo e outros até dezembro de 2021. Estas medidas estão sendo contestadas judicialmente por entidades sindicais de todo o país.

Mais recentemente, o Congresso aprovou a Proposta de Emenda Constitucional 186, a chamada “PEC Emergencial”, condição para que o governo federal conceda novo auxílio emergencial no âmbito da pandemia (minúsculo, por sinal).

O ministro Paulo Guedes aproveitou novamente a “oportunidade” e inseriu na PEC – já transformada em Emenda Constitucional 109, de 16/3/2021 – um conjunto de ataques aos servidores públicos.

Trata-se de alteração da Constituição Federal, que permite a instituição de mecanismos de ajuste fiscal sobre o gasto público sempre que as despesas obrigatórias da União superarem 95% da despesa total sujeita ao teto de gastos: proibição de reajustes e de benefícios (não previstos em lei anterior), contratações somente para repor vacâncias etc.

A única concessão feita foi quanto às progressões e promoções de carreira dos servidores, que estavam proibidas no texto original, mas foram retiradas na reta final. Embora não obrigados a seguir a regra, estados e municípios perderiam o direito a repasses e negociações com o governo federal se não o fizerem.

A PEC 32, da Reforma Administrativa, continua tramitando no Congresso, com outros pesados ataques ao funcionalismo público.

Vamos gritar por nossas bandeiras

– Em defesa da VIDA! Pelo fechamento total das atividades (lockdown) por 15 dias em todo o Brasil para frear a pandemia, as mortes e o colapso do sistema de saúde.

📌 Auxílio emergencial de R$ 600 e proteção aos empregos enquanto durar a pandemia, para que o povo possa sobreviver e enfrentar a fome e a carestia.

📌 ‘Vacina, já’ para todas as pessoas, em defesa do SUS.

📌 ‘Fora, Bolsonaro!’ Pelo fim de um governo genocida que está matando o povo brasileiro pela doença e pela fome.

📌 Contra a PEC 32/2020 da Reforma Administrativa que precariza as relações de trabalhado do funcionalismo, incentiva a preservação dos privilégios e aprofunda o desmonte dos Serviços Públicos.

Como participar do #DIA24pelaVIDA

As atividades de 24 de março são prioritariamente virtuais, mas também ocorrerão manifestações presenciais (com todas as medidas sanitárias preventivas) em praças, em frente às câmaras de vereadores, assembleia legislativa etc.

Fique atento às atividades em seu município, região e estado e participe.

Registre as ações da sua cidade e nas quais você se engajar! Fotografe, filme e poste as mobilizações nas redes usando a #hashtag #DIA24pelaVIDA para que possamos dar visibilidade às ações programadas.

Façamos do dia 24 um grande dia de mobilização e luta! Fora, Bolsonaro!

Atividades agendadas no dia 24/3

10h – Aula Pública “Serviços públicos, pandemia e defesa da vida”, com Plínio de Arruda Sampaio Júnior (professor de economia da Unicamp); Domingos Alves (professor de Medicina da USP, um dos autores do estudo “Condições para a reabertura da Rede Escolar no Município de Ribeirão Preto no contexto da pandemia de Covid-19”) e Flávia Bischain Rosa (professora da rede pública paulista). Inscreva-se: bit.ly/Aula24M

12 às 14h: Twittaço com as tags #ForaBolsonaro #VacinaJá #DerrubaPEC32 #DIA24pelaVIDA

17h: Plenária Popular Fora Bolsonaro-SP, convocada por entidades que integram a Frente Paulista em Defesa do Serviço Público. O link será divulgado na manhã do dia 24/3.

Fonte: Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

UNICAMP| Entidades realizam debate com candidatos a reitor e vice-reitor/a

Na próxima segunda-feira (22/03), a ADunicamp, em parceria com o STU, o DCE e a APG, realizará dois debates, um com os reitoráveis e outro com candidaturas a vice-reitor/a da Unicamp, referente ao segundo turno da consulta que ocorre nos dias 24 e 25 de março.

O primeiro debate, agendado para ter início às 10h, será entre a Profa. Luiza (FCM) e o Prof. Zezzi (IQ), candidatos a vice-reitor/a. O segundo debate, entre os candidatos a reitor, Prof. Tom Zé (FEA) e Mário Saad (FCM), terá início às 16h.

Por limitações impostas pela pandemia de Covid-19, os eventos serão no modo virtual, com transmissões pelas redes sociais das entidades. A participação do público estará garantida por meio de sorteio, como veremos a seguir:

– Ao todo, serão realizadas duas perguntas, para cada candidato(a), por categoria: docentes, funcionários(as) técnico-administrativos, estudantes de Pós-Graduação e estudantes de Graduação. Sendo assim, cada inscrito/a poderá se cadastrar no máximo duas vezes por debate – uma vez referente ao candidato x e outra referente ao candidato y.

– O sorteio será por candidato/a e por categoria. Cada candidato/a responderá a duas perguntas de cada categoria.

– A inscrição para participação no sorteio, que definirá quem participará dos debates, deverá ser feita por meio de formulário, até às 23h59 do domingo (21/03). Acesse https://forms.gle/SmqHJJU3PfVDL1my5 para se inscrever.

– O sorteio que definirá quais participantes poderão fazer perguntas será realizado às 8h do dia 22/03, dia do debate. Todos(as) os(as) inscritos(as) receberão o link (por e-mail) para acompanharem o sorteio.

– Serão sorteados, para cada candidato(a), três participantes por categoria, sendo um(a) suplente. Somente dois, por categoria, farão suas respectivas perguntas. O/a suplente será acionado(a) no caso de falta de algum dos(as) participantes sorteados(as).

As transmissões ao vivo do debate serão feitas nas rede sociais das entidades:

ADunicamp 

STU

DCE

APG

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

♀ Mulheres na luta pela vida! #ForaBolsonaro #VacinaParaTodos #AuxílioEmergencialJá

A Jornada Nacional Feminista do 8 de Março, Dia Internacional de Luta das Mulheres, começa domingo (7) com um ato político virtual exigindo FORA BOLSONARO! VACINA PARA TODA A POPULAÇÃO! AUXÍLIO EMERGENCIAL JÁ! PELO FIM DAS VIOLÊNCIAS CONTRA AS MULHERES!

Essa jornada conta com dezenas de entidades, coletivos, partidos e entidades de todo o país.

A atividade será transmitida no Facebook das entidades de mulheres, a partir das 13h. Em Campinas ela será transmitida pelo Comitê de Mulheres pela Democracia.

Na segunda-feira (8), Dia da Mulher, está programado um faixaço em pontos da cidade e um twittaço nacional, marcado para iniciar às 10h. E às 18h30 começa a live municipal que marcará o Dia de Luta das Mulheres em Campinas e a divulgação do Manifesto construído com todas as entidades.

O ato virtual foi aprovado na plenária realizada na última quinta-feira, como forma de respeitar o isolamento social imposto pela Fase Vermelha, levando em conta que as mulheres estão sendo as mais prejudicadas durante a pandemia, seja na questão da violência, seja no aumento excessivo da carga de trabalho ou na questão do desemprego.

Campanha 8M Solidário

Por conta das diversas dificuldades enfrentadas pelas mulheres durante a pandemia, no dia 8/3 terá início também a Campanha 8M Solidário, que visa arrecadar alimentos e produtos de higiene durante todo o mês de março.

Entre os pontos de arrecadação estão: Subsede da CUT, Sindicato das Trabalhadoras Domésticas, Sindae e mais dois pontos de arrecadação solidária no Bosque e no Centro de Campinas.

Programação da Jornada de Luta Feminista

07/03 (domingo)

  • 13h – Live Nacional – transmissão no FB do Comitê de Mulheres pela Democracia

08/03 (segunda-feira)

  • 10h – Twittaço Nacional marcando o Dia Internacional de Luta das Mulheres

#ForaBolsonaro #VacinaParaTodos #AuxílioEmergencialJá

Fonte: Comitê de Mulheres pela Democracia

porFernanda de Freitas

Pré-vestibular 2021 | Inscrições para o Cursinho Popular do STU

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de 2021 do Cursinho Popular do STU e o prazo vai até 21/03/2021.

O curso preparatório para o Vestibular é gratuito, funciona com a iniciativa de voluntários(as) e oferece aulas online em período noturno.

Para concorrer a uma das 50 vagas é necessário ter um Gmail (Google), preencher o formulário eletrônico [clique aqui] e anexar fotos da documentação solicitada:

  • RG;
  • Comprovante de Conclusão do Ensino Médio/Atestado de Matrícula no 3º ano dele;
  • Comprovante de Residência;
  • Comprovantes de Renda Familiar.

No processo seletivo, analisaremos os critérios socioeconômicos e também levaremos em conta o critério de cotas.

Temos vagas tanto para funcionários(as) da Unicamp/Funcamp e das terceirizadas e seus respectivos dependentes. Além da comunidade externa à Unicamp.

Informaremos o resultado do Processo Seletivo por e-mail e WhatsApp entre os dias 24 e 28/03.

O início das aulas está previsto para 29/03.

porFernanda de Freitas

CONVOCAÇÃO | Assembleia Virtual, de 16/03 – 10h, discutirá data-base 2021

O STU realiza nova rodada de Assembleia Geral Virtual para aprofundar a discussão sobre os indicativos do Fórum das Seis para a Campanha Salarial 2021. Será dia 16/03 (terça-feira), às 10h, pela Plataforma Zoom Meeting.

Na pauta indicada pelo Fórum das Seis está prevista a luta contra o arrocho, pela valorização dos níveis iniciais das carreiras, defesa da vida e dos serviços públicos. Isso passa pela discussão do reajuste Salarial e da construção de um Plano Sanitário de Retomada do Trabalho Presencial, vacina para todos, entre outros itens.

Confira as resoluções aprovadas na nossa última assembleia realizada em 23/02 de forma virtual (clique aqui) que foram levadas para o Fórum das Seis daquela semana.

Para participar da assembleia é importante ter o aplicativo Zoom Meeting instalado em seu computador ou celular e no dia e hora da assembleia preencher a ficha de presença, que dará acesso à sala da atividade.

Caso tenha dificuldade, entre em contato o WhatsApp do Suporte Técnico da SON (Sindicatos Online)

Confira o passo a passo de como ter acesso à Assembleia Geral Virtual.

porFernanda de Freitas

Unicamp realizará debates entre reitoráveis e vice-reitoráveis

A Secretaria Geral da Unicamp realizará debates virtuais entre os candidatos a reitor e a Coordenador Geral da Universidade (vice-reitor).

A primeira rodada de debates será:

  • 04/03 (quinta-feira), às 18h: candidaturas para reitor;
  • 05/03 (sexta-feira), às 18h: candidaturas para Coordenadoria Geral (vice-reitoria).

A segunda rodada deve acontecer apenas se houver 2º Turno, sendo:

  • 18/03 (quinta-feira), às 18h: com reitoráveis;
  • 19/03 (sexta-feira), às 18h: com vice-reitoráveis.

Os interessados em enviar perguntas aos candidatos poderão fazer através do link intitulado “Envie as suas perguntas para os debates“.

Os debates serão transmitidos pelo canal Imprensa Unicamp no Youtube.

A consulta à Comunidade Universitária será por votação eletrônica nos dias 10 e 11 de março (1º Turno) e 24 e 25 de março (2º Turno).

Todas as informações referentes à consulta pra sucessão estão disponíveis em: www.sg.unicamp.br.

Fonte: Secretaria Geral da Unicamp

porFernanda de Freitas

DEBATE | Assista a transmissão ao vivo com vice-reitoráveis da Unicamp

Assista a transmissão ao vivo do debate entre a Profª. Dra. Eliana Amaral, a Profª. Dra. Luiza e o Profº. Dr. Zezzi, que concorrem à vice-reitoria da Unicamp.

As entidades (STU, ADunicamp, DCE e APG) farão perguntas, assim como trabalhadores técnico-administrativos, docentes, estudantes de graduação e de pós-graduação.

Essa é mais uma oportunidade de conhecer o posicionamento das candidaturas a respeito das questões da Universidade

Esse evento é organizado pela ADunicamp em parceria com o STU, DCE e APG.

Obs.: por motivos técnicos o STU irá transmitir o debate somente pelo Facebook, clique aqui para acessar.