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Boletim 028/2015

Baixe aqui Boletim 28/2015, de 20 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_028FINAL.pdf” language=”pt_BR”]

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É hoje! Paralisação da Unicamp em defesa da isonomia e contra o arrocho

Hoje na Unicamp os trabalhadores paralisam as atividades pelo reajuste salarial e a isonomia!
Pela manhã ocorre a reunião do STU com o reitor José Tadeu Jorge, e é importante que haja uma mobilização dos trabalhadores para que sejam atendidas as reivindicações. Por isso, vamos construir um ato no mesmo horário da reunião, às 10 horas, em frente ao Consu.
Às 13h30, assembleia geral no CB discute a greve caso o reitor não apresente uma proposta de isonomia que contemple os trabalhadores. Também será discutida a negociação da campanha salarial.
A próxima reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp ocorre dia 25 de maio. Até lá, as assembleias de base discutem os indicativos do Fórum.
 Acolhimento Infantil
Filhos e filhas de servidores que participarão da paralisação serão acolhidos na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Informar que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU, levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite se necessário.
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Boletim do STU 027/2015

Baixe aqui Boletim 27/2015, de 19 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/1-Boletim027.pdf” language=”pt_BR”]

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Pressão conjunta fez Cruesp se mexer e Alckmin recuar na redução do orçamento das universidades

Após pressão e mobilização dos trabalhadores da Unicamp, USP e Unesp no último dia 14, foi retirada do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016 a expressão que permitia a diminuição do repasse mensal de ICMs às universidades estaduais paulistas.
O governador Alckmin enviou à Assembleia Legislativa alteração ao PL 587/2015 retirando o termo “no máximo”  do trecho que dizia quanto o governo dever repassar do imposto para as universidades estaduais.
A retirada do termo “no máximo” é uma vitória da mobilização da categoria, que não aceitou calada mais um ataque à educação pública e à autonomia das universidades.
No entanto, o novo texto coloca que o repasse mensal deve “respeitar o percentual global de 9,57% da arrecadação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)”. Ou seja, não foi incluída a expressão “no mínimo 9,57%”,como previsto hoje.
Há tempos as entidades apontam que o repasse atual não atende às necessidades para garantia de um ensino de qualidade, com pesquisa e extensão, e condições dignas de trabalho para os servidores destas instituições.
Na última reunião com o Cruesp o Fórum das Seis pautou a necessidade de cobrar o governador para que alterasse o texto da LDO. Os próprios reitores afirmaram que eram contra a iniciativa do governo e que iriam propor a alteração.
A luta continua pela incorporação das propostas do Fórum das Seis na LDO.
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Boletim do STU 026/2015

Baixe aqui Boletim 26/2015, de 18 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/2-BoletimdoSTU_18_05.pdf” language=”pt_BR”]

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19 de maio: a Unicamp vai parar

Na próxima terça-feira, dia 19/5, a partir das 10 horas, todos ao ato em frente ao Consu. Às 13h30, assembleia geral no CB.

Por conta da reunião com o reitor para discutir a efetivação da isonomia dos piso salariais com a USP, agendada para o dia 19 de maio, às 10 horas, após indicação da plenária de mobilização ocorrida na sexta-feira (15), a diretoria do STU decidiu alterar o horário da assembleia geral para 13h30, no CB.

Pela manhã vamos construir um ato em frente ao Consu, onde ocorrerá a reunião com José Tadeu Jorge solicitada pelo STU.

À tarde é importante que todos os trabalhadores compareçam à assembleia! Vamos discutir os indicativo de greve, a negociação da campanha salarial e a luta pela isonomia. Juntos somos mais fortes!

Acolhimento infantil

O espaço para acolher crianças filhas de servidores que participarão da paralisação amanhã será na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Reserve sua vaga na Secretaria do STU. E não se esqueça de informar na escola que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU. Levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite, se necessário.

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Fórum indica greve a partir de 1º de junho

Após a reunião com o Cruesp, no último dia 14 de maio, o Fórum das Seis indicou a realização de nova rodada de assembleias até o dia 22 para discutir uma contraproposta a ser levada aos reitores no dia 25 de maio (quando acontece a próxima rodada de negociações). O Fórum aponta ainda a possibilidade de iniciar uma nova greve unificada a partir do dia 1º de junho.

As entidades avaliaram que a proposta apresentada pelo Cruesp, de reajuste salarial em duas parcelas (4% em maio e 3,09% em outubro, aplicados ao 13º salário) não atende às reivindicações das categorias. A inflação aferida pelo Dieese é de 8,4% e os trabalhadores reivindicam ao menos 3% a título de reposição das perdas. O índice do Cruesp totaliza apenas 7,21% de recomposição salarial.

Os valores seriam integrados efetivamente aos salários nos contracheques de junho e novembro.

Além disso, a coordenação do Fórum reforça a importância de não descolar a questão salarial dos ataques à educação na atual conjuntura, em especial o projeto de lei do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2016. Alckmin quer alterar o repasse do ICMS-QPE para as universidades estaduais paulistas, indicando que este seja de “no máximo” 9,57%, índice que hoje é o mínimo que o Estado tem de investir na educação superior.

Os reitores informaram que vão defender um repasse de no mínimo 9,907% do total do produto da arrecadação do ICMS às instituições.

Em relação a este assunto, o Fórum enviou no dia 15 de maio documento aos deputados estaduais sobre a expansão das universidades estaduais, a necessidade de ampliar o financiamento e itens que deveriam estar na base de cálculo dos repasses.

Para intensificar a mobilização contra o desmonte das universidades e o arrocho salarial foi aprovada ainda a construção de um ato conjunto na Alesp, ainda sem data definida.

 

GTs sobre isonomia e aposentadoria

O Fórum das Seis voltou a cobrar a equiparação dos pisos salariais das três universidades. No último dia 15 foi enviado ofício ao Cruesp informando os nomes dos representantes das entidades para formação e instalação dos grupos de trabalho “Isonomia entre as três universidades” e “SPPREV/Aposentadoria/SPPrevcom”. Os GTs foram parte do acordo de encerramento da greve de 2014.

Representando a diretoria do STU foram indicados os diretores Marcílio Ventura e Diego Assis.

 

Plenária de mobilização referenda indicativo de greve proposto pelo Fórum das Seis

A assembleia desta terça-feira, dia 19/5, discutirá a greve, caso não haja uma proposta de isonomia que contemple os trabalhadores. Considerando, no entanto, importante o calendário do Fórum das Seis, que aponta para a unidade de professores, funcionários e estudantes na defesa da universidade pública.

Os trabalhadores da Unicamp acreditam ser importante a realização pelo Fórum das Seis de uma nova paralisação e ato unificado no dia 25 de maio, por ocasião da terceira ro­dada de negociação.

A plenária avaliou como um grande retrocesso a postura do reitor da USP, que levará ao Conselho Universitário daquela Universidade no dia 19 a proposta de reajuste apresentada pelo Cruesp, sem que tenham sido encerradas as negociações, uma vez que há nova reunião marcada para dia 25 de maio.

Os trabalhadores concordaram em manter a luta pelo reajuste salarial como centro da mobilização unifica­da e, na Unicamp, seguir cobrando a isonomia. Isso não implica em deixar de lado a pauta da LDO, que garante, de fato, que a universidade tenha au­tonomia e financiamento.

Em relação ao reajuste, os tra­balhadores indicaram que o Fórum apresente uma contraproposta que contemple os 8,4% (Dieese) em maio mais 3% para repor as perdas sala­riais em setembro (com impactos nos contracheques de junho e outubro).

A plenária indicou à diretoria do STU que realize a assembleia geral às 13h30, por conta da reunião com o reitor marcada para as 10 horas.

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Reunião com a reitoria será no dia 19/5

Atendendo a cobrança realizada pelo STU, a reitoria encaminhou no dia de hoje oficio para o sindicato confirmando a realização de reunião o dia 19/5 (terça), às 10 horas, na sala do Consu.

reuniao 19-05 reitor

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Reunião com Cruesp não chega a acordo

Reitores ofereceram 4% para entrar no contracheque de junho mais 3,09% a partir de outubro, com impacto do total dos índices sobre o 13º salário
A reunião de negociação entre o Cruesp e o Fórum das Seis ocorrida ontem não atendeu às expectativas das categorias.
Logo no começo da reunião o Fórum cobrou aos reitores que intervenham no processo de tramitação do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2016 para derrotar a tentativa do governador Alckmin de fixar o repasse em “no máximo” 9,57% do ICMS-QPE. Tal medida representa um dos maiores ataques à autonoma universitária, possibilitando que o governo decida quanto destinar à educação superior.
Em relação à campanha salarial, os reitores apresentaram a proposta de reajuste de 4% (em maio) mais 3,09% (a partir de outubro), com impacto do total dos índices sobre o 13º salário. O total dos índices soma 7,21% e por isso não houve acordo das entidades.
Nas próximas semanas serão realizadas as assembleias setoriais. Na Unicamp a assembleia está marcada para o dia 19.
A próxima reunião com o Cruesp acontece no dia 25 de junho, e o Fórum se reunirá novamente antes dessa data.
Quando fechávamos esta edição a coordenação do Fórum das Seis discutia indicativos que serão debatidos na plenária de hoje ao meio-dia.
Plenária hoje (15 de maio) ao meio-dia, no CB, organiza luta
Para debater o resultado da reunião com o Cruesp e organizar a proposta de greve pela isonomia e o reajuste salarial, o STU convoca para hoje a plenária de mobilização, a partir do meio-dia, no CB.
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Boletim do STU 025/2015

Baixe aqui Boletim 25/2015, de 15 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_025.pdf” language=”pt_BR”]

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Hoje (14/5) a Unicamp vai parar: em defesa da isonomia e contra o arrocho

Concentração com café da manhã, às 9h no CB e saída da caravana às 11h, da BC  * O ato unificado terá início às 14 horas no vão livre do Masp, de onde sairá passeata até o Cruesp. 
Hoje o Fórum das Seis se reúne às 16 horas com o Cruesp para discutir o reajuste salarial. Na última reunião os reitores afirmaram que não podiam apresentar nenhuma proposta antes que saísse o índice de inflação do mês de abril, o que fez com que a segunda rodada de discussões ficasse para hoje.
O Fórum das Seis reivindica o reajuste de 11,6% (inflação de maio/2014 a abril/2015 pelo Dieese – 8,4% – mais 3% de recuperação parcial de perdas).
Desde o ano passado os reitores repetem o discurso de que não têm dinheiro em caixa, colocando o ônus da crise orçamentária nas costas dos trabalhadores.
Na Unicamp, o reitor voltou atrás no compromisso de efetivar a isonomia salarial em abril, sendo que a Universidade tem reservas orçamentárias.
É fundamental construir uma grande mobilização unificada com os trabalhadores da USP e Unesp para garantir o reajuste e a isonomia. Por isso, além da participação no ato unificado, os servidores que ficarem na Unicamp farão vigília no Ciclo Básico durante a reunião.
Mães, pais e professoras em paralisação
Essa luta também é das professoras! Por isso, você que está paralisado não leve sua criança à DEdIC. O Espaço de Acolhimento Infantil do STU será na Escola de Educação Infantil Barãozinho, das 8 às 17 horas (Rua Dr. Ruy Vicente de Mello, 532 – Barão Geraldo). Não esqueça de informar na escola que a criança participa da parceria de acolhimento com o STU. Levar documentos do responsável e da criança, e mamadeira com leite, se necessário.
Amanhã tem plenária de mobilização pela isonomia e contra o arrocho
A plenária vai organizar a greve pela isonomia e reajuste salarial que, de fato, recupere nosso poder econômico. Os trabalhadores não vão pagar pela crise! A plenária ocorre no CB às 12h.
19 de maio tem paralisação e assembleia geral 
Neste período de mobilização na Unicamp é muito importante a participação da categoria em todos os espaços de discussão e deliberação das reivindicações dos trabalhadores. Dia 19 de maio faremos nova paralisação e, às 10 horas no CB, haverá assembleia para discutir o indicativo de greve e demais questões relacionadas à campanha salarial (isonomia, reajuste, pauta específica e unificada).
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STU, DCE e Adunicamp discutem reivindicações conjuntas com o reitor

Seguindo o compromisso assumido pelo Cruesp na primeira reunião com o Fórum das Seis, ontem aqui na Unicamp STU, DCE e Adunicamp se reuniram com o reitor. A proposta era discutir questões como punições, criminalização dos movimentos, assédio moral, entre outras.
As questões que dizem respeito à Unicamp foram tratadas na reunião e serão informadas posteriormente.
O STU aproveitou o momento e entregou documento cobrando nova reunião com o reitor para tratar da isonomia. A solicitação é que esse debate aconteça até o dia 19. Tadeu apontou dificuldades na agenda neste período, mas ficou de analisar a possibilidade de agendamento da reunião.
Amanhã tem plenária de mobilização pela isonomia e contra o arrocho
A plenária vai organizar a greve pela isonomia e reajuste salarial que, de fato, recupere nosso poder econômico. Os trabalhadores não vão pagar pela crise! A plenária ocorre no CB às 12h.
19 de maio tem paralisação e assembleia geral 
Neste período de mobilização na Unicamp é muito importante a participação da categoria em todos os espaços de discussão e deliberação das reivindicações dos trabalhadores. Dia 19 de maio faremos nova paralisação e, às 10 horas no CB, haverá assembleia para discutir o indicativo de greve e demais questões relacionadas à campanha salarial (isonomia, reajuste, pauta específica e unificada).
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Boletim do STU 024/2015

Baixe aqui Boletim 24/2015, de 14 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/3-Boletim024.pdf” language=”pt_BR”]

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Dia 14/5 a Unicamp para em defesa da isonomia e contra o arrocho!

Amanhã é o dia da negociação salarial com os reitores da Unicamp, USP e Unesp. É um dia em que devemos mostrar toda nossa força e unidade em defesa da isonomia e contra o arrocho salarial. Precisamos repor as perdas inflacionárias, apontadas em 8,4% pelo Dieese. E o Fórum das Seis reivindica ainda mais 3% a título de reajuste. Além disso, os trabalhadores da Unicamp cobram a isonomia com os pisos salariais pagos na USP.

O ato unificado começa às 14 horas no vão livre do Masp, de onde sairá passeata até a sede do Cruesp, onde ocorrerá a reunião entre o Fórum e o Cruesp às 16 horas. O STU levará caravana para o ato. Para se inscrever é necessário entrar em contato com a secretaria do sindicato.

O Andes também realiza paralisação nacional nesta data contra os cortes de verbas na educação.

Este é um momento muito importante em que sabemos que só a mobilização garantirá nossos direitos. Além do reajuste salarial, a pauta unificada das categorias reivindica isonomia salarial, respeito à liberdade de organização e manifestação, permanência estudantil, condições de trabalho e estudo, creches entre outros direitos.

Agora os trabalhadores também precisam enfrentar o mais recente ataque do governo Alckmin, que no projeto da Lei Orçamentária de 2016 (LDO) coloca como recursos a serem repassados para as universidades estaduais paulistas um máximo de 9,57% do ICMS-QPE, sendo que anteriormente esse era o valor mínimo previsto em lei. Com isso, Alckmin fere de morte a autonomia das universidades, uma vez que o governo pode reduzir a zero as transferências para as universidades.

Só a luta faz avançar! Todos ao ato unificado em São Paulo!

No dia 19 de maio, será realizada uma assembleia para discutir o indicativo de greve.

13 de maio às 10h tem reunião conjunta do STU, DCE e Adunicamp com Reitor

Hoje ocorre a reunião entre o STU, DCE e Adunicamp com a reitoria para discutir o ofício enviado com as reivindicações conjuntas das entidades, que são os itens I e V da pauta unificada. O item I trata a respeito da liberdade de organização e manifestação, contra a criminalização dos movimentos sociais e os ataques às mulheres. O item V trata de condições de trabalho e estudo. Essa reunião é desdobramento da reunião entre o Fórum das Seis e o Cruesp, ocorrida em abril.

 

13 de maio (Quarta-feira)

8h30 – Reunião do IQ, na copinha.

10h -Reunião com a reitoria para discutir o ofício encaminhado pelo STU, Adunicamp e DCE – na sala de reuniões do Gabinete do Reitor.

14h30 – Reunião no IFGW, no auditório.

14 de maio (Quinta-feira)

Paralisação e ato conjunto em São Paulo

9h – Concentração no Ciclo Básico para saída em passeta.

11h – Saída da caravana a SP, na BC.

12h – Debate “Ditadura, democracia – as comissões da verdade”, no auditório da Adunicamp.

À tarde haverá atividade cultural e vigília para acompanhar a reunião com o Cruesp.

15 de maio (Sexta-feira)

7h – Reunião no Centro Cirúrgico Geral.

12h – Plenária de mobilização da campanha salarial, no CB.

19 de maio (Terça-feira)

Paralisação dos Trabalhadores da Unicamp.

10h – Assembleia, no Ciclo Básico.

Indicativo de Greve das Universidades Estaduais

28 de maio (Quinta-feira)

Indicativo de Greve das Universidades Federais

29 de maio (Sexta-feira)

Dia Nacional de Lutas (rumo à construção da Greve Geral)

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Congresso da Fasubra organiza mobilização para greve nacional nas universidades

O XXII Congresso da Fasubra ocorreu entre os dias 4 a 8 de maio na cidade de Poços de Caldas (MG). Durante o congresso foi organizada a mobilização para a construção de uma greve geral dos trabalhadores da educação, com indicativo para o dia 28 de maio (o indicativo está sendo discutido com o Andes/Sindicato Nacional dos Docentes). Além disso, foi discutida a questão da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), que privatiza os hospitais universitários, a questão das MPs 664 e 665 e os cortes orçamentários na educação.
O XXII Confasubra foi o maior congresso da categoria até hoje, e sabemos o quanto é importante unificar as lutas de todos os trabalhadores do Ensino Superior. Por isso, ganha ainda mais peso o fato dos trabalhadores da Unicamp terem ampliado a sua representação na direção da Fasubra.
Este ano, organizamos uma delegação com 29 trabalhadores da Unicamp e conseguimos garantir a ampliação da nossa representação na entidade, bem como, a atuação incisiva dos aposentados que compõe o Departamento de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria que apresentaram abaixo assinado para que a Fasubra inclua em seu Plano de Luta as reivindicações da categoria.
Para a nova direção do triênio 2015-2017 foram inscritas duas chapas, a Chapa 1: Unidos para lutar e a chapa 2: Reafirmar a luta. A chapa 1 saiu vitoriosa com 648 votos a 620.
A representação da Unicamp na Fasubra é a seguinte:
Titulares: Antonio Alves Neto (Coordenação das Estaduais e Municipais), Adriana Cristina de Toledo Stella (Coordenação Jurídica e Relações de Trabalho).
Suplentes: Francisco Genézio Lima Mesquita.
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Centrais sindicais convocam para 29 de maio o Dia Nacional de Paralisação e Manifestações rumo à Greve Geral

Em resposta aos ataques dirigidos aos trabalhadores como a PL 4330 da terceirização, as MPs 664 e 665 e o ajuste fiscal as centrais sindicais CTB, CSP-Conlutas, CUT, Intersindical-CCT, UGT e Nova Central definiram em reunião no último dia 6 uma paralisação para o dia 29 de maio. As centrais acreditam que apenas a mobilização dos trabalhadores pode barrar esse retrocesso que vem sendo colocado no cenário atual. A paralisação também tem como eixo a luta pela democracia.
A data é uma preparação para uma possível greve geral, contra a terceirização em todas as atividades da economia, caso o projeto não seja barrado.
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Greve dos professores estaduais de São Paulo segue firme

A greve dos professores da rede estadual continua em São Paulo. Diante da falta de negociação e diálogo com o governador Alckmin e com o secretário da educação Herman Voorwald, a categoria decidiu manter a greve que já dura mais de 50 dias. Recentemente, os professores tiveram uma importante vitória que foi a liminar concedida pela juíza Celina Kiyomi Toyoshima que proíbe o governo de descontar o salário dos professores em greve. Isso porque no entendimento da juíza a greve é um direito, sendo portanto ilegal o corte de ponto e salário. No entanto, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu a liminar na sexta-feira (8). A categoria segue na luta pelas suas reivindicações.
A luta dos professores em São Paulo, assim como a dos professores do Paraná, que vem enfrentando graves represálias por parte do governo, é  de todos nós que lutamos por uma educação pública de qualidade e por condições dignas aos trabalhadores. O STU reafirma seu apoio à luta dos professores e contra a criminalização dos movimentos sociais.
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Boletim do STU 023/2015

Baixe aqui Boletim 23/2015, de 13 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim_STU_023_001.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim 022/2015

Baixe aqui Boletim 22/2015, de 12 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/2-Boletim_022f.pdf” language=”pt_BR”]

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Boletim do STU 021/2015

Baixe aqui Boletim 21/2015, de 06 de maio de 2015. [gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2015/05/Boletim021_01.pdf” language=”pt_BR”]