porFernanda de Freitas

O STU é contra as políticas ultraliberais e negacionistas adotadas pelo Governo Bolsonaro

O STU, acatando a votação e deliberação em assembleia, apoia o  #ForaBolsonaro, são diversas razões  que foram apontadas. A política neoliberal adotada pelo Governo Bolsonaro, que vem ao longo da gestão Bolsonaro/Guedes, prejudicando  os trabalhadores (ras) e suas famílias, essa forma de administração somada aos aumentos no custo de  vida básico como: alimentação, combustíveis, gás de cozinha e contas de luz. Também  a péssima condução  frente à pandemia que acarretou mais de 600 mil mortos, no intuito de favorecer o empresariado, simplesmente expôs a população ao risco da  contaminação  usando a  defesa  do tratamento precoce,  comprovadamente sem eficácia segundo várias autoridades sanitárias. A corrupção  que cobre o Planalto tendo como  foco central o Ministério da Saúde. O Governo Bolsonaro realizou compras superfaturadas e esquemas corruptos na compra  de itens para a pandemia  (desde  máscaras até as  vacinas)  não adquiriu vacinas suficientes para a população.  Não protegeu a população mais vulnerável, chegou a negar  equipes médicas e água potável aos povos indígenas e quilombolas. Cortou orçamento nas  áreas de ciência e pesquisa,  educação e SUS.  O desemprego em taxa recorde e as inúmeras reformas  como  a da Previdência,  o ataque  aos servidores públicos por meio da Reforma Administrativa entre outras mazelas    são situações de repúdio a esse governo.   Bolsonaro e política da sua gestão têm causado a destruição do meio ambiente e que juntamente com a  falta de investimentos acarretam  uma crise  hídrica sem precedentes , trazendo além das alterações climáticas , a iminência de um  apagão no país todo.  Bolsonaro também  toma atitudes antidemocráticas por incontáveis vezes, ao defender torturadores e ameaçar  “golpear” as instituições e demais poderes  afrontando a Constituição.

Entenda melhor alguns pontos:

1 – Mortes pela Covid  – falta de política pública na área de saúde pública , corrupção na compra de vacinas e defesa de tratamento sem comprovação científica

Ultrapassamos  600 mil  mortos desde que a pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil, em março  de 2020.  Apesar  de várias autoridades sanitárias  afirmarem  que o tratamento precoce defendido por  Bolsonaro é ineficaz. A CPI da Covid tem descortinado todo o esquema corrupto  entre o Governo Federal durante a pandemia da Covid.

2- Alta nos preços dos alimentos e a volta ao mapa da fome

A proteína desapareceu do prato do brasileiro. Parte da população trocou carne de vaca, por frango, depois por ovo e agora por osso que antes era doado agora é vendido. Muitos brasileiro não conseguem comprar nem osso.  No peso do custo do prato da família brasileira somam-se os preços do arroz, feijão, óleo,  e outros itens de alimentação básica.  A carne suína subiu 29,5%; o frango (17,1%); a carne bovina (16,2%); e o ovo (11,4%) em 2020. Quase 50 milhões de brasileiros passam fome ou não comem o suficiente no Governo Bolsonaro

3- Aumentos dos combustíveis, gás de cozinha e contas de luz

Bolsonaro diferentemente do que prometeu:  aumentou todos os itens de energia. Nos últimos 12 meses a alta chegou a 43,92%. O botijão de gás já subiu 57% . As contas de luz também dispararam. Somente no mês passado, o governo reajustou a bandeira vermelha, a mais cara cobrada sobre a conta, em 20%.

4 – Inflação que consome o salário 

O índice da inflação no país chegou a 8,35% nos últimos 12 meses.  O trabalhador perdeu o poder de compra e as famílias estão muito endividadas

5 – Desemprego recorde

A informalidade chega a quase 40 % da população do país. Esses brasileiros  fazem  bicos para sobreviver. A taxa de desemprego bateu recorde, alcançando  cerca de 15%. Esse número altíssimo prejudica  os trabalhadores na ativa, favorece os empresários e compromete  a atuação dos sindicatos. Existindo uma grande massa de mão de obra  – Cortes no SUS e na Educação

6- Reforma da Previdência

A reforma da Previdência, em 2019,  afetou diretamente os trabalhadores e trabalhadoras, aumentou o tempo de contribuição; reduziu o valor a ser recebido; viúvas só receberão 60% do benefício e seus filhos 10% cada um; obrigou a uma idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, e determinou que o teto do benefício seja pago somente após 40 anos de contribuição, além de diversas maldades

7 – Reforma Administrativa (PEC nº 32)

A reforma Administrativa acaba com a estabilidade do servidor público que ficará à mercê do governo de plantão, e consequentemente aumentar os casos de corrupção. A proposta do governo é o desmonte do serviço público para que, sem pressão da sociedade, o governo passe para a iniciativa privada tudo que hoje é gratuito, como a educação, a saúde, a previdência, a segurança, as estatais e os órgãos de controle que fiscalizam o próprio governo.

porFernanda de Freitas

Sob denúncia de troca de votos por emendas, Alesp aprova PLC 26 em noite de ataques aos serviços públicos e ao funcionalismo

Após duas semanas de mobilização do funcionalismo estadual paulista, que conseguiu brecar a aprovação do projeto de lei complementar (PLC) 26/2021 na Assembleia Legislativa, a base governista deu o bote final na noite de 19/10. Sob denúncias de distribuição de emendas em troca de votos, a Alesp aprovou, por 50 a 29, a minirreforma administrativa desejada pelo governador João Doria. 

As entidades que compõem o Fórum das Seis participaram ativamente das mobilizações presenciais e virtuais contra o projeto desde que foi protocolado, em 5/8, em regime de urgência. Elas atuaram organizadas na Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que reúne cerca de 80 sindicatos e movimentos representativos do funcionalismo.

O PLC 26 confisca uma série de direitos e dificulta bastante o usufruto de outros. Disciplina e amplia as contratações temporárias, retira a correção anual do adicional de insalubridade pelo IPC e o extingue durante o gozo de licença-prêmio, restringe e dificulta o acesso ao abono de permanência, entre outros, como mostra intertítulo abaixo.

Parlamentares de joelhos

                O deputado Campos Machado (Avante), opositor ao projeto, acusou os/as parlamentares que somaram fileiras com os ataques de Doria. “Arrastaram-se de joelhos sob os pés do governador para pedir emendas voltadas a seus redutos eleitorais em troca de apoio ao PLC 26”, disse na tribuna.

                “O funcionalismo deve denunciar os deputados traidores do povo, que votaram sim ao perverso projeto de Doria, que prejudica e ataca os direitos dos servidores públicos do estado”, conclamou o deputado Carlos Giannazi (PSOL).

                Márcia Lia e Emídio de Souza, do PT, ressaltaram o grande prejuízo à população com a ampliação das contratações temporárias e apontaram a hipocrisia de deputados/as que fazem homenagens públicas a médicos/as, enfermeiros/as, professores/as enquanto os atacam na Alesp.  

                Já o deputado Caio França (PSB) criticou a criação do programa de Bonificação por Resultados para os setores onde ainda não existe (Nota da redação: esta medida não se aplica às universidades). “Apresentam a medida como se fosse positiva, mas na verdade é um retrocesso, pois o bônus não resolve a defasagem salarial e, além disso, será dado a critério dos secretários de estado, o que poderá ferir princípios basilares da administração pública, como o da impessoalidade.”. 

Os principais prejuízos aprovados

Com a aprovação do PLC 26/2021, alguns direitos do funcionalismo são confiscados e outros passam a vigorar sob critérios rígidos. Estas são as principais mudanças:

– O PLC 26 estende a Bonificação de Resultados, baseada em produtividade, a vários setores do serviço público paulista (as universidades estaduais ficam de fora, devido à autonomia administrativa e de gestão);

– Disciplina a contratação de temporários;

– Extingue as faltas abonadas;

– Acaba com a correção anual pelo IPC do adicional de insalubridade;

– Acaba com o pagamento de insalubridade nas licenças-prêmio;

– Revoga o pagamento das licenças-prêmio na aposentadoria e falecimento;

– Estabelece novos critérios (mais rígidos) e menores valores para a concessão do abono permanência, que valerá pelo período de 12 meses, podendo ser revisto.

Veja quem são os 50 fantoches de Doria

via Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Mobilização e pressão na Alesp contra o PLC 26, a minirreforma de Doria.

Hoje (19/10) é mais um dia de luta

            Está tramitando em regime de urgência na Assembleia Legislativa de SP (Alesp) o Projeto de Lei Complementar (PLC) 26, enviado pelo governador João Doria. O objetivo é acabar com vários direitos dos/as servidores/as públicos/as. Doria disputa corrida com o governo Bolsonaro, este com sua PEC 32, para ver quem golpeia primeiro o funcionalismo e os serviços públicos.

            Entre os ataques embutidos no PLC 26 estão: mudanças na forma de contratação; fim das faltas abonadas; fim do reajuste anual no adicional de insalubridade, com base no IPC-Fipe; exclusão do direito de receber a licença-prêmio em dinheiro; restrições drásticas no abono de permanência; entre outras maldades.

Nas últimas semanas, a mobilização do funcionalismo, capitaneado por suas entidades representativas, conseguiu segurar a votação do PLC 26. Nesta terça, 19/10, a base governista na Alesp fará nova tentativa.

A Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, da qual fazem parte as entidades representativas que integram o Fórum das Seis, convoca os/as servidores/as para um novo dia de intensa mobilização, virtual e presencial em 19/10.

14h: Tuitaço

#DerrotePLC26JaPDL22

16h: Ato presencial na Alesp

Durante todo o dia, pressão nos/nas deputados/as

Acesse o link Na Pressão

(https://napressao.org.br/campanha/diga-nao-ao-plc-26-de-joao-doria) e mande mensagens no WhatsApp, e-mail, Twitter e Facebook de todos/as. É fácil e rápido.

Pressão também pela aprovação do PDL 22

A mobilização em 19/10 também tem como alvo uma reivindicação relevante para o funcionalismo: a revogação do Decreto 65.021/2020, que impôs um aumento draconiano nas contribuições dos/as aposentados/as e pensionistas autárquicos/as do estado de São Paulo. A luta é pela aprovação do projeto de decreto legislativo (PDL) 22/2020, de autoria do deputado Carlos Giannazi (PSOL-SP), que revoga o decreto.

Em Brasília, Bolsonaro também patina. Segue a luta contra a PEC 32

O presidente da Câmara dos Deputados e apoiador do governo Bolsonaro, Arthur Lira (PP/AL), ainda não conseguiu consolidar os votos necessários para colocar em votação a proposta de reforma administrativa federal (PEC 32).

            Temos que aumentar a pressão nas ruas, nas redes e no Congresso. A um ano das eleições de 2022, o recado aos parlamentares é um só: quem votar contra os direitos do povo brasileiro, não volta.

Acesse https://napressao.org.br/campanha/nao-a-reforma-administrativa e pressione as/os deputadas/os.

porFernanda de Freitas

Reunião Preparatória sobre retorno ao trabalho presencial

No dia 20 acontecerá uma reunião junto à reitoria que dará prosseguimento na discussão sobre o retorno presencial dos trabalhadores e trabalhadoras da UNICAMP.

Na última reunião (13/09) diversas questões sobre a adoção de medidas sanitárias seguras aos trabalhadores ficaram pendentes de discussão.

O STU organizou uma plenária para tratar das questões legais e técnicas do retorno. Durante o encontro, ficou evidente a existência de muitas dúvidas dos trabalhadores sobre as condições sanitárias adequadas prometidas pela universidade.

Foram realizados os seguintes apontamentos: falta um plano que dê visibilidade às questões imediatas e futuras, para se criar um ambiente de retorno com ventilação e iluminação natural nos prédios, funcionamento dos restaurantes, fretados etc.

O retorno aumenta a circulação de pessoas e quando ocorrer o retorno dos estudantes a movimentação será ainda maior.

Por isso haverá reunião virtual (link: https://meet.google.com/xoq-pxpe-jhv) na segunda-feira (18), às 10h, para tratarmos sobre essa pauta a fim de levarmos para reunião com a reitoria.

porFernanda de Freitas

Receba as notícias do STU via WhatsApp

O STU começou a enviar as principais notícias aos servidores e servidoras da Unicamp pelo celular, por meio de Lista de Transmissão do aplicativo WhatsApp.

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Nosso objetivo é ampliar a nossa comunicação e reforçar a aproximação entre o STU e os trabalhadores e trabalhadoras da Unicamp.

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porFernanda de Freitas

Por unanimidade Consu revoga título Honoris Causa do Cel. Jarbas Passarinho

Em reunião histórica, o CONSU revogou o título Doutor Honoris Causa concedido ao coronel Jarbas Passarinho. O título foi concedido em 1973, sob a mão repressora da ditadura militar e teve sua revogação pautada pela ADunicamp, após longo trabalho do Grupo de Trabalho “Unicamp pela Democracia”

Na 173ª reunião ordinária do Conselho Universitário da Unicamp (CONSU), realizada dia 28/9, por unanimidade, foi revogado o título de Doutor Honoris Causa concedido em 30 de novembro de 1973 ao Coronel Jarbas Gonçalves Passarinho. Trata-se de uma decisão histórica, que anulou o título honorífico outorgado no auge da ditadura a um conspirador e signatário do Ato Inconstitucional Nº5 (AI5).

“Esse é o momento de a gente reparar essa história. Ao revogar este título estaremos fazendo a reparação histórica daquela decisão, deixando clara que ela foi tomada, então em 1973, em função do contexto (ditadura), não tendo nenhuma relação com os méritos necessários previstos em nosso estatuto. E ao fazer isso, essa reparação histórica, representa que estaremos abraçando a nossa história, de uma universidade comprometida até a raiz com a democracia”, disse o Reitor da Unicamp, Prof. Tom Zé, em sua fala que antecedeu a votação, que foi realizada de maneira nominal e pública (o vídeo poder ser conferido neste link).

O GT Unicamp pela Democracia

A presidente da ADunicamp, professora Silvia Gatti (IB/Unicamp), foi a primeira a fazer uso da palavra, uma vez que foi por meio da instituição que o debate voltou ao cenário universitário depois de 2014, quando, no CONSU, a proposta não obteve o número mínimo necessário de votos para a revogação do título. A professora Gatti relembrou os trabalhos dos últimos meses e destacou a importância da criação do Grupo de Trabalho (GT) “Unicamp pela Democracia”, motivada por uma carta dirigida à diretoria da ADunicamp e subscrita por mais de 400 docentes e pesquisadores/as da Unicamp.

De acordo com a professora, a Diretoria da entidade aceitou de imediato o desafio e considerou que, “diante da relevância proposição, essa deveria ser uma missão das entidades representativas das categorias da Unicamp”. A partir daí, o GT foi construído cuidadosamente por docentes, pesquisadores/as, estudantes e funcionários/as da Unicamp nas representações das entidades ADunicamp, APG, DCE e STU.

“O GT estudou estratégias e buscou documentos que pudessem ser analisados e que fizessem parte da história da nossa universidade na defesa da democracia, para mostrar aos nossos alunos e outros membros da comunidade, que não vivenciaram o período da ditadura brasileira. O GT buscou fatos e dados históricos que devem ser sempre lembrados para que não sejam repetidos”, disse a presidente da ADunicamp. O trabalho do GT deu origem a um extenso dossiê, encaminhado ao CONSU, e que pode ser acessado neste link.

A Motivação

O professor Caio Navarro de Toledo (IFCH/Unicamp), docente aposentado e membro da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”, falou em nome do GT e destacou o significado e tradução da honraria: “por causa de honra”.

Caio lembrou do artigo 158 do Estatuto da Unicamp, que estabelece que o título de Doutor Honoris Causa será conferido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes”, ou ainda “aos que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à Universidade”. Com base na bibliografia histórico-política do repressor Jarbas Passarinho, ficou claro que a revogação do título é uma reparação histórica às pessoas e famílias que sofreram durante os anos de chumbo e crimes cometidos pela ditadura.

“São várias as razões que nos levaram a assumir este compromisso diante de toda a comunidade acadêmica da Unicamp e, também, diante de toda a sociedade brasileira. Bastaria lembrar que o Coronel Jarbas Passarinho foi um dos signatários do AI5, responsável por anos de perseguição em nosso país e que significou a permissão de governantes a desferir punições de maneira arbitrárias contra os e as que eram considerados inimigos do governo na ditadura”, disse a professora Gatti, que em seguida destacou as orientações da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”.

“Há ainda, nos documentos históricos, as orientações da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”, que explicitam que o título concedido ao Coronel Jarbas Passarinho, outorgado em plena ditadura – e só assim o seria – não atendia aos requisitos necessários definidos pela própria instituição (Unicamp)”, disse a professora Gatti.

“A comunidade acadêmica da Unicamp busca ser consequente com as conclusões e orientações das Comissões, em particular com a Comissão da Verdade e Memória “Octávio Ianni”. Por meio de uma recomendação da Comissão Nacional da Verdade, todos os órgãos públicos e privados do país devem se empenhar pela revogação de honrarias concedidas a servidores da ditadura militar”, contextualizou o professor Caio. 

Após praticamente três horas de falas emocionadas, com o gesto de revogação do título concedido no passado, a Unicamp se junta às vozes progressistas desse país em uníssono e diz: Ditadura Nunca Mais!

Fonte: ADunicamp

porFernanda de Freitas

04/10 todos na USP: paralisação contra o arrocho salarial

Ato Conjunto cobra do Cruesp respeito à negociação com as entidades

O Fórum das Seis está organizando um Ato Conjunto, na próxima segunda-feira (4), às 10h, na USP, para cobrar que o Cruesp retome a negociação da nossa Campanha Salarial agendando a reunião do GT Salarial, responsável por discutir as perdas salariais e a valorização dos níveis iniciais da carreira.

A nossa última assembleia (29) aprovou uma paralisação para participar desse ato.

O STU se juntou à Adunicamp e está organizando uma caravana para a USP.

Se você quer participar, envie para nós o seu nome completo e RG para que seja garantida a vaga no ônibus e os materiais para assegurar as condições sanitárias. Anote o nosso contatos: e-mail: [email protected] / WhatsApp: (19) 99744-4890.

A caravana deve sair por volta das 8h da manhã, em local a ser confirmado.

Reitores dão desculpa para prolongar o arrocho salarial

Os reitores se utilizam da Lei Complementar 173 para não conceder reajuste e correção dos demais benefícios, além de outros direitos.

O Fórum das Seis cobrou dos reitores uma negociação que garantisse a correção imediatamente, após a Lei 173 sair de cena provavelmente em janeiro 2022.

O reitor não tem negociado, mesmo que o comprometimento com a folha de pagamento tenha caído para cerca de 70% do orçamento, um dos mais baixos da história.

Fortaleça a nossa luta contra o arrocho salarial, se inscreva na nossa caravana pra USP.

porFernanda de Freitas

Sábado (2) vamos às ruas pelo #ForaBolsonaro

Neste sábado (2) o povo volta às ruas do Brasil inteiro para derrubar Bolsonaro. Vamos denunciar o descaso na pandemia da Covid-19, que levou à morte mais de 590 mil pessoas, e lutar contra as privatizações, o desmonte dos serviços públicos, a retirada de direitos, o empobrecimento da classe trabalhadora.

Pode ser uma imagem de 2 pessoas, pessoas em pé e texto

Estaremos concentrados no Largo do Rosário, a partir das 9h, com o Bloco do STU, defendendo os serviços públicos e a Educação e cobrando a derrubada da PEC 32, do PLC 26 do Doria e do confisco aos aposentados e pensionistas estaduais paulistas, entre outras pautas.

Às 11h está prevista a saída dos ônibus do Largo do Rosário rumo ao Ato Conjunto no MASP, em São Paulo.

Os trabalhadores da Unicamp que quiserem participar da mobilização em São Paulo deve enviar seu nome para a Secretaria do STU pelo e-mail [email protected] ou envie mensagem para o WhatsApp (19) 99744-4890.

Programação – Sábado (02/10)

  • 9h – Largo do Rosário: Concentração da Manifestação
  • 11h – Largo do Pará: Saída dos Ônibus para participar da Manifestação no MASP/SP
  • 13h – MASP em SP: Ato Conjunto
porFernanda de Freitas

Há mil dias no poder, Bolsonaro coleciona mentiras e casos de violações aos direitos humanos

Anistia Internacional reuniu 32 casos de violações aos direitos humanos cometidas por Bolsonaro desde sua posse

Eleito com um discurso abertamente contrário aos direitos humanos, Jair Bolsonaro (sem partido) e sua agenda política tem representado um risco à sobrevivência de diversos grupos sociais.

É o que aponta a Anistia Internacional Brasil no documento “1000 dias sem direitos – As violações do governo Bolsonaro”. A organização catalogou, desde a posse do presidente, um total de 32 situações que levaram a violações de direitos humanos por parte do Governo Federal.

O negacionismo, a omissão de dados, e a falta de assistência aos profissionais de saúde estão entre as violações catalogadas em meio à crise sanitária e econômica no país, que teve início em março de 2020. 

Também é lembrado pela Anistia a falta de um plano de vacinação efetiva para as populações tradicionais. 

Ao longo da crise, tanto a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), como a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ) tiveram que recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pleitear medidas de proteção à saúde básicas para essas populações. 

Como resultado, planos emergenciais foram criados pelo Governo Federal, mas poucas medidas concretas foram adotadas.

A organização também pontuou como violações as reverências públicas do capitão reformado e seus ministros ao período militar.

Dias antes do 55º aniversário do Golpe Militar, em março de 2019, Bolsonaro declarou que a ocasião deveria ser celebrada. O Planalto chegou a divulgar um um vídeo exaltando a data.

Em junho de 2019, exonerou, por meio do Decreto 9.831, os 11 membros do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, que monitora as violações nos presídios e sistema socioeducativo. 

Apenas um mês depois, atacou Fernando Santa Cruz, desaparecido no período militar. O militante é pai de Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e opositor político de Bolsonaro. 

Já em abril de 2020,  Bolsonaro compareceu ao Quartel-General do Exército, em Brasília, para participar de ato em favor da intervenção militar. 

Entre outras ações e manifestações de Bolsonaro levantados pela Anistia, estão: o afrouxamento no controle de armas no Brasil, a partir de decretos federais, especialmente em áreas rurais; o conjunto de intimidações e agressões verbais em sua relação com a imprensa; as ameaças ao estado de direito em atos públicos; a perseguição às organizações não governamentais (ONG´s) e os discursos falaciosos realizados por Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU – que chegou a culpar os próprios indígenas pelos incêndios e a devastação da Amazônia. 

Em meio a este cenário, na próxima sexta-feira (1), um manifesto assinado por 11 personalidades que chefiaram a pasta de Direitos Humanos nos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Roussef (PT), será lançado em evento do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP).

O objetivo do documento, para além da denúncia dos discursos de ódio de Bolsonaro,  é defender a institucionalidade da política de Estado dos direitos humanos, desmontada após o ingresso da extrema direita ao poder.

Institucionalizada pela extinta Secretaria de Estado de Direitos Humanos, em 1996, a pasta guiou mudanças drásticas na estrutura política brasileira no período de redemocratização – ainda marcada pelos resquícios autoritários da ditadura.

Fonte: Brasil de Fato (Foto: Carolina Antunes/Presidência da República)

porFernanda de Freitas

Na cola do Bolsonaro, Doria promove massacre em nossa aposentadoria

Pegando carona nas medidas que promovem o desmonte do serviço público, o governador Doria publicou recentemente o Decreto 65.964, de 27/8/2021, que regulamenta a Reforma da Previdência Paulista (LC 1.354/2021).

Atento a mais uma proposta que visa aniquilar os direitos dos servidores públicos, o Fórum das Seis já está analisando o documento e se articulando junto à Frente Paulista em Defesa do Serviço Público.

Por ora, as entidades apontam a necessidade de reunião conjunta dos jurídicos e das áreas de comunicação para um melhor direcionamento da luta.

Possivelmente, será sugerida uma agenda com conselheiras/os do SPPREV e será verificada a possibilidade de uma manifestação pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

As entidades analisarão ainda a possibilidade de realizar uma manifestação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, na data em que ocorrer o retorno às atividades presenciais dos deputados.

O STU já manifestou repúdio a qualquer tipo de desconto ou redução de direitos nas aposentadorias e pensões de servidores estaduais. Estamos atentos e, se preciso, tomaremos as medidas cabíveis.

Clique aqui para conferir Decreto 65.964, de 27/8/2021

porFernanda de Freitas

Assembleia Geral Virtual de 9/9, às 10h, vai discutir retorno ao trabalho

A assembleia de quarta-feira (1) apontou a necessidade de mobilização para que a reitoria negocie com as entidades a política de retorno ao trabalho presencial e ações contra a PEC 32, que trata da Reforma Administrativa.

Apesar da manifestação do STU e do documento encaminhado à coordenadoria geral da Unicamp, dia 25/08, com a posição da assembleia sobre o retorno ao trabalho presencial, a reitoria tem ignorado a discussão e encaminhado o processo de retomada sem as devidas garantias cobradas pelos trabalhadores.

Pior, fará uma celebração dia 13 para marcar o retorno, desconsiderando que ainda vivemos uma pandemia que mata quase 1 mil pessoas todos os dias por Covid-19.

Não há garantias que a nova variante Delta, a mais grave em circulação, não se irradie pelo país. Para o STU o momento é de cautela e de luto, não de celebração.

E tem mais, a reitoria prepara uma nova portaria flexibilizando ainda mais as exigências sanitárias, como por exemplo, liberando o uso geral do fretado, alterando as regras sobre áreas ventiladas e convocando funcionários que estão no grupo de risco.

Reitoria ignora perigo de contaminação

O STU reafirma o documento aprovado em assembleia que orienta:

  • Priorizar o trabalho remoto (virtual), até que a pandemia esteja controlada;
  • Não assinar nenhum termo de responsabilidade em relação ao retorno porque as relações de trabalho e as responsabilidades das partes já estão asseguradas no contrato de trabalho e na legislação trabalhista;
  • Negociação Já dos termos do retorno ao trabalho presencial.

Defendemos que a Unicamp garanta todas as condições sanitárias para que o retorno seja gradual e seguro, sem flexibilização das regras sanitárias.

Venha pra Assembleia Geral Virtual dia 9 (5ª feira), às 10h, discutir a nossa mobilização contra esses absurdos.

Link de Acesso: https://meet.google.com/sjz-gbou-gbx

porFernanda de Freitas

CIPA divulga mapeamento sobre segurança do trabalho na pandemia

Hoje à tarde (3), a CIPA apresentou o Relatório sobre o Mapeamento da Segurança do Trabalho de Servidores(as) da/na Unicamp no Contexto da Pandemia de Covid-19.

O documento aponta o perfil dos servidores, as estruturas físicas dos ambientes de trabalho presencial e remoto, meio de transporte para deslocamento até o local de trabalho, percepções sobre a saúde mental dos trabalhadores e a atuação da CIPA, entre outros temas.

Com 81 páginas o relatório aponta dados importantes que a Universidade precisa olhar sobre as condições de trabalhado durante a crise sanitária.

Confira abaixo o documento na íntegra ou clique aqui para baixá-lo.