Autor Rafael Jorge

porRafael Jorge

A tolerância não permite intolerância

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, STU, soma-se ao campo democrático e repudia energicamente os atos terroristas golpistas realizados neste domingo (8), no Distrito Federal em Brasília. O tumulto ocasionou depredação do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).
É inaceitável que o processo democrático de eleição não seja respeitado e que o governo eleito democraticamente pela maioria da população seja alvo de atos terroristas, como parte de um projeto ditatorial por meio do uso da força e intimidação.
É lamentável que instituições, que deveriam estar cumprindo a lei para manutenção da ordem e segurança do país, não estejam atentas ao cumprimento de sua missão, facilitando os atos criminosos e se tornando cúmplices do ataque à democracia brasileira e à Constituição. Todos os envolvidos , por ação, inação e financiamento devem ser julgados e punidos para o retorno à normalidade.
O governo Lula foi eleito pela maioria da população e esse é o jogo democrático, quem vence a eleição tem o direito ao mandato de 4 anos, assim como ocorreu com os demais concorrentes em eleições anteriores, cujos resultados foram aceitos sem tumulto pelos outrora derrotados.
Nenhum atentado contra o processo democratico será aceito e lutaremos com vigor contra aqueles que ameaçam e acreditam na vitória da truculência e ignorância sobre a civilidade.
Orientamos aos trabalhadores e trabalhadoras de nossa categoria que se juntem aos movimentos e atos em favor da democracia, pois avaliamos que o processo de tomada do poder por meio de força e truculência é criminoso, ameaçando a liberdade pública e o projeto de nação escolhido pela maioria. Permitir e tolerar essa atitude golpista é o caminho para a barbárie, para que a lei do mais forte se estabeleça e sejamos alvo de ditaduras, extremismos e autoritarismo.
Ditadura nunca mais. Pela defesa da democracia e soberania popular.

Campinas, 8 de janeiro de 2023.

Convocamos a todas e todos ao ato pela democracia às 17h, nessa segunda-feira, no Largo do Rosário!

porRafael Jorge

Plenária virtual de discussão do Acordo Coletivo da Área da Saúde

STU convida

Plenária virtual de discussão do Acordo Coletivo da Área da Saúde

📆 Dia: 21/05, às 10h e às 17h

É a hora de garantir seus direitos e bem estar. Venha contribuir com sua opinião!

https://meet.google.com/qpq-gabn-mky

porRafael Jorge

A luta pelas trabalhadoras gestantes no CAISM

Desde o início da pandemia, o Sindicato tem encontrado dificuldades de dialogar e resolver os problemas na Área da Saúde. A luta vai desde a garantia de EPI’s adequados e proteção dos trabalhadores do grupo de risco até o reconhecimento de atividades insalubres, que até hoje não teve resolução. Além das dificuldades que já existiam antes da pandemia, como assédio moral, falta de espaço adequado para o descanso noturno e sobrecarga de trabalho com a falta de reposição de funcionários, a pandemia somou dificuldades e muito medo principalmente porque os trabalhadores não se sentem seguros para continuar servindo a população neste momento tão crítico. E nesse contexto mulheres grávidas vêm sofrendo por não estarem protegidas, em ambientes com alto risco de contaminação e sem poder tomar a vacina pois ainda não há comprovação científica de que a vacina não irá prejudicar seus bebês. No Hospital da Mulher, onde as gestantes recebem atendimento de alta qualidade, as trabalhadoras que engravidam se veem desamparadas.

Cronograma dessa luta até aqui…

dezembro 1, 2020

Reunião virtual com o chefe de gabinete Prof. Dr. Gontijo

Denúncia da situação das servidoras gestantes do CAISM que foram transferidas dos seus setores por recomendação da DSO em ASO. Deste então, trocamos e-mails e voltamos a nos reunir virtualmente com a presença de representantes da DSO, DSTr, Caism, Reitoria e Sindicato. No entanto, até o presente momento não houve qualquer alteração nas condutas e as gestantes seguem trabalhando na área hospitalar em plena pandemia e aumento constante dos números de casos de COVID19.

dezembro 1, 2020
janeiro 11, 2021

Visita técnica da DSTR na CME

O Sindicato, presente nesta visita, questionou a Engª de Segurança do Trabalho Dilaine Schneider quanto a avaliação restrita às atividades descritas pela DIVEN e foi informado que o DSTr avalia o grau de insalubridade pelas atividades do servidor e não pelo setor. Sendo assim, não foi descrito e avaliado o ambiente e sim a atividade exercida pela servidora grávida. Não tivemos nenhum parecer após essa visita técnica.

janeiro 11, 2021
janeiro 14, 2021

Nota técnica do Ministério Público do Trabalho

Ministério Público do Trabalho apresentou uma nota técnica sobre a segurança das gestantes no ambiente de trabalho mediante à pandemia de Covid-19, recomendando o afastamento das mesmas do trabalho presencial, levando em consideração os riscos da mulher gestante.

janeiro 14, 2021
fevereiro 11, 2021

Reunião com a Procuradoria Geral

Sindicato participou novamente de uma reunião com os representantes citados acima e a Procuradoria Geral, que abordou a Nota Técnica do MPT Nesta reunião, foi acordado que a Reitoria formaria um grupo de trabalho para definir as diretrizes da Universidade quanto às trabalhadoras gestantes e lactantes diante das leis trabalhistas, riscos e atividades insalubres e ainda definir a extensão dos mesmos direitos trabalhistas às gestantes contratadas no regime Estatutário.

fevereiro 11, 2021
fevereiro 26, 2021

Criação de GT

This is Timeline description, you can Foi criado o GT para abordar a situação das trabalhadoras gestantes e lactantes. O GT vem se reunindo semanalmente, mas sem resoluções práticas até o momento.

fevereiro 26, 2021

A criação do GT foi um avanço na luta da mulher trabalhadora, da garantia dos direitos já conquistados e da valorização da vida dessas mulheres e seus bebês, mas essa luta não pode parar! Mulheres precisaram se expor, procurar o Sindicato e estão até hoje trabalhando com medo de serem contaminadas pelo COVID19. Outras muitas mulheres sequer puderam se expressar pois são contratadas em regime estatutário e não são protegidas pelas leis trabalhistas. Leis que a Unicamp alega seguir literalmente e assim não garante a extensão dos direitos a elas e proteção das suas vidas e de seus bebês.
Cabe ressaltar que o CAISM lidera estudo da OMS sobre o impacto da COVID-19 na gestação, apontando que a gestação aumenta as chances da mulher desenvolver a forma grave da doença e precisar de terapia intensiva (referência: https://www.saopaulo.sp.gov.br/noticias-coronavirus/unicamp-lidera-estudo-da-oms-no-brasil-sobre-impacto-da-covid-19-na-gestacao/ ) Sendo assim, as gestantes são consideradas do grupo de risco e deveriam ser afastadas dos locais insalubres imediatamente! Se possível, que façam atividades remotas, mas quando não for possível a adaptação para o teletrabalho, que sejam afastadas sem prejuízo de vencimentos.
Não podemos mais aceitar que em uma Universidade pública onde a pesquisa e ciência são valorizadas, gestores ainda atuem de forma contraditória arriscando as vidas das trabalhadoras e dos seus bebês!

Nenhum direito se conquista sem luta e nós não vamos parar até que todas as vidas sejam respeitadas!
Pelas mulheres, por seus bebês, pela vida, estamos juntos e juntas!
porRafael Jorge

Nota do STU sobre medidas da administração sobre CORONAVIRÚS – COVID-19

Na quinta-feira (12), a reitoria da Unicamp divulgou nota informando a decisão da Unicamp sobre a suspensão das atividades na universidade que geram aglomerações, incluindo aulas e eventos. Apesar de não ter feito um debate mais amplo com a comunidade para criação um plano com as entidades representativas, a direção do STU considera a decisão corajosa e acertada, principalmente num momento de hesitação e subestimação do problema que vem marcando as ações do governo Dória e Bolsonaro. Tanto foi correta a decisão, que mesmo após fazer críticas, o governo Dória teve que tomar decisões no mesmo teor e a medida também se estendeu para USP e UNESP.

É evidente que após ter inicio na China e se estender por vários países, a contaminação ainda está em curso e vem se amplificando. Lidar com a doença após a epidemia instalada, torna muito mais difícil o seu combate obrigando-nos tratar as consequências e estrangulando os Sistemas de saúde. Por isso a prevenção é o melhor remédio.

Apesar de considerar correta a medida no seu conteúdo, para o STU, é preciso fazer algumas considerações que são muito importantes na prevenção de toda população da Unicamp e que podem e devem influenciar também as políticas para a cidade. Vejamos:

1- Deixar à critério das Unidades de ensino e administrativas a decisão sobre o que deve ou não funcionar nesse período, foi uma medida prudente, mas a reitoria permitiu decisões interpretativas, sem uma clareza técnica, mantendo a continuidade da vulnerabilidade para os trabalhadores devido à decisões que não atendem a medida de redução do contato. É grande a reclamação de trabalhadores que não deveriam compor equipes de contingência e não foram dispensados para continuidade de serviços que não são essenciais ou que poderiam ser realizados de maneira remota;

2- Pela Unicamp circulam cerca de quinze mil trabalhadores, incluindo técnicos administrativos, docentes, pesquisadores, FUNCAMP e demais terceirizados, principalmente os trabalhadores mais pobres utilizam o sistema de transporte público da cidade, que é congestionado e não possui as condições de higiene e limpeza necessárias. Quando se discute aglomeração esses trabalhadores não frequentam, em sua maioria, os espaços de aglomeração ligados aos grandes eventos, mas tem uma enorme chance de se contaminar nesse transporte coletivo;

3- É necessário que se aprofunde a prevenção, reduzindo ao máximo os espaços de aglomeração, incluindo aí os serviços de creche da universidade, mas é também necessário discutir apoio e proteção aos trabalhadores da área de saúde da Unicamp, que, caso a epidemia se alastre, terão papel fundamental para a cidade e para região. Esses trabalhadores precisam atuar com a tranquilidade que suas famílias estarão em segurança e todas as condições de trabalho garantidas para que o risco de contaminação seja o menor possível;

4- Os trabalhadores que se enquadram no grupo de risco devem ser proibidos de compor equipes de contingenciamento presencial para evitar a possibilidade de contaminação com risco de morte.

Diante disso o STU solicita em caráter de urgência reunião com a reitoria para uma discussão sobre as medidas anunciadas, buscando contribuir com uma política de proteção e preservação da vida e da saúde de todos.

porRafael Jorge

Boletim do STU 049/2019

Baixe aqui o boletim do STU 049/2019 de 30 de outubro de 2019.

porRafael Jorge

Discurso do STU em Assembleia Universitária

Veja o discurso realizado pela direção do STU na Assembleia Universitária no dia 15 de outubro.

Além de defesa da autonomia universitária, discurso aborda problemas enfrentados pela categoria dos técnicos administrativos e aponta erros das gestões e caminhos para a construção de uma universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.

Em nome do STU queremos cumprimentar toda a comunidade presente e saudar essa Assembleia Universitária histórica, reafirmando o nosso compromisso com a universidade pública, gratuita, inclusiva e socialmente referenciada.

A autonomia das universidades paulistas é uma conquista que teve início em um processo de mobilização e greve que culminou com do decreto de 1989.

O STU tem orgulho de participar de todas as lutas que ao longo desses 30 anos de existência da autonomia nos fez mais fortes. Todos os ataques à autonomia foram respondidos à altura. Foi a mobilização das comunidades da USP, Unicamp e UNESP que fez aumentar os recursos orçamentários por duas vezes. Foi a mobilização que barrou os decretos do Serra que feriam de morte a autonomia. 

Quando os acordos não passaram pelo processo de mobilização o resultado é que as universidades tomaram um “passa-moleque” do governador, como aconteceu com Limeira. Até hoje não recebemos os 0,005 a mais na arrecadação.

O STU também se orgulha de ser a primeira entidade do campus a pautar a discussão das cotas raciais e apontar que a política de inclusão, além de ser um instrumento de justiça social, serviria também para fortalecer a universidade pública e a democracia.

Hoje estamos aqui mais uma vez para defender a AUTONOMIA.  Uma política ultra neoliberal e fundamentalista, vitoriosa nas últimas eleições, quer limitar a universidade na sua capacidade de pensar e produzir conhecimento. O desejo deles é amordaçar as universidades para que não sejam instrumentos de liberdade, compromisso social e defesa da soberania do nosso país. 

Esse é o papel que a CPI da ALESP cumpre quando ataca a autonomia da Unicamp, USP e UNESP.

Seguiremos resistindo! Essa assembleia cumpre o papel importante de juntar a comunidade da Unicamp para somar forças contra os ataques. Para sobreviver precisamos ser fortes e estar unidos enquanto comunidade. É preciso também contagiar a USP e UNESP com esse espírito.

Mas precisamos ir além de nós. A Unicamp, assim como a USP e UNESP, é força motora no nosso Estado na produção do conhecimento, da ciência e da tecnologia. São instituições que impulsionam o desenvolvimento intelectual, cultural e econômico da sociedade. Prestam serviços relevantes à sociedade, como no caso da área de saúde da Unicamp. Por isso nosso diálogo com a sociedade tem que ser ampliado.

O STU é uma entidade sindical que defende a universidade pública e os trabalhadores da Unicamp. Tem compromisso com a autonomia e entende que é no ambiente de diálogo e tensão que avançamos. Por isso a autonomia tem que ser fonte de ampliação da democracia.

Nossas lutas permitiram conquistas políticas e econômicas importantes ao longo desses trinta anos de autonomia. 

É necessário reafirmar que uma universidade de qualidade se faz respeitando e reconhecendo o valor de seus trabalhadores, sejam eles técnicos administrativos ou docentes;

Ao longo dos anos de autonomia temos combatido a política de precarização e terceirização do trabalho, reafirmando a defesa do concurso público. A Unicamp foi das instituições públicas a pioneira nos processos de terceirização.  

Temos convicção que esse processo dividiu e enfraqueceu os trabalhadores. Enfraqueceu também a Unicamp que ficou mais elitizada.

Nesse momento há a possibilidade de cerca de 300 trabalhadores da área de alimentação serem demitidos por causa do questionamento do Contrato de Gestão da Fundação com a Unicamp. É preciso lutar para garantir o respeito a esses trabalhadores e seus empregos – que é o instrumento de sustento de suas famílias.

Acabamos, também, de passar por um processo avaliatório com muitos descontentamentos, onde predominou um viés individualista e tecnocrata do processo de trabalho. O STU ao longo de sua história tem apontado que a construção coletiva do trabalho deve pautar os processos de avaliação e de construção da gestão, buscando fortalecer a instituição pública. As sucessivas reitorias apostam no controle de gestão como instrumento de poder e se recusam a colocar o conjunto dos trabalhadores como parte efetiva da construção da universidade. Por isso as nossas carreiras são tratadas como carreira da gestão e não da instituição.

Isso também vale para os espaços de participação na Universidade. Nossa representação é reduzida e não expressa o papel e a importância dos técnicos administrativos e dos estudantes. Lutamos e precisamos da Paridade para que o equilíbrio sirva para fortalecer a democracia e a autonomia, observando inclusive a presença e representação externa.

Temos muitas questões a levantar. São parte da nossa pauta – seguiremos lutando por elas. Mas não vemos nessas lutas e pautas nenhuma contradição com a defesa da Autonomia. A autonomia e a democracia devem caminhar com a defesa da Universidade pública. Ela – a autonomia – não deve ser fonte de privilégios e sim de compromisso social para caminharmos para uma sociedade mais justa.

porRafael Jorge

Nota de repúdio à demissão do trabalhador Sidney Alex da Silva

A direção do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp repudia demissão do trabalhador Sidney Alex da Silva. Funcionário contratado pela Funcamp, trabalha na creche e foi demitido por justa causa sob alegação de insubordinação e indisciplina no dia de hoje (18).  Alex foi protagonista de uma fala na Assembleia Universitária contra a demissão de 330 funcionários terceirizados que pode ocorrer nas próximas semanas. 

O STU interpreta essa demissão como perseguição política com o intuito de desmobilizar e coagir os trabalhadores que queiram participar da luta pela garantia dos seus direitos trabalhistas.

Pontuamos que um espaço democrático universitário não pode tolerar esse tipo de coação e intimidação aos trabalhadores representados na figura do companheiro Sidney e exigimos a sua reintegração.

Para além, repudiamos toda a forma de precarização do trabalho sacramentada no processo de terceirização e cobramos da gestão de Marcelo Knobel que se responsabilize pelo ato de assédio imposto ao trabalhador.

porRafael Jorge

Boletim do STU 041/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 041/2019, de 15 de Julho de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim do STU 038/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 038/2019, de 11 de Julho de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim do STU 036/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 036/2019, de 4 de mês de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim do STU 035/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 035/2019, de 3 de mês de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim do STU 033/2019

Baixe aqui o Boletim do STU 033/2019, de 28 de Junho de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim 28/2019

Baixe aqui o Boletim 28/2019, de 24 de Junho de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim 27/2019

Baixe aqui o Boletim 27/2019, de 19 de Junho de 2019.

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porRafael Jorge

Boletim 26/2019

Baixe aqui o Boletim 26/2019, de 18 de Junho de 2019.

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