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porFernanda de Freitas

Descontos nos fretados

Durante o isolamento social os trabalhadores que utilizam o transporte fretado continuaram tendo o desconto, mesmo não utilizando o serviço.

A Unicamp agiu rápido para cortar o Incentivo Noturno e agora a insalubridade e periculosidade de quem está em trabalho em casa.

Neste cenário de cortes, o STU está preocupado e tem questionando esses ataques.

Para não ter o pagamento do fretado descontado o trabalhador que não estiver utilizando o serviço deve enviar e-mail para [email protected] solicitando o cancelamento temporário.

porFernanda de Freitas

Vamos unir força porque todas as vidas importam

Nesta primeira etapa da nossa Campanha Solidária “Vidas acima do lucro – Todas as vidas importam!”, 130 famílias do Jd. Fernanda foram contempladas com cestas básicas.

O STU acredita no papel humanitário que as entidades sindicais devem exercer, principalmente quando estamos diante de uma crise provocada por um desgoverno que afronta nossos direitos e a nossa sobrevivência, colocando em risco a nossa própria vida.

Preocupados com a gravidade da pandemia estamos nos organizando com o Movimento Popular e a ADunicamp. Mas para que essa campanha continue apostamos na unidade da classe trabalhadora para nos ajudar com doações no valor que puder ou ainda de cestas básicas; produtos de higiene ou limpeza; itens de saúde, como EPI’s para os trabalhadores que atuam no combate à Covid-19 entre outros.

O objetivo é apoiar famílias de trabalhadores em situação mais fragilizada ou moradores de comunidades periféricas de Campinas. A classe trabalhadora conta com você para manter essa luta!

Parabéns aos envolvidos nesse processo #VidasAcimaDoLucro #TodasAsVidasImportam #VamosPrecisarDeTodoMundo #JuntosSomosMaisFortes #FiqueEmCasa

Informações: (19) 99744-4890

porFernanda de Freitas

#Covid19: das prateleiras à mesa: higiene de alimentos

Com a pandemia, a aquisição de alimentos ultraprocessados parece ser a única saída possível, já que eles podem ser comprados em maiores quantidades sem risco de estragar rapidamente. Mas não caia nessa! É possível manter uma alimentação adequada e saudável.

Basta respeitar as regras de higienização em tempos pandemia, que poderão ser levadas adiante quando tudo isso passar, facilitando e aumentando a qualidade da sua alimentação no dia a dia.

Mas você sabe como limpar e onde guardar?

O cuidado com a higienização dos alimentos frescos, como frutas, verduras e legumes, é importante para a eliminação de possíveis impurezas do local onde ele foi comprado, de micróbios e parasitas que também podem estar presentes nesses alimentos.

Mesmo os alimentos embalados precisam de higienização, principalmente durante a pandemia, que exige cuidados redobrados. Então, sempre que a embalagem permitir, é bom lavá-las antes de guardar. Quando não for possível, faça a higienização externa.

A lavagem pode ser com água e detergente e a higienização com álcool 70%, solução sanitária diluída ou mesmo com produto de limpeza multiuso. Lavar ou higienizar os produtos embalados antes de usar é fundamental, pois evita a contaminação do alimento que está sendo preparado.

Se puder, doe alimentos e produtos de higiene pessoal e limpeza à Campanha de Solidariedade do STU para ajudar as famílias carentes.

Fonte: com informações do Portal da Saúde

porFernanda de Freitas

Campanha Solidária: Vidas Acima do Luco – Todas as Vidas Importam!

Neste momento em que precisamos agir coletivamente contra uma pandemia que vem afetando a vida de milhares de brasileiros, o STU, ADunicamp e o Movimento Popular juntam forças nessa batalha em defesa da vida.

Com a campanha “Vidas acima do lucro – Todas as vidas importam!”, queremos proteger quem mais precisa, já que o governo Federal demonstra mais preocupação com a economia do que em garantir condições de sobrevivência e de saúde à população carente.

Em unidade com a Fasubra que desenvolve uma campanha nacional em defesa dos Serviços Públicos e do SUS, orientando as entidades de base a ampliar a solidariedade aos trabalhadores dos hospitais universitários e demais trabalhadores em situação de vulnerabilidade, dialogamos com a população a respeito da importância de defendermos o SUS neste momento crítico para a Saúde Pública do país.

A campanha arrecadará, entre outros:

  • Itens de saúde, como EPI (Equipamento de Proteção Individual) para os trabalhadores que atuam no combate à Covid-19;
  • Cestas básicas (ou produtos não perecíveis)
  • Produtos de higiene,
  • Produtos de limpeza

Quero doar, como fazer?

Toda segunda-feira de manhã, na nossa sede (ao lado da ADunicamp), teremos plantão para recebimento de doações dos itens mencionados, sem contato físico.

E se você não tem como levar, retiramos no local indicado. Basta entrar em contato, na segunda-feira de manhã, e agendar a visita pelo telefone (19) 3521-7412 ou 99744-4890.

Também é possível fazer transferência ou depósito bancário de qualquer valor para o

  • Banco: Caixa Econômica Federal
    • Agência: 2966
    • Operação: 003
    • Conta Corrente: 515-3
    • CNPJ: 66.072.414/0001-34

A direção do STU acredita que nesse momento de pandemia, que tem levado as famílias a perderem suas rendas e a demora do governo em liberar verbas para renda emergencial, é fundamental ampliar a rede solidária.

Contamos com sua solidariedade!

Todas as vidas importam – Vidas acima do lucro!

Mais informações – (19) 3521-7412 ou 99744-4890

porFernanda de Freitas

[ABAIXO-ASSINADO] Trabalhadores da Saúde da Unicamp querem Abono e Insalubridade

Assine o abaixo-assinado que será endereçado ao reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, cobrando melhores condições de trabalho para os trabalhadores da Área da Saúde neste tempo de pandemia.

Caso tenha algum problema, acesse o Abaixo Assinado no https://forms.gle/HxpHKh2yc1heC6EH7.

porFernanda de Freitas

STU aciona a Justiça para garantir o pagamento do Incentivo Noturno

Quinta-feira passada (23), o STU entrou com uma Ação Civil Pública, [sob o número ACPCiv 0010562-40.2020.5.15.0094], com pedido de Tutela de Urgência, na tentativa de suspender a Resolução GR nº 48/2020, de 16/04/2020, e garantir a manutenção do pagamento do ITN (Incentivo ao Trabalho Noturno) aos trabalhadores.

Essa resolução determina que o ITN não será pago durante o período de suspensão de atividades didáticas presenciais nos campi devido à pandemia do novo coronavírus.

A suspensão desse pagamento impõe aos trabalhadores, que dependem desta verba para sua subsistência, um prejuízo cruel decorrente da alteração contratual provisória. Sem contar que tal medida expressa violação, pela Unicamp, do preceito constitucional de irredutibilidade salarial e proibição à alteração contratual lesiva.

Reconhecemos a dificuldade da gerir uma instituição como a Unicamp em tempos de pandemia, no entanto, mais uma vez, a reitoria peca em não dialogar com a categoria e desvaloriza o papel do servidor público, tão penalizado pelas jornadas extenuantes advindas do déficit de vagas e condições de trabalho precarizadas.

Nessa conjuntura adversa é fundamental que a Universidade demonstre bom senso com uma categoria que historicamente tem pago as contas de uma gestão que prefere aprofundar as desigualdades salariais e de direitos na tentativa de proteger uma casta que recebe salários acima do teto, colocando em cheque a saúde financeira da instituição.

O que a reitoria impõe é um dano de difícil reparação aos trabalhadores que precisam lidar com as incertezas emocionais advindas do cotidiano caótico de pandemia e, agora, com a redução drástica do orçamento familiar que desequilíbrio sua estabilidade financeira e também emocional.
O ITN é uma conquista de 2003 e que agora foi suprimida, mesmo que temporariamente, pelo reitor que não compreende a importância desse reconhecimento à categoria.

A 7ª Vara do Trabalho de Campinas concedeu vista à Unicamp para tomar ciência do processo e se manifestar no prazo regimental estabelecido.

porFernanda de Freitas

Live STU: Conjuntura Nacional e a Defesa do Trabalhador, da Educação e do Serviço Público

Nesta sexta-feira, 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, o STU está organizando uma live ao vivo para discutir a “Conjuntura Nacional e a Defesa do Trabalhador, da Educação e do Serviço Público”.

Será uma live para discutir a crise instalada no país, os impactos da expansão da Covid-19, o desmonte dos serviços públicos, os ataques à Educação e aos direitos dos trabalhadores. Bem como a organização e resistência de cada entidade convidada para o diálogo.

Convidados:

  • Silvana Suaiden – presidente da Apropucc (Associação dos Professores da PUC-Campinas)
  • Wagner Romão – presidente da ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)
  • Antônio Alves Neto/Toninho – coordenador geral da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil)
  • José Luis Pio Romera/Pio – coordenador geral do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
  • João Raimundo Mendonça de Souza/Kiko – diretor do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
  • Rafael Jorge/Cabelo – Mediador/STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
porFernanda de Freitas

1º de Maio – Dia Internacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras

O Dia Internacional dos Trabalhadores, em 1º de Maio, terá uma relevância especial neste ano de 2020. Acontece em um momento do país carregado de contradições, com o governo Bolsonaro assumindo uma conduta cada vez mais irresponsável. Ao mesmo tempo, agrava-se a crise econômica, em meio ao avanço da pandemia do coronavírus.

Esse cenário exige ações decididas. A ameaça à democracia pelo bolsonarismo deve encontrar na classe trabalhadora uma barreira firme de resistência. Ela é a primeira a ser atingida quando um projeto autoritário se impõe. Nesse período de revés na estrutura sindical e na legislação trabalhista, já foi possível notar como agem os inimigos mais radicais dos direitos dos trabalhadores.

Essa prática obedece à lógica de que a classe trabalhadora organizada e unida é um forte obstáculo a projetos como o que está em curso no Brasil de transformar o país em mera fonte de matérias primas e força de trabalho super explorada. Sem democracia, os trabalhadores perdem força, por não poderem se organizar e fazer valer o fator numérico unitário, e o caminho para a imposição do autoritarismo fica desobstruído.

Nessa situação da Covid-19, a importância dessa unidade é ainda maior. O descaso e a irresponsabilidade do governo Bolsonaro com a vida dos trabalhadores e de seus familiares poderão agravar ainda mais a tragédia que se abate sobre o Brasil e os brasileiros. Como não existe garantia de que a economia nacional será protegida dos efeitos da pandemia, os empregos vão para o ralo e a fonte de renda seca. Os trabalhadores são lançados no olho da rua, entregues à própria sorte.

O evento convocado de forma unitária pelas centrais sindicais para o 1º de Maio, ocorrerá via internet e será aberto com uma celebração ecumênica. A decisão das entidades de trabalhadores de se unirem a uma gama de organizações e personalidades representativas da sociedade para o ato ganha relevância também, além do fato em si, por ser mais um passo significativo na direção da união de amplas forças na defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores.

Estarão presentes os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso (FHC) e Luiz Inácio Lula da Silva, os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e lideranças políticas como o governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB-MA) e Ciro Gomes (PDT).

Essa ação das centrais sindicais e demais organizações corresponde ao momento político do país. Com ela, haverá um palco, numa data simbólica, para a frente ampla em defesa da democracia, da economia nacional, do emprego e da renda, uma agenda que demanda amplitude. Respeitando às regras da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de outras autoridades sanitárias de isolamento social, o ato já entrou para o rol das ações decisivas em defesa do país e do povo.

Fonte: Portal Vermelho

porFernanda de Freitas

Nota Pública contra a flexibilização gradual do isolamento social em Campinas

O prefeito de Campinas, Jonas Donizete (PSB), completamente na contramão das projeções científicas que atestam um acirramento da crise do COVID-19 para as próximas semanas, anuncia nesta segunda-feira 27/04 a flexibilização gradual do isolamento social com a abertura de parte do comércio e dos serviços, não essenciais, a partir de 4 de maio de 2020.

Esta decisão do prefeito de Campinas necessita de aprovação da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.  O Governador Dória estipulou, com condições, a reabertura gradual das atividades sociais e comerciais de SP a partir de 11 de maio.

Claramente pressionado pelo comércio local que aposta no Dia das Mães para recuperar as vendas abaladas pela pandemia do Coronavírus, Jonas Donizete prefere arriscar vidas a contrariar os interesses econômicos da cidade.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) manifesta-se contra esta decisão do prefeito de Campinas, pois expõe a população e os trabalhadores do comércio e serviços a riscos evitáveis de contaminação e disseminação do COVID-19 na cidade e região.

Vidas importam!

Confira o Plano de Monitoramento da Pandemia de Covid-19 em Campinas e Flexibilização do Distanciamento Social organizado pelo prefeito.

porFernanda de Freitas

Live STU: A Covid-19 e a Segurança dos Trabalhadores da Saúde

#Coronavírus | #Live • “A Covid-19 e a Segurança dos Trabalhadores da Saúde”.
O evento contará com a presença da Margarida Barbosa e Gabriela Barros, diretoras do STU e funcionárias do Caism, e do advogado e assessor jurídico do STU, Ricardo Sobral.
O debate será mediado pelo diretor do STU, Rafael Jorge.
Vem com a gente:
📌 Quando: 25/04 (sábado), às 10h
📌 Onde: facebook.com/stu.unicamp
Participe ao vivo enviando suas perguntas e sugestões.

porFernanda de Freitas

Nota de Repúdio ao Corte do Incentivo Noturno

O STU manifesta repúdio à decisão da reitoria da Unicamp de suspender o pagamento do Incentivo Noturno, o ITN, através da Resolução GR 48/2020.

porFernanda de Freitas

Decisão Judicial obriga Unicamp a garantir EPI’s e afastar trabalhadores do grupo de risco

Na última segunda-feira (20) uma decisão judicial da juíza da 1ª vara do trabalho do TRT da 15ª Região, assegurou ao STU e aos trabalhadores da área de saúde a garantia dos EPIs e afastamento para os trabalhadores em situação de risco.

Equipamentos de Segurança – EPIs

Na decisão a Juíza reconhece a situação de Pandemia, mas entende que a Universidade tem recebido recursos para essa finalidade e que é necessário garantir todas as condições de trabalho para quem tem a tarefa de cuidar das pessoas.

O STU vinha recebendo várias reclamações de trabalhadores, angustiados pela falta de materiais de segurança. Os gestores alegavam que seguiam protocolos. Acontece que diante das mudanças constantes dos protocolos esses argumentos enfraqueceram.

Agora é fazer valer a decisão e enfrentar o desafio do combate a Covid19 com a garantia de que vai ter os equipamentos de segurança.

Decisão sobre utilização de EPIs é baseada na Nota Técnica da Anvisa de 31/03/2020

CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS E ACOMPANHANTES

1 – USAR máscara cirúrgica

2 – usar lenços de papel (tosse, espirros, secreção nasal);

3 – higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%.

PROFISSIONAIS DE APOIO: HIGIENE E LIMPEZA AMBIENTAL (quando realizar a limpeza do quarto / área de isolamento)

1 – higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – Gorro (para procedimentos que geram aerossóis);

3 – óculos de proteção ou protetor facial;

4 – Máscaras cirúrgicas;

5 – avental;

6 – luvas de borracha com cano longo;

7 – botas impermeáveis de cano longo.

PROFISSIONAIS DE APOIO (que prestem assistência a menos de 1 metro dos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavirús)

1 – higiene frequente das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – Gorro (para procedimentos que geram aerossóis);

3 – óculos de proteção ou protetor facial;

4 – Máscaras cirúrgicas;

5 – avental;

6 – luvas de procedimentos.

PROFISSIONAIS DE SAÚDE ( que prestem assistência a menos de 1 metro dos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavirús)

1 – higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – óculos de proteção ou protetor facial (face shield);

3 – máscaras cirúrgicas;

4 – avental;

5 – luvas de procedimento;

6 – gorro (para procedimentos que geram aerossóis).

PROFISSIONAIS DE APOIO: RECEPÇÃO E SEGURANÇAS (que precisem entrar em contato, a menos de um metro, dos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus)

1 – higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – Máscara cirúrgica (se não for possível manter a distância de um metro dos pacientes com sintomas gripais).

Observação: usar durante o turno de trabalho, trocar a máscara se estiver úmida ou suja.

Observação Geral: os profissionais de saúde deverão trocar máscara N95/PFF2 ou equivalente, ao realizar procedimentos geradores de aerossóis, como por exemplo, intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de amostras nasotraqueais, broncoscopias etc.

O que acontece se a Unicamp não fornecer o material de proteção?

Se a Unicamp não cumprir ela terá que pagar multa de R$ 10 mil por descumprimento de cada funcionário.

Portanto, se isso ocorrer você deve notificar imediatamente seu superior e se possível com testemunhas e imagens da situação.

Esse documento também deve ser repassado ao STU – WhatsApp (19) 99744-4890 ou email: [email protected].

Justiça decide em processo do STU que Grupo de risco da área de saúde terá afastamento na quarentena

Quando a Unicamp tomou a decisão da “quarentena” em 13 de março o reitor editou uma resolução (024/2020) considerando o grupo de risco, mas excluiu os trabalhadores da área de saúde da Unicamp.

O Governo do Estado, através do Decreto estadual 64864/2020 regulamentou a quarentena no Estado considerando o afastamento do grupo de Risco. Apesar de ter estendido a quarentena para 30 de abril, não houve na Unicamp uma revisão na situação desse trabalhadores.

Ao analisar o pedido do STU a juíza considerou que a Unicamp não poderia dar tratamento diferenciado para esse grupo da área de saúde, considerando que todo trabalhadores estão cobertos pelo Decreto Estadual. Dessa forma deu 24 horas para Unicamp afastar esses trabalhadores.

porFernanda de Freitas

Coronavírus: o que você precisa saber e fazer

A transmissão do COVID-19 acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de: 
• Toque do aperto de mão;
• Gotículas de saliva;
• Espirro;
• Tosse;
• Catarro;
• Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

O diagnóstico da COVID-19 é realizado primeiramente pelo profissional de saúde que deve avaliar o quadro clínico da pessoa.

Como se proteger

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.
  • Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.
  • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
  • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
  • Higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.
  • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.
  • Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e fique em casa até melhorar.
  • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
  • Utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência. 

Fonte: Ministério da Saúde

porFernanda de Freitas

Coronavírus: saiba quando e como fazer o isolamento domiciliar

Saiba como proteger sua família se alguém em casa estiver com esses sintomas ou tiver diagnóstico confirmado de coronavírus.

Só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar.

Fonte: Ministério da Saúde

porFernanda de Freitas

Coronavírus

O que é COVID-19

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria dos pacientes com COVID-19 (cerca de 80%) podem ser assintomáticos e cerca de 20% dos casos podem requerer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória e desses casos aproximadamente 5% podem necessitar de suporte para o tratamento de insuficiência respiratória (suporte ventilatório).

O que é o coronavírus?

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Quais são os sintomas

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre 
  • Coriza 
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar

Fonte: Ministério da Saúde

porFernanda de Freitas

[ARTIGO] Imperialismo e o racismo estrutural em tempos de Coronavírus

Toninho Alves* e Renato Fernandes, Campinas/SP

Em uma entrevista para a TV francesa, dois médicos e pesquisadores franceses que estão trabalhando com a possibilidade da vacina BCG (Bacillus Calmette-Guerin) agir contra o Coronavírus, afirmaram: “[…] não deveríamos fazer um estudo na África onde eles não têm máscaras, tratamentos ou reanimação? Isso é feito em estudos sobre AIDS, onde prostitutas são usadas para testar certas coisas, porque sabem que são altamente expostas e não têm proteção”.

Essas afirmações geraram revolta em personalidades do mundo do futebol, como Drogba, Eto’o e Demba Ba, e também nos movimentos negros.

Porém, as afirmações não são um “deslize” ou um “acaso”. Elas se constituem como mais uma marca do racismo estrutural que atravessa não só as sociedades nacionais, mas também o mundo. Historicamente, se utiliza a ciência para subjulgar o povo africano. Isso se dá desde o período da escravidão, até os tempos atuais.

Antes de tudo, a França é um país imperialista que no fim do século XIX e até meados do século XX invadiu, exterminou, explorou e roubou as riquezas e os povos africanos: foi assim na Argélia, no Senegal, em Mali, no Marrocos, na Tunísia, Gabão, Togo, Camarões, entre outros países – o império colonial francês se estendeu para outras regiões como a América e a Ásia e continua em alguns casos (Guiana Francesa, a Ilha de Reunião, etc.).

Esse domínio gerou diversos massacres. Um dos mais conhecidos aconteceu em 1945, nas cidades de Sétif e Guelma na Argélia, com cerca de 45 mil mortos. Um ano antes, no Senegal, já havia ocorrido um massacre com soldados senegaleses que lutavam junto aos franceses na Segunda Guerra Mundial, conhecido como o massacre de Thiaroye.

Mesmo com a descolonização, a partir do fim da Segunda Guerra, a França continua sua ação imperialista pelo domínio indireto da economia e da política, a chamada partilha da África. Por exemplo, desde 2013, as tropas francesas estão presentes no Mali.

Por outro lado, com o avanço das doenças e da indústria farmacêutica, ocorreu um avanço generalizado dos testes de medicamentos nos países do Sul global, especialmente na África. Como os próprios médicos racistas citaram os testes com medicamentos anti-HIV, ebola dentre outras, já ocorreram na África, em países como Camarões, desprezando a vida e qualquer limite ético, visto que muitas das vítimas não sabiam nem o que estavam tomando.

Todo esse período de dominação gerou uma mentalidade imperialista e racista na sociedade francesa de desprezo pela vida dos africanos. Um racismo estrutural que se expressa na visão dos médicos franceses de tratarem os africanos como um “só povo”, desprezando a diversidade étnico-cultural do continente, e como “cobaias”, como a carne mais barata do mercado, pobres que não têm nada a perder, visto que por terem tidos suas riquezas roubadas (que continuam a ser pela exploração imperialista), não terão os “equipamentos médicos” necessários para evitar a proliferação do Coronavírus.

Não é disso que nossos irmãos africanos necessitam. Eles necessitam que as dívidas externas que sufocam suas economias sejam anuladas e que as riquezas roubadas pelos países europeus sejam devolvidas.

* Toninho Alves é pré-candidato do Psol a Prefeitura de Campinas, SP.

Fonte: Esquerda Diário

porFernanda de Freitas

Plantão Jurídico Online

Para manter o atendimento aos trabalhadores e trabalhadoras, a diretoria do STU decidiu oferecer o PLANTÃO JURÍDICO ONLINE.
Se você tem dúvida jurídica, quer fazer alguma denúncia (garantimos seu anonimato) ou consultar informações sobre algum processo, agende seu horário via WhatsApp.
O plantão online seguirá enquanto estivemos em período de isolamento social.

porFernanda de Freitas

Dia Mundial da Saúde

Há 72 anos a  OMS (Organização Mundial da Saúde) elegeu 7 de abril como o Dia Mundial da Saúde. Esse dia é destinado à discussão de temas importantes relacionados à saúde no mundo.

A saúde que OMS define tem conceito amplo e é “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

No dia de hoje, diante das incertezas e preocupações provocadas pela pandemia do Coronavírus, o STU agradece as trabalhadoras e trabalhadores da saúde e reforça a importância de defender o SUS como um sistema público, gratuito e de qualidade.

Feliz Dia Mundial da Saúde!

porFernanda de Freitas

Trabalhadorxs protegidxs salvam vidas

A Internacional de Serviços Públicos lançou mundialmente a campanha “Trabalhadores e Trabalhadoras Protegidos Salvam Vidas” e no Brasil nossa federação, a Fasubra Sindical, entre outras entidades apoiam e participam.

O objetivo é enfrentar os impactos da pandemia de Coronavírus na vida e na saúde de milhões de trabalhadoras e trabalhadores que atuam nos serviços essenciais, como saúde, assistência social, educação, segurança pública, sistema prisional, judiciário, asseio e conservação, limpeza pública, coleta de resíduos sólidos, funerárias e cemitérios, água e saneamento, energia e também o setor de tributação, pois em diversos países, essas categorias trabalham para sustentar as medidas de isolamento social e de cuidados de saúde à população e superar o pandêmico vírus Covid-19.

O objetivo da campanha é coletar de forma anônima informações para embasar pautas destinadas aos gestores públicos e empregadores privados, requerendo provimento a condições de trabalho que protejam os trabalhadores e as trabalhadoras. Além de apresentar as necessidades de proteção a órgãos e entidades nacionais e internacionais e sensibilizar a sociedade para essa demanda que é de interesse coletivo.

Proteger essas trabalhadoras e trabalhadores é o caminho para salvar vidas!

Participe você também

Estamos convidando você trabalhador ou trabalhadora da Saúde e de outras áreas, a participar desse levantamento de informações para proteção do pessoal que neste momento enfrenta a pandemia de coronavírus, preenchendo de forma anônima o questionário e relatando como estão suas condições de trabalho. É fácil e rápido de responder, basta clicar no link http://trabalhadoresprotegidos.com.br/.

O STU também está de olho e nas condições de trabalho dos profissionais da Área da Saúde, negociando junto à reitoria as demandas necessárias. Qualquer dúvida é só nos contatar.

Fonte: Trabalhadoras e Trabalhadores Protegidos Salvam Vidas