porFernanda de Freitas

Estudantes desocupam reitoria

ocupa_unicampOs cerca de 200 estudantes que ocupavam a reitoria da Unicamp deixaram o local nesta segunda-feira (21). Garantindo a integridade do patrimônio, o movimento mostrou à sociedade que a polícia nunca foi sinônimo de segurança no Brasil, e foi decisivo para a mudança de posi­cionamento da reitoria, que formalizou compromisso de não firmar ne­nhum tipo de convênio com a PM. Uma vitória de toda a comunidade.

porFernanda de Freitas

Boletim 060/2013

Baixe aqui o Boletim 060/2013, de 22 de Outubro de 2013.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/10/Boletim_STU_22_de_outubro_2013.pdf” language=”pt_BR”]

 

porFernanda de Freitas

Calendário de reuniões do XII Congresso – 21 a 25/10

Calendário de reuniões para eleições de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores

Dia Horas

Unidade

Local

18/10 SEX 18h HC CC Antessala/ copa
21/10 SEG 11h CCUEC Auditório
21/10 SEG 12h HC/Radioterapia Sala de reuniões da Radioterapia
21/10 SEG 12h45 CAS Pátio de entrada CAS/Prodecad
21/10 SEG 22h CAISM/Enf. Ginecologia Sala de espera da enfermaria
22/10 TER 12h GR/Pró-Reitorias/SG/PG Praça da Paz
22/10 TER 12h30 HC RECEPÇÃO / SEGURANÇA Saguão F2
22/10 TER 13h30 HC RECEPÇÃO / SEGURANÇA Saguão F2
22/10 TER 14h30 IMECC SALA 124
22/10 TER 16h IC Sala 85 do IC
23/10 QUA 7h Vigilância Sala reuniões
23/10 QUA 7h20 HC/Ortopedia Copa
23/10 QUA 8h30 RTV Estacionamento do prédio da RTV
23/10 QUA 9h CEB Entrada do CEB
23/10 QUA 9h DGA/Prefeitura Saguão DGA
23/10 QUA 13h FOP Sede ASFOP
23/10 QUA 14h Vigilância Sala reuniões
23/10 QUA 15h Vigilância Sala reuniões
23/10 QUA 15h Colégio FOP Sala reuniões
24/10 QUI 7h OBRAS – ATRÁS FCM Próximo ao Relógio Ponto
24/10 QUI 9h CPQBA Refeitório
24/10 QUI 9h DGRH/GGBS/NICS Saguão DGRH
24/10 QUI 14h30 COTIL/FT/PLANTA FÍSICA
24/10 QUI 16h FCA
25/10 SEX 10h Estação Guanabara Gare
25/10 SEX 15h HC/Agendamento Corredor do serviço social
29/10 TER 14h CAISM Reprodução Humana Casa de repouso
29/10 TER 14h30 CMU/Ciclo Básico
30/10 QUA 9h30 Assembleia Aposentados Auditório IFGW
30/10 QUA 12h Assembleia Geral CB -13

Caso a sua unidade não tenha se reunido ainda, ligue no STU e reserve já uma data!

Ramais: 17694 | 17147 | 17412

 

 

porFernanda de Freitas

STU cobra agenda de discussão com GT das 30 horas

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Diretores do STU, Toninho e Danilo, cobram agenda de discussão com a coordenação do GT das 30 horas

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Na tarde de ontem (17/10) os diretores do STU, Antônio Alves Neto e Danilo Mello Negreti cobraram do coordenador do Grupo de Trabalho (GT) das 30 horas, Adilton Dorival Leite, a data da reunião, entre o STU e GT, para discutir o andamento do estudo sobre a implantação da jornada de 30 horas para a Área da Saúde.

De acordo com o coordenador do GT o relatório que analisa e propõe as providências a serem tomadas está em fase de desenvolvimento e que em breve será acertada uma agenda para discutir os apontamentos do documento com o STU.

O STU continuará cobrando a reunião com o GT, conforme entendimentos na mesa de negociação com o reitor. Lembramos também que o grupo já foi oficializado com um pedido de reunião, tendo em vista o interesse do Sindicato em discutir a jornada de 30 horas para a Área da Saúde antes da sua apreciação pelo CONSU e implantação pela reitoria. A discussão sobre a redução da jornada é de suma importância para a categoria, principalmente, porque a entidade tem propostas e considerações a acrescentar a esse debate.

 

Grupo de Trabalho foi instituído em maio/13

O GT foi criado pelo reitor Tadeu Jorge através da Portaria GR-046/2013, de 22/05/2013, com objetivo de viabilizar a “implantação da jornada de 30 horas para os profissionais envolvidos nas atividades de assistência”, conforme anunciado em seu programa de gestão.

O programa de gestão do reitor também recomenda que “para que isso ocorra é preciso providenciar a alteração dos contratos de 40 horas, hoje existentes, passando-os para 30 horas semanais, sem redução salarial, adequando o quadro existente para que não ocorram deficiências no atendimento”.

O GT é formado pelos trabalhadores:

  • Enfº Adilton Dorival Leite (CAISM) – coordenador
  • Enfª Flora Marta Giglio Bueno (HC)
  • Enfª Simone Pollini Gonçalves (CAISM)
  • Laurione Cândido de Oliveira (HC)
  • Enfª Edina Tavares de Lima Montagnoli (CAISM)
  • Enfª Diva Helena Zanchetta Baldin (HC)
  • Enfª Margarida Barbosa (CAISM)
  • Luciana Alboccino Barbosa Catalano (PG)
  • Alexsandra Ortiz Marcatto (DGRH)
  • Lila Lea Cruvinel (CECOM)
porFernanda de Freitas

TCE manda Unicamp baixar ‘supersalários’

O Jornal Destak publicou ontem (17/10) matéria sobre a decisão do TCE que determinou que a Unicamp reduza os salários de 147 servidores que recebem acima do teto constitucional.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

 

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TCE manda Unicamp baixar ‘supersalários’

A 1ª Turma do TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) determinou a redução dos salários de 147 servidores da universidade que recebem acima do teto constitucional, fixado a partir dos vencimentos do governador, que são de R$ 20.662.

O órgão rejeitou ainda a prestação de contas da universidade do exercício de 2006, quando o reitor era o atual ocupante do cargo, José Tadeu Jorge.

O motivo principal da rejeição das foi justamente o pagamento de “supersalários’ a esses funcionários, mas o relator também fez ressalvas ao execesso de gastos sem licitação da universidade.

O TCE estabeleceu um prazo de 45 dias para que os salários desses servidores sejam reduzidos. Se isso não for feito, o órgão encaminhará denúncia ao Ministério Público. A Unicamp ainda pode recorrer ao pleno do TCE.

O parecer, contudo, não determina a retroatividade da medida, ou seja, os valores que foram pagos até hoje acima do teto constitucional não precisarão ser devolvidos aos cofres da universidade.

Segundo José Henrique Specie, diretor de Direito Econômico da OAB-Campinas, a tendência hoje é de uniformização das decisões dos tribunais de contas e judiciais sobre a necessidade de aplicação do teto constitucional aos salários de funcionários públicos.

Um relatório de 2011 do TCE indica que naquela época a Unicamp já possuía 618 servidores com vencimentos acima do teto, inclusive o reitor.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Unicamp informou ontem que ” aguarda a publicação da decisão do TCE-SP para tomar as providências cabíveis”.

 

‘Jornal Destak (www.destakjornal.com.br)

porFernanda de Freitas

Membros do Conselho de Representantes tomam posse

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Na segunda-feira passada (14/10) tomaram posse os trabalhadores que compõem o Conselho de Representantes (CR) do STU.

Na ocasião, o coordenador Geral do STU, Antonio Alves Neto (Toninho) dirigiu os trabalhos da posse onde foi feita a leitura do Regimento Interno do CR e lavrada a ata de posse dos 21 conselheiros eleitos (entre titulares e suplentes).

O coordenador aproveitou para fazer algumas considerações sobre os desafios que deverão ser enfrentados pelos novos conselheiros e sugeriu que na primeira reunião seja elaborado um calendário de reunião e de luta para melhor organização do grupo. Também parabenizou os trabalhadores pela demonstração de vontade política e sucesso na gestão que se inicia. A próxima reunião do CR está prevista para acontecer dia 12/11 (terça-feira), ainda sem local definido.

Para os presentes, uma das primeiras providências do CR será a ampliação da participação dos trabalhadores nas eleições de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores, instância máxima de decisão da categoria, que tem como principal objetivo traçar os rumos do STU.

 

Unidades sem representação podem encaminhar eleição de conselheiros

Até o momento foram realizadas eleições em 15 unidades, no entanto, o Regimento Eleitoral do CR permite que as unidades que não realizaram as eleições no período determinado possam fazê-las em outra oportunidade, mediante solicitação dos trabalhadores sindicalizados daquela unidade.

O CR é um espaço importante de fortalecimento da luta dos trabalhadores da Unicamp, pois estabelece um canal de diálogo democrático entre o sindicato e a categoria, orientando diretamente as ações da entidade.

Qualquer trabalhador com mais de três meses de filiação pode se candidatar como representante da sua unidade. Então, se sua unidade ainda não elegeu um representante, encaminhe a solicitação ao STU.

De acordo com o regimento, a eleição que ocorrer após a posse encerrará junto com o mandato dos eleitos no período regimental.

 

 Conselho de Representantes (2013/2015)

 Unidade Conselheiros TITULAR / SUPLENTE
CDC RITA DE CASSIA CARDOZO DE LIMA;SANDRA AP. DE ALMEIDA RAMOS TITULAR/SUPLENTE
RU OSVALDO HENRIQUE FERRAZ SALES;ANTONIO CARLOS DE SOUZA; TITULAR/SUPLENTE
UNITRANSP CELSO AP RODRIGUES TITULAR
FEEC MARCIO MASSAMITSU OTA TITULAR
BC FELIPE ALVES DA SILVA TITULAR
FE TAIGOR RAMOS PINTO MARTINO TITULAR
DAC2 FABRICIO LEME BORGES TITULAR
IMECC ADRIANA CRISTINA DE TOLEDO TITULAR
IEL ROBERTA DE MOURA BOTELHO TITULAR
IFCH MARINA RABELO;RICARDO V CIOLDIN;

JUAREZ CANDIDO

TITULAR/TITULAR/SUPLENTE
IA FRANCISCO GENESIO LIMA DE MESQUITA;JOSE CARLOS ANDRADE;

JULIA FERREIRA DA SILVA

TITULAR/TITULAR/SUPLENTE
FEAGRI MARIANA CONTI TITULAR
CAC GERALDO DANIEL BOSSO TITULAR
DM MANOEL JOSE DA COSTA TITULAR
VIGILANCIA JOSE CARLOS LARA TITULAR
APOSENTADOS Serão eleitos em assembleia a ser realizada no dia 30/10
porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

Faleceu na última terça-feira (15/10) a filha da funcionária Lucia (RU)  e o enterro aconteceu ontem (16/10).

O STU lamenta profundamente a perda que a companheira sofreu e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos.

 

porFernanda de Freitas

Mostra Luta trará a explosiva imagem das ruas e homenagem a João Zinclar

vídeos-fotografias-poesia-debates-oficinas-teatro-música

O ano de 2013 marcou a história do Brasil com a retomada das grandes manifestações pelas ruas do país. O grito dos manifestantes incendiou as cidades de revolta, trazendo à tona a crise do sistema político-econômico que não representa a maioria da população.

A Mostra Luta deste ano, em sua sexta edição, faz uma retrospectiva das principais mobilizações ocorridas nestes últimos meses, além de dar visibilidade às lutas históricas dos movimentos de luta social, junto com uma importante homenagem ao grande fotógrafo militante João Zinclar, falecido em janeiro deste ano e cuja memória permanecerá em cada luta por um mundo livre de opressões e desigualdades sociais.

 

História da Mostra Luta

Em 2008, alguns coletivos de vídeo de Campinas, que produziam trabalhos ligados às lutas sociais, se reuniram para encontrar espaços para exibição. Decidiram organizar uma mostra no Museu da Imagem e do Som (MIS), onde seriam exibidos seus filmes, seguidos de debates com a população. Este evento foi chamado de Mostra Luta e vem sendo realizado desde lá, chegando à sua sexta edição em 2013. Durante este tempo a mostra abriu espaço também para teatro, quadrinhos, poesia, dança, música e fotografia. Sempre buscando outras possibilidades de olhar, discutir e pensar diferente daqueles que detém o poder midiático.

 

18 a 27 de outubro de 2013

Filmes e debates no Museu da Imagem e do Som de Campinas

Endereço: Rua Regente Feijó, 859 – Centro – Campinas (SP)

(próximo ao Poupa-tempo, atrás da agência dos Correios

da Av. Francisco Glicério)


Debate após as sessões.

 

Entrada gratuita

Transmissão todos os dias dos debates, via internet, no endereço socializandosaberes.net.br

 

1ª Mostra Itinerante nas Escolas- 3 a 17 de outubro

Exposição “João Zinclar: Imagem Militante”-  15 de outubro a 18 de novembro

Exposição “Mobilidade e Mobilização” – Exposição Lambe-Lambe de fotos pelas ruas da cidade (procure nos muros).  Inscrição para participação até o dia 11. Saiba mais

*

18/10 sexta-feira

19h30

Sessão homenagem: em memória do fotógrafo João Zinclar 1

João Zinclar, a imagem militante  (MIS Campinas, 2013, 30’).  Entrevista dada por João Zinclar ao projeto de memória oral das lutas sociais em Campinas, desenvolvido pelo Museu da Imagem e do Som. Trata da sua origem operária, das suas andanças pelo Brasil como hippie, o ingresso na militância comunista e sindical e, por fim, a descoberta da fotografia. 

Camarada João, Presente! Agora e Sempre! (Coletivo de Comunicadores Populares, 2013, 35’). Homenagem do Coletivo de Comunicadores Populares de Campinas à vida e à memória do amigo e companheiro de luta, camarada João Zinclar.

 

19/10 sábado

17h

Sessão homenagem: em memória do fotógrafo João Zinclar 2 

“Não faço fotografia, faço denúncia social” (Sônia Regina F. Oliveira, 2013, 16’). Relato de João Zinclar para crianças de uma escola pública, sobre como se deu seu interesse pela fotografia.

“Camarada João, Presente! Agora e Sempre! (Coletivo de Comunicadores Populares, 2013, 35’). Homenagem do Coletivo de Comunicadores Populares de Campinas à vida e à memória do amigo e companheiro de luta, camarada João Zinclar.

 

18h 

Mesa de debate “Imagens militantes: João Zinclar presente!”

Convidados: João Ripper (fotógrafo), Jesus Carlos (fotógrafo), Bira Dantas (cartunista) e Sônia Fardin (historiadora) 

Debate sobre o trabalho de Zincla. Abertura com depoimentos de João Zinclar no programa “Caçadores da Alma“, de Silvio Tendler

 

20h30

Visita à exposição: “João Zinclar: Imagem Militante”.   

 

20/10 domingo

9h30 às 17h

Oficina de Fotografia “Bem Querer”, com João Ripper 

Oficina teórica e prática com o fotojornalista João Ripper, fundador do projeto Imagens Humanas, que coloca a fotografia a serviço dos direitos humanos. (http://imagenshumanas.photoshelter.com/)

Inscrições pelo email: [email protected]

Enviar nome, telefone e um resumo do interesse na oficina em no máximo 5 linhas (20 vagas). Para a oficina, é importante levar qualquer câmera fotográfica.

 

16h

Sessão 1 

11 de Setembro (Ken Loach, 2002, 11′)Um paralelo entre o ataque às torres gêmeas nos EUA e o Golpe Militar no Chile, ambos ocorridos em um dia 11 de setembro.

Nostalgia da Luz (Patrício Guzman, 2010, 90’) No deserto de Atacama, Chile, astrônomos investigam as origens do Universo. Na mesma região, arqueólogos buscam pelos corpos de povos milenares, ao lado de mulheres que com as próprias mãos cavam a terra em busca de desaparecidos na ditadura de Pinochet.

 

19h30

Sessão 2 

Rocinha Brasil 77 (Sérgio Peo, 1977, 16’).Investigação sobre a vida da maior favela da América Latina. A câmera passeia, enquanto em off, ouve-se reflexões de moradores sobre questões do dia-a-dia da comunidade.

Moinho Vivo 2 (Ação Direta de Vídeo Popular, 2013, 15’). A luta dos moradores da Favela do Moinho pelo direito à moradia, contra o iminente despejo e os incêndios criminosos.

Quilombo do Jaó. (Laboratório Terra Mãe, 2012, 30’). Documentário produzido pelo Laboratório Terra Mãe, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com representantes da Comunidade do Quilombo do Jaó (Vale do Ribeira), apresenta cenários e contextos históricos a partir da memória dos integrantes da Comunidade.

Distopia 0::21 (Victor Ribeiro, 2012, 27’). Vídeo documentário sobre a revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro no horizonte dos megaeventos esportivos internacionais (Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos 2016).

Sarau LiteraRua – Um ano de vida (Serviço de Utilidade Pública, 2012, 10’). No dia 14 de Setembro de 2012 o Sarau LiteraRua comemorou um ano de existência, um ano de vivência literária, na periferia de São Paulo.

0,20 centavos é só o começo (Rede Extremo Sul, 2013, 5’). A luta da periferia de São Paulo por transporte e moradia, acreditando que vinte centavos é só o começo.

No olho do furacão (Michel de Souza, 2013, 4’). Durante os protestos em junho no Rio de Janeiro, o cinegrafista realiza registros concomitantes, em vídeo e fotografia.

 

21/10 segunda-feira

19h30

Sessão 3 

O distúrbio está só começando. (Carlos Pronzato, 2005, 20’).Nascimento do Movimento Passe Livre em Brasília, em 2005, com manifestações descentralizadas e simultâneas em vários pontos da cidade.

Passe-Livre Presente (Jefferson Vasques e Denis Forigo, 2005, 19’). Documentário sobre as manifestações do movimento passe-livre (MPL) em Campinas, no ano de 2005.

 A batalha da Alerj, 17 de junho de 2013 (Coletivo Três Filmes, 2013, 3’) No dia 17 de Junho de 2013, mais de cem mil pessoas ocuparam a Av. Rio Branco. No final da manifestação, um grupo se dirigiu à ALERJ (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), onde entraram em confronto com a PM.

Tarifa zero: entenda como é possível. (TV Movimento, 2013, 11’). Entrevista com Lucio Gregori, secretário de Transporte que propôs o projeto de tarifa zero durante o governo de Luiza Erundina, prefeita da cidade de São Paulo entre 1988/1992. 

Rap: o canto da Ceilândia (Adirley Queiros, 2005, 15’). Diálogo com quatro consagrados artistas do Rap nacional (X, Jamaika, Marquim e Japão), todos moradores da Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, mostrando a trajetória desses integrantes no universo da música e fazendo um paralelo com a construção da cidade.

Julgamento (Diego Bion, 2008, 6’). Um olhar sobre a relação da mídia com os parentes das vítimas no julgamento de um acusado da chacina ocorrida em Nova Iguaçu e Queimados no ano de 2005.

Cuidado com o espaço entre o sonho e a realidade. (Daniel Fagundes. Núcleo de Comunicação Alternativa. 2013, 2’).Vídeo-poesia sobre a experiência do uso de transporte público.

 

22/10 terça-feira

14 às 18 horas

“Oficina de produção de quadrinhos e fanzines”, com o cartunista Batata sem Umbigo.  http://batatasemumbigo.blogspot.com.br

A proposta é mostrar a história deste modo de expressão e informação, presente no Brasil desde a década de 60. A Oficina apresentará o histórico e formas práticas e baratas de se fazer zines.

Inscrições pelo email: [email protected]

Enviar nome, telefone e um resumo do interesse na oficina em no máximo 5 linhas.

 

19h30

Mesa de debate: Comunicação Popular nas manifestações 

Convidados:

Movimento Passe Livre

Rede Extremo Sul, São Paulo

Ação Direta de Vídeo Popular (ADVP), São Paulo

Midialivristas de Campinas

Sessão com os filmes dos coletivos participantes, que será feita antes do debate:

Primeiro ato contra o aumento (ADVP, 2013, 6’). Primeiro ato contra o aumento das passagens de transporte coletivo em São Paulo.

Terminal Grajaú: humilhação coletiva (Rede Extremo Sul, 2013, 9’). Trabalhadores da região do Grajaú que dependem do transporte público falam da batalha diária que é se deslocar entre a casa e o trabalho.

Ocupação Câmara de Campinas (Produção independente e colaborativa/ Mídia Livre do Movimento Ocupa Câmara Campinas, dia 07/08/2013, 10’). Manifestação de movimentos sociais pelo passe livre e pela abertura da CPI dos transportes na Câmara Municipal de Campinas.

 

23/10 quarta-feira

19h30

Sessão 4 

Entre nós, dinheiro (Coletivo Tela Suja e Cia Estudo de Cena, 2011, 25’).As relações mediadas pelo dinheiro e pela exploração se juntam ao discurso democrático do patrão e à sua própria ilusão no crescimento econômico do país.

Flaskô: A fábrica (Emiliano Goyeneche, 2013, 15’) Um amplo retrato da Flaskô, fábrica ocupada há 10 anos em Sumaré-SP, sob o controle dos trabalhadores.

O encontro do Hierofante com um Burguês. (Cia Estudo de Cena, 2013, 3’). Um pobre e faminto Hierofante tenta atazanar a vida de um burguês.

 Milton Santos – Resistência e Luta (Serviço de Utilidade Pública – SUP – 2013, 18’). A luta do assentamento Milton Santos do MST (Americana, SP), que já tendo sido assentado pelo INCRA, continua sofrendo com ameaças de despejo.

Nuvens de veneno (Beto Novais, 2013, 22’). Documentário expõe as preocupações com as consequências do uso de agroquímicos no ambiente, especialmente na saúde do trabalhador.

Tekoha: a terra sagrada. (Pós TV, 2008, 7’). O filme registra a luta dos Guarani-Kaiowa contra o massacre de seu povo e pela retomada da terra sagrada de Tekoha.

 

24/10 quinta-feira

19h30

Sessão Especial: Ocupação Sala Glauber

Ocupação da sala Glauber Rocha, no MIS- Campinas. Para lembrar da importância do espaço, que há anos abriga um projeto inacabado de uma sala de cinema

Rocha Maranhão 66 (Glauber Rocha, 1966, 10’)O filme é uma encomenda de José Sarney, que acabava de ser eleito governador do estado do Maranhão. Sem complacência para com o político, o filme é construído como um verdadeiro desafio às suas promessas eleitorais demagógicas.

Ser (Henrique de Oliveira Jr., 1969, 2’). O nascimento, a diversidade de caminhos e a morte: os contrastes da vida através dos pés. Filme premiado em 3º lugar no V Festival do Jornal do Brasil (1969).

Tabela (Henrique de Oliveira Jr., 1977, 8’). Filme experimental premiado na 1ª Mostra do Filme Super 8 de Buenos Aires (1977) e no Festival Internacional das Ilhas Canárias (1980).

 Um pedreiro. (Dayz Peixoto, 1966, 11’). Documentário poético sobre a vida pessoal e profissional de um operário da construção civil.

Toninho abrindo as portas do Palácio (Sônia Fardin, 2001, 2’). Toninho instala seu Gabinete de prefeito no Palácio dos Azulejos. 

Livro de visitas (Juliana Siqueira, 2013, 3’). Curta-metragem produzido a partir dos depoimentos deixados pelos frequentadores do MIS Campinas em seu Livro de Visitas.

Padre Milton Santana (Juliana Siqueira, 2013, 20’). A luta de um padre de Campinas, já falecido, que praticou uma doutrina que une cristianismo com socialismo, isto é, a teologia da libertação.

 

25/10 sexta-feira

19h30

Plenária Popular: A luta pelo direito à Comunicação 

Reunião aberta para discutir e propor ações dentro da comunicação popular e da mídia livre, na luta contra os monopólios do Brasil que impedem o verdadeiro direito à comunicação.

 

26/10 sábado

16h

Teatro de Rua: A Farsa da Justiça burguesa (Cia Estudo de Cena, 45’). Nessa comédia trágica um tribunal é montado na rua. O sobrevivente de uma chacina, que se fingiu de morto para garantir a vida, é julgado e condenado por forjar a morte e negar o justo heroísmo.

 Local: Praça da Catedral Metropolitana de Campinas

 

19h

Sessão 5

Abaixo a democratura! (Coletivo de Comunicadores Populares, 2012, 13’).Durante o aniversário do Golpe Militar no ano de 2012, o Círculo Militar de Campinas realizou o lançamento do livro “Médici – a verdadeira história”, com a presença do filho do ex-presidente ditador Emílio Garrastazu Médici. O filme mostra o protesto em repúdio a este evento.

O fim do esquecimento (Renato Tapajós, 2013, 54’). O filme procura personagens que participaram do Tribunal de Tiradentes e outros que se destacaram na luta pelos Direitos Humanos, para retomar a questão da Doutrina de Segurança Nacional, depois de três décadas.

 

27/10 domingo

16h

Sessão 6

Clássico de Luta: “A guerra ideológica”(Capítulo 12 de “A hora dos fornos: Notas e testemunhos do neocolonialismo, a violência e a libertação”) (Fernando Solanas e Octavio Getino, 1968, 8’.) Um dos capítulos do clássico filme-ato argentino “La hora de los hornos”, que aborda de maneira experimental a invasão cultural e o neocolonialismo na América Latina. 

100 mil no RJ (Três Filmes, 2013, 6’). A revolta de 100 mil pessoas no 5º ato popular contra o aumento das passagens em junho de 2013, no Rio de Janeiro.

 Com vandalismo (Nigéria Audiovisual, 2013, 72’). Este documentário vai à “linha de frente” para registrar os confrontos e entrevistar os manifestantes, mostrando as motivações dos atos de desobediência civil.

 

19h 

Encerramento com a Banda Somo Black (pátio do MIS)

Soul/ Black Music/Funk/Samba Rock. Banda composta por militantes de diferentes movimentos, com trabalho cultural em espaços de luta.

 

Fonte: Mostra Luta (www.mostraluta.org)

porFernanda de Freitas

Assembleia reafirma posicionamento contra a presença da PM nos campi

 Com expressiva participação, categoria também cobra fim da terceirização na segurança

Na última sexta-feira (11), a reitoria José Tadeu Jorge recuou da autorização à Polícia Militar para atuar na Unicamp. Em relatório divulgado após reunião com o DCE, a administração informa que convocará uma coletiva de imprensa para formalizar que “nenhum convênio foi firmado com a Polícia Militar, e que não apresentará proposta de firmá-lo, bem como não recorrerá à PM para rondas ostensivas, revistas pessoais, intervenções no movimento sindical e estudantil, ou qualquer monitoramento dos Campi”.

A reitoria se compromete também a “estabelecer um debate amplo com toda a comunidade da Unicamp no sentido de produzir e implementar um plano de segurança e vivência”.

Na avaliação da diretoria do STU o movimento realizado pelos estudantes para expor as contradições entre o discurso e a prática da reitoria e forçar o debate sobre a gestão da segurança uni­versitária conquistou uma importante vitória para toda a comunidade.

No dia 10, em assembleia, a categoria decidiu por ampla maioria rejeitar a decisão da reitoria de firmar convênio com PM para a realização de rondas nos campi. Além disso, se posicionaram a favor de um novo modelo de segurança para a Unicamp. A principal questão levantada é o fim da terceirização.

Também foi discutido o movimento dos estudantes, que obrigou o reitor a recuar da “oferta” do governador. Na opinião da maioria da assembleia, a ocupação foi decisiva para mudar a po­sição do reitor.

Outro ponto discutido foi o documento apócrifo que circulou pelo campus, defendendo a reitoria e atacando os estudantes. No site do STU, há um abaixo-assinado repudiando a ação dos que tentaram falar em nome da categoria e sequer se identificam.

 

Ato em frente a reitoria debate segurança nos campi

Outro encaminhamento da assembleia foi a realização de uma atividade em repúdio à presença da PM na Unicamp. O STU convoca os trabalhadores a paralisarem nesta quarta-feira, a par­tir das 11h, para participar de debate sobre a segurança em frente à reitoria e acompanhar a assembleia dos estudantes.

Ato em frente à reitoria debate segurança nos campi

Na semana passada, servidores gravaram em vídeo da ação truculenta da PM no condomínio Arlete Cardozo Lins – região dos DICs. As imagens estão disponíveis no site do STU e mostram mulheres e crianças sendo desrespeitadas e ameaçadas. “Os policiais bateram em uma criança de 12 anos e apontaram a arma para uma de 8, xingaram e desrespeitaram algumas moradoras”, alega uma testemunha.

A ação da polícia aconteceu entre 18 horas e 22 horas do último dia 10. Vizinhos afirmam que um policial gritou e bateu em um dos moradores.

Segundo a testemunha, não havia sequer respaldo legal para a ação policial. “Eles não tinham mandado, mas invadiram”. Três pessoas foram presas: uma moradora – que já foi liberada – e duas pessoas que não moram no local, mas, segundo a PM, foram presas dentro do condomínio.

Até agora só um residente prestou queixa, e ninguém da Corregedoria da PM se pronunciou sobre o caso.

Este é apenas mais um exemplo da necessidade de desmilitarização desta força e de como o modelo de segurança pública em vigor nas polícias é incompatível com o ambiente universitário.

porFernanda de Freitas

Demissão sumária no HC configura perseguição política

No último dia 07 de outubro, o servidor José Luis Meneghini foi demitido. Na ocasião, a chefia imediata do funcionário apenas informou que a Universidade não mais precisar de seus serviços, sem a preocupação de apresentar qualquer justificativa formal para a demissão.

O STU considera a medida injusta, e reafirma a defesa de que os funcionários da Funcamp tenham os mesmos direitos dos servidores contratados diretamente pela instituição.

Em ofício enviado à reitoria, o sindicato reivindica que a Unicamp reverta tal demissão, “que fere, inclusive, o direito de livre organização sindical dentro da Universidade”. O sindicato ainda ressalta que José Luis trabalhava há 16 anos na Unicamp e era participante ativo dos foros de organização sindical. para a diretoria do STU a demissão configura perseguição política.

O ofício ressalta ainda que “na reunião do dia 22 de agosto de 2013, oportunidade em que, inclusive, foi apresentada a demanda por isonomia no processo demissional, reivindicando o estabelecimento de rito de acusação, defesa e apuração, tal como ocorre para os contratados da universidade, a reitoria da Unicamp, na pessoa de seu Vice-reitor, Álvaro Crósta, e diante da presença do funcionário em questão, informou que demissões na Funcamp não deveriam ocorrer. Que qualquer caso específico representaria situações pontuais, distantes da corriqueira organização do trabalho contratado pela Fundação”.

Não é de hoje que o STU vem trabalhando para efetivar os direitos dos funcionários da Funcamp. O sindicato busca reabrir a negociações com a Funcamp sobre os direitos dos traba­lhadores da Fundação e as condições de trabalho.

 

Intransigência é prática na Funcamp

A reivindicação de que não haja demissões imotivadas na Funcamp (em detrimento do termo “estabilida­de funcional”) não tem impacto orçamentário e é uma medida em prol da isonomia de direitos entre os tra­balhadores da universidade e que aju­da na diminuição do assédio moral. O STU seguirá lutando para garantir esse direito a todos os trabalhadores contratados pela Fundação.

porFernanda de Freitas

Boletim 059/2013

Baixe aqui o Boletim 059/2013, de 16 de Outubro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Confira o calendário de reuniões do congresso

Segue a todo o vapor a preparação do XII Congresso da categoria, que será realizado entre os dias 1 e 3 de novembro, tendo como local do primeiro dia a Associação dos Docentes da Unicamp e os demais ocorrerão no Cotuca.

Até ontem (15) já tinham sido realizadas 43 reuniões de unidades. Divulgamos as próximas reuniões que já estão agendadas:

 

Dia

Horas

Unidade

Local da Reunião

15/10

TER

16h ASCOM Sala de reuniões do CLE

16/10

QUA

9h30 FEC Sala da Congregação

16/10

QUA

9h30 HC/ Nefro 5º Andar

16/10

QUA

19h30 HC/Enf. Neuro Copa da Enfermaria de Neuro (5º piso)

16/01

QUA

22h HC/ UTI D2 e D3 Corredor de entrada da UTI D2 (2º piso).

17/10

QUI

9h HC Transporte

17/10

QUI

9h HC / SEAAS Entrada da Escolta, 5º andar

17/10

QUI

11h HC informática

17/10

QUI

12h30 SAE – SERVIÇO DE APOIO AO ESTUDANTE SALA DE REUNIÕES

17/10

QUI

14h IQ Copinha

17/10

QUI

14h30 LPC / HC Saguão

17/10

QUI

15h CDC Auditório 2

17/10

QUI

16h IFGW Sala IF 11

17/10

QUI

21h30 HC/ Enf. Pediatria/ Retaguarda Pátio da retaguarda e/ou da pediatria

17/10

QUI

22h30 HC/ UTI E2 Corredor de entrada da UTI E2 (2º piso)

18/10

SEX

7h HC / CC Sala CC

18/10

SEX

12h CECOM/Odonto CECOM/ Odonto

18/10

SEX

13h HC Banco de Sangue Sala Banco de Sangue

18/10

SEX

16h FE Sala da Congregação

18/10

SEX

18h HC CC Sala CC

22/10

TER

11h CECOM Rampa do CECOM

22/10

TER

14h30 IMECC Sala 124

23/10

QUA

9h CEB CEB

30/10

QUA

9h30 Assembleia Aposentados Auditório IFGW

30/10

QUA

12h Assembleia Geral CB -13

 

Caso a sua unidade não tenha se reunido ainda, ligue no STU e reserve já uma data!

Ramais: 17694 | 17147 | 17412

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

STU recebe fotografias para compor exposição “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade”

Em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de Novembro – por ocasião do aniversário de morte do Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares – o STU realizará a exposição fotográfica “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade”, com imagens dos trabalhadores negros da universidade.

Para organizar essa exposição, o STU estará recebendo fotos dos trabalhadores da universidade em seu local de trabalho. Pode ser foto antiga, do começo da carreira, ou atual.

As fotos devem ser entregues na Secretaria ou no Departamento de Imprensa do STU digitalizadas ou impressas (colorida ou em preto e branco) até dia 05/11, com nome completo, telefone para contato, tempo de universidade e a data e unidade em que a foto foi tirada. Caso queira encaminhe informações sobre sua entrada na universidade e a atual unidade de trabalho.

As imagens digitalizadas podem ser enviadas para [email protected] acompanhadas do Termo de Autorização de Uso de Imagem preenchido, clique aqui para fazer o download do documento em formato Word.

Participe desta exposição enviando sua foto!

 

Sobre a exposição:

Intitulada “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade”, a mostra trata de uma reedição da exposição fotográfica “Olhar Negro sobre a Universidade”, de meados de 1990. A mostra acontece entre 11 e 29 de novembro/13, no Espaço Cultural Casa do Lago.

A exposição é um tributo à memória dos funcionários negros da Unicamp, com a apresentação de fotos de “antes e depois”, ou seja, início da carreira e atual situação profissional destes trabalhadores.

A foto será acompanhada de breve relato sobre a trajetória do trabalhador e sua progressão dentro da Unicamp, sendo aposentado ou da ativa. Além de incorporar fotos recentes de funcionários negros que chegaram à Universidade ao longo do tempo.

A intenção é resgatar a memória destes funcionários negros que contribuíram com o crescimento e expansão da Unicamp retratando suas histórias e o seu desenvolvimento profissional. Bem como, rememorar os “velhos tempos” da Unicamp.

 

Baixe aqui o Termo de Autorização de Uso de Imagem (pdf) ou em formato Word

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porFernanda de Freitas

Informativo STU 10/10/13

Baixe aqui o Informativo_STU – 10/10/13, de 10 de outubro de 2013.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2013/10/Informativo_STU_10_outubro_2013.pdf” language=”pt_BR”]

 

porFernanda de Freitas

Trabalhadores apoiam ocupação da reitoria e tiram indicativo de debate sobre segurança, que deverá ser discutido com os estudantes nesta sexta-feira (11/10)

assebleia_ocupacao2_10_10_13

Texto: Fernanda de Freitas

Foto: Martha Molina

Os trabalhadores da Unicamp reunidos agora pouco em assembleia discutiram a política de segurança na Unicamp, a presença da PM nos campi e a ocupação da reitoria pelos estudantes.

Os presentes à assembleia decidiram apoiar a ocupação da reitoria por entender que o debate sobre segurança nos campi é fundamental e urgente dentro da universidade. Além disso, foi encaminhado o indicativo de paralisação das atividades na próxima semana; a criação de uma comissão para acompanhar as negociações entre estudantes e reitoria; a posição contrária à terceirização do serviço público e o repúdio à presença da PM nos campi.

Outra deliberação importante foi o indicativo de debate a ser discutido com os estudantes sobre a segurança no campus, que deverá acontecer amanhã (11/10), às 12h, em frente à reitoria.

 

A assembleia também aprovou as seguintes propostas:

  • Discutir uma proposta que garanta a efetiva segurança dos funcionários, estudantes e docentes e não somente do patrimônio público;
  • Elaboração de um calendário de debate sobre a violência nos campi e na moradia e as medidas de segurança necessárias;
  • Defesa intransigente do Concurso Público para Segurança/Vigilância;
  • Indicativo de paralisação das atividades na próxima semana com data a ser definida pela diretoria do STU;
  • Debate sobre segurança no campus a ser discutido com os estudantes, amanhã (11/10, às 12h, em frente à reitoria);
  • Que o STU reivindique participação nos fóruns, seminários e GTs que discutam a violência nos campi e as medidas efetivas para garantir a segurança da comunidade universitária;
  • Repúdio ao Regimento proibitivo, que regulamenta as festas e a defesa do direito de organização de atividades culturais, artísticas etc pelos estudantes, funcionários e docentes;
  • Divulgar no boletim do STU o abaixo-assinado dos funcionários que apoiam a ação dos estudantes e questiona o panfleto distribuído na universidade intitulado “Funcionários se posicionam sobre a invasão [sic] da Reitoria da Unicamp”;
  • Criação de uma comissão para acompanhar as negociações entre reitoria e estudantes;
  • Publicizar a posição do STU em favor da desmilitarização da polícia;
  • Reafirmar a reivindicação da Pauta Especifica 2013 pelo fim da terceirização na universidade e a favor da estabilidade do trabalhador Funcamp;
  • Questionar a reitoria sobre a possível existência de um GT criado para discutir o Estatuto da Unicamp.
porFernanda de Freitas

Próximas reuniões de unidade para eleger delegados ao XII Congresso

Calendário de Reuniões de Unidade do  XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp:

08/10 (terça-feira)

9h: IFCH (na escadaria em frente ao setor de publicações)

15h: FEQ (na sala de reuniões do Bloco A)

21h30: CAISM/PATOB e Alojamento (na sala de reuniões do 1º andar)

 

09/10 (quarta-feira)

8h30: Raio X/HC

11h30: HC/Eletrocardio (local a confirmar)

14h: IEL

15h: LAP/HC (no corredor de entrada do LAP)

 

10/10 (quinta-feira)

9h30: CAISM/Área administrativa (no prédio administrativo, na sala reuniões do RH)

11h: CAISM/Hospital (no subsolo, sala de aula 1)

15h: CAISM/hospital (no subsolo, sala de aula 2)

 

11/10 (sexta-feira)

8h45: Faturamento (na área externa do faturamento)

11h30: HC/SEAAS (na entrada da Escolta, 5º andar)

14h30: CECI/MATERNAL (quiosque)

 

14/10 (segunda-feira)

11h: Protocolo/HC (no Protoloco)

15/10 (terça-feira)

14h30: FEF (na sala de aula 06)

 

18/10 (sexta-feira)

14h: FE

 

30/10 (quarta-feira)

9h: Assembleia Aposentados (no Auditório IFGW)

 

porFernanda de Freitas

STU apoia a ocupação da reitoria da Unicamp

Sindicato também reivindica a construção de uma proposta alternativa de segurança que
não inclua a presença da Polícia Militar

Estudantes ocupam desde a última quinta-feira (3) o prédio da reitoria da Unicamp em protesto contra a entrada da Polícia Militar nos campi da Universidade. A ocupação ocorreu logo após uma assembleia convocada pelo Diretório Central Estudantil (DCE) com a participação de mais de 600 estudantes.

Durante a assembleia, o plenário também definiu uma pauta de reivindicações que inclui, além da saída da PM, a não punição dos estudantes que participam do movimento de ocupação, a retirada imediata das sindicâncias contra os organizadores de festas nos campi, a construção de uma proposta alternativa de segurança e vivência nos campi e a discussão dessa proposta em uma audiência pública democrática, com poder real de decisão às três categorias da co­munidade acadêmica.

A entrada da PM nos campi da Universidade foi anunciada pela rei­toria em entrevista realizada no final de setembro, depois que o estudante Denis Papa Casagrande, aluno do curso de Engenharia de Controle e Automação, foi morto durante uma festa realizada no campus de Barão Geraldo no dia 21/09. A medida foi tomada de forma unilateral, sem consulta prévia às instâncias decisórias da Universidade e sem qualquer debate com a comunidade universitária.

Na ocasião, o STU se posicionou contrário à presença da PM na Universidade e cobrou da reitoria a responsabilidade na criação de instrumentos de participação da comunidade acadêmica na elaboração de políticas de segurança, a contratação de mais profissionais de vigilância por meio de concurso público, o fim das terceirizações e a adoção de uma política de segurança que se preocupe em garantir a integridade de toda a comunidade universitária e não apenas do alto escalão da reitoria.

Da mesma forma, o STU apoia a ocupação da reitoria pelos estudantes e sua pauta de reivindicações por entender que a Polícia Militar está longe de ser sinônimo de segurança. Especialmente após as mobilizações de junho, as PM de todo o país têm sido apontadas por amplos setores da sociedade como responsáveis por diversos crimes e abusos contra a po­pulação, especialmente moradores das periferias, jovens negros e trabalhadores em luta. Como ocorreu nas últimas semanas com os professores da rede municipal do Rio de Janeiro, cujo movimento de greve foi duramente reprimido.

O sindicato também repudia o pedido de reintegração de posse feito pela reitoria antes de qualquer diálogo com os estudantes e a nota emitida pela Universidade sobre a ocupação na última sexta-feira, que tenta deslegitimar o movimento. Fora PM do campus!

porFernanda de Freitas

Funcamp se recusa a negociar com comissão de trabalhadores eleita pela base

Em ofício encaminhado ao STU no último dia 30/09, o diretor presidente da Funcamp, prof. Paulo Barbosa, recusou o pedido de reunião com a comissão de trabalhadores eleita pela base durante a Campanha Salarial deste ano. O pedido havia sido protocolado pelo STU no mês passado, depois que a reitoria da Unicamp deu por encerradas as reuniões sobre o tema e disse que as negociações deveriam ser encaminhadas junto à diretoria executiva da fundação a partir da eleição de uma comissão de trabalhadores da Funcamp.

 

Existência da comissão precisa ser “validada” pelo Seaac

De acordo com o ofício assinado por Barbosa, as questões relacionadas às condições de trabalho na Funcamp são negociadas apenas com o sindicato que juridicamente representa os funcionários: o SEAAC.

Ainda segundo Barbosa, a diretoria executiva da Funcamp “não se opõe em hipótese alguma ao estabelecimento do diálogo com uma comissão, que legitimamente, represente seus trabalhadores”, desde que o SEAAC “valide” o referido grupo.

A postura da reitoria e da direção da Funcamp evidenciam um jogo de empurra enquanto os problemas enfrentados pelos trabalhadores continuam. Importante lembrar que os próprios servidores da Funcamp questionam a representatividade e atuação do SEAAC e que um processo judicial movido pela categoria reivindica que o STU se torne o representante legal também dessa parcela dos trabalhadores dentro da Unicamp. A ação aguarda julgamento no Tribunal Superior do Trabalho.

porFernanda de Freitas

STU também apoia a greve estudantil e ocupação da reitoria da USP

Em resposta à sessão do Conselho Universitário (CO) realizada no dia 1° de outubro, que refutou a proposta de eleições paritárias e aprovou uma série de mudanças que revertem o caráter antidemocrático do processo de escolha do reitor da Universidade, os estudantes da USP ocuparam a reitoria para reivindicar eleições diretas para reitor, votação paritária entre as três categorias (alunos, funcionários e professores) e fim da lista tríplice. À noite, reunidos em assembleia geral, os estudantes também decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

O movimento acontece três meses depois de o reitor João Grandino Rodas ter anunciado uma reforma estatutária para alterar o modelo de eleições para o cargo de reitor. Entretanto, a despeito do que havia sido divulgado e das reivindicações históricas dos estu­dantes, funcionários e professores daquela Universidade, o CO aprovou, a portas fechadas, um modelo de consulta sem caráter decisório, sem paridade e sem extinção da lista tríplice – a exemplo do que acontece atualmente na Unicamp.

Esse modelo não aponta no sentido de democratizar a estrutura da Universidade. Ao contrário, só contribui para mantê-la sob a administração de uma minoria de pessoas ligadas ao Governo do Estado e ao PSDB.

O STU, que também luta pela implementação de eleições diretas para reitor na Unicamp, apoia a mobilização dos estudantes da USP.

O sindicato entende que o estatuto daquela Universidade, assim como o da Unicamp, mantém resquícios do tempo da ditadura militar e precisa ser urgentemente reformado, com a ampla participação da comunidade universitária. Somente com a democratização da Universidade será possível mudar efetivamente seus rumos e resistir ao processo de sucateamento e privatização imposto pelos sucessivos governos do PSDB.

porFernanda de Freitas

Boletim 058/2013

Baixe aqui o Boletim 058/2013, de 8 de Outubro de 2013.

 

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