Categoria Boletim

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Fasubra terá participação no processo sobre a mudança de regime

O Supremo Tribunal Federal (STF) acolheu, dia 29 de abril, o pedido da Fasubra para que a entidade ingresse no processo na condição de amicus curiae na ação que discute a mudança de regime. O pedido havia sido feito pela Federação em 29 de março. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União em 4 de maio. O STU também já tinha sido aceito, em 3 de março, como amicus curiae na ação, após a Universidade protocolar recurso ao STF contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que considerou inconstitucional a migração dos servidores beneficiados por deliberação do Conselho Universitário.

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Boletim do STU 019/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 5 de maio de 2016.

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Boletim do STU 018/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 4 de maio de 2016.

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Boletim do STU 017/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 2 de maio de 2016.

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Apoio ao Sintusp

Como já noticiado no Boletim do STU, o Sintusp está sob ameaça de novas demissões de dirigentes sindicais e “despejo” de sua sede na Cidade Universitária. A assembleia deliberou participação no ato contra tais arbitrariedades, dia 5 (quinta). Os interessados em participar da caravana devem reservar vaga na Secretaria do STU.

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Dia 4 a Unicamp vai parar contra o corte de verbas e pela isonomia

Hoje, às 12h, na PB-14, reunião do comando de mobilização para organizar as atividades de quarta.

A assembleia do último dia 28 deliberou construir uma paralisação nesta quarta-feira (4) contra os cortes orçamentários e o contingenciamento das verbas na Universidade. Neste dia será reforçada a exigência de que o reitor José Tadeu Jorge cumpra o compromisso com a isonomia já e abra negociação da pauta específica, que o sindicato protocolou dia 27/4.
Ao meio-dia de hoje acontece a primeira reunião do Comando de Mobilização, na sala PB-14, para organizar a paralisação.
É fundamental que todas as unidades se reúnam e organizem a participação nessa arrancada de mobilização. Ou a conta da crise será jogada nas costas dos trabalhadores outra vez.

Contra o arrocho e em defesa da isonomia
Diante da negativa dos reitores em discutir índice de reajuste salarial e da intransigência em não debater no âmbito do Cruesp itens como a situação dos hospitais universitários, financiamento, condições de trabalho e a ofensiva de criminalização das lutas nas universidades, a mobilização é ainda mais fundamental.
É importante ressaltar que o ICV-Diesse de maio/2015 a abril/2016 totalizou 9,8%. Somados aos 3% para recuperação de parte das perdas acumuladas, o índice reivindicado pelas categorias é de 12,8%.
16/5: mobilização unificada
em SP
No dia 16 acontece a próxima reunião entre os reitores e o Fórum das Seis, que indicou um Dia de Luta e Mobilização com ato unificado em frente à sede do Cruesp, a partir das 13 horas.
O STU organizará caravana para garantir uma forte participação dos trabalhadores da Unicamp no protesto. E a assembleia apontou a necessidade de ir à greve caso o Cruesp não atenda as reivindicações de reajuste.

Outras deliberações da assembleia

Nova assembleia dia 18/5 (quarta) para discutir o resultado da reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, e deliberar sobre o indicativo de greve;
Organizar Plenária Conjunta (STU, Adunicamp e DCE) para debater o orçamento da Universidade e os cortes de verbas, a unidade contra o arrocho e o desmonte do serviço público e a resistência da Unicamp ao golpe na forma do impeachment em curso no Congresso Nacional;
Realizar um ato com ocupação da Fazenda Argentina, considerando que esta área foi adquirida com recursos do IPESP que deveriam ser destinados ao pagamento de aposentadorias;
Elaborar abaixo-assinado reivindicando “Isonomia Já!” e reforçando o compromisso descumprido pelo reitor;
Reafirmar a cobrança de que as reuniões de negociação sejam realizadas na Universidade que preside o Conselho, como acontecia até 2009.
Cobrar que o Cruesp se desfaça da sede na Rua Itapeva e converta o recurso do aluguel em investimentos para a comunidade das três universidades;
11/5: participação nas atividades do Dia de Luta contra o racismo.

Agenda

02/05(segunda-feira)
12h – Reunião do Comando de Mobilização para organizar a paralisação de quarta, na PB-14.
04/05 (quarta-feira)
Paralisação contra os cortes de verbas e pela isonomia.
10h – Reunião de trabalho da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado de São Paulo, na Alesp.
05/05 (quinta-feira)
9h – Caravana para participação no ato contra o despejo do Sintusp (saída do estacionamento atrás da BC).
06/05 (sexta-feira)
14h – Audiência pública sobre o projeto de lei que institui o auxílio alimentação para aposentados, na Alesp.

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GR 10/16: ajuste fiscal e precarização

No último dia 24 a COP (Câmara de Orçamento e Planejamento) aprovou a revisão orçamentária que deu base à resolução GR 10/2016, publicada dia 28.
Os cortes foram determinados sem nenhuma discussão com a comunidade. Sequer os membros do Conselho Universitário que participam da COP tiveram acesso a esse debate previamente. Apenas os diretores de unidades foram ouvidos. Ao questionar as medidas e a metodologia arbitrária, o representante dos funcionários na COP ouviu da presidente da Câmara que essa era uma atribuição administrativa do reitor e que não caberia à COP opinar sobre tema.
Na avaliação do STU, além do caráter autoritário, a GR 10/2016 só vai piorar a condições de trabalho e a qualidade dos serviços prestados pela Unicamp, prejudicando estudantes e os usuários, principalmente na área de saúde. Além disso, o ajuste fiscal da reitoria cria um clima de catástrofe, no momento em que os trabalhadores se mobilizam pelo reajuste salarial e a pauta específica que tem como ponto central a isonomia já.
O STU é contra a GR 10/2016 e continuará cobrando da reitoria transparência na gestão orçamentária, o fim dos supersalários e duplas matrículas e o cumprimento do pacto assumido em mesa de negociação de demonstrar a composição do comprometimento da reserva orçamentária.

Cortes programados na GR 10/16
– 50% das promoções, progressões e cursos, e do Plano de Atualização Tecnológica Continuada (PATC) dos órgãos da Administração Central;
– 20% do PATC das unidades da área de saúde;
– Contratações de aprovados em concurso e ainda não convocados, e convocações de candidatos aprovados em concursos com editais já publicados;
– Concursos com editais não publicados;
– Transferências de servidores recebidas pela DGRH após 15 de abril;
– Reposição de aposentadorias de servidores admitidos de 1985 até 5/10/1988 com aposentadoria prevista para até dois anos após a mudança para o Esunicamp;
– 30% das horas-extras e de sobreaviso autorizadas;
– 10% das despesas com plantões na área de saúde;
– 40% das impressões e cópias reprográficas;
– 50% dos programas de Manutenção Predial das unidades de ensino e pesquisa e de saúde, e do Programa de Manutenção e Infraestrutura da Prefeitura do Campus Zeferino Vaz;
– 95% da manutenção do Cotuca;
– 5% dos contratos de serviços terceirizados dos órgãos e unidades, em especial a limpeza.

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Boletim do Fórum das Seis de 28/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 28 de abril de 2016.

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Comissão Consultiva Mista do Iamspe realiza audiência na Alesp

Nesta terça-feira (26) a Comissão Consultiva Mista (CCM) do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual) realizou uma audiência pública na Assembleia Legislativa para debater a atual situação do atendimento em saúde aos servidores públicos.
As principais reivindicações são a melhoria, ampliação e descentralização do atendimento aos servidores, e o repasse mensal de 2% do governo, referente ao pagamento da parte que cabe ao governo do Estado no custeio do sistema para que os servidores tenham acesso a um serviço público de saúde de qualidade e com ampla capacidade de atendimento.
A CCM vem trabalhando em conjunto com a Frente Parlamentar em Defesa do Iamspe desde o lançamento da Frente, em junho de 2015.
Segundo Marcílio Ventura, representante do STU na Comissão, “o principal objetivo da audiência foi articular a pressão sobre os parlamentares contra a terceirização do Hospital do Servidor e para que os deputados pressionem o governo Alckmin a pagar os 2% devidos”.
O deputado Carlos Giannazi (PSOL) comprometeu-se a pautar a questão do financiamento estadual ao Iamspe no Colégio de Líderes da Alesp (órgão que reúne as lideranças de todas as bancadas).

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1º de maio – Dia de luta por direitos e contra o ajuste

O 1º de maio deste ano terá diversos pontos de mobilização no Estado. Em Campinas dezenas de entidades realizam um ato político cultural a partir das 14 horas na Praça de Esportes da Av. Suacuna (DIC VI).
Em São Paulo, haverá manifestação unificada da CTB, CUT, Intersindical, MTST, e outras organizações, no Vale do Anhangabaú, a partir das 10 horas. Já a CSP Conlutas fará um protesto na avenida Paulista (concentração às 9 horas no vão livre do Masp).
O STU participará nos três atos, e organizará caravanas para garantir a presença de servidores na capital. Os interessados devem se inscrever na secretaria do sindicato até às 17 horas do dia 29 (sexta).
Dia de luta dos trabalhadores – O 1º de maio nasceu em homenagem aos líderes da mobilização em Chicago/EUA que em 1886 foram presos por lutarem pela jornada de trabalho de oito horas diárias. Um deles acabou por se suicidar, outros quatro foram mortos pelo Estado e três tiveram as penas revogadas após o escândalo internacional que o julgamento se tornou. Viva a luta dos trabalhadores!

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Protocolada a pauta específica 2016

Conforme deliberação da assembleia o STU protocolou a pauta específica nesta quarta-feira (27)

Diretores do STU e da Fasubra entregaram ao chefe de gabinete adjunto, Osvaldir Pereira Taranto, a Pauta de Reivindicações Específicas 2016. Eles aproveitaram para reiterar o pedido de agendamento de uma reunião com a reitoria para iniciar as discussões.
Taranto se comprometeu a encaminhar ao reitor José Tadeu Jorge o documento e a solicitação de reunião.
O principal item da pauta é a implementação imediata da isonomia. Mas outras 26 demandas estão elencadas por decisão da assembleia. Confira:

DEMANDAS GERAIS:
Implementação da isonomia já;
Redução da jornada de trabalho para os técnico-administrativos para 30 horas semanais, sem redução de salários;
Prestação de contas da DEdIC e garantia de atendimento à demanda efetiva de vagas nas creches para os filhos dos funcionários técnico-administrativos, docentes e estudantes. Extensão do atendimento aos trabalhadores das empresas terceirizadas;
Garantia de um representante do STU no Conselho da DEdIC;
Ampliação do quadro permanente de funcionários técnico-administrativos e de docentes, via concurso público, atendendo às demandas definidas pelas unidades de ensino e demais órgãos institucionais, garantindo-se a reposição imediata nos casos de exoneração ou falecimento;
Implantação do vale refeição;
Garantia anual de correção dos benefícios concedidos (alimentação/criança/especial), assegurando a correção do período que os benefícios foram congelados;
Garantir o Esunicamp como Regime Jurídico Único – RJU da Universidade. A reitoria deve garantir aos que mudaram de regime (1985/1988) todos os direitos assegurados na deliberação CONSU-A-11, e deve ainda garantir a segurança jurídica aos processos de mudança de regime;
Carreira dos funcionários (regulamentação do horário para estudantes; reconhecimento da escolaridade formal e valorização da experiência; desvinculação da reserva de recurso; pisos isonômicos; mobilidade funcional);
Garantia de eleições diretas e paritárias;
Incorporação de todos os valores pagos a titulo de benefícios, principalmente o auxílio alimentação, aos proventos de todos os aposentados e pensionistas, e extensão de todo reajuste linear na carreira e na isonomia;
Garantia dos direitos políticos dos aposentados, estendendo o direito de votar e ser votado nos processos eleitorais e de consulta da Universidade;
Garantia de gratuidade para alimentação dos aposentados nos restaurantes universitários;
Isonomia com a Unicamp para todos os trabalhadores da Funcamp; fim das demissões sumárias na Funcamp; fim do contrato de gestão;
Redução do valor do fretado com vistas à gratuidade e melhoria dos serviços e da mobilidade no transporte público e no serviço de circular interno;
Políticas reparatórias de inclusão (cotas raciais) que garantam acesso à graduação, pós-graduação e concursos públicos;
Fim da Portaria GR-02 (contingenciamento das contratações) ou qualquer deliberação que tenha como objetivo promover demissões, retirar e arrochar direitos e conquistas e permitir o enxugamento do quadro de trabalhadores;
Condições de Trabalho – Assédio moral (exigir cumprimento do acordo perante o MPT e política de combate a todo tipo de assédio), além da efetivação de campanhas e sistematização da divulgação de dados que deem visibilidade as situações de assédio na Unicamp;
Democratização do uso da internet para todos os setores;
A Unicamp deve rever a forma de contratação dos estagiários, garantindo seu papel previsto em lei, e não como substituição de mão de obra permanente. Deve ainda corrigir os salários dos estagiários, congelados desde 2008;
Fim da terceirização; contratação somente por concurso público;
Que as licenças a seguir concedidas aos contratados pelo regime CLE sejam estendidas nos mesmos moldes aos funcionários contratados pelo regime CLT (gala: 08 dias consecutivos a partir da data do casamento civil; e nojo: 08 dias corridos, excluído o do óbito caso o servidor compareça ao trabalho, nas hipóteses de morte de cônjuge, companheiro(a), filhos (inclusive natimorto), pais e irmãos ou 02 dias corridos, excluído o do óbito caso o servidor compareça ao trabalho, em caso de morte de padrasto/madrasta, sogros, cunhados, avós e netos);
Licença Paternidade de 20 (vinte) dias para todos, conforme Lei 13.257/2016;
Publicizar os salários dos trabalhadores da Unicamp, destacando a composição dos salários;
Fim das duplas matrículas e respeito ao teto salarial definido na Constituição.

ÁREA DE SAÚDE:
Regulamentação das 30 horas para os trabalhadores que prestam assistência;
Implementação das 30 horas para todos os trabalhadores da saúde com dimensionamento democrático dos quadros;
Atualização dos acordos efetivados junto ao MPT que tratam das condições de trabalho na área;
Adicional Noturno habitual de 30% sobre os vencimentos;
Estabelecimento de jornada que minimize o regime de plantão, priorizando o horário administrativo e a jornada de 6 horas diárias. Repasse dos feriados aos plantonistas;
Estabilidade das equipes e do local de trabalho atribuído (posto de trabalho);
Conselho Gestor na Área de Saúde;
Negociação dos itens da pauta que tratam da Área de Saúde com a presença dos representantes da área e da reitoria.

DEdIC:
Negociação dos itens: gestão democrática, plano de carreira, jornada de trabalho, credenciamento, nomenclatura, plantões e jornada dos educadores.

 

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Boletim do STU 016/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de abril de 2016.

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Boletim do STU 015/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de abril de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/04/Boletim15.pdf” language=”pt_BR”]

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Vale alimentação – Audiência pública debate PL 399/2015

Na próxima semana, dia 06/05, acontece na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nova audiência pública para discutir o projeto de lei que assegura o pagamento de auxílio alimentação aos servidores aposentados e pensionistas das universidades públicas estaduais (PL 399/2015).
Esse debate é altamente de interesse dos servidores que estão em atividade visto que perderão esse direito no momento da aposentadoria. O STU acredita que a luta pelos direitos dos aposentados é parte importante do processo de conquistas e por isso organiza caravana para a audiência. Aposentados e ativos interessados em participar da atividade devem entrar em contato com a secretaria do sindicato e deixar NOME, RG e telefone para contato. O ônibus sairá às 10h, no dia 06/05, do estacionamento atrás da BC. Sua presença é fundamental!

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Boletim do STU 014/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de abril de 2016.

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porFernanda de Freitas

Assembleia Geral aprova Pauta Específica 2016 e Paralisação

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Trabalhadores aprovam a Pauta Específica 2016 e paralisação

A Assembleia Geral dos Trabalhadores da Unicamp realizada nesta tarde (25) aprovou a Pauta Específica 2016 da categoria que deverá ser entregue na próxima quarta-feira (27) ao reitor José Tadeu Jorge.

Nessa data, haverá uma Paralisação organizada pelos estudantes contra o impeachment, contra os ajustes, contra os cortes de verbas universitárias (contingenciamento) e a favor da permanência estudantil. Entendendo a importância de unidade na luta, os trabalhadores decidiram encampar o indicativo de paralisação e suas reivindicações acrescentando também a luta pela Isonomia Já.

Diante do anúncio da reitoria de um corte de verbas em torno de R$ 40 milhões é fundamental a unidade da comunidade acadêmica contra o contingenciamento que representará a piora das condições de trabalho e da qualidade do serviço oferecido.

Também ficou decidido que a Pauta Específica 2016 será protocolada nessa data e que pela manhã os trabalhadores irão participar das atividades junto aos estudantes e no período da tarde haverá vigília durante a reunião da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP), que discutirá as verbas da universidade.

Foi aprovada uma Moção de Repúdio à situação caótica do Caism, que passa por demissões sumárias de trabalhadores da Funcamp, péssimas condições de trabalho e recorrente postura de assédio moral da parte da chefia.

A assembleia indicou que o STU oficialize o reitor questionando como tem sido tratada a questão dos supersalários, cobrando também o fim da dupla matrícula e respeito ao teto salarial definido na Constituição.

Os trabalhadores presentes à assembleia compreendem que a conjuntura nacional exige a unidade da classe trabalhadora contra o retrocesso, os ajustes e por nenhum direito a menos. Aqui na Unicamp, diante da situação de contingenciamento, é preciso nos manter mobilizados para impedir o arrocho salarial, a deterioração das condições de trabalho e a piora na qualidade da Educação e dos serviços prestados. Para isso, nossa Campanha Salarial Unificada tem que ser forte!

Pauta Específica 2016

A Pauta Específica desse ano é composta por 27 itens, destes aproximadamente 10 itens são de reivindicações novas, que tratam de vários direitos e benefícios relacionados à categoria. O documento incorpora também as reivindicações das profissionais da DEdIC e da Área da Saúde.

Entre as propostas se destacam: a luta pela Isonomia Já; reajuste dos benefícios, redução da jornada de trabalho dos técnico-administrativos para 30h semanais sem redução de salários; garantia de um representante do STU no Conselho da DEdIC; garantia dos direitos políticos dos aposentados de continuar votando e sendo votado nos processos eleitorais e de consulta da Universidade; fim da Portaria GR-02 (contingenciamento das contratações); ou qualquer deliberação que tenha como objetivo promover demissões, retirar e arrochar direitos e conquistas e permitir o enxugamento de trabalhadores; exigir cumprimento do acordo de Combate ao Assédio Moral perante o Ministério Público do Trabalho (MPT), além da efetivação de uma política que envolva campanha, sistematização e divulgação de dados que dê visibilidade às situações de assédio na Unicamp; atualização dos Acordos efetivados junto ao MPT que tratam das condições de trabalho na Área da Saúde; licença paternidade para os trabalhadores celetistas de 20 dias consecutivos, a partir da data do nascimento.

Racismo

Tendo em vista os recorrentes casos de posturas racista e preconceituosa que vêm aparecendo na Unicamp, a assembleia deliberou por unificar a agenda de combate ao racismo institucional discutida entre os estudantes e a comunidade do IFCH, intensificando o acolhimento de denúncias e a luta pela implantação de cotas raciais.

É sabido que o STU sempre lutou pelo fim do racismo institucional e que está entre as reivindicações da categoria a defesa de políticas reparatórias de inclusão (cotas raciais) que garantam acesso à graduação, pós-graduação e concursos públicos.

Aposentados

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) irá promover na próxima semana uma Audiência Pública para discutir o projeto de lei que assegura o pagamento de auxílio alimentação aos servidores aposentados e pensionistas das Universidades Públicas Estaduais.

Dada a importância da luta, o STU está organizando uma caravana para que os aposentados possam participar da discussão na Alesp. Mais informações serão divulgadas nos próximos boletins.

Calendário de Mobilização

  • 26/04 (terça-feira): Audiência Pública em defesa do IAMSPE
  • 26/04 (terça-feira): Reunião do Consu (debate estatuto)
  • 27/04 (quarta-feira): Paralisação e Reunião de Negociação entre F6 e Cruesp
  • 28/04 (quinta-feira): Assembleia dos Trabalhadores da Unicamp
  • 05/05 (quinta-feira): Reunião da Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado
  • 06/05: Audiência Pública do projeto de lei que institui o auxílio alimentação para aposentados (na Alesp)
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Todos à assembleia geral de hoje

Atividade definirá pauta específica e próximos passos da luta pelo reajuste salarial e a isonomia, às 12h no PB-14.

A assembleia geral de hoje discutirá os encaminhamentos da última reunião do Fórum das Seis em relação às negociações que se iniciam com o Cruesp nesta quarta-feira (27), as próximas ações para efetivação da isonomia e a definição da pauta específica de reivindicações na Unicamp.
A conjuntura exige o fortalecimento da organização e unificação da categoria. Por isso, todos à assembleia!

25/4 (HOJE)
12h – Assembleia geral, na PB-14.
14h – Reunião na FEA, no salão Nobre.
26/4
09h – Audiência pública em defesa do Iamspe, no aud. Paulo Kobayashi da Alesp.
09h – Reunião do Consu (debate estatuto).
27/4
16h – Reunião do Fórum das Seis com o Cruesp (início das discussões sobre a campanha salarial).

 

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Lançada a Frente Parlamentar em defesa das universidades públicas

Na última terça-feira (19) foi lançada na Assembleia Legislativa a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas no Estado.
A coordenação do Fórum das Seis apresentou documento elencando as principais demandas dos técnico-administrativos, docentes e estudantes. Com destaque à denúncia da política de desmonte nas estaduais paulistas através das ofensivas reitorias e a crise de financiamento desencadeada por uma expansão expressiva de cursos e campi sem a devida contrapartida orçamentária.
O texto também destaca leis e projetos que atacam direitos do conjunto do funcionalismo. Especialmente a Lei 13.243/16, que estabelece o novo marco regulatório da ciência e tecnologia no país ampliando a privatização dos processos de pesquisa dentro das universidades, o PLC 257/2016 – que bloqueia concursos, aumenta a contribuição previdenciária de 11% para no mínimo 14% e arrocha ainda mais os orçamentos – e a PEC 139/2015 – que extingue o abono de permanência para os servidores que continuam em atividade após completar as exigências para aposentadoria.
A íntegra do documento está disponível em aqui.

Reitores também destacaram sub-financiamento
Estiveram presentes ao lançamento representantes do Fórum das Seis e reitores da USP, Unesp, Unifesp e UFABC. O presidente do Cruesp e reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, não compareceu, foi representado pelo vice, Alvaro Crósta. A Ufscar também foi representada pelo vice-reitor.
Os dirigentes universitários falaram sobre os modelos orçamentários das instituições e sub-financiamento. A necessidade de avançar em políticas de inclusão e o impacto desta nova demanda de alunos, que exige mais investimentos, também foi pauta.

STU quer fortalecimento universitário e valorização
Para o diretor do STU Marcílio Ventura, o lançamento da Frente é oportuno e importante para enfrentar a conjuntura extremamente difícil para o funcionalismo público. “Traz para o centro do debate a pauta das universidades, institutos e centros de ensino públicos estaduais, possibilitando a busca da unidade na luta pela manutenção de direitos e o fortalecimento do ensino público no Estado.”
O STU espera que a Frente Parlamentar ajude a traçar estratégias para enfrentar a política de congelamento de orçamentos instituída pelo governo Alckmin. É importante também discutir formas de garantir um modelo de ensino público, gratuito e de qualidade; políticas permanentes de valorização do funcionalismo e melhorias das condições de trabalho; e a inclusão e permanência estudantil.

Confira abaixo os documentos da Frente Parlamentar: o Roteiro Inicial dos Trabalhos e a Proposta de Regimento Interno.

 

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Boletim do STU 013/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 25 de abril de 2016.

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Boletim do Fórum das Seis – 20/04/2016

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis, de 20 de abril de 2016.

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