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Plenária na área da saúde nesta quinta-feira (18)

O STU realiza nesta quinta-feira, dia 18, às 12h30, no an­fiteatro do HC, uma plenária na área da saúde para discutir com os trabalhadores da Unicamp e da Funcamp a organização da Campanha Salarial 2013 no complexo hospitalar. O foco do debate será a luta pela retomada de­finitiva da jornada de 30 horas na saúde, conquista dos trabalhadores retirada em 2006 em meio ao processo de ataques ao funcionalismo e desmonte dos serviços públicos. É fundamental que todos os trabalhadores da área participem da plenária, pois o retorno definitivo das 30 horas sem perda de direitos salariais e de aposentadoria só poderá ser garantido com muita mobilização. Participe!

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Paralisação e ato em frente à reitoria, dia 23

Rodrigo Cruz

Ato cobrará posicionamentos do novo reitor sobre os eixos centrais da campanha salarial deste ano

 

Os trabalhadores da Unicamp realizam um ato-paralisação no próximo dia 23/04 (terça-feira), com concentração a partir das 8h30, em frente à reitoria. O objetivo é cobrar o posicionamento do reitor sobre os temas centrais da campanha deste ano: revogação das punições de 2010 e 2011, equiparação dos pisos salariais da Unicamp com a USP, implementação das 30 horas na área da saúde, vale-alimentação para os aposentados e valorização da educação infantil.

Com essa atividade a categoria dará o pontapé inicial na Campanha Salarial 2013, acumulando forças para o enfrentamento pela retomada imediata da isonomia e cobrará, logo no segundo dia da nova gestão, o cumprimento dos compromissos assumidos no período de campanha. Diante da notícia de que a Unicamp possui uma reserva orçamentária de R$ 1,1 bilhão, os servidores exigem que a equiparação dos pisos salariais seja feita já.

O ato será acompanhado de uma paralisação de meio período, conforme deliberado durante a assembleia geral da categoria no dia 11/04. O novo reitor da Unicamp deve ser empossado no próximo dia 19 (sexta-feira).

Na Funcamp, segue a luta pelo aumento e habituidade do vale-alimentação

Enquanto os trabalhadores contratados pela Unicamp se preparam para cobrar isonomia do novo reitor, na Funcamp a luta pelo aumento do vale-alimentação continua. Os servidores da fundação também reivindicam que o pagamento do benefício seja efetuado nas férias e nos dias de falta, como ocorre com os funcionários contratados diretamente pela Universidade. A conquista do vale-alimentação para os trabalhadores da Funcamp, resultado da campanha salarial impulsionada em agosto do ano passado pelo STU, reforça a importância de manter neste ano a luta pela isonomia salarial e de benefícios também entre todos os trabalhadores na Unicamp. Sua participação é que dá força a esta luta.

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Boletim 020/2013

Baixe aqui o Boletim STU 16 de abril, de 16 de abril de 2013.

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Sindicato cobra transparência no debate sobre mudança de CLT para CLE

Luciana Araújo

Após anúncio da possibilidade de servidores contratados sob as regras da CLT passarem ao quadro estatutário, sindicato quer que a categoria tenha acesso à íntegra dos estudos realizados pela reitoria.

 

Na última reunião do Conselho Universitário (Consu) ocorrida em 2012 o pró-reitor de Desenvolvimento Universitário, Roberto Rodrigues Paes, anunciou que a reitoria estuda efetivar a passagem de servidores técnico-administrativos contratados em regime CLT entre 1985 e 04 de outubro de 1988 para o regime estatutário. Ainda na reunião, a Diretora Geral de Recursos Humanos, Patrícia Morato, afirmou ter encaminhado à Pró-Reitoria uma proposta a ser submetida à Procuradoria Geral da Universidade.

A notícia foi comemorada pelos trabalhadores que poderiam ser alcançados pela medida e, por isso, o STU considera ainda mais importante que todo o debate e as análises sobre essa possibilidade sejam discutidas com o conjunto da categoria. Na própria reunião do CONSU o representante do sindicato, Paulo Gouveia, pediu acesso à proposta da DGRH. Posteriormente, a direção do sindicato encaminhou ofício formalizando o pedido. “A única resposta da reitoria foi dada de forma oral na 275ª sessão da CAD, que ocorreu no dia 5 de fevereiro. Na oportunidade a reitoria disse que os estudos não foram finalizados, mas no CONSU, a coordenadora da DGRH disse já ter enviado uma proposta à PRDU. Queremos essa proposta”, ressalta o diretor Iuriatan Muniz.

A mudança de regime é uma reivindicação antiga desse segmento da categoria, e também desejada pelo conjunto dos servidores tendo em vista a garantia de estabilidade no emprego (conquista retirada dos trabalhadores contratados em regime celetista pela ditadura militar). No entanto, as diversas administrações sempre se negaram a abrir esse debate. Inclusive a reitoria Fernando Costa, que nunca sequer dialogou com os servidores técnico-administrativos. Agora, às vésperas da consulta para nomeação do novo reitor e logo após a aprovação do regime de previdência complementar privado para o funcionalismo estatutário (SPPrevCom), o debate é aberto na administração da Unicamp sem acesso à categoria e ao sindicato. “Nossa preocupação é que possa haver problemas que não estão sendo avaliados, como já houve em outros momentos. Queremos garantias de que os servidores não terão nenhum tipo de prejuízo e de que isso não seja só promessa eleitoral. E isso o trabalhador só tem condição de saber se tiver acesso ao documento formulado pela DGRH e anunciado pelo pró-reitor Paes”, ressalta Paulo Gouveia, também diretor do sindicato.

A origem da preocupação da direção do sindicato é o fato de que nos últimos anos o desmonte dos serviços públicos tem levado também à precarização das condições de trabalho e aposentadoria do funcionalismo. A paridade foi praticamente extinta, os trabalhadores estão sujeitos ao teto remuneratório legal, dependem de lei orçamentária para ter aumento salarial e agora as aposentadorias se enquadram na lógica do setor privado.

Servidores querem respeito à legislação

Entre 1985 e a promulgação da Constituição Federal de 1988, a Unicamp contratou servidores ora por meio de concursos realizados sob as regras do estatuto dos servidores públicos, ora sob a égide da CLT. Desde 1989 a Universidade passou a contratar apenas pelas regras da CLT, por norma interna, o que fere as constituições federal e estadual, já que essa possibilidade legal foi autorizada apenas em 1998 pela emenda constitucional 19. Mesmo assim, a contradição jurídica aberta pela emenda em relação ao artigo 37 da Constituição é tema de ação direta de inconstitucionalidade que depende de julgamento do Supremo Tribunal Federal, que concedeu liminar garantindo a quem foi contratado a partir de 7 de março de 2008 o direito provisório de contratação pelo regime estatutário. A decisão do STF ainda depende de confirmação para que os efeitos da EC-19 sejam plenamente suspensos. Mesmo assim, no período que vai da promulgação da Constituição até a edição da norma em debate no Supremo, a compreensão da direção do sindicato é de que todos os servidores deveriam ser somente estatutários.

Docentes na Unesp tiveram prejuízos com mudança administrativa

A diretoria do STU defende a possibilidade de todos os servidores da Universidade poderem optar pelo regime estatutário. No entanto, tem a preocupação de que não aconteça na Unicamp o mesmo que aconteceu na Unesp, que na década de 1990 transferiu docentes contratados pela CLT para o regime estatutário daquela Universidade por meio de uma portaria. Passado algum tempo, o Ministério Público obteve decisão judicial considerando nula a transposição pelo fato de que fora realizada sem concurso público.

Os professores que tinham sido beneficiados acabaram ficando num limbo, pois passaram a não ser nem celetistas e nem estatutários. A Universidade foi obrigada a realizar às pressas um concurso para legalizar a situação daqueles professores, mas houve casos de pessoas que não conseguiram voltar para o mesmo cargo em que estavam antes da transferência e pessoas que não foram aprovadas.

Para remediar parte do prejuízo, muitos professores entraram com ações trabalhistas contra a Universidade, mas só puderam pedir o recolhimento do FGTS porque há uma súmula do Tribunal Superior do Trabalho que estabelece que se um contrato de trabalho for anulado, o trabalhador só faz jus aos salários do período e ao FGTS. Benefícios como licença-prêmio, quinquênios e sexta parte foram perdidos no período entre a anulação dos contratos e a nomeação daqueles docentes após aprovação em concurso.

Além disso, todos os servidores precisam estar informados que nenhum benefício do regime CLT que seja melhor do que os estabelecidos pelo regime estatutário poderá ser mantido no caso da mudança de quadro.

Publicado na edição 01/2013 do Jornal do STU

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Acordo Coletivo Especial é nova tentativa de flexibilização

Rodrigo Cruz

Caso seja aprovado no Congresso, projeto de lei idealizado pela principal entidade sindical da CUT pode trazer graves retrocessos aos trabalhadores brasileiros.

 

 Proposto pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC), o projeto de lei 4.193/2012, em tramitação na Câmara dos Deputados, pretende alterar a legislação trabalhista criando o Acordo Coletivo Especial. O ACE autoriza os sindicatos a negociar com as empresas acordos coletivos cujas cláusulas desconsiderem a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O projeto, que conta com apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), tem causado polêmica no movimento sindical por remeter à proposta de mudança do artigo 618 da CLT que o governo Fernando Henrique Cardoso tentou aprovar no Congresso Nacional em seu segundo mandato para que prevalecesse o negociado sobre o legislado. À época a proposta foi derrotada pela CUT tendo à frente o sindicato que deu origem à Central, com as greves da década de 1980 que catapultaram a figura do ex-presidente Lula como a principal liderança sindical do país.

Agora, a proposta cutista chega exatamente no momento em que o governo Dilma busca estimular ao máximo o investimento empresarial no país sob a alegação do combate à crise internacional e manutenção dos índices de crescimento econômico dentro das metas estipuladas pelo Ministério da Fazenda e pelo Banco Central. Com isso, cresce a pressão para que a base do governo aprove, em 2013, projetos que afrouxem os direitos previstos pela CLT e enfraqueçam as entidades sindicais. Além do ACE, tramitam no Congresso a proposta que regulamenta a terceirização em todos os tipos de atividades dentro de uma empresa e diversos projetos que regulamentam a greve no serviço público de forma a praticamente impedir que esse tipo de movimento reivindicatório aconteça, entre outros ataques (ver mais no box).

Ataque a direitos históricos

De acordo com a cartilha lançada pelo SMABC sobre o ACE, as mudanças são necessárias para que o sindicato e as empresas possam estabelecer acordos que respondam às suas necessidades específicas com a “indispensável segurança jurídica”. Na prática, o projeto visa evitar processos movidos por trabalhadores ou pelo Ministério Público do Trabalho para anular acordos coletivos que firam a legislação em vigor. Com isso, direitos como as férias remuneradas, passariam a depender de um acordo específico.

Roupagem militante

Para tornar o Acordo Coletivo Especial mais palatável, CUT e SMABC deram ao projeto uma nova roupagem. Por isso, os sindicatos interessados em aderir ao novo regime de negociação deverão demonstrar que representam mais da metade da categoria (em número de trabalhadores filiados) e manter um comitê sindical no interior da empresa com a qual pretendem negociar, o que segundo os proponentes é um estimulo a organização no local de trabalho. O argumento, no entanto, ignora o fato de que as empresas muito provavelmente aceitarão qualquer tipo de organização dos trabalhadores caso enxerguem nesse modelo a possibilidade de fechar acordos coletivos mais vantajosos.
Caso seja aprovado, o Acordo Coletivo Especial deve valer inicialmente para o setor privado, mas como as contratações na Unicamp há anos são feitas pela CLT, os servidores da Universidade sob este regime poderão ser afetados também.

Congresso Nacional discute outros ataques a direitos trabalhistas e de greve

Além do Acordo Coletivo Especial, o Congresso Nacional discute ainda outros projetos de lei que atacam direitos. Conheça abaixo algumas das mais graves proposições que vêm sendo debatidas por deputados e senadores.

PL 4330/2004 – regulamenta a terceirização inclusive de atividades fim e mantém a chamada responsabilidade subsidiária do contratante em relação às atividades trabalhistas.
PL 948/2011 – impede que o empregado demitido possa reclamar na Justiça do Trabalho.
PL 1.463/2011 – cria o Código do Trabalho e flexibiliza os direitos trabalhistas com a prevalência do negociado sobre o legislado.
PL 3.785/2012 – cria o contrato intermitente, que formaliza o trabalho eventual e por hora trabalhada.
PL 4.193/2012 – assegura o reconhecimento das convenções e acordos coletivos com prevalência sobre o legislado.
PLS 252/2012 – modifica o prazo de duração dos mandatos sindicais e altera critérios para eleições nas organizações sindicais.
PLS 710/2011, 83/2007 e 84/2007 (entre outros) – regulamentam a greve no serviço público sob regras mais rígidas que as da iniciativa privada (como percentual mínimo de funcionamento, criação de “setores e atividades essenciais” que não podem parar e exigência de comunicação de paralisações com 15 dias de antecedência).

Publicado na edição 01/2013 do Jornal do STU

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Trabalhadores da Unicamp aprovam ato-negociação no segundo dia de gestão do novo reitor

Servidores técnico-administrativos aguardam posicionamento do novo dirigente da Universidade sobre eixos centrais da campanha salarial

Por Rodrigo Cruz

Os trabalhadores da Unicamp definiram em assembleia geral realizada hoje no Ciclo Básico as primeiras atividades do calendário da Campanha Salarial 2013. Tendo em vista a posse do novo reitor da Universidade no próximo dia 19, a categoria deliberou pela realização de um ato-negociação no dia 23/04 (terça-feira), em frente à reitoria, com o objetivo de colher o posicionamento do reitor sobre os temas centrais da campanha deste ano: revogação das punições de 2010 e 2011, equiparação dos pisos salariais da Unicamp com a USP, implementação das 30 horas na área da saúde, vale-alimentação para os aposentados e valorização da educação infantil.

Em relação à proposta de pauta unificada do Fórum das Seis, os trabalhadores aprovaram o conteúdo por unanimidade, mas incluíram à pauta o controle social dos hospitais universitários e a unificação dos regimes de trabalho (regime jurídico único).

Nesse ponto, foi discutida ainda a necessidade de fortalecer a luta por isonomia salarial em conjunto com a USP e a Unesp para que as conquistas da campanha não venham a ser exclusivas de uma única instituição. Na opinião dos presentes à assembleia, o fato do próximo reitor da Unicamp assumir a presidência do Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas) reforça a necessidade de mobilização para cobrar os compromissos assumidos em campanha.

O calendário deliberado em assembleia inclui ainda a realização de uma plenária na área da saúde (local a confirmar) para a organização da Campanha Salarial 2013 no complexo hospitalar.

Participe da Campanha Salarial!

Para construir a campanha salarial na sua unidade, fique atento ao calendário de atividades aprovado em assembleia e ajude o STU a divulgar a pauta de reivindicações. Se o seu setor ainda não tem cartazes e adesivos da Campanha Salarial 2013, passe na sede do STU e solicite os materiais à secretaria. Se você é funcionário da área da saúde, não esqueça também de solicitar os cartazes e adesivos da campanha pelas 30 horas já!

Próximas Atividades:

18/04 – Plenária na Área da Saúde

23/04 – Ato-negociação em frente à reitoria

24/04 – Assembleia dos Aposentados (às 9 horas no Auditório do IFCH)

Agende a reunião da sua unidade!

Desde a semana passada estão acontecendo as reuniões de unidade para organizar a mobilização nos locais de trabalho e debater as pautas de reivindicação que serão apresentadas ao Cruesp e à reitoria. Se a sua unidade ainda não tem reunião marcada, ligue para o STU e agende com Thaís pelos telefones (19) 3521.7412 / 3521.7147 / 3289.4242/ 3289.3502

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Assembleia Geral dos Aposentados dia 24 de abril às 9h

O STU convoca os aposentados da categoria a participar da assembleia geral no dia 24 de abril de 2013, quarta-feira, das 9 às 12 horas, no auditório do IFCH. A assembleia terá como objetivo apresentar propostas para os aposentados e recolher a pesquisa de preferências enviada aos associados.

Participe! A sua presença é muito importante!

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Assembleia quinta-feira às 12h no CB-01

Está na hora de organizar a mobilização da campanha salarial deste ano para garantir ISONOMIA JÁ e melhores condições de trabalho e salários.

Por Rodrigo Cruz

Acontece nesta quinta-feira às 12 horas na sala 01 do Ciclo Básico uma nova assembleia geral para organizar a Campanha Salarial 2013. Este ano a campanha unificada do Fórum das Seis terá como foco a implementação imediata da isonomia salarial entre as três universidades, tendo como parâmetro a USP. O Fórum também definiu um indicativo de pauta que inclui a reivindicação de 11% de reajuste, correspondentes à inflação do período e recuperação parcial de perdas históricas, para docentes e funcionários técnico-administrativos das três universidades e do Centro Paula Souza, além da revogação das punições e retirada dos processos administrativos e judiciais contra estudantes, funcionários, docentes e entidades representativas do movimento sindical e estudantil. É muito importante que todos os trabalhadores participem e ajudem a construir uma Campanha Salarial vitoriosa.

Campanha antecipada

Com a antecipação da campanha salarial unificada deste ano e o fato do próximo reitor da Unicamp assumir a presidência do Cruesp, é ainda mais importante a mobilização da categoria para cobrar os compromissos assumidos em campanha.

Na Unicamp, é necessário ainda acelerar o debate sobre a destinação da reserva orçamentária de R$ 1,1 bilhão, publicizada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” embora nunca divulgada oficialmente pela Unicamp apesar de insistentes pedidos do STU. O montante é suficiente para pagar a isonomia salarial com a USP de forma imediata.

Agende a reunião da sua unidade

Desde a semana passada estão acontecendo as reuniões de unidade para organizar a mobilização nos locais de trabalho e debater as pautas de reivindicação que serão apresentadas ao Cruesp e à reitoria. Se a sua unidade ainda não tem reunião marcada, ligue para o STU e agende com Thaís pelos telefones (19) 3521.7412 / 3521.7147 / 3289.4242/ 3289.3502.

Confira aqui o calendário e participe:

9/04 (terça-feira)

10h30 FEQ (auditório)

14h IFGW (auditório)

14h30 FEM (auditório)

14h30 FEF (sala 7)

10/04 (quarta-feira)

9h IA (local a confirmar)

11h30 CCUEC (local a confirmar)

14h COTUCA (sala 9)

14h30 IEL (sala CL-06)

15h RTV

15h FEA (sala 2 da extensão)

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Plantões do Jurídico do STU em Limeira e Piracicaba

O departamento Jurídico do sindicato já tem marcados os próximos plantões nos campi de Piracicaba e Limeira, e também no Cotuca. Além disso, está sendo organizada uma rodada de plantões que serão agendados em breve na área da saúde.

No caso específico da saúde, como a reitoria Fernando Costa segue negando um espaço para instalar a sede do STU e não há um local adequado para atendimento no HC, é necessário que o sócio interessado envie mensagem para o e-mail <jurí[email protected]> informando nome completo, matrícula e número dos processos que participa (caso não esteja em nenhum processo, informe sua dúvida). Em até duas semanas o sindicato entrará em contato para informar local, data e horário do plantão. Para mais informações basta ligar para o ramal 17412 e falar com Zé Prettu ou Thaís.

COTUCA – 10 de abril (quarta-feira): 9 às 11h, na sala de reuniões.

Piracicaba – 17 de abril (quarta-feira): das 08h30 às 10h, no prédio da FOP/Centro Odontológico. Das10h30 às 12h, no Campus.

Limeira – 17 de abril (quarta-feira): das 14h às 16h.

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Está na rua a campanha pelas 30 horas na saúde

button30horasLuciana Araújo

Começou a campanha pela retomada definitiva da jornada de 30 horas na área da saúde: conquista da luta dos trabalhadores retirada em 2006 em meio ao processo de ataques ao funcionalismo e desmonte dos serviços públicos.

O retorno definitivo das 30 horas sem perda de direitos salariais ou relativos à ascensão funcional e aposentadoria só será garantido pela mobilização e com uma proposta amplamente debatida e negociada com o conjunto dos trabalhadores da área e o STU. A nova regulamentação tem que ser efetivada como política institucional e não de gestão, para garantir segurança jurídica aos direitos dos trabalhadores.

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Boletim 019/2013

Baixe aqui o Boletim 019/2013, de 09 de abril de 2013.

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Nota de Pesar


Faleceu no último dia 06/04/2013 o funcionário da gráfica do IFCH  Marcos Josué Pereira, ex-diretor do STU. A atual diretoria do sindicato lamenta profundamente o falecimento e presta  solidariedade aos familiares e amigos.

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Lançamento do Grupo de Trabalho Pró-Cotas da ALESP

Participe da retomada do Grupo de Trabalho que irá acompanhar e promover articulações na ALESP relativas a aprovação do Projeto de Lei de Cotas (proposto pela Audiência de Maio de 2012). O objetivo é atualizar e finalizar o texto do PL com a participação de parlamentares, acadêmicos, movimento negro e outros movimentos sociais.

 

Data: 11 de abril (Quinta)

Horário: 18 horas

Local: Auditório Teotônio Vilella (ALESP) na Av. Pedro Álvares Cabral, 201, São Paulo-SP.

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Confira a proposta de pauta unificada do Fórum das Seis para a Campanha Salarial

O Fórum das Seis definiu, em sua última reunião, um indicativo de pauta unificada para a Campanha Salarial 2013. A proposta será debatida na próxima Assembleia Geral dos trabalhadores da Unicamp, marcada para acontecer no dia 11/04 às 12 horas no Ciclo Básico (sala a confirmar).

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Movimentos Sociais lutam pela implementação total do SUS e contra as privatizações

Decisões recentes da justiça reafirmam a ilegalidade das terceirizações e legitimam a luta por saúde pública de qualidade

Rodrigo Cruz

O Dia Mundial da Saúde, comemorado no dia 07 de abril, é um marco importante na luta em defesa da saúde pública, universal, laica e de qualidade para todos os brasileiros. Isso porque, desde a promulgação da nova Constituição Federal em 1988, que criou o Sistema Único de Saúde (SUS) e colocou a saúde como um direito de todos e um dever do Estado, a população ainda luta pela implantação total desse sistema. Com o advento do neoliberalismo, a defesa do SUS passou a incorporar também o combate a todas as formas de privatização, incluindo aí as terceirizações por meio de contratos de “prestação de serviços” com as chamadas Organizações Sociais (OSs).

De acordo com o Ministério Público do Trabalho, existem no Brasil cerca de 8 milhões trabalhadores terceirizados e 31 mil empresas terceirizadas. Os setores que mais terceirizam são os da saúde, da construção civil e bancário. Entre os problemas decorrentes da terceirização estão o aumento do número de acidentes de trabalho e a dificuldade de o empregado conseguir pleitear seus direitos na Justiça. Isso sem contar com a pouca transparência dos contratos firmados com dinheiro público, que tem sido alvo constante de questionamento por parte dos Tribunais de Contas.

Recentemente, algumas decisões judiciais importantes têm reafirmado a ilegalidade das terceirizações na área da saúde. Em dezembro de 2012, o Estado de Goiás foi proibido de celebrar novos contratos com OSs para a gestão de hospitais públicos. A decisão partiu do juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual, Eduardo Pio Mascarenhas, em ação civil pública proposta pela promotora de justiça Fabiana Lemes Zamalloa do Prado. O juiz considerou graves as irregularidades e ilegalidades apontadas pelo Ministério Público nos contratos firmados entre a Secretaria Estadual de Saúde (SES) tais entidades. Entretanto, o magistrado negou a antecipação de tutela para que os contratos já em vigor fossem suspensos.

Em agosto do ano passado, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal também determinou o fim da terceirização de pessoal na saúde pública do município do Rio de Janeiro. Os ministros do STF negaram por unanimidade provimento a um recurso extraordinário proposto pela Prefeitura da capital fluminense contra ação movida pelo Sindicato dos Médicos. No processo, que teve início no ano 2000, o sindicato questiona a legalidade das contratações de profissionais de saúde por meio de terceirizações. A entidade sindical já tinha obtido vitória em primeira, segunda e terceira instâncias, mas as sucessivas administrações municipais buscavam evitar a reversão do modelo privatista. A decisão do STF, noticiada na edição nº 5/2012 do Jornal do STU, não impede que as OSs continuem administrando unidades de saúde, mas obriga que a contratação de pessoal seja feita por concurso público.

Em Campinas, Governo Jonas segue com desmonte do SUS

Em Campinas, no primeiro semestre de 2011, a população barrou a aprovação do projeto de lei do executivo 29/2011, que entregaria às entidades privadas “sem fins lucrativos” a responsabilidade pela gestão dos serviços públicos nas áreas da saúde, educação, cultura, esporte e lazer. Desde então, aconteceram diversas mobilizações para impedir novos ataques ao patrimônio público municipal. A mais recente investida da Prefeitura contra o direito à saúde pública de qualidade foi a demissão dos funcionários contratados por meio de um convênio com o Hospital Cândido Ferreira, que deixou diversos setores estratégicos à beira do colapso, entre eles o Serviço Móvel de Urgência e Emergência (SAMU).

Embora a Prefeitura tenha realizado concursos públicos para contratar pessoal em regime de urgência, houve pouco interesse dos profissionais contratados em trabalhar no serviço móvel devido às baixas remunerações. Em entrevista ao jornal “Correio Popular” no último dia 23 de março, o secretário de saúde, Cármino de Souza, disse que a administração municipal passa por dificuldades para contratar funcionários para trabalhar no SUS de modo geral porque não pode ultrapassar o limite de 54% de comprometimento do orçamento municipal com a folha de pagamento. De acordo com o secretário, a saída para o problema seria a implantação de uma fundação capaz de dar “mais autonomia para a contratação de profissionais e aplicação de recursos públicos”. A declaração foi rechaçada pelos movimentos sociais em defesa da saúde pública na cidade.

Tribunal de Contas de São Paulo apontou “terceirização desmedida” na Unicamp

Na Unicamp, o processo de terceirização na área da saúde foi alvo de recente questionamento  pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Em 2012 o Jornal do STU teve acesso ao processo do TCE que analisa o balanço geral do exercício da Unicamp relativo ao ano de 2011. No relatório, os técnicos do tribunal questionam a “terceirização desmedida à Funcamp, incluindo: serviços, administração de recursos, aquisição de bens, contratação de pessoal, administração de almoxarifados, ambulatórios e hospitais”. Entre os diversos itens dos termos aditivos firmados entre a Unicamp e a Funcamp, os técnicos do Tribunal de Contas questionam com destaque a terceirização integral da gestão do Hospital Estadual Sumaré.

Participe do ato “Saúde não se vende!”

Para lembrar o Dia Mundial da Saúde deste ano, o Fórum Popular de Saúde de Campinas realiza no próximo dia 06 (sábado) um ato contra a privatização da saúde no município. A concentração terá início às 9 horas, em frente à Catedral. O STU convida os trabalhadores da Unicamp a participarem do ato, onde também será pautada a luta contra a autarquização da área de saúde da Universidade – que também significa entregar o HC a uma fundação privada.

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Devolução do imposto sindical repassado ao STU

Ocorre este mês o desconto do imposto sindical, contribuição obrigatória cobrada de todos os trabalhadores com carteira assinada do país por determinação da CLT. O valor do desconto equivale a um dia de trabalho.
A diretoria do STU é contra o imposto sindical, pois acredita que o sindicato deve ser mantido com a contribuição voluntária dos trabalhadores. Por isso, o sindicato devolverá 60% do valor descontado, que corresponde à parte do imposto que ficaria com a entidade.
Para quem é sócio, a devolução será feita na forma de crédito automático em conta assim que o montante for repassado à entidade. Para que o procedimento seja realizado é necessário que os sócios liguem para o STU o quanto antes – (19) 3521.7412/3521.7147 – e atualizem seus dados bancários.
Para os não sócios a devolução será feita mediante solicitação, após o repasse do montante à entidade pela Unicamp. O STU definirá em breve um procedimento de devolução nestes casos e pede que os interessados aguardem as informações que serão divulgadas nos próximos boletins.

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Têm início as reuniões de unidades para organizar a campanha salarial

Rodrigo Cruz

O STU deu início esta semana às reuniões nas unidades para organização da Campanha Salarial 2013, cujo foco central será a implementação imediata da isonomia salarial com a USP. As atividades têm contado com a presença massiva dos trabalhadores, que estão animados com as perspectivas de mobilização para a data-base. A expectativa é que até o  final deste mês o sindicato realize reuniões em todos os locais de trabalho, discutindo as reivindicações e ouvindo as sugestões dos trabalhadores.
Esse ano a preparação para a campanha salarial foi antecipada pelo Fórum das Seis devido à medida arbitrária do Cruesp, que em fevereiro publicou a resolução 002/2012 “reestruturando” a carreira docente nas universidades estaduais paulistas. A medida foi na verdade uma manobra para conferir reajuste salarial apenas aos professores MS-6 e tentar enterrar de vez a tradição do reajuste salarial isonômico entre as três categorias.

Sobra orçamentária já garante isonomia

Paralelamente, foi noticiada pela imprensa a existência de uma reserva orçamentária de R$ 1,1 bilhão nunca divulgada oficialmente pela Unicamp, apesar da insistência do sindicato. O montante é suficiente para pagar a isonomia salarial com a USP por sete anos. A reserva também garantiria a implantação imediata da equiparação salarial, sem necessidade de diluição dos reajustes nos próximos dois anos, como propõe o candidato vencedor da consulta para reitor à comunidade universitária, José Tadeu Jorge.
No dia 11/4 (quinta-feira), a partir do meio-dia, tem assembleia geral da campanha salarial. Programe-se para participar. Essa luta é sua!

Calendário de reuniões nas unidades

o4/04 – 15h FE (Salão Nobre)
08/04 – 9h FEA (Sala da Extensão 2 – 3º piso)
09/04 – 10h30 – FEQ (auditório)
14h30 – FEM (local a confirmar)
                   14h – IFGW (auditório)
10/04 – 11h – CCUEC (local a confirmar)
                   15h – RTV (local a con rmar)

Para marcar a reunião da sua unidade entre em contato com a secretaria do STU: (19) 3521.7412 / 3521.7147 / 3289.4242 / 3289.3502. Falar com  Thaís. 

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Boletim 018/2013

Baixe aqui o Boletim 018/2013, de 04 de abril de 2013.

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Trabalhadores e estudantes cobram democracia no último CONSU da gestão Fernando Costa

Lista votada pelo conselho referendou o resultado da consulta à comunidade universitária

Texto: Rodrigo Cruz

Foto: Fernanda de Freitas

Trabalhadores e estudantes participaram de um café da manhã em frente ao Conselho Universitário na manhã desta terça-feira (2) para comemorar o fim da gestão Fernando Costa e exigir do CONSU e do reitor eleito que assumam o compromisso de acabar com a lista tríplice, método que retira da comunidade universitária a decisão sobre a escolha do dirigente da instituição. O Conselho Universitário foi convocado em caráter extraordinário para elaborar a lista tríplice que será encaminhada ao governador Geraldo Alckmin.

Durante a sessão, o representante da bancada dos funcionários técnico-administrativos Iuriatan Muniz, diretor do STU, fez um balanço negativo da gestão Fernando Costa e questionou os critérios do processo de consulta para reitor, entre eles a lista tríplice, a ausência de paridade entre as três categorias e a regra que restringe as candidaturas apenas aos docentes no último nível de carreira. Embora tenha ressaltado que os trabalhadores da Unicamp são contrários aos métodos antidemocráticos da consulta, Iuri defendeu que os conselheiros referendassem o resultado saído das urnas em respeito à comunidade universitária.

Diana Nascimento, coordenadora do DCE e representante da bancada dos estudantes também exigiu mais democracia do Conselho Universitário e do futuro reitor da Unicamp. De acordo com Diana, a falta de diálogo com a categoria discente nos últimos 4 anos resultou na punição dos estudantes que participaram da ocupação da administração da moradia estudantil em 2011. A estudante criticou a postura repressiva da reitoria Fernando Costa e cobrou a ampliação dos programas permanência estudantil, com destaque para a construção das moradias nos campi de Limeira e Piracicaba.

 

Lista tríplice será enviada ao Governador nos próximos dias

Após as intervenções do plenário, a eleição para a organização da lista tríplice enfrentou problemas devido a ressalvas no regimento que dividiram os conselheiros. A votação dos escrutínios, no entanto, consolidou o nome do professor José Tadeu Jorge, que venceu a consulta à comunidade com 53,32% dos votos válidos, como o primeiro colocado na lista tríplice.  Da mesma forma, o médico Mário Saad ficou em segundo lugar e o engenheiro José Geromel em terceiro. O próximo passo no processo de sucessão será a decisão do governador Geraldo Alckmin, que tem a prerrogativa de nomear qualquer um dos três nomes que receber. A posse do novo reitor está marcada para acontecer no próximo dia 19 de abril.

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Informativo STU/DCE

Baixe aqui o Informativo STU/DCE, de 02 de fevereiro de 2013.

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