porFernanda de Freitas

Consciência Negra | Lives debatem o impacto da pandemia nas mulheres negras e o embranquecimento dos funcionários da Unicamp


Nos dias 24 e 25 de novembro, ADunicamp, em parceria com o STU, promove os debates com com transmissão on line pelas redes do STU

24 de novembro às 10h

AS MULHERES NEGRAS:  IMPACTOS DA PANDEMIA E RETROCESSOS DA ERA BOLSONARO

• Mediação:

MARGARIDA BARBOSA

Diretora do STU

• Participação:

MAGALI MENDES

Militante do movimento negro, Promotora Popular e ex-diretora do STU

PAOLLA MIGUEL

Militante negra e vereadora em Campinas pelo Partido dos Trabalhadores

ALESSANDRA RIBEIRO

Doutora em Políticas Públicas e da direção do PCdoB

25 de novembro às 10h

A UNICAMP VEM EMBRANQUECENDO OS FUNCIONÁRIOS. PODE ISSO? REFLEXO DA POLÍTICA DE COTAS APROVADAS NO CONSU

• Mediação

 MARLI RODRIGUES ARMELIN

 Diretora do STU

•Participação:

JOÃO RAIMUNDO (KIKO)

Dir. do STU e membro do GT de cotas

APARECIDA DO CARMO  CANDIDO (FCM)

Assistente social – FEM e membro do GT Cotas

JACQUELINE DAMAZIO

Gestora do Centro de Referência em Direitos Humanos na Prevenção e Combate ao Racismo e Discriminação Religiosa

LUCIMARA DA SILVA DA CRUZ ( LUMUSI MUNZANZU)

 Sindicato dos Trabalhadores da UFBA e Secretaria Racial da CTB


Os debates serão transmitidos no Facebook e, também, no canal da ADunicamp no YouTube: youtube.com/adunicamp. O STU irá retransmitir em seu Facebook esse evento.

Participe!

porFernanda de Freitas

LIVE | Docentes negros nas Universidades Brasileiras hoje e os impactos das cotas étnico-raciais

Na sexta-feira (19/11), às 19h, a ADunicamp, em parceria com o STU, promove a live “Docentes negros nas Universidades Brasileiras hoje e os impactos das cotas étnico-raciais para mudanças no atual cenário”.

Participam do evento as docentes:

  • Luiza Oliveira, professora da Universidade Federal Fluminense;
  • Maria Valéria Barbosa, professora da Unesp de Marília e presidente da Comissão de Averiguação da Política de Reservas de Vagas para Pessoas Pretas e Pardas da Unesp;
  • Monica Abrantes Galindo, professora da Unesp de São José do Rio Preto.

A mediação será da professora Debora Cristina Jeffrey, professora da Faculdade de Educação da Unicamp.

O evento será transmitido no Facebook e, também, no canal da ADunicamp no YouTube: youtube.com/adunicamp. O STU irá retransmitir em seu Facebook esse evento.

Participe!

porFernanda de Freitas

CONVOCATÓRIA | Assembleia Geral Virtual – 23/11, às 10h.

A Diretoria do STU realizará no dia 23/11 (terça-feira), às 10h, uma Assembleia Geral Virtual para discutir os indicativos do Fórum das Seis referentes à proposta de atualização da Pauta Unificada/2021, sendo:

  • Reposição de 20% em janeiro/2022, quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados. Esse índice corresponde à inflação me­dida entre maio/2019 e dezembro/2021;
  • Negociação ime­diata tanto da valoriza­ção dos níveis iniciais das carreiras, com base nas propostas do Fórum das Seis;
  • Plano de reposi­ção das perdas restantes, a partir de maio/2012, com a perspectiva de zerá-las na data-base de 2022, incluindo a atualização da infla­ção até abril/2022.
  • Formas de mobilização da categoria e de pressionar os reitores.

Em algumas categorias, já há propostas de atos públicos em janeiro.

O link para a assembleia

https://meet.google.com/jxt-jvmk-gwx

Somente a luta unificada é capaz de garantir avanço na pauta. Venha para a assembleia e traga os seus colegas de trabalho.

Confira mais informações sobre a data-base 2021 no Boletim do Fórum das Seis – 12/11/2021

porFernanda de Freitas

Reajuste de 20% em janeiro, plano de recomposição de perdas e valorização dos níveis iniciais das carreiras, já!

Índice corresponde à perda inflacionária de maio/19 a dezembro/21. Com inflação a galope e silêncio do Cruesp, Fórum das Seis atualiza reivindicações.

Rodada de assembleias de base até 24/11 deve discutir a atualização da Pauta Unificada deste ano e indicativos de mobilização.

Quando o Fórum das Seis apresentou ao Conselho de Reitores (Cruesp) a Pauta Unificada da data-base 2021, no dia 6 de abril, o reajuste necessário para recompor os salários nas universidades estaduais paulistas ao nível de maio/2012 era de 29,81%. A reivindicação, naquele momento, era de 8% em maio/2021 e um plano, de médio prazo, para reposição das perdas restantes.

Nas duas únicas reuniões entre as partes – nos dias 10/6 e 15/7/2021 – os reitores ancoraram-se em suas interpretações da Lei Complementar (LC) 173 para dizer que, mesmo reconhecendo as perdas e estando cientes da boa situação financeira das instituições, apesar da pandemia, estavam impedidos de mexer nos salários até dezembro/2021. Concordaram apenas em criar um grupo de trabalho (GT) para estudar propostas de recomposição de perdas e, também, de valorização dos níveis iniciais das carreiras. Embora tenha se comprometido a agendar reuniões do GT ainda no mês de julho, o presidente do Cruesp e reitor da USP, Vahan Agopyan, não honrou a palavra empenhada publicamente.

O mínimo que os/as servidores/as docentes e técnico-administrativos/as esperavam era uma real negociação das perdas, ainda que os acertos tivessem início em janeiro/22.

Chegamos a meados de novembro e o fim da vigência da famigerada LC 173 se aproxima. No entanto, o Cruesp segue em silêncio frente às seguidas cobranças do Fórum das Seis. A inflação, entretanto, soa mais estrondosa que nunca.

Inflação galopante e assustadora

Reunidas em 10/11, as entidades que compõem o Fórum das Seis avaliaram os números da inflação que assola o país nos últimos meses. Até abril/21, como dito acima, o índice necessário para recompor o poder de compra dos salários aos níveis de maio/2012 era de 29,81%. A inflação (INPC-IBGE) de maio a outubro de 2021 é de 5,96% e uma estimativa conservadora aponta uma inflação de maio a dezembro de 2021 de 8,52%. Considerando estes valores, a reposição necessária para recuperarmos o poder de compra de maio/2012 sobe para 40,87%.

Em outras palavras: em dezembro de 2021 nosso salário estará valendo 40,87% menos do que valia em maio/2012.

Pauta atualizada: 20% em janeiro e negociação imediata do restante das reivindicações do Fórum das Seis

ÍndiceMaio/19 a dez/21
IPC-FIPE20,35%
IPCA18,38%
INPC19,63%

Considerando a suspensão da data-base de 2020 – pelo Fórum das Seis, devido ao início da pandemia – e a ausência de negociações até este momento na data-base de 2021, e diante da queda brutal do poder aquisitivo das categorias, o Fórum das Seis atualiza a Pauta Unificada 2021 e apresenta ao Cruesp as seguintes reivindicações:

  1. Reposição de 20% em janeiro/2022, quando os efeitos da LC 173 estarão encerrados. Esse índice corresponde à inflação medida entre maio/2019 e dezembro/2021, como mostra o quadro.
  • Negociação imediata tanto da valorização dos níveis iniciais das carreiras, com base nas propostas do Fórum das Seis, quanto de um plano de reposição das perdas restantes, a partir de 2012, com a perspectiva de zerá-las na data-base de 2022, incluindo a atualização da inflação até abril/2022. 

Perdas estimadas de maio/19 a dezembro/21 

BASTA DE ENROLAÇÃO E DE FALTA DE RESPEITO ÀS CATEGORIAS E A COMPROMISSOS ASSUMIDOS!

Universidades têm caixa

A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do qual saem os recursos para as universidades (9,57% da quota-parte do estado/QPE), continua superando todas as expectativas. As previsões iniciais da Secretaria da Fazenda do Estado para 2021 – de R$ 118 bilhões – foram superadas com folga e devem chegar ao final do ano em valores superiores a R$ 135 bilhões.

Por conta desse aumento na arrecadação, as universidades receberão, até o final do ano, um valor de mais de R$ 1,6 bilhões além do previsto em seus orçamentos de 2021, aprovados em dezembro de 2020. Ao contrário do alardeado pelo governador João Doria, em entrevista coletiva no dia 20/10, após reunião com os três reitores, as universidades estaduais paulistas não estão recebendo esse montante “a mais” e sim recebendo o que é seu de direito, devido aos 9,57% do ICMS-QPE. Ou seja, não se trata de nenhum “apreço” especial pela ciência ou pelas universidades, mas sim o repasse decorrente do aumento da arrecadação do ICMS.

Comprometimento com salários é o menor da história

Em rota inversa do aumento de recursos para as universidades, os salários dos servidores estão em queda livre. O comprometimento com pessoal (segundo dados da planilha do Cruesp) é o mais baixo da série histórica desde o advento da autonomia universitária (1989): a média das três universidades indica um comprometimento médio acumulado, de janeiro a outubro/2021, de 69,99% (68,16% na Unesp, 68,98% na USP e 71,96% na Unicamp).

Planilha Cruesp de janeiro a outubro/2021: Queda acentuada nos gastos com salários

Situação na Unesp é ainda mais grave

Em maio/2016, a Unesp não honrou o reajuste de 3% concedido pelo Cruesp, implodindo uma política de isonomia de reajustes vigente desde o início das negociações com o Fórum das Seis.

Após sucessivas cobranças, ignoradas pelas gestões anteriores, a atual reitoria da Unesp informa que aplicará os 3% a partir de janeiro de 2022, mas sem pagar os valores retrativos a maio de 2016. No entanto, não é possível esquecer o significativo prejuízo causada pelo calote de maio/2016 até hoje, que corresponde a uma perda em torno de 2,7 salários para cada servidor, de acordo com cálculos da Adunesp e do Sintunesp.

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FÓRUM DAS SEIS INDICA RODADA DE ASSEMBLEIAS DE BASE ATÉ 24/11

Fique atento/a ao chamado da sua entidade. As categorias devem discutir:

  1. A proposta de atualização da Pauta Unificada/2021 e a reivindicação a ser apresentada ao Cruesp: 20% em janeiro/22, negociação da valorização dos níveis iniciais das carreiras e de um plano de reposição do restante das perdas em maio/2022, com a perspectiva de zerá-las na data-base do ano que vem, incluindo a atualização da inflação até abril/2022)
  2. Formas de mobilização e pressão. Em algumas categorias, já há propostas de atos públicos em janeiro.        

No dia 25/11, o Fórum das Seis volta a se reunir para avaliar o resultado das assembleias de base, atualizar a Pauta Unificada e definir os próximos passos.

porFernanda de Freitas

As desigualdades socioeconômicas que atingem a população negra

Novembro dedicado ao dia/mês da consciência negra é um momento nacional de reflexão sobre a necessidade da contínua discussão da formação social brasileira e as relações de poder que colocou à margem parte da população brasileira, em situação vulnerabilidade e insegurança, e também nos  provoca a pensar ações de forma mais intensa que instituem políticas de reconhecimento, reparação e valorização  da população  negra no Brasil. 

56,10%, esse é o percentual de pessoas que se declaram negras no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE portanto, a maioria da população. Mas as desigualdades socioeconômicas atingem essa grande maioria da população.

Covid

O Mapa da Desigualdade apontou, em setembro deste ano, que entre a população negra, 47,6% das mortes ocorreram por causa da Covid-19; já entre a população branca foram 28,1%.

Mortalidade materna entre mulheres negras

Mulheres negras e pardas são a maior parcela entre as vítimas da morte materna. Dos 1.204 óbitos maternos registrados entre 2020 e 2021, em decorrência da Covid-19, 56,2% foram de mulheres pardas e pretas. Nessa população, o risco de morte foi quase duas vezes maior do que entre as mulheres brancas

Violência

De acordo com Atlas da Violência, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), os altos números de violência letal contra a população negra são uma das principais expressões da desigualdade racial no Brasil. Em 2018, a população negra representou 75,7% das vítimas de homicídios no Brasil. Também compõem mais de 60% da população carcerária do país. 

Além disso, as mulheres negras são vítimas mais recorrentes de homicídios e  feminicídios (61%) .

Distribuição de renda e  Mercado de trabalho

No Brasil, os negros ganham menos do que os brancos, mesmo sendo a maior força  de trabalho, 54,9%.  Por outro lado  representam dois terços das pessoas que não têm emprego, trabalham menos horas do que gostariam  ou que estão na informalidade segundo estudo Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, do IBGE.

Representatividade no poder

Pardos e pretos são minoria no Poder Legislativo,  apenas 24,4% dos deputados federais e 28,9% dos deputados estaduais eleitos em 2018. A  representação é um importante instrumento para a construção de debates e projetos que diminuem a desigualdade no Brasil

Dificuldade em continuar estudando

Embora a escolaridade no Brasil tenha avançado, ainda hoje existem 10,1 milhões de jovens que não completaram alguma das etapas da educação básica. Do total, 71,7% são pretos ou pardos. A principal justificativa para o abandono escolar é a necessidade de trabalhar. 

Os dados e números  se agravaram imensamente  durante  o governo Bolsonaro, que sempre teve atitudes e falas racistas, inclusive enfraquecendo a Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR). 

No dia 20 de Novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, entidades sindicais e movimentos populares estarão mais uma vez nas ruas contra a política genocida de Bolsonaro, em defesa da igualdade racial, da vida, da democracia e do emprego. Em Campinas teremos a 20ª Marcha Zumbi dos Palmares, com concentração a partir das 9h30, na Estação Cultura, no centro da cidade. O STU juntamente com a ADunicamp está propondo uma programação. Fique de olho nos nossos canais de divulgação para saber mais informações sobre as celebrações.

porFernanda de Freitas

STU repudia manifestações de Racismo na Câmara de Campinas

Solidariedade à vereadora Paolla Miguel

O STU  repudia veemente  o  ataque racista sofrido pela vereadora Paolla Miguel  (PT), ontem (08/11), na sessão da Câmara Municipal de Campinas. A vereadora defendia um projeto de lei de promoção da comunidade negra e importante para uma política antirracista na cidade,  quando foi agredida verbalmente por um grupo racista e antivacina  que se manisfestava ocupando  parte da área destinada ao público.

No mês de novembro que é dedicado a importantes discussões e ações para combater o racismo e a desigualdade social no país, ataques como esse demonstram  o quando se faz necessário   o debate e a luta  antirracista.

Racismo é crime gravíssimo inafiançável. Práticas e atitudes preconceituosas e racistas  são crimes contra a comunidade negra não devem ser  tolerados. O  ódio racista desconhece  e insurge  contra a formação da identidade do nosso povo. E afronta  a dignidade  da pessoa e aos direitos humanos.
Prestamos a nossa solidariedade  à vereadora Paolla Miguel  que traz consigo a luta da mulher negra contra o preconceito.

Grupo de reacionários racistas e antivacina durante a sessão da Câmara – Foto: reprodução da TV Câmara

porFernanda de Freitas

Oportunidade para o mês de novembro

 Troca de convênio médico – proposta válida somente esse mês

Oportunidade exclusiva  para os/as  funcionários/as da UNICAMP e FUNCAMP, associados ao STU – Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp,  podem fazer  a  portabilidade imediata do seu convênio atual para a Saúde Beneficência, com excelentes condições e  benefícios  com carência zero!*

Uma ótima chance para quem está pagando uma fatura muito alta no seu convênio médico e da sua família. Ou caso não se sinta satisfeito com o seu plano de saúde.  Aproveite essa oportunidade.

*Consulte as condições. Muitos  já fizeram a sua migração. Faça a sua também.  Entre em contato conosco via whatsapp ou por e-mail e não perca tempo, essa oportunidade é por tempo limitado  (válida somente para o mês de novembro).

QUÊM PODE ADERIR? (no ato da contratação)

 Cônjuge ou companheiro (a);
 Filhos (as) e Enteados (as) solteiros de qualquer idade;
 Filhos (as) adotados de qualquer idade;
 Menores tutelados e curatelados;
 Pai e Mãe;
 Sogro e Sogra;
 Netos (as) até 18 anos 11 meses e 29 dias;
 Bisnetos (as) do titular
 Irmãos (as) e sobrinhos (as) do titular
 Tios (as) do titular
 Cunhados (as) do titular
 Noras e genros do titular


INFORMAÇÕES

Whastsapp do STU
 (019) 99744-4890    

E-mails:

 [email protected]

[email protected]

Planos

porFernanda de Freitas

Plenária Nacional contra a PEC 32

As centrais sindicais convocam todos os trabalhadores e trabalhadoras para a Plenária Nacional contra a PEC 32, que ocorrerá no sábado (13), das 8h30 às 13h, pela plataforma Zoom. As inscrições para a atividade podem ser realizadas pelo site bit.ly/inscricao_plenaria

As mobilizações contra a Reforma Administrativa continuam por todo Brasil. Temos que intensificar a luta contra a Proposta que é um ataque frontal aos serviços públicos, como saúde e educação, e que vai atingir sobretudo os mais pobres.

Vamos derrotar a PEC 32, Bolsonaro, Mourão, Guedes e todos que exploram e oprimem nossa classe! Participe da Plenária!

Inscreva-se, vagas limitadas
bit.ly/inscricao_plenaria

porFernanda de Freitas

Após aprovação do PLC 26, a minirreforma de Doria, veja o que mudou nos seus direitos. Luta prossegue contra a reforma de Bolsonaro

As entidades que compõem o Fórum das Seis participaram ativamente das mobilizações presenciais e virtuais contra o projeto de lei complementar (PLC) 26, a minirreforma administrativa encaminhada à Assembleia Legislativa (Alesp) pelo governador João Doria. Elas atuaram organizadas na Frente Paulista em Defesa do Serviço Público, que reúne cerca de 80 sindicatos e movimentos representativos do funcionalismo. Mas a intensa mobilização não deu conta de competir com a distribuição de emendas em troca de votos, de acordo com denúncias que circularam na casa, e o projeto acabou aprovado em 19/10, por 50 votos a 29.

O PLC 26 – agora transformado na lei complementar (LC) 1.361/21, publicada no Diário Oficial do Estado em 22/10/2021 – confisca uma série de direitos dos servidores públicos estatutários e dificulta bastante o usufruto de outros.

Estas são as principais mudanças:

– A nova lei aprovada estende a Bonificação de Resultados, baseada em produtividade, a vários setores do serviço público paulista (as universidades estaduais ficam de fora, devido à autonomia administrativa e de gestão; o Centro Paula Souza já contempla o bônus e, agora, adapta-se às novas regras);

– Disciplina e amplia a contratação de temporários;

– Extingue as faltas abonadas;

– Acaba com a correção anual pelo IPC do adicional de insalubridade;

– Acaba com o pagamento de insalubridade nas licenças-prêmio;

– Revoga o pagamento das licenças-prêmio na aposentadoria e falecimento;

– Estabelece novos critérios (mais rígidos) e menores valores para a concessão do abono permanência, que valerá pelo período de 12 meses, podendo ser revisto.

Além disso, cria a Controladoria Geral do Estado, que pretende congregar as funções de auditoria, ouvidoria, corregedoria e controladoria, tal como se dá no âmbito federal, com a Controladoria Geral da União – CGU. Sobre a assistência técnica em ações judiciais, prevê a autorização legal para que o Procurador Geral do Estado possa indicar servidor público para atuação como assistente técnico nas ações judiciais de competência da Procuradoria Geral do Estado – PGE, sem prejuízo de suas funções. Na prática, servidores já contratados poderão ser designados para atuação como assistentes técnicos da PGE nas ações judiciais, em verdadeiro desvio de função, de tal forma a caracterizar uma fraude a concurso público, e delegando funções que seriam da própria PGE, com o intuito declarado de economizar na contratação de pessoal.

   As poucas medidas consideradas positivas para o funcionalismo são:

– A previsão de licença de 180 dias em caso de adoção, com vencimentos integrais, passa do atual limite de “até sete anos” para “adoção de criança ou adolescente”.

– A concessão do adicional de insalubridade, após a homologação do laudo, produzirá efeitos pecuniários a partir da data de início de exercício da atividade ou local considerado insalubre. Antes, os efeitos pecuniários tinham início a partir da homologação.

A seguir, confira as principais mudanças e quando passam a vigorar. Se desejar, clique para conferir um comparativo entre as antigas e novas regras, elaborado pela advogada Lara Lorena, que assessora a Adunesp e a Adusp.

LC 1.361/21 – Destaques Iniciais

Trata-se apenas de alguns pontos, que são os mais impactantes. É possível que haja alterações, pois o texto da lei contém erros, de acordo com juristas.

I – VIGÊNCIA

Esta lei complementar e suas Disposições Transitórias entram em vigor na data de sua publicação (22/10/21), produzindo seus efeitos a partir de 01/11/2021. Em resumo, como regra geral, a lei só “valerá” a partir de 1º de novembro de 2021. Mas há exceções!

II – Deixarão de existir, a partir de 1º de novembro de 2021: 

  1. Processo por Abandono de cargo (será substituído por Processo Inassiduidade)
  2. Faltas abonadas
  3. Salário-esposa
  4. Dispensa de inspeção médica
  5. Reajuste automático, anual, do Adicional de Insalubridade
  6. Incidência do Adicional de Insalubridade sobre a licença-prêmio
  7. Incidência do Adicional de Insalubridade sobre faltas abonadas

III – Já valem, a partir da data de publicação da lei (22/10/2021)

  1. A criação da Controladoria Geral do Estado – CGE
  2. O impedimento de participar dos processos seletivos no PEI dos servidores que tiverem sofrido penalidades, por qualquer tipo de ilícito, nos últimos 5 (cinco) anos.
  3. A prorrogação, até 31/12/2022, dos docentes e AOEs contratados temporariamente. PORÉM, “somente serão prorrogadas as contratações de Agentes de Organização Escolar que se mostrarem necessárias para a manutenção de atividades consideradas essenciais de acompanhamento dos protocolos de higiene e distanciamento social controlado no âmbito das unidades escolares estaduais, no âmbito do retorno das atividades presenciais”. (Nota da redação: aplica-se à rede estadual de ensino).

IV – Entram em vigor em 1º de janeiro de 2022

  1. As novas regras do adicional de insalubridade
  2. A nova carreira e as novas tabelas dos Agentes de Organização Escolar (Nota da redação: aplica-se à rede estadual de ensino).
  3. A nova Bonificação por Resultados – BR (Nota da redação: não se aplica às universidades estaduais; o Centro Paula Souza já contempla o bônus, que agora adapta-se às novas regras).

V- Abono de Permanência

  1. Ao servidor que, até a data de entrada em vigor da Lei Complementar nº 1.354 (que instituiu a reforma da Previdência paulista), portanto, dia 6 março de 2020, havia completado os requisitos para aposentadoria voluntária, fica assegurado o direito ao abono de permanência…até completar as exigências para a aposentadoria compulsória.
  2. Até que seja editado novo ato, o abono de permanência será concedido em seu valor máximo aos respectivos servidores titulares de cargos de provimento efetivo que tenham completado as exigências para a aposentadoria voluntária até 6/3/2020. Após essa data, e até que seja editada a regulamentação no âmbito de cada Poder, como previsto nas Disposições Transitórias da LC 1.361/21, o abono de permanência continuará sendo devido no grau máximo. Após a regulamentação, seguirá a respectiva normativa editada.
  3. A partir da entrada em vigor dessa lei complementar, o abono de permanência poderá ser concedido ou não, ao titular de cargo efetivo, em percentuais ou integral, de acordo com novas normas, com destaque para a “necessidade de retenção de servidores”. Ainda, a definição sobre a necessidade ou não de retenção de servidores será feita anualmente.

VI – Licença-Prêmio

  1. A licença-prêmio está mantida, por estar prevista na Constituição Federal.
  2. O limite de faltas justificadas, de licença para tratamento de saúde ou por motivo de doença em pessoa da família, durante o período de 5 anos, cai de 30 para 25 dias.
  3. Poderá ser convertida em pecúnia, mediante requerimento, uma parcela de 30 dias de licença-prêmio aos profissionais que se encontrem em efetivo exercício.

VII – Dispensa/demissão por Inassiduidade

  1. Será um procedimento mais simples e mais rápido.
  2. Para tanto, basta que o servidor se ausente do serviço, sem causa justificável, por mais de 15 dias consecutivos, ou por mais de 20 dias úteis intercalados, durante um ano.

VIII – Outros destaques

  1. Foi criado um “banco de horas”; um sistema de compensação de horas trabalhadas a mais, para evitar pagamento de horas-extras, principalmente em casos de convocações. Esse sistema será disciplinado em regulamento.
  2. São estipuladas novas regras (condições e prazos) para a contratação por tempo determinado de servidores. Destaque para a possibilidade de contratação em razão de “greve que perdure por prazo não razoável” e por “greve considerada ilegal pelo Poder Judiciário”.

Segue a luta contra a PEC 32, a reforma administrativa federal

O presidente da Câmara dos Deputados e apoiador do governo Bolsonaro, Arthur Lira (PP/AL), ainda não conseguiu consolidar os votos necessários para colocar em votação a proposta de reforma administrativa federal (PEC 32), que contém mais ataques aos serviços públicos e ao funcionalismo (fim da estabilidade, contratações sem concurso, terceirizações e privatizações, entre outros).

Temos que aumentar a pressão nas ruas, nas redes e no Congresso. A um ano das eleições de 2022, o recado aos parlamentares é um só: quem votar contra os direitos do povo brasileiro, não volta.

Acesse

https://napressao.org.br/campanha/nao-a-reforma-administrativa

e pressione as/os deputadas/os.

via Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

ATO CONTRA O FIM DO SERVIÇO PÚBLICO

Hoje (28/10) às 16h na Praça da República, em SP

Vamos realizar grande ato para defender os direitos das trabalhadores de trabalhadoras do serviço público,  lutar contra o ataque ao serviço público e a população.  Precisamos impedir a votação da PEC32  que decreta o fim da carreira dos servidores públicos.

O STU estará fazendo  uma caravana para o ato em São Paulo, o ponto de encontro na sede do STU  às 13h.

Participe de  forma presencial e virtual

DIGA NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA

A PEC 32 (Reforma Administrativa) se apoia em informações falsas, dados inconsistentes, estudos a que ninguém pode ter acesso, velhos preconceitos e uma forte carga ideológica para aprovar uma agenda que dá carta branca para políticos dominarem completamente a máquina estatal.

Vamos pressionar os parlamentares para votarem contra à PEC

Acesse o link:

https://napressao.org.br/campanha/diga-nao-a-reforma-administrativa

porFernanda de Freitas

STU SE REÚNE COM CECOM PARA DISCUTIR A PAUTA DE VACINAÇÃO

No dia 15/10,  o STU participou de uma reunião com a direção do CECOM para discutir a pauta das vacinas, a partir das demandas levantadas por diretoras do sindicato da área de saúde. O diretor Kiko esteve na reunião representando  o STU , e  pelo CECOM  (Centro de Saúde da Comunidade) estiveram presentes a coordenadora Rose e o coordenador adjunto Rogério.

Na reunião foram pontuadas as seguintes questões:

Responsabilidade  sobre a vacinação

Cabe às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual. No caso da 3º dose, assim como ocorreu no início da vacinação em que os hospitais ficaram responsáveis por vacinar suas equipes, esse procedimento foi mantido para a dose de reforço.  A Secretaria de Saúde repassou 4 mil doses da vacina para Unicamp. A Unicamp optou por usar o sistema de agendamento da Secretaria Municipal de Saúde  para permitir organizar melhor o processo de vacinação e dar liberdade de escolha dos dias e horários mais convenientes para o funcionário. Por isso a inscrição e o agendamento é o mesmo da Secretaria Municipal de Saúde.

Quem pode e deve tomar a 3ª dose

Trabalhadores da saúde que  receberam a última dose (2ª dose)  da vacinação inicial  há  mais de seis meses.  Nesta primeira fase destina-se aos trabalhadores que tomaram a segunda dose nos meses de janeiro/fevereiro/março. O calendário dos que tomaram a 2º dose em abril será aberto em breve. Apesar do CECOM estar realizando a vacinação da 3ª dose, o trabalhador da saúde também pode tomá-la na unidade de saúde de sua cidade, mediante a devida comprovação.

Sobre o horário da vacinação – das 8h30 às 14h30

Com o objetivo de permitir uma melhor distribuição e organização do processo de operacionalização da vacina, a campanha está ocorrendo no espaço da Legolândia / FCM.

A partir das 8h30

 De acordo com o CECOM a sistematização na logística de preparação, transporte e segurança, dificulta a antecipação desse horário.

 Até às 14h30

O limite é decorrente  da abertura do lote de vacinas  e a necessidade de tempo –  se houver sobras de doses –  em repassá-las  aos postos de saúde para serem utilizadas no mesmo dia. Uma vez aberto o lote, ele não pode ser armazenado de um dia para o outro. Com base nessa estrutura, o CECOM não conseguiu adequar um horário mais abrangente para atender os trabalhadores do período noturno.

Sobre as 1ª e 2ª doses

O  processo de vacinação fora esse da 3ª dose é conduzido pela Secretaria de Saúde, utilizando os critérios públicos de inscrições. Nesse caso, todos com mais de 18 anos, que ainda não tomaram devem agendar no sistema da Secretaria de Saúde.

Compromissos que o CECOM assumiu para o STU

– Elaborar uma planilha com os dados comparativos entre o percentual de vacinados e  como o horário influiu no processo do esquema vacinal de reforço. E a partir dos dados levantados,   discutir alternativas com o sindicato  que facilite a vacinação da 3º dose dos trabalhadores do período noturno.

– Organizar uma nota informativa às unidades de saúde dando mais esclarecimentos sobre o processo de vacinação.

porFernanda de Freitas

Em novo documento ao Cruesp, Fórum cobra respostas sobre declarações do governador, repasses, contratações e aposentadorias

Após enviar ao Conselho de Reitores (Cruesp) uma Carta Aberta, na qual cita a boa situação financeira das universidades estaduais e cobra respostas sobre negociações, reposição salarial e outros (confira no verso), o Fórum das Seis encaminhou novo documento aos reitores.

            Desta fez, trata-se de um ofício (nº 17/2021), com pergunta relacionadas às condições de trabalho de servidores docentes e técnico-administrativos (contratações, aposentadorias), bem como questionamentos sobre a entrevista coletiva dada pelo governador João Doria em 20/10. Nela, Doria anunciou o repasse de um crédito suplementar às universidades ainda em 2021, no valor total de R$ 1 bilhão, relativo ao crescimento da arrecadação do ICMS, que superou os valores previstos na lei orçamentária deste ano. Também anunciou a previsão de repasses para 2022, evidenciando os “aumentos” em relação a 2021.

            Confira a seguir as questões presentes no Ofício Fórum 17/2021. Clique para ler

porFernanda de Freitas

CARTA ABERTA DO FÓRUM DAS SEIS AO CRUESP E ÀS REITORIAS

A comunidade pede respeito e respostas

20/10/2021

O ano de 2021, segundo na pandemia de Covid-19 e seus nefastos efeitos para a sociedade, já entrou em seu trimestre final. O avanço na vacinação, embora ainda aquém do necessário, joga luz nas esperanças de superação desta enorme tragédia social que, a bordo do negacionismo e de políticas genocidas, ceifou a vida de mais de 600 mil pessoas em nosso país e lançou dificuldades e angústias sobre o conjunto da classe trabalhadora, entre elas o crescimento do desemprego, da inflação e da deterioração do poder de compra dos salários.

Aproveitando-se da pandemia, os governos federal e estadual lançaram mão de seguidos ataques contra o funcionalismo público, entre eles a aprovação da Lei Complementar (LC) 173/2020, pelo governo Bolsonaro, e da Lei nº 17.293/2020 (proposta pelo Projeto de Lei 529/2020), pelo governo Doria. Ambos os governos, não contentes, querem ir além em suas propostas de reforma administrativa: o primeiro, com a PEC 32, e o segundo, com o PLC 26.

Neste cenário, o poder aquisitivo do funcionalismo, já corrompido por anos de pouca ou nenhuma reposição inflacionária, minguou rapidamente em 2020 e 2021. Utilizando como justificativas interpretações bastante discutíveis da LC 173, os reitores das universidades estaduais paulistas optaram por abrir mão da autonomia universitária e impor aos/às servidores/as docentes e técnico-administrativos/as um confisco salarial draconiano. O arrocho salarial soma-se à falta de contratações – escassas desde 2014 e congeladas a partir da LC 173/2020 – para agravar as condições de vida e de trabalho dos/as servidores/as.

 Já o caixa das instituições, turbinado por uma surpreendente arrecadação do ICMS, imposto que é base para o repasse dos 9,57% às universidades estaduais paulistas, vai muito bem. A média do comprometimento com folha de pagamento das universidades, em setembro/2021, ficou em 69,99% (68,59% na Unesp, 69,47% na USP e 72,66% na Unicamp), a menor desde o advento da autonomia, em 1989.

Em 2020, sob impacto das incertezas que chegavam com o início da pandemia, o Fórum das Seis suspendeu a data-base. Em 2021, em meio à conjuntura descrita acima, as entidades representativas que compõem o Fórum elaboraram uma pauta de reivindicações e a protocolaram junto aos reitores em 9 de abril. Nas duas únicas reuniões de negociação da data-base deste ano, eles concordaram apenas em criar um grupo de trabalho (GT) para formular alternativas para um plano de recuperação de perdas salariais e um plano de valorização dos níveis iniciais das carreiras. O GT teve somente uma reunião e, apesar do compromisso assumido pelo presidente do Cruesp, durante a negociação de 15/7, de que seria retomado em julho, isso ainda não aconteceu.

Além do agendamento das reuniões do GT Salarial, o Fórum das Seis reivindicou, também, uma reunião para debater um dos pontos da Pauta de Reivindicações 2021, intitulado “Plano  Sanitário e Educacional”, no qual as entidades listam os itens a serem discutidos na construção de um retorno presencial seguro em meio à pandemia. Também não houve retorno a este pleito. Diante do exposto, o Fórum das Seis faz as seguintes perguntas ao Cruesp:

 1) A interpretação política adotada pelas reitorias em relação à LC 173/2020, de que não é possível a concessão de reajuste salarial até dezembro/2021, também as impede de discutir reajustes projetados para 2022 com o Fórum das Seis?

2) USP e Unicamp promoveram progressões e promoções nas carreiras docentes, a serem incorporadas nos salários em 2022. Os reitores não veem contradição nessa postura? Além disso, por que só promover progressões e promoções para algumas poucas pessoas – o que, aparentemente, segundo postura do próprio Cruesp, não seria possível devido à aplicabilidade da LC 173/2021, na medida em que altera a remuneração – e também não reajustar salários para todos/as os/as servidores/as das universidades estaduais paulistas?

3) O Cruesp considera a possibilidade de reedição da LC 173 ou mesmo da criação de nova norma similar pelo governo do estado de São Paulo, que impeça reajustes salariais para os/as servidores/ as públicos/as em 2022? Se sim, quais medidas preventivas estão sendo elaboradas para evitar mais um ataque aos salários dos/as servidores/as?

4) Considerando os bons resultados da arrecadação do ICMS em 2020 e 2021 e as “economias” feitas com o arrocho salarial e a falta de contratações, os reitores não consideram a possibilidade de uma ação do governo do estado para confiscar ou contingenciar as reservas das universidades, a exemplo do que tentou fazer com o PL 529/2020? Caso a resposta seja positiva, quais medidas preventivas estariam sendo consideradas para a proteção do patrimônio das universidades?

5) Qual é a posição do Cruesp sobre o PLC 26/2021 (votada na Alesp) e a PEC 32/2020 (no Congresso Nacional)? Houve alguma ação no sentido de proteger os direitos dos/os servidoras/es docentes e técnico-administrativas/os?

6) Por que as reuniões compromissadas entre Cruesp e Fórum das Seis, entre elas a do GT Salarial, ainda não foram agendadas?

 O Fórum das Seis espera respostas do Cruesp a estas questões, de modo a dissipar a sensação de desrespeito e descaso que transparecem do panorama exposto nesta carta aberta.

São Paulo, 20 de outubro de 2021.


via Fórum das Seis

porFernanda de Freitas

Retorno ao trabalho presencial com segurança

 Na última quarta-feira (20/10) aconteceu uma reunião entre o STU e representantes com a Reitoria para dar continuidade no debate da  pauta sobre  a política sanitária do retorno. A reunião é a  continuidade do encontro realizado em 13 de setembro. O STU   destaca a importância da continuidade das medidas necessárias para proteção dos funcionários.

Diversos pontos que tratam  de garantias à saúde e na segurança dos/as trabalhadores/as

Os fretados

A reitoria se comprometeu a fazer uma discussão específica  com o STU e a prefeitura do campus para discutir as questões específicas do fretado no que diz respeito a ventilação e distanciamento. 

Ambientes interno

 Foi anunciado  um conjunto de providências para garantir a filtragem do ar nos aparelhos de ar condicionados, mas  estas dependem de contratações.

Avaliação sanitária das Unidades

Alegou que delegou aos comitês locais  um balanço das dificuldades sanitárias nas unidades e que fará uma cobrança com agenda para que se tenha um balanço da situação. As unidades devem recorrer se necessário as análises técnicas arquitetônicas e da segurança do trabalho.

Máscaras

A Unicamp reafirma política centralizada de distribuição das máscaras e mantém como prioridade a distribuição de máscaras tipo cirúrgica e as Pff2 só para situações específicas. 

Os representantes reafirmaram a preocupação com política do retorno, sem que as condições sanitárias sejam asseguradas e que a reitoria deveria ampliar o debate com as entidades, uma vez que  existe a tendência no agravamento dos problemas  na medida da ampliação do retorno e aumento da população que frequenta o ambiente universitário.