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porFernanda de Freitas

Delegados elegem “Vamos à Luta!”, tese 4, como tese guia do XII Congresso e aprovam a proporcionalidade para eleições sindicais

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Mesa de Conjuntura Nacional e Internacional

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Começou ontem, 1º de novembro, o XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O encontro, principal fórum de discussão e deliberação da categoria, reuniu 160 delegados que aprovaram o Regimento Interno do encontro, discutiram Conjuntura Nacional e Internacional e elegeram a tese guia.

Integraram a mesa de abertura do congresso  representantes das entidades da comunidade universitária, da federação dos trabalhadores e de partidos municipais, sendo a representante do DCE Unicamp, Karolina Barros Moraes; o presidente da Aducamp, Paulo Centoducatte, a coordenadora geral da Fasubra, Janine Vieira Teixeira; a presidente do PCdoB Campinas, Márcia Regina Quintanilha; pela direção municipal do PSTU, Laura Leal Castro e a militante do PSOL, Mariana Conti. Os companheiros saudaram os delegados presentes no congresso desejando um debate profícuo e destacaram a importância da mobilização da categoria para avançar nas lutas e, principalmente, garantir a proteção dos direitos conquistados.

O debate sobre Conjuntura Nacional e Internacional contou com um representante de cada tese apresentada, reunindo pela tese 5, Antônio Alves Neto, militante do PSOL; da tese 2, João Raimundo Mendonça de Souza (Kiko), militante do PCdoB; representando a tese 3; Ari Vicente Fernandes, presidente do PT Campinas, da tese 1; Laura Leal Castro, do PSTU e pela tese 4, Raul Marcelo de Souza, pelo PSOL.

Os presentes à mesa ressaltaram que o movimento sindical brasileiro vem sofrendo uma ofensiva neoliberal decorrente da crise político-econômica que insistentemente tem promovido ataques aos direitos dos trabalhadores. Eles ressaltaram também que os desafios do movimento serão garantir novos direitos e melhorar a correlação de forças políticas nos embates que visam eliminar, reduzir ou flexibilizar os direitos trabalhistas e sindicais previstos em lei. Os debatedores defenderam a necessidade de unificação da classe trabalhadora em torno de eixos comuns como a valorização do serviço público; o combate à terceirização e ao assédio moral; garantia de mais verbas para a Educação e Saúde; redução da jornada de trabalho para 40h sem redução de salário; fim do Fator Previdenciário; transporte público de qualidade; suspensão dos leilões de petróleo, entre outras bandeiras de luta.

Encerrado os debates foram apresentados os documentos para votação dos presentes, sendo: Tese 1 – “Trazer para a Unicamp a força das lutas de Junho”; Tese 2 – “Alerta Unicamp”; Tese 3 – “Ousar Lutar, Ousar Vencer: Sindicato é Pra Lutar! Do Coletivo CUTista ETCU!”; Tese 4 – “Vamos à Luta!” e Tese 5 – “Vamos à Luta – Juntos: Avançar nas conquistas sem nenhuma retirada de direitos!”.

Após a apresentação e defesa dos documentos, as teses 1 e 3 foram retiradas pelo coletivo signatário em favor da tese 5. Os delegados elegeram como tese guia do congresso, a “Vamos à Luta!”, de número 4.

 

Confira o quadro de votação

  • Tese 1 – “Trazer para a Unicamp a força das lutas de Junho” = retirada candidatura
  • Tese 2 – “Alerta Unicamp” = 37 votos
  • Tese 3 – “Ousar Lutar, Ousar Vencer: Sindicato é Pra Lutar! Do Coletivo CUTista ETCU!”= retirada candidatura
  • Tese 4 – “Vamos à Luta!” = 63 votos
  • Tese 5 – “Vamos à Luta – Juntos: Avançar nas conquistas sem nenhuma retirada de direitos!” = 46 votos
  • Abstenção = 1 voto

 

Segundo dia de congresso aprova a proporcionalidade para eleições sindicais

O segundo dia de congresso, 2 de novembro, contou com a participação de 117 delegados e foi aberto com a composição dos Grupos de Trabalho que discutiram os temas “Conjuntura Nacional/Internacional”, “Universidade”, “Estrutura sindical (avaliação STU – Balanço e Perspectiva)”, “Alteração Estatuto”, “Plano de Lutas”, “Eleição Conselho Fiscal”, “Políticas Permanentes e combate às opressões (a) questão racial, b) gênero e c) orientação sexual)”.

Os trabalhadores da Unicamp decidiram, mais uma vez em congresso, pela manutenção da proporcionalidade nas eleições sindicais do STU. Desta vez, a proporcionalidade foi aprovada por 69 a 48 votos, tendo como princípio uma cláusula de barreira de 10%. Isso quer dizer que a chapa deve atingir esse percentual dentro do montante de votos válidos. Também foi aprovada a antecipação do processo para abril/14, diferente do previsto no Estatuto da entidade, que prevê a escolha no mês de agosto.

Foi aprovada a criação de uma comissão para acompanhar os encaminhamentos, pelo Departamento Jurídico, da antecipação do processo eleitoral. Esse grupo deve ser composto por um representante de cada tese apresentada no congresso.

Os delegados também decidiram que o STU deverá devolver para todos os trabalhadores a Contribuição Sindical, descontada compulsoriamente do funcionário, independente de ser sócio ou não da entidade. O imposto é distribuído, na forma da lei, aos sindicatos, federações, confederações e à “Conta Especial Emprego e Salário”, administrada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Desta forma, será solicitada à Fasubra a devolução da parte transferida a ela, 15% do montante, caso a mesma receba. Vale lembrar que essa proposta não é retroativa, ou seja, será válida para o próximo recolhimento que ocorrerá em 2014.

O congresso seguiu com a apreciação das propostas que compõe as políticas permanentes e combate às opressões, além do Plano de Lutas da entidade e  eleição do Conselho Fiscal. O conselho será composto por dois membros das teses “Vamos à Luta!” e da “Alerta Unicamp” e um membro da tese “Vamos à Luta Juntos!”.

Todas as discussões e propostas foram apreciadas no sábado, por isso, não houve atividade no domingo, conforme previsto na programação.

 

porFernanda de Freitas

Programação, teses e lista de delegados eleitos para o XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Começa hoje e vai até domingo o XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

O processo de preparação para o encontro, iniciado no final de agosto, durou dois meses e contou com cerca de 75 reuniões que elegeram 289 delegados.

Confira a programação do congresso:

 

01/11 (sexta-feira), na Adunicamp

12h: Credenciamento, aprovação da mesa diretora;

• Plenária de abertura;

• Saudações aos delegados; apreciações de delegações irregulares; aprovação do regimento interno; debate com convidados.

16h: Apresentação e defesa das teses;

• Apresentação e defesa das contribuições;

• Votação da tese guia.

18h: Confraternização.

 

02/11 (sábado), no Cotuca

9h: Grupos de trabalho.

12h: Almoço.

14h: Encerramento do credenciamento;

• Início da plenária final.

 

03/11 (domingo), no Cotuca

9h: Plenária final – Continuação;

• Encerramento

 

Delegados

Abaixo estão listados os delegad@s eleitos para o XII Congresso:

Delegad@

Unidade

Ronaldo Guilherme Almoxarifado Central
Pedro Couto Almoxarifado Central
Gustavo Mori Dias Almoxarifado Central
Antonio de Padua Ilanes Aposentado
Joaquim Francisco Ximenes Aposentado
Edinizio Maia Aposentado
Maria José Marto da Costa Aposentado
Daisy Maria Silva Aposentado
Luiz Gonzaga de Brito Aposentado
Maria Zilda da Silva Aposentado
Luiz Carlos da Silva Aposentado
Luiz G de Carvalho Aposentado
Patricia Lauretti ASCOM
Valério Freire Paiva ASCOM
Maria Alice da Cruz Paula ASCOM
Felipe Alves da Silva Biblioteca Central
Fernanda Cristina Festa Mira Biblioteca Central
Isabella Nascimento Pereira Biblioteca Central
Wagner Lourenço Biblioteca Central
Jair Aparecido Calixto Biblioteca Central
Solange Aparecida do Amaral S. Silva CAISM
Rogéria Elias Malaquias CAISM
Danilo Mello Negreti CAISM
Maria das Graças Gonçalves CAISM
Aloísio Olimpio CAISM Enf. Ginecologia
Kamila de Oliveira Belo Caism- Patologia
Rosiani Luis de Souza CAISM Reprodução Humana
Maria Edith de Almeida CAISM Reprodução Humana
Lisandra Souza CAISM/ Patologia e Alojamento
Solange Aparecida M. Feijó CAS
Silvia Antonia F. Pereira CAS
Maria Fátima da Silva CAS
Altamiro José da Silva Casa do Lago
Marcílio Ventura CCS
Mário César Rodrigues CCS
Rafael Oliveira Jorge CCUEC
Rita de Cassia Cardozo de Lima CDC
Sandra Aparecida de Almeida Ramos CDC
Nuri Estapê CDC
Danielle Consolino CEB
Renato da Silva Moura CEB
Tatiane Moraes Farias CECI/Maternal
Zilda Oliveira de Farias CECI/Maternal
Rosana Aranha Dutra Rosa CECI/Maternal
Ana Paula Lagoeiro dos Santos CECOM
Hélder Greb dos Santos CECOM
Iuriatan Felipe Muniz CECOM
Jelther Oliveira Gonçalves CECOM
Rosane Pereira Navarro CECOM
João Paulo Ribeiro CEMEQ
José Donizeti Tonizza CEMIB/ NMCE
Rivaldo de Sousa Oliveira CEMIB/ NMCE
Juliana Aparecida Ronchi CEMIB/ NMCE
João Batista de Lira CIDDIC
Ruxelli Motta L. Bergamaschi CIDDIC
Regina Célia Solino Araújo CIDDIC
Paulo Eduardo de Lima Gouveia CLE
Teófilo de Souza Carmo Reis CLE
Enoch Silva Barbosa CLE
Marcelo Rocco CMU/Ciclo básico
Carlos Roberto Pereira de Souza CMU/Ciclo básico
Marcelo Aparecido Phaiffer COCEN
Marcos Rogério Pereira COCEN
Paulo A. Gachet Cotil
Celso Roberto Dias Bueno COTUCA
Itamar Vieira COTUCA
André Luis Pires de Lima CPQBA
Antonio Carlos dos Santos CPQBA
Celso da Silva Valerio CPQBA
Raphaela Fonseca Santos DAC
Rafael Garcia Prieto DAC
Fabricio Leme Borges DAC
Grazielle Cassia Alves de Souza DAC
Erika Maria Rodrigues de Castro DAC
Gemerson Braz Santos DAC
Evandro Sandrin DGA
Geane Lopes Monteiro DGA
Luisa Fumiko Okamoto DGA
Rodrigo Amusquivar Lemos DGA
Agnes Zotin DGA
Giovanna da Costa Romaro DGA
Fernando Bento Chaves Santana DGA
Guilherme Righetto Lopes DGA
Sheila Alexandra Mandaio DGA
Ronaldo Luis de Almeida DGRH
Fernanda Maria Andrade Vargas de Souza DGRH
Lucas de Magalhães Araújo DLIE/MAV
Odair Moraes da Silva Estação Guanabara
Eber S. Magalhães FCA
Danilo Queiroz Barbosa FCA
Jorge Luiz Florencio FCA
Marcelo Almeida Santos FCA
Jamilson C. Alves FCM
Antonio Prado FCM
Felipe Monte Cardoso FCM
Carlos Alberto Almeida Xavier FE
Maria Alice Cherubim FE
Claudia dos Reis FE
Taigor Ramos Pinto Martino FE
João Raimundo Mendonça de Souza FE
Jorgias Alves Ferreira FE
Ana Maria Barros Cruz FEA
Cláudia Cruz Fialho  Santos FEA
José Reinaldo Feitoza da Silva FEA
Vera Lúcia Cardoso Leite FEA
Durvalina Aparecida Sato FEA
Mariana Conti Takahashi FEAGRI
José Maria da Silva FEAGRI
Oldeny Costa Santos FEAGRI
Miguel Luis Leite FEC
Ricardo Michel da Silva FEEC
Márcio Massamitsu Ota FEEC
Érgio Antonio Moscatini Schetini FEEC
Adriana Lopes Rodrigues FEEC
Carlos Raphael dos Santos Gomes FEEC
Luis Gonzaga de Oliveira FEF
Beeroth de Souza FEF
Rosangela M. G. Martinhago FEM
Sandra Aparecida Pires de Paula FEQ
Claudio Brasileiro Albuquerque FOP CT
Rodrigo Leite do Canto FOP CT
Luiz Manoel da Silva FT
Denis Prado Forigo Gráfica
Dilma Carneiro e Silva Gráfica
Cidnéia de Sousa Gráfica
Aldo Gomes Santos Gráfica
José Henrique Faria Gráfica
Rute de Almeida HC
Civaldo Paulo Gomes HC – Compras
Adriana Aparecida Agostinho HC – Serviço Social
Simone Avelino Laranja HC CC
Ana Dalva Batochio HC CCA
Ruth Meire Martins Isidorio HC CCA
Fanuel Vander Ananias HC CCA
Dora Célia Simplicio HC CCA
Cristina Rufuni de Souza HC Central de Material
Elaine M. C. Gonçalves HC Central de Material
Nailda da Conceição Melo da Silva HC Central de Material
Rita Cássia Macedo da Silva HC Central de Material
Sandra Aparecida Calisto da Silva HC Central de Material
João B. Barreto Moreira HC DEM
Romeu Marques Giaretta HC DEM
Gustavo El Khalli da Cunha HC DEM
Marcos Pascoalino Campos HC DEM
Claudio Argentiero HC DEM
Joseani S. Silva HC DND
Neide dos Santos HC DND
Maria Aparecida de Campos HC DND
Maria Luzinete HC DND
Eliana Lelis S. Palhares HC Enf. Pediatria
Elisabete de Jesus Reimão HC Enf. Pediatria
Eraldo Mariano HC Enf. Pediatria
Marcelo Guedes da Costa HC Enf. Pediatria
Rogerio Eduardo da Costa HC Enf. Pediatria
Maciel de Andrade HC Enfermeria Ortopedia
Reginaldo Aparecido dos Santos HC Faturamento
Aline Dantas Pires HC Faturamento
Ana Luiza de Souza Pellegrin HC Faturamento
Rosalina F. Ribeiro HC Fisio
José Antonio Guidotti HC informatica
José do Nascimento Oliveira HC informatica
Janete Targino da Silva HC LPC
Angela Maria Borsone HC LPC
Mara Cristina da C. Santos HC LPC
Edevaldo Silva Abreu HC Nefro
Maria do Carmo Baratella HC Nefro
Aparecida D. de Lima Silva HC Neuro
Denes Pires Machado HC Neuro
Viviane C. de Lima HC Neuro
Helcio T. Justero HC Protocolo
João Carlos da Silva HC Protocolo
Rita Regina Buzzo HC Protocolo
Madalena Silva Santos HC Radioterapia
Zuleika Gonçalves da Costa Bucci HC recepção / segurança
Elisete de Souza HC recepção / segurança
Aparecida de Fátima dos Santos HC recepção / segurança
Sergio A. da Conceição HC SAM
Karina Lombardi Fernandes HC SAM
Ricardo Correia Costa HC SAM
Eduardo Luis Caetano HC SAM
Alexandre A. Martins HC SAM
Carmelito Gomes de Souza HC SAM
Gisele de Souza Manfrimato HC SAM
Ailton Benedito Balthazar HC SAM
Paulo José Quitério Santos HC SAM
Isaura Vieira HC SAM
Benedito M. Queiroz HC SEAAS
Vanessa Boardi Lourenço HC SEAAS
Gislaine Aparecida do Carmo HC SEAAS
Leticia de Camargo Lima HC UTI
Edilaine Cristina Lopes HC UTI
Clovis Garcia Silva HC UTI
Lidiane Lima de Paula HC UTI
Márcia Valeria Luciano de Assis HC UTI
Noberval Costa Freitas HC UTI
Rejane Ebert Teixeira HC UTI
Aline Gonçalez HC UTI E2
Elaine da Costa Alves HC/ RX
Luiz Parra Pereira HC/ RX
Marcília Gomes da Silva HC/ RX
Márcia R S Souza HC/ RX
Antonio Marcos Calefi HC/ RX
Leandro Vian HC/ RX
Cleide R. P. de Araújo HC/CCA
Regiane Martinho HC/CCA
Celino Luiz Pereira HC/CCR
Reginaldo Cesar Gomes HC/DAMPE
Maria Aparecida Gomes HC/Ecocardio/Pneumo
Grace Kelly Santa Rosa L. Massulo HC/Ecocardio/Pneumo
Luis Felipe Billis HC/LAP
Mayara Rodrigues Linares HC/LAP
Evandro Viana Hemocentro
Guilherme Reecchi Kawakami Hemocentro
Erich Batista de Oliveira IA
Vivien Helena de Souza IA
Edson Carlos  Nogueira IA
Francisco Genézio de L Mesquita IA
José Pedro da Silva IB
Antonio Alves Ferreira Filho IB
Elisabeth Cardozo IB
Tiago Soares Rocha IB
Sandra Marli Scutti IB
Maria Israel Pratavieira IB
Sivaldo Novais IB
Francisco Angela Malattesta IB
Luiz Fernando Hirayama IC
Roland Scialom IC
Willian Serafim IC
Fernando Cezar de Macedo Mota IE
Miguel Leonel dos Santos IEL
Roberta de Moura Botelho IEL
Raiça Fernanda Z. Fernandez IEL
Juliana Cristina Brandão IEL
Antonio Carlos Rocha IEL
Fernanda Souza Figueiredo IEL
Nivaldo Alves IEL
Wilson Hiroyuki Kawai IEL
Antônio Benedito dos Santos IFCH
Cleusa Leite de Campos Schetini IFCH
Daniel Monte Cardoso IFCH
Devison P de Abreu IFCH
Juarez Cândido IFCH
Luís Fernando de Carvalho Rebello IFCH
Marina Rebelo IFCH
Patrícia Avanci IFCH
Patrícia Rocha Lemos IFCH
Reginaldo Alves Nascimento IFCH
Ricardo Vieira Cioldin IFCH
Angelo Rafael Barreto IFGW
Antonio Carlos Costa IFGW
Artur Monte Cardoso IFGW
Fabiano Mucillo IFGW
Manoel Marques IFGW
Silvio José Fernandes IFGW
Anibal Rocha de Carvalho IMECC
José Vitorio Zago IMECC
Ester Lopes Dias IMECC
Adriana Stella IMECC
Rafael Mesquita Bezerra IQ
Diego Machado de Assis IQ
Wilson Nunes Gonçalves IQ
Adailson Barbosa de Souza Obras (Banco Real)
Irineu Roberto  Rodrigues Obras (Banco Real)
Antonio Carlos Luiz Planta Física
Luciane Della Rocca Daniel Planta Física
Líbia Elisângela de Morais Plenária Saúde
Márcio Roberto do Carmo Plenária Saúde
Silvania Alves Santos Plenária Saúde
Celso Ribero de Almeida PREAC
Geraldo Daniel Bosso PREAC
Celso Aparecido Rodrigues Prefeitura
Antonio Alves Neto PRG
Alex Matos RTV
Luiz Henrique Pesce Tadeu RTV
Jorge Luiz Camargo de Oliveira RTV
Osvaldo Henrique F. de Sales RU
José Carlos Valdivia RU
Antonio Carlos de Souza RU
Deoclides Caldeira Dias RU
Alexandre Fagiani de Oliveira SAE
Marcela Santander SAE
Magdaelei Costa Amorim SAE
José Aparecido Calderaro Siarq
Claudinei de Oliveira Vigilância
Sidney Silva Santos Vigilância
Joel Gmes de Souza Vigilância
Ismael Francisco de Santana Vigilância
Jefferson B. Figueiredo Vigilância
Cristóvão Alves da Costa DSSO

 

Teses:

 

 

porFernanda de Freitas

Assembleias hoje encerram eleição de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp XII Congresso Todos

Todos servidores da ativa poderão debater e votar a partir do meio-dia, na sala CB-13.
Aposentados têm assembleia específica às 9h30, no IFGW.

 

Após mais de 70 reuniões de unidades desde o início de setembro, que já reuniram centenas de trabalhadores e elegeram (até ontem) mais de 260 delegados, se encerra nesta quarta o processo de escolha dos representantes dos locais de trabalho ao XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

A assembleia geral para finalização do processo de eleição de delegados acontece hoje, a partir do meio-dia, na sala CB-13.

Os aposentados também realizam assembleia específica, às 9h30, no auditório do IFWG.

O sindicato já enviou ofício à reitoria da Unicamp para garantir o direito à liberação de ponto dos participantes na sexta-feira (1º de novembro), quando terá início a atividade.

Os delegados são eleitos na proporção mínima de 1 para cada 10 servidores presentes à assembleia e toda a categoria pode participar (incluindo-se os contratados pela Funcamp, terceirizados, estagiários e patrulheiros).

 

Últimas informações

O XII Congresso de Trabalhadores acontecerá entre os dias 1 e 3 de novembro. O primeiro dia do evento será realizado na Associação dos Docentes da Unicamp e os demais ocorrerão no Cotuca.

Vale lembrar que o objetivo do congresso é avaliar a situação política, econômica e social do país e seus reflexos no dia-a-dia da categoria. Na pauta, serão abordadas ainda questões a Universidade, estrutura sindical (incluindo um espaço para avaliação da ação do STU e perspectivas para o próximo período), alterações estatutárias e a definição do plano de lutas, entre elas as de combate às opressões racial, de gênero e de orientação sexual. Também será realizada durante o congresso a eleição do novo Conselho Fiscal.

 

Programação do XII Congresso:

01/11 (Sexta-feira), na Adunicamp

12h: Credenciamento, aprovação da mesa diretora;

• Plenária de abertura;

• Saudações aos delegados; apreciações de delegações irregulares; aprovação do regimento interno; debate com convidados.

16h: Apresentação e defesa das teses;

• Apresentação e defesa das contribuições;

• Votação da tese guia.

18h: Confraternização.

 

02/11 (Sábado), no Cotuca

9h: Grupos de trabalho.

12h: Almoço.

14h: Encerramento do credenciamento;

• Início da plenária final.

 

03/11 (Domingo), no Cotuca

9h: Plenária final – Continuação;

• Encerramento

 

porFernanda de Freitas

25/10: Prazo para envio de adendos ao XII Congresso

Encerra-se na próxima sexta (25), às 17 horas, o prazo para submissão de adendos às teses e contribuições a serem publicados no Caderno de Debates do XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. Os textos podem versar sobre qualquer tema num limite de 10 mil caracteres (com espaços).

O calendário de reuniões nas unidades desta semana já está disponível no site do sindicato (www.stu.org.br).

No próximo dia 30, acontece a assembleia geral que encerrará o processo de eleição de delegados ao congresso. A assembleia terá início ao meio-dia, na sala CB-13. Participe!

porFernanda de Freitas

TCE rejeita contas de 2006 e manda Unicamp cumprir a lei do teto

Senado e Câmara Federal, também questionados pelo TCU, anunciam devolução para
novembro. Unicamp busca reverter tais determinações há mais de um ano.

No último dia 18, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulgou decisão da Primeira Câmara julgando irregulares as contas da Unicamp relativas ao ano de 2006. A rejeição deveu-se especialmente ao pagamento de salários em valores que extrapolam o teto constitucional do Poder Executivo estadual. As excessivas contratações sem licitação também são criticadas.

Com base em julgamentos do Supremo Tribunal Federal, os conselheiros do TCE decidiram por unanimidade que “o parâmetro de teto salarial observado pela Unicamp, como autarquia estadual sujeita às normas constitucionais aplicáveis aos entes públicos, há de ser o subsídio do Chefe do Poder Executivo, não conferindo a autonomia universitária qualquer privilégio a ponto de estabelecer limite remuneratório distinto e sem amparo constitucional”.

Serão afetados pela decisão 147 detentores de ‘supersalários’, que deverão ter os vencimentos reduzidos ao valor subsídio do governador (R$ 20.662,00).

Foi definido o prazo de 45 dias para que o atual reitor, que ocupava o mesmo cargo em 2006, informe ao Tribunal as providências tomadas para ajustar a remuneração dos servidores, “sob pena de responsabilidade, sujeitando-se às medidas administrativas, civis e penais pela omissão”.

São citados como responsáveis no processo, além de José Tadeu Jorge, o então coordenador geral da Universidade, Fernando Ferreira Costa, e Paulo Eduardo Moreira Rodrigues da Silva (Paulão), que à época comandava a pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário. A Unicamp ainda pode recorrer ao pleno do Tribunal.

Em relação à frequente justificativa da Universidade, de que os supersalários ultrapassam o teto do funcionalismo devido a vantagens incorporadas, o TCE ressalta ainda que “as vantagens pessoais estão incluídas no teto remuneratório, previsto no art. 37, XI, da Constituição Federal, após a edição da Emenda Constitucional 41/2003”.

Questionamento não é novo

A Unicamp recorre contra outra decisão do TCE considerando ilegais os supersalários pagos na instituição. Desde 2012 há uma determinação do conselheiro Dimas Ramalho para que 17 dirigentes devolvam R$ 570.178,20. A devolução ainda não foi efetuada e a Universidade tem pedido sucessivas dilatações do prazo recursal.

O relatório da auditoria das contas de 2011 também atesta um gasto extra de R$ 18 milhões em razão de supersalários. Ainda não houve decisão neste processo.

Desde o ano passado o STU vem cobrando esclarecimentos à Univers­idade, sem resposta. No Senado e na Câmara, instadas pelo Tribunal de Contas da União a respeitar o teto constitucional, a medida deve ser apli­cada a partir de novembro.

Contratações irregulares

A Segunda Câmara do TCE também rejeitou recurso da Unicamp contra decisão que julgou irregulares 57 contratações sem concurso, em 2007. Segundo o Tribunal, “a Unicamp não foi capaz de demonstrar, documentalmente, a correlação dos postos de trabalho criados antes da promulgação da Constituição Federal de 1988 ou da Constituição Estadual de 1988 com as admissões em exame”.

porFernanda de Freitas

Leilão da bacia de Libra é apontado como a maior entrega de patrimônio público da história do país

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

O leilão do Campo de Libra do pré-sal aconteceu ontem no Rio de Janeiro, com vitória do consórcio que envolve a Petrobras (com 10% da partilha), Shell Brasil e a empresa francesa Total (com 20% cada) e as chinesas CNPC e CNOOC também com 10% cada. Para assegurar a entrega de um patrimônio ainda não completamente avaliado a companhias transnacionais, o governo Dilma fez uso de violenta repressão, sob comando da Força Nacional. Tropas do Exército foram enviadas ao local para evitar uma possível paralisação das negociações. E quatro horas antes do início do leilão, a Força Nacional dificultava o trabalho da imprensa.

 

Entenda o leilão

O leilão da reserva petrolífera avaliada como uma das maiores do mundo, descoberta na Bacia de Santos, era questionado por ex-dirigentes da Petrobras, juristas, movimentos sociais e entidades de petroleiros (que iniciaram uma forte greve na última quinta-feira).

O Campo de Libra será a primei­ra área a permitir exploração de petróleo e gás natural sob o regime de partilha. Pelo modelo, a menor fatia dos resultados da caríssima extração ficará no país. Os críticos também apontam a possibilidade de acidentes ambientais de grande porte.

A maior privatização da história do país pode trazer mais perdas ao pa­trimônio público que a entrega da Vale do Rio Doce ao capital privado.

 

Greve e reivindicações

A paralisação dos pe­troleiros atingiu não só os setores da produção, terminais de distribuição, mas também refinarias, plataformas, usinas de biodiesel e termoelétricas, além das áreas administrativas da Petrobrás e subsidiárias. Os trabalhadores lutam também por reajuste salarial e contra o projeto de lei 4.330/04, que legaliza a terceirização de serviços em qualquer ramo da economia.

porFernanda de Freitas

Estudantes desocupam reitoria

ocupa_unicampOs cerca de 200 estudantes que ocupavam a reitoria da Unicamp deixaram o local nesta segunda-feira (21). Garantindo a integridade do patrimônio, o movimento mostrou à sociedade que a polícia nunca foi sinônimo de segurança no Brasil, e foi decisivo para a mudança de posi­cionamento da reitoria, que formalizou compromisso de não firmar ne­nhum tipo de convênio com a PM. Uma vitória de toda a comunidade.

porFernanda de Freitas

Membros do Conselho de Representantes tomam posse

Texto e Foto: Fernanda de Freitas

Na segunda-feira passada (14/10) tomaram posse os trabalhadores que compõem o Conselho de Representantes (CR) do STU.

Na ocasião, o coordenador Geral do STU, Antonio Alves Neto (Toninho) dirigiu os trabalhos da posse onde foi feita a leitura do Regimento Interno do CR e lavrada a ata de posse dos 21 conselheiros eleitos (entre titulares e suplentes).

O coordenador aproveitou para fazer algumas considerações sobre os desafios que deverão ser enfrentados pelos novos conselheiros e sugeriu que na primeira reunião seja elaborado um calendário de reunião e de luta para melhor organização do grupo. Também parabenizou os trabalhadores pela demonstração de vontade política e sucesso na gestão que se inicia. A próxima reunião do CR está prevista para acontecer dia 12/11 (terça-feira), ainda sem local definido.

Para os presentes, uma das primeiras providências do CR será a ampliação da participação dos trabalhadores nas eleições de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores, instância máxima de decisão da categoria, que tem como principal objetivo traçar os rumos do STU.

 

Unidades sem representação podem encaminhar eleição de conselheiros

Até o momento foram realizadas eleições em 15 unidades, no entanto, o Regimento Eleitoral do CR permite que as unidades que não realizaram as eleições no período determinado possam fazê-las em outra oportunidade, mediante solicitação dos trabalhadores sindicalizados daquela unidade.

O CR é um espaço importante de fortalecimento da luta dos trabalhadores da Unicamp, pois estabelece um canal de diálogo democrático entre o sindicato e a categoria, orientando diretamente as ações da entidade.

Qualquer trabalhador com mais de três meses de filiação pode se candidatar como representante da sua unidade. Então, se sua unidade ainda não elegeu um representante, encaminhe a solicitação ao STU.

De acordo com o regimento, a eleição que ocorrer após a posse encerrará junto com o mandato dos eleitos no período regimental.

 

 Conselho de Representantes (2013/2015)

 Unidade Conselheiros TITULAR / SUPLENTE
CDC RITA DE CASSIA CARDOZO DE LIMA;SANDRA AP. DE ALMEIDA RAMOS TITULAR/SUPLENTE
RU OSVALDO HENRIQUE FERRAZ SALES;ANTONIO CARLOS DE SOUZA; TITULAR/SUPLENTE
UNITRANSP CELSO AP RODRIGUES TITULAR
FEEC MARCIO MASSAMITSU OTA TITULAR
BC FELIPE ALVES DA SILVA TITULAR
FE TAIGOR RAMOS PINTO MARTINO TITULAR
DAC2 FABRICIO LEME BORGES TITULAR
IMECC ADRIANA CRISTINA DE TOLEDO TITULAR
IEL ROBERTA DE MOURA BOTELHO TITULAR
IFCH MARINA RABELO;RICARDO V CIOLDIN;

JUAREZ CANDIDO

TITULAR/TITULAR/SUPLENTE
IA FRANCISCO GENESIO LIMA DE MESQUITA;JOSE CARLOS ANDRADE;

JULIA FERREIRA DA SILVA

TITULAR/TITULAR/SUPLENTE
FEAGRI MARIANA CONTI TITULAR
CAC GERALDO DANIEL BOSSO TITULAR
DM MANOEL JOSE DA COSTA TITULAR
VIGILANCIA JOSE CARLOS LARA TITULAR
APOSENTADOS Serão eleitos em assembleia a ser realizada no dia 30/10
porFernanda de Freitas

Trabalhadores apoiam ocupação da reitoria e tiram indicativo de debate sobre segurança, que deverá ser discutido com os estudantes nesta sexta-feira (11/10)

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Texto: Fernanda de Freitas

Foto: Martha Molina

Os trabalhadores da Unicamp reunidos agora pouco em assembleia discutiram a política de segurança na Unicamp, a presença da PM nos campi e a ocupação da reitoria pelos estudantes.

Os presentes à assembleia decidiram apoiar a ocupação da reitoria por entender que o debate sobre segurança nos campi é fundamental e urgente dentro da universidade. Além disso, foi encaminhado o indicativo de paralisação das atividades na próxima semana; a criação de uma comissão para acompanhar as negociações entre estudantes e reitoria; a posição contrária à terceirização do serviço público e o repúdio à presença da PM nos campi.

Outra deliberação importante foi o indicativo de debate a ser discutido com os estudantes sobre a segurança no campus, que deverá acontecer amanhã (11/10), às 12h, em frente à reitoria.

 

A assembleia também aprovou as seguintes propostas:

  • Discutir uma proposta que garanta a efetiva segurança dos funcionários, estudantes e docentes e não somente do patrimônio público;
  • Elaboração de um calendário de debate sobre a violência nos campi e na moradia e as medidas de segurança necessárias;
  • Defesa intransigente do Concurso Público para Segurança/Vigilância;
  • Indicativo de paralisação das atividades na próxima semana com data a ser definida pela diretoria do STU;
  • Debate sobre segurança no campus a ser discutido com os estudantes, amanhã (11/10, às 12h, em frente à reitoria);
  • Que o STU reivindique participação nos fóruns, seminários e GTs que discutam a violência nos campi e as medidas efetivas para garantir a segurança da comunidade universitária;
  • Repúdio ao Regimento proibitivo, que regulamenta as festas e a defesa do direito de organização de atividades culturais, artísticas etc pelos estudantes, funcionários e docentes;
  • Divulgar no boletim do STU o abaixo-assinado dos funcionários que apoiam a ação dos estudantes e questiona o panfleto distribuído na universidade intitulado “Funcionários se posicionam sobre a invasão [sic] da Reitoria da Unicamp”;
  • Criação de uma comissão para acompanhar as negociações entre reitoria e estudantes;
  • Publicizar a posição do STU em favor da desmilitarização da polícia;
  • Reafirmar a reivindicação da Pauta Especifica 2013 pelo fim da terceirização na universidade e a favor da estabilidade do trabalhador Funcamp;
  • Questionar a reitoria sobre a possível existência de um GT criado para discutir o Estatuto da Unicamp.
porFernanda de Freitas

Próximas reuniões de unidade para eleger delegados ao XII Congresso

Calendário de Reuniões de Unidade do  XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp:

08/10 (terça-feira)

9h: IFCH (na escadaria em frente ao setor de publicações)

15h: FEQ (na sala de reuniões do Bloco A)

21h30: CAISM/PATOB e Alojamento (na sala de reuniões do 1º andar)

 

09/10 (quarta-feira)

8h30: Raio X/HC

11h30: HC/Eletrocardio (local a confirmar)

14h: IEL

15h: LAP/HC (no corredor de entrada do LAP)

 

10/10 (quinta-feira)

9h30: CAISM/Área administrativa (no prédio administrativo, na sala reuniões do RH)

11h: CAISM/Hospital (no subsolo, sala de aula 1)

15h: CAISM/hospital (no subsolo, sala de aula 2)

 

11/10 (sexta-feira)

8h45: Faturamento (na área externa do faturamento)

11h30: HC/SEAAS (na entrada da Escolta, 5º andar)

14h30: CECI/MATERNAL (quiosque)

 

14/10 (segunda-feira)

11h: Protocolo/HC (no Protoloco)

15/10 (terça-feira)

14h30: FEF (na sala de aula 06)

 

18/10 (sexta-feira)

14h: FE

 

30/10 (quarta-feira)

9h: Assembleia Aposentados (no Auditório IFGW)

 

porFernanda de Freitas

STU apoia a ocupação da reitoria da Unicamp

Sindicato também reivindica a construção de uma proposta alternativa de segurança que
não inclua a presença da Polícia Militar

Estudantes ocupam desde a última quinta-feira (3) o prédio da reitoria da Unicamp em protesto contra a entrada da Polícia Militar nos campi da Universidade. A ocupação ocorreu logo após uma assembleia convocada pelo Diretório Central Estudantil (DCE) com a participação de mais de 600 estudantes.

Durante a assembleia, o plenário também definiu uma pauta de reivindicações que inclui, além da saída da PM, a não punição dos estudantes que participam do movimento de ocupação, a retirada imediata das sindicâncias contra os organizadores de festas nos campi, a construção de uma proposta alternativa de segurança e vivência nos campi e a discussão dessa proposta em uma audiência pública democrática, com poder real de decisão às três categorias da co­munidade acadêmica.

A entrada da PM nos campi da Universidade foi anunciada pela rei­toria em entrevista realizada no final de setembro, depois que o estudante Denis Papa Casagrande, aluno do curso de Engenharia de Controle e Automação, foi morto durante uma festa realizada no campus de Barão Geraldo no dia 21/09. A medida foi tomada de forma unilateral, sem consulta prévia às instâncias decisórias da Universidade e sem qualquer debate com a comunidade universitária.

Na ocasião, o STU se posicionou contrário à presença da PM na Universidade e cobrou da reitoria a responsabilidade na criação de instrumentos de participação da comunidade acadêmica na elaboração de políticas de segurança, a contratação de mais profissionais de vigilância por meio de concurso público, o fim das terceirizações e a adoção de uma política de segurança que se preocupe em garantir a integridade de toda a comunidade universitária e não apenas do alto escalão da reitoria.

Da mesma forma, o STU apoia a ocupação da reitoria pelos estudantes e sua pauta de reivindicações por entender que a Polícia Militar está longe de ser sinônimo de segurança. Especialmente após as mobilizações de junho, as PM de todo o país têm sido apontadas por amplos setores da sociedade como responsáveis por diversos crimes e abusos contra a po­pulação, especialmente moradores das periferias, jovens negros e trabalhadores em luta. Como ocorreu nas últimas semanas com os professores da rede municipal do Rio de Janeiro, cujo movimento de greve foi duramente reprimido.

O sindicato também repudia o pedido de reintegração de posse feito pela reitoria antes de qualquer diálogo com os estudantes e a nota emitida pela Universidade sobre a ocupação na última sexta-feira, que tenta deslegitimar o movimento. Fora PM do campus!

poradmin

Moção de apoio à luta dos professores da rede municipal do Rio de Janeiro

Imagem: Agência Brasil

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) é solidário à luta dos professores da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, em greve desde o dia 8 de agosto por melhores salários e condições de trabalho.

O STU também repudia a violência policial contra os educadores, comandada pelo governador de Sérgio Cabral, e a intransigência do prefeito Eduardo Paes, que por meio de uma manobra política enviou à Câmara dos Vereadores uma proposta de Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, que não contempla as reivindicações dos trabalhadores em greve.

Esse plano de cargos foi aprovado ontem (1º) pela Câmara dos Vereadores, mesmo com a mobilização em massa dos educadores, que desde quinta-feira passada se encontram acampados ao lado do prédio do Legislativo e realizaram diversas manifestações reivindicando a retirada do projeto da pauta de votação e a reabertura das negociações.

Para além disso, os trabalhadores técnico-administrativos da Unicamp, que também lutam cotidianamente pela valorização de todos os profissionais que atuam em prol da educação pública, gratuita e de qualidade se somam aos protestos que exigem a saída do governador Sérgio Cabral, pois a violência policial que vimos nos últimos dias deixa claro que este governo não se orienta a partir dos interesses do povo. Fora Cabral!

Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

02 de outubro de 2013

poradmin

Moção de apoio à greve estudantil e ocupação da reitoria da USP

Em resposta à sessão do Conselho Universitário (CO) realizada ontem (1/10), que refutou a proposta de eleições paritárias e aprovou uma série de pequenas mudanças que em nada mudam o caráter antidemocrático do processo de escolha do reitor da Universidade, os estudantes da USP ocuparam a reitoria na tarde de ontem (1º), para reivindicar eleições diretas para reitor, votação paritária entre as três categorias (alunos, funcionários e professores) e fim da lista tríplice. À noite, reunidos em assembleia geral, os estudantes decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.

O movimento acontece três meses depois de o reitor João Grandino Rodas ter anunciado uma reforma estatutária para alterar o modelo de eleições para o cargo de reitor. Entretanto, a despeito do que havia sido divulgado e das reivindicações históricas dos estudantes, funcionários e professores da Universidade, o CO aprovou, a portas fechadas, um modelo de consulta informativa, sem caráter decisório, sem paridade e sem extinção da lista tríplice – a exemplo do que acontece atualmente na Unicamp. Esse modelo, como todos sabem, não aponta no sentido de democratizar a estrutura da Universidade. Ao contrário, só contribui para mantê-la sob a administração de uma minoria de pessoas ligadas ao Governo do Estado e ao PSDB.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU), que também luta pela implementação de eleições diretas para reitor na Universidade Estadual de Campinas, apoia a mobilização dos estudantes da USP por diretas já! O sindicato entende que o estatuto dessa Universidade, assim como o da Unicamp, contém resquícios do tempo da Ditadura Militar e precisa ser urgentemente reformado, com a ampla participação da comunidade universitária. Somente com a democratização da Universidade será possível mudar efetivamente seus rumos e resistir ao processo de sucateamento e privatização imposto pelos sucessivos governos do PSDB.

Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

03 de Outubro de 2013

porFernanda de Freitas

Calendário das reuniões de unidade preparatórias para o XII Congresso

Confira o calendário atualizado das reuniões de unidade para escolha de delegados ao XII Congresso dos Trabalhadores da Unicamp:

 

03/10 (quinta-feira)

15h: BC (no subsolo)

 

04/10 (sexta-feira)

9h: Gráfica/CPO (no Salão da Gráfica)

14h: IA (na sala AP 04)

15h: IE (no Pátio)

 

07/10 (segunda-feira)

15h: FEEC (no saguão de entrada)

16h: FEM (na sala JE2)

 

08/10 (terça-feira)

9h: IFCH (na escadaria em frente ao setor de publicações)

 

09/10 (quarta-feira)

8h30: Raio X/HC

14h: IEL

 

18/10 (sexta-feira)

14h: FE

 

30/10 (quarta-feira)

9h: Assembleia Aposentados (no Auditório IFGW)

 

porFernanda de Freitas

Nota de Pesar

Faleceu no dia 07 de setembro passado, o funcionário Francisco Resende (CEB).

O STU lamenta profundamente o falecimento e presta a sua solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

porFernanda de Freitas

Reitoria autoriza PM no campus sem discussão com a comunidade universitária

Postura e medidas da reitoria após assassinato de estudante são questionadas por familiares e alunos * STU é contra a presença da PM no campus e cobra discussão democrática sobre política de segurança na Unicamp

 

Uma semana após a morte do estudante Denis Papa Casagrande, a Unicamp anunciou em coletiva à imprensa que autorizou a entrada da Polícia Militar na Universidade como forma de “reforçar a segurança”. A medida, proposta pelo governador Geraldo Alckmin, foi implementada sem consulta às instâncias decisórias da instituição e sem debate com a co­munidade universitária.

A nota divulgada pela reitoria antes da coletiva se eximindo da responsabilidade diante do ocorrido foi duramente criticada por familiares e amigos de Denis na última reunião do Conselho Universitário. O jovem era aluno do curso de Engenharia de Controle e Automação e foi esfaqueado durante uma festa ocorrida no campus de Barão Geraldo, no dia 21 de setembro.

O STU também manifestou-se contra a presença da PM no campus em nota oficial “por entender que a prática do policiamento ostensivo não combina com o espírito da uni­versidade pública, que deve ser um lugar de manifestação e pensamento livre, crítica, debate e, sobretudo, do diálogo”.

 

PM: repressão e racismo:

Em 2002, ação da PM no antigo Centro Superior de Educação Tec­nológica (Ceset), hoje Faculdade de Tecnologia (FT), situada em Limeira, resultou no assassinato do estudante Elgim Tito Borges Júnior, de 22 anos. Negro, Elgim teria sido “confundido” com assaltantes de uma agência bancária – em ocorrência policial com evidente caráter racista.

Durante a greve de 2011, o STU também questionou a presença de agentes da PM acompanhando ativi­dades, considerada uma forma de intimidação dos trabalhadores em luta.

 

STU defende outra política de segurança na Unicamp:

O sindicato cobra da reitoria a responsabilidade no que diz respeito à discussão democrática de políticas de segurança nos campi.

As últimas administrações da Universidade prefeririam, no entanto, investir de forma indiscriminada na compra de equipamentos milionários de monitoramento, avançar na terceirização da vigilância dos campi e deixar de contratar novos profissionais de segurança por meio de concurso público, tornando o serviço prestado à comunidade cada dia mais precário.

O STU defende a criação de ins­trumentos de participação da co­munidade universitária na elabo­ração de políticas de segurança, a contratação de mais profissionais de vigilância por meio de concurso público, com o fim das terceirizações, e a adoção de uma política de segu­rança que se preocupe em garantir a integridade de toda a comunidade acadêmica e não seja tratada como “guarda particular” da alta cúpula da Universidade.

porFernanda de Freitas

Presidente do Senado afirma que cumprirá determinação do TCU de suspender supersalários e devolver valores ao erário

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou na última quarta-feira (25) que o Senado reduza, num prazo de 30 dias, os vencimentos de servidores da Casa que recebem acima do teto constitucional de R$ 28 mil.

O Tribunal também definiu que os 464 funcionários do Senado que receberam os chamados “supersalários” em 2010, ano em que foi realizada a auditoria, terão que devolver aos cofres públicos os valores recebidos a mais desde 2008. Segundo estimativa do TCU, o montante a ser devolvido é de aproximadamente R$ 300 milhões.

Em nota divulgada no mesmo dia, a presidência do Senado disse que se adequará à norma do TCU, mas não havia mencionado a devolução do excedente. Entretanto, no dia seguinte, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou à imprensa que os servidores acionados pelo TCU também farão a devolução conforme a lei 8.112, que estabelece critérios para a devolução mensal de vencimentos recebidos irregularmente.

No ano passado, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Dimas Ramalho também determinou que servidores da Unicamp que receberam salários acima do teto do funcionalismo estadual durante o exercício de 2009, entre eles o atual reitor, devolvessem aos cofres públicos os valores excedentes. Até hoje, a Universidade recorre.

Em 2011, o relatório anual do TCE sobre o balanço da Unicamp voltou a apontar o recebimento de “supersalários”. Os gastos com este excedente remuneratório somaram R$ 18 milhões.

poradmin

Nota do STU sobre o incidente ocorrido na Unicamp no último sábado (21) e sobre a presença da PM no campus

Em relação ao incidente que culminou na morte do estudante Denis Papa Casagrande, aluno do curso de Engenharia de Controle e Automação, durante uma festa realizada dentro do campus de Barão Geraldo no último sábado (21), o Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) vem a público solidarizar-se com familiares e amigos do estudante. Contudo, enquanto entidade representativa dos trabalhadores técnico-administrativos da Universidade, o STU também vem cobrar da reitoria a responsabilidade no que diz respeito à discussão democrática de políticas de segurança para o campus de Barão Geraldo e seu entorno.

Por políticas públicas entendam-se medidas não repressivas, que tenham como objetivo garantir a segurança da comunidade universitária sem impedir a livre circulação de pessoas pelos espaços da instituição, uma vez que a Unicamp é uma universidade pública e presta serviços essenciais à comunidade. O melhor exemplo disso é o Hospital de Clínicas, por onde passam mais de 10 mil pessoas todos os dias, a maioria delas moradores da Região Metropolitana de Campinas.

A discussão sobre políticas de segurança na Unicamp não é nova. Trata-se de uma reivindicação antiga da comunidade acadêmica que as diferentes gestões da reitoria nunca atenderam. Ao contrário, prefeririam investir de forma indiscriminada na compra de equipamentos milionários de monitoramento, avançar na terceirização da vigilância do campus e deixar de contratar novos profissionais de segurança por meio de concurso público, tornando o serviço prestado à comunidade cada dia mais precário. Péssimas condições de trabalho, aliadas a orientações absurdas das chefias, são os fatores determinantes para um serviço que não atende às necessidades da comunidade universitária. Isso sem contar com a presença constante da Polícia Militar, principalmente em momentos de mobilização dos trabalhadores ou estudantes.

Na contramão das políticas de segurança repressoras adotadas pelas últimas reitorias, a atual gestão do STU defende a criação de instrumentos de participação da comunidade universitária na elaboração de políticas de segurança. O sindicato acredita que é necessário, antes de tudo, ouvir a comunidade e compreender os problemas enfrentados por ela no seu cotidiano, sem recorrer a soluções repressivas.

O sindicato também defende que os profissionais de vigilância do campus sejam contratados por concurso público, com o fim das terceirizações. A adoção pela vigilância de uma política de segurança que se preocupe em garantir a integridade de toda a comunidade acadêmica, e não seja tratada como “guarda particular” da alta cúpula da universidade. Muitas vezes se vendo obrigada a cumprir ordens que contrariam os interesses dos trabalhadores e estudantes.

Durante uma entrevista coletiva concedida à imprensa na manhã desta sexta-feira (27), a pró-reitora de Desenvolvimento Universitário Teresa Atvars anunciou que a Universidade aceitou a ajuda da Polícia Militar proposta pelo governador Geraldo Alckmin e que, a partir de hoje, a PM está autorizada a circular em todos os campi da instituição. Essa decisão foi tomada de forma unilateral sem consulta prévia às instâncias decisórias da Universidade e sem qualquer debate com a comunidade universitária e com as entidades a representam (DCE, STU e Adunicamp).

Sobre esta medida, é importante destacar que o STU sempre se opôs à presença da Polícia Militar no espaço universitário, por entender que a prática do policiamento ostensivo não combina com o espírito da universidade pública, que deve ser um lugar de manifestação e pensamento livre, crítica, debate e, sobretudo, do diálogo.

Nunca é demais lembrar que, em 2002, a Polícia Militar foi responsável pela morte do estudante Elgim Tito Borges Júnior, de 22 anos, durante um assalto a uma agência do Banespa no antigo Centro Superior de Educação Tecnológica (Ceset), hoje Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA/Unicamp), situada em Limeira.

Dessa forma, o sindicato também rechaça a possibilidade de punição administrativa e criminal de qualquer membro da comunidade universitária envolvido na organização da festa realizada no último dia 20/09, por entender que a responsabilidade pelo ocorrido é da administração da Universidade.

Por fim, o STU reforça que sempre defendeu a utilização do campus para atividades de convivência e lazer, por compreender que a universidade pública não deve se esgotar em suas atividades de ensino, pesquisa e extensão. No entanto, acredita que para que isso aconteça com segurança, é necessário que a reitoria mude sua postura e ouça de fato os anseios de estudantes e funcionários.

Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

27 de Setembro de 2013

poradmin

TST defere cláusula coletiva que estende benefícios a uniões homoafetivas

A Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho deferiu cláusula normativa que concede aos filiados ao Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre (RS) a igualdade de tratamento entre as uniões estáveis homoafetivas e heteroafetivas, estendendo os benefícios concedidos a companheiros/as pelas empresas. A SDC seguiu por unanimidade o voto do relator do recurso ordinário em dissídio coletivo, ministro Walmir Oliveira da Costa, que fundamentou a decisão nos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da igualdade que impõem tratamento igualitário a todos, visando à construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

Na decisão que reformou entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), que havia indeferido a cláusula, o relator ressalta que os princípios utilizados em sua fundamentação e inseridos na Constituição Federal (artigos 1º, inciso III, e 5º,caput e inciso I) têm como objetivo a promoção do bem de todos com a extinção do preconceito de origem, gênero ou quaisquer outras formas de discriminação (artigo 3º, inciso IV).

O relator ressaltou ainda que o Supremo Tribunal Federal, ao julgar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277, em junho de 2011, reconheceu a  condição de entidade familiar às uniões homoafetivas, estendendo a estas a mesma proteção jurídica reconhecida à união estável entre homem e mulher conferida pela Constituição Federal (artigo 226, parágrafo 3) e Pelo Código Civil (artigo 1.723). Para o ministro, a decisão do STF sinaliza que deve ser reconhecida como família a união, “contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo”.

Walmir Oliveira da Costa lembrou em seu voto que, mesmo antes da decisão do STF, a jurisprudência já reconhecia aos parceiros do mesmo sexo algumas garantias e direitos patrimoniais. Citou como exemplo decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Recurso Especial (REsp) 1026981, que reconheceu aos companheiros do mesmo sexo o direito ao recebimento de previdência privada complementar, além de diversas outras que reconheceram aos parceiros o direito a heranças, partilhas e pensões.

O ministro citou ainda como pioneiras no assunto a Instrução Normativa nº 25, de 7/7/2000, do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), e a Resolução Normativa nº 77, de 29/1/2008, do Conselho Nacional de Imigração. A primeira assegurou a equiparação entre uniões homossexuais e heterossexuais para a concessão de benefícios previdenciários. Já a segunda dispõe sobre critérios a serem observados na concessão de visto ou autorização de permanência ao companheiro ou companheira, em união estável, sem distinção de sexo. O ministro Ives Gandra da Silva Marins Filho seguiu o relator com ressalva de fundamentação.

Processo: RO-20424-81.2010.5.04.0000

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho (Dirceu Arcoverde)

porFernanda de Freitas

Carteiros e Bancários em greve: o STU apoia esta luta!

Funcionários dos Correios e bancários de todo o país estão em greve desde a semana passada para pressionar a patronal a negociar a pauta de reivindicações da campanha salarial deste ano.

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), a paralisação atinge mais de 60% da área operacional (carteiros e atendentes) em 27 estados. Já entre os bancários a mobilização contou com a adesão de mais de 18 mil trabalhadores só no Estado de São Paulo.

Os trabalhadores dos Correios reivindicam aumento real de 15% dos salários, além da recomposição da inflação de 7,13%, implementação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários, contratação de 10 mil funcionários e redução de jornada de trabalho dos atendentes para seis horas. Os bancários pedem reajuste salarial, maior participação nos lucros das empresas (que no caso dos bancos, não param de subir a cada ano), melhores condições de trabalho, aumento do piso e fim do assédio moral. Eles também denunciam a pressão constante por metas, terceirizações e enxugamento do quadro funcional.

O STU apoia o movimento de greve dos funcionários dos Correios e bancários!