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Boletim do STU 044/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de junho de 2016.

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Boletim do STU 043/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 16 de junho de 2016.

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Ao vivo: Debate sobre novo Marco Legal da Ciência e Tecnologia

Acontece agora o debate “Ciência e Tecnologia Públicas: caminho para uma sociedade igualitária”, uma parceria entre o STU, a Adunicam, a Adusp e outras entidades. Das 13h30 às 19 horas, no auditório da Adunicamp, será realizada discussão sobre o novo Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação – uma lei aprovada em janeiro deste ano, sob o número 13.243/2016 – e contará com a presença do jornalista Luiz Nassif, Epitácio Macarro e Renato Dagnino, em seguida acontecerá confraternização com apresentação do grupo Breusil Cordas Brasileiras. O evento é transmitido nos sites www.socializandosaberes.net.br e www.ctpublica.wordpress.com.

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Resposta à mídia golpista e mentirosa

O jornal “Folha de S.Paulo” voltou a atacar as universidades estaduais paulistas em editorial publicado no último dia 25/5 acusando a luta dos trabalhadores técnico-administrativos e docentes de ser uma mobilização corporativa, irresponsável nas “torres de Marfim” da educação paulista. Na sequência, “O Estado de S.Paulo”, também em editorial publicado no dia 5/6 voltou a incitar a população contra a greve unificada ocultando suas reivindicações e destacando “grupos de alunos e servidores anti-ocupação”. Isso após ter divulgado em matéria sobre tais grupos uma foto de assembleia dos servidores em greve, distorcendo fatos e informações.
Em nenhum jornalão paulista discute-se a crise de financiamento enfrentada pelas principais universidades do país, que têm o repasse orçamentário congelado em 9,57% do ICMS há 21 anos, embora tenham computado uma expansão de mais de 80% dos quadros de estudantes de graduação e pós -graduação e expandiram enormemente o número de cursos oferecidos e campi.
Ainda que a greve fosse apenas por reajuste salarial, o Supremo Tribunal Federa já pacificou que a reposição das perdas inflacionárias anuais é um direito constitucional – que está sendo negado aos trabalhadores pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp). O IPC-Fipe – índice comumente utilizado pelo Cruesp em contraposição ao IVC/DIEESE reivindicado pelas entidades sindicais – somou 10,03% entre maio/2015 e abril/2016. Ao passo que o ICV no mesmo período é de 9,34%. Os reitores, no entanto, unilateralmente encerraram nas negociações impondo a reposição de apenas 3% das perdas do último ano. No caso da Unesp, o reitor José Durigan ainda comunicou que tal índice só seria incorporado aos salários “quando possível”. Ou seja, as universidades estão francamente em conflito com o ordenamento jurídico e avançando na quebra de isonomia do sistema educacional superior paulista.
Mas a greve também se insurge contra a postura dos reitores que aceitam o fato do governo do Estado descontar da base de cálculo do ICMS destinado às universidades paulistas várias rubricas, maquiando uma apropriação indevida de recursos que deveriam ser constitucionalmente enviados às instituições para a manutenção dos principais centros de excelência do país. No caso da Unicamp, soma-se a isso o descumprimento desde 2005 de acordo firmado com o próprio governador Geraldo Alckmin para ampliar em 0,05% a quota-parte do imposto a ser repassada em contrapartida à criação do campus de Limeira. Ou seja, também o governo estadual vem agindo em descumprimento da legislação e de acordos assinados, mas sobre isso a mídia paulista nada tem a dizer.
Enquanto isso, os hospitais universitários caem aos pedaços, há alagamentos na cidade universitária de Barão Geraldo quando chove – e mesmo dos prédios não é possível escapar às goteiras -, estudantes não têm políticas de permanência nas instituições a fim de concluírem seus cursos, e o acesso às universidades segue sendo excludente da população que constrói a riqueza do Estado – especialmente a população negra e afrodescendente.
Repudiamos a postura mentirosa e anti-jornalística dos veículos de imprensa paulistas. A sociedade precisa ser informada sobre o que se passa na Unicamp, USP e Unesp porque essas são patrimônios da população paulista que vêm sendo dilapidados pelo projeto tucano de desmonte da educação.

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Boletim do STU 042/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 15 de junho de 2016.

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Boletim 041/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 14 de junho de 2016.

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Reitores do Cruesp têm os maiores vencimentos do Brasil

Dinheiro tem! O que falta aos reitores é disposição de negociar.

Os reitores da USP, Unesp e Unicamp estão entre os maiores vencimentos do cargo em todo o país. No caso da Unicamp, a situação é ainda mais escândalosa. Os vencimentos do reitor José Tadeu Jorge (salário, gratificações e dupla matrícula) estão acima de todos os limites legais.
Tadeu recebe 51.175,36, enquanto o maior salário permitido por lei acaba de ser reajustado para R$ 39.293,38. Mas o teto salarial constitucional paulista é de, no máximo, R$ 21.631,00. O valor é o do salário bruto do governador do Estado.
Enquanto isso, o presidente do Cruesp se recusa a retomar a negociação salarial com as categorias em luta, tentando impor um reajuste de menos de um terço da inflação.

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Entidades organizam debate sobre novo Marco Legal da Ciência Tecnologia nesta 3ª

O STU, a Adunicamp, a Adusp e outras entidades realizam amanhã (14) o debate “Ciência e Tecnologia Pública: caminho para uma sociedade igualitária. O evento acontece das 13h30 às 19 horas, no auditório da ADunicamp, e será seguido de uma confraternização com apresentação do grupo Breusil Cordas Brasileiras.
Estarão presentes o jornalista Luiz Nassif, Epitácio Macarro e Renato Dagnino
O novo “Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação”, uma lei aprovada neste ano, sob o número 13.243/2016, avança na privatização da pesquisa, docência e pesquisa nas universidades.
Haverá transmissão do evento nos sites socializandosaberes.net.br e ctpublica.wordpress.com.

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STU presente no 2º Congresso Mundial dos Aposentados

O STU esteve representado no 2º Congresso Mundial dos Aposentados, realizado na cidade mineira de Araxá entre os dias 8 e 13 deste mês. O diretor do sindicato e integrante da Coordenação de Aposentados e Assuntos de Aposentadoria, José Aparecido Calderaro (o Cido), participou.
O encontro debateu questões como a situação dos diversos sistemas de previdência frente à crise internacional, com destaque para a ameça de nova contrarreforma previdenciária imposta pelo governo golpista de Michel Temer e a defesa da reativação do Ministério da área, também extinto por Temer.
Com participação de autoridades, especialistas e dirigentes sindicias de diversos países, o evento teve como objetivo impulsionar uma articulação internacional de aposentados para luta em defesa da previdência e do direito à aposentadoria.

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Boletim do STU 040/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 13 de junho de 2016.

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Boletim do STU 039/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de junho de 2016.

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Boletim do STU 038/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 9 de junho de 2016.

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Boletim do STU – Especial Área da Saúde

Baixe aqui Boletim do STU – Especial Área da Saúde, de 9 de junho de 2016.

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SOS UNIVERSIDADE é lançado na Unicamp

Iniciou neste momento o debate de lançamento do movimento SOS UNIVERSIDADE, no auditório da Adunicamp.
O evento está sendo transmitido ao vivo emwww.socializandosaberes.net.br

Confira abaixo a íntegra do manifesto

MANIFESTO “SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA”

Temos notado claramente que o governo interino federal e o governo estadual paulista, apoiados pela maioria dos congressistas e pela grande mídia, que tem usado de seu poder para defender os interesses das elites em detrimento da grande maioria da população brasileira, vêm buscando implantar “pacotes” e projetos que não apenas inviabilizam políticas de Estado, mas pretendem claramente ir contra o próprio Estado.

Particularmente em relação à educação, as ações governamentais têm contribuído para um desmonte sistemático do ensino público e gratuito. Isso tem sido fortemente adotado, já há anos, pelo governo estadual paulista, ao se omitir deliberadamente de sua responsabilidade ante a deterioração do orçamento das universidades, bastante comprometido pela subtração indevida de recursos da base de cálculo do ICMS que deveriam ser repassados integralmente à USP, UNICAMP E UNESP. No nível federal, percebem-se também fortes tentativas de descaso com a educação pública superior, seja por meio de ações como a extinção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, seja por defender propostas excludentes e elitistas de privatização do ensino superior.

É contra essas tentativas de desmonte da educação superior pública que surge o SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA, um movimento da Unicamp cujo objetivo é lutar pela conscientização não apenas da comunidade acadêmica, mas também da opinião pública, sobre a necessidade de garantia de que a universidade permaneça pública e gratuita. Para isso, o movimento SOS UNIVERSIDADE PÚBLICA busca envolver não somente docentes, discentes, funcionários das universidades públicas, mas também diversos setores da sociedade (agentes da educação básica, representações sindicais, frentes populares, movimentos sociais e a população em geral) em torno de um conjunto amplo de debates e ações cujo mote seja: VAMOS DEFENDER A UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE E SOCIALMENTE REFERENCIADA PARA TODOS!

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Boletim do STU 037/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de junho de 2016.

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Boletim do STU 036/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 8 de junho de 2016.

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Boletim do STU 035/16

Baixe aqui Boletim do STU, de 3 de junho de 2016.

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Greve cresce em todas as universidades

Comando de Greve se reúne hoje às 14 horas no PB * Fórum das Seis também tem reunião hoje, em São Paulo, para discutir próximos passos da Campanha Salarial Unificada.

A greve só cresce com intransigência do Cruesp em não conceder reajuste (já que os 3% oferecidos não chegam nem perto da inflação, que bateu em 10%). O encerramento unilateral das negociações pelos reitores fez com que a indignação com o desrespeito crescesse ainda mais e os professores, estudantes e técnico-administrativos de locais que ainda não tinham aderido entrassem em greve por tempo indeterminado.

Construir as ações da Greve Unificada na Unicamp
O desafio apontado nas reuniões de unidades é a construção de uma agenda comum de toda a comunidade universitária nos locais de trabalho como nas ações gerais realizadas na Universidade.
Hoje o tema será debatido no Comando, que buscará dialogar com a Adunicamp, o DCE e o movimento #OcupaTudoUnicamp a intensificação de agendas unificadas.
Na semana de 13 a 17/6, o Fórum das Seis convocará novo ato conjunto das três universidades na capital. A data será discutida na reunião de hoje do Fórum, à luz dos debates nas bases dos trabalhadores e estudantes em greve. A proposta do STU é que a atividade aconteça no dia 14.
Seguindo a orientação de fortalecer a greve unificada, as unidades devem se reunir hoje pela manhã. Os locais de trabalho que ainda não elegeram representantes para o comando devem fazê-lo.

Quadro da Greve Unificada

Adusp – Em assembleia realizada em 31/05, os docentes decidiram pela continuidade da greve. Nova assembleia está agendada para o próximo dia 08.
Adunicamp – A assembleia de 01/06 deflagrou greve por tempo indeterminado. Também em 08/06 os docentes têm nova assembleia.
Adunesp – Já estão em greve os campi de Franca, Bauru, Marília e Araraquara. Demais campi ainda estão em processo de assembleias.
Sintusp – Greve deflagrada em 12/05. No dia 06/06 haverá um debate com a participação do juiz do Trabalho e professor da Faculdade de Direito, Jorge Luiz Souto Maior, e o deputado Carlos Gianazzi sobre sobre o corte de ponto, e uma reunião com presença do Ministério Público, entre a direção do hospital universitário e os médicos e trabalhadores em greve.
Sintunesp – Estão em greve os campi de Araraquara, Assis, Bauru, Botucatu, Franca, Marília, Jaboticabal, Presidente Prudente, Sorocaba. Iniciam a greve a partir de hoje os campi de Guaratinguetá e São José do Rio Preto, e Araçatuba a partir de amanahã. Demais campi ainda estão em processo de assembleia.
Estudantes – A reitoria da Unicamp está ocupada desde 10/05, e diversas atividades estão sendo realizadas, com crescimento diário da greve. Na USP, o prédio de Letras (FFLCH) foi ocupado em 11/05 e a greve geral foi decretada em 12/05. Até o momento são 9 unidades com cursos em greve. No caso da Unesp, a greve estudantil acontece atualmente nos campi de Presidente Prudente, Bauru, Assis, Marília, Franca e São Paulo (Barra Funda), com diversas ocupações.

 

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Boletim do STU 034/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 3 de junho de 2016.

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Transmissão ao vivo do ato de hoje!

O ato conjunto dos trabalhadores da Unicamp e dos servidores municipais de Campinas, que acontece neste momento no Paço Municipal, está sendo transmitido ao vivo pelo Coletivo Socializando Saberes.

Acessando o link https://www.youtube.com/watch?v=GoieT6wE4zg é possível acompanhar a transmissão!