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porFernanda de Freitas

Live STU: Conjuntura Nacional e a Defesa do Trabalhador, da Educação e do Serviço Público

Nesta sexta-feira, 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, o STU está organizando uma live ao vivo para discutir a “Conjuntura Nacional e a Defesa do Trabalhador, da Educação e do Serviço Público”.

Será uma live para discutir a crise instalada no país, os impactos da expansão da Covid-19, o desmonte dos serviços públicos, os ataques à Educação e aos direitos dos trabalhadores. Bem como a organização e resistência de cada entidade convidada para o diálogo.

Convidados:

  • Silvana Suaiden – presidente da Apropucc (Associação dos Professores da PUC-Campinas)
  • Wagner Romão – presidente da ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)
  • Antônio Alves Neto/Toninho – coordenador geral da Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil)
  • José Luis Pio Romera/Pio – coordenador geral do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
  • João Raimundo Mendonça de Souza/Kiko – diretor do STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
  • Rafael Jorge/Cabelo – Mediador/STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp)
porFernanda de Freitas

Nota Pública contra a flexibilização gradual do isolamento social em Campinas

O prefeito de Campinas, Jonas Donizete (PSB), completamente na contramão das projeções científicas que atestam um acirramento da crise do COVID-19 para as próximas semanas, anuncia nesta segunda-feira 27/04 a flexibilização gradual do isolamento social com a abertura de parte do comércio e dos serviços, não essenciais, a partir de 4 de maio de 2020.

Esta decisão do prefeito de Campinas necessita de aprovação da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.  O Governador Dória estipulou, com condições, a reabertura gradual das atividades sociais e comerciais de SP a partir de 11 de maio.

Claramente pressionado pelo comércio local que aposta no Dia das Mães para recuperar as vendas abaladas pela pandemia do Coronavírus, Jonas Donizete prefere arriscar vidas a contrariar os interesses econômicos da cidade.

O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) manifesta-se contra esta decisão do prefeito de Campinas, pois expõe a população e os trabalhadores do comércio e serviços a riscos evitáveis de contaminação e disseminação do COVID-19 na cidade e região.

Vidas importam!

Confira o Plano de Monitoramento da Pandemia de Covid-19 em Campinas e Flexibilização do Distanciamento Social organizado pelo prefeito.

porFernanda de Freitas

Live STU: A Covid-19 e a Segurança dos Trabalhadores da Saúde

#Coronavírus | #Live • “A Covid-19 e a Segurança dos Trabalhadores da Saúde”.
O evento contará com a presença da Margarida Barbosa e Gabriela Barros, diretoras do STU e funcionárias do Caism, e do advogado e assessor jurídico do STU, Ricardo Sobral.
O debate será mediado pelo diretor do STU, Rafael Jorge.
Vem com a gente:
📌 Quando: 25/04 (sábado), às 10h
📌 Onde: facebook.com/stu.unicamp
Participe ao vivo enviando suas perguntas e sugestões.

porFernanda de Freitas

Nota de Repúdio ao Corte do Incentivo Noturno

O STU manifesta repúdio à decisão da reitoria da Unicamp de suspender o pagamento do Incentivo Noturno, o ITN, através da Resolução GR 48/2020.

porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade – Covid-19

O mundo todo passa por um processo de muita dificuldade e perplexidade diante do potencial da pandemia.

Aqui no Brasil ainda convivemos com um governo que faz movimentos para quebrar o isolamento, dando mais atenção para economia do que para saúde do povo. O mundo inteiro vive a crise e sabe que terá que fazer enormes gastos públicos para restabelecer a economia e a renda dos mais pobres, que são os mais prejudicados nas crises.

Nesse momento, além de reafirmar a necessidade do isolamento é preciso ser solidário e ajudar os que foram mais prejudicados.

Em breve estaremos divulgando uma conta do STU para doações e também um calendário para a entrega de alimentos na sede do STU.

ComVida – Nossa luta contra a Covid-19

Todas as vidas importam – Vidas acima do lucro!

porFernanda de Freitas

Decisão Judicial obriga Unicamp a garantir EPI’s e afastar trabalhadores do grupo de risco

Na última segunda-feira (20) uma decisão judicial da juíza da 1ª vara do trabalho do TRT da 15ª Região, assegurou ao STU e aos trabalhadores da área de saúde a garantia dos EPIs e afastamento para os trabalhadores em situação de risco.

Equipamentos de Segurança – EPIs

Na decisão a Juíza reconhece a situação de Pandemia, mas entende que a Universidade tem recebido recursos para essa finalidade e que é necessário garantir todas as condições de trabalho para quem tem a tarefa de cuidar das pessoas.

O STU vinha recebendo várias reclamações de trabalhadores, angustiados pela falta de materiais de segurança. Os gestores alegavam que seguiam protocolos. Acontece que diante das mudanças constantes dos protocolos esses argumentos enfraqueceram.

Agora é fazer valer a decisão e enfrentar o desafio do combate a Covid19 com a garantia de que vai ter os equipamentos de segurança.

Decisão sobre utilização de EPIs é baseada na Nota Técnica da Anvisa de 31/03/2020

CASOS SUSPEITOS OU CONFIRMADOS E ACOMPANHANTES

1 – USAR máscara cirúrgica

2 – usar lenços de papel (tosse, espirros, secreção nasal);

3 – higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%.

PROFISSIONAIS DE APOIO: HIGIENE E LIMPEZA AMBIENTAL (quando realizar a limpeza do quarto / área de isolamento)

1 – higiene das mãos frequente com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – Gorro (para procedimentos que geram aerossóis);

3 – óculos de proteção ou protetor facial;

4 – Máscaras cirúrgicas;

5 – avental;

6 – luvas de borracha com cano longo;

7 – botas impermeáveis de cano longo.

PROFISSIONAIS DE APOIO (que prestem assistência a menos de 1 metro dos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavirús)

1 – higiene frequente das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – Gorro (para procedimentos que geram aerossóis);

3 – óculos de proteção ou protetor facial;

4 – Máscaras cirúrgicas;

5 – avental;

6 – luvas de procedimentos.

PROFISSIONAIS DE SAÚDE ( que prestem assistência a menos de 1 metro dos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavirús)

1 – higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – óculos de proteção ou protetor facial (face shield);

3 – máscaras cirúrgicas;

4 – avental;

5 – luvas de procedimento;

6 – gorro (para procedimentos que geram aerossóis).

PROFISSIONAIS DE APOIO: RECEPÇÃO E SEGURANÇAS (que precisem entrar em contato, a menos de um metro, dos pacientes suspeitos ou confirmados de infecção pelo novo coronavírus)

1 – higiene das mãos com água e sabonete líquido OU preparação alcoólica a 70%;

2 – Máscara cirúrgica (se não for possível manter a distância de um metro dos pacientes com sintomas gripais).

Observação: usar durante o turno de trabalho, trocar a máscara se estiver úmida ou suja.

Observação Geral: os profissionais de saúde deverão trocar máscara N95/PFF2 ou equivalente, ao realizar procedimentos geradores de aerossóis, como por exemplo, intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, coletas de amostras nasotraqueais, broncoscopias etc.

O que acontece se a Unicamp não fornecer o material de proteção?

Se a Unicamp não cumprir ela terá que pagar multa de R$ 10 mil por descumprimento de cada funcionário.

Portanto, se isso ocorrer você deve notificar imediatamente seu superior e se possível com testemunhas e imagens da situação.

Esse documento também deve ser repassado ao STU – WhatsApp (19) 99744-4890 ou email: [email protected].

Justiça decide em processo do STU que Grupo de risco da área de saúde terá afastamento na quarentena

Quando a Unicamp tomou a decisão da “quarentena” em 13 de março o reitor editou uma resolução (024/2020) considerando o grupo de risco, mas excluiu os trabalhadores da área de saúde da Unicamp.

O Governo do Estado, através do Decreto estadual 64864/2020 regulamentou a quarentena no Estado considerando o afastamento do grupo de Risco. Apesar de ter estendido a quarentena para 30 de abril, não houve na Unicamp uma revisão na situação desse trabalhadores.

Ao analisar o pedido do STU a juíza considerou que a Unicamp não poderia dar tratamento diferenciado para esse grupo da área de saúde, considerando que todo trabalhadores estão cobertos pelo Decreto Estadual. Dessa forma deu 24 horas para Unicamp afastar esses trabalhadores.

porFernanda de Freitas

Coronavírus: o que você precisa saber e fazer

A transmissão do COVID-19 acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de: 
• Toque do aperto de mão;
• Gotículas de saliva;
• Espirro;
• Tosse;
• Catarro;
• Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

O diagnóstico da COVID-19 é realizado primeiramente pelo profissional de saúde que deve avaliar o quadro clínico da pessoa.

Como se proteger

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.
  • Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.
  • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
  • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
  • Higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.
  • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.
  • Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e fique em casa até melhorar.
  • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
  • Utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência. 

Fonte: Ministério da Saúde

porFernanda de Freitas

Coronavírus: saiba quando e como fazer o isolamento domiciliar

Saiba como proteger sua família se alguém em casa estiver com esses sintomas ou tiver diagnóstico confirmado de coronavírus.

Só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar.

Fonte: Ministério da Saúde

porFernanda de Freitas

Coronavírus

O que é COVID-19

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria dos pacientes com COVID-19 (cerca de 80%) podem ser assintomáticos e cerca de 20% dos casos podem requerer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória e desses casos aproximadamente 5% podem necessitar de suporte para o tratamento de insuficiência respiratória (suporte ventilatório).

O que é o coronavírus?

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Quais são os sintomas

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre 
  • Coriza 
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar

Fonte: Ministério da Saúde

porFernanda de Freitas

[ARTIGO] Imperialismo e o racismo estrutural em tempos de Coronavírus

Toninho Alves* e Renato Fernandes, Campinas/SP

Em uma entrevista para a TV francesa, dois médicos e pesquisadores franceses que estão trabalhando com a possibilidade da vacina BCG (Bacillus Calmette-Guerin) agir contra o Coronavírus, afirmaram: “[…] não deveríamos fazer um estudo na África onde eles não têm máscaras, tratamentos ou reanimação? Isso é feito em estudos sobre AIDS, onde prostitutas são usadas para testar certas coisas, porque sabem que são altamente expostas e não têm proteção”.

Essas afirmações geraram revolta em personalidades do mundo do futebol, como Drogba, Eto’o e Demba Ba, e também nos movimentos negros.

Porém, as afirmações não são um “deslize” ou um “acaso”. Elas se constituem como mais uma marca do racismo estrutural que atravessa não só as sociedades nacionais, mas também o mundo. Historicamente, se utiliza a ciência para subjulgar o povo africano. Isso se dá desde o período da escravidão, até os tempos atuais.

Antes de tudo, a França é um país imperialista que no fim do século XIX e até meados do século XX invadiu, exterminou, explorou e roubou as riquezas e os povos africanos: foi assim na Argélia, no Senegal, em Mali, no Marrocos, na Tunísia, Gabão, Togo, Camarões, entre outros países – o império colonial francês se estendeu para outras regiões como a América e a Ásia e continua em alguns casos (Guiana Francesa, a Ilha de Reunião, etc.).

Esse domínio gerou diversos massacres. Um dos mais conhecidos aconteceu em 1945, nas cidades de Sétif e Guelma na Argélia, com cerca de 45 mil mortos. Um ano antes, no Senegal, já havia ocorrido um massacre com soldados senegaleses que lutavam junto aos franceses na Segunda Guerra Mundial, conhecido como o massacre de Thiaroye.

Mesmo com a descolonização, a partir do fim da Segunda Guerra, a França continua sua ação imperialista pelo domínio indireto da economia e da política, a chamada partilha da África. Por exemplo, desde 2013, as tropas francesas estão presentes no Mali.

Por outro lado, com o avanço das doenças e da indústria farmacêutica, ocorreu um avanço generalizado dos testes de medicamentos nos países do Sul global, especialmente na África. Como os próprios médicos racistas citaram os testes com medicamentos anti-HIV, ebola dentre outras, já ocorreram na África, em países como Camarões, desprezando a vida e qualquer limite ético, visto que muitas das vítimas não sabiam nem o que estavam tomando.

Todo esse período de dominação gerou uma mentalidade imperialista e racista na sociedade francesa de desprezo pela vida dos africanos. Um racismo estrutural que se expressa na visão dos médicos franceses de tratarem os africanos como um “só povo”, desprezando a diversidade étnico-cultural do continente, e como “cobaias”, como a carne mais barata do mercado, pobres que não têm nada a perder, visto que por terem tidos suas riquezas roubadas (que continuam a ser pela exploração imperialista), não terão os “equipamentos médicos” necessários para evitar a proliferação do Coronavírus.

Não é disso que nossos irmãos africanos necessitam. Eles necessitam que as dívidas externas que sufocam suas economias sejam anuladas e que as riquezas roubadas pelos países europeus sejam devolvidas.

* Toninho Alves é pré-candidato do Psol a Prefeitura de Campinas, SP.

Fonte: Esquerda Diário

porFernanda de Freitas

Plantão Jurídico Online

Para manter o atendimento aos trabalhadores e trabalhadoras, a diretoria do STU decidiu oferecer o PLANTÃO JURÍDICO ONLINE.
Se você tem dúvida jurídica, quer fazer alguma denúncia (garantimos seu anonimato) ou consultar informações sobre algum processo, agende seu horário via WhatsApp.
O plantão online seguirá enquanto estivemos em período de isolamento social.