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Oposição fica em segundo lugar na eleição do Sindicato dos Municipais

A “Chapa 2 – Sindicato é pra lutar!”, formada por servidores contrários ao atrelamento da atual diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campinas à Prefeitura, recebeu 998 votos (38,1% do total). A chapa situacionista venceu o pleito com apenas 140 votos de diferença e a chapa da CUT recebeu 480 votos (18,3%).

O resultado foi comemorado pela oposição, que considerou a votação expressiva uma demonstração de que a categoria não tolera mais a subserviência da direção do sindicato ao Palácio dos Jequitibás. O STU agradece a todos os funcionários da Unicamp que ajudaram a conquistar votos para a Chapa 2 junto a familiares e amigos do funcionalismo municipal e parabeniza os membros da oposição.
A atual diretoria, vinculada ao governo, foi denunciada por fraudar a assembleia de definição da comissão eleitoral, não disponibilizar informações de forma democrática à categoria, intimidar servidores e inviabilizar a votação de muitos trabalhadores.
Passada a eleição, a imprensa local já divulga que o secretário de Relações Institucionais da Prefeitura, Wanderlei de Almeida, afirmou que “muito dificilmente o reajuste que será dado passará do índice de inflação”.
CORREÇÃO – No Boletim do STU nº 23/2013 foi informado que o edital de convocação das eleições do Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Campinas foi publicado num jornal de Limeira. Na verdade, o referido edital foi divulgado num jornal do município de Americana. De qualquer forma, fora da base da entidade.

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Unicamp veta eleição de servidores em probatório nas comissões da CSARH

Os trabalhadores em estágio probatório estão sendo impedidos, mais uma vez, de participar dos espaços de debate e decisão na Universidade.

Dessa vez, os funcionários ingressos há menos de 36 meses foram vetados de se candidatar nas eleições das comissões da Câmara Setorial de Acompanhamento de Recursos Humanos (CSARH) para o período 2013/2015.

O STU orienta todos os trabalhadores que queiram disputar as eleições das comissões da CSARH que procurem o sindicato para que sejam tomadas as providências jurídicas necessárias.

Vale lembrar que no ano passado, o STU ganhou na justiça ação contra impedimento à participação dos trabalhadores do probatório no Consu.

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Mais de 60 mil dizem “NÃO” à EBSERH em plebiscito

Trabalhadores técnicos administrativos das universidades, docentes, estudantes e usuários do SUS de todo o Brasil disseram não à implantação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). É o que mostra o resultado do plebiscito realizado nos dias 2 a 9 de abril pelas entidades ligadas à educação e saúde nas principais instituições federais de ensino superior (IFES) do país. Cerca de 60 mil pessoas votaram contra, e menos de 3 mil votaram a favor do modelo de gestão privatizante proposto pelo governo federal.

O resultado do plebiscito nacional foi entregue ao MEC no dia 24 de abril como parte das atividades da Marcha a Brasília que reuniu cerca de 20 mil pessoas.

Com base no resultado da consulta, o movimento social pretende evitar a adesão das universidades ao novo modelo. De acordo com o Fórum Nacional Contra a Privatização da Saúde, em muitas instituições a aprovação tem se dado nos conselhos universitários sem nenhuma discussão com a comunidade acadêmica. O movimento também aguarda o julgamento no Supremo Tribunal Federal da ação direta de inconstitucionalidade (ADIn 4985) que questiona os dispositivos legais de criação da EBSERH.

O STU considera o resultado do plebiscito uma vitória na luta por uma saúde pública de qualidade. E este triunfo fortalece a luta contra a autarquização do complexo hospitalar da Unicamp, que na prática segue o mesmo modelo da EBSERH.

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Assembleia amanhã às 12h na sala CB 1

Nesta terça-feira a partir do meio-dia acontece a assembleia que discutirá os próximo passos da campanha salarial, à luz dos informes das reuniões com o reitor, no dia 26, e do Fórum das Seis ocorrida na última sexta-feira.

O reitor ainda não apresentou nenhuma proposta concreta de equiparação dos pisos salariais. Mesmo com o volume de reservas bilionário da Universidade, Tadeu entende que a isonomia dos pisos pode esperar. Vale lembrar que este tema é prioridade da pauta do Fórum das Seis há pelo menos dois anos.

Desde o dia 14 de abril, os trabalhadores cobram negociação para implementação imediata dos itens prometidos durante a campanha para escolha do reitor. Esperam ainda abrir negociações com o Conselho de Reitores (Cruesp) a respeito do reajuste salarial de 11% e das outras reivindicações unificadas.

O Fórum das Seis também solicitou reunião com Tadeu para a próxima semana, já que até agora o Cruesp também não se manifestou sobre a pauta unificada protocolada desde o dia 16.

A assembleia de amanhã definirá a luta pela garantia das reivindicações da categoria. Sua presença é nossa força. Participe!

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TCE volta a questionar contratação de procuradores

O Tribunal de Contas do Estado publicou nessa terça-feira (30) no Diário Oficial do Estado novo despacho referente a irregularidades constatadas na prestação de contas da Universidade no exercício de 2009. O conselheiro Dimas Eduardo Ramalho determina à instituição que apresente num prazo de 15 dias comprovantes relativos a operações financeiras realizadas naquele ano e que a Unicamp “deverá ainda informar se foram mantidos nos quadros da Universidade os procuradores oriundos de outros cargos”.
Como noticiado pelo Boletim do STU, o TCE vem questionando o fato desses profissionais serem contratados em caráter temporário, visto que essa é uma atividade de caráter permanente, cujos cargos devem ser ocupados por concurso público. Esse apontamento aparece nos relatórios de auditoria de 2011 e também em 2009, mesmo ano em relação ao qual Dimas Ramalho também determinou que dirigentes da Unicamp devolvam valores recebidos acima do teto de vencimentos estadual. Entre os citados estão os reitores Fernando Costa e José Tadeu Jorge. Tadeu informou na entrevista coletiva concedida no dia 22 de abril que a Universidade recorreu da determinação de devolução dos supersalários, mas o recurso ainda não foi julgado.
Diante da recusa do ex-reitor Fernando Ferreira Costa de responder aos questionamentos feitos diversas vezes pelo STU sobre as irregularidades apontadas na auditoria do TCE sobre as contas de 2011, a diretoria da entidade protocolou representação ao Ministério Público Estadual. O sindicato solicita que seja apurado o fato das procuradoras Fernanda Lavras Costallat Silvado, Luciana Alboccino Barbosa Catalano e Rosa Maria da Silva Bittar terem sido enquadradas na função de Procurador de Universidade Assistente em 2012, após diversas prorrogações contratuais. A representação também aponta indícios de nepotismo na Universidade e pede ao MPE que investigue tais suspeitas.
O sindicato cobra uma reformulação da Procuradoria Geral, que patrocinou tantas arbitrariedades durante a gestão Fernando Costa.

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Boletim 025/2013

Baixe aqui o Boletim 025/2013, de 30 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Boletim 024/2013

Baixe aqui o Boletim STU 024/2013, de 30 de abril de 2013.

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Apoio à greve dos professores estaduais

Nesta segunda-feira (22) teve início a greve dos professores da rede estadual. A categoria reivindica reajuste salarial e melhores condições de trabalho, além de lutar contra a privatização do Hospital do Servidor/Iamspe.
O governo e a mídia atacam o movimento afirmando que os professores teriam garantidos 8% de reajuste. Na verdade, o que o Governador Alckmin está “dando” aos professores neste momento são irrisórios 2% (um “aumento” de R$ 0,19 a R$ 0,22 por hora-aula) que apenas completam a reposição de inflação desde junho de 2011. Para honrar o plano estabelecido há dois anos com a categoria em lei, o Palácio dos Bandeirantes teria que garantir ao menos mais 5% (referentes ao que ficou devendo aos docentes no ano passado).
As más condições de trabalho, jornadas estafantes, violência nas escolas e outros fatores têm provocado o adoecimento e a falta de pro fessores nas escolas. E o governo ainda ameaça os docentes em contrato precário de retaliação para tentar desmontar a greve. Defender e apoiar o professor é defender a educação de qualidade para nossos filhos.

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Apoio à Chapa 2 no Sindicato dos Servidores Municipais

A diretoria do STU chama toda a categoria a manifestar seu apoio e conversar com familiares e amigos servidores públicos municipais para
que votem na Chapa 2 – Sindicato é pra lutar! no processo eleitoral que acontece entre os dias 29 e 30 de abril. A Chapa 2 reúne diversos servidores que não toleram mais o atrelamento da atual diretoria da entidade à Prefeitura. A subserviência é tamanha que a direção do sindicato é conhecida como “Chapatrão”.

A Chapa 2 defende a valorização dos serviços e dos servidores públicos, o combate às privatizações e terceirizações. A atual direção tentou dar um golpe na assembleia de eleição da comissão eleitoral (cujo edital foi divulgado num jornal de Limeira) e já houve até agressão física a servidores  da categoria. Por tudo isso a direção do STU apoia a Chapa 2.

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Grupo indígena Kariri-Xocó estará na Unicamp nesta 6ª

culturaSTUO STU, em parceria com o Centro Cultural Casarão de Barão, realiza nesta sexta-feira (26), a partir das 10h na Praça da Paz, na Unicamp, uma atividade cultural com a presença do grupo indígena Kariri-Xocó, que habita a margem esquerda do rio São Francisco, no estado de Alagoas, nordeste do país. Durante a visita, os indígenas apresentarão um pouco de sua música e dança, além de trocar ideias e experiências com a comunidade universitária. No sábado, o grupo estará no Casarão de Barão para uma Feira de Artesanato pela manhã e uma nova rodada de
apresentações e diálogos à tarde. A organização solicita que os interessados em participar levem 1 Kg de alimento não perecível para ajudar a aldeia. Mais informações: (19) 9310-8507.

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Tadeu falta à primeira reunião de negociação da Campanha Salarial

DSC04039 (640x480)Embora tenha afirmado por diversas vezes no período de campanha que sua gestão seria pautada no diálogo permanente com a comunidade universitária, o novo reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não compareceu à primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2013, agendada para a manhã de ontem por solicitação do STU (ver ofício nesta página). Sem dar maiores satisfações aos trabalhadores, a assessoria de Tadeu informou que ele foi a São Paulo participar de uma reunião com o atual presidente do Cruesp, João Grandino Rodas.
Para o STU, a ausência à reunião sem nenhum aviso prévio guarda muita semelhança com a postura da reitoria Fernando Costa. Eleito devido ao voto dos funcionários técnico-administrativos que manifestaram na consulta sua vontade de por fim à gestão privatizante e autoritária que comandou a Unicamp entre 2009 e este ano, o novo reitor inicia sua gestão desrespeitando os trabalhadores da Universidade ao confirmar a reunião de negociação e não comparecer à mesma.
A reunião foi marcada no dia 2 de abril por meio de ofício recebido pelo coordenador geral, Álvaro Costa. Além disso, logo cedo na manhã de ontem o novo reitor recebeu o Boletim do STU ao entrar pelo portão 5 do campus de Barão Geraldo. Por que, além de não comparecer, Tadeu sequer se dispôs a informar pessoalmente aos trabalhadores que desde cedo se concentravam em frente à reitoria que tivera um compromisso de última hora? Pior, nenhum outro membro da reitoria foi designado para conversar com a categoria.

Primeiras declarações de Tadeu contradizem discurso de campanha

O “furo” do novo reitor acontece um dia após suas primeiras declarações públicas no cargo, nas quais contradiz a ideia de que sua gestão irá romper com o legado privatizante deixado por Fernando Costa. O fato de Tadeu esquivar-se de reafirmar a posição manifestada durante a campanha de que a aquisição da Fazenda Argentina não é uma prioridade e o argumento da falta de verbas para implementação imediata da isonomia dão sinais de que a nova reitoria não estará tão comprometida com a categoria que o elegeu. Ainda mais diante da possibilidade da Unicamp gastar R$ 150 milhões para comprar a área vizinha ao campus de Barão Geraldo e sendo público que a Universidade tem uma “reserva técnica” de R$ 1,27 bilhão (suficiente para custear a isonomia dos pisos salariais com a USP por sete anos).

OFICIO TADEU REUNIAO NEGOCIACAO

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Boletim 023/2013

Baixe aqui o Boletim 023/2013, de 24 de abril de 2013.

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Tadeu já fala em continuidade da gestão Fernando Costa

DSC03964-okO reitor eleito José Tadeu Jorge disputou a consulta à comunidade como candidato de oposição à chapa que afirmava que a Unicamp estava “no caminho certo”. Mas já na cerimônia de posse que oficializou o seu segundo mandato à frente da Unicamp, na última sexta-feira, Tadeu declarou que “nos esforçaremos para dar continuidade ao projeto que faz da Unicamp uma instituição de expressão nacional”.
Outra contradição do reitor em relação ao período de sua candidatura diz respeito à compra da Fazenda Argentina. Na entrevista coletiva concedida ontem, Tadeu afirmou que a decisão final ficará a cargo do conselho universitário, esquivando se de reiterar a posição que tinha manifestado durante a campanha de que essa aquisição não era uma prioridade. O decreto de desapropriação deixa claro que os R$ 150 milhões para a compra terão que sair dos cofres da instituição. Ao não assumir postura firme contra essa negociação, Tadeu contradiz seu próprio discurso durante a coletiva, quando também afirmou que a Universidade não teria dinheiro para implementar a isonomia já.
Ainda durante a entrevista Tadeu também repetiu o argumento da gestão Fernando Costa de que a compreensão da Universidade sobre os  supersalários apontados pelo Tribunal de Contas do Estado é diferente do TCE.
Mais uma vez questionado pelo STU se manteria o professor Paulo Eduardo Rodrigues Moreira da Silva (o Paulão) com cargo na alta administração, o novo reitor afirmou que sua gestão não terá ninguém condenado pela lei da ficha limpa. Essa foi a única boa notícia para os servidores.
Não custa lembrar ao novo reitor que ele foi escolhido pela maioria dos servidores numa declarada perspectiva de por fim ao modelo privatizante, autoritário e eivado de questionamentos dos órgãos de  fiscalização sobre irregularidades que marcou a reitoria Fernando Costa.

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STU vai requerer ao MP apuração sobre indícios de nepotismo e contratações irregulares na Unicamp

A gestão Fernando Costa se encerrou sem que a comunidade universitária tenha recebido qualquer resposta sobre as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Entre elas, os supersalários pagos ao alto escalão universitário – incluindo o reitor que acaba de sair e o novo gestor -; a terceirização desmedida à Funcamp; licitações questionadas; contratação e efetivação de procuradores sem concurso público.
A diretoria do STU encaminhará ao Ministério Público Estadual o questionamento já formalizado pelo relatório da auditoria do TCE para que seja apurado o fato das procuradoras Fernanda Lavras Costallat Silvado, Luciana Alboccino Barbosa Catalano e Rosa Maria da Silva Bittar terem sido enquadradas na função de Procurador de Universidade Assistente em 2012. A função é de ocupação restrita a servidores concursados, de acordo com o artigo 37 da Constituição Federal.
A direção do sindicato questiona ainda as diversas dilatações dos contratos temporários das procuradoras (desde 2003), incluindo a prorrogação sem prazo efetuada em 2008 para substituição de procuradores cedidos pela Universidade a outros órgãos. No caso de Luciana, chama a atenção o fato de que o contrato dela foi prolongado pela terceira vez em 2008 enquanto durasse o afastamemto de Andrei Vinícius Gomes Narcizo, cedido à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em 2005 e que permanece lá até hoje. O marido de Luciana – Marco Aurélio Barbosa Catalano – também é procurador da Fundação.
No caso de Fernanda, o sindicato questiona a relação de parentesco com a ex-diretora da Faculdade de Ciências Médicas, Lilian Tereza Lavras Costallat.

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Ato-paralisação hoje às 8h30 em frente à reitoria

Depois das muitas promessas de campanha, chegou a hora de cobrar do novo reitor, José Tadeu Jorge, posicionamentos concretos sobre as principais reivindicações da Campanha Salarial 2013. Hoje, a partir das 8h30, em frente à reitoria, todos os trabalhadores estão chamados a  participar do ato–paralisação que dará o pontapé inicial na mobilização deste ano reivindicando que a reserva orçamentária de R$ 1,27 bilhão seja utilizada para a implementação imediata da isonomia salarial com a USP. O ato acontecerá durante a primeira reunião de negociação entre o sindicato e a nova reitoria.

AEPLAN tenta confundir trabalhadores

PrintTodos os anos, às vésperas da campanha salarial, a AEPLAN tenta fazer terrorismo com os números do orçamento da Unicamp. Este ano não foi diferente. Mas o que a AEPLAN e a reitoria não explicam é como foi possível à Unicamp acumular uma sobra de caixa bilionária. Segundos dados divulgados pela Diretoria Geral de Administração, entre 2004 e 2012, a sobra de caixa foi de R$ 127 milhões para R$ 1,27 bilhão. Um aumento de mais de 10 vezes.
Só com o rendimento das aplicações desse recurso é possível cobrir as despesas da equiparação salarial com a USP, que segundo a própria a AEPLAN seria de cerca de R$ 170 milhões.
A Unicamp tem os pisos salariais mais baixos das três universidades estaduais paulistas. É hora de mudar essa situação.
Vamos à luta!

BoletimSTU23-de-abrilFINAL.indd

 
Fonte do gráfico: DGA
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Boletim 022/2013

Baixe aqui o Boletim 022/2013, de 23 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Boletim 021/2013

Baixe aqui o Boletim STU 021/2013, de 18 de abril de 2013.

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Boletim 020/2013

Baixe aqui o Boletim STU 16 de abril, de 16 de abril de 2013.

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porFernanda de Freitas

Informativo STU 11/04/13

Baixe aqui o INFORMATIVO STU – 11/04/13, de 11 de Abril de 2013.

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Assembleia quinta-feira às 12h no CB-01

Está na hora de organizar a mobilização da campanha salarial deste ano para garantir ISONOMIA JÁ e melhores condições de trabalho e salários.

Por Rodrigo Cruz

Acontece nesta quinta-feira às 12 horas na sala 01 do Ciclo Básico uma nova assembleia geral para organizar a Campanha Salarial 2013. Este ano a campanha unificada do Fórum das Seis terá como foco a implementação imediata da isonomia salarial entre as três universidades, tendo como parâmetro a USP. O Fórum também definiu um indicativo de pauta que inclui a reivindicação de 11% de reajuste, correspondentes à inflação do período e recuperação parcial de perdas históricas, para docentes e funcionários técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, além da revogação das punições e retirada dos processos administrativos e judiciais contra estudantes, funcionários, docentes e entidades representativas do movimento sindical e estudantil. É muito importante que todos os trabalhadores participem e ajudem a construir uma Campanha Salarial vitoriosa.

Campanha antecipada

Com a antecipação da campanha salarial unificada deste ano e o fato do próximo reitor da Unicamp assumir a presidência do Cruesp, é ainda mais importante a mobilização da categoria para cobrar os compromissos assumidos em campanha.

Na Unicamp, é necessário ainda acelerar o debate sobre a destinação da reserva orçamentária de R$ 1,1 bilhão, publicizada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” embora nunca divulgada oficialmente pela Unicamp apesar de insistentes pedidos do STU. O montante é suficiente para pagar a isonomia salarial com a USP de forma imediata.

Agende a reunião da sua unidade

Desde a semana passada estão acontecendo as reuniões de unidade para organizar a mobilização nos locais de trabalho e debater as pautas de reivindicação que serão apresentadas ao Cruesp e à reitoria. Se a sua unidade ainda não tem reunião marcada, ligue para o STU e agende com Thaís pelos telefones (19) 3521.7412 / 3521.7147 / 3289.4242/ 3289.3502.

Confira aqui o calendário e participe:

9/04 (terça-feira)

10h30 FEQ (auditório)

14h IFGW (auditório)

14h30 FEM (auditório)

14h30 FEF (sala 7)

10/04 (quarta-feira)

9h IA (local a confirmar)

11h30 CCUEC (local a confirmar)

14h COTUCA (sala 9)

14h30 IEL (sala CL-06)

15h RTV

15h FEA (sala 2 da extensão)