Categoria Destaque

porStéphane Powaczuk

Segundo dia do XIV Congresso do STU apresentou as contribuições, teve mesa em defesa da educação e propostas sobre temas importantes

Rogério Marzola, Claudionor Brandão, Mariana Conti, Eduardo Gemmis, Toninho Alves, Eva Lopes, Gustavo Petta e Pio Romera na mesa em defesa da educação.

O segundo dia do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp começou com a apresentação de cinco contribuições inscritas no encontro.

As outras sete contribuições, como fazem parte da tese guia, foram automaticamente incorporadas ao texto base do congresso.

As contribuições apresentadas incluem temas relevantes, como: por um STU mais ativo e uma categoria mais solidária no combate ao sofrimento psíquico no trabalho; por uma nova tradição no STU que unifique efetivos e terceirizados, não a toda forma de opressão em defesa dos direitos democráticos e civis das pessoas LGBTQIAP+, mulheres nas universidades e na luta sindical e alteração do estatuto do sindicato.

Pela vida das mulheres

É importante registrar que a Comissão de Mulheres Contra Violência de Gênero do STU apresentou um posicionamento emblemático em defesa da vida das mulheres trabalhadoras da Unicamp. Elas denunciaram práticas de machismo e assédios no meio sindical prejudiciais às companheiras e cobraram da entidade ações que foram aprovadas na assembleia do ano passado e que ainda não foram implementadas.

A comissão concluiu que a luta pela equidade dentro do ambiente sindical é uma demanda muito urgente, por isso estão propondo alterações no estatuto do sindicato, para que a entidade se torne um espaço seguro para todas as mulheres.

Comissão de mulheres convidou todas as mulheres da plenária para se juntarem à frente da mesa.

Pelo direito à Educação

Na sequência aconteceu a conferência sobre Defesa da Educação com Gustavo Petta, Rogério Marzola, Mariana Conti, Claudionor Brandão, Pio Romera, convidados pelas teses inscritas.

Cada conferencista expos sobre as lutas que precisamos travar pela garantia de educação de qualidade.

Muito se falou sobre a extrema direita e a importância de continuar combatendo o fascismo, os ajustes fiscais, os desmontes das universidades públicas, a militarização das escolas bem como as privatizações.

Trabalhadores discutiram pautas cruciais

Na parte da tarde formou-se cinco grupos de trabalhos, sendo:

1 – Conjuntura: Políticas Afirmativas e Opressões;

2 – Conjuntura: Universidade, Educação e Saúde;

3 – Conjuntura: Precarização do Trabalho;

4 – Conjuntura: Estrutura Sindical;

5 – Conjuntura: Aposentados.

Cada grupo debateu o seu tema e sistematizou propostas que serão apreciadas pela plenária posteriormente.

Amanhã (25), inicia-se a plenária final onde será definido o plano de lutas e as alterações estatutárias.

porStéphane Powaczuk

Categoria elege Travessia Unicamp como Tese Guia do XIV Congresso

Depois de um longo dia de debates sobre conjuntura e os rumos do nosso sindicato, a plenária do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp elegeu a Travessia Unicamp como Tese Guia do encontro.

A tese eleita, “Travessia Unicamp – Unificar as lutas para enfrentar a crise econômica e garantir a democracia” recebeu 59 votos, seguida pela Tese “Alerta Unicamp para o XIV Congresso do STU”, com 31 votos; a Tese “TLS Unicamp – Precisamos retomar nosso histórico de organização e de luta!”, com 13 votos; e a Tese “Nossa Classe: Unificar efetivos e terceirizados para lutar contra as privatizações de Tarcísio e os ataques de Lula de forma independente dos governos e da reitoria”, com 7 votos. Tivemos duas abstenções.

A Tese “Chapa Avante STU” retirou a candidatura em apoio à tese do Travessia Unicamp.

“Para nós do Travessia, ser escolhida como tese guia consolida um trabalho que a gente vem trazendo nos últimos anos, em especial o enfrentamento na greve do ponto eletrônico, no enfrentamento na posição de pensar uma universidade pública, democrática com a participação dos técnico-administrativos com o projeto dos técnico-administrativos a categoria compreendeu a nossa tese como aquela que pode representar esse anseio”, disse Toninho Alves, representante do coletivo Travessia Unicamp.

Isso significa que hoje, segundo dia de congresso, os grupos de trabalho vão discutir, aprovar ou rejeitar, adendar ou suprimir, em parte ou na totalidade as propostas e diretrizes defendidas pelo Coletivo Travessia Unicamp para o plano de lutas e o novo estatuto do STU.

Hoje também teremos a mesa de debate sobre Educação, a apreciação das 12 contribuições e a inscrição de candidatos para o Conselho Fiscal do sindicato.

porStéphane Powaczuk

Assembleia final elege 17 novos delegados e remarca assembleia orçamentária para sexta, 25/04

A assembleia final que aconteceu nesta terça-feira, 22/04, na sede do STU, iniciou com a apresentação das cinco teses inscritas para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, elegeu 17 novos delegados.

Também foi aprovada uma moção de repúdio à Reitoria devido ao acidente de um trabalhador da caldeira que está internado em estado grave. Essa moção é contra as terceirizações dos serviços na Universidade, justamente pela precariedade que ela pode gerar na vida dos trabalhadores. Muitas vezes, os terceirizados recebem menos salários, possuem menos benefícios e enfrentam condições de trabalho menos favoráveis. E o STU é contra essa forma de exploração dos trabalhadores terceirizados.

Assembleia Orçamentária Estatutária

A assembleia orçamentária estatutária que estava prevista para ser realizada hoje, entrou em discussão e após uma votação, a maioria definiu que ela fosse remarcada para sexta-feira, último dia do Congresso.

Foram comunicadas a categoria as próximas atividades do Fórum das Seis, que inclui no dia 25/04, às 10h, o protocolo da Pauta Unificada na Reitoria da Unicamp, já que o novo reitor Paulo César Montagner, é o novo presidente do Cruesp. Na parte da tarde, às 15h, haverá uma reunião técnica. E entre ambas as reuniões, haverá uma reunião preparatória do Fórum das Seis, na Adunicamp.

O XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp é um compromisso assumido pela atual gestão, depois de 10 anos sem acontecer. Esse evento é caracterizado como a instância máxima de deliberação da categoria.

De 23 a 25 de abril vamos estar reunidos, na Sede do STU, debatendo o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp. O Congresso é aberto para todos os trabalhadores, a nossa categoria é bem-vinda para participar como ouvinte. Porém, só terão direito a voz e voto os delegados credenciados, que foram escolhidos nas assembleias setoriais.

Participe deste processo e fortaleça a luta pelos nossos direitos!

porStéphane Powaczuk

Confira a programação do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

O XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp vai acontecer de 23 a 25 de abril na sede do STU.

O congresso é um importante espaço para a construção coletiva das estratégias de resistência e enfrentamento aos ataques aos direitos da categoria e à universidade pública. Por isso, o STU reforça a importância da participação de todos os trabalhadores nesse processo.

Podem participar do XIV Congresso todos os trabalhadores da Unicamp ativos – incluindo os contratados pela Funcamp, os terceirizados, estagiários e patrulheiros – e aposentados, desde que credenciados para tal.

Confira a programação do XIV 23/04 (quarta-feira)

Congresso dos Trabalhadores da Unicamp:

10h: Início do credenciamento, aprovação da Mesa Diretora

13h: Plenária de abertura e Saudações aos delegados

– Apreciações de delegações irregulares; aprovação do regimento interno; debate com convidados.

16h às 18h: Plenária das Teses

– Apresentação e defesa das Teses e Contribuições

– Votação da Tese Guia.

24/04 (quinta-feira)

9h: Conferência sobre Defesa da Educação

10: Encerramento do credenciamento

10h30: Grupos de Trabalho

11h45: Almoço

14h: Início da Plenária Final

14 às 17h30: Inscrição dos Candidatos ao Conselho Fiscal

18h: Informe sobre as Candidaturas ao Conselho Fiscal

25/04 (sexta-feira)

9h: Plenária Final – Continuação

– Votação e Apuração do Conselho Fiscal

– Almoço

– Confraternização

*Programação sujeita à alteração.

Teses inscritas:

– Tese 1: “Avante STU”

– Tese 2: “Nossa Classe: Unificar efetivos e terceirizados para lutar contra as privatizações de Tarcísio e os ataques de Lula de forma independente dos governos e da reitoria”

– Tese 3: “Travessia Unicamp: Unificar as lutas para enfrentar a crise econômica e garantir a democracia”

– Tese 4: “Alerta para o XIV Congresso do STU”

– Tese 5: “TLS: Precisamos retomar nosso histórico de organização e de luta!”

porStéphane Powaczuk

Caderno de Teses e Contribuições do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

Cinco Teses e 12 Contribuições estão no caderno de Teses para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

Os textos servirão como base para os debates e deliberações que definirão os rumos da luta sindical nos próximos anos.

Com o objetivo de fomentar as discussões sobre as relações sindicais e do trabalho, a pauta do congresso abrange temas essenciais para a categoria, como: situação política, econômica e social; conjunturas internacional, nacional e local; universidade; estrutura sindical; alterações estatutárias e filiação ou desfiliação às centrais sindicais e organismos intersindicais; ação do sindicato e plano de lutas, além das relações intersindicais.

O congresso é um importante espaço para a construção coletiva das estratégias de resistência e enfrentamento aos ataques aos direitos da categoria e à universidade pública. Por isso, o STU reforça a importância da participação de todos os trabalhadores nesse processo.

O XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp vai acontecer de 23 a 25 de abril na sede do STU.

Leia as Teses e Contribuições de cada coletivo e participe do congresso. A luta é coletiva e a sua presença fortalece a mobilização!

Confira abaixo as cinco teses e 12 contribuições:

porStéphane Powaczuk

STU solicita à Reitoria antecipação do VA para dia 17/04            

Pensando nas dificuldades financeiras que a nossa categoria tem enfrentado com o ato custo dos alimentos, e no feriado que vem a seguir, o STU enviou um ofício à reitoria solicitando excepcionalmente a antecipação do pagamento do Vale Alimentação para o dia 17/04. Logo que tivermos retorno informaremos pelos canais de comunicação do sindicato.

Confira a seguir o documento enviado pelo STU:

porStéphane Powaczuk

Dia 22/04 tem Assembleia estatutária orçamentária e tirada de delegados para o XIV Congresso, no STU

No dia 22/04 vamos ter uma Assembleia que vai deliberar duas pautas muito importantes para a nossa categoria: vamos tratar das finanças do STU e da última tirada de delegados para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

A Assembleia Estatutária Orçamentária está marcada para começar às 12h, em primeira convocação, havendo quórum de maioria absoluta de filiados com direito a voto, ou às 12h30 em segunda convocação, com qualquer número de filiados com direito a voto. Vamos debater sobre a aprovação do Balanço 2022/2023/2024 e do Orçamentária para 2025.

Última oportunidade para ser delegado no XIV Congresso do STU

Na ocasião também serão tirados os últimos delegados para o XIV Congresso dos Trabalhadores que será realizado de 23 a 25 de abril no STU.

O XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp é um compromisso assumido pela atual gestão, depois de 10 anos sem acontecer.

Podem participar do XIV Congresso todos os trabalhadores da Unicamp ativos – incluindo os contratados pela Funcamp, os terceirizados, estagiários e patrulheiros – e aposentados, desde que credenciados para tal.

O XIV Congresso é um movimento muito importante para a construção coletiva das estratégias de resistência e enfrentamento aos ataques aos direitos da categoria e à universidade pública.

A Comissão Organizadora do Congresso recebeu no dia 24/03, as inscrições de cinco Teses e 12 Contribuições para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontece entre os dias 23 e 25 de abril. Para conferir as teses e contribuições clique aqui.

Os textos servirão como base para os debates e deliberações sobre os rumos da luta sindical nos próximos anos.

Participe deste processo e fortaleça a luta pelos nossos direitos!

Edital publicado em 11/04/2025 – Folha de São Paulo

porStéphane Powaczuk

Nota de solidariedade ao companheiro do IA

Confira abaixo a Nota de Solidariedade que o STU escreveu ao companheiro do Instituto de Artes (IA) Airton Cesar de Oliveira, trabalhador da Coordenadoria de Apoio Técnico e Didático, que foi ofendido por estudantes manifestantes no IFCH contra um membro do MBL, na noite do dia 27/03/25, na Unicamp.

porStéphane Powaczuk

STU fez Paralisação para lutar pela aprovação de Cotas Trans na Unicamp e em Defesa da Democracia

O STU realizou ontem (1/4) uma grande Paralisação em Defesa da Democracia e em solidariedade aos estudantes para mostrar que a Unicamp não vai admitir que a extrema direita avance e perturbe a nossa comunidade.

No dia 27/03 o IFCH foi novamente alvo de ataques políticos por um grupo de extrema direita que ameaçou um estudante, professores e técnico-administrativos que exerciam suas atividades no instituto, chegando a agredir um estudante. Por isso, chamamos uma Paralisação em caráter de urgência, para lutar junto com os estudantes e defender a nossa universidade.

O STU ficou lotado em prol das Cotas Trans e contra o fascismo. Realizamos uma mesa unificada com o Núcleo de Consciência Trans (NCT), ADunicamp, STU e DCE e debatemos amplamente sobre a importância das Cotas Trans e do combate ao fascismo na Unicamp.

A categoria também participou da grande mobilização chamada pelos estudantes para acompanhar a votação da minuta das cotas trans no Conselho Universitário. As Cotas para Pessoas com Deficiência (DEF) foram aprovadas para os concursos docentes e as Cotas Trans para a graduação. Vitória dos movimentos unificados! Apoiar essas lutas na Unicamp é apoiar a diversidade, é acreditar que podemos, através da educação, formar pessoas que poderão seguir o seu caminho e fazer a diferença.

O STU vai continuar lutando junto com os estudantes, para garantir o compromisso da universidade com a vida e a cidadania de pessoas trans e travestis!

porStéphane Powaczuk

Categoria aprova proposta de Pauta Unificada 2025

Nesta quarta-feira (02), os trabalhadores presentes à Assembleia Geral aprovaram a primeira proposta de Pauta Unificada de Reivindicações 2025, elaborada pelo Fórum das Seis.

Os trabalhadores ressaltaram a necessidade de defender a isonomia com a USP e a Unesp, diante dessa conjuntura nacional que prevê, futuramente, mudanças no sistema tributário.

Neste ano o Fórum das Seis reivindica o reajuste de 17,5% para recuperar as perdas salariais acumuladas desde maio/2012. A depender das inflações de março e abril/2025, esse número pode mudar.

Além dos itens econômicos, reivindicamos o acesso e permanência estudantil/gratuidade ativa, condições de trabalho e estudo, melhores condições nos Hospitais Universitários (HU) e Centros de Saúde, reconhecimento e respeito efetivo do vínculo existente entre o Ceeteps e a Unesp, entre outras propostas.

A categoria revisou detalhadamente a pauta unificada e aprovou as seguintes demandas: redução de jornada de trabalho sem redução de salários para trabalhadores com deficiência e responsáveis por crianças com deficiência; revisão do TAC do Ponto Eletrônico e orientação para que os reitores discutam indicações de propostas em substituição ao ponto; discussão sobre trabalho remoto e teletrabalho; possibilidade de reingresso para quem fizer o cancelamento do IAMSPE; implementação de jornada de 30h semanais para todos os trabalhadores, sem redução de salário; medidas de redução dos impactos da crise ambiental global que prevejam as governanças da água, da energia e das florestas; defesa da democracia e da paridade das instâncias de poder nas universidades e Ceeteps e garantia do compromisso das instituições com a saúde mental dos estudantes, em especial indígenas, negros, trans e discentes com deficiência.

Essas reivindicações aprovadas para a Campanha Salarial 2025 serão encaminhadas ao Fórum das Seis para apreciação.

Nossa data-base começa em maio, mas quanto antes organizarmos a luta, mais força teremos na mesa de negociação.

Clicando aqui você confere a proposta de Pauta Unificada discutida na assembleia.

porStéphane Powaczuk

Amanhã, 02/04, tem Assembleia Geral, às 12h, na Sede do STU!

A diretoria do sindicato convoca toda categoria para participar da primeira rodada de assembleias que vão debater as demandas que comporão nossa Pauta Unificada de Reivindicações 2025.

De acordo com o Fórum das Seis, para
retomarmos o nosso poder de compra dos nossos salários em maio/2012 será necessário um reajuste de 17,5%. A depender das inflações de março e abril/2025, esse número pode mudar.

Logo mais vamos divulgar o Boletim do STU de amanhã com mais informações para você acompanhar sobre nossa data-base 2025!

porStéphane Powaczuk

Amanhã, 1º de abril, tem PARALISAÇÃO, com concentração 9h no STU

Amanhã, 1º de abril, a partir das 9h vai ter concentração com café da manhã na sede do STU para começar a programação da PARALISAÇÃO em Defesa da Democracia e em Solidariedade aos estudantes.

Também vai acontecer uma mesa unificada, em defesa da democracia e contra os ataques sofridos no IFCH, às 10h, com NCT, Adunicamp e DCE no STU. E às 13h, TODA UNICAMP vai se encontrar em frente à reitoria, onde haverá a votação da minuta de Cotas Trans no Conselho Universitário.

O STU convocou esta PARALISAÇÃO, em caráter extraordinário, após o que aconteceu no IFCH, no dia 27/03. Não vamos permitir que a extrema direita ocupe o nosso campus e venha perturbar o nosso espaço!

É importante informar a nossa categoria que em virtude do calendário do XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, e do ocorrido no IFCH, não foi possível chamar uma assembleia. Sendo assim o sindicato enviou à Reitoria um ofício informando a PARALISAÇÃO.

Vamos PARAR nossas atividades e lutar em Defesa da Democracia e em Solidariedade aos estudantes! Agora é a hora de pressionarmos a Reitoria por mais essa conquista!

Venha para a PARALISAÇÃO amanhã 1º de abril, com concentração às 9h na sede do STU!

porStéphane Powaczuk

NOTA DE REPÚDIO

Em defesa da Universidade Pública, e da democracia.

As universidades públicas no Brasil sofreram muitos ataques durante o governo Bolsonaro na tentativa de deslegitimar seu papel junto a sociedade. O negacionismo se apresentava de diversas formas, desde a negação da ciência, tecnologia, educação até a guerra cultural e a violência.

A Unicamp não ficou fora desta realidade. A extrema direita avançou suas garras na tentativa de destruir o patrimônio público.

No último dia 27/03, o IFCH foi novamente alvo de ataques político por um grupo de extrema direita que ameaçou um estudante, professores e técnico-administrativos que exerciam suas atividades no instituto, chegando a agredir um estudante.

O STU repudia veemente estas ações e se solidariza com os trabalhadores e estudantes do IFHC.

Também conclamamos a todos os trabalhadores da universidade a se juntarem ao ato no dia 1º/04 em Defesa da Democracia e da Universidade Pública, com concentração às 9h no STU.

Fatos como esse não podem voltar a acontecer em uma Universidade Pública!

Em Defesa da Democracia e da Unicamp!  

porFernanda de Freitas

STU reforça combate ao assédio e apoia Carta Aberta do Coletivo Mulheres da Unicamp

O “Coletivo Mulheres da Unicamp” elaborou uma “Carta aberta à Comunidade Universitária” para denunciar a forma como a universidade tem lidado com casos de assédio sexual dentro da instituição.

No documento, as integrantes manifestam indignação com a falta de acolhimento às vítimas e afirmam que, em diversos relatos, os agressores não só seguem impunes, mas chegam a ser beneficiaos com cargos gratificados.

A carta também destaca que trabalhadoras terceirizadas, concursadas, patrulheiras, estagiárias e estudantes estão entre as vítimas que enfrentam não apenas a violência do assédio, mas também a revitimização diante da postura institucional.

O coletivo denuncia ainda a prática de inversão de denúncias, em que vítimas acabam sendo processadas por calúnia e difamação, além de perseguições dentro do ambiente acadêmico.

Denúncias lamentáveis como essas, infelizmente, não são novidades. Por isso, o STU reafirma seu compromisso na luta contra todas as formas de assédio dentro da universidade e declara apoio à carta publicada pelo Coletivo Mulheres da Unicamp.

O documento aponta a omissão institucional diante de casos de assédio sexual e cobra medidas mais eficazes de acolhimento às vítimas e punição aos agressores.

A reivindicação do coletivo dialoga diretamente com a nossa “Pauta de Reivindicações Específicas 2024”, que inclui a exigência de “que o assediador, quando identificado, seja impedido de exercer cargo de gestor por um período de 10 (dez) anos”.

O objetivo desta medida é garantir um ambiente de trabalho mais seguro, justo e respeitoso para toda a comunidade universitária.

A luta contra todas as formas de assédio é uma prioridade para o STU, que segue pressionando a instituição por políticas eficazes de prevenção e combate a essa violência, e cobrando o cumprimento do Termo de Ajuste de Conduta firmado entre STU, Unicamp e Ministério Público, que estabelece mecanismos para erradicar o assédio moral na universidade.

Confira abaixo o documento elaborado pelo coletivo:

Carta Aberta à Comunidade Universitária

Vimos a público manifestar nossa completa preocupação e indignação com a forma como a Universidade Estadual de Campinas vem agindo perante os casos de assédio sexual que ocorrem em suas dependências e/ou dentro da comunidade universitária.

São diversos os relatos de mulheres que sofreram assédio sexual e que não tiveram o acolhimento e respaldo necessário que a Unicamp deveria oferecer. Mulheres essas que podem ser trabalhadoras terceirizadas, trabalhadoras concursadas, patrulheiras, estagiárias ou estudantes.

Em muitos dos casos se somam questões de hierarquia à problemática já complexa do assédio sexual.
Recebemos relatos de casos em que os agressores não só não são punidos, como também recebem tratamento privilegiado, sendo até indicados a cargos gratificados.

Os ônus são acumulados sempre pelas vítimas, que além dos danos psicológicos sofridos diretamente pelo assédio em si ainda acabam revivendo sua dor ao se deparar com o tratamento que os assediadores recebem, o que reconfigura mais agressão às vítimas e maior endosso aos agressores.

Ressalta-se a prática institucionalizada na universidade de inversão das denúncias, na qual vítimas de assédio respondem a processos por calúnia e difamação, passando a ser perseguidas no ambiente de trabalho em decorrência da denúncia realizada. São vários os relatos desse tipo de ocorrência.

Toda essa política vigente na universidade precisa ser extinta imediatamente, inclusive em concordância com a imagem que a Unicamp deve se preocupar em ter: de uma universidade diversa, plural, justa, sustentável e humana.

Assediadores não podem continuar seguindo sem punição nem sendo beneficiados de alguma forma. Defendemos uma política de “ficha limpa” para que cargos gratificados não sejam ocupados por assediadores, minimizando, assim, a ocorrência desse tipo de violência em nossa comunidade, já que a hierarquia pode ser usada em favorecimento da prática do assédio.

Coletivo “Mulheres da Unicamp”

porFernanda de Freitas

Cinco Teses e 12 Contribuições estão inscritas para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp

A Comissão Organizadora do Congresso recebeu nesta semana, dia 24/03, as inscrições de cinco Teses e 12 Contribuições para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp, que acontece entre os dias 23 e 25 de abril.

Os textos servirão como base para os debates e deliberações que definirão os rumos da luta sindical nos próximos anos.

Com o objetivo de fomentar as discussões sobre as relações sindicais e do trabalho, a pauta do congresso abrange temas essenciais para a categoria, como: situação política, econômica e social; conjunturas internacional, nacional e local; universidade; estrutura sindical; alterações estatutárias e filiação ou desfiliação às centrais sindicais e organismos intersindicais; ação do sindicato e plano de lutas, além das relações intersindicais.

O congresso é um importante espaço para a construção coletiva das estratégias de resistência e enfrentamento aos ataques aos direitos da categoria e à universidade pública. Por isso, o STU reforça a importância da participação de todos os trabalhadores nesse processo.

Leia as Teses e Contribuições de cada coletivo e participe do congresso. A luta é coletiva e a sua presença fortalece a mobilização!

Confira abaixo a íntegra das Teses conforme ordem de sorteio promovido pela Comissão de Organização do congresso (baixe o arquivo para ler):

Confira abaixo as contribuições para o XIV Congresso (baixe o arquivo para ler):

porFernanda de Freitas

Cesinha vence consulta para reitor da Unicamp

A comunidade universitária escolheu Paulo Cesar Montagner (Cesinha) como novo reitor da Unicamp, no segundo turno da consulta à comunidade universitária.

Prof. Dr. Paulo Cesar Montagner

Professor da Faculdade de Educação Física, Cesinha foi eleito com 51,61% dos votos para o quadriênio 2025-2029. E o professor Fernando Coelho, do Instituto de Química, deverá ocupar o cargo de coordenador-geral da Universidade.

De acordo com a Comissão Organizadora da Consulta (COC), o colégio eleitoral tem por volta de 38.300 eleitores, divididos aproximadamente em 1.900 professores, 6.900 demais servidores e 29.400 estudantes.

Cesinha venceu, entre os professores e estudantes, o professor José Antonio Rocha Gontijo que obteve 48,39% dos votos. Vale lembrar a disparidade no peso do voto, onde docentes possuem três quintos dos votos e os servidores e estudantes têm um quinto do peso dos votos.

Agora, caberá ao Conselho Universitário (Consu) a elaboração de uma lista tríplice que será enviada ao governador Tarcísio, responsável por nomear o novo reitor. A próxima reunião do Consu de acontecer em 1º de abril. Historicamente, o governador costuma escolher o primeiro nome da lista. A expectativa é que a posse ocorra na segunda quinzena de abril.

Novo reitor promete avançar nas conquistas

Eleito com o discurso de “não aos retrocessos” porque a “A Unicamp só avança quando coloca as pessoas em primeiro lugar, pois são elas o maior ativo da universidade”, Cesinha se apresenta como o reitor do diálogo e comprometido com avanços reais. E seu programa de gestão “Unicamp de Toda Gente” enfatiza que seguirá “fortalecendo uma universidade inclusiva, plural e para todas as pessoas”. CLIQUE AQUI para baixar o documento completo.

Cesinha e Coelho devem comandar a Unicamp de 2025-2029

Em entrevista ao jornal Correio Popular, em 21/03, Cesinha elencou três princípios fundamentais que inspiram a sua candidatura para que a Universidade seja, efetivamente, a Unicamp de toda gente, sendo:

  1. Defesa da universidade pública e da autonomia acadêmica: manutenção da Unicamp como uma instituição gratuita e autônoma, com atuação ativa na revisão do modelo de financiamento da Universidade.
  2. Garantia e ampliação de direitos: preservação das conquistas da comunidade acadêmica, aprimoramento das condições de trabalho e estudo, além do fortalecimento das políticas de inclusão e permanência estudantil.
  3. Sustentabilidade e acessibilidade: promoção de uma universidade mais sustentável e acessível, considerando os desafios impostos pela crise climática e a necessidade de garantir equidade e dignidade no acesso à educação.

Para ler a íntegra da reportagem CLIQUE AQUI.

STU cobrará fim dos retrocessos

Durante a sua candidatura Tom Zé também se apresentou como o reitor do diálogo, mas se mostrou intransigente e insensível às reivindicações da comunidade universitária, ignorando totalmente as entidades representativas.

Sabatina realizada pelo STU com os professores Césinha e Coelho

Cesinha, atual chefe de gabinete e sucessor de Tom Zé, promete ampliar direitos e melhorar as condições de trabalho para toda a comunidade universitária.

O STU acompanhará de perto essa gestão, cobrando que as promessas eleitorais se traduzam em avanços reais por meio de ações concretas de valorização do servidor e de defesa do serviço público.

No primeiro turno da consulta a ADunicamp, STU, DCE e APG organizaram um debate com os reitoráveis e candidatos à coordenação geral. Já no segundo turno o Sindicato promoveu uma sabatina, com a presença da ADunicamp, onde Cesinha e Gontijo apresentaram melhor suas propostas. Para conferir a sabatina do Cesinha CLIQUE AQUI para acessar o Facebook do STU.

porStéphane Powaczuk

Jornada de Alfabetização de Jovens e Adultos está com inscrições gratuitas na Unicamp

Você conhece alguém que não sabe e precisa ler e escrever?

O projeto Mãos Solidárias, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), está promovendo em São Paulo, e outros 10 estados, uma jornada de alfabetização de jovens e adultos nas periferias.

Quem pode participar?

Pessoas acima de 15 anos que não estejam alfabetizadas ou que tenham dificuldade na leitura e na escrita. Não pode estar vinculado a nenhuma escola.

Como participar na Unicamp?

As inscrições vão até o dia 25/04, e basta você entrar em contato com a Ana Beatriz, que possui Bacharelado e Licenciatura em História pela Unicamp, o número é (35) 9.9272-9283.

A previsão para o início das aulas é dia 28/04. As aulas vão acontecer no IFCH, 1º andar.

Qual método será utilizado?

Para a alfabetização, a jornada vai utilizar o método “sim, eu posso”. Foi desenvolvido pelo Instituto Pedagógico Latino-Americano e Caribenho (IPLAC) na década de 1990, em Cuba, e a forma de atuação já é amplamente utilizada pelo MST, desde 2006, em sua luta pela erradicação do analfabetismo e tem dado bons resultados em todo o país.

No Brasil já são cerca de 100 mil alfabetizados. E essa proposta envolve a alfabetização como condição para a superação da desigualdade social.

É importante ressaltar que as aulas são gratuitas e vão oferecer um certificado. Este curso é em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Serviço:

As inscrições para o projeto vão até o dia 25/04. Para participar, é preciso ter mais de 15 anos e não estar matriculado a nenhuma escola. As matrículas estão sendo realizadas pela Ana Beatriz, pelo número (35) 9.9272-9283.

*Texto com informações do site Brasil de Fato.

porStéphane Powaczuk

XIV Congresso: Hoje 24/03, termina o prazo para entrega de teses e contribuições

Hoje, 24/03, às 17h, termina o prazo para entrega de teses e contribuições para o XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp.

Segundo a Comissão Organizadora, as teses podem ter, no máximo, 35 mil caracteres com espaços. E as contribuições, até 10 mil caracteres com espaços.

Todos os textos precisam ser enviados por e-mail para a Secretaria do STU [[email protected]], formatados em Word, fonte Times New Roman, corpo 12, e devidamente revisados.

O proponente receberá da Secretaria a confirmação de recebimento. Caso não receba, entre em contato até às 17h do dia 24/03, para verificar o ocorrido. Não deixe para confirmar o recebimento após o prazo estabelecido!

De acordo com o Regimento Interno do XIV Congresso, as teses devem tratar dos temas que compõem a pauta do encontro: situação política, econômica e social; conjunturas internacional, nacional e local; universidade; estrutura sindical; alterações estatutárias e filiação/desfiliação às centrais sindicais e organismos intersindicais; políticas permanentes e combate às opressões, ação do sindicato e plano de lutas, relações intersindicais, entre outros assuntos. E devem ser assinadas por, no mínimo, três proponentes. Já as contribuições podem se referir a qualquer tema da pauta do congresso.

Assembleias Setoriais

As assembleias setoriais já estão acontecendo por toda Unicamp. Confira no nosso site [stu.org.br] o dia e horário da sua unidade e participe.

O XIV Congresso vai acontecer de 23 a 25 de abril, participe e fortaleça a luta pelos nossos direitos!

porFernanda de Freitas

Atenção: o prazo para entrega de teses e contribuições ao XIV Congresso termina segunda-feira (24)

Atenção: o prazo para entrega de teses e contribuições ao XIV Congresso termina segunda-feira (24)
O prazo para a entrega de teses e contribuições ao XIV Congresso dos Trabalhadores da Unicamp termina na próxima segunda-feira (24/03), às 17h.

Este é um momento decisivo para garantir sua participação na definição dos rumos do STU e, principalmente, na construção das estratégias de luta da categoria.

De acordo com o Regimento Interno do XIV Congresso, as teses devem tratar dos temas que compõem a pauta do encontro: situação política, econômica e social; conjunturas internacional, nacional e local; universidade; estrutura sindical; alterações estatutárias e filiação/desfiliação às centrais sindicais e organismos intersindicais; políticas permanentes e combate às opressões, ação do sindicato e plano de lutas, relações intersindicais, entre outros assuntos. E devem ser assinadas por, no mínimo, três proponentes. Já as contribuições podem se referir a qualquer tema da pauta do congresso.

Segundo a Comissão Organizadora, as teses podem ter, no máximo, 35 mil caracteres com espaços. E as contribuições, até 10 mil caracteres com espaços.

Todos os textos precisam ser enviados por e-mail para a Secretaria do STU [[email protected]], formatados em Word, fonte Times New Roman, corpo 12, e devidamente revisados.

Os textos entregues que forem maiores que os limites estabelecidos serão truncados, ou seja, haverá diminuição de letra e/ou espaçamento ou serão cortados. Portanto, siga o limite previsto.

O proponente receberá da Secretaria a confirmação de recebimento. Caso não receba, entre em contato até às 17h do dia 24/03, para verificar o ocorrido. Não deixe para confirmar o recebimento após o prazo estabelecido!

Categoria unida fortalece a luta

Com as Assembleias Setoriais já em andamento, o congresso torna-se, cada vez mais, um espaço fundamental para debater e definir os rumos da luta da categoria diante dos ataques à universidade pública e aos nossos direitos.

É importante comparecer na assembleia da sua unidade, se inscrever como delegado e participar do XIV Congresso, que acontece de 23 a 25 de abril.

Sua participação fortalece a mobilização coletiva dentro e fora da Unicamp!