Arquivo de tag ocupação da reitoria

porFernanda de Freitas

Manifestação conjunta contra os cortes e pela educação pública

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Trabalhadores e estudantes fazem ato conjunto #OcupaTudoUnicamp

A manifestação destacou ainda o posicionamento do STU contra os cortes de verbas, pelo reajuste salarial e isonomia. Sabemos que a universidade tem condições de apresentar um índice de recomposição de salários na próxima reunião de negociação, prevista para segunda-feira (16), já que possui reservas acumuladas ao longo de muitos anos que deveriam ser utilizadas no momento de crise.

O ato dos trabalhadores repudiou o golpe impetrado pelo setor conservador do país que aprovou no Senado Federal a abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma e reafirmou sua disposição de defender as conquistas sociais e trabalhistas.

O diretor do STU, Marcílio Ventura, destacou que “é preciso unir todas as forças para barrar todos os ataques, porque os direitos sociais e trabalhistas que defendemos são conquistas de muita luta e não aceitaremos nenhum retrocesso vindo da reitoria ou do governador de Estado”.
A avaliação do STU é que a manifestação cumpriu seu objetivo de expressar solidariedade ao movimento estudantil e unificar a luta em defesa da educação pública.

A Fasubra Sindical, federação a qual o STU é filiado, compareceu à manifestação para fortalecer a mobilização.
De acordo com o movimento #OcupaTudoUnicamp a paralisação dos estudantes já atingiu o IA, IEL, IFCH, IB, IQ, IFGW, IE, FEQ, PROFIS, PÓS-IFCH, IMECC, FEF, FE, CB, entre outros institutos da universidade.

O Fórum das Seis está em processo de negociação com o Cruesp (Conselho de Reitores), neste mês de maio, que é a data-base dos funcionários técnico-administrativos e dos docentes. Foi apresentada a eles uma pauta unificada de reivindicações, buscando impedir o sucateamento das nossas universidades e do Centro Paula Souza, exigindo melhores condições de trabalho, políticas efetivas de assistência estudantil, descriminalização dos movimentos sociais, manutenção do poder aquisitivo dos nossos salários, transparência e democratização na gestão das instituições, entre outras.

Na próxima segunda-feira (16), em que cumpriremos mais uma etapa da discussão desta pauta com o Cruesp, faremos um ATO EM DEFESA DA EDUCAÇÃO PÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO no vão livre do Masp, a partir das 12h, antes de iniciar a mesa de negociação com os reitores.

O STU está organizando uma caravana para SP e todas as unidades devem se mobilizar para organizar sua ida. A saída será às 10h da Unicamp. Ligue para o STU e reserve sua vaga.

Os pais/mães que participarão da caravana de paralisação e necessitarem de creche devem se inscrever no STU até amanhã (13) para reservar uma vaga na creche que será oferecida pelo Sindicato.

Calendário de Mobilização

13/05 sexta-feira 14h Reunião de Unidade – IB
13/05 sexta-feira 14h30 Reunião de Unidade – IA
16/05 segunda-feira 9h Abertura SIPAT 2016
16/05 segunda-feira 15h Paralisação / Reunião Cruesp (em SP)
17/05 terça-feira 9h Reunião de Unidade – FEQ
17/05 terça-feira 9h Reunião de Unidade – DGA
17/05 terça-feira 12h Reunião do Comando de Mobilização
18/05 quarta-feira 12h Assembleia Geral – Campanha Salarial 2016

 

 

 

 

porFernanda de Freitas

Estudantes desocupam reitoria

ocupa_unicampOs cerca de 200 estudantes que ocupavam a reitoria da Unicamp deixaram o local nesta segunda-feira (21). Garantindo a integridade do patrimônio, o movimento mostrou à sociedade que a polícia nunca foi sinônimo de segurança no Brasil, e foi decisivo para a mudança de posi­cionamento da reitoria, que formalizou compromisso de não firmar ne­nhum tipo de convênio com a PM. Uma vitória de toda a comunidade.

porFernanda de Freitas

Boletim 060/2013

Baixe aqui o Boletim 060/2013, de 22 de Outubro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Informativo STU 10/10/13

Baixe aqui o Informativo_STU – 10/10/13, de 10 de outubro de 2013.

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porFernanda de Freitas

Trabalhadores apoiam ocupação da reitoria e tiram indicativo de debate sobre segurança, que deverá ser discutido com os estudantes nesta sexta-feira (11/10)

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Texto: Fernanda de Freitas

Foto: Martha Molina

Os trabalhadores da Unicamp reunidos agora pouco em assembleia discutiram a política de segurança na Unicamp, a presença da PM nos campi e a ocupação da reitoria pelos estudantes.

Os presentes à assembleia decidiram apoiar a ocupação da reitoria por entender que o debate sobre segurança nos campi é fundamental e urgente dentro da universidade. Além disso, foi encaminhado o indicativo de paralisação das atividades na próxima semana; a criação de uma comissão para acompanhar as negociações entre estudantes e reitoria; a posição contrária à terceirização do serviço público e o repúdio à presença da PM nos campi.

Outra deliberação importante foi o indicativo de debate a ser discutido com os estudantes sobre a segurança no campus, que deverá acontecer amanhã (11/10), às 12h, em frente à reitoria.

 

A assembleia também aprovou as seguintes propostas:

  • Discutir uma proposta que garanta a efetiva segurança dos funcionários, estudantes e docentes e não somente do patrimônio público;
  • Elaboração de um calendário de debate sobre a violência nos campi e na moradia e as medidas de segurança necessárias;
  • Defesa intransigente do Concurso Público para Segurança/Vigilância;
  • Indicativo de paralisação das atividades na próxima semana com data a ser definida pela diretoria do STU;
  • Debate sobre segurança no campus a ser discutido com os estudantes, amanhã (11/10, às 12h, em frente à reitoria);
  • Que o STU reivindique participação nos fóruns, seminários e GTs que discutam a violência nos campi e as medidas efetivas para garantir a segurança da comunidade universitária;
  • Repúdio ao Regimento proibitivo, que regulamenta as festas e a defesa do direito de organização de atividades culturais, artísticas etc pelos estudantes, funcionários e docentes;
  • Divulgar no boletim do STU o abaixo-assinado dos funcionários que apoiam a ação dos estudantes e questiona o panfleto distribuído na universidade intitulado “Funcionários se posicionam sobre a invasão [sic] da Reitoria da Unicamp”;
  • Criação de uma comissão para acompanhar as negociações entre reitoria e estudantes;
  • Publicizar a posição do STU em favor da desmilitarização da polícia;
  • Reafirmar a reivindicação da Pauta Especifica 2013 pelo fim da terceirização na universidade e a favor da estabilidade do trabalhador Funcamp;
  • Questionar a reitoria sobre a possível existência de um GT criado para discutir o Estatuto da Unicamp.
porFernanda de Freitas

STU apoia a ocupação da reitoria da Unicamp

Sindicato também reivindica a construção de uma proposta alternativa de segurança que
não inclua a presença da Polícia Militar

Estudantes ocupam desde a última quinta-feira (3) o prédio da reitoria da Unicamp em protesto contra a entrada da Polícia Militar nos campi da Universidade. A ocupação ocorreu logo após uma assembleia convocada pelo Diretório Central Estudantil (DCE) com a participação de mais de 600 estudantes.

Durante a assembleia, o plenário também definiu uma pauta de reivindicações que inclui, além da saída da PM, a não punição dos estudantes que participam do movimento de ocupação, a retirada imediata das sindicâncias contra os organizadores de festas nos campi, a construção de uma proposta alternativa de segurança e vivência nos campi e a discussão dessa proposta em uma audiência pública democrática, com poder real de decisão às três categorias da co­munidade acadêmica.

A entrada da PM nos campi da Universidade foi anunciada pela rei­toria em entrevista realizada no final de setembro, depois que o estudante Denis Papa Casagrande, aluno do curso de Engenharia de Controle e Automação, foi morto durante uma festa realizada no campus de Barão Geraldo no dia 21/09. A medida foi tomada de forma unilateral, sem consulta prévia às instâncias decisórias da Universidade e sem qualquer debate com a comunidade universitária.

Na ocasião, o STU se posicionou contrário à presença da PM na Universidade e cobrou da reitoria a responsabilidade na criação de instrumentos de participação da comunidade acadêmica na elaboração de políticas de segurança, a contratação de mais profissionais de vigilância por meio de concurso público, o fim das terceirizações e a adoção de uma política de segurança que se preocupe em garantir a integridade de toda a comunidade universitária e não apenas do alto escalão da reitoria.

Da mesma forma, o STU apoia a ocupação da reitoria pelos estudantes e sua pauta de reivindicações por entender que a Polícia Militar está longe de ser sinônimo de segurança. Especialmente após as mobilizações de junho, as PM de todo o país têm sido apontadas por amplos setores da sociedade como responsáveis por diversos crimes e abusos contra a po­pulação, especialmente moradores das periferias, jovens negros e trabalhadores em luta. Como ocorreu nas últimas semanas com os professores da rede municipal do Rio de Janeiro, cujo movimento de greve foi duramente reprimido.

O sindicato também repudia o pedido de reintegração de posse feito pela reitoria antes de qualquer diálogo com os estudantes e a nota emitida pela Universidade sobre a ocupação na última sexta-feira, que tenta deslegitimar o movimento. Fora PM do campus!