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Boletim 015/2014

Baixe aqui o Boletim 015/2014, de 13 de Maio de 2014.

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STU apoia a luta dos servidores federais da educação

Paralisação já envolve trabalhadores de 39 universidades em todo o país

Iniciada no dia 17 de março, a greve dos técnico-administrativos em educação das universidades federais, organizada pela FASUBRA, tem se fortalecido a cada dia com as atividades desenvolvidas pelos comandos de greve e na realização de atos e assembleias. Muitos servidores têm saído às ruas para esclarecer a população sobre os motivos da paralisação, para mostrar que a luta da categoria não é só por melhorias salariais, mas também em defesa do serviço público, em especial dos hospitais universitários que vêm sendo sucateados.
As principais reivindicações são: aprimoramento da carreira; ascensão funcional; cumprimento integral do acordo da greve de 2012; turnos contínuos com jornada de trabalho de 30 horas sem redução salarial para manter a universidade aberta nos três turnos; revogação das ONs (Orientações Normativas) que tratam da contagem do tempo especial convertido em tempo comum (insalubridade, periculosidade, penosidade); construção e reestruturação das creches nas universidades para os filhos de trabalhadores, sem municipalização; não à perseguição e criminalização da luta.
Sobre muitos pontos, a categoria aguarda uma resposta do governo há quase 10 anos.
O Planalto segue demonstrando falta de vontade para dialogar com os trabalhadores, o que tem dificultado os avanços na negociação. A greve já dura quase dois meses e conta com a adesão de 39 sindicatos em todo o país.
A unidade dos servidores em educação é fundamental, já que nossa luta é a mesma. E para garantir um serviço de qualidade à população é preciso mais verbas, melhores salários e transparência orçamentária.

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Marcha dos servidores técnico-administrativos das universidades federais,
em Brasília, reuniu cerca de 1.500 trabalhadores no último dia 6.

 

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Boletim 014/2014

Baixe aqui o Boletim 014/2014, de 13 de Maio de 2014.

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Mobilização pelas 30 horas já abre jornada de lutas 2014

Conforme deliberação da assembleia da semana passada, a Unicamp marcou presença no Dia Estadual de Mobilização (convocado pelo Fórum das Seis neste dia 12), cobrando a retomada imediata da jornada de 30 horas na Área da Saúde.
A mobilização na USP, Unicamp e Unesp teve como objetivo alertar o Cruesp de que as categorias estão se organizando para exigir respeito.
E a agitação no HC serviu para cobrar da reitoria Tadeu Jorge a aplicação imediata das 30 horas.
A diretoria do STU protocolou ofício ressaltando o compromisso assumido pelo reitor com as 30 horas quando criou o Grupo de Trabalho (GT) sobre a jornada.
Os trabalhadores esperavam que as 30 horas já tivessem início no mês de maio. Mas até agora não há um calendário de implantação, nem diá-logo com o STU.
No ato desta segunda-feira, os trabalhadores da Área de Saúde mostraram que vão lutar para retomar essa conquista.

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No alto, manifestação no HC. Acima, diretoria protocola ofício (abaixo) cobrando a implementação imediata das 30 horas. 

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Reunião do Núcleo de Negros e Negras é hoje (13/5)

Por ocasião dos recentes ataques preconceituosos propagados através da campanha “Somos Todos Macacos” faz-se urgente a intensificação das ações do Núcleo de Negros e Negras da Unicamp. Está agendada reunião para a próxima terça-feira (13), ao meio-dia, no Ciclo Básico (CB-02).
A reunião também discutirá as cotas raciais no vestibular e concursos públicos (propostas aprovadas no XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, em 2013, que visam impulsionar o ingresso de estudantes e funcionários negros na Universidade).
O 13 de maio (data em que foi promulgada a Lei Áurea, em 1888) é um dia importante para a reflexão sobre a condição do negro na sociedade brasileira.

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Boletim do Fórum das Seis 12/5

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis de 12 de Maio de 2014.

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Cruesp oferece 0%

A primeira reunião de negociação da Campanha Salarial 2014 resultou numa verdadeira afronta aos trabalhadores. Apesar da sobra orçamentária acima de R$ 1,3 bilhões na Unicamp e de R$ 2,3 bi na USP, os reitores apresentaram a proposta de REAJUSTE ZERO!
Com essa postura, o Conselho de Reitores (Cruesp) rompeu o compromisso histórico de manter o poder de compra das categorias que constroem a excelência das universidades públicas paulistas.
A última vez que isso aconteceu foi em 2004, o que levou a uma greve histórica de mais de dois meses que garantiu a reposição da inflação.

Reitores devem cobrar de Alckmin os R$ 2 bi não repassados às universidades

O “argumento” do comprometimento orçamentário evidencia o descompromisso dos reitores para fazer valer a lei e cobrar do Governador o dinheiro que deve ser repassado às universidades. O Fórum das Seis e o STU já denunciaram que o governo Alckmin (PSDB) deixou de repassar R$ 540 milhões às universidades em 2013 e abocanhou R$ 2 bilhões dos repasses que deveriam ter sido feitos à Unicamp, USP e Unesp nos últimos seis anos.

Arrocho não!

Diante da resposta imediata dos representantes do Fórum das Seis de que os trabalhadores não aceitarão esse arrocho, foi marcada nova reunião para a manhã do dia 21.
Neste mesmo dia, aqui na Unicamp acontece a assembleia geral da categoria e todos os técnico-administrativos estão chamados a fortalecer a luta em defesa da proposta do Fórum das Seis: 10% de reajuste para garantir a valorização dos salários, baseado nos índices do Dieese.
A assembleia de amanhã organizará a luta contra a proposta do Cruesp.
Aqui na Unicamp, temos ainda que avançar na isonomia já, retomada imediata da jornada de 30 horas na saúde e negociação dos 10 pontos prioritários aprovados na assembleia do último dia 8.

Outros pontos da pauta

Os reitores também se negaram a discutir os outros pontos da pauta de reivindicações unificada, usando o surrado argumento de que essas demandas têm de ser debatidas em cada uma das universidades.
O STU e demais entidades do Fórum das Seis continuarão reivindicando o debate de toda a pauta dos trabalhadores.
A mobilização é o caminho!
Agende a reunião da sua unidade e participe da assembleia.

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Boletim 013/2014

Baixe aqui o Boletim 013/2014Boletim 013/2014, de 12 de Maio de 2014.

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Boletim do STU – 29/04/2014

Baixe aqui o Boletim do STU – Especial Prestação de Contas, de 29 de Abril de 2014.

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Informativo do STU – 28/04/2014

Baixe aqui o Informativo do STU, de 28 de Abril de 2014.

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Ofício do Fórum das Seis ao Cruesp – 22/04/2014

Baixe aqui o Oficio do Fórum das Seis ao Cruesp, de 22 de Abril de 2014.

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Informativo da Comissão Eleitoral – 14 de Abril de 2014

Baixe aqui o Informativo da Comissão Eleitoral, de 14 de Abril de 2014.

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Boletim do Fórum das Seis – 14 abril 2014

Baixe aqui o Boletim do Fórum das Seis, de 14 de Abril de 2014.

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Reitoria Tadeu apoia fechamento de rádio independente no campus

Depois de funcionar por cerca de 30 anos no campus, o estúdio da Rádio Muda foi invadido na manhã deste domingo, 23 de fevereiro. Além de sumirem com todos os equipamentos, foram retirados os móveis, divisórias e até a porta. No local foi instalada uma placa com os dizeres “Vigilância do campus”.  A ação é movida pelo Ministério Público Federal e contou com o apoio da Polícia Militar e da reitoria, que pretende substituir a rádio por um posto da vigilância. Sem divulgar posição oficial, a reitoria segue dizendo que a operação foi do MPF sem assumir qualquer responsabilidade pela defesa do local ou comunicação ao coletivo responsável pela rádio.

Estudantes, professores, funcionários e a comunidade de Barão Geraldo, apoiadores da Rádio Muda, se indignaram com a truculência da ação e a falta de diálogo da reitoria. Há muito se sabe que a legislação visa defender as grandes operadoras de rádio e TV em detrimento das iniciativas locais de comunicação popular sem fins lucrativos. Mesmo após distorcer as informações importantes para a população, como durante a ditadura, nas eleições de 1989 ou na recente cobertura da morte do cinegrafista Santiago Andrade, alguns poucos proprietários seguem recebendo concessões do Estado para ocupar, com exclusividade, a banda de rádio e TV.

A reitoria da Unicamp, que já há seis meses ignora a demanda do STU por negociações relativas à Área de Saúde ou ao serviço de fretados, deu mais uma prova de que suas promessas de diálogo eram apenas marketing de campanha.  A “reitoria do diálogo” não deu um passo em defesa da comunicação ou manifestação da comunidade universitária.

Os apoiadores da Rádio Muda, porém, não se calarão diante disto. Estaremos em luta para recuperar o espaço da rádio de volta e contamos com o apoio de todos os que defendem a liberdade de comunicação. Desde segunda-feira (24) os estudantes ocuparam o estúdio invadido e já conseguiram colocar a rádio em operação via internet. Em reunião conjunta entre o Coletivo da Rádio Muda e entidades estudantis, realizada na ocupação, foi deliberado pela ocupação permanente do espaço até a rádio voltar ao ar.

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Boletim 005/2014

Baixe aqui o Boletim 005/2014, de 12 de Fevereiro de 2014.

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Boletim 004/2014

Baixe aqui o Boletim 004/2014, de 05 de Fevereiro de 2014.

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Estendido prazo para ingresso em ação para cobrar perdas do FGTS até 7/2

O Departamento Jurídico e a diretoria do STU decidiram estender até o próximo dia 7 de fevereiro (sexta-feira) o prazo para recolhimento dos documentos

necessários ao ingresso com a ação cobrando perdas do FGTS, decorrentes da aplicação de correção monetária abaixo da in ação. Haverá plantões também na área da saúde, nos seguintes horários:

28 e 29/01 (terça e quarta-feiras), das 11h30 às 14h30, na saída do bandejão do HC

03 e 04/02 (segunda e terça), das 18:30 às 20h, na entrada do HC/F1

05 e 06/02 (quarta e quinta), das 18h30 às 20h, no saguão da nova entrada do CAISM

Os documentos exigidos pelo judiciário são: extrato analítico do FGTS (obtido junto à CEF); cópia do CPF, RG, comprovante de residência em nome próprio e do mês atual; cópia de todos os registros em carteira de trabalho desde 1999 e cópia da página da foto da CTPS (frente e verso). A documentação serve para comprovar efetivo exercício em função registrada no período.

Qualquer pessoa que tenha ou teve saldo de FGTS a partir de 1999 até os dias atuais tem direito à ingressar com a ação de revisão do FGTS, pois os valores são corrigidos mensalmente.

 

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Boletim 003/2014

Baixe aqui o Boletim 003/2014, de 28 de Janeiro de 2014.

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STU em defesa dos direitos sociais e contra a farra da Fifa no país

atocontracopa25012014Leon 2atocontracopa25012014LeonServidores e estudantes da Unicamp participaram no último sábado (25 de janeiro) do ato “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”, na capital paulista. O STU esteve representado.

A manifestação reuniu diversos grupos contra os excessivos gastos com obras voltadas aos jogos, as políticas de exceção impostas pela FIFA ao país (como a Lei Antiterrorismo, as remoções forçadas e despejos em todo o país, a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza e até mesmo a tentativa de proibir o trabalho das tradicionais baianas vendedoras de acarajé no Estado da Bahia para favorecer a indústria do fast-food multinacional).

As organizações que realizaram o ato repudiaram ainda a violência policial utilizada contra centenas de jovens durante o protesto. A PM paulista, mais uma vez, agiu de forma truculenta disparando tiros de balas de borracha e bombas a esmo. De acordo com o jornal “Folha de S.Paulo” um rapaz foi baleado na região do Higienópolis e está em coma induzido na Santa Casa. O jornal relata ainda que a Coordenação de Direitos Humanos da Defensoria Pública de São Paulo pedirá investigação do caso e punição dos responsáveis. 135 manifestantes foram detidos.

Os comitês populares da Copa em todo o país vêm questionando o desrespeito aos direitos da população no país por parte do governo federal, do Congresso Nacional e da FIFA, a elitização do futebol, a isenção de impostos para os patrocinadores do Mundial e a criação de tribunais de exceção que procederão julgamentos sumários de manifestantes durante os jogos. Os protestos defendem mais investimentos em saúde e educação públicas, moradia, transporte e mobilidade urbana.

Fotos: Leon Cunha

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G1 repercute participação de servidores, estudantes, STU e DCE-Unicamp em ato contra a Copa

g1atocontracopa25012014(Por Anaísa Catucci, do G1 Campinas e Região) Um grupo formado com ao menos cem pessoas, entre estudantes e funcionários da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), se reuniram na tarde deste sábado (25) para ir até São Paulo e participar de um ato contra a realização da Copa do Mundo. A proposta dos participantes é integrar a manifestação marcada para às 17h, na capital.

O tema motivou outras mobilizações em Goiânia (GO) e em Porto Alegre (RS). Um grupo chegou a ficar acampado no vão livre do Masp durante a madrugada faixas com os dizeres: “Se não tiver direitos, não vai ter Copa”; “Se não tiver transporte, a Copa vai ter que parar”; “Fifa go home” (Fifa vá para casa).

Segundo a coordenadora do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Diana Nascimento, a ideia partiu de uma indignação conta o alto investimento destinado para a Copa. “É primeira grande manifestação deste ano para reivindicar os direitos das pessoas principalmente em relação para melhorias na educação, transporte e moradia”, afirma. O grupo informou ao G1 que o movimento é pacífico e a comitiva foi organizada pelo diretório e pelo Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU).

A universitária de Ciências Sociais Carolina Filho, integrante do DCE e do coletivo Domínio Público, afirma que há uma supervalorização do megaevento em relação aos direitos sociais. “Passamos por diversos problemas que não são resolvidos pelos governos como a precariedade do transporte público que tiveram várias mobilizações no ano passado”, disse.

A funcionária da Unicamp Mariana Conti Takahashi, que também se preparava para o embarque, também disse que é uma forma de protestar até mesmo pelos gastos extras das cidades subsede, como Campinas que irá receber as seleções de Nigéria e Portugal para treinos antes dos jogos. “A Prefeitura já se colocou a disposição para investimentos para ajustes para a Copa e em Campinas existe uma série de prioridades, como construção de posto de saúde, que são deixados de lado e sem solução para receber essas seleções”, explica.

Acesse o texto no site de origem: Grupo de Campinas se encontra na Unicamp e segue para protesto em SP