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porFernanda de Freitas

Live | Gerenciamento de Crise: Saúde da Unicamp

O diretor da Diretoria Executiva da Área de Saúde (DEAS) da Unicamp, Dr. Manoel Barros Bertolo, estará num bate papo ao vivo com o companheiro Juliano Davoli Finelli para falar sobre o “Gerenciamento de Crise: o Papel do Gestor de Saúde no Combate à Covid-19 na Unicamp”.

A transmissão será na página do Juliano no Facebook, dia 19/08 (quarta-feira), às 10h.

Obs.: essa divulgação seguem as determinações da diretoria de divulgar eventos online que estejam ligados à luta dos trabalhadores da Unicamp, ou sejam de interesse da categoria.

porFernanda de Freitas

Diretoria decide sobre apoio em divulgações de eventos online

Considerando os inúmeros pedidos de apoio para divulgações nas redes sociais, nesta segunda-feira (4), a diretoria do STU em videoconferência discutiu as demandas de divulgação de eventos online encaminhados por companheiros e companheiras da Unicamp.

Ficou decidido que o STU fará divulgação de lives ou eventos online de seus associados (filiados), desde que trate da defesa dos trabalhadores e trabalhadoras da universidade pública. Isso quer dizer que as lives em que os debates e reflexões interessam e impactam a vida e as relações de trabalho dos funcionários e funcionárias de universidades púbicas, especialmente da Unicamp, serão divulgadas em nossas redes sociais.

Os pedidos devem ser enviados ao Departamento de Imprensa ([email protected]) ou para nosso WhatsApp (19) 99744-4890, sendo que a divulgação do evento só será feita após aprovação da diretoria.

Ficou decidido também que o STU só transmitirá lives e eventos onlines organizados pela própria entidade.

Contamos com sua compreensão!

porFernanda de Freitas

GT do Ponto Eletrônico solicita adiamento das discussões e lamenta a falta de bom senso da reitoria

No dia 14/06, a reitoria enviou ao STU o ofício GR. nº 257/2020, com objetivo de encaminhar a conclusão dos trabalhos realizados pela Comissão eleita para representar os servidores na discussão do Ponto Eletrônico.

A referida Comissão, denominada de GT (Grupo de Trabalho), foi eleita em Assembleia Geral, em 05/03/20, para representar os servidores na discussão do Ponto Eletrônico.

A assembleia, após tecer várias considerações sobre o tema, delegou a essa Comissão a realização de estudos e conclusões sobre o assunto e que os mesmos retornassem à assembleia para discutir os encaminhamentos. Deliberou para depois dessa etapa um calendário de discussão.

Em reunião, em 23/07/2020, o GT tomou conhecimento do ofício da reitoria e demonstrou muita indignação com o momento convocado para promover esse debate.

Na atual conjuntura de pandemia, que coloca os trabalhadores em estado de excepcionalidade é preciso se guiar pelo bom-senso.

Temos funcionários em trabalho remoto, que terão dificuldades em participar do debate. E ainda, aqueles que necessitam executar suas funções presencialmente se expondo nesse contexto para dar assistência à população da Região Metropolitana de Campinas e também aos pesquisadores e demais integrantes da comunidade. Ambos trabalhadores serão prejudicados com um debate dessa natureza em plena crise sanitária, cujo estresse e condições de trabalho acarretam considerável preocupação no cotidiano.

Os esforços da comunidade acadêmica e do STU estão integralmente voltados à segurança do trabalho e manutenção da Universidade pública de excelência que a Unicamp representa.

Ressaltamos inclusive a posição do Sindicato pela suspensão da Campanha Salarial de 2020, salientando a importância do reconhecimento, inclusive pecuniário, dos profissionais da Área da Saúde.

Forçar a pauta do Ponto Eletrônico, que necessita de Acordo Coletivo e assembleias, tanto no âmbito da Justiça do Trabalho, quanto nos Estatutos do STU, é um contrassenso e um risco imenso à vida dos trabalhadores, que precisariam se deslocar em período de calamidade pública para um espaço delimitado e aglomerar-se para debater esse tema.

É impensável que a reitoria da Unicamp, que se sobressai no Estado de São Paulo pelas políticas de proteção e preservação da vida na conjuntura, seja absolutamente insensível à vida de seus funcionários técnico-administrativos, exigindo a aglomeração dos mesmos para dar andamento a uma pauta que está longe de ser necessária para a excelência da Universidade e seus trabalhos.

Dito isso, o GT do Ponto Eletrônico do STU, conclama a reitoria a considerar em primeiro plano a vida dos membros da sua comunidade, adiando este debate para 2021, após a retomada regular das atividades funcionais e o fim do Estado de Calamidade Pública, em vigor nos termos do Decreto Legislativo nº 6/2020.

O GT do Ponto Eletrônico é composto por: Kiko (FE/STU), Miguel (CR), Zé Luis (IA/STU), Marcílio (STU), Margarida (Caism/STU), Ângelo Barreto (IFGW), Marina (IFCH), Ricardo Cioldin (IFCH), Rafael (CCUEC/STU), Gabriela (Caism/STU), Juliana (RTV) e Michele (IQ).

Confira abaixo a íntegra do ofício enviado à reitoria solicitando o adiamento da discussão.

porFernanda de Freitas

STU e Cecom discutem procedimentos em casos de Covid-19

Nesta segunda-feira (27/07), a diretoria do STU se reuniu com Cecom da Unicamp.

A coordenadora explicou como tem sido os procedimento do Cecom diante da Covid-19, ressaltando que o atendimento é para os casos de baixa e média complexidade e que tem adotado como protocolo as recomendações da comunidade científica.

Falou ainda que o Cecom, uma vez constatado o diagnóstico da Covid-19, realiza o acompanhamento diário do paciente para identificar os sintomas do avanço da doença.

Por sua vez, o STU foi entender os processos, mas também levar alguns questionamentos no protocolo. Como relatado pela diretora sindical e funcionária do Caism, Eva Lopes, que teve diagnóstico feito pelo Cecom e após sentir piora no seu quadro respiratório, não identificando o agravamento do seu quadro através de Raio X, a dispensou com indicação de medicamentos.

A coordenadora reconheceu que nesse caso houve uma falha, pois o diagnóstico do Raio X não foi suficiente. Teria que ter feito uma Tomografia. Diante do fato, se comprometeu que essa recomendação fará parte do protocolo daqui pra frente. E terminou apresentando um conjunto de números que demonstra que tem sido eficiente a atuação do Cecom entre os membros da comunidade da Unicamp no enfrentamento à Covid-19.

O STU não cansa de reafirmar que é dever dos gestores da Unicamp garantir melhorias nos treinamentos, oferecer todos os EPI’s necessários e cumprir com rigorosidade os protocolos exigidos pelas organizações nacionais e internacionais de saúde para proteger os trabalhadores.

Números apontados pelo Cecom (27/07/2020)
porFernanda de Freitas

Live: O Protagonismo das Mulheres Quilombolas

A Associação Paulista de Extensão Rural (APAER) realiza na próxima segunda-feira (27), às 18h, a live “O Protagonismo das Mulheres Quilombolas”. O encontro virtual marca a comemoração do Dia da Mulher Afro-latino-americana e Caribenha e do Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

A APAER atua em políticas públicas para as comunidades remanescentes de Quilombos, especialmente por meio de programas como o Microbacias II, Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Paulista de Agricultura de Interesse Social (PPAIS).

Elas debaterão sobre a participação e o protagonismo das mulheres quilombolas nas políticas públicas de desenvolvimento rural das quais as comunidades quilombolas do Vale do Ribeira/SP são beneficiárias. Essas ações governamentais favoreceram a participação e o protagonismo das mulheres quilombolas? Quais são suas percepções sobre essas políticas e o papel da mulher? O que poderia mudar no modo como essas políticas são realizadas? Quais outros desafios enfrentam as mulheres agricultoras quilombolas?

Conhecer essas percepções e desafios é o objetivo da Live da Apaer.
Esse encontro virtual tem o apoio do Fórum de Economia Solidária da Baixada Santista (FESBS), da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e do coletivo Sementeia.

Link de acesso para a roda de conversa: https://bit.ly/apaer-quilombolas

Para dar maior visibilidade a questão proposta para o evento é muito importante a participação na live e o apoio para o fortalecimento do pedido de políticas públicas que contemplem estas cidadãs.

porFernanda de Freitas

Nota Pública do STU – 20/07/2020

O STU informa que a diretora sindical, Eva Lopes, teve confirmado seu diagnóstico de contaminação pelo novo Coronavírus (Covid-19), na semana passada.

A companheira Eva trabalha na Enfermagem do Caism e está internada no Hospital Casa de Saúde Campinas.

Em virtude da atual situação de crise sanitária que estamos vivendo, reforçamos que a obrigatoriedade do uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção individual) e a ampliação dos testes para detecção da Covid-19 são medidas imprescindíveis previstas em todas as legislações e orientações dos órgãos governamentais de saúde.

Não é de hoje que o STU tem denunciado a necessidade de adoção de medidas urgentes de prevenção dentro do Complexo Hospitalar da Unicamp.

Durante a pandemia, infelizmente, perdemos dois companheiros da Área da Saúde para a Covid-19, Luci Peroto e Fábio Ferreira da Costa.

O bem mais precioso da Universidade são as pessoas que estão nessa batalha contra a Covid-19.

O STU não medirá esforços para cobrar da Unicamp o compromisso na adoção das melhores práticas para mitigar os impactos dessa doença cruel, seja na vida dos pacientes quanto dos funcionários. Também temos buscado conscientizar e auxiliar os trabalhadores para que possam passar por essa fase de forma segura, seguindo as normas e orientações dos órgãos de saúde para prevenção e cuidado de todos. E caso necessário, eles podem denunciar de forma anônima as práticas que colocam em risco sua saúde.

Sem os profissionais da Saúde a luta contra o Coronavírus estará perdida. Não vamos retroceder, seguiremos fortes e unidos defendendo o Serviço Público gratuito e de qualidade e cobrando melhores condições de trabalho, respeito e valorização dos funcionários.

À companheira Eva, que muito contribuí nas fileiras de luta pelo respeito ao SUS, nossa torcida pela sua plena recuperação.  

#SaúdeEmLuta #TodasAsVidasImportam

Campinas, 20 de Julho de 2020.

Diretoria do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp

porFernanda de Freitas

Campanha de Solidariedade do STU ajuda mais famílias carentes

Nesse período de pandemia em que muitos perderam o emprego e nem todos receberam ajuda do governo, a Campanha de Solidariedade, promovida pelo STU, ADunicamp e Movimentos Sociais, continua a todo vapor e tem ajudado muitas famílias a garantir sua sobrevivência.
Conseguimos distribuir mais duas doações, em maio e junho, totalizando mais de 260 cestas doadas às comunidades do Jd Fernanda, região do Jd. Campo Belo e nas imediações do Aeroporto de Viracopos.
Em unidade com a campanha nacional da Fasubra em defesa dos Serviços e do SUS ampliamos a solidariedade aos trabalhadores em situação de vulnerabilidade. E seguimos dialogando com a população a respeito da importância de manter o distanciamento social e defender o SUS neste momento crítico da Saúde Pública do país, principalmente porque os hospitais da cidade estão operando dentro da sua capacidade máxima.

Como doar?
A campanha arrecada itens de saúde, como EPI’s para os trabalhadores que atuam no combate à Covid-19; cestas básicas; produtos de higiene, de limpeza entre outros.
Toda segunda-feira recebemos na sede nova (ao lado da Adunicamp), sem contato físico, doações dos itens mencionados.
E se você não tem como levar, retiramos no local indicado. Basta entrar contato e agendar a visita pelo WhatsApp (19) 99744-4890.
Acreditamos que nesse momento de pandemia, que tem levado as famílias perderem suas rendas somada a burocracia do governo federal em liberar verbas para renda emergencial, é fundamental ampliarmos essa rede.
Também é possível fazer transferência ou depósito bancário de qualquer valor, para:

Banco: Caixa Econômica Federal

  • Agência: 2966
  • Operação: 003
  • Conta Corrente: 515-3
  • CNPJ: 66.072.414/0001-34.

O STU agradece todos imensamente os envolvidos nesta rede solidária e reafirma que precisamos continuar firmes e unidos porque “Todas as vidas importam! Vidas acima do lucro!”.

porFernanda de Freitas

ICMS de Junho/20 cresceu 12% acima da previsão da Secretaria da Fazenda

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo previu uma arrecadação de mais de R$ 6,6 bilhões para o mês de Junho/2020. Dados da Secretaria apontam que a arrecadação ultrapassou R$ 7,4 bilhões, superando a previsão em mais de R$ 800 milhões.
Apesar da melhora em junho, no primeiro semestre do ano, comparado com o mesmo período de 2019 a queda nominal acumulada é de 4,29%. E comparando o mês de junho/20 com junho de 2019 a queda foi de 11,9%.

Doria reduz 50% do orçamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico
No dia 14/07 houve uma reunião conjunta entre a Comissão de Atividades Econômicas e a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informação com a finalidade de dialogar com a Secretária de Desenvolvimento econômico, Patrícia Ellen.
A secretária disse que os 9,57% é garantido por Lei e na visão dela a Ciência e Tecnologia tem papel estratégico na retomada econômica, mas que o governo Estadual não repassará recursos adicionais para as Universidades Estaduais, pois projeta déficit de R$ 20 bilhões no Orçamento de 2020. Afirmou que o governo monitora as folhas de pagamentos e que repasses adicionais só serão feitos em caso de necessidade de pessoal. E disse dentro de uma política de gestão de cortes é difícil mostrar o retorno do investimento em Ciência e Tecnologia porque é uma questão cultural o não investimento nessas áreas. E mencionou a situação mais equilibrada conquistada pela Unicamp por meio de reformas que afetaram profundamente nossas condições de trabalho e de vida.
Faltou dizer que o corte de verbas aqui é mantido com o suor dos funcionários que pagam as contadas da Unicamp com o achatamento dos seus salários.
A secretária confirmou a melhoria na arrecadação do ICMS, mas não deu mostras de que haverá investimentos nos serviços públicos, mesmo diante da crise sanitária, que exige respostas rápidas dos Hospitais Públicos Estaduais e, principalmente, da Ciência e Tecnologia.

porFernanda de Freitas

Lista de Trabalhadores(as) celetistas com direito à GR

Clique aqui: Lista de Trabalhadores(as) Celetistas (CLT) com direito à GR

Em meados de 2019, o STU ingressou com duas ações, uma na Justiça do Trabalho em Campinas para os celetistas (CLT) e outra na Justiça Cível para os estatutários (ESU).
No caso dos estatutários tivemos vitória em primeira instância em Campinas e agora aguardamos decisão do recurso da Unicamp no Tribunal de Justiça em São Paulo. Para os celetistas, tivemos a vitória em segunda instância e já podemos iniciar a execução provisória, mesmo a Unicamp recorrendo da decisão no TST (Tribunal Superior do Trabalho).
“Como já temos uma decisão no Tribunal, isso nos permite iniciar a fase de apuração dos valores para ver o quanto a Unicamp deixou de pagar a cada trabalhador celetista e começar a discutir esses cálculos”, explicou o advogado Ricardo Sobral na live realizada semana retrasada.
Quando obtivemos a vitória em meados de 2019, a partir da folha de pagamento de julho/19 a Unicamp retornou o pagamento dos 30%. A tese acatada pela Justiça é que não houve reestruturação da carreira nem mudança de função, responsabilidades e jornada de trabalho que justifiquem a redução. Houve desrespeito a irredutibilidade do salário aplicada de forma autoritária e irregular. Se mantida as condições de trabalho não poderia haver redução salarial, a não ser os admitidos após essa decisão.

Direito ao ressarcimento
O STU tomou ciência dos 502 trabalhadores com direito a decisão, mas pode haver outros que não foram listados. Se você tem vínculo CLT e deixou de receber a GR no período de 01/11/2017 a 30/06/2019, entre em contato, sendo da ativa ou aposentado.
Se você tem direito a receber, mas seu nome não consta na lista inicial, sua documentação será inserida sem prejuízos, procure o STU [WhatsApp (19) 99744-4890].
Temos um prazo pra apresentar o cálculo de apuração do valor principal e dos juros e correções monetárias, entre outros reflexos em férias, INSS, FGTS , 13º salário etc. Fizemos parceria com um escritório contábil especializado.
Apresentaremos o valor devido e a Unicamp será intimida a se manifestar. Depois, o juiz decide se homologa os valores apresentados, mas vai depender da vitória ser confirmada no TST. Se couber questionamento a Justiça pode determinar uma perícia para apurar qual cálculo é válido, do STU ou Unicamp.

Próximo passo
O celetista precisa imprimir o termo de “Autorização da Distribuição da Execução Individual”, assinar de próprio punho, digitalizar (pdf/jpg com boa resolução) e enviar para a Dra. Lígia ([email protected]). Assinatura eletrônica ou em arquivo pdf não tem validade.
Se você é sindicalizado os honorários advocatícios são custeados pelo sindicato, não haverá cobrança pelo serviço jurídico prestado.
Se você não é sindicalizado, deve procurar nosso Jurídico para fazer um contrato particular com o escritório Sobral & Stoco e arcar com os honorários para o andamento do processo. O não sindicalizado tem direito ao ressarcimento, mas deve entrar com um processo de individualização do valor por meio de um contrato particular.
Por entender a importância desse direito, a diretoria do STU está permitido que o trabalhador sindicalize-se, até 30/07/2020, para receber os benefícios dessa ação, sem arcar com os custos dos honorários advocatícios. Imprima a Ficha de Sindicalização, preencha, assine e envie para [email protected].
Quem não assinar a “Autorização da Distribuição da Execução Individual”, sendo sindicalizado ou não, não contará com a execução desses cálculos.

Assessoria Contábil
A assessoria técnica contábil custa R$ 400,00 para cada trabalhador que assinar a autorização da execução. Assim que transitar em julgado, isto é, acabar a fase de recurso no TST permanecendo o ganho de causa, a Justiça de Campinas envia à Unicamp uma ordem de pagamento dependendo dos valores finais apurados. Ninguém pagará nada antes da certeza de obter o ressarcimento pleiteado pelo processo.
Não há previsão para que isso ocorra, mas vamos adiantar o que é possível nos trâmites necessários.
É importante que junto com o debate jurídico o STU conte com uma assessoria contábil para ajuda no embasamento da discussão sobre os valores devidos pela Unicamp.

– Autorização da Distribuição da Execução Individual (para o cálculo contábil)

– Confira abaixo a Lista de Trabalhadores(as) Celetistas (CLT) com direito à GR

– Sindicalize-se (até 30/07/2020)

porFernanda de Freitas

Nota do Fórum das Seis: Fora, Bolsonaro-Mourão!

Nota do Fórum em Defesa da Vida, da Educação e da Saúde Públicas! Fora, Bolsonaro-Mourão! – 23/06/20

porFernanda de Freitas

#SaúdeDaUnicampEmLuta denuncia descaso dos governos e da reitoria

Na linha de frente do combate à pandemia que vitimou mais de 50 mil vidas no país, trabalhadores e trabalhadoras da Saúde da Unicamp fazem ato para denunciar a pressão no ambiente de trabalho e o adoecimento de colegas motivados pelo descaso dos governos e da reitoria com as condições precárias de trabalho nos hospitais.

Saúde da Unicamp exigiu melhores condições de trabalho. (Foto: Gabriela Barros)

Em meio a inúmeras denúncias de negligências provocadas pelo descaso e desrespeito com a vida dos trabalhadores e trabalhadoras da Saúde da Unicamp, que estão na linha de enfrentamento à pandemia da Covid-19, foi realizado um ato hoje pela manhã (23/06). Em frente à rampa de acesso ao Hospital das Clínicas da Unicamp os profissionais denunciaram as condições precárias de trabalho e exigiram dos governos (Federal, Estadual e Municipal) e da reitoria mais proteção.

Que esses trabalhadores estão expostos aos riscos de morte, podendo ainda contaminar seus familiares, infelizmente todo mundo já sabe. Mas por que depois de 100 dias de combate à pandemia eles ainda sofrem com a falta de segurança e precisam denunciar as condições precárias do Complexo Hospitalar da Unicamp para serem ouvidos, é uma realidade que não dá para entender nem aceitar.

Estamos atravessando uma crise sanitária onde o agravamento da situação se deve à omissão do governo Bolsonaro, que age sem nenhum apreço ao povo e aos trabalhadores. Por outro, o governo de estado e o prefeito de Campinas, ao liberar o comércio, passa mensagem equivocada à população agravando ainda mais a situação e o estrangulando do sistema público de saúde e, junto com ele, seus trabalhadores.

Quem cuida também precisa de cuidados! #SaúdeDaUnicampEmLuta. (Foto: Kiko)

O ato “As Vidas dos Trabalhadores e das Trabalhadoras da Saúde Importam!”, convocado pelos funcionários com apoio dos estudantes da Unicamp, serviu também para denunciar a irresponsabilidade desses governos que ao liberar o comércio não essencial incentivam o descumprimento do isolamento social e contribuem para lotar os leitos e sobrecarregar o atendimento, colocando em risco as vidas dos trabalhadores e da população só para preservar o lucro dos empresários.

Se tudo isso não bastasse, tem ainda o reitor Marcelo Knobel que decidiu jogar as contas da crise do serviço nas costas desses trabalhadores que já sofrem com a pressão no ambiente de trabalho e as incertezas se vão contagiar ou nãos os pacientes e suas famílias. São tantos problemas, entre eles, a dificuldade no acesso aos EPIs (Equipamentos de Proteção Individuais), protocolos confusos, ampliação de testes para detecção de Covid-19, aumento de casos de contaminação e afastamentos de funcionários, além de corte de direitos e redução de salários e jornadas dos trabalhadores da Funcamp (Fundação de Desenvolvimento da Unicamp). Tudo isso contribui para aumentar a pressão e a precarização do trabalho.

De acordo com, Elisiene Lobo, funcionária do Caism e uma das organizadoras da manifestação, as dores que mais afligem os profissionais são a incerteza e a precariedade das condições de trabalho. “O ato foi extremamente importante para chamar a atenção da população para o desrespeito com os trabalhadores e trabalhadoras da Saúde. E também cobrar dos governantes e dos gestores da Unicamp providências urgentes para evitar que mais trabalhadores se exponham ao risco desnecessário ou adoeçam por conta do local de trabalho. A situação dentro da Unicamp não está boa. A enfermagem, zeladoria, higiene, portaria e segurança precisam lidar diariamente com a pressão e sobrecarga de trabalho e sofrem em silêncio por não saber se estão contaminando os pacientes, ou se ao voltar pra casa vão contaminar suas famílias. É como se estivéssemos indo pra guerra de peito aberto, sem nenhuma proteção e apoio”.

Faixa exposta no Tapetão de Campinas expressa apoio dos estudantes. (Foto: Flávia Telles)

Em solidariedade, os estudantes se somaram à manifestação dos trabalhadores da Saúde e também promoveram um twittaço com a #SaúdeDaUnicampEmLuta para reforçar o descaso dos governos e da reitoria e chamar a atenção da população para as condições de trabalho degradantes desses profissionais que arriscam suas vidas para salvar as nossas.

O Brasil está em um nível de transmissão comunitária muito preocupante. Segundos dados da Secretaria Estadual da Saúde, na última semana, pela primeira vez as cidades do interior registraram mais novos casos que a capital.

Com mais de 50 mil mortes e 1 milhão de infectados no país, os trabalhadores e as trabalhadoras da Saúde fazem um alerta importante: a Unicamp é um dos centros de referência no Combate à Covid-19 no estado de São Paulo. Estamos vivendo um momento crítico da pandemia, é dever dos gestores oferecer medidas adequadas de prevenção para quem está na linha de frente desse combate ao vírus.

Ato na rampa de acesso do HC da Unicamp denuncia a precarização do trabalho. (Foto: Kiko)

Quanto mais leitos forem abertos sem reposição de funcionários, mais irresponsabilidade e incerteza são geradas na vida desses profissionais. Os funcionários precisam ter acesso reforço nos EPIs, ampliação de testes, contar com mais contratações e melhores condições de trabalho, além de ter direito de participar das decisões que envolvem o ambiente de trabalho e a preservação das vidas, especialmente das suas vidas.

O STU tem insistido junto à Administração da Unicamp na proposta de formação de uma Comissão Técnica com gestores e funcionários da Área de Saúde da Unicamp, que fiscalize o cumprimento dos protocolos e discuta os problemas apresentados pelos trabalhadores. Mas até o momento não obteve retorno.

Basta de irresponsabilidade dos governos e descaso da reitoria, #SaúdeDaUnicampEmLuta porque #AsVidasDosTrabalhadoresDaSaúdeImportam.

Não se esqueça, #FiqueEmCasa.

    porFernanda de Freitas

    Edital de Suspensão do Calendário Eleitoral do STU

    A diretoria do STU preocupada em resguardar os trabalhadores e as trabalhadoras de ficarem expostos à contaminação por conta do avanço do Coronavírus, suspende, até segunda ordem,  o calendário eleitoral, publicado em edital de 26/05/20, tendo em vista a impossibilidade de realizar atividades que possam gerar aglomeração de pessoas neste momento.

    O edital de suspensão do calendário eleitoral foi publicado nesta terça-feira (16). no jornal Folha de S. Paulo, Caderno Coranavírus/Saúde, página B5.

    Acreditamos que o recuo se faz necessário neste momento difícil visando o não agravamento da situação e o colapso no sistema público de saúde e informamos que no momento oportuno reiniciaremos os procedimentos eleitorais.

    Plenária Virtual Consultiva

    Vale destacar, que dia 18/06 (quinta-feira), às 10h, faremos uma Plenária Virtual Consultiva com os associados ao STU para conversamos sobre como proceder em relação ao calendário eleitoral, proposto pelo nosso Estatuto Social, sem perder de vista as orientações da nossa assessoria jurídica e as regras de distanciamento social recomendadas pelos órgãos de saúde.

    Acesse o link da plataforma virtual para participar desse encontro: https://meet.google.com/trj-qwxj-aht

    porFernanda de Freitas

    Plenária Virtual Consultiva sobre a Eleição do STU

    Nesta quinta-feira (18), às 10h, teremos uma Plenária Virtual Consultiva dirigida aos sócios do STU. Na pauta está prevista uma consulta aos sócios do STU sobre o calendário de eleição da nova diretoria.

    A situação pede para nos reinventarmos em termos de ação e comunicação. Então, assim que definirmos a plataforma digital para a realização desse encontro, as informações serão disponibilizadas no Facebook e site do Sindicato [www.stu.orgbr].

    A Plenária Virtual Consultiva do STU é um passo novo e extremamente importante para conversamos sobre como proceder em relação ao calendário eleitoral, proposto pelo nosso Estatuto Social, sem perder de vista as orientações da nossa assessoria jurídica e as regras de distanciamento social recomendadas pelos órgãos de saúde.

    Acesse o link da plataforma virtual para participar desse encontro: https://meet.google.com/trj-qwxj-aht

    porFernanda de Freitas

    Entidades repudiam ataque do presidente a autonomia universitária

    A MP 979/2020 que impõe novas regras para eleição de reitores é mais um ataque proferido pelo governo Bolsonaro às universidades públicas.

    Nela o presidente subordina a vontade da comunidade acadêmica a sua autoridade ferindo a autonomia universitária, além de diminuir o peso do voto de estudantes e funcionários.

    Confira “Nota de Repúdio das Entidades da Educação a MP 979/2020 que trata da indicação de reitores pró-tempores” conjunta das seguintes entidades ANDES-SN, ANPG, FASUBRA-Sindical, FENET PROIFES, SINASEFE, UBES e UNE.


    porFernanda de Freitas

    Nota de Falecimento

    É com profundo pesar que o STU comunica o falecimento da funcionária aposentada da Unicamp, D. Lourdes, mãe da professora Débora Jeffrey.

    Dona Lourdes foi uma funcionária ativa nas lutas da Assuc.

    O sepultamento ocorreu nesta tarde (8) no Cemitério da Saudade.

    A diretoria do STU lamenta e expressa os sentimentos de condolências à família e amigos da professora Débora pelo falecimento de uma pessoa muito querida.

    porFernanda de Freitas

    A educação pelo vírus – de como o SUS vai derrubar Bolsonaro

    [Artigo] Renan Araújo (*)

    O SUS/Floyd teve seu pescoço pressionado pelos joelhos de Temer e seus golpistas quando aprovaram seu sufocamento progressivo por 20 anos. Resistiu.

    O SUS/Miguel foi lançado à própria sorte, enviado a um passeio assassino por elevadores macabros dos cortes de verbas e omissões negacionistas e perversas.

    O SUS, esse ser cambaleante, mas forte, muito forte, resiste.

    É um gigante, um belo “monstro”, construído a centenas de milhares, talvez milhões de mãos de cidadãos militantes brasileiros.

    Seu maior problema foi ter nascido no Brasil, onde não há espaço para pensamentos acolhedores, inclusivos, humanizantes. E uma elite perversa e racista gostava (e gosta) de dar esmolas aos indigentes para pleitear uma vaga no céu. Essa gente nunca ficou satisfeita com a criação de um sistema que acabasse com a indigência e colocasse todos em situação de igualdade. “Isso é coisa de comunistas”, diziam os insatisfeitos.

    Pausa para confissão aqui: o SUS é, sim, uma obra de comunistas. Assim eram Sérgio Arouca e David Capistrano Filho, dentre outros tantos, comunistas e lutadores incansáveis para que brasileiros (todos) fossem tratados como cidadãos diante de suas necessidades de saúde. Mas não só comunistas pensaram e fizeram o SUS. Uma geração inteira de lutadores pela civilização brasileira, pelo avanço social, pela democracia, dedicou seus esforços para que acontecesse seu nascimento.

    A Constituição Cidadã de 1988 é a certidão de nascimento do SUS. Depois dela foram tantos perrengues, tantas idas e vindas, tantos avanços e recuos. Vida difícil desde a infância, tempos melhores, tempos piores, agora alcançando a maturidade em meio a seu maior desafio: enfrentar a pandemia do coronavírus e derrubar Bolsonaro.

    Luta hercúlea. Luta contra dois inimigos ao mesmo tempo. Inimigos poderosos, determinados, ataques por dois flancos, defendendo-se com armas limitadas.

    Esse é o seu maior desafio. Um grande desafio, para quem foi gestado ainda nos estertores da ditadura militar e nasceu junto com a nossa redemocratização, pendurado no tênue cordão de correlações de forças voláteis.

    E Bolsonaro, em sua insanidade, quer destruir o SUS de uma vez.

    Quer fazer o que os outros não conseguiram. Aproveita-se do vírus para atacá-lo pelo outro flanco. Atacá-lo no seu financiamento, no seu funcionamento, desrespeitando as regras que o tornaram um exemplo para o mundo: o maior sistema de inclusão social do planeta. Orgulho dos brasileiros.

    E a guerra ganhou transtornos dramáticos nos últimos dias.

    Em meio à pandemia, sem nenhuma vontade de reduzir as mortes (pelo contrário, parece incentivá-las), Bolsonaro militariza o Ministério da Saúde, coloca no seu comando um general inescrupuloso e um empresário de cursos de inglês para comandar a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, uma das suas mais importantes áreas.

    Além de atingir a cabeça do SUS (o ministério), Bolsonaro amarra seus braços e pernas boicotando envio de recursos (por até 70 dias) para que os governadores cumpram seu programa de combate à pandemia e reduzam a mortalidade que promete ser recorde no Brasil.

    Mas o SUS resiste! Resiste na luta dos mais de 100 médicos mortos. Resiste na morte de centenas ou talvez milhares de profissionais que estão na linha de frente dessa guerra. Resiste pelas vidas que são salvas. Resiste na atuação de cada profissional da saúde que atua destemidamente, dia e noite, para que a catástrofe não seja maior.

    Talvez estejamos perdendo feio essa luta. Talvez os governadores não tenham mais fôlego para manter medidas de isolamento e assistência, conforme planejado. Talvez tenham que ceder às pressões por afrouxamento das medidas de controle. Bolsonaro está conseguindo sufocar os Estados e forçar o aumento dos contágios e mortes.

    Mas o SUS resiste.

    E o SUS vai mostrando ao mundo que ele é inclusivo, acolhedor, democrático, tudo que Bolsonaro não é. E vai mostrando ao mundo que salvar vidas é possível, apesar do genocida. E vai mostrando ao mundo que sem ele (ah, sem ele!)… seria multiplicada por muito a nossa dor.

    E o vírus vai nos educando da maneira mais cruel e seca. Como a pedra educa no poema de João Cabral de Melo Neto, a soletrá-lo, em sua natureza concreta. Sabemos agora quem está do lado do humano.

    O SUS vai, sim, derrubar Bolsonaro.

    (*) Renan Araújo, Médico e integrando do movimento Médicos pela Democracia.

    Fonte: Portal Vermelho

    porFernanda de Freitas

    Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia lança cartilha em defesa do SUS

    O SUS pertence a todos nós, tomar posse e defendê-lo é lutar pela vida.

    Historicamente o STU sempre esteve na luta em defesa de um SUS Universal, Público e Gratuito porque acredita que lutar pelo SUS é lutar pelo Brasil.

    Confira a cartilha produzida pela ABMMD (Associação Brasileira de Médicas e Médicos pela Democracia).

    porFernanda de Freitas

    Campanha de Solidariedade

    O STU se uniu à ADunicamp e Movimentos Sociais numa batalha solidária em defesa da vida.

    A Campanha Solidária “Vidas acima do lucro – Todas as vidas importam!” tem como objetivo garantir condições de sobrevivência e de saúde à população carente. Mas para que isso aconteça precisamos da sua ajuda.

    Contribua e some forças nessa luta contra essa pandemia e esse desgoverno federal que ceifa vidas ao transformar os Hospitais Públicos num caos por falta de recursos.

    Vamos precisar de todx mundo!

    porFernanda de Freitas

    STU publica edital de convocação para eleição da diretoria

    O STU torna público o Edital de Convocação de todos os associados para a eleição da nova diretoria da entidade publicado no Jornal Folha de S. Paulo, em 26/05/2020 (Caderno B4).

    A previsão é que a eleição ocorra entre os dias 26 e 28 de agosto deste ano, em todos os campi da Unicamp. Mas a efetivação do calendário eleitoral dependerá da andamento da pandemia de Covid-19.

    De acordo com o Estatuto Social da entidade, a data da eleição implica no cumprimento do calendário eleitoral descrito abaixo.

    Mas durante esse período a diretoria irá monitorar a situação e se orientar pelos protocolos indicados pelos órgãos oficiais de saúde.

    Fique atento aos nossos canais de comunicação para saber o andamento do calendário eleitoral da entidade.

    porFernanda de Freitas

    Pedido coletivo de impeachment contra Bolsonaro foi protocolado

    Ontem (21) foi protocolado na Câmara dos Deputados o primeiro pedido coletivo de abertura de processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. O centro das denúncias são os ataques contra a saúde pública e a democracia.

    A Fasubra está entre as entidades que assinam o documento fruto de um Manifesto Popular que conta com apoio de parlamentares; juristas; intelectuais; lideranças do Movimento Social; partidos como o PT, PCdoB, PSTU, UP, PCB, PSOL e PCO; e mais de 400 representantes de entidades.

    O pedido ressalta que Bolsonaro precisa sair por demonstrar completa incapacidade de governar o país. Ele é acusado de cometer crimes de responsabilidade, atentar contra a saúde pública, arriscar a vida da população pelo seu comportamento genocida e irresponsável e desrespeitar a Constituição.

    “Como se não bastasse, ao mesmo tempo em que enterramos nossos mortos ou temos nossos entes queridos agonizando na espera por internação hospitalar, o presidente da República se torna o principal inimigo das regras elementares de isolamento social para a contenção da pandemia, zomba das dores do povo, ao mesmo tempo, em que ensaia um golpe contra as liberdades democráticas e suas instituições. Sua conduta piora o quadro geral, estimulando aglomerações, menosprezando o perigo e coincidem com a diminuição do isolamento em muitos estados do Brasil.”, destaca o documento.

    Conheça o manifesto popular por um impeachment contra Bolsonaro:

    Seu apoio é fundamental! Assine, clique aqui.

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