porFernanda de Freitas

Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade

Começa nessa segunda-feira (18/11) e vai até dia dezembro (02/12) a exposição fotográfica “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade” organizada pelo STU por ocasião do Dia Nacional da Consciência Negra.

A mostra é um tributo à memória dos funcionários negros que construíram e ainda contribuem para o desenvolvimento da Unicamp.

A exposição reúne cerca de 120 imagens em preto e branco de pouco mais de 140 trabalhadores fotografados por Beeroth de Souza (FEF), Rafael Oliveira Jorge (Computação) e Kamá Ribeiro, além de fotos de arquivo produzidas pelo Departamento de Imprensa da entidade.

 

Igualdade ainda é uma realidade distante na universidade:

O serviço público durante muitos anos foi a porta de entrada no mercado de trabalho, em pé de igualdade, para os trabalhadores negros e não negros no Brasil. Pois era a forma em que a discriminação não conseguia filtrá-los pela impessoalidade da prova no concurso e da forma de correção.

Porém, a ascensão na carreira para os trabalhadores negros não avança na mesma velocidade que os trabalhadores brancos pelos fatores históricos: preconceito, racismo e a discriminação.

No Brasil, apesar de avanços nas reivindicações históricas dos movimentos negros, pontos importantes da bandeira de luta ainda não foram atendidos, tais como: cotas nas universidades e no mercado de trabalho, fim do genocídio da juventude negra, atenção especial à saúde da população negra e igualdade nos salários e nas ocupações nos postos de trabalho.

Na Unicamp, por exemplo, não temos negros ocupando setores importantes como direção de unidades, pró-reitorias, muito menos no cargo de reitor, mas encontraremos uma grande gama de trabalhadores ocupando as funções menos prestigiadas ou em trabalhos braçais. Os espaços onde encontramos trabalhadores negros ocupando funções fundamentais se dão depois de muita luta e investimento próprio deste segmento e, mesmo assim, a ascensão na carreira, às vezes, tarda a chegar.

A atual gestão da reitoria indicou uma trabalhadora negra em um dos setores de maior importância da universidade, é pouco! É preciso avançar ainda mais, afinal o percentual de trabalhadores negros chega a 50% ou mais na universidade.

A exposição fotográfica “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade” homenageia esses companheiros que refletem ao longo da história da Unicamp não só a dedicação na defesa do serviço público, gratuito e de qualidade, mas também um processo de militância em defesa dos direitos dos trabalhadores negros contra o racismo que ainda existe na universidade.

Confira a exposição e prestigie seus colegas de trabalho!

 

Programação:

Exposição:  “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade”

Data: 18/11 a 02/12

Horário: 8h30 às 22h (sendo no dia 02/12 até às 11h)

Local: Espaço Cultural Casa do Lago (Rua Érico Veríssimo, 1011, Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – Unicamp)

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

XII Congresso reafirma que os trabalhadores da Unicamp vão à luta!

Combate às terceirizações, mobilização pelas 30 horas na área da saúde, unidade dos
trabalhadores e  m da estrutura sindical atrelada ao Estado estão entre as resoluções.

O XII Congresso de Trabalhadores da Unicamp reuniu mais de 170 delegados de praticamente todos os locais de trabalho, reafirmando a importância da organização da categoria para fortalecer as lutas dentro e fora da Unicamp. O combate às terceirizações na Universidade e a necessidade de retomar a campanha pela retomada da jornada semanal de 30 horas na área da saúde estiveram entre os principais debates e resoluções.

Com a aprovação da Tese 4 – “Vamos à Luta!” como tese guia, os servidores reafirmaram a importância da ruptura do STU com as ilusões depositadas por uma parcela do movimento sindical nos governos do PT e a prioridade ao enfrentamento permanente às tentativas de precarização do trabalho, desmonte dos serviços públicos e à falta de democracia e transparência administrativa na Unicamp (marcas das gestões historicamente vinculadas ao governo do PSDB).

Entre as principais conquistas desse processo, foram destacados o reajuste do auxílio alimentação (cujo valor foi triplicado nos últimos dois anos) e a adoção de uma política de recomposição da isonomia dos pisos salariais com a USP. Essas vitórias só foram possíveis devido à mobilização da categoria, ainda que as reitorias Fernando Costa e Tadeu tenham feito de tudo para dificultar a implementação desses direitos – como no caso da isonomia, arrastada por mais dois anos pela atual administração.

 

Principais resoluções do XII Congresso

O Boletim do STU publica abaixo as principais propostas aprovadas no congresso. A íntegra das resoluções será publicada em breve aqui no site do sindicato.

– Fim das terceirizações e do assédio moral na Unicamp

– Implementação imediata da jornada de 30 horas na área da saúde

– Mais verbas para a educação e a saúde públicas

– Fim do fator previdenciário (que reduz as aposentadorias em até 40%) e paridade entre ativos e aposentados

– Proporcionalidade na composição da diretoria, com participação de todas as chapas concorrentes que obtiverem no mínimo 10% dos votos

– Devolução aos trabalhadores da parcela do imposto sindical que cabe ao STU (60%) e reivindicação de que a Fasubra também devolva a parte que recebe (15%)

– Eleição do Conselho Fiscal, que será composto por 5 membros (dois indicados pela tese “Vamos à Luta!”, dois indicados pela tese “Alerta Unicamp” e membro da tese “Vamos à luta Juntos!”)

– Suspensão dos leilões do petróleo

porFernanda de Freitas

Resoluções do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Eleições antecipadas com proporcionalidade

O congresso também aprovou a antecipação das eleições para a diretoria do STU, que tradicionalmente acontecem no mês de agosto. O processo eleitoral do ano que vem acontecerá em abril.

A proporcionalidade na composição da diretoria (modelo eleitoral em que todas as chapas concorrentes podem fazer parte da direção, de acordo com o número de votos que receberem) será retomada, revisando a decisão do X Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, ocorrido em 2009. Naquele congresso, ficou definido que apenas a chapa mais votada assumiria a direção do STU. No ano que vem, todas as chapas que superarem o patamar mínimo de 10% dos votos serão parte das coordenações do sindicato.

 

Contra o sindicalismo chapa branca e de carimbo

A representação sindical também foi tema de debate no Congresso. Hoje, o modelo de sindicalismo em vigor no Brasil determina que após o registro de uma entidade sindical no Ministério do Trabalho é ela quem “representa” determinada categoria. Aqui dentro da Unicamp mesmo há um exemplo de como esse modelo é desastroso para os trabalhadores.

Os funcionários da Funcamp, “representados” juridicamente por um sindicato que não tem nenhuma ação efetiva em defesa dessa parcela da categoria, recebem salários e benefícios menores para realizar as mesmas funções dos contratados diretamente pela Unicamp. E ainda estão sujeitos a demissões sumárias, muitas vezes utilizadas como instrumento de repressão à luta por direitos e melhores condições de trabalho.

O STU acredita na unidade da categoria e defende que os trabalhadores devem decidir que entidade sindical lhes representa, incluindo os contratados pela Funcamp e terceirizados. Essa foi mais uma das principais resoluções do XII Congresso, que também incluiu o rechaço ao sindicalismo atrelado a governos, patrões e à reitoria.

Além disso, os trabalhadores reafirmaram que o STU deve continuar fomentando as iniciativas reais de lutas unificadas e apoiando ativamente os movimentos que enfrentam os governos, assim como as oposições sindicais comprometidas com a renovação do sindicalismo brasileiro. Para a tese “Vamos à Luta!” essas resoluções são parte importante das mobilizações que sacudiram o país em junho deste ano, nas quais os trabalhadores da Unicamp também se fizeram presentes.

 

Não ao imposto sindical!

Os trabalhadores também aprovaram uma resolução reafirmando a proposta defendida pela gestão “Vamos à Luta!” pela devolução do imposto sindical. O imposto retira obrigatoriamente, por lei, um dia de salário de todo trabalhador registrado para financiar sindicatos, federações, confederações, centrais sindicais e uma parte do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A atual direção do STU é contra esse desconto compulsório por acreditar que as entidades sindicais devem se sustentar com a contribuição voluntária dos trabalhadores. Por isso, neste ano, conforme decisão já aprovada no XI Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, o STU devolveu a parcela que cabia ao sindicato (60% do valor descontado) a mais de três mil servidores. Vale lembrar que a devolução promovida pelo sindicato não é obrigatória, mas sim um posicionamento da gestão “Vamos à Luta!” aprovado em congresso.

Pela resolução aprovada agora, a partir de 2014 o STU solicitará também à Fasubra que devolva a parte transferida pela Unicamp à Federação (15% do montante descontado do trabalhador).

 

porFernanda de Freitas

Campeonato de society, exposição e passeio estão na agenda do STU

Neste mês de novembro o STU tem uma série de atividades marcadas para integração da categoria. Acontecem nos próximos dias o Torneio de Futebol Society Zumbi dos Palmares e a exposição fotográfica “Tempo e Memória: Olhar Negro sobre a Universidade”. E no dia 30, será realizada a excursão a Águas de São Pedro e Santa Maria da Serra.

A exposição e o torneio são parte das homenagens promovidas pelo sindicato ao mês da Consciência Negra, que tem no 20 de novembro (data do assassinato do líder do maior quilombo da história da resistência à escravidão no Brasil, Zumbi dos Palmares) o ponto alto. A data é feriado em 1.047 municípios brasileiros, incluindo Campinas, como fruto da luta do movimento negro contra a discriminação racial que ainda é marca no país.

 

Torneio – O já tradicional campeonato de futebol society acontecerá entre os dias 9, 10, 16 e 17, com a final no dia 20 de novembro, na Associação Beneficente e Recreativa dos Subtenentes e Sargentos de Campinas (ABRSSC) à Rua Herculano Couto, 375 – Jardim Chapadão.

 

Exposição – A mostra de fotografias terá início no dia 18 e vai até o dia 29 no Espaço Cultural Casa do Lago, com imagens dos trabalhadores negros da Universidade em seus locais de trabalho.

 

Excursão – Os interessados em se inscrever para participar do passeio às cidades de Águas de São Pedro e Santa Maria da Serra ainda podem fazê-lo. A excursão acontece no dia 30 de novembro, com saída do Largo do Pará às 6h30 e retorno a Campinas previsto para às 16 horas. Com direito a passeio de barco e orientação de um guia turístico, a atividade promete muita diversão a custo acessível.

O valor do passeio para pessoas maiores de sete anos é de R$ 101,00. Crianças até seis anos pagam R$ 67,65 se viajarem em assento próprio ou R$ 33,35 (no colo de um adulto). As vagas são limitadas e as reservas devem ser feitas junto à secretaria do STU.

porFernanda de Freitas

Dilma sanciona lei que aprofunda privatização nas universidades

No dia 25 de setembro a presidenta Dilma Roussef sancionou a lei 12.683/2013. O texto além de alterar a carreira docente nas universidades federais introduziu de contrabando na legislação brasileira a possibilidade das fundações “de apoio” às universidades federais e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) formalizem convênios e contratos com instituições privadas.

O Boletim do STU entrevistou o 1º vice-presidente do Sindicato Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes-SN), Luiz Henrique Schuch, sobre as mudanças.

Schuch lembra que essas formas de privatização vêm ganhando força desde a década de 1990. “Vem ocorrendo pressão para privatização por dentro dos entes públicos via promiscuidade de ações e funções com organismos privados”.

Os contratos e convênios permitidos pela nova legislação vigente são uma “tentativa de legalizar, em afronta à Constituição, o conflito de interesses, a quebra dos princípios da legalidade. A categoria docente não aceita esta carreira e não dará tréguas ao governo, exigindo que abra negociações efetivas para a sua reestruturação. Além das ações políticas, estamos estudando outras medidas cabíveis com nossa assessoria jurídica e com outras entidades”, finaliza Luiz Henrique.

A diretoria do STU apoia o Andes-SN nessa luta.

porFernanda de Freitas

Boletim 062/2013

Baixe aqui o Boletim 062/2013, de 7 de Novembro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Repúdio à repressão aos estudantes da UNESP. Pelo arquivamento das sindicâncias abertas

Reunido ontem (05/11), o Fórum das Seis aprovou a elaboração da Moção de Repúdio às sindicâncias abertas pela reitoria contra estudantes da UNESP.

O documento foi enviado à reitoria da UNESP, com cópia aos reitores da USP e Unicamp e será distribuído durante as audiências sindicantes que ocorrerão nos dias 6 e 7/11, em São Paulo.

Confira abaixo o documento na íntegra:

 

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porFernanda de Freitas

Conferência “Anarquismo e Educação: Francisco Ferrer e o Ensino Racional”

A Faculdade de Educação (FE) está promovendo a Conferência “Anarquismo e Educação: Francisco Ferrer e o Ensino Racional”, na próxima quinta-feira (7/11), às 9h, no Salão Nobre/FE.

O encontro contará com a presença do Professor Dr. Pere Solà Gussinyer, docente Catedrático de História da Educação, Teoria e História da Educação na Universidade Autônoma de Barcelona/União Europeia, autor de numerosos artigos e livros sobre educação popular e libertária na Catalunha e especialista na vida e obra de Ferrer y Guardia.

O evento é coordenado pela Professora Dra Maria Cristina Menezes, docente de História da Educação e Coordenadora do CIVILIS/FE/UNICAMP.
Sobre Ferrer:
Francesc Ferrer i Guàrdia nasceu em Allela (uma pequena localidade perto de Barcelona) em 10/10/1859, filho de pais católicos, cedo se tornou anticlerical e juntou-se à loja maçônica Verdad, de Barcelona. Apoiou o pronunciamento militar de 1886, que pretendia proclamar a República, mas diante do fracasso deste, Ferrer teve de exilar-se em Paris. Sobreviveu ensinando espanhol até 1901, e durante este período criou os conceitos educativos que aplicaria em sua Escola Moderna.

A Escola Moderna transformou-se em um movimento de caráter internacional de apoio dos trabalhadores a educação antiestatal e anticapitalista devido ao seu projeto prático de pedagogia libertária.

Segundo Maria Aparecida Macedo Pascal, “Ferrer desenvolveu o método racional, enfatizando as ciências naturais com certa influência positivista, privilegiando a educação integral. Propõe uma metodologia baseada na cooperação e respeito mútuo. Sua escola deveria ser frequentada por crianças de ambos os sexos para desfrutarem de uma relação de igualdade desde cedo. A concepção burguesa de castigos, repressão, submissão e obediência, deveria ser substituída pela teoria libertária, de formação do novo homem e da nova mulher. Ferrer considerava que o cientificismo não era um saber neutro. Aqueles que tem o poder se esforçam por legitimá-lo através de teses científicas”.

No Brasil foram criadas Escolas Modernas associadas aos sindicatos vinculados a Confederação Operária Brasileira (COB). A primeira Escola Moderna do país foi fundada em São Paulo em 1909. Em 1913 a Escola Moderna n.º 2 foi fundada, também em São Paulo, pelo anarquista e sindicalista Adelino Tavares de Pinho, e em 15 de junho de 1915, a Universidade Popular de Cultura Racionalista e Científica criada pelo sindicalista e anarquista Florentino de Carvalho.

As ideias libertárias de Ferrer influenciaram a filosofia educacional da Nova Escola de John Dewey e a pedagogia de Paulo Freire, no Brasil, entre outros.

 

Fonte: Com informações da Wikipédia

porFernanda de Freitas

Jornada pela Verdade, Memória e Justiça de Campinas

verdade_memoria_justica_campinasA Comissão Municipal da Verdade, Memória e Justiça de Campinas, dando seguimento as suas atividades, convida a população para participar da Jornada Pela Verdade, Memória e Justiça de Campinas, que ocorrerá de 4 a 8 de novembro, com o objetivo de avançar no levantamento de informações sobre os fatos ocorridos em nossa cidade durante o regime militar de 1964/1985.

 

Programação:

Dia 04/11/2013 – 19h – Exibição do Documentário “Marighella”, de Isa Grispum Ferraz, seguida de debate com integrantes da Comissão.

Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) – Palácio dos Azulejos – Rua Regente Feijó, 859 – Centro, Campinas.

 

Dia 06/11/2013 – 19h – Audiência Especial da Comissão Municipal da Verdade, Memória e Justiça de Campinas para investigar os fatos referentes à intervenção do Regime Militar no Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas até sua retomada pelos trabalhadores em 1984.

Local: Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas – Rua Dr. Quirino,  560, Centro, Campinas.

 

Dia 08/11/2013 – 19h – Audiência da Comissão Municipal da Verdade, Memória e Justiça de Campinas para ouvir o depoimento do Prof. Tarcisio Sigrist.

Local: Plenarinho da Câmara Municipal de Campinas – Av. Roberto Mange, n° 66, Ponte Preta, Campinas

 

Mais informações através dos e-mails [email protected] e [email protected]

“A luta da humanidade contra a barbárie é a batalha da memória contra o esquecimento”. Hanna Arendt

 

porFernanda de Freitas

Delegados elegem “Vamos à Luta!”, tese 4, como tese guia do XII Congresso e aprovam a proporcionalidade para eleições sindicais

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Mesa de Conjuntura Nacional e Internacional

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Começou ontem, 1º de novembro, o XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O encontro, principal fórum de discussão e deliberação da categoria, reuniu 160 delegados que aprovaram o Regimento Interno do encontro, discutiram Conjuntura Nacional e Internacional e elegeram a tese guia.

Integraram a mesa de abertura do congresso  representantes das entidades da comunidade universitária, da federação dos trabalhadores e de partidos municipais, sendo a representante do DCE Unicamp, Karolina Barros Moraes; o presidente da Aducamp, Paulo Centoducatte, a coordenadora geral da Fasubra, Janine Vieira Teixeira; a presidente do PCdoB Campinas, Márcia Regina Quintanilha; pela direção municipal do PSTU, Laura Leal Castro e a militante do PSOL, Mariana Conti. Os companheiros saudaram os delegados presentes no congresso desejando um debate profícuo e destacaram a importância da mobilização da categoria para avançar nas lutas e, principalmente, garantir a proteção dos direitos conquistados.

O debate sobre Conjuntura Nacional e Internacional contou com um representante de cada tese apresentada, reunindo pela tese 5, Antônio Alves Neto, militante do PSOL; da tese 2, João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko), militante do PCdoB; representando a tese 3; Ari Vicente Fernandes, presidente do PT Campinas, da tese 1; Laura Leal Castro, do PSTU e pela tese 4, Raul Marcelo de Souza, pelo PSOL.

Os presentes à mesa ressaltaram que o movimento sindical brasileiro vem sofrendo uma ofensiva neoliberal decorrente da crise político-econômica que insistentemente tem promovido ataques aos direitos dos trabalhadores. Eles ressaltaram também que os desafios do movimento serão garantir novos direitos e melhorar a correlação de forças políticas nos embates que visam eliminar, reduzir ou flexibilizar os direitos trabalhistas e sindicais previstos em lei. Os debatedores defenderam a necessidade de unificação da classe trabalhadora em torno de eixos comuns como a valorização do serviço público; o combate à terceirização e ao assédio moral; garantia de mais verbas para a Educação e Saúde; redução da jornada de trabalho para 40h sem redução de salário; fim do Fator Previdenciário; transporte público de qualidade; suspensão dos leilões de petróleo, entre outras bandeiras de luta.

Encerrado os debates foram apresentados os documentos para votação dos presentes, sendo: Tese 1 – “Trazer para a Unicamp a força das lutas de Junho”; Tese 2 – “Alerta Unicamp”; Tese 3 – “Ousar Lutar, Ousar Vencer: Sindicato é Pra Lutar! Do Coletivo CUTista ETCU!”; Tese 4 – “Vamos à Luta!” e Tese 5 – “Vamos à Luta – Juntos: Avançar nas conquistas sem nenhuma retirada de direitos!”.

Após a apresentação e defesa dos documentos, as teses 1 e 3 foram retiradas pelo coletivo signatário em favor da tese 5. Os delegados elegeram como tese guia do congresso, a “Vamos à Luta!”, de número 4.

 

Confira o quadro de votação

  • Tese 1 – “Trazer para a Unicamp a força das lutas de Junho” = retirada candidatura
  • Tese 2 – “Alerta Unicamp” = 37 votos
  • Tese 3 – “Ousar Lutar, Ousar Vencer: Sindicato é Pra Lutar! Do Coletivo CUTista ETCU!”= retirada candidatura
  • Tese 4 – “Vamos à Luta!” = 63 votos
  • Tese 5 – “Vamos à Luta – Juntos: Avançar nas conquistas sem nenhuma retirada de direitos!” = 46 votos
  • Abstenção = 1 voto

 

Segundo dia de congresso aprova a proporcionalidade para eleições sindicais

O segundo dia de congresso, 2 de novembro, contou com a participação de 117 delegados e foi aberto com a composição dos Grupos de Trabalho que discutiram os temas “Conjuntura Nacional/Internacional”, “Universidade”, “Estrutura sindical (avaliação STU – Balanço e Perspectiva)”, “Alteração Estatuto”, “Plano de Lutas”, “Eleição Conselho Fiscal”, “Políticas Permanentes e combate às opressões (a) questão racial, b) gênero e c) orientação sexual)”.

Os trabalhadores da Unicamp decidiram, mais uma vez em congresso, pela manutenção da proporcionalidade nas eleições sindicais do STU. Desta vez, a proporcionalidade foi aprovada por 69 a 48 votos, tendo como princípio uma cláusula de barreira de 10%. Isso quer dizer que a chapa deve atingir esse percentual dentro do montante de votos válidos. Também foi aprovada a antecipação do processo para abril/14, diferente do previsto no Estatuto da entidade, que prevê a escolha no mês de agosto.

Foi aprovada a criação de uma comissão para acompanhar os encaminhamentos, pelo Departamento Jurídico, da antecipação do processo eleitoral. Esse grupo deve ser composto por um representante de cada tese apresentada no congresso.

Os delegados também decidiram que o STU deverá devolver para todos os trabalhadores a Contribuição Sindical, descontada compulsoriamente do funcionário, independente de ser sócio ou não da entidade. O imposto é distribuído, na forma da lei, aos sindicatos, federações, confederações e à “Conta Especial Emprego e Salário”, administrada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Desta forma, será solicitada à Fasubra a devolução da parte transferida a ela, 15% do montante, caso a mesma receba. Vale lembrar que essa proposta não é retroativa, ou seja, será válida para o próximo recolhimento que ocorrerá em 2014.

O congresso seguiu com a apreciação das propostas que compõe as políticas permanentes e combate às opressões, além do Plano de Lutas da entidade e  eleição do Conselho Fiscal. O conselho será composto por dois membros das teses “Vamos à Luta!” e da “Alerta Unicamp” e um membro da tese “Vamos à Luta Juntos!”.

Todas as discussões e propostas foram apreciadas no sábado, por isso, não houve atividade no domingo, conforme previsto na programação.

 

porFernanda de Freitas

Programação, teses e lista de delegados eleitos para o XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Começa hoje e vai até domingo o XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

O processo de preparação para o encontro, iniciado no final de agosto, durou dois meses e contou com cerca de 75 reuniões que elegeram 289 delegados.

Confira a programação do congresso:

 

01/11 (sexta-feira), na Adunicamp

12h: Credenciamento, aprovação da mesa diretora;

• Plenária de abertura;

• Saudações aos delegados; apreciações de delegações irregulares; aprovação do regimento interno; debate com convidados.

16h: Apresentação e defesa das teses;

• Apresentação e defesa das contribuições;

• Votação da tese guia.

18h: Confraternização.

 

02/11 (sábado), no Cotuca

9h: Grupos de trabalho.

12h: Almoço.

14h: Encerramento do credenciamento;

• Início da plenária final.

 

03/11 (domingo), no Cotuca

9h: Plenária final – Continuação;

• Encerramento

 

Delegados

Abaixo estão listados os delegad@s eleitos para o XII Congresso:

Delegad@

Unidade

Ronaldo Guilherme Almoxarifado Central
Pedro Couto Almoxarifado Central
Gustavo Mori Dias Almoxarifado Central
Antonio de Padua Ilanes Aposentado
Joaquim Francisco Ximenes Aposentado
Edinizio Maia Aposentado
Maria José Marto da Costa Aposentado
Daisy Maria Silva Aposentado
Luiz Gonzaga de Brito Aposentado
Maria Zilda da Silva Aposentado
Luiz Carlos da Silva Aposentado
Luiz G de Carvalho Aposentado
Patricia Lauretti ASCOM
Valério Freire Paiva ASCOM
Maria Alice da Cruz Paula ASCOM
Felipe Alves da Silva Biblioteca Central
Fernanda Cristina Festa Mira Biblioteca Central
Isabella Nascimento Pereira Biblioteca Central
Wagner Lourenço Biblioteca Central
Jair Aparecido Calixto Biblioteca Central
Solange Aparecida do Amaral S. Silva CAISM
Rogéria Elias Malaquias CAISM
Danilo Mello Negreti CAISM
Maria das Graças Gonçalves CAISM
Aloísio Olimpio CAISM Enf. Ginecologia
Kamila de Oliveira Belo Caism- Patologia
Rosiani Luis de Souza CAISM Reprodução Humana
Maria Edith de Almeida CAISM Reprodução Humana
Lisandra Souza CAISM/ Patologia e Alojamento
Solange Aparecida M. Feijó CAS
Silvia Antonia F. Pereira CAS
Maria Fátima da Silva CAS
Altamiro José da Silva Casa do Lago
Marcílio Ventura CCS
Mário César Rodrigues CCS
Rafael Oliveira Jorge CCUEC
Rita de Cassia Cardozo de Lima CDC
Sandra Aparecida de Almeida Ramos CDC
Nuri Estapê CDC
Danielle Consolino CEB
Renato da Silva Moura CEB
Tatiane Moraes Farias CECI/Maternal
Zilda Oliveira de Farias CECI/Maternal
Rosana Aranha Dutra Rosa CECI/Maternal
Ana Paula Lagoeiro dos Santos CECOM
Hélder Greb dos Santos CECOM
Iuriatan Felipe Muniz CECOM
Jelther Oliveira Gonçalves CECOM
Rosane Pereira Navarro CECOM
João Paulo Ribeiro CEMEQ
José Donizeti Tonizza CEMIB/ NMCE
Rivaldo de Sousa Oliveira CEMIB/ NMCE
Juliana Aparecida Ronchi CEMIB/ NMCE
João Batista de Lira CIDDIC
Ruxelli Motta L. Bergamaschi CIDDIC
Regina Célia Solino Araújo CIDDIC
Paulo Eduardo de Lima Gouveia CLE
Teófilo de Souza Carmo Reis CLE
Enoch Silva Barbosa CLE
Marcelo Rocco CMU/Ciclo básico
Carlos Roberto Pereira de Souza CMU/Ciclo básico
Marcelo Aparecido Phaiffer COCEN
Marcos Rogério Pereira COCEN
Paulo A. Gachet Cotil
Celso Roberto Dias Bueno COTUCA
Itamar Vieira COTUCA
André Luis Pires de Lima CPQBA
Antonio Carlos dos Santos CPQBA
Celso da Silva Valerio CPQBA
Raphaela Fonseca Santos DAC
Rafael Garcia Prieto DAC
Fabricio Leme Borges DAC
Grazielle Cassia Alves de Souza DAC
Erika Maria Rodrigues de Castro DAC
Gemerson Braz Santos DAC
Evandro Sandrin DGA
Geane Lopes Monteiro DGA
Luisa Fumiko Okamoto DGA
Rodrigo Amusquivar Lemos DGA
Agnes Zotin DGA
Giovanna da Costa Romaro DGA
Fernando Bento Chaves Santana DGA
Guilherme Righetto Lopes DGA
Sheila Alexandra Mandaio DGA
Ronaldo Luis de Almeida DGRH
Fernanda Maria Andrade Vargas de Souza DGRH
Lucas de Magalhães Araújo DLIE/MAV
Odair Moraes da Silva Estação Guanabara
Eber S. Magalhães FCA
Danilo Queiroz Barbosa FCA
Jorge Luiz Florencio FCA
Marcelo Almeida Santos FCA
Jamilson C. Alves FCM
Antonio Prado FCM
Felipe Monte Cardoso FCM
Carlos Alberto Almeida Xavier FE
Maria Alice Cherubim FE
Claudia dos Reis FE
Taigor Ramos Pinto Martino FE
João Raimundo Mendonça de Souza FE
Jorgias Alves Ferreira FE
Ana Maria Barros Cruz FEA
Cláudia Cruz Fialho  Santos FEA
José Reinaldo Feitoza da Silva FEA
Vera Lúcia Cardoso Leite FEA
Durvalina Aparecida Sato FEA
Mariana Conti Takahashi FEAGRI
José Maria da Silva FEAGRI
Oldeny Costa Santos FEAGRI
Miguel Luis Leite FEC
Ricardo Michel da Silva FEEC
Márcio Massamitsu Ota FEEC
Érgio Antonio Moscatini Schetini FEEC
Adriana Lopes Rodrigues FEEC
Carlos Raphael dos Santos Gomes FEEC
Luis Gonzaga de Oliveira FEF
Beeroth de Souza FEF
Rosangela M. G. Martinhago FEM
Sandra Aparecida Pires de Paula FEQ
Claudio Brasileiro Albuquerque FOP CT
Rodrigo Leite do Canto FOP CT
Luiz Manoel da Silva FT
Denis Prado Forigo Gráfica
Dilma Carneiro e Silva Gráfica
Cidnéia de Sousa Gráfica
Aldo Gomes Santos Gráfica
José Henrique Faria Gráfica
Rute de Almeida HC
Civaldo Paulo Gomes HC – Compras
Adriana Aparecida Agostinho HC – Serviço Social
Simone Avelino Laranja HC CC
Ana Dalva Batochio HC CCA
Ruth Meire Martins Isidorio HC CCA
Fanuel Vander Ananias HC CCA
Dora Célia Simplicio HC CCA
Cristina Rufuni de Souza HC Central de Material
Elaine M. C. Gonçalves HC Central de Material
Nailda da Conceição Melo da Silva HC Central de Material
Rita Cássia Macedo da Silva HC Central de Material
Sandra Aparecida Calisto da Silva HC Central de Material
João B. Barreto Moreira HC DEM
Romeu Marques Giaretta HC DEM
Gustavo El Khalli da Cunha HC DEM
Marcos Pascoalino Campos HC DEM
Claudio Argentiero HC DEM
Joseani S. Silva HC DND
Neide dos Santos HC DND
Maria Aparecida de Campos HC DND
Maria Luzinete HC DND
Eliana Lelis S. Palhares HC Enf. Pediatria
Elisabete de Jesus Reimão HC Enf. Pediatria
Eraldo Mariano HC Enf. Pediatria
Marcelo Guedes da Costa HC Enf. Pediatria
Rogerio Eduardo da Costa HC Enf. Pediatria
Maciel de Andrade HC Enfermeria Ortopedia
Reginaldo Aparecido dos Santos HC Faturamento
Aline Dantas Pires HC Faturamento
Ana Luiza de Souza Pellegrin HC Faturamento
Rosalina F. Ribeiro HC Fisio
José Antonio Guidotti HC informatica
José do Nascimento Oliveira HC informatica
Janete Targino da Silva HC LPC
Angela Maria Borsone HC LPC
Mara Cristina da C. Santos HC LPC
Edevaldo Silva Abreu HC Nefro
Maria do Carmo Baratella HC Nefro
Aparecida D. de Lima Silva HC Neuro
Denes Pires Machado HC Neuro
Viviane C. de Lima HC Neuro
Helcio T. Justero HC Protocolo
João Carlos da Silva HC Protocolo
Rita Regina Buzzo HC Protocolo
Madalena Silva Santos HC Radioterapia
Zuleika Gonçalves da Costa Bucci HC recepção / segurança
Elisete de Souza HC recepção / segurança
Aparecida de Fátima dos Santos HC recepção / segurança
Sergio A. da Conceição HC SAM
Karina Lombardi Fernandes HC SAM
Ricardo Correia Costa HC SAM
Eduardo Luis Caetano HC SAM
Alexandre A. Martins HC SAM
Carmelito Gomes de Souza HC SAM
Gisele de Souza Manfrimato HC SAM
Ailton Benedito Balthazar HC SAM
Paulo José Quitério Santos HC SAM
Isaura Vieira HC SAM
Benedito M. Queiroz HC SEAAS
Vanessa Boardi Lourenço HC SEAAS
Gislaine Aparecida do Carmo HC SEAAS
Leticia de Camargo Lima HC UTI
Edilaine Cristina Lopes HC UTI
Clovis Garcia Silva HC UTI
Lidiane Lima de Paula HC UTI
Márcia Valeria Luciano de Assis HC UTI
Noberval Costa Freitas HC UTI
Rejane Ebert Teixeira HC UTI
Aline Gonçalez HC UTI E2
Elaine da Costa Alves HC/ RX
Luiz Parra Pereira HC/ RX
Marcília Gomes da Silva HC/ RX
Márcia R S Souza HC/ RX
Antonio Marcos Calefi HC/ RX
Leandro Vian HC/ RX
Cleide R. P. de Araújo HC/CCA
Regiane Martinho HC/CCA
Celino Luiz Pereira HC/CCR
Reginaldo Cesar Gomes HC/DAMPE
Maria Aparecida Gomes HC/Ecocardio/Pneumo
Grace Kelly Santa Rosa L. Massulo HC/Ecocardio/Pneumo
Luis Felipe Billis HC/LAP
Mayara Rodrigues Linares HC/LAP
Evandro Viana Hemocentro
Guilherme Reecchi Kawakami Hemocentro
Erich Batista de Oliveira IA
Vivien Helena de Souza IA
Edson Carlos  Nogueira IA
Francisco Genézio de L Mesquita IA
José Pedro da Silva IB
Antonio Alves Ferreira Filho IB
Elisabeth Cardozo IB
Tiago Soares Rocha IB
Sandra Marli Scutti IB
Maria Israel Pratavieira IB
Sivaldo Novais IB
Francisco Angela Malattesta IB
Luiz Fernando Hirayama IC
Roland Scialom IC
Willian Serafim IC
Fernando Cezar de Macedo Mota IE
Miguel Leonel dos Santos IEL
Roberta de Moura Botelho IEL
Raiça Fernanda Z. Fernandez IEL
Juliana Cristina Brandão IEL
Antonio Carlos Rocha IEL
Fernanda Souza Figueiredo IEL
Nivaldo Alves IEL
Wilson Hiroyuki Kawai IEL
Antônio Benedito dos Santos IFCH
Cleusa Leite de Campos Schetini IFCH
Daniel Monte Cardoso IFCH
Devison P de Abreu IFCH
Juarez Cândido IFCH
Luís Fernando de Carvalho Rebello IFCH
Marina Rebelo IFCH
Patrícia Avanci IFCH
Patrícia Rocha Lemos IFCH
Reginaldo Alves Nascimento IFCH
Ricardo Vieira Cioldin IFCH
Angelo Rafael Barreto IFGW
Antonio Carlos Costa IFGW
Artur Monte Cardoso IFGW
Fabiano Mucillo IFGW
Manoel Marques IFGW
Silvio José Fernandes IFGW
Anibal Rocha de Carvalho IMECC
José Vitorio Zago IMECC
Ester Lopes Dias IMECC
Adriana Stella IMECC
Rafael Mesquita Bezerra IQ
Diego Machado de Assis IQ
Wilson Nunes Gonçalves IQ
Adailson Barbosa de Souza Obras (Banco Real)
Irineu Roberto  Rodrigues Obras (Banco Real)
Antonio Carlos Luiz Planta Física
Luciane Della Rocca Daniel Planta Física
Líbia Elisângela de Morais Plenária Saúde
Márcio Roberto do Carmo Plenária Saúde
Silvania Alves Santos Plenária Saúde
Celso Ribero de Almeida PREAC
Geraldo Daniel Bosso PREAC
Celso Aparecido Rodrigues Prefeitura
Antonio Alves Neto PRG
Alex Matos RTV
Luiz Henrique Pesce Tadeu RTV
Jorge Luiz Camargo de Oliveira RTV
Osvaldo Henrique F. de Sales RU
José Carlos Valdivia RU
Antonio Carlos de Souza RU
Deoclides Caldeira Dias RU
Alexandre Fagiani de Oliveira SAE
Marcela Santander SAE
Magdaelei Costa Amorim SAE
José Aparecido Calderaro Siarq
Claudinei de Oliveira Vigilância
Sidney Silva Santos Vigilância
Joel Gmes de Souza Vigilância
Ismael Francisco de Santana Vigilância
Jefferson B. Figueiredo Vigilância
Cristóvão Alves da Costa DSSO

 

Teses:

 

 

porFernanda de Freitas

Plantões do Jurídico do STU em Piracicaba e Limeira (Novembro)

O departamento Jurídico do STU já agendou os próximos plantões nos campi de Piracicaba e Limeira.

Para obter informações ou marcar atendimento ligue para o ramal 17412 e fale com Zé Prettu ou Thaís. Também é possível agendar pelo e-mail: [email protected].

 

Piracicaba – 13/11 (quarta-feira)

  • 8h30 às 10h: Colégio (Centro de Piracicaba)
  • 10h30 às 11h30: FOP

Atendimento jurídico: trabalhista, previdenciário, mudança de regime e correções do FGTS.

 

Limeira – 13/11 (quarta-feira)

  • 13 às 15h: COTIL

Atendimento jurídico: trabalhista/cível.

 

 

porFernanda de Freitas

Assembleias hoje encerram eleição de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp XII Congresso Todos

Todos servidores da ativa poderão debater e votar a partir do meio-dia, na sala CB-13.
Aposentados têm assembleia específica às 9h30, no IFGW.

 

Após mais de 70 reuniões de unidades desde o início de setembro, que já reuniram centenas de trabalhadores e elegeram (até ontem) mais de 260 delegados, se encerra nesta quarta o processo de escolha dos representantes dos locais de trabalho ao XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

A assembleia geral para finalização do processo de eleição de delegados acontece hoje, a partir do meio-dia, na sala CB-13.

Os aposentados também realizam assembleia específica, às 9h30, no auditório do IFWG.

O sindicato já enviou ofício à reitoria da Unicamp para garantir o direito à liberação de ponto dos participantes na sexta-feira (1º de novembro), quando terá início a atividade.

Os delegados são eleitos na proporção mínima de 1 para cada 10 servidores presentes à assembleia e toda a categoria pode participar (incluindo-se os contratados pela Funcamp, terceirizados, estagiários e patrulheiros).

 

Últimas informações

O XII Congresso de Trabalhadores acontecerá entre os dias 1 e 3 de novembro. O primeiro dia do evento será realizado na Associação dos Docentes da Unicamp e os demais ocorrerão no Cotuca.

Vale lembrar que o objetivo do congresso é avaliar a situação política, econômica e social do país e seus reflexos no dia-a-dia da categoria. Na pauta, serão abordadas ainda questões a Universidade, estrutura sindical (incluindo um espaço para avaliação da ação do STU e perspectivas para o próximo período), alterações estatutárias e a definição do plano de lutas, entre elas as de combate às opressões racial, de gênero e de orientação sexual. Também será realizada durante o congresso a eleição do novo Conselho Fiscal.

 

Programação do XII Congresso:

01/11 (Sexta-feira), na Adunicamp

12h: Credenciamento, aprovação da mesa diretora;

• Plenária de abertura;

• Saudações aos delegados; apreciações de delegações irregulares; aprovação do regimento interno; debate com convidados.

16h: Apresentação e defesa das teses;

• Apresentação e defesa das contribuições;

• Votação da tese guia.

18h: Confraternização.

 

02/11 (Sábado), no Cotuca

9h: Grupos de trabalho.

12h: Almoço.

14h: Encerramento do credenciamento;

• Início da plenária final.

 

03/11 (Domingo), no Cotuca

9h: Plenária final – Continuação;

• Encerramento

 

porFernanda de Freitas

Society: Dia 9 começa o Torneio Zumbi dos Palmares

Durante a Semana da Consciência Negra também será realizada mais uma edição do Torneio de Futebol Society Zumbi dos Palmares, entre os dias 9, 10, 16 e 17, com a final no dia 20 de novembro.

O torneio acontece na Associação Beneficente e Recreativa dos Subtenentes e Sargentos de Campinas (ABRSSC) à Rua Herculano Couto, 375 – Jardim Chapadão.

Haverá uma reunião organizativa entre a Coordenação de Esportes e os representantes das equipes no dia 31/10, às 12h, na sede do STU.

porFernanda de Freitas

STU realiza viagem para Águas de São Pedro e Santa Maria da Serra

A visita aos municípios de Águas de São Pedro e Santa Maria da Serra vai acontecer no mesmo dia e terá duração de pelo menos 10 horas ao todo. A viagem inclui almoço e passeio de barco, além de paradas para fotos e compras.

Essa é uma grande oportunidade para quem quer conhecer uma das 10 cidades brasileiras mais famosas por abrigar o maior número de idosos – Água de São Pedro – e Santa Maria da Serra, possuidora de áreas verdes preservadas e belas nascentes.

A excursão está marcada para o dia 30 de novembro, com saída às 6h30 do Largo do Pará. A primeira parada será em Águas de São Pedro, depois seguido para Santa Maria da Serra que terá a orientação de um guia turístico e também onde ocorrerá o passeio de barco. A previsão para chegada em Campinas é às 16h.

Quem quiser participar deverá pagar um valor de R$ 101,00. As vagas são limitadas. Ligue para o STU e reserve a sua viagem.

 

Observações importantes

Todos devem portar documentos de identificação (RG, CNH, Registro de Nascimento para crianças de 3 anos), principalmente os menores de idade. Crianças de 3 anos não pagam o passeio de barco, porém serão contadas como tripulação.

Crianças de 4 a 6 anos pagam meia. As de 7 anos e adultos pagam inteira.

 

Valores:

Até 6 anos:

  • R$ 67,65 (Ocupando banco no ônibus)
  • R$ 33,35 (Indo no colo)

A partir de 7 anos e adultos:

  •  R$ 101,00
porFernanda de Freitas

Boletim 061/2013

Baixe aqui o Boletim 061/2013, de 30 de Outubro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Reuniões de Unidade do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Confira as reuniões de unidade para eleição de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp:

Data

Hora Unidade Local
30/10 QUA 9h CEMEQ Salão do CEMEQ (Manutenção)
30/10 QUA 10h CDC Escadaria
30/10 QUA 10h30 Assembleia Aposentados Auditório IFGW
30/10 QUA 12h Assembleia Geral CB-13
30/10 QUA 23h Plenária Área Saúde Sala de descanso

 

porFernanda de Freitas

25/10: Prazo para envio de adendos ao XII Congresso

Encerra-se na próxima sexta (25), às 17 horas, o prazo para submissão de adendos às teses e contribuições a serem publicados no Caderno de Debates do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. Os textos podem versar sobre qualquer tema num limite de 10 mil caracteres (com espaços).

O calendário de reuniões nas unidades desta semana já está disponível no site do sindicato (www.stu.org.br).

No próximo dia 30, acontece a assembleia geral que encerrará o processo de eleição de delegados ao congresso. A assembleia terá início ao meio-dia, na sala CB-13. Participe!

porFernanda de Freitas

TCE rejeita contas de 2006 e manda Unicamp cumprir a lei do teto

Senado e Câmara Federal, também questionados pelo TCU, anunciam devolução para
novembro. Unicamp busca reverter tais determinações há mais de um ano.

No último dia 18, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulgou decisão da Primeira Câmara julgando irregulares as contas da Unicamp relativas ao ano de 2006. A rejeição deveu-se especialmente ao pagamento de salários em valores que extrapolam o teto constitucional do Poder Executivo estadual. As excessivas contratações sem licitação também são criticadas.

Com base em julgamentos do Supremo Tribunal Federal, os conselheiros do TCE decidiram por unanimidade que “o parâmetro de teto salarial observado pela Unicamp, como autarquia estadual sujeita às normas constitucionais aplicáveis aos entes públicos, há de ser o subsídio do Chefe do Poder Executivo, não conferindo a autonomia universitária qualquer privilégio a ponto de estabelecer limite remuneratório distinto e sem amparo constitucional”.

Serão afetados pela decisão 147 detentores de ‘supersalários’, que deverão ter os vencimentos reduzidos ao valor subsídio do governador (R$ 20.662,00).

Foi definido o prazo de 45 dias para que o atual reitor, que ocupava o mesmo cargo em 2006, informe ao Tribunal as providências tomadas para ajustar a remuneração dos servidores, “sob pena de responsabilidade, sujeitando-se às medidas administrativas, civis e penais pela omissão”.

São citados como responsáveis no processo, além de José Tadeu Jorge, o então coordenador geral da Universidade, Fernando Ferreira Costa, e Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva (Paulão), que à época comandava a pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário. A Unicamp ainda pode recorrer ao pleno do Tribunal.

Em relação à frequente justificativa da Universidade, de que os supersalários ultrapassam o teto do funcionalismo devido a vantagens incorporadas, o TCE ressalta ainda que “as vantagens pessoais estão incluídas no teto remuneratório, previsto no art. 37, XI, da Constituição Federal, após a edição da Emenda Constitucional 41/2003”.

Questionamento não é novo

A Unicamp recorre contra outra decisão do TCE considerando ilegais os supersalários pagos na instituição. Desde 2012 há uma determinação do conselheiro Dimas Ramalho para que 17 dirigentes devolvam R$ 570.178,20. A devolução ainda não foi efetuada e a Universidade tem pedido sucessivas dilatações do prazo recursal.

O relatório da auditoria das contas de 2011 também atesta um gasto extra de R$ 18 milhões em razão de supersalários. Ainda não houve decisão neste processo.

Desde o ano passado o STU vem cobrando esclarecimentos à Univers­idade, sem resposta. No Senado e na Câmara, instadas pelo Tribunal de Contas da União a respeitar o teto constitucional, a medida deve ser apli­cada a partir de novembro.

Contratações irregulares

A Segunda Câmara do TCE também rejeitou recurso da Unicamp contra decisão que julgou irregulares 57 contratações sem concurso, em 2007. Segundo o Tribunal, “a Unicamp não foi capaz de demonstrar, documentalmente, a correlação dos postos de trabalho criados antes da promulgação da Constituição Federal de 1988 ou da Constituição Estadual de 1988 com as admissões em exame”.

porFernanda de Freitas

Leilão da bacia de Libra é apontado como a maior entrega de patrimônio público da história do país

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

O leilão do Campo de Libra do pré-sal aconteceu ontem no Rio de Janeiro, com vitória do consórcio que envolve a Petrobras (com 10% da partilha), Shell Brasil e a empresa francesa Total (com 20% cada) e as chinesas CNPC e CNOOC também com 10% cada. Para assegurar a entrega de um patrimônio ainda não completamente avaliado a companhias transnacionais, o governo Dilma fez uso de violenta repressão, sob comando da Força Nacional. Tropas do Exército foram enviadas ao local para evitar uma possível paralisação das negociações. E quatro horas antes do início do leilão, a Força Nacional dificultava o trabalho da imprensa.

 

Entenda o leilão

O leilão da reserva petrolífera avaliada como uma das maiores do mundo, descoberta na Bacia de Santos, era questionado por ex-dirigentes da Petrobras, juristas, movimentos sociais e entidades de petroleiros (que iniciaram uma forte greve na última quinta-feira).

O Campo de Libra será a primei­ra área a permitir exploração de petróleo e gás natural sob o regime de partilha. Pelo modelo, a menor fatia dos resultados da caríssima extração ficará no país. Os críticos também apontam a possibilidade de acidentes ambientais de grande porte.

A maior privatização da história do país pode trazer mais perdas ao pa­trimônio público que a entrega da Vale do Rio Doce ao capital privado.

 

Greve e reivindicações

A paralisação dos pe­troleiros atingiu não só os setores da produção, terminais de distribuição, mas também refinarias, plataformas, usinas de biodiesel e termoelétricas, além das áreas administrativas da Petrobrás e subsidiárias. Os trabalhadores lutam também por reajuste salarial e contra o projeto de lei 4.330/04, que legaliza a terceirização de serviços em qualquer ramo da economia.