Autor admin

poradmin

Boletim do STU 053/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 30 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_053_final.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 052_2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 29 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_052_2016_final.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 051/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 28 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-51finall.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do Fórum das Seis

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-do-F6-24-6-2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Carta Aberta – Área da Saúde

Baixe aqui Carta Aberta -Área da Saúde

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/BoletimSTUSAÚDE_2806.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim 050/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 27 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_050_final.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim dos Aposentados

Baixe aqui Boletim dos Aposentados.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-dos-Aposentados.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Carta aberta dos funcionários do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Unicamp em busca da valorização institucional

Acesse apetição Pública em

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR92374

Carta aberta dos funcionários do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Unicamp em busca da valorização institucional
Em face da atual crise política, financeira e social que as universidades estaduais paulistas vêm enfrentando ao longo dos últimos meses e o consequente acirramento e embate de opiniões divergentes entre estudantes, professores e funcionários. Vimos através dessa carta expressar nossa preocupação em relação a dificuldade de se estabelecer uma conversa tranquila e respeitosa entre todas as partes envolvidas. O momento requer calma, tranquilidade e um esforço de todas as categorias, em considerar o “estar no lugar do outro” para evitar um conflito ainda maior. Todos devem ter voz, e embora exista uma tendência de supremacia de uma categoria em relação as demais, é importante encontrar um equilíbrio de modo que se evite o distanciamento entre elas.
A crise que se instalou na universidade vem prejudicando o convívio, a discussão livre de ideias e, especialmente, degradado as relações humanas. Esse cenário tem se mostrado cada vez mais adverso e crítico para todos, especialmente aos funcionários que além de ter um dissídio de 3%, inferior ao índice FIPE, está refém de um quadro de difícil resolução:
– Desde 2013 sem avaliação de desempenho;
– Ausência de mecanismos que possibilite a progressão na carreira PAEPE;
– Há pelo menos 2 anos esperando a aprovação de uma nova carreira, que pelas informações que tivemos, já não é a mesma proposta e apresentada pelo grupo de trabalho (que foi amplamente discutida e avaliada entre a comunidade e CSAs);
– Possui pouco ou nenhum poder de decisão nos órgãos deliberativos da universidade que facilite a discussão de pautas específicas;
– 100% de contingenciamento na carreira PAEPE, sendo a mais prejudicada em relação aos cortes propostos na GR10/2016;
– Falta de transparência (acesso às informações) e consequente, falta de confiança na condução dos processos de interesse dos funcionários;
– Ausência de uma rubrica no orçamento da universidade que preveja e priorize o dissídio anual dos servidores;
– Ausência de uma rubrica no orçamento da universidade que garanta a progressão na carreira dos funcionários, similar a vigente para a carreira docente;
– Um processo de isonomia com a USP não concluído e que “achatou” os salários para os mesmos patamares, no qual funcionários com mais anos de casa tiveram seus salários igualados ao piso de funcionários ingressantes;
– Insegurança quanto aos desdobramentos da PL 257 a todos os servidores públicos;
– Falta de apoio por parte da congregação do IFGW quando consultada sobre o apoio de uma moção de poucas linhas sobre a possibilidade da abertura de negociação junto ao CRUESP.
Na maioria dos casos, percebe-se uma racionalidade que tornam os dirigentes e também a maioria da comunidade docente, indiferentes às demandas e dificuldades da carreira PAEPE. Em consequência disso, temos um cenário que não reconhece e valoriza os esforços individuais e das equipes no desempenho das suas atividades diárias, não oferecendo nenhuma perspectiva
de crescimento pessoal e profissional na Unicamp, quando se compara, por exemplo, com
carreira docente, em que há nitidamente mais chances de retorno financeiro e maior
reconhecimento em todos os níveis e espaços de decisão.
Esse cenário acima descrito não era exatamente o que almejávamos para o ano em que a
UNICAMP completa 50 anos. Há muitos motivos a se comemorar evidentemente, mas estes
estão sendo ofuscados em face de tantos conflitos. Lamentamos que assim seja, esperamos
superar esse momento de crise, sem deixar de lado o respeito às opiniões divergentes e a
valorização do trabalho de todos os funcionários que também ajudaram a construir essa
universidade e que apesar de tantas dificuldades, ainda se sentem compelidos a lutar por dias
melhores para toda a comunidade.
21/06/2016

 

poradmin

Reitoria ameaça usar PM contra estudantes

O governador Alckmin trata os secundaristas utilizando força policial para acabar com greves e prendendo estudantes. Na Unicamp, Tadeu segue a mesma cartilha.
Ontem, durante a assembleia dos estudantes Tadeu ameaçou chamar a PM em uma hora, caso os estudantes não votassem pela desocupação da reitoria. O recado chegou via telefone, por um professor que faz parte da comissão de negociação. Esta prática está se tornando comum entre os reitores das três universidades paulistas. Na semana passada, o reitor da USP chamou a tropa de choque para reprimir estudantes que realizavam assembleia na moradia estudantil daquela Universidade.
Tadeu, que trocou o diálogo pela força, além de interferir com intimidação no livre direito de organização dos estudantes, não apresentou como contrapartida nenhuma proposta concreta ao segmento. A carta apresentada ontem pela reitoria também foi uma clara demonstração de que Tadeu utilizará dos métodos mais truculentos reprimir o movimento.

Os estudantes seguem na luta
A ameaça da presença da PM não intimidou os estudantes que decidiram manter a ocupação. A assembleia debateu a melhor forma de responder aos ataques da reitoria buscando formas de intensificar o movimento para ter sua pauta atendida. Os estudantes da Unicamp, assim como os secundaristas, não se intimidam e mostram que a única saída é a resistência e a luta. A greve do movimento estudantil na Unicamp defende uma universidade inclusiva, com acesso e permanência e a unidade entre trabalhadores e estudantes.

poradmin

Reitoria “do diálogo” vira as costas a servidores e vai ao Judiciário contra a greve

Mais uma vez distorcendo informações a administração da Unicamp acionou o Judiciário contra o legítimo direito de greve. Além de encerrar unilateralmente a negociação da pauta unificada, descumprindo as normas legais que asseguram aos trabalhadores a reposição da inflação, e se negar a discutir a pauta específica protocolada desde abril, hoje o STU foi notificado que a Funcamp, de onde o reitor está despachando, entrou com pedido liminar de interdito proibitório contra qualquer atividade da greve na Fundação.
A 6ª Vara Cível de Campinas estipulou multa diária de mil reais caso os funcionários “invadam” o prédio da Funcamp.
Além de acusar servidores de “invadir” um espaço onde trabalham, a administração da Funcamp, sobre a qual a Unicamp tem responsabilidade jurídica, busca com a medida financeira estrangular o movimento que até o momento não inviabilizou nenhuma atividade na Fundação.
O STU tem 15 dias para se defender em juízo, e o fará em conjunto com a denúncia à população de que enquanto o reitor recebe vencimentos de mais de R$ 52 mil, burlando a lei do teto salarial no Estado, que é de R$ 26 mil, quer que os trabalhadores aceitem 3% de reajuste quando a inflação do período é de 10%. O sindicato buscará também as instâncias de proteção ao direito do trabalho e de greve – Ministério Público do Trabalho e Organização Internacional do Trabalho para denunciar as práticas antissindicais da reitoria José Tadeu Jorge.

poradmin

Tadeu tenta dividir a luta para derrotar a comunidade

Mesmo com 30 dias de greve o reitor da Unicamp e presidente do Cruesp ignora a pauta dos trabalhadores técnico-administrativos, argumentando não ter local para negociar. No entanto, aceitou convite para reunião na sede da Adunicamp.
Na Funcamp, ocorreram também cinco reuniões com os estudantes e uma comissão indicada pela reitoria, mas sem nenhum avanço na pauta estudantil.
Não podemos esquecer que o segmento que mais votos deu a esta reitoria foram os técnico-administrativos, acreditando em seu plano de gestão. Dos 5.943 técnico-adminstrativos que votaram, 4.038 optaram por Tadeu confiando nas promessas de isonomia, nova carreira, reposição das perdas salariais, democratização da Universidade, diálogo e transparência.
Além das promessas não cumpridas, Tadeu ignora totalmente o principal segmento que o elegeu e arrocha os salários dos trabalhadores com o indice de 3% diante de uma inflação que chegou em 10% (pelo IPCA, comumente usado pelas universidades paulistas). Não passará desapercebido o total descaso com a pauta de negociação da categoria, que se lembrará disso nas eleições de sucessão da reitoria.

Tadeu tenta disputa a opinião pública na imprensa
A exemplo de alguns movimentos que surgem na Unicamp tentando desqualificar a greve dos trabalhadores e estudantes, a reitoria se utiliza da imprensa para fazer disputa de opinião pública. Por meio da contra-informação para passar uma imagem que os trabalhadores da Universidade não têm compromisso com a defesa de um serviço público de qualidade. Matérias que circulam na mídia, articuladas com a assessoria de imprensa da Unicamp, atacam o movimento deturpando os reais motivos da greve e escondendo o valor do salário do reitor mais bem pago do Brasil, que ultrapassa R$ 52 mil.
O papel dessa greve é também desmascarar o reitor e denunciar os salários ilegais, as duplas matrículas, o sucateamento da área de saúde e o desmonte da educação. A resposta a esta política é a intensificação da greve, em defesa da Universidade.

poradmin

Moção de apoio aos estudantes

Os trabalhadores da Unicamp, reunidos em assembleia, manifestam seu apoio à luta dos estudantes da Unicamp por cotas, permanência estudantil e contra os cortes.

Frente à intransigência da reitoria, os estudantes lançam mão de métodos legítimos de luta, como a ocupação da reitoria, greves e piquetes. A reitoria contra-ataca com truculência, usando artifícios legais e administrativos para constranger e intimidar a luta dos estudantes. Além de imposição de multas contra do DCE, inicia-se agora um movimento de sindicâncias contra estudantes que estão na construção do movimento. Casos de ações vexatórias, constrangimentos, exposições e agressões também estão se tornando cada vez mais comum por parte de alguns docentes avessos à luta dos estudantes, com a conivência e as vezes articulado pelas direções das unidades e pela reitoria.

Repudiamos veementemente toda e qualquer ação que vise intimidar ou constranger a legítima e justa luta do movimento estudantil. Declaramos total solidariedade aos estudantes, suas pautas e seus métodos de luta.

OCUPA TUDO, até a vitória!

poradmin

Boletim 049/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 24 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_049FINAL.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 048/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 23 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_048.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 047/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 22 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-47s.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do STU, de 21 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-do-F6-21-6-2016.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

PEC reduz investimento na Saúde em R$ 168,2 bi, revela estudo

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 241/2016, que limita os gatos da União, estados e municípios na área social, pode provocar até 2018 uma redução dos investimentos no país somente na área de saúde de R$ 168,2 bilhões.

Com base num estudo elaborado pela consultoria do Senado, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) diz que as projeções também são estarrecedoras para a área de Educação. “Até 2018 deixariam de ser investidos no setor R$ 255,5 bilhões”.

Em discurso nesta terça (21), a senadora classificou como espúrio o acordo proposto pelo governo interino de Michel Temer no qual a União promoveria a renegociação da dívida dos Estados em troca da aprovação da “PEC da Maldade”.

A proposta contempla os maiores devedores como São Paulo (R$ 221,3 bilhões), Minas Gerais (R$ 79,8 bilhões) e Rio de Janeiro (R$ 70,6 bilhões).

“Considero esse acordo, no mínimo, lesivo, principalmente aos Estados mais pobres. Assim como com o governo federal, a proposta faz com que os Estados também deverão limitar os seus gastos em áreas como Saúde, Educação, Previdência”, afirmou.

Ela citou o caso do Amazonas. “É o que menos deve à União, deve R$361 milhões somente. Mas isso quer dizer que somos nós, os Estados pobres, que vamos pagar esse acordo feito pelo Senhor Michel Temer. Nós é que vamos pagar. Que benefício nós estamos tendo com isso? Nenhum”.

A senadora diz que o Amazonas enfrenta na área da Saúde uma situação de calamidade pública. “Os parlamentares que estão dando apoio a mais essa medida draconiana vão ter que se explicar perante a população”.

O levantamento envolve gastos dos Governos Lula e Dilma em algumas áreas sociais e as projeções dos efeitos da PEC nesse período e dos anos de 2015, 2016, 2017 e 2018.

Até este último ano, a projeção de investimento na área de Educação, sem os efeitos da PEC da Maldade, seria de R$ 382,7 bilhões. Na área de saúde os investimentos seriam de R$ 420,2 bilhões.

Já com a PEC, os investimentos, no mesmo período, ficaram na ordem de R$ 127,2 bilhões para educação ou R$ 255,5 bilhões a menos do que o projetado. Na saúde, a situação não é tão diferente. Os investimentos com a PEC ficaram na ordem de R$ 252 bilhões ou R$ 168,2 bilhões a menos.,

 

Fonte: Portal do Movimento Popular

poradmin

Boletim do STU 46/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 21 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_046.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do STU 045/2016

Baixe aqui Boletim do STU, de 20 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim_045_2016a.pdf” language=”pt_BR”]

poradmin

Boletim do Fórum das Seis

Baixe aqui Boletim do STU, de 17 de junho de 2016.

[gviewer file=”https://stu.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Boletim-do-F6-16-6-2016-1.pdf” language=”pt_BR”]